
Durante o evento SA Summit 2023, realizado na segunda-feira 27, na Flórida, o ex-presidente Jair Bolsonaro disse que os manifestantes que permanecem presos em Brasília são “tratados como terroristas”.
“No Brasil, tudo passou a ser fake news, atentado contra o Estado Democrático de Direito”, observou o ex-presidente. “Vão completar dois meses com 900 pessoas presas, tratadas como terroristas. Não foi mostrado, quando foram presas, um canivete sequer com eles. E estão presas. Chefes de família, senhoras, mães, avós.”
Desde o 8 de janeiro, o governo do Distrito Federal catalogou ao menos 916 presos. São 611 homens no Centro de Detenção Provisória II e 305 mulheres na Penitenciária Feminina.
O ex-presidente criticou a declaração do ministro da Justiça, Flávio Dino, segundo a qual as pessoas que participaram das manifestações são “muito perigosas” e citou a transferência de Marcola, líder do PCC, para Brasília como exemplo.
“Trouxeram o Marcola agora para o convívio da sociedade”, lembrou Bolsonaro. “Esse não tem perigo nenhum, mas essas pessoas que estão presas, 900 aproximadamente, são perigosas.”
A aproximação do governo petista com ditaduras latino americanas e de outros países também gerou críticas de Bolsonaro. Para o ex-chefe do Executivo, a política externa brasileira deve “buscar países que podem oferecer alguma coisa”. Durante a gestão anterior, o Brasil se aproximou de países com políticas econômicas liberais e deu início ao processo de entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O país conta com o apoio dos Estados Unidos para a vaga.
“Quem está no governo atualmente, infelizmente, tem se aproximado de ditaduras na América do Sul e fora também”, constatou. “Agora, vai fazer uma turnê pela África. Devemos sempre buscar, não desprezando os mais humildes, mas buscar países que podem nos oferecer alguma coisa.”
Em outra parte do discurso, ex-mandatário afirmou que, apesar de ter “aversão” a quem está no comando do Executivo, não vai trabalhar contra o Brasil. Depois da declaração, a plateia presente no evento ovacionou Bolsonaro. “Apesar de se ter aversão ao que está na política atualmente lá no Executivo, eu não vou trabalhar contra o meu país”, disse Bolsonaro.
Informações Revista Oeste
Programa seleciona alunos para universidades públicas. Candidato precisa ter feito o Enem 2022 e tirado nota superior a zero na redação.
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Usuária do Twitter comemora aprovação no Sisu 2023 — Foto: Reprodução/Twitter
Os resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do 1º semestre de 2023 foram divulgados nesta terça-feira (28), no site https://sisualuno.mec.gov.br/.
O programa usa as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 para selecionar alunos que estudarão em universidades públicas.
✅ Foi aprovado? Verifique quais são os documentos exigidos para a matrícula na instituição de ensino em que você estudará (há universidades que aceitam o envio dos dados por meio digital; outras, apenas presencialmente). O prazo é de 2 a 8 de março.
❌ Não foi aprovado? Calma, nem tudo está perdido. Se quiser, manifeste interesse em participar da lista de espera, no período de 28 de fevereiro a 8 de março. Você deve escolher se deseja concorrer na 1ª ou na 2º opção de curso indicada na inscrição. Os resultados serão divulgados pelas próprias universidades.
O aluno só pode ser aprovado em um dos cursos marcados na inscrição:
Informações G1
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Uma única injeção de Interferon lambda reduziu pela metade as chances de um paciente com Covid ir para o hospital. Medicamento experimental também se mostrou eficiente contra todas as variantes, mas agora enfrenta a burocracia para conseguir a aprovação de agências reguladoras.
Cientistas podem ter descoberto um novo remédio que promete ser a ‘bala de prata’ contra formas graves da Covid-19. Chamado de Interferon lambda peguilado, o medicamento reduziu pela metade as chances de um paciente com a doença ser hospitalizado, se mostrou eficiente para anular todas as variantes do vírus e ainda pode ser mais prático e barato que outros remédios já usados.
Os resultados apareceram após ensaios clínicos de fase 3 feitos no Brasil e no Canadá entre 2021 e 2022 e publicados neste mês na revista científica The New England Journal of Medicine, uma das mais importantes da área.
O estudo foi coordenado pelo brasileiro Gilmar Reis, professor de medicina da PUC Minas e associado da Universidade McMaster (Canadá), que vem apostando em pesquisas de medicamentos que atuam no sistema imunológico do paciente para frear a Covid, o que é uma ação diferente de outros remédios já existentes no mercado, como o Paxlovid da Pfizer (entenda mais abaixo).
“A Covid-19 trouxe uma quebra de paradigmas no tratamento de infecções virais do trato respiratório. O vírus mostrou que hoje nós podemos combater de forma eficiente as complicações de uma infecção respiratória utilizando medicamentos que atuam no sistema imunológico e na inflamação”, disse Reis em entrevista ao g1.
O professor é um dos líderes do ensaio clínico Together, que já avaliou 11 remédios diferentes em pacientes contaminados não-hospitalizados. Foi a equipe dele que ajudou a desmentir, no início da pandemia, a informação de que a hidroxicloroquina era eficaz contra a doença.
Nesta reportagem, você vai saber mais sobre:
É um medicamento experimental, sintético, desenvolvido pela farmacêutica norte-americana Eiger para estudos clínicos na África contra os vírus causadores das hepatites B, C e D.
O Interferon lambda é composto por uma única injeção, aplicada na região do umbigo, e busca ‘turbinar’ a resposta imune do corpo para infecções virais por vias áreas.
Reis conta que pediu à farmacêutica para testar o remédio em pacientes com Covid e que a autorização veio “de uma maneira totalmente desinteressada” por parte da empresa detentora da patente. Mas os resultados dos testes em voluntários surpreenderam:
Na época do estudo clínico, várias variantes circularam no Brasil, e o remédio se mostrou eficiente contra todas – inclusive a ômicron e suas subvariantes, atualmente predominantes no mundo.
Os interferons são um grupo de proteínas produzidas pelo organismo. Quando o corpo é invadido por um vírus, elas emitem uma espécie de “alerta” para células vizinhas se fortalecerem.
O coronavírus desliga determinados genes e faz com que o corpo produza pouco Interferon lambda. Por algum motivo, esse é um dos mecanismos pelo qual o vírus impede a defesa do nosso organismo
— Gilmar Reis, professor de medicina da PUC Minas e coordenador do estudo
A injeção de Interferon Lambda dá ao corpo as próprias armas para combater o vírus. Os pacientes que tomaram essa “dose extra” de interferons tiveram essa deficiência provocada pelo coronavírus restaurada. Com isso, o organismo passou a combater o Sars-Cov-2 de forma mais adequada.
Os números que mostraram a eficácia do Interferon lambda são bem parecidos com os resultados de outros medicamentos já aprovados e usados no combate à Covid, inclusive no Brasil.
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Caixa de Paxlovid, da Pfizer — Foto: Jennifer Lorenzini/Reuters
O Paxlovid e o molnupiravir são medicamentos da classe dos antivirais, que atuam diretamente no combate ao vírus causador da doença, diferentemente do Interferon lambda, que faz parte de um grupo de remédios que incentiva que o próprio corpo desenvolva uma resposta imune ao vírus – a vantagem disso, segundo os pesquisadores, é uma maior eficiência na neutralização de variantes.
Além disso, tanto o Paxlovid quanto o molnupiravir são administrados por via oral por um período determinado. Por ser aplicado em dose única, o Interferon lambda promete um tratamento mais ágil e regrado do que o uso de comprimidos diários.
A expectativa também é de que ele, quando for comercializado, seja mais barato se comparado com o Paxlovid, medicamento encontrado nas farmácias com um preço salgado de R$ 4 mil.
“É um fármaco administrado em dose única tão eficaz quanto 30 comprimidos de Paxlovid por cinco dias em pacientes não vacinados e vacinados, independentemente da variante viral”, explicou o professor Gilmar Reis.
Apesar de promissor, o Interferon lambda ainda enfrenta resistência da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos que equivale à Anvisa no Brasil. O órgão ainda não autorizou o uso emergencial do medicamento, apesar das tentativas da farmacêutica criadora do remédio e da pressão da comunidade acadêmica.
A aprovação esbarra na burocracia: de acordo com o professor Gilmar Reis, o ensaio clínico não incluiu uma cidade dos Estados Unidos, o que é uma condição imposta pelo órgão. Outro motivo é que o estudo foi iniciado e executado por pesquisadores acadêmicos, e não pela farmacêutica.
“Na época [do início do estudo], não havia um interesse comercial envolvido e muito menos da indústria detentora da patente”, disse o professor. “Só porque a droga foi estudada sem interesse comercial, quer dizer que ele não tem valor científico? Como assim?”, questionou Gilmar Reis.
As esperanças agora estão concentradas na possível aprovação pela Health Canada, agência reguladora canadense, onde foi feito parte do estudo. Com isso, a FDA poderia dar o aval ao medicamento por similaridade. Mas não há prazo para que isso ocorra.
E, no Brasil, o cenário é ainda mais incerto. O Interferon lambda precisa de um “braço” brasileiro para representá-lo, como um laboratório ou uma farmacêutica, que possa solicitar o uso do remédio à Anvisa e ser responsável pela comercialização no país.
“Somos cientistas e não temos propriedade sobre os medicamentos. Estudamos os mesmos para prover respostas para a população. Não cabe a nós a comercialização de um fármaco e sim estudar se ele possui eficácia ou não”, afirmou Reis.
Informações G1
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Dormir 8 horas é o ideal para ter um sono reparador? — Foto: Imagem de stefamerpik no Freepik
Quando passamos o dia com sono, só pensando no cochilo pós-almoço ou na nossa cama a nos esperar, sempre surge a dúvida: será que eu dormi o suficiente esta noite? Quantas horas eu preciso dormir?
Ouvimos que o ideal é dormir 8 horas, mas não é bem assim. Para começar, cada indivíduo é único. Por isso, não há um número mágico de horas recomendadas. Além disso, a necessidade muda com a idade.
(Esta reportagem é parte de uma série que o g1publica ao longo desta semana sobre o tema, que ainda vai explicar o que é a higiene do sono, os prejuízos da privação, como medir seu tempo de sono ideal e por que cientistas defendem que as aulas nas escolas comecem mais tarde.)
“O adulto dorme entre 7 e 9 horas. Ainda é normal que durma ou 6 ou 10 horas. Não existe um número chave, mas existe uma média para cada faixa etária para recuperar energia, capacidade de resolução de problemas, de viver um dia disposto”, explica Sandra Doria, otorrinolaringologista com especialização em Medicina do Sono e pesquisadora do Instituto do Sono.
🕖🕗🕘 RECOMENDAÇÃO: segundo a National Sleep Foundation, os tempos de sono são divididos em nove faixas etárias – dos recém-nascidos ao idosos. Veja abaixo:
Quantas horas devemos dormir ao longo da vida? — Foto: Arte/g1
Em alguns casos, está tudo bem dormir uma hora a mais ou a menos do que a média. Agora, se você conhece alguém que dorme muito ou pouco, essa pessoa pode estar em um outro grupo: dos grandes ou pequenos dormidores. Mas esse público é muito pequeno: cerca de 2% da população.
😴GRANDES E PEQUENOS DORMIDORES: adultos que precisam de mais de 9 horas de sono por noite são chamados de grandes dormidores; já os que necessitam de menos de 6 horas de sono por noite para se sentirem renovados são chamados de pequenos dormidores.
“O grande dormidor precisa de uma quantidade maior de horas de sono. Não é o preguiçoso, o desocupado. É uma característica individual. Já o pequeno dormidor pode até se sentir culpado por dormir ‘pouco’ e acha que deve horas de sono”
— Monica Andersen, diretora do Instituto do Sono
Não adianta dormir 9 horas se você acorda e não sente que seu sono foi restaurador. Segundo um estudo publicado na revista Sleep Epidemiology, 65,5% dos brasileiros têm sono de má qualidade.
Na amostra, os pesquisadores descobriram que ser mais jovem, do sexo feminino, ter um parceiro dormindo em outra cama ou outro quarto e o uso de smartphone foram associados às noites mal dormidas.
🛌 HIGIENE DO SONO: Algumas medidas simples podem ajudar a melhorar o seu sono, como ter regularidade, evitar as telas e criar um ambiente adequado para dormir.
Uma pessoa saudável demora entre 10 e 20 minutos para adormecer depois que se deita na cama e apaga as luzes – é a latência do sono. Algumas situações podem atrapalhar essa latência, como o álcool, dor crônica ou medicamentos.
Depois de adormecer, entramos então nas fases do sono: o REM e o NÃO-REM (NREM). Nós temos cerca de 4 a 6 ciclos de sono por noite (que juntam as duas fases).
Quando bebês, precisamos de mais sono REM, já que o cérebro está se desenvolvendo. Na fase adulta, precisamos de uma média de duas horas de sono REM por noite, segundo a National Sleep Foundation.
Você já deve ter lido (ou ouvido) a famosa frase “trabalhe enquanto eles dormem“. Ela pode até parecer “motivacional”, mas é perigosa. O sono é primordial para a saúde cardiovascular, o equilíbrio emocional e para o nosso sistema imunológico.
“Temos que valorizar o sono. Ele é muito esquecido. Tem gente que fala: como faço para dormir menos e produzir mais? Isso é um absurdo! Produzimos mais quando dormimos melhor. Seu corpo estará em sintonia e você não vai ter aumento do hormônio do estresse. Além disso, quando não dormimos bem, as defesas do corpo ficam prejudicadas, seu corpo fica mais suscetível a ficar doente”, adverte Andersen.
Informações G1

As empresas e instituições financeiras têm até esta terça-feira (28) para enviar aos contribuintes os comprovantes de rendimentos referentes ao ano passado. Os informes são usados para o preenchimento da declaração do Imposto de Renda (IR) Pessoa Física 2023, cujo prazo de entrega está previsto para começar em 15 de março.
Os dados não precisam ser enviados pelos Correios. As empresas e as instituições financeiras podem mandar os comprovantes por e-mail, divulgar linkspara serem baixados na internet ou fazer a divulgação em aplicativos para dispositivos móveis. No caso dos servidores públicos federais, o informe de rendimentos pode ser obtido no sitehttps://sougov.economia.gov.br/sougov/ ou no aplicativo SouGov.br.
Os documentos servem para a Receita Federal cruzar informações e verificar se o contribuinte preencheu dados errados ou sonegou imposto. Os comprovantes fornecidos pelos empregadores devem conter os valores recebidos pelos trabalhadores no ano anterior, assim como detalhar os valores descontados para a Previdência Social e o Imposto de Renda recolhido na fonte. Contribuições para a Previdência Complementar da empresa e aportes para o plano de saúde coletivo devem ser informados, caso existam.
Os aposentados e os pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) podem pegar os comprovantes na internet. O documento está disponível na página Meu INSS ou no aplicativo de mesmo nome disponível para os sistemas Android e iOS. O segurado deve digitar a mesma senha para consultar os demais extratos. Caso não tenha senha, basta seguir os passos informados pelo site.
Planos de saúde individuais e fundos de pensão também são obrigados a fornecer os comprovantes, cujos dados serão usados para o contribuinte deduzir os valores cobrados no Imposto de Renda. Os bancos e corretoras devem informar os valores de todas as contas correntes e de todos os investimentos. Caso o contribuinte tenha conta em mais de uma instituição, deve obter os comprovantes de todas elas.
Tradicionalmente, o prazo de entrega começava no primeiro dia útil de março e ia até o último dia útil de abril. A partir deste ano, porém, a declaração poderá ser enviada de 15 de março a 31 de maio. Segundo a Receita, a mudança foi necessária para que todos os contribuintes tenham acesso à declaração pré-preenchida do Imposto de Renda no primeiro dia de entrega.
Segundo a Receita Federal, como a maioria das informações oferecidas na declaração pré-preenchida só chega à Receita Federal no fim de fevereiro, o Fisco precisa de um prazo para consolidar os dados. Por causa disso, o formulário pré-preenchido, que proporciona mais comodidade e diminui a chance de erros pelo contribuinte, só é fornecido na metade de março.
Caso o contribuinte não receba os informes no prazo, deve procurar o setor de recursos humanos da empresa ou o gerente da instituição financeira. Se o atraso persistir, a Receita Federal pode ser acionada. Em caso de erros ou de divergência de dados, é necessário pedir novo documento corrigido.
Se não receber os dados certos antes do fim de maio, dia final de entrega da declaração, o contribuinte não precisa perder o prazo e ser multado. É possível enviar uma versão preliminar da declaração e depois fazer a declaração retificadora.
Informações Agência Brasil

As inscrições para a primeira seleção do Programa Universidade Para Todos (Prouni) começam nesta terça-feira (28) e seguem até sexta (3). Serão disponibilizadas, ao todo, 288.112 bolsas, sendo 209.758 integrais e 78.354 parciais (50% do valor da mensalidade do curso).
A previsão é de que o resultado da primeira chamada seja divulgado no dia 7 de março. Para participar, é preciso ter feito pelo menos uma das duas últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ter alcançado, no mínimo, 450 pontos de média e nota acima de zero na redação, além de não ter participado como treineiro.
Outra exigência é que o candidato não tenha diploma de curso superior. Para obter a bolsa integral, é obrigatório comprovar renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo ou de até 3 salários mínimos para a bolsa parcial.
Confira o cronograma completo da primeira edição do Prouni 2023 a seguir:
– Inscrição: de 28 de fevereiro a 3 de março
– Resultado da 1ª chamada: 7 de março
– Comprovação das informações da inscrição para os pré-selecionados em 1ª chamada: de 7 a 16 de março
– Resultado da 2ª chamada: 21 de março
– Comprovação das informações da inscrição para os pré-selecionados em 2ª chamada: de 21 a 30 de março
– Lista de espera (prazo para manifestar interesse): 5 e 6 de abril
– Resultado: 10 de abril
– Comprovação das informações da inscrição para os candidatos que manifestaram interesse em participar da lista de espera: de 10 a 19 de abril .
Informações Agência Brasil

Jogador foi condenado na Itália por estupro, e não cabe mais recurso. Itália pediu para a pena ser cumprida no Brasil, já que Robinho está no país.
Em manifestação ao Superior Tribunal de Justiça(STJ), o Ministério Público Federal (MPF) disse que concorda em transferir a pena de prisão do jogador Robinho para o Brasil e forneceu os endereços em que ele deve ser notificado.
Robinho foi condenado na Itália a prisão de 9 anos por estupro. Não cabe mais recurso. Como ele está no Brasil, a Justiça italiana pediu, na semana passada, que ele cumpra a pena em território brasileiro.
Agora cabe ao STJ analisar se a sentença italiana atende os requisitos para ser cumprida no Brasil. É praxe nesses casos o MPF manifestar sua posição.
STJ dá prosseguimento ao pedido de execução de pena de Robinho no Brasil
Na quinta-feira (23), a presidente do STJ, ministra Maria Thereza de Assis Moura, determinou a citação do jogador Robinho no processo e intimou a Procuradoria-Geral da República a indicar um endereço válido para a notificação. Foi o que aconteceu agora.
O Ministério da Justiça informou ao STJ que a Itália buscou a extradição do jogador, mas não obteve sucesso diante do impedimento da Constituição Federal, segundo a qual nenhum brasileiro nato pode ser extraditado.
Para o Ministério da Justiça, diante desse obstáculo, a solução é a transferência da execução da pena.
A manifestação do MPF, assinada pelo subprocurador-geral da República, Carlos Frederico Santos, diz que Robinho agora deverá apresentar seus argumentos contra a prisão.
“Nesse contexto, inexistentes quaisquer restrições à transferência da execução da pena imposta aos brasileiros natos no estrangeiro, razão pela qual o requerido há de ser citado no endereço a seguir indicado para apresentar contestação”, escreveu o subprocurador.
Informações G1

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), deu 10 dias para que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), explique o porquê de ainda não ter lido o ato de criação da CPI dos Atos Antidemocráticos realizados em 8 de janeiro.
Notifique-se a autoridade coatora para apresentar informações no prazo legal e dê-se ciência à Advocacia-Geral da União”
Gilmar Mendes, ministro do STF.
O ministro tem criticado reiteradamente as falhas de segurança no dia dos atos golpistas em Brasília, em 8 de janeiro.
“Nós podemos não aceitar funções públicas, ou em algum momento, se elas estão a nos exonerar demais, pedir para sair, mas enquanto estivermos exercendo essas funções precisamos ter noção da dignidade dessa função”, afirmou Gilmar em entrevista a jornalistas.
Em outra frente, o ministro Alexandre de Moraes prorrogou por mais 60 dias o inquérito que investiga a suposta omissão de autoridades do Distrito Federal que levaram aos atos de vandalismo.
Thronicke recorre ao precedente em que o STF determinou a instalação da CPI da Pandemia. Em abril de 2021, o plenário da Suprema Corte confirmou uma decisão em que o ministro Luís Roberto Barroso havia determinado a instalação da CPI da Covid no Senado.
O magistrado atendeu a uma ação apresentada pelos senadores Alessandro Vieira (PSDB-SE) e Jorge Kajuru (PSB-GO).
A medida foi na contramão do que defendia Pacheco, que afirmou à época entender que o momento era inadequado para ações que pudessem prejudicar a “cooperação nacional” no combate à pandemia.
O requerimento foi protocolado em 8 de janeiro, logo após os ataques às sedes dos Três Poderes.
Até a última atualização desta reportagem, a ação contava com 39 assinaturas, 12 a mais que o mínimo necessário para instalação da CPI.
1) Soraya Thronicke (União Brasil-MS)
2) Giordano (MDB-SP)
3) Eliziane Gama (PSD-MA)
4) Davi Alcolumbre (União Brasil-AP)
5) Paulo Paim (PT-RS)
6) Alessandro Vieira (PSDB-SE)
7) Humberto Costa (PT-PE)
8) Marcos do Val (Podemos-ES)
9) Leila Barros (PDT-DF)
10) Fabiano Contarato (PT-ES)
11) Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
12) Oriovisto Guimarães (Podemos-PR)
13) Margareth Buzetti (PSD-MT)
14) Weverton (PDT-MA)
15) Jorge Kajuru (PSB-GO)
16) Mara Gabrilli (PSD-SP)
17) Jaques Wagner (PT-BA)
18) Angelo Coronel (PSB-BA)
19) Styvenson Valentim (Podemos-RN)
20) Rogério Carvalho (PT-SE)
21) Irajá (PSD-TO)
22) Otto Alencar (PSD-BA)
23) Eduardo Braga (MDB-AM)
24) Omar Aziz (PSD-AM)
25) Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
26) Zenaide Maia (PSD-RN)
27) Marcelo Castro (MDB-PI)
28) Nelsinho Trad (PSD-MS)
29) Izalci Lucas (PSDB-DF)
30) Sérgio Petecão (PSD-AC)
31) Renan Calheiros (MDB-AL)
32) Cid Gomes (PDT-CE)
33) Daniella Ribeiro (PSD-PB)
34) Esperidião Amin (PP-SC)
35) Luis Carlos Heinze (PP-RS)
36) Wellington Fagundes (PL-MT)
37) Plínio Valério (PSDB-AM)
38) Zequinha Marinho (PL-PA)
39) Professora Dorinha (União Brasil-TO)
Informações UOL

Lewis Hamilton, piloto inglês de Fórmula 1, está estreando na publicidade nacional como o novo garoto-propaganda do Itaú Personnalité.
O heptacampeão da categoria foi escolhido para protagonizar a nova campanha do banco.
O piloto de 38 anos é um dos maiores nomes da história do automobilismo e um dos grandes esportistas da atualidade. Ele também possui forte ativismo fora das pistas.
O vídeo da campanha será lançado durante o intervalo da edição de hoje (27) do Jornal Nacional, da TV Globo.
Hamilton é diretamente proporcional ao tamanho da transformação que estamos promovendo dentro do Itaú Personnalité, além de ser reflexo dos valores que acreditamos, como a vitalidade de alguém que supera os próprios limites, mas fazendo isso de uma forma ética e em equipe”, afirmou Eduardo Tracanella, diretor de Marketing do Itaú Unibanco.none
Hamilton esteve no Brasil pela primeira vez em 2007, quando estava em sua primeira temporada pela F1. Ele ainda corria pela McLaren.
Desde então, sua relação com a cultura brasileira foi ficando mais próxima. Ele considera o Brasil como uma segunda casa.
Ele venceu em 2021 o Grande Prêmio do Brasil de F1, em São Paulo, e homenageou Ayrton Senna. Hamilton repetiu o gesto do brasileiro em 1991, dando uma volta adicional no autódromo com a bandeira nacional, e disse que “foi um momento de grande orgulho” para ele.
O piloto foi homenageado com o título de Cidadão Honorário Brasileiro em novembro do ano passado.

A reoneração da gasolina e do etanol a partir de março está assegurada, confirmou há pouco a assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda. Segundo a pasta, o formato do aumento das alíquotas está sendo discutido entre o secretário-executivo da Fazenda, Gabriel Galípolo, e a diretoria da Petrobras, no Rio de Janeiro, mas já está certo que a arrecadação será recomposta em R$ 28,88 bilhões neste ano, conforme anunciado pelo ministro Fernando Haddad, em janeiro.
A assessoria de imprensa informou que a alíquota da gasolina subirá mais que a do etanol, alinhada com o princípio de onerar mais os combustíveis fósseis. Segundo a pasta, a reoneração terá caráter social, para “penalizar menos o consumidor”, e econômico, para preservar a arrecadação. O formato da reoneração e os valores ainda estão sendo definidos entre Galípolo e Jean-Paul Prates. De acordo com a assessoria, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, poderá conceder uma entrevista coletiva para explicar o aumento das alíquotas assim que sair a decisão.
No ano passado, o ex-presidente Jair Bolsonaro zerou as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) para a gasolina, o etanol, o diesel, o biodiesel, o gás natural e o gás de cozinha. Em 1º de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a Medida Provisória 1.157, que previa a reoneração da gasolina e do etanol a partir de 1º de março e a dos demais combustíveis em 1º de janeiro de 2024.
Antes da desoneração, o PIS/Cofins era cobrado da seguinte forma: R$ 0,792 por litro da gasolina A (sem mistura de etanol) e de R$ 0,242 por litro do etanol. Entre as possibilidades discutidas por Galípolo e a Petrobras, estão a absorção de parte do aumento das alíquotas pela Petrobras, porque a gasolina está acima da cotação internacional, e a redistribuição de parte das alíquotas originais da gasolina para o etanol.
Caso ocorra essa redistribuição, a gasolina poderia pagar, por exemplo, R$ 0,70 de PIS/Cofins por litro; e o etanol, R$ 0,33.
O repasse efetivo do aumento das alíquotas aos consumidores dependerá das distribuidoras e dos postos de combustíveis. No início do ano, ao anunciar o pacote com medidas para melhorar as contas públicas, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a recomposição dos tributos renderá R$ 28,88 bilhões ao caixa do governo em 2023.
Só em janeiro, segundo cálculos da Receita Federal divulgados na semana passada, o governo deixou de arrecadar R$ 3,75 bilhões com a prorrogação da alíquota zero.
Informações Agência Brasil