Na noite desta terça-feira (22), Geralda Helena, viúva do cantor Rick, da dupla com Renner, passou mal ao desembarcar no Brasil após a morte do sertanejo, aos 59 anos. Ela retornava de Orlando, nos Estados Unidos, e recebeu atendimento ainda no aeroporto.

Geralda foi estabilizada no local e não precisou ser levada ao hospital. Após receber os cuidados, ela deixou o aeroporto acompanhada pelo motorista da família e seguiu de carro para Sorocaba, no interior de São Paulo. As informações são do portal LeoDias.

Geralda foi casada com Rick por 40 anos e os dois tiveram dois filhos, Mônica, de 40 anos, e Victor Henrique, de 38.

Rick morreu nesta terça-feira (22), após o helicóptero em que estava desaparecer na região de Urubici, em Santa Catarina. A aeronave foi localizada pelo Corpo de Bombeiros, que confirmou a morte das cinco pessoas que estavam a bordo.

Além do cantor, morreram o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira.

*Pleno.News
Foto: Reprodução Instagram


O helicóptero que transportava o cantor Rick, da dupla Rick & Renner, foi localizado nesta terça-feira (22), na Serra de Santa Catarina. Cinco pessoas foram encontradas mortas no local da queda. Segundo o Corpo de Bombeiros, não há sobreviventes.

A aeronave estava desaparecida desde a tarde de segunda-feira (21). O helicóptero havia decolado de Porto Belo, no Litoral Norte de Santa Catarina, durante a manhã, com destino a São Joaquim, na Serra. A aeronave, no entanto, não chegou ao destino.

Além do cantor Rick, estavam a bordo o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares e o piloto. A identidade da quinta vítima ainda não foi divulgada pelas autoridades.

As equipes de busca localizaram os destroços em uma área de difícil acesso na Serra. As condições meteorológicas são uma das circunstâncias que deverão ser analisadas na investigação. Durante o período em que a aeronave desapareceu, havia previsão de fortes tempestades na região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

A dinâmica do acidente e as possíveis causas da queda ainda serão investigadas pelos órgãos responsáveis. A perícia deverá analisar os destroços e outras informações relacionadas ao voo para esclarecer o que provocou o acidente.

Imagem: reprodução


As buscas para encontrar o helicóptero com o cantor Rick, da dupla com Renner, seguem em Santa Catarina nesta terça-feira (22). As equipes dos bombeiros usam um drone térmico para tentar localizar a aeronave na zona rural de Urubici, onde o último sinal do transponder do helicóptero foi emitido na segunda (21).

Além de Rick, estavam no helicóptero o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares e o piloto da aeronave, que não teve o nome divulgado até a última atualização dessa reportagem, segundo a assessoria do cantor.

A aeronave decolou de Porto Belo, no Litoral Norte, com destino a São Joaquim, na Serra, e não chegou ao local previsto. Estão mobilizadas nas buscas equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar, da Defesa Civil e a Força Aérea Brasileira (FAB).

O helicóptero é um Bell 430, fabricado em 2001, com capacidade para um piloto e sete passageiros. Na versão com trem de pouso tipo esqui, o peso máximo de decolagem é de 4.218 quilos.

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave está com a situação regular e tem certificação de operação válida até 11 de agosto de 2027. O cadastro também indica que a aeronave está autorizada a realizar voos noturnos.

Antes do desaparecimento da aeronave, Rick publicou em uma rede social um vídeo mostrando o encontro com Bruno Avelar em um aeroporto. A assessoria do empresário confirmou que ele embarcou no helicóptero.

A aeronave PP-MGR – Bell 430 é da JTA Empreendimento e Urbanismo. Em nota, a empresa confirmou que o helicóptero é usado por Bruno Avelar e o cantor Rick.

“A JTA informa que seu helicóptero emprestado para uso de Bruno Avelar e o cantor Rick, amigos próximos do dono da empresa, neste momento encontra-se desaparecido.” (veja a nota na íntegra ao final da reportagem).

Confira abaixo a nota na íntegra:
A JTA informa que seu helicóptero emprestado para uso de Bruno Avelar e o cantor Rick, amigos próximos do dono da empresa, neste momento encontra-se desaparecido.

Ainda não há confirmação de acidente envolvendo a aeronave. As informações estão sendo apuradas junto aos órgãos competentes.

A JTA reforça que, neste momento, qualquer informação que não tenha sido oficialmente confirmada deve ser tratada como não verificada.

Pedimos cautela na divulgação e no compartilhamento de notícias ou especulações sobre o caso.

Assim que houver novas informações oficiais, a JTA fará a devida comunicação.

*g1
Foto: Jornal Nacional/ Reprodução


O Psirico será a atração do Bloco Lá Vem Elas na Micareta de Feira de Santana 2026. O grupo comandará o desfile no sábado da festa, 21 de novembro, marcando o reencontro com os associados do bloco.

A escolha do Psirico atende a um pedido recorrente dos associados, que vinham manifestando o desejo de ver o artista novamente à frente do Lá Vem Elas.

“Não poderíamos deixar de atender à vontade dos nossos associados. Em todas as conversas do grupo, esse pedido aparecia. Trazer o Psirico de volta e proporcionar um grande desfile era um desejo de muitos”, afirma a presidência do Bloco Lá Vem Elas.

Com 43 anos de história na Micareta de Feira de Santana, o Lá Vem Elas prepara mais uma participação na festa apostando em um reencontro aguardado pelo público que acompanha o bloco.

Reprodução: Samuel Amaral – Geovanna Amaral | ASCOM Bloco Lá Vem Elas


A atriz Glória Menezes morreu nesta terça-feira (18) aos 91 anos

Considerada primeira dama da TV, Glória Menezes foi pioneira ao protagonizar uma novela diária na televisão brasileira e viveu personagens icônicas desde que estreou como atriz no final da década de 1950.

Glória Menezes se dedicou à atuação pela maior parte de sua vida. Ela era aluna da Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP) quando fundou o grupo teatral Jovens Independentes e optou por abandonar os estudos para mergulhar na companhia.

A atriz vetarana tornou-se presença constante na televisão brasileira e acumulou trabalhos em mais de 40 novelas, além de minisséries e seriados.

A estreia nos cinemas também rendeu prêmio para o currículo da atriz. Ela integrou o elenco de “O Pagador de Promessas” (1962), que levou a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Ao todo, Glória Menezes atuou em sete longas.

Carreira

Versátil para viver heroínas e vilãs, a atriz fez história na TV na pele de mocinhas como Ana Preta, em “Pai Herói” (1979), e Doña Sol, de “Sangue e Areia (1967)” e antagonistas de peso como a socialite assassina Laurinha Figueroa, em “Rainha da Sucata” (1990).

No currículo de telenovelas, Glória Menezes ainda inclui “Cavalo de Aço” (1973), “Corpo a Corpo (1984), “Deus nos Acuda” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Porto dos Milagres” (2001), “Beijo do Vampiro” (2002), “Senhora do Destino” (2004), “Páginas da Vida” (2006), “A Favorita” (2008) e mais.

A última novela foi “Totalmente Demais” (2015), na qual interpretou a madame Stelinha, que ela definiu como uma mulher rica de “futilidade saudável” ao falar ao GShow.

O último trabalho na TV foi sendo contracenando como ela mesma em um episódio da série “Tá no Ar: a TV na TV” (2018).

Relacionamento com Tarcísio Meira

Foi entre uma novela e uma peça no teatro que Glória Menezes e Tarcísio Meira se conheceram e iniciaram o relacionamento de quase seis décadas que transformou o casal em ícone da televisão.

Os dois acabaram atuando juntos e fizeram um casal no teleteatro “Uma Pires Camargo” (1961), da TV Tupi. Na época, Glória era casada, mas estava em processo de separação e eles começaram a se relacionar em segredo.

Já casados, eles fizeram par romântico novamente em “2-5499 Ocupado” (1963), a primeira telenovela diária na TV brasileira. Ela vivia uma presidiária que trabalhava como telefonista da prisão, ele apaixonava-se ao ouvir a voz dela.

A química do casal deu certo e agradou aos telespectadores. Por isso, eles voltaram a contracenar juntos em várias produções, incluindo a novelas “Irmãos Coragem” (1970), “Sangue e Areia” (1968), “Cavalo de Aço” (1973), “O Semideus” (1973), além da série “Tarcísio & Glória”, que tinha uma trama curiosa e longe de ser autobiográfica, embora levasse os nomes do casal de atores.

Um dos casamentos mais duradouros da TV brasileira, o casal se tornou pai do também ator, Tarcísio Filho, 61.

*CNN Brasil
Foto: Divulgação


A atriz Laura Cardoso morreu aos 98 anos, às 23h24 desta segunda-feira (17), de causas naturais, em sua casa, em São Paulo. Ícone absoluto da televisão brasileira, ela construiu uma das carreiras mais longevas e respeitadas do país, atravessando gerações e consolidando seu nome como referência na dramaturgia.

“Nossa grande estrela se despediu de nós. Laura Cardoso estará para sempre em nossos corações. Obrigada por tudo, nossa amada e eterna Laura Cardoso”, publicou o perfil da atriz no Instagram administrada pelo bisneto da atriz, Fernando Faria.

Nascida em São Paulo, em 1927, Laura iniciou a carreira ainda na década de 1940, no rádio, antes mesmo da consolidação da televisão no Brasil. Foi pioneira nos teleteatros da antiga TV Tupi e, ao longo dos anos, acumulou mais de 100 trabalhos, com destaque para mais de 60 novelas.

Com uma trajetória marcada pela versatilidade, a atriz transitou por diferentes emissoras, como Tupi, Record, Bandeirantes e, principalmente, a TV Globo, onde se consolidou nacionalmente com papéis de grande impacto.
Ao longo da vida pessoal, Laura foi casada com o ator e diretor Fernando Balleroni, com quem teve duas filhas, Fátima e Fernanda. A atriz também viveu uma tragédia familiar: perdeu um filho ainda recém-nascido, episódio que marcou profundamente sua história fora das telas.
Dona de uma atuação intensa e naturalista, Laura Cardoso construiu personagens que atravessaram décadas e continuam vivos na memória do público. Entre seus trabalhos mais marcantes estão novelas como A Viagem, Chocolate com Pimenta, Mulheres de Areia e O Cravo e a Rosa, além de participações em diversas outras produções de sucesso.
Sua presença na televisão era sinônimo de entrega e consistência. Mesmo em papéis menores, frequentemente roubava a cena e se tornava um dos destaques das tramas.

Ao longo das décadas, acumulou prêmios importantes e homenagens pelo conjunto da obra, sendo reconhecida como uma das artistas que ajudaram a construir a história da teledramaturgia brasileira.
Nos últimos anos, a atriz enfrentava um quadro de saúde fragilizado, o que levou ao afastamento gradual dos trabalhos. Ainda assim, permanecia como referência absoluta para novas gerações de atores.
Laura Cardoso deixa duas filhas e um legado incontornável para a cultura brasileira, com uma carreira que atravessou quase um século de história e ajudou a moldar a televisão como o país conhece hoje.

*Correio
Foto: redes sociais


Conhecido por defender pautas de esquerda e por suas críticas à direita, Wagner Moura disse estar “cansado de ser odiado por uma galera”. A declaração foi dada durante uma entrevista a Pedro Bial, gravada em Atenas, na Grécia.

O ator afirmou que gostaria de construir um diálogo com pessoas que pensam diferente, mas disse que o ambiente de polarização tornou esse objetivo cada vez mais difícil.

– Estou cansado de ser odiado por uma galera. É cansativo – disse no Conversa com Bial, da Globo, exibido nesta terça-feira (4).

Durante a entrevista, Moura relembrou sua origem em Rodelas, na Bahia, e respondeu às críticas de quem considera incompatível defender bandeiras de esquerda após conquistar sucesso financeiro.

– Quando eu estava lá em Rodelas e era pobre, aí eu poderia ser de esquerda, né? Parece que existe um portal pelo qual você passa. Queria saber qual é o teto, quanto você precisa ganhar para deixar de acreditar em justiça social – declarou.

Ele disse ainda não ver contradição em viver no exterior enquanto defende melhores condições de vida para moradores de comunidades brasileiras. Segundo o ator, sua trajetória profissional foi impulsionada por políticas públicas de incentivo à cultura em Salvador, citando outros atores como Vladimir Brichta e Lázaro Ramos.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/TV Globo


A internação de Edson Gomes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em Feira de Santana não foi o único susto recente na rotina do artista. No último domingo (2), o cantor de 71 anos passou mal na altura do município de São Félix enquanto voltava para casa, logo após se apresentar em Salvador, e precisou ser socorrido às pressas. O episódio acontece apenas três semanas depois do cantor ter cancelado uma apresentação de última hora também por problemas de saúde.

Procurada pelo Jornal Correio, a assessoria do artista confirmou o atendimento hospitalar, mas fez questão de tranquilizar os fãs sobre o estado de saúde do cantor. “Seu estado de saúde é estável e ele está recebendo os devidos cuidados médicos. Seguiremos atualizando o público por aqui caso haja novidades”, informou a equipe.

Até o momento, os médicos não divulgaram o diagnóstico ou o motivo específico que levou à internação na UTI, onde ele permanece em observação preventiva. A apresentação do fim de semana marcou um momento especial na trajetória do cantor, que estreava um novo formato solo para celebrar seus mais de 40 anos de estrada.

*Correio
Foto: reprodução/Instagram


O narrador esportivo Luís Roberto anunciou, por meio das redes sociais, que concluiu o tratamento contra um câncer de cabeça e pescoço. O profissional passou por 40 sessões de terapia, sendo 33 de radioterapia e sete de quimioterapia.

O diagnóstico foi confirmado em abril deste ano, o que o afastou da cobertura da Copa do Mundo de Clubes, disputada nos Estados Unidos.

Em vídeo publicado no Instagram, Luís Roberto comemorou o fim do tratamento e aproveitou para conscientizar o público sobre a importância do diagnóstico precoce. Ele lembrou que julho é o mês de conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço e explicou que a doença pode atingir regiões como boca, garganta, laringe, tireoide e outras áreas da cabeça e do pescoço.

O narrador também destacou os principais sintomas que merecem atenção. Segundo ele, feridas na boca que não cicatrizam, rouquidão persistente, dor de garganta contínua, dificuldade para engolir e o aparecimento de um caroço no pescoço, sinal que levou ao seu diagnóstico, devem ser avaliados por um especialista.

Ao final da publicação, Luís Roberto incentivou os seguidores a compartilharem a mensagem como forma de ampliar a conscientização. “Informação salva vidas”, destacou.

Por Rafael Marques
Foto: Redes sociais


Foto: EFE/EPA/Jessica Gow

A voz rouca de Bonnie Tyler fez da cantora uma das artistas britânicas mais populares dos anos 1980. A artista morreu aos 75 anos em um hospital em Portugal, onde estava em tratamento para uma doença, segundo informou a família nesta quinta-feira (9).
Bonnie estava internada em estado grave na UTI desde meados de junho, após sair de um coma induzido. Em maio, ela passou por uma cirurgia intestinal de emergência e, no dia seguinte, sofreu uma parada cardiorrespiratória.
Batizada como Gaynor Hopkins, no País de Gales, Bonnie Tyler se tornou uma das artistas britânicas de maior sucesso comercial das décadas de 1970 e 1980. Ela transformou o timbre marcante em sua principal assinatura e construiu uma carreira baseada em baladas dramáticas e produções que misturavam rock, pop e influências country.

Filha de um mineiro de carvão, ela nasceu e cresceu em uma habitação social em Skewen, no sul do País de Gales, a cerca de 11 quilômetros de Swansea. A casa da família tinha banheiro externo, e ela dividia a infância com três irmãs e dois irmãos.

Antes da fama, Tyler cantava em bandas locais. Em 1976, precisou passar por uma cirurgia para remover nódulos nas cordas vocais. Durante a recuperação, desrespeitou a recomendação médica de permanecer em repouso e voltou a cantar antes do tempo. O esforço alterou permanentemente sua voz, dando origem ao timbre rouco que mais tarde se tornaria sua marca registrada.

Na época, ela se apresentava com o nome Sherene Davis e era vocalista de uma banda de soul. Foi descoberta pelo caçador de talentos Roger Bell, que a levou para Londres para gravar demos. Após um período em busca de uma gravadora, assinou contrato com a RCA, que também sugeriu a adoção do nome artístico Bonnie Tyler.

Seu álbum de estreia, The World Starts Tonight (1977), trouxe o primeiro sucesso comercial, Lost in France, e lhe rendeu uma indicação na categoria de artista revelação do Brit Awards. No ano seguinte, alcançou o terceiro lugar nas paradas britânicas com It’s a Heartache, consolidando seu nome internacionalmente.

Após um período de menor destaque, Tyler assinou com a Sony e buscou reinventar a carreira e passou a trabalhar com o produtor e compositor Jim Steinman. A parceria que daria origem, anos depois, ao maior sucesso de sua trajetória.

TOTAL ECLIPSE OF THE HEART
Steinman apresentou a ela sua canção Total Eclipse of the Heart, que se tornaria o single de estreia de seu quinto álbum de estúdio, Faster Than the Speed of Night. O vídeo da canção foi gravado em um antigo e assustador manicômio gótico em Surrey, onde, aparentemente, os cães de guarda não entravam nos cômodos do andar de baixo, onde costumavam aplicar eletrochoques nos pacientes.

Embora nunca tenha repetido o sucesso estrondoso de Total Eclipse of the Heart, Bonnie Tyler manteve a carreira em evidência nas décadas seguintes. Entre seus trabalhos mais conhecidos desse período estão os singles Holding Out for a Hero, que integrou a trilha sonora de Footloose (1984), e Here She Comes, do filme Metrópolis (1984).

Em 2013, a cantora voltou às raízes country ao gravar, em Nashville, o álbum Rocks and Honey. Seu álbum mais recente de estúdio, Between the Earth and the Stars, lançado em 2019, reuniu duetos com Rod Stewart, Cliff Richard e Francis Rossi, vocalista da banda Status Quo. No mesmo ano, Bonnie Tyler também participou de um concerto de Natal no Vaticano diante do papa Francisco.

Em 2023, Tyler foi homenageada pelo rei Charles III com o título de membro da Ordem do Império Britânico (MBE, na sigla em inglês) por suas contribuições artísticas.

Na vida pessoal, a cantora era casada com Robert Sullivan, empresário do setor imobiliário e ex-atleta olímpico de judô.

BRASIL
Bonnie Tyler também teve forte ligação com o público brasileiro. Em 1987, gravou ao lado de Fábio Jr. a música Sem Limites pra Sonhar, sucesso no país na década de 1980.

– Me lembro de ele [Fábio Jr.] ser um homem muito bonito que me deu um anel lindo de ouro com pedras cravejadas. Ele era absolutamente lindo. Não consigo me lembrar da música agora, mas éramos número 1 no Brasil. Isso foi muito empolgante – relembrou a cantora em entrevista ao Estadão realizada em 2022, quando ela realizou uma turnê brasileira comemorando 50 anos de carreira.

*AE

1 2 3 … 110