O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,7% dos votos válidos no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com pesquisa Veritá divulgada nesta quarta-feira (21). O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na sequência com 49,3% da preferência do eleitorado.
O levantamento aponta empate técnico entre os candidatos, dentro da margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos. Em relação à última rodada da sondagem, publicada no sábado (17), Flávio oscilou 0,4 ponto percentual para baixo; e Lula, 0,4 ponto percentual para cima.
Votos válidos são aqueles dados diretamente a um candidato ou, nas eleições proporcionais, a uma legenda partidária. Votos em branco e nulos não entram no cálculo que define os vencedores.
Isso significa que a porcentagem apresentada na apuração não considera necessariamente todas as pessoas que compareceram às urnas. Ela é calculada apenas sobre os votos válidos.
Metodologia
Foram ouvidas 15.554 pessoas entre os dias 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06396/2026.
O ex-prefeito de Salvador ACM Neto afirmou que seus sigilos já foram quebrados, após o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) publicarem um vídeo cobrando que ele disponibilize suas informações financeiras e telefônicas.
Em resposta, Neto acusou os petistas de fazerem um “jogo de cena” e cobrou explicações sobre o patrimônio dos dois e do senador Jaques Wagner (PT).
“Não tenho problema algum que as minhas contas sejam abertas. Mas quero dar uma oportunidade para Rui Costa e Jerônimo demonstrarem que não estão fazendo um grande jogo de cena”, afirmou Neto, que também alegou que seus sigilos já teriam sido quebrados por setores da Polícia Federal com o objetivo de promover vazamentos seletivos e perseguir adversários políticos do PT.
O dirigente do União Brasil questionou Rui Costa sobre os quase R$ 50 milhões pagos por 300 respiradores que nunca foram entregues durante a pandemia de Covid-19, em uma compra realizada pelo Consórcio Nordeste. Também cobrou explicações sobre um apartamento que atribuiu ao ex-ministro, avaliado em R$ 10 milhões, e uma fazenda localizada entre Ipiaú e Itagibá, no sul da Bahia, que, segundo ele, valeria milhões de reais e não estaria registrada em nome de Rui.
Neto também direcionou cobranças a Jaques Wagner, questionando a compra de um apartamento de alto padrão no Corredor da Vitória, em Salvador, avaliado por ele em R$ 10 milhões. O ex-prefeito citou ainda o crescimento do patrimônio declarado pelo senador, de R$ 3,3 milhões, em 2018, para R$ 24,5 milhões, em 2026, uma alta de 631%. Ele também mencionou a apreensão de dólares e euros em endereços relacionados a Wagner, em Salvador e Brasília, durante uma operação da Polícia Federal.
Ao governador Jerônimo Rodrigues, Neto cobrou explicações sobre a investigação da Polícia Federal envolvendo o secretário estadual do Meio Ambiente, suspeito de recebimento de vantagens indevidas. Segundo o ex-prefeito, o secretário teve os bens bloqueados, mas o governador não teria tomado medidas diante do caso.
“Transparência não pode valer apenas para os adversários. Quem cobra explicações dos outros precisa estar disposto a responder todas as perguntas que lhe são dirigidas”, afirmou Neto, que voltou a defender a legalidade da origem de seu patrimônio e concluiu: “Agora, o que quero saber é como essa turma ficou multimilionária apenas com o salário de servidor público?”
Levantamento indica retomada da vantagem do candidato do PL na disputa pelo segundo turno; diferença é de quatro pontos percentuais.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% das intenções de voto válidas para o segundo turno da eleição presidencial, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta segunda-feira (19). O levantamento mostra uma recuperação do candidato do PL, que voltou a liderar numericamente a disputa após uma rodada anterior de empate.
De acordo com os dados, na pesquisa divulgada em 16 de outubro, os dois candidatos registravam 50% dos votos válidos cada um. Agora, Flávio apresenta uma vantagem de quatro pontos percentuais sobre Lula, a menos de uma semana da votação prevista para 25 de outubro.
O levantamento foi realizado entre os dias 16 e 18 de outubro, por telefone, com 3 mil eleitores de 695 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual, e o intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02586/2026.
Cenário eleitoral
No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula alcançou 45,16%. Desde então, as pesquisas registraram oscilações na disputa entre os dois candidatos.
Segundo a análise publicada pelo Poder360, a retomada da vantagem de Flávio ocorre após uma mobilização de apoiadores e o endurecimento das críticas ao governo nas campanhas de televisão, rádio e internet. O levantamento, entretanto, não permite atribuir a mudança nas intenções de voto a um único acontecimento.
Diferenças entre as regiões
A pesquisa também aponta diferenças no desempenho dos candidatos conforme o perfil do eleitorado. Entre as mulheres, Lula aparece com 51% das intenções de voto totais, contra 42% de Flávio Bolsonaro.
Regionalmente, o senador registra 62% no Sul e 60% no Centro-Oeste. Lula, por sua vez, mantém vantagem no Nordeste, com 61%. No Sudeste, Flávio aparece com 53%, enquanto o presidente tem 42%.
Rejeição e avaliação do governo
O levantamento também mediu a rejeição aos candidatos. Segundo os dados divulgados, 48% dos entrevistados afirmam que não votariam em Lula de jeito nenhum. Para Flávio Bolsonaro, o índice é de 44%.
Na avaliação do desempenho presidencial, 50% dos entrevistados desaprovam o trabalho de Lula, enquanto 44% o aprovam. Em relação à administração federal, a desaprovação também chega a 50%, diante de 45% de aprovação.
Apesar da vantagem apontada nos votos válidos, o resultado indica uma disputa ainda competitiva, e as intenções de voto podem sofrer alterações até a data da eleição.
Fonte: Poder360, com base na pesquisa PoderData/Aya, divulgada em 19 de outubro de 2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participa nesta terça-feira (20) de uma caminhada de campanha entre Juazeiro, no norte da Bahia, e Petrolina, em Pernambuco. A concentração será às 14h, na Orla II de Juazeiro, com início do ato previsto para as 16h.
O governador reeleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), confirmou a agenda nesta segunda-feira (19), durante a entrega de viaturas ao Departamento de Polícia Técnica (DPT), em Salvador. Segundo ele, a proposta é realizar uma travessia pela ponte Presidente Dutra, entre as duas cidades.
O ato contará com a presença de Jerônimo, da senadora Teresa Leitão, dos senadores Rui Costa, Jaques Wagner, Humberto Costa e Marília Arraes, além do presidente do PSB, João Campos, do deputado federal Pedro Campos e de outras lideranças regionais e nacionais.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% dos votos válidos, contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na disputa pelo Palácio do Planalto, segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta segunda-feira (19). O levantamento indica uma mudança no cenário eleitoral a menos de uma semana do segundo turno, marcado para o próximo domingo (25).
Realizada entre 16 e 18 de outubro, a pesquisa ouviu 3 mil pessoas e tem margem de erro de 1,8 ponto percentual. De acordo com os números divulgados, a diferença de quatro pontos entre os candidatos supera a margem de erro informada para o levantamento.
O resultado representa uma alta de Flávio após uma rodada anterior em que os dois candidatos haviam empatado em 50% dos votos válidos. Na primeira pesquisa da série após o primeiro turno, realizado em 4 de outubro, o senador havia registrado seis pontos de vantagem sobre Lula.
Na votação do primeiro turno, Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto o presidente obteve 45,16%, uma diferença de 1,87 ponto percentual. A nova pesquisa foi realizada em meio à repercussão de uma entrevista da lobista Roberta Luchsinger à CNN, exibida na noite de sábado (17).
Segundo análise divulgada junto ao levantamento, a entrevista ganhou força nas redes sociais e recolocou o tema da corrupção no centro do debate eleitoral. Dados da empresa Bites citados no estudo apontam que, desde sábado, foram registradas 5,8 milhões de citações a Lula nas redes sociais, das quais 12% mencionavam Luchsinger, a CNN ou Lulinha.
REJEIÇÃO E AVALIAÇÃO DO GOVERNO A pesquisa também aponta uma taxa de rejeição maior para Lula. Segundo o levantamento, 48% dos entrevistados afirmam que não votariam nele de jeito nenhum. Outros 42% dizem que o presidente é o único candidato em quem votariam. A rejeição a Flávio oscilou de 45% para 44% no intervalo de três dias.
A avaliação do governo federal também é negativa, de acordo com o levantamento. Metade dos entrevistados desaprova o trabalho de Lula, enquanto 44% aprovam. Outros 6% não souberam responder. Na avaliação da administração petista, o índice de desaprovação também chega a 50%, ante 45% de aprovação. Nesse caso, 5% dos entrevistados não responderam.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) se enfrentaram na noite deste domingo (18), no primeiro debate presidencial do segundo turno das eleições de 2026, transmitido pela TV Band. O encontro foi marcado por acusações, provocações e divergências sobre temas como economia, segurança pública, saúde e direitos trabalhistas.
Durante o debate, os candidatos também trocaram críticas envolvendo investigações e familiares. Lula questionou Flávio sobre os R$ 134 milhões relacionados ao financiamento do filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. O senador, por sua vez, cobrou explicações do presidente sobre as investigações envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
Economia e segurança pública
Na discussão econômica, Lula defendeu os resultados de seus governos e destacou indicadores como o crescimento da economia e a ampliação do acesso ao sistema bancário. Flávio criticou o custo de vida, o preço dos alimentos e o endividamento das famílias. Entre as propostas, o senador defendeu a renegociação de dívidas, enquanto o presidente ressaltou a importância da distribuição de renda e do apoio às pequenas e médias empresas.
A segurança pública também esteve entre os principais temas. Flávio defendeu o endurecimento das medidas contra o crime organizado, a classificação de facções criminosas como narcoterroristas e a ampliação de vagas no sistema penitenciário. Lula propôs a criação de um Ministério da Segurança Pública para ampliar a participação do governo federal no combate à criminalidade.
Os candidatos também divergiram sobre o Sistema Único de Saúde (SUS), a escala de trabalho 6×1 e a relação do Brasil com os Estados Unidos. Em diferentes momentos, os mediadores precisaram intervir para conduzir a discussão.
Reta final da campanha
O debate ocorreu a uma semana do segundo turno, marcado para o próximo domingo (25). Foi o primeiro confronto direto entre Lula e Flávio na televisão durante a campanha presidencial de 2026, após a ausência dos dois nos debates do primeiro turno.
Apesar da apresentação de propostas em diferentes áreas, a troca de acusações ocupou boa parte do encontro. O confronto na Band foi uma das principais oportunidades para os candidatos defenderem suas posições diante dos eleitores antes da votação.
Fontes para conferência: Agência Brasil · Folha de S.Paulo · Folha de S.Paulo — Economia.
Uma multidão de apoiadores tomou conta da região do Farol da Barra, em Salvador, neste sábado (17), durante um ato de campanha do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Recebido pelo ex-prefeito ACM Neto (União Brasil) e por lideranças políticas de diferentes estados, o senador participou de uma caminhada pela orla da capital baiana, marcada pela presença de milhares de pessoas vestidas de verde e amarelo. Durante o evento, Neto fez um apelo ao presidenciável para que, caso seja eleito, dê atenção à Bahia, mesmo com o governo estadual sob o comando do PT.
Em discurso diante dos apoiadores, ACM Neto afirmou ter assumido o compromisso com os baianos de que Flávio Bolsonaro, caso chegue à Presidência, trabalhará pelo estado independentemente das diferenças partidárias.
“Flávio, quero lhe dizer que eu garanti aos baianos que você eleito presidente vai cuidar do nosso estado, vai trabalhar para o nosso povo e não vai fazer como eles fizeram conosco. O governador da Bahia eleito é do PT. Infelizmente, a gente vai ter que conviver com ele pelos próximos quatro anos. Mas eu quero, Flávio, te pedir que como presidente, mesmo ele sendo do PT, você ajude a Bahia e trabalhe pelo povo baiano. Porque para mudar a Bahia, nós vamos primeiro mudar o Brasil”.
Durante sua fala, Flávio Bolsonaro abordou a construção da ponte Salvador-Itaparica e criticou as sucessivas promessas de entrega da obra. Ele afirmou que pretende construir a estrutura caso seja eleito presidente da República.
“Toda eleição eles prometem que vão entregar. No meu governo eu vou vim aqui inaugurar essa ponte junto com vocês. No meu governo não vai ter obra importante inacabada”, disse.
Batizado de “Bloquinho do 22”, o ato reuniu milhares de apoiadores na região do Morro do Cristo, na Avenida Oceânica, de onde a caminhada seguiu em direção ao Farol da Barra. O percurso foi marcado por uma atmosfera de Carnaval pelas ruas da capital baiana.
Além de ACM Neto, Flávio Bolsonaro esteve acompanhado pelo governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, pelos deputados federais Nikolas Ferreira (MG) e Lucas Pavanato (SP), pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), pelo senador Angelo Coronel (Republicanos), pelo ex-ministro João Roma (PL) e pelo ex-prefeito de Jequié Zé Cocá. Deputados estaduais, federais, vereadores e outras lideranças políticas também participaram da mobilização.
Durante o discurso, Neto também direcionou críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao recordar a passagem do petista pelo Farol da Barra na reta final do primeiro turno. O ex-prefeito lembrou que Lula disparou ataques pessoais e afirmou que a mobilização deste sábado representa uma resposta às declarações do presidente.
“No final do primeiro turno, também aqui no Farol da Barra, mas com uma quantidade de gente muito menor do que a gente reuniu hoje, esteve o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Naquela noite, ele veio aqui para me agredir, para me ofender e para mentir aos baianos e aos brasileiros. Pois, Lula, a resposta que eu dou às suas mentiras é hoje mostrando que a Bahia não pertence ao PT. E dizendo, Lula, que a Bahia vai ajudar a te tirar da presidência da República. Porque no dia 25 de outubro a Bahia é Flávio 22 para presidente”, finalizou.
O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, afirmou nesta sexta-feira (16), em Campo Formoso, que está colocando sua trajetória política em jogo ao apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
A declaração foi feita durante uma caminhada entre a Praça Aroldo Félix e a Praça da Bandeira, que reuniu lideranças políticas e apoiadores.
“Eu estou colocando a minha história, eu estou colocando o prestígio político que reuni ao longo da minha vida pública, na minha terra e com o meu povo, nesse momento em jogo. Porque eu acredito, eu aposto e eu tenho certeza que Flávio será o melhor presidente que a Bahia já teve”, declarou ACM Neto.
O ato contou com a presença de Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, além do deputado federal Elmar Nascimento, do deputado estadual Júnior Nascimento, do prefeito de Campo Formoso, Elmo Nascimento, e do prefeito de Senhor do Bonfim, Laércio Júnior.
O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) afirmou nesta quarta-feira (14), em Barreiras, que uma eventual Presidência da República de Flávio (PL) poderá ajudar a destravar obras de infraestrutura na Bahia, especialmente no Oeste do estado. Entre as prioridades citadas por Neto estão a conclusão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), a duplicação da BR-242, no trecho entre Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, e o fortalecimento dos aeroportos das duas cidades.
“Na minha conversa com Flávio, ele me falou o quanto quer trabalhar pela Bahia e pelo Nordeste. Não tenho dúvidas de que, com Flávio presidente, Barreiras vai ter um parceiro na Presidência da República. Diferente do que fez o PT, nós vamos poder sonhar e melhorar, duplicar a BR-242, dar movimento aos aeroportos de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães e ter a possibilidade de não apenas sonhar, mas realizar a Fiol”, declarou ACM Neto.
A declaração foi feita durante um encontro no Clube ABCD, em Barreiras. Participaram do evento o ex-ministro João Roma, o prefeito de Barreiras, Otoniel Teixeira, o ex-prefeito Zito Barbosa, o deputado estadual Sandro Régis, o vereador de Salvador Paulo Magalhães Júnior, o ex-prefeito Paulo Braga e o comandante Rangel.
Durante o encontro, Zito Barbosa criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e classificou como eleitoreiras as promessas recentes do governo federal. O ex-prefeito também acusou Lula de praticar estelionato eleitoral.
O prefeito Otoniel Teixeira destacou as dificuldades enfrentadas pela administração municipal na área da saúde, citando a falta de apoio dos governos estadual e federal. Ele também abordou problemas que afetam os municípios da região Oeste.
Ao defender a parceria com Flávio Bolsonaro, ACM Neto afirmou que a região precisa de investimentos em infraestrutura para ampliar o potencial econômico, melhorar a logística e facilitar o escoamento da produção.
“São muitos sonhos de um Brasil que pode prosperar, que pode crescer. Se Deus quiser, no dia 25, é 22, Flávio presidente”, concluiu.
A primeira pesquisa Quaest sobre o segundo turno das eleições presidenciais de 2026, divulgada nesta quarta-feira (14), mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto, contra 44% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois estão em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo. Veja os números:
Flávio Bolsonaro (PL): 46% Lula (PT): 44% Indecisos: 1% Branco, nulo ou não vai votar: 9% Para 91% dos entrevistados, a escolha do candidato é definitiva. Outros 9% afirmam que ainda podem mudar de voto.
Rejeição dos candidatos
A pesquisa também mediu a rejeição dos dois candidatos. Flávio Bolsonaro tem 54%, enquanto Lula registra 53%.
Pesquisa espontânea
Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem ver antes os nomes dos candidatos, 43% citaram Flávio Bolsonaro, 42% apontaram Lula como candidato, 8% declararam voto em branco, nulo ou que não vão votar e 7% estão indecisos.
Metodologia
A Quaest entrevistou 2.154 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-08729/2026.