
O g1 reuniu imagens que mostram o antes e depois da trilha que virou área de mergulho, no rio Olho D’água, após forte temporal em Jardim (MS). Antes da cheia, os turistas faziam o percurso caminhando. Com o temporal, o passeio só pôde ser realizado por meio de mergulho. Assista ao vídeo acima.
De um dia para o outro, a mata ciliar do rio, em Jardim, ficou completamente submersa, formando uma trilha subaquática. A cheia durou dois dias.
Compare, nas fotos abaixo, como era e como ficou a trilha após o temporal:


Trilha submersa
Depois de fortes chuvas em uma das regiões mais turística de Mato Grosso do Sul, uma cena rara foi registrada no rio do Olho D’água, em Jardim (MS). Uma trilha ficou completamente submersa pelas águas cristalinas e o fotógrafo Mateus Alexandre chegou a “andar” debaixo d’água. Assista ao vídeo acima.
Toda área ficou submersa e mesmo com tanta chuva, a água continuou transparente.

O que antes recebia turistas andando por cima do deck, ficou inteiramente submerso e o fotógrafo Mateus Alexandre pôde fazer o registro fantástico, dentro da água, no Recanto Ecológico Rio da Prata. Veja o registro acima.
Mateus ficou extasiado com a situação. Um dia antes do fenômeno, o fotógrafo passou pelo mesmo local, andando sobre o deck que separa o rio da terra firma. No outro dia, o cenário foi completamente diferente, a trilha estava submersa.
“Atuo no Recanto Ecológico Rio da Prata há 1 ano e seis meses. No último fim de semana tive a oportunidade de contemplar um acontecimento único: a trilha submersa. Fiquei extasiado ao constatar que, de um dia antes ela estava seca e visitantes caminhavam por ela. E com as chuvas ela se transformou em um cenário extraordinário e a sua beleza permanecia a mesma! Foi incrível!”, comenta o fotógrafo Mateus Alexandre, que faz parte da equipe de fotografia do Grupo Rio da Prata.
*G1

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiu três propriedades produtivas na Bahia. Quase 1,6 mil militantes tomaram o terreno, que pertence à empresa Suzano, na madrugada de segunda-feira 27. O grupo protesta contra o crescimento da monocultura de eucalipto no sul baiano.
As áreas invadidas ficam próximas das cidades de Teixeira de Freitas, Mucuri e Caravelas. De acordo com o MST, empresários estão utilizando defensivos agrícolas nas áreas cultivadas da região — o que prejudicaria os camponeses e provocaria um êxodo rural.
Em nota, a Suzano afirmou que as invasões violam o direito de propriedade privada. A empresa comunicou ainda que os sem-terra estão sujeitos à adoção de medidas judiciais.
“A companhia reitera que cumpre integralmente as legislações ambientais e trabalhistas aplicáveis às áreas em que mantém atividades, tendo como premissas em suas operações o desenvolvimento sustentável e a geração de valor e renda”, informou a Suzano.
A empresa gera aproximadamente 7 mil empregos diretos, mais 20 mil postos de trabalho indiretos. Fundada em 1924, é uma das maiores produtoras de celulose e papel do mundo. Apenas no terceiro bimestre de 2022, por exemplo, a companhia lucrou R$ 5,44 bilhões. As vendas de celulose no período totalizaram cerca de 3 milhões de toneladas.
*Terra Brasil Notícias

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (28), afastar do cargo o juiz federal Marcelo Bretas, por suposto desvio de conduta na análise de processos. O CNJ também instaurou procedimento para investigar o juiz.
Bretas atuou na Operação Lava Jato no Rio de Janeiro. Em nota divulgada após a decisão do CNJ, ele afirmou que “sempre atuou na forma da lei para a realização da Justiça. E que não pode comentar a decisão do CNJ pois a ela não teve acesso, uma vez que foi tomada em sessão sigilosa”.
A decisão do CNJ, por 12 votos a 3, levou em conta a conduta de Bretas como juiz criminal, segundo integrantes do CNJ. No conselho, havia três procedimentos abertos sobre o juiz.
O primeiro item era uma reclamação disciplinar ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que questionou acordo de colaboração premiada celebrado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo a OAB, o juiz e o Ministério Público negociaram penas, orientaram advogados e combinaram estratégias.
O segundo é uma reclamação feita pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. O prefeito alega que o juiz atuou para prejudicá-lo na disputa eleitoral para o governo do estado em 2018.
À época, Bretas chamou para uma audiência Alexandre Pinto, ex-secretário municipal de Obras do Rio. Pinto acusou o prefeito do Rio de participar em um esquema de propinas no plano de infraestrutura das Olimpíadas de 2016.
O terceiro processo é uma reclamação disciplinar instaurada pelo corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão. O CNJ encontrou dados em computadores corporativos do magistrado que dão indícios de supostas “deficiências graves dos serviços judiciais e auxiliares, das serventias e dos órgãos prestadores de serviços notariais e de registros”.
Agora que o processo administrativo foi aberto para investigar a conduta de Bretas, o CNJ vai designar um conselheiro para ser o relator.
Ele vai ser responsável por ouvir o investigado e as testemunhas. Por fim, o relator apresenta um voto no plenário do CNJ.
Dependendo do voto do relator, e se ele foi acompanhado pelos demais conselheiros, Bretas pode até ser punido com a aposentadoria compulsória (quando ele sai do cargo, mas mantém o salário).
*G1

O vereador Sandro Fantinel (Patriota), de Caxias do Sul, na Serra do RS, fez um comentário xenofóbico ao usar a tribuna nesta terça-feira (28) e questionar a repercussão do caso de trabalhadores resgatados em situação de escravidão nas vinícolas da cidade vizinha de Bento Gonçalves. De acordo com o deputado estadual Leonel Radde (PT), um Boletim de Ocorrência contra a fala foi registrado.
O g1 RS tentou contato com o vereador, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.
Mais de 200 pessoas foram resgatadas de um alojamento em Bento Gonçalves onde eram submetidas a trabalho análogo à escravidão durante a colheita da uva para as vinícolas. Os trabalhadores foram contratados pela Fênix Serviços Administrativos e Apoio à Gestão de Saúde Ltda, que oferecia a mão de obra para as vinícolas Aurora, Cooperativa Garibaldi, Salton e produtores rurais da região. Eles afirmam que eram extorquidos, ameaçados, agredidos e torturados com choques elétricos e spray de pimenta.
Em seu discurso xenofóbico, o parlamentar pede que os produtores da região “não contratem mais aquela gente lá de cima”, se referindo a trabalhadores vindos da Bahia. A maioria dos trabalhadores contratados para a colheita da uva veio daquele estado. Fantinel sugere que se dê preferência a empregados vindos da Argentina, que, segundo ele, seriam “limpos, trabalhadores e corretos”.
Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), dos 207 empregados resgatados do alojamento em Bento Gonçalves, 194 voltaram para a Bahia, quatro ficaram no RS e nove eram gaúchos de Rio Grande, Montenegro, Marau e Carazinho, que voltaram para suas cidades.
O deputado estadual Leonel Radde (PT) disse que foi registrado um Boletim de Ocorrência contra o vereador. “Acabamos de registrar um novo Boletim de Ocorrência contra a fala racista do vereador de Caxias do Sul/RS, Sandro Fantinel, que declarou que ‘baianos são sujos e sabem apenas tocar tambor e dançar'”. O deputado ainda disse que “o Rio Grande do Sul e o Brasil não são lugares para racistas, escravocratas!”
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) também se manifestou no Twitter sobre a fala do vereador. “Eu repudio veementemente a apologia à escravidão e não permitirei que tratem nenhum nordestino ou baiano com preconceito ou rancor.”
“É desumano, vergonhoso e inadmissível ver que há brasileiros capazes de defender a crueldade humana. Determinei, portanto, a adoção de medidas cabíveis para que o vereador seja responsabilizado pela sua fala”, afirmou o governador.
As declarações do vereador também provocaram respostas de seus colegas de Câmara em Caxias do Sul. Lucas Caregnato (PT) disse que as palavras usadas foram de “cunho xenofóbico, preconceituoso e discriminatório”. Rafael Bueno (PDT) pediu que a Câmara emita uma nota “pedindo desculpas, porque a gente não comunga com qualquer prática de intolerância, seja com imigrantes ou trabalhadores que procuram nossa região para sobreviver”.
Ao g1 RS, o presidente da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, José Pascual Dambrós (PSB), afirmou que Fantinel “tem responsabilidade de responder por sua fala”, que, segundo ele, não reflete o pensamento da cidade ou da Câmara. Contudo, não quis se comprometer com uma ação contra o colega. Segundo ele, uma medida contra o vereador só deve ser tomada caso haja representação no Conselho de Ética da casa.
“A fala de um vereador não representa a cidade. O que representa a cidade é a hospitalidade e a harmonia com que recebemos gente de fora do país e do estado. Mais da metade dos vereadores veio de fora da cidade, precisamos respeitar todo o povo, inclusive temos muita gente de outros municípios, de outras regiões e até de outros países trabalhando na cidade”, avalia.
*G1

Cerca de 1.700 famílias do Movimento Sem Terra na Bahia ocuparam quatro latifúndios no sul do estado na madrugada desta segunda-feira (27). Entre as terras reivindicadas, estão três áreas de monocultivo de eucalipto, da empresa Suzano Papel e Celulose, localizados nos municípios de Teixeira de Freitas, Mucuri e Caravelas. Também foi tomada a Fazenda Limoeiro, abandonada há 15 anos na cidade de Jacobina.
Segundo o MST, além do pedido de reforma agrária, o ato denuncia o avanço da monocultura de eucalipto na região, além do uso de agrotóxicos pela empresa. A organização defende que a conduta da Suzano prejudica as poucas áreas cultivadas pelas famílias camponesas, além de provocar o êxodo rural e uma crise hídrica nos municípios.
O movimento criticou ainda a grande concentração de terras por fazendeiros e empresas do agronegócio na Bahia. Conforme o MST, a prática contribui diretamente para o aumento indiscriminado dos índices de desigualdades sociais, além de causar impactos ambientais irreversíveis, provocando um descontrole ambiental com chuvas torrenciais, enchentes, deslizamentos de terra, secas prolongadas e incêndios devastadores.
A Suzano é a maior produtora global de celulose de eucalipto e uma das 10 maiores de celulose de mercado, além de líder mundial no mercado de papel.
*Metro1

A Câmara Municipal de Feira de Santana suspendeu a sessão ordinária desta terça-feira (28), em decorrência do falecimento de Roque Aras, pai do procurador-geral da república, Augusto Aras. Aras foi vereador, deputado estadual, deputado federal, presidente do MDB da Bahia e candidato a senador.
Roque Aras foi eleito vereador em Feira de Santana nos anos de 1970 e 1972.
Fernando Torres (PSD), falou ao De Olho na Cidade sobre a morte do ex-colega.

“Ele não é de Feira de Santana, mas conviveu aqui durante sua vida inteira, foi deputado federal é uma perda grande para Feira de Santana, ele era um grande jurista e um grande amigo. Morreu aos 91 anos de idade, lúcido pronto para produzir muitas ideias para a Bahia, mas infelizmente chegou o dia que ele foi chamado para o lado do Pai, então a Câmara está de luto, a sessão foi adiada para amanhã em homenagem a ele” relatou Fernando.
Eremita Mota (PSDB), presidente da Casa Legislativa, usou as redes sociais para lamentar sobre o ocorrido:
Foi decretado na edição desta terça-feira (28), através do Diário Oficial Eletrônico, Luto oficial por um dia no município.
Roque Aras deixa a esposa Nélia Pimentel e os filhos Augusto Aras, Lina Maria, Roque Aras Júnior, Wanessa Maria e Viviane, além de netos, bisnetos e sobrinhos.
*Com informações do repórter Robson Nascimento do Portal De Olho Na Cidade

A aplicação da vacina bivalente contra a Covid em idosos que moram em Instituições de Longa Permanência (ILPI) iniciou nesta terça-feira (28), em Feira de Santana. A Associação Feirense de Assistência Social (Afas), Dispensário Santana, Lar do Irmão Velho e Nosso Lar foram as instituições contempladas.
Neste primeiro momento, podem ser imunizados os idosos de 70 anos ou mais e pessoas a partir dos 12 anos inseridas em instituições de longa permanência, residência inclusiva e seus trabalhadores, imunocomprometidos, indígenas, ribeirinhos e quilombolas.
É exigida a declaração de pertencimento étnico para moradores de comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas. Além disso, pacientes imunossuprimidos precisam apresentar relatório médico para serem vacinados.
Para os profissionais que atuam em instituições de longa permanência e residência inclusiva, que fazem parte do grupo prioritário, é necessário o comprovante de vínculo trabalhista.
A vacina será aplicada em todas as 104 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de Saúde da Família (USF). Para ser imunizado, é necessário apresentar os documentos de identidade, cartão SUS e caderneta de vacinação, além de ter recebido ao menos duas doses com intervalo de quatro meses após a última aplicação.
*SECOM FEIRA DE SANTANA

Duas linhas e quatro veículos extras reforçam o transporte público urbano nesta quarta-feira, 1º, durante a partida entre o Bahia de Feira e o Red Bull Bragantino na primeira fase da Copa do Brasil.
A partir das 18h, os usuários terão, a cada 25 minutos, as linhas 025-Subaé via Jomafa e 026-Subaé via Santa Mônica saindo do Terminal Central direto para o Estádio Profº Jodilton Souza (Arena Cajueiro).
Ao final da partida, a Prefeitura de Feira colocará um veículo extra da concessionária São João para o deslocamento dos torcedores até o Terminal Central. O último balão do Sistema Integrado de Transportes (SIT) será às 23h30.
*SECOM FEIRA DE SANTANA

A Receita Federal esteve na manhã desta terça-feira (28) na Praça Presidente Médici em Feira de Santana realizando fiscalização em algumas lojas do entorno do Feiraguay.
Em entrevista ao Acorda Cidade, o presidente administrador do Feiraguay, Sandro Santana informou que nenhum boxe foi fiscalizado, mas alguns comerciantes por conta própria, preferiram baixar as portas.

“A Receita Federal está aqui na Praça Presidente Médici no entorno do Feiraguay, temos aqui mais de 616 boxes, mas até o momento, nenhuma unidade foi vistoriada. Nenhum comerciante foi abordado dentro do Feiraguay para que tivesse que justificar a documentação e importação, além da comercialização dos produtos. A gente não pode negar, mas aqui é um grande polo de compras de produtos alternados e que não possuem autenticidade. Então com isso, algumas pessoas ficam com medo, a Receita Federal é um órgão que vem fiscalizar, o trânsito ficou interditado por conta das viaturas, mas a princípio pelo que estamos observando, quatro lojas já foram vistoriadas pela equipe da Receita Federal, inclusive algumas já baixaram as portas, mas ainda não sabemos do que se trata”, afirmou.
Até o fechamento desta matéria, a equipe de reportagem do Acorda Cidade não presenciou nenhum material sendo apreendido.
Outra equipe da Receita Federal também estava presente próximo da Praça da Matriz na Rua Conselheiro Franco.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade
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O pai do procurador-geral da república, Augusto Aras, Roque Aras, morreu aos 91 anos. A informação foi confirmada pela Ordem dos Advogados do Brasil Seção Bahia (OAB-BA), nesta terça-feira (28). Não há informações sobre a causa da morte. O sepultamento será no Cemitério Campo Santo, às 17h
Roque Aras era advogado e foi secretário da OAB-BA e procurador-geral de Salvador. Ele também foi juiz do Trabalho e instalou a 1ª Junta de Conciliação e Julgamento (JCJ) de Feira de Santana, cidade a 100 km de Salvador.
O pai de Augusto Aras foi vereador de Feira de Santana, deputado estadual, deputado federal, presidente do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) Na Bahia e candidato ao Senado, pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
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O advogado foi aprovado no primeiro concurso para a Advocacia Geral da União (AGU). É homenageado pela Associação Nacional dos Advogados da União (ANAUNI) com os prêmios Roque Aras para monografia de advogados da União.
O sepultamento ocorrerá às 16h desta segunda, no cemitério Jardim da Saudade.
Roque Aras deixa a esposa, Nélia Pimentel, e os filhos, Augusto Aras, Lina Maria, Roque Aras Júnior, Wanessa Maria e Viviane, além de netos, bisnetos e sobrinhos.
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Informações G1