Há sete anos sem dar reajuste salarial, o Governo do Estado ofereceu aumento de apenas 4% aos professores, em dezembro do ano passado. Apenas os docentes que recebiam salário inferior ao piso nacional tiveram um reajuste que variou entre 16% e 1,7% para cumprimento da recomendação legal.
Na esfera estadual, o salário base (R$ 3.850) para cada nível de formação dos professores é inferior R$ 716,57 aos vencimentos pagos pela Prefeitura quando comparado à remuneração dos docentes da rede municipal, com graduação plena, sendo de R$ 4.566,57.
O prejuízo aos professores do Estado é ainda maior quando estão no nível de especialista, recebendo R$ 855,26 a menos do que o professor do Município – cujo salário é de R$ 4.835,18. Neste caso, os vencimentos no Estado atingem apenas R$ 3.979,92
A discrepância cresce ainda mais para o professor mestre estadual que recebe somente R$ 4.147,30 contra R$ 5.103,80 da rede municipal – uma diferença de R$ 956,50. Já para o professor doutor o salário continua inferior ao do Município, sendo pago pelo Governo do Estado R$ 4.878,26, enquanto a Prefeitura remunera em R$ 5.372,45.
A Secretaria Municipal de Agricultura, Recursos Hídricos e Desenvolvimento Rural (Seagri) tem novo titular. Pedro Américo de Santana Lopes assume a pasta, que antes era ocupada por Pablo Roberto Gonçalves.
O decreto de nomeação foi publicado no Diário Oficial Eletrônico, edição desta quarta-feira, 7.
Em Feira de Santana o uso da proteção facial ainda é obrigatório no transporte coletivo, seja ônibus urbano, vans, táxi ou por aplicativo, além de unidades de saúde, hospitais, farmácias, clínicas, consultórios e laboratórios. Pessoas com sintomas respiratórios devem manter o uso da máscara.
Nos demais ambientes abertos ou fechados o uso é opcional, como shoppings centers, escolas, universidades, estabelecimentos comerciais e igrejas. O esclarecimento é do prefeito Colbert Filho.
“Isso só foi possível diante do avanço da vacinação contra a Covid. As vacinas existem para evitar a transmissão, portanto, quem ainda não tomou a terceira dose deve procurar a unidade de saúde”, afirma o prefeito.
A flexibilização do uso da máscara em ambientes fechados foi autorizada ontem (6), em publicação do Diário Oficial Eletrônico. Desde o último dia 29, deixou de ser obrigatório o uso em ambientes abertos no município.
Líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un Foto: EFE/EPA/JORGE SILVA/ POOL
Nesta quarta-feira (6), o principal enviado do Departamento de Estado dos EUA para a Coreia do Norte, Sung Kim, disse que a Coreia do Norte está ignorando as propostas dos norte-americanos para conversas. Ainda segundo ele, o país asiático planeja realizar seu primeiro teste com armamento nuclear em quase cinco anos para a festividade de 15 de abril. As informações são da AFP.
Segundo o representante especial para a Coreia do Norte, Washington acredita que o país asiático poderia está planejando uma demonstração de sua crescente capacidade armamentística nuclear. A exibição pode acontecer durante a festividade da próxima semana, que marcará a celebração do 110º aniversário de nascimento de Kim Il Sung, fundador da República Popular Democrática da Coreia (RPDC).
– Nos preocupa que, em ligação com o próximo aniversário em 15 de abril, a RPDC possa ter a tentação de empreender outra ação provocativa – disse Sung Kim.
Ele falou com jornalistas a respeito dos recentes testes com mísseis balísticos da Coreia do Norte.
– Não quero especular muito, mas acho que poderia ser outro lançamento de mísseis, poderia ser um teste nuclear – declarou.
A capital da Coreia do Norte, Pyongyang, já realizou vários testes com armas nucleares desde 2006. O último ocorreu em 2017.
Base educacional deve ser inspirada nos modelos de sucesso de outros países em desenvolvimento
O cenário pós-pandêmico no setor da educação já mostra traços que precisa seguir a partir de uma tendência motivada por pilares de desenvolvimento socioeconômicos como resgate à disciplina, maior participação dos pais nas escolas e respeito ao professor, que foram duramente impactados nos dois últimos anos, para retomar o movimento de resgate da melhora da base educacional. A afirmação é de Claudia Vieira Levinsohn, mestre e especialista em educação, que percorreu países pobres, mas comprometidos com a educação, para buscar modelos de projetos de sucesso que podem ser replicados no Brasil.
Modelos como os que ela viu no Paquistão, Índia e Etiópia, que mesmo sendo países financeiramente mais pobres, presam pelo cuidado, organização e disciplina no ensino. “Vi crianças uniformizadas, tendo direito a ônibus gratuito, e zelo pelo material escolar, além do grande respeito aos professores”, declara Claudia.
Para ela, nesse pós-pandemia, é preciso realizar uma mudança de dentro para fora na educação brasileira em que pais e mestres trabalhem de mãos dadas, assim como ocorre em alguns países pelo mundo. “Esta é uma importante inspiração para, enfim, alcançarmos grandes objetivos e mudarmos o futuro”, declara a especialista.
O número de analfabetos no Brasil também chama a atenção da mestre. Segundo suas pesquisas, a Coreia do Sul conseguiu aumentar o nível de educação no país e diminuir o número de analfabetos. “Esse é mais um ponto que precisamos mudar com urgência e devemos aproveitar o salto que demos em tecnologia nesse período para ser um aliado na transformação que o país tanto necessita”, afirma ela.
Segundo dados do IBGE, em 2020, o número de pessoas sem saber ler e escrever no país era de 11 milhões, ou seja, 5,2% da população. Diferente do que representa a Coreia do Sul. Um país que há 35 anos estava atrás do Brasil em nível educacional, passou a investir no ensino básico da população e hoje viu o cenário se inverter.
De acordo com dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), os valores gastos pelo país asiático com o ensino básico são quase três vezes maiores do que os do Brasil. São US$ 9,3 mil por aluno ao ano na Coréia em comparação aos US$ 3.822 investidos pelo governo brasileiro.
Do ensino básico ao superior, a tecnologia mostrou ser a maior aliada do setor e essencial no processo de aprimoramento do ensino. O primeiro acesso às ferramentas se apresentou como algo emergencial e uma das questões mais desafiadoras no início de todo esse período de adaptação. “Hoje segue se moldando a nova realidade para implementarmos de vez um sistema híbrido ou totalmente digital a partir dos próximos anos”, diz Claudia.
Para a especialista, a aprendizagem realizada em torno da tecnologia mostra que é possível os estudantes terem acesso a boas aulas online, além de incluir mais alunos do que caberia em uma sala de aula convencional e, dessa forma, fazer com que o aprendizado consiga ir muito mais longe.
Aproveitar a infinidade de recursos tecnológicos disponíveis que possibilitam a interação e a troca de saberes nunca antes imaginados ou sequer usados no Brasil também é vista como tendência e essencial no período pós-pandemia.
“Como eu já vi em minhas viagens pelo mundo, diversos países do continente europeu já têm implementado em seu currículo escolar aulas mais amplas sobre geografia mundial. Mas sinto falta disso aqui no Brasil, onde é apresentada uma visão limitada do mundo para os jovens”, declara a especialista.
De acordo com ela, é preciso fazer uma rede com outros países, apresentar melhor o mundo para esses jovens, estimulando a troca de cultura, que é importante para a educação, com o auxílio da tecnologia.
Principais integrantes da chamada “terceira via” Fotos: EFE/ Joédson Alves // Agência Senado/Jefferson Rudy // Reprodução/YouTube Veja
Dirigentes do MDB, PSDB, União Brasil e Cidadania fecharam um acordo, nesta quarta-feira (6), e decidiram lançar apenas um candidato à Presidência da República. Mesmo assim, o grupo da terceira via só baterá o martelo sobre quem será o candidato no dia 18 de maio.
Até agora, o nome mais cotado para encabeçar a chapa única é o da senadora Simone Tebet (MDB-MS). O ex-governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB) também se movimenta, mas admite ser vice, caso haja essa dobradinha. O impasse ocorre porque quem venceu as prévias do PSDB foi João Doria, ex-governador de São Paulo, e não Leite.
Em comunicado emitido após reunião em Brasília, as cúpulas dos quatro partidos declararam que o objetivo dessa aliança é apresentar uma alternativa à polarização entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que hoje lideram as pesquisas.
“Conclamamos outras forças políticas democráticas para que possam se incorporar a esse projeto em defesa do Brasil e de todos os brasileiros”, diz a carta.
O texto é assinado pelo presidente do União Brasil, Luciano Bivar; do MDB, Baleia Rossi; do PSDB, Bruno Araújo; e do Cidadania, Roberto Freire. Antes da definição, o União Brasil ainda pretende submeter uma sugestão de nome à análise do grupo, até o próximo dia 14.
O ex-juiz Sérgio Moro se filiou ao União Brasil após deixar o Podemos, mas seu novo partido não quer que ele seja candidato à sucessão de Bolsonaro. A ideia é que Moro concorra a uma vaga na Câmara dos Deputados, por São Paulo. A cúpula do União Brasil avisou que no próximo dia 14 submeterá o nome indicado pelo partido para apreciação do MDB, PSDB e Cidadania.
Na tarde desta quarta-feira, Eduardo Leite se reuniu com Simone Tebet, no Senado. Nesta manhã, em entrevista à Rádio Eldorado, a senadora afirmou ver Leite como um “grande ativo do PSDB”.
O concurso 2.469 da Mega-Sena, realizado nesta quarta-feira (9) à noite no Espaço Loterias da Caixa em São Paulo, não teve acertadores das seis dezenas. Os números sorteados foram: 05 – 28 – 30 – 38 – 52 – 55.
O próximo concurso (2.470), no sábado (09), deve pagar o prêmio de R$ 45 milhões.
A quina teve 34 ganhadores e cada um vai receber R$ 60.884,93. Os 2.246 acertadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 1.316,68.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.
O sorteio é realizado às 20h, no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.
No dia 12 de abril, a partir das 14:00, na sede da OAB Subseção Feira, mais precisamente no auditório da unidade, acontecerá uma mesa redonda cujo tema é “a atuação do IBDFAM e os desafios do Direito das Famílias na atualidade”.
A ideia é mostrar o desempenho do instituto que é considerado referência em Direito das Famílias no Brasil. Vão participar a advogada Hilda Lerdoux Vargas, o juiz de direito Alberto Raimundo e a advogada Monica Mattos, como mediadora. O evento é gratuito e as inscrições podem ser realizadas através do Sympla. Será oferecido aos participantes um certificado de 4 horas.
Ex-presidente afirmou que financiar obras em outros países seria “a coisa mais normal do planeta”
Ex-presidente Lula Foto: Reprodução/YouTube TVT
Assunto controverso ao longo dos últimos anos, os empréstimos feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a realização de obras no exterior, especialmente em países simpáticos aos governos do PT, foram abordados pelo ex-presidente Lula durante uma entrevista concedida à Rede T de rádios, do Paraná, na manhã desta terça-feira (5).
Durante a conversa, Lula defendeu o empréstimo brasileiro para a realização de obras em outros países. Um exemplo lembrado por ele foi a obra do metrô de Caracas, capital da Venezuela, que segundo o petista foi iniciada de forma “correta” no governo de Fernando Henrique Cardoso. Para Lula, o ato de financiar obras em outros países seria “a coisa mais normal do planeta”.
– O Brasil é o único país que, quando o BNDES empresta dinheiro para fazer uma obra no exterior, tudo que vai ser utilizado e todo o serviço é da engenharia brasileira. Na verdade, o Brasil está exportando serviços, está exportando engenharia, termina sendo uma coisa lucrativa quando você vende e uma coisa quando você recebe. É a coisa mais normal do planeta Terra – alegou.
Em outro momento, ao ser questionado se a medida seria correta mesmo diante dos problemas internos do Brasil, Lula defendeu a prática dizendo que ela não representa a retirada de dinheiro do Orçamento; mas que, na verdade, a verba utilizada em obras no exterior seria referente a valores que o empresariado brasileiro não toma emprestado.
– Você não está retirando dinheiro do Orçamento, você está fazendo dinheiro emprestado, que as pessoas pagam juros. Pagam o principal e ainda pagam pelas importações que fazem de nós – completou.
O pré-candidato ao Governo da Bahia também visita as cidades de Irará, Ouriçangas e Aramari
O pré-candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) visita, nesta sexta-feira (08), os municípios de Irará, Ouriçangas, Aramari e Alagoinhas.
Na última agenda do dia de caminhada pelo interior da Bahia, prevista para 18h30 na Câmara de Vereadores de Alagoinhas, Neto receberá o Título de Cidadão da cidade.
Na ocasião, o ex-prefeito de Salvador vai participar de uma coletiva de imprensa.