A Bolsa de Valores de São Paulo (B3) sedia, na próxima sexta-feira (15), o leilão de concessão administrativa que promete transformar a saúde pública de Feira de Santana. O certame, marcado para as 14h, definirá a empresa ou consórcio responsável pelo novo Hospital Municipal da cidade. A disputa, na capital paulista, adotará o critério de menor preço global para escolher a proposta mais vantajosa para o município. O prefeito José Ronaldo de Carvalho está em São Paulo e acompanha pessoalmente todo o processo do leilão.

O contrato prevê um valor total expressivo de R$ 1.881.936.896,23 ao longo de 22 anos de vigência da parceria público-privada. Desse montante, R$ 286,2 milhões serão aplicados diretamente em investimentos estruturais e reinvestimentos futuros. A maior parte desse capital, somando R$ 161,6 milhões, será injetada já nos dois primeiros anos de contrato para garantir a celeridade das obras da unidade de saúde.

O projeto inovador separa a gestão clínica da infraestrutura física e dos serviços de apoio. A concessionária vencedora assumirá a construção do hospital, além de atividades não assistenciais, como manutenção predial, segurança, lavanderia e logística hospitalar. Essa modelagem visa transferir a eficiência operacional do setor privado para o gerenciamento do espaço, otimizando o gasto dos recursos públicos.

Segundo a assessoria da FAESP, que atua no suporte à Prefeitura de Feira de Santana durante o leilão, os valores foram rigorosamente validados para atrair grandes investidores. A estratégia da gestão municipal busca aliviar a máquina pública de funções burocráticas e operacionais pesadas. Com a infraestrutura sob a tutela privada, a Prefeitura foca seus esforços e investimentos exclusivamente no atendimento médico final aos cidadãos.

O acompanhamento do leilão na sede da B3 será aberto aos veículos de imprensa de forma presencial e remota. Jornalistas interessados em comparecer ao local, no centro de São Paulo, devem realizar o credenciamento prévio por e-mail com a assessoria da Bolsa. Para o público geral e correspondentes regionais, o evento terá transmissão ao vivo e em tempo real por meio do canal digital da TV B3.

*Secom


Nesta quarta-feira (13), supostos áudios do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) conversando com o banqueiro Daniel Vorcaro e pedindo financiamento para a produção de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro foram divulgados pelo site The Intercept Brasil. No entanto, o dono do Banco Master não teria financiado apenas um filme sobre o líder da direita brasileira. De acordo com a colune de Lauro Jardim, do jornal O Globo, Vorcaro também teria destinado recursos a um filme sobre o ex-presidente Michel Temer (MDB) e outro sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com o portal, uma das produções é o documento Lula, dirigido por Oliver Stone. O filme foi lançado em 2024 e conta a história do petista desde a sua infância.

Já o outro filme é 963 dias — A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos, dirigido por Bruno Barreto. O filme conta a história da gestão de Temer após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Após a divulgação da reportagem, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República disse em nota que nem o governo, nem o presidente Lula pediram recursos a Vorcaro para a produção do filme.

Já o produtor do documentário sobre Temer, Elsinho Mouco, negou que tenha pedido dinheiro ao banqueiro.

*Pleno.News
Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE


A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (14) a sexta etapa da Operação Compliance Zero, voltada à apuração de crimes ligados ao Banco Master. Nesta fase, foi preso Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A investigação também mira pessoas próximas ao ex-executivo, apontadas como parte de um grupo usado para interferir no andamento do caso.

Estrutura paralela operava em sigilo e com divisão de tarefas

A Polícia Federal aponta que o grupo conhecido como “A Turma” atuava como um núcleo paralelo dentro das investigações do caso Banco Master. Segundo informações divulgadas pela CNN, a estrutura teria sido criada para reunir informações, monitorar pessoas e proteger interesses ligados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O funcionamento era discreto, baseado em funções divididas e comunicação restrita entre os envolvidos.

Como o grupo se organizava na prática

De acordo com as apurações, o núcleo operava como uma rede organizada, em que cada pessoa tinha uma função específica. Entre as atividades estavam:

vigilância de alvos
coleta de informações
repasse de dados
financiamento das ações

Essa divisão permitia continuidade das operações e dificultava o rastreamento pelas autoridades.

Monitoramento de pessoas e coleta de dados

A investigação indica que o grupo acompanhava jornalistas, autoridades e ex-funcionários ligados ao Banco Master. O monitoramento incluía levantamento de rotina, movimentações e dados pessoais. As ações eram feitas de forma clandestina, sem autorização legal, com uso de observação e cruzamento de informações.

Intimidação e pressão sobre alvos

Além da vigilância, o núcleo também atuaria na intimidação de pessoas consideradas críticas ao grupo. Segundo a PF, havia ações para constranger ex-funcionários e outros alvos estratégicos. A pressão envolvia obtenção de informações sensíveis e tentativas de influência indireta.

Quem fazia parte da “Turma”

As investigações apontam os seguintes nomes e funções dentro do grupo:

Marilson Roseno da Silva (policial federal aposentado): apontado como possível líder do núcleo, responsável por coordenar vigilância e uso de contatos da área de segurança
Luiz Phillippi Machado de Moraes Mourão (“Felipe Mourão” ou “Sicário”): coordenação de monitoramento e coleta de informações; morreu após tentativa de suicídio enquanto estava preso
Fabiano Campos Zettel (cunhado de Vorcaro): responsável por financiamento e pagamentos do grupo
Ana Cláudia Queiroz de Paiva: atuação no financiamento e repasses
Paulo Sérgio Neves de Souza: participação em monitoramento de alvos
Belline Santana: atuação em vigilância de pessoas
Leonardo Augusto Furtado Palhares: envolvimento em ações de acompanhamento e coleta de dados

Funcionamento dependia de dinheiro e sigilo

De acordo com a PF, o grupo funcionava com apoio financeiro para sustentar vigilância e operações. O sigilo interno era essencial para evitar rastreamento. Essa estrutura teria permitido a atuação contínua do núcleo até ser alvo das investigações da Polícia Federal.

*Metro1
Foto: Divulgação/PF


A Prefeitura de Feira de Santana deu início às obras de construção de um campo de futebol society e de uma moderna praça para lazer dos moradores do bairro Jardim Acácia. A ordem de serviço foi dada pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, na manhã desta quarta-feira (13), cumprindo compromisso assumido com a comunidade.

Ao autorizar o início das obras, o prefeito José Ronaldo observou a importância do equipamento para proporcionar uma área de lazer moderna que atenda todas as faixas etárias da comunidade.

“Hoje começamos o dia aqui no bairro Jardim Acácia iniciando esta importante obra. Estivemos aqui há seis meses para as obras do CAPS III e assumimos o compromisso. Agora estamos dando início à construção deste campo de futebol, com praça e Academia da Saúde”, revelou.

O campo de futebol ocupará uma área de 20 metros de largura por 40 metros de comprimento, tendo ao redor uma pista de cooper com piso intertravado. Também serão instaladas três torres de iluminação para possibilitar a utilização do espaço à noite, com segurança, além de bancos e área de estacionamento para veículos.

Para garantir maior agilidade na execução das obras, duas construtoras vão atuar simultaneamente no local. Enquanto a Jotagê Construções está encarregada da construção da praça, a empresa EG ficará responsável pela construção do campo de futebol society.

O coordenador do projeto One Two, Marcos Trindade, comemorou o início das obras. “Hoje o pontapé inicial para esta importante obra foi dado, unindo forças e projetos sociais”, afirmou.

Também esteve presente a coordenadora da Escolinha de Futebol Nova Geração, Paula Santana.

Durante o início das obras também estiveram presentes o superintendente da SOMA, João Vianey; o secretário de Comunicação, Joilton Freitas; o superintendente de Esportes da Prefeitura, Emerson Brito; o engenheiro Ianco Pinho; além do vereador Edvaldo Lima.

*Secom
Foto: Silvio Tito


A cerimônia de posse de Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (12), acabou servindo também como palco para um novo capítulo da crise entre Palácio do Planalto e Congresso após a derrota da indicação do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A razão para isso foi um gesto – ou a ausência dele – que teve relevância no meio político: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), optou por não aplaudir o chefe da AGU, que estava presente na posse, quando ele foi citado nominalmente durante discurso do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti.

Messias foi mencionado de forma elogiosa por Simonetti, que o chamou de “querido amigo”. Enquanto parte do público reagiu com aplausos, Alcolumbre permaneceu imóvel. O gesto foi acompanhado por outras figuras de peso presentes na solenidade, como o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do STF, Edson Fachin, que também não aderiram à manifestação. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aplaudiu brevemente.

A cena ganhou peso por ocorrer apenas duas semanas após o Senado rejeitar a indicação de Messias para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal, vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso no ano passado. A derrota foi histórica: pela primeira vez desde 1894, o Senado recusou formalmente um indicado presidencial ao STF. O placar final foi de 42 votos contra 34, em votação secreta.

Desde antes da sabatina, Alcolumbre já articulava contra o nome de Messias. O senador defendia outro nome para a vaga: seu aliado Rodrigo Pacheco (PSB-MG), ex-presidente do Senado. Lula, no entanto, tinha outros planos para Pacheco, vendo nele um potencial candidato ao governo de Minas Gerais, e manteve a aposta em Messias.

A tensão ficou visível também na disposição das autoridades durante a posse. Lula e Alcolumbre ficaram sentados lado a lado, mas evitaram interações públicas, sem troca de olhares ou conversas perceptíveis. Nunes Marques ocupou a cadeira ao lado oposto do presidente.

Nos bastidores, a derrota de Messias segue reverberando. Segundo relatos divulgados pela imprensa, o AGU teria atribuído sua rejeição a uma articulação envolvendo ministros do Supremo, mencionando nominalmente Alexandre de Moraes e Flávio Dino como influenciadores do resultado no Senado.

*Pleno.News
Foto: Luiz Roberto/TSE


A nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) aponta um cenário de equilíbrio em um eventual segundo turno da disputa presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o levantamento, Lula aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 41%, configurando empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

O estudo mostra ainda que Lula mantém vantagem mais consolidada no Nordeste, entre mulheres, católicos, eleitores acima de 60 anos e beneficiários do Bolsa Família. Já Flávio Bolsonaro apresenta desempenho superior entre homens, evangélicos e moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste/Norte. No recorte regional do cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, o petista lidera amplamente no Nordeste, onde alcança 61% contra 28% do senador.

Em contrapartida, Flávio aparece à frente no Sul, com 49% diante de 30% de Lula, além de vantagem no Centro-Oeste/Norte, por 50% a 36%. No Sudeste, os dois aparecem tecnicamente empatados. A pesquisa também indica melhora na avaliação do governo federal. De acordo com o levantamento, 46% dos entrevistados aprovam a gestão Lula, enquanto 49% desaprovam. No levantamento anterior, realizado em abril, os índices eram de 43% de aprovação e 52% de desaprovação.

O levantamento ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de maio de 2026, em entrevistas presenciais realizadas em 120 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

*Metro1
Foto: Montagem: Ricardo Stuckert / PR e Zeca Ribeiro/Agencia Camara


O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) afirmou nesta terça-feira (12) que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) está sendo “escondido” por seu próprio grupo e desafiou o petista para um debate público sobre os problemas do estado. Em entrevista à Rádio Sociedade, Neto disse que pretende concentrar a discussão eleitoral diretamente no atual governador e acusou aliados do PT de tentarem blindá-lo.

“Agora, vou manter o foco do debate, da discussão, no que importa à Bahia e ao seu povo. Não vão desviar. Jerônimo fez isso há quatro anos e acabou enganando as pessoas, se escondeu. Mais uma vez, Jerônimo tenta se esconder, mas nós vamos chamá-lo para o debate”, afirmou.

Neto declarou que o governador tenta repetir a estratégia adotada na campanha de 2022, quando, segundo ele, teria se escondido do debate. O ex-prefeito afirmou ainda que não pretende entrar em confronto direto com o e ex-ministro Rui Costa nem com o senador Jaques Wagner.

“Eu não vou debater com Wagner, eu não vou debater com Rui. Quem vai debater com Wagner e Rui é Ângelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL). Eu tenho dois pré-candidatos ao Senado que vão fazer esse debate para o Senado. Eu vou debater com Jerônimo Rodrigues”, disse.

Durante a entrevista, Neto também afirmou que o governador estaria ausente até mesmo das peças de propaganda do PT. “Eles estão escondendo o governador. Na propaganda do PT que está no ar, é impressionante: o governador não aparece. Quando alguma crítica é feita, quem responde é Rui Costa, é Jaques Wagner. O governador não abre a boca”, criticou.

Segundo o ex-prefeito, o grupo governista tenta evitar exposição de Jerônimo por conta das “limitações” do governador. “A minha conclusão é que eles querem esconder as limitações que são evidentes do governador Jerônimo Rodrigues. Na campanha passada, esconderam Jerônimo atrás de um número. Só que dessa vez não dá, porque ele é governador há quatro anos. O candidato a governador do estado da Bahia é Jerônimo, não é Rui Costa. Lamentável é que, do lado de lá, eles precisem de uma bengala, que o governador Jerônimo se esconda”, afirmou.

ACM Neto também voltou a citar os bastidores do grupo governista e disse que Rui Costa desejava disputar novamente o governo do estado. “A Bahia inteira sabe que Rui queria, nesse momento, estar disputando o governo da Bahia no lugar de Jerônimo. Inclusive pelas intrigas que aconteceram dentro do grupo político deles”, declarou.

O ex-prefeito ainda desafiou Jerônimo Rodrigues para uma série de debates públicos antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral. “Eu venho sugerindo, inclusive, que a gente faça debates desde agora. Não tem por que esperar somente o mês de agosto. O governador fica à vontade para dizer onde quer o debate. Ele marca o lugar, o horário, define o tema, e eu estarei lá presente para debater com ele”, concluiu.


A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Feira de Santana lançou nesta segunda-feira (11) a campanha São João de Prêmios 2026, ação que busca aquecer as vendas no comércio durante o período junino. A campanha vai sortear dois carros Fiat Mobi e dez televisores para consumidores que realizarem compras a partir de R$ 100 nas lojas participantes.

Durante o lançamento, o presidente da CDL, Juscelino Brito, destacou que a iniciativa faz parte de um trabalho contínuo de fortalecimento do comércio local.

“A CDL esse ano está completando 64 anos e esse trabalho é contínuo, de inovação, sempre preocupado em melhorar a performance do comércio e dos empresários. Nada mais importante do que um mês tão forte como o São João, que tem essa referência para o nosso Nordeste”, afirmou.

Segundo ele, além de estimular as vendas, a campanha também fortalece a relação entre lojistas e consumidores.

“Isso cria vínculo do consumidor com as empresas. Não tem nada melhor do que participar de um comércio forte como o de Feira de Santana e ainda concorrer a prêmios como carros e TVs”, disse.

Juscelino também ressaltou a importância da participação dos bairros e de cidades vizinhas na campanha.

“Um dos pilares da minha gestão é estar cada vez mais próximo dos bairros. O comércio de bairro também vai ser fortalecido. Feira de Santana tem um mix de produtos muito forte, o que atrai consumidores de toda a região”, completou.

O evento contou ainda com palestra do administrador e empresário digital Bruno Lima, que falou sobre o novo perfil do consumidor e as mudanças no varejo.

“A ideia é trazer uma jornada onde o consumidor percorre todo o processo até chegar ao lojista. Hoje o vendedor não tira mais pedido, ele assessora a compra”, explicou.

Bruno destacou ainda que as lojas físicas precisam oferecer mais do que produtos.

“A loja física nunca vai deixar de existir, mas ela precisa ser um ponto de experiência. O consumidor quer viver uma experiência de compra, não apenas entrar em um ponto de venda”, afirmou.

A campanha começa oficialmente nesta terça-feira (12) nas lojas participantes. O sorteio dos prêmios deve acontecer em julho, na sede da CDL.


Nesta segunda-feira (11), a primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, criticou apoiadores da direita que publicaram vídeos ingerindo detergentes da marca Ypê após a suspensão de produtos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

– Até quando a gente vai ver gente bebendo detergente contaminado? É muita ignorância! – afirmou.

A primeira-dama se refere aos vídeos que começaram a circular depois que a Anvisa determinou o recolhimento de lotes de lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetantes dos lotes com final 1. Alguns apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro passaram a gravar conteúdos consumindo os produtos para questionar a medida.

A fala aconteceu durante cerimônia no Palácio do Planalto para a sanção da lei que criou o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. Emocionada, Janja contou que sua mãe faleceu durante a pandemia e pediu que todos os culpados pelas mortes sejam punidos.

– Para mim, é sempre muito dolorido falar sobre a covid, aquele momento que eu perdi minha mãe. Ela tinha Alzheimer e eu tinha me preparado psicologicamente para perder ela pro Alzheimer. Eu sabia o que ia acontecer, mas ela ter sido arrancada de mim pela covid e ver aquelas 700 mil pessoas que foram arrancadas da gente pela irresponsabilidade, do desincentivo ao uso de máscara, por negar as vacinas, por tudo que aconteceu – declarou.

E continuou:

– Ainda falta um pedacinho dessa ponta que é a justiça. Ver pessoas que ajudaram esse quadro estarem andando livremente pelo país, inclusive eleitos, me causa muita revolta. E deveria causar muito mais indignação na sociedade brasileira.

*Pleno.News
Foto: Wallison Breno/PR


Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) divulgou o balanço das atividades de fiscalização realizadas entre 1º de janeiro e 30 de abril de 2026. Os dados apontam um total de 326 intervenções, entre confirmações de visita, autos de constatação e notificações, reforçando o compromisso da gestão com o ordenamento e a segurança do consumidor.

De acordo com o relatório, a maior concentração de atividades ocorreu no setor varejista. Unidades comerciais, farmácias e estabelecimentos no Feiraguay lideraram o volume de trabalho, somando 108 ações. Em virtude da proximidade de datas comemorativas, a fiscalização em lojas comerciais voltadas para o dia das Mães também apresentou números expressivos, com 52 registros. O balanço detalha a produtividade das equipes de campo que realizaram 224 visitas, autos de Constatação foram 53, e notificações foram 49

Outro segmento com forte atuação foi o de postos de combustíveis, que recebeu 70 ações de fiscalização no período. Supermercados, hortifrutis e restaurantes contabilizaram 37 intervenções, enquanto o setor bancário registrou 23 atendimentos.

Para o PROCON, os números refletem a continuidade do lema de trabalho constante na cidade. O objetivo das inspeções é garantir que os estabelecimentos operem em conformidade com as normas vigentes, assegurando que o cidadão feirense tenha acesso a serviços de qualidade e dentro da legalidade.

A fiscalização segue um cronograma rigoroso e abrange desde grandes empresas de transporte e concessionárias até eventos específicos, como a Feira do Livro, que contou com nove visitas técnicas. A gestão municipal reforça que as operações de rotina e as blitze especiais continuarão sendo intensificadas ao longo de todo o primeiro semestre.

*Secom

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