Uma idosa de 74 anos foi presa em flagrante nesta terça-feira (21) após cometer injúria racial contra um policial militar no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. A ocorrência foi registrada pela Delegacia Especial de Atendimento ao Idoso.
De acordo com a Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento no Largo de Santana quando foi abordada pela mulher, que questionou a atuação dos agentes. Mesmo após receber explicações, ela passou a proferir ofensas de cunho racial contra um dos policiais, de 23 anos, alegando superioridade racial.
Diante da situação, os militares conduziram a suspeita à unidade policial, onde o caso foi formalizado e ela foi autuada em flagrante pelo crime de injúria racial. Após os procedimentos, a idosa permaneceu custodiada e segue à disposição da Justiça.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (20) a soltura de Marco Alexandre Machado de Araújo e restabeleceu sua prisão domiciliar. A decisão foi tomada quatro dias após o réu ter sido levado novamente ao sistema prisional para iniciar o cumprimento definitivo da pena.
O alvará de soltura foi expedido após a defesa informar ao tribunal que Marco Alexandre segue em tratamento psiquiátrico contínuo e não apresentou melhora clínica. O ministro considerou o quadro de saúde ao autorizar que ele volte a cumprir a pena em casa.
Marco Alexandre havia sido preso novamente em 17 de abril de 2026, depois que o STF confirmou o trânsito em julgado da ação penal. Ele foi condenado a 14 anos de prisão por envolvimento nos atos de 8 de janeiro.
Segundo a defesa, o réu enfrenta transtorno mental grave do tipo esquizoafetivo e necessita de acompanhamento médico permanente. Por esse motivo, foi feito um pedido urgente para manter a prisão domiciliar anteriormente concedida.
O ex-policial militar, hoje com 56 anos, estava preso preventivamente desde abril de 2023, quando foi detido no âmbito da Petição 10993/DF. Durante o processo, decisões judiciais mantiveram a prisão, mesmo após laudos médicos indicarem problemas psiquiátricos.
Em dezembro de 2023, Moraes determinou a transferência do réu para a ala psiquiátrica do sistema prisional. Dois meses depois, em fevereiro de 2024, foi instaurado um incidente de insanidade mental para avaliar sua condição.
Em abril de 2025, diante do quadro clínico e do comportamento considerado adequado, o STF autorizou que ele cumprisse prisão domiciliar com medidas cautelares. A defesa informou que as determinações foram cumpridas durante esse período.
Com a conclusão do processo em março de 2026, a execução da pena foi iniciada e Marco Alexandre voltou ao regime fechado. Ele chegou a ser levado para o sistema prisional em Uberlândia (MG), o que gerou repercussão nas redes sociais.
O caso ganhou visibilidade após circular um vídeo do momento em que o ex-policial é retirado de casa algemado. Nas imagens, ele questiona a decisão judicial e diz que cumpriu as determinações impostas pela Justiça.
– Eu não aguento mais! Por que tanta injustiça? Por que prenderam tanta gente inocente? Eu estou há dois anos preso e honrei com vocês, Justiça. Eu fiz a minha parte, eu fiquei aqui [em casa]. Fiquei dois anos naquele presídio. Eu fui pessoalmente para provar minha inocência. Estou aqui [em casa] há um ano e não fugi porque eu não devo – declarou algemado por PMs.
A prisão do influenciador Raphael Sousa Oliveira, dono da página Choquei, gerou forte repercussão nas redes sociais nesta quarta-feira (15), com a viralização de publicações que retomaram o bordão “grande dia”, popularizado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O uso da expressão nas redes sociais se espalhou rapidamente entre os termos mais comentados na rede X, impulsionado especialmente por usuários que comemoravam a prisão de Oliveira. Nas publicações, os internautas lembraram do apoio do influenciador ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A página Choquei, que acumula mais de 36 milhões de seguidores nas redes sociais X e Instagram, ganhou destaque nos últimos anos por sua forte presença digital, mas também pelo alinhamento ao governo Lula (PT) em razão da proximidade de Raphael Sousa com a primeira-dama Janja. Durante as eleições de 2022, por sinal, a página escancarou seu viés em favor do petista com uma enxurrada de posts sobre o pleito.
Raphael foi preso nesta quarta-feira (15), em Goiânia, durante uma operação da Polícia Federal (PF) contra um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 1,6 bilhão. A ação também levou à prisão dos cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo.
O influencer também foi alvo de mandado de busca e apreensão. Segundo a PF, os investigados utilizavam uma estrutura para ocultar e dissimular recursos, com operações financeiras de alto valor, uso de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.
A operação mobilizou mais de 200 policiais federais, que cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em diversos estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos veículos, quantias em dinheiro, documentos e equipamentos eletrônicos. Os investigados poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O Ministério Público do Estado da Bahia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco Norte) e da 6ª Promotoria de Justiça de Juazeiro, deflagrou nesta quarta-feira, dia 9, a quarta fase da ‘Operação Premium Mandatum’, quando foram cumpridos seis mandados de prisão temporária nos Municípios de Juazeiro, na Bahia, e em Petrolina, no estado de Pernambuco. Também foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em Juazeiro e Petrolina. Além disso, está sendo cumprido um mandado de prisão temporária e um de busca e apreensão no Rio de Janeiro.
De acordo com promotores de Justiça do Gaeco Norte, o grupo está sendo investigado por tráfico de drogas e lavagem de capitais, com atuação nos municípios de Juazeiro, na Bahia, e em Petrolina, no estado de Pernambuco. As investigações apontam ainda que a organização possuía estrutura hierarquizada, com divisão de funções entre núcleos. Um grupo de comando, composto por lideranças custodiadas em unidades prisionais, era responsável por determinar as ações criminosas, que eram executadas por um núcleo operacional. Já o núcleo financeiro atuava na ocultação e movimentação de recursos ilícitos, garantindo a manutenção das atividades.
Durante as diligências também foram apreendidos seis aparelhos celulares, uma balança de precisão e R$ 14.781,00 em espécie. O material será analisado para subsidiar o aprofundamento das investigações.
Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Juazeiro. A operação contou com o apoio de forças de segurança da Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro, incluindo unidades do Gaeco, da Polícia Militar e da Polícia Penal da Bahia.
Nas fases anteriores da Operação Premium Mandatum, o MPBA ofereceu denúncia contra 48 pessoas e obteve o bloqueio judicial de R$ 44 milhões, além do cumprimento de mandados de busca e apreensão contra 84 investigados.
Uma ação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público da Bahia foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (8) no sul do estado, com cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 3,8 milhões em recursos financeiros.
Denominada Operação Vento Norte, a iniciativa mira um grupo criminoso com atuação na região. As ordens judiciais partiram da Comarca de Belmonte e alcançam 26 contas bancárias vinculadas aos investigados.
As diligências ocorrem nos municípios de Eunápolis e Guaratinga, na Bahia, e também se estendem a Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Conforme as apurações, a organização possui estrutura articulada e é suspeita de envolvimento com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Ainda segundo a Polícia Civil, os investigados utilizavam o sistema bancário para movimentar valores de origem ilegal. Aproximadamente 70 agentes da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior participam da operação.
Mais de 8 mil vídeos foram encontrados nos celulares apreendidos com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, segundo relato de pessoas ligadas à investigação ao jornal O Globo. O material está armazenado em nove aparelhos recolhidos ao longo das diferentes etapas do caso e passou a ser analisado por peritos.
Segundo fontes com acesso ao processo, o volume de dados exige uma triagem cuidadosa. Há registros antigos e recentes, relacionados tanto à vida privada quanto às atividades profissionais de Vorcaro. Por isso, os peritos têm adotado cautela para evitar interpretações precipitadas.
Entre os arquivos examinados estão imagens do banqueiro ao lado de políticos e autoridades. No entanto, investigadores avaliam que os conteúdos, isoladamente, não indicam irregularidades e só ganham importância se estiverem associados a outros elementos de prova.
A expectativa dentro da investigação é que a análise do material leve à abertura de novas linhas de apuração. Pessoas envolvidas no caso acreditam que ainda podem surgir informações inéditas, inclusive sobre fatos que não estavam no radar inicial dos investigadores.
Vorcaro está preso desde o dia 19 de março na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Paralelamente à análise dos aparelhos, ele negocia um acordo de delação premiada com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR).
A Polícia Federal do Brasil deflagrou na manhã desta quarta-feira (25) a Operação Fallax, com o objetivo de desmantelar um esquema criminoso envolvido em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal. De acordo com as investigações, o grupo já teria movimentado mais de R$ 500 milhões e também é suspeito de estelionato e lavagem de dinheiro.
Por determinação da Justiça Federal, foram bloqueados bens, veículos e ativos financeiros dos investigados, até o limite de R$ 47 milhões. Também houve autorização para quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas e 172 empresas. Ao todo, estão sendo cumpridos 21 mandados de prisão preventiva e 43 de busca e apreensão em São Paulo, além de ações Bahia e no Rio de Janeiro.
As apurações tiveram início em 2024, após a identificação de possíveis irregularidades. Segundo a PF, a organização recrutava funcionários da própria Caixa e de outras empresas para facilitar a circulação de valores e ocultar recursos obtidos de forma ilícita.
As investigações apontam que colaboradores das instituições envolvidas inseriam informações falsas nos sistemas internos, possibilitando saques e transferências indevidas.
O advogado José de Oliveira Lima, que representa o banqueiro Daniel Vorcaro, tem buscado os investigadores do caso Master para firmar um acordo de delação premiada. De acordo com o defensor, seu cliente quer fazer uma “delação séria”, ou seja, sem poupar nenhum envolvido. A informação é da colunista do jornal O Globo, Malu Gaspar.
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Thamirys Andrade – 18/03/2026 16h08 | atualizado em 18/03/2026 16h39
Daniel Vorcaro Foto: SAP/ Fotos públicas O advogado José de Oliveira Lima, que representa o banqueiro Daniel Vorcaro, tem buscado os investigadores do caso Master para firmar um acordo de delação premiada. De acordo com o defensor, seu cliente quer fazer uma “delação séria”, ou seja, sem poupar nenhum envolvido. A informação é da colunista do jornal O Globo, Malu Gaspar.
A fala de Vorcaro é uma tentativa de aumentar as chances de negociação, pois investigadores enxergam com ceticismo uma eventual delação, haja vista que políticos do Centrão ligados ao empresário buscam uma “delação seletiva” para poupar seus nomes.
Espera-se que o acordo seja firmado por Vorcaro junto à Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR), sob a supervisão do ministro relator André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Há ainda a possibilidade de uma delação conjunta de Vorcaro com o dono da gestora de recursos Reag, João Carlos Mansur, que também é representado por José Lima.
O Governo Municipal de Feira de Santana está sendo solidário e dando todo apoio necessário ao motorista e passageiros do ônibus vítimas de assalto ocorrido no início da manhã desta segunda-feira (09), ao sair da Estação de Transbordo Central. Imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas pela Secretaria Municipal de Prevenção à Violência (Seprev) visando tentar identificar o assaltante.
Conforme o secretário de Mobilidade Urbana (Semob), Rodolfo Suzarte, o veículo 12002, que opera a linha 013 – Km 14 (Ipuaçu), na viagem com saída do Terminal Central às 6h50min, foi o alvo de assalto por um indivíduo que se passava por passageiro.
O secretário da Seprev, Luziel Andrade, informa que o assalto, conforme depoimento das vítimas, ocorreu quando o veículo já trafegava pela avenida de Contorno, nas imediações do supermercado Atacadão. “Sob grave ameaça, segundo relatou o motorista, o assaltante exigiu que ele alterasse o roteiro do ônibus, enquanto subtraia os pertences dos passageiros e dele. Em seguida, já nas proximidades da entrada do bairro Nova Esperança, o autor do assalto desceu do ônibus e evadiu-se do local”, relatou.
O ônibus com os passageiros e motorista foram encaminhados para a Delegacia de Polícia do Complexo Policial do bairro Sobradinho, para onde também serão encaminhadas as imagens para auxiliar a polícia na identificação dos assaltantes e realização das diligências.
A advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, divulgou uma nota pública explicando o contrato do seu escritório com o Banco Master. Ela recebeu pouco mais de R$ 80 milhões pelos serviços prestados à instituição presidida por Daniel Vorcaro.
Apesar da nota divulgada não conter os valores do contrato, dados retirados do celular do banqueiro revelam todas as cláusulas, validando os custos do serviço.
Viviane havia assinado o acordo em fevereiro de 2024, com validade de três anos, mas ele foi interrompido após a liquidação do banco, em novembro do ano passado, e a prisão do seu proprietário, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Os honorários da advogada eram de R$ 3.646.529,77 mensais, segundo o contrato, que totalizam dentro do período de serviço, o montante de R$ 80.223.654,94. O valor representa quase 80 vezes mais dos que os aplicados por outros escritórios pelo mesmo tipo de serviço, que gira em torno de R$ 3 mil por hora trabalhada.
Em nota, o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados relatou ter realizado 81 reuniões presenciais e outras 13 por videoconferência, totalizando 267 horas. Além disso, a jurista alega ter produzido outros 36 pareceres e opiniões legais e para atender às demandas, outros 15 profissionais participaram dos processos.
O comunicado reforça ainda que os serviços prestados ao banco não tem envolvimento com processos do Supremo Tribunal Federal (STF), o que poderia configurar conflito de interesse com o esposo.
Confira a nota divulgada na íntegra: O escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados esclarece que foi contratado, no período entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, pelo cliente Banco Master, para o qual realizou ampla consultoria e atuação jurídica, por meio de uma equipe composta por 15 (quinze) advogados. Para a realização dos serviços, também contratou outros três escritórios especializados em consultoria, que ficaram sob sua coordenação.
As duas equipes jurídicas responsáveis pela consultoria e atuação jurídicas, entre o início do contrato, em 2024, e a liquidação extrajudicial do banco, em novembro de 2025, com o consequente encerramento contratual, realizaram:
94 (noventa e quatro) reuniões de trabalho, sendo: I.1) 79 (setenta e nove) reuniões presenciais na sede do Banco Master, todas com duração aproximada de 3 (três) horas, entre o banco, por meio de suas superintendências de Compliance e Corporativa e gerência de Compliance, e a equipe jurídica do escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados, para análise de documentos, discussão dos problemas jurídicos e desenvolvimento do objeto do contrato;
I.2) 13 (treze) reuniões com a presidência da instituição e a equipe jurídica, sendo 2 (duas) presenciais na sede do escritório e 11 por videoconferência, com duração aproximada de 2 (duas) horas;
I.3) 2 (duas) reuniões por videoconferência entre o jurídico do Banco Master e a equipe jurídica do escritório Barci de Moraes, com duração aproximada de 2 (duas) horas.
A atuação de uma das equipes jurídicas, juntamente com os consultores contratados, englobou a elaboração de Opiniões Legais nos casos solicitados pelo Departamento de Compliance; Revisão da Política de Captação para o Regime Próprio da Previdência Social – RPPS; Revisão do Programa de Compliance & PLDFT para a obtenção do Selo Pro-Ética, implicando em: Revisão da Estrutura do Departamento de Compliance; Revisão do Código de Ética e Conduta; Elaboração das Políticas necessárias – Política de relacionamento com Poder Público; Política de licitações e contratos; Política de contato com concorrentes; Política de conflito de interesses; Política de Partes Relacionadas, entre outras; Revisão das demais políticas e procedimentos da área de Compliance para adequação ao exigido pela Corregedoria Geral da União – CGU. Foram produzidos 36 (trinta e seis) pareceres e opiniões legais acerca de uma ampla gama de temas, como aspectos previdenciários, contratuais, negociais, trabalhistas, regulatórios, de compliance, proteção de dados e crédito, entre outros. Elaboração e apresentação de processos para certificação de ética e governança, com mapeamento das atividades, levantamento de documentação-base, análise das oportunidades, elaboração e revisão e treinamentos do público-alvo sobre as novas políticas, a partir da revisão do Código de Ética e Conduta, políticas de integridade, estruturação do departamento de compliance e apoio à alta administração. Elaboração e revisão do Manual de Gestão e Captação de Recursos do RPPS, Política de Relacionamento com o Poder Público, Política de treinamento, capacitação e certificação continuada, Política de PLDFT, Política de Risco Operacional, Política de Sucessão de Administradores, Política de Transação com Partes Relacionadas, Política de Canais de Denúncia e Investigações, Política de Gestão de BNDU, Política de fusões e aquisições, Política de Gestão de Consequências, Política de investimentos pessoais, Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática, Política de Suitability, Política de Comunicação, Política de Saúde e Segurança no Trabalho, Manual de Contratação de Parceiros, Manual de Procedimentos Conheça seu Parceiro – KYP, Manual de Procedimentos Conheça seu Prestador de Serviço Terceirizado. A equipe jurídica ajudou a implementar o Novo Código de Ética e Conduta do banco, com apresentação presencial às Superintendências, e realizou consultoria sobre temas do mercado financeiro, como questionário AMBIMA, revisão de formulários de Due diligence; a elaboração de modelos de relatório regulatório sobre remuneração; preenchimento de auto avaliação do Pacto Brasil (25 de setembro e 09 de outubro de 2025), entre outros. Outra equipe do escritório Barci de Moraes, juntamente com os consultores, atuou, principalmente, na área penal e administrativa, na análise consultiva e estratégica de inquéritos policiais, ações penais, inquérito civis, ações civis públicas e ações de interesse ou que pudessem produzir reflexos na atuação do Banco Master e de seus dirigentes, vários deles sigilosos, bem como na atuação contenciosa específica em ação penal, cujo ajuizamento ocorreu em 17/10/2024, e inquérito policial federal específico, cuja habilitação se deu em 8/4/2024. O escritório esclarece ainda que nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do STF (Supremo Tribunal Federal).
O Barci de Moraes Sociedade de Advogados tem uma trajetória de quase duas décadas prestando serviços altamente qualificados para grandes clientes, unindo visão jurídica e abordagem estratégica.