
Conforme fontes ouvidas pela CNN internacional, os Estados Unidos enviaram cerca de 30 aviões-tanque ao Oriente Médio nas últimas semanas, para dar ao presidente Donald Trump opções, diante do conflito recente entre Israel e Irã. Os israelenses são aliados históricos dos norte-americanos.
Ainda segundo o jornal, a movimentação busca garantir alternativas estratégicas caso as tensões regionais se intensifiquem. Integrantes do governo dos EUA afirmam que o reforço na região visa a oferecer ao presidente Trump, assim como ao Comando Central dos EUA, diversas alternativas para uma eventual ampliação do envolvimento militar no Oriente Médio.
Entre essas possibilidades está o apoio ao reabastecimento aéreo de caças israelenses em missões sobre o Irã.

Uma das fontes detalhou que o Comando Central apresentou a Trump a alternativa de realizar ataques conjuntos. Eles poderiam ocorrer entre forças dos Estados Unidos e de Israel contra instalações nucleares do Irã, caso seja necessário responder a uma escalada militar.
No fim de semana, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, determinou o envio de novos recursos militares ao Centro de Comando das Forças Armadas. Entre eles, houve o encaminhamento do grupo de ataque do porta-aviões USS Nimitz, de modo a ampliar a capacidade operacional da presença norte-americana na região.
No dia 13 de junho, Israel iniciou uma ofensiva aérea contra o Irã, para atacar instalações nucleares e militares iranianas em Teerã, Isfahan e Natanz. A operação, que envolveu mais de 200 aeronaves e cobertura de drones e inteligência artificial fornecida pela Mossad, derrubou sistemas de defesa aérea, destruiu dezenas de lançadores de mísseis e eliminou integrantes do alto-comando da Guarda Revolucionária Iraniana.
Do lado iraniano, houve uma represália imediata, com disparo de mísseis e drones contra o território israelense. A ação contou com o apoio de milícias e terroristas aliados, como Hezbollah e Houthi, além de tentativas de atingir aeroportos e infraestruturas civis.
Informações Revista Oeste

O governo federal determinou o bloqueio de senhas e restringiu o acesso ao Sistema Único de Informações de Benefícios (Suibe) a apenas seis servidores. O portal Metrópoles divulgou as informações nesta quarta-feira, 18.
A medida veio depois de se descobrir que cerca de 3 mil funcionários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tinham autorização para consultar dados pessoais de aposentados e pensionistas. Essa facilidade pode ter permitido o vazamento de informações para sindicatos e instituições financeiras.
O Suibe concentra dados como nome, CPF, telefone e valor dos benefícios pagos pelo INSS. O sistema também registra o tipo de pagamento — aposentadoria, pensão, salário-maternidade ou benefício assistencial.
A exposição dessas informações ajudou a alimentar um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. A descoberta do esquema, que ficou conhecido como Farra do INSS, causou surpresa no primeiro momento, segundo fontes do governo.
Em seguida, veio a decisão de cortar o acesso amplo e iniciar as apurações. Reportagens do Metrópoles revelaram o caso. Os descontos ilegais eram aplicados diretamente no benefício de aposentados.
Sindicatos e entidades forneciam as listas e indicavam os nomes como se tivessem autorização dos segurados. O INSS aplicava diretamente os abatimentos.
O escândalo resultou na demissão de Carlos Lupi do comando do Ministério da Previdência e da cúpula do INSS. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que as fraudes começaram no governo anterior, de Jair Bolsonaro. Ele argumenta que a atual gestão descobriu o esquema.
Lula também disse que o governo petista agiu para desmontá-lo. Até agora, no entanto, os envolvidos identificados nas investigações não ocupavam cargos na administração passada.
Informações Revista Oeste
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Deputados na sessão do Plenário Fonte: Agência Câmara de Notícias — Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Pesquisa Datafolha publicada pelo site do jornal “Folha de S.Paulo” nesta terça-feira (17) mostra que 76% dos brasileiros são contra o aumento do número de deputados federais de 513 para 531. A proposta já foi aprovada pela Câmara e deve ser analisada pelo Senado nesta semana.
Segundo o instituto, 20% da população é a favor, enquanto 2% não sabem e 1% se diz indiferente.
Foram entrevistadas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 10 e 11 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
A análise do projeto é uma demanda da Câmara dos Deputados, que tem se mobilizado para que o texto seja aprovado antes de 30 de junho — prazo definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para que parlamentares adequem a atual composição da Câmara a mudanças populacionais.
🔎Aprovado em maio pelos deputados, na prática, o projeto “dribla” a determinação da Corte. Em 2023, o Supremo havia determinado que o Congresso redistribuísse as 513 cadeiras para adequar a representação populacional na Câmara.
A Constituição determina que o tamanho da representação de cada estado na Câmara tem de ser proporcional ao tamanho da população. As composições estaduais foram revisadas, no entanto, apenas em 1994 — de lá para cá, nenhuma mudança foi feita.
Pela decisão do STF, com base na variação dos últimos anos, sete unidades da federação ganhariam cadeiras, enquanto outras sete perderiam.
➡️O projeto aprovado pelos deputados prevê, porém, outra saída. Em vez da readequação, a Casa propõe criar 18 cadeiras e distribuí-las aos estados que tiveram variação positiva de população. Assim, nenhuma bancada diminuirá — somente haverá aumentos.
Dentro do Senado, apesar do apoio de Alcolumbre, há críticas ao avanço da proposta. Parlamentares têm afirmado que a aprovação do texto não vem em um bom momento e que ampliará gastos.
Na passagem pela Câmara, o relator do projeto, deputado Damião Feliciano (União-PB), afirmou que a criação de novas cadeiras aumentaria os gastos da Casa.
Segundo ele, uma estimativa feita pela direção da Câmara prevê que o impacto orçamentário anual será de cerca de R$ 64,6 milhões.
O presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), tem repetido, no entanto, que os recursos para compensar esses gastos já estão previstos no orçamento da Câmara.
Na última semana, em entrevista a jornalistas, Davi Alcolumbre também seguiu o mesmo tom. Ao defender a análise da proposta, o senador afirmou que não haverá impacto financeiro.
Informações G1

Uma proposta em tramitação no Senado pode restringir o funcionamento de plataformas como Airbnb e Booking em imóveis residenciais no Brasil. O texto faz parte do projeto de reforma do Código Civil e propõe que o aluguel por temporada em apartamentos dependa de autorização expressa em convenção condominial ou por deliberação em assembleia de moradores.
A mudança busca regulamentar o uso de imóveis residenciais para hospedagem temporária, prática que se tornou comum com a popularização das plataformas digitais. Segundo a proposta, esse tipo de uso só seria permitido mediante “deliberação qualificada dos condôminos”, podendo ser incluída na convenção do condomínio.
Na justificativa, os autores do projeto argumentam que a destinação original das unidades é moradia, e que a hospedagem por meio de aplicativos transforma a função do imóvel, gerando impactos na rotina dos demais moradores. “Não se trata de moradores, mas de usuários do imóvel”, destaca o texto.
O debate reacende a polêmica sobre a regulamentação dos aluguéis de curto prazo. Embora a Lei do Inquilinato, de 1991, permita essa modalidade, ela foi criada antes do surgimento de plataformas digitais. Na prática, os condomínios já vêm tentando limitar esse tipo de atividade com base no Código Civil, que garante o direito de propriedade, mas impõe limites relacionados à função social, segurança, sossego e saúde dos demais condôminos.
A eventual mudança na legislação pode impactar diretamente o modelo de negócios de empresas como Airbnb e Booking, que vêm enfrentando questionamentos judiciais e administrativos em diversas cidades brasileiras.

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve válida a colaboração premiada do tenente-coronel Mauro Cid, depois que o ministro Alexandre de Moraes rejeitou um pedido de anulação feito pela equipe jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Moraes avaliou que o pedido não se enquadra no estágio atual do processo, considerando-o inadequado.
A solicitação foi protocolada na segunda-feira 16, depois de virem à tona mensagens atribuídas a Cid em uma conta do Instagram nas quais ele comentaria o acordo firmado com a Justiça.
Esses diálogos foram publicados pela revista Veja, gerando indagações por parte dos advogados de Bolsonaro.
Em sua decisão, Moraes alegou que o “atual momento processual é absolutamente inadequado para requerimentos impertinentes”, frisando que também analisou outros pedidos de diligências de réus ligados ao “núcleo central” do suposto esquema golpista.
Depois do encerramento dos depoimentos dos réus na semana passada, iniciou-se o prazo para que as defesas apresentassem solicitações de diligências, que são medidas adicionais para subsidiar o julgamento. Na ocasião, Mauro Cid negou ser o autor das mensagens atribuídas a ele.
Apesar da negativa, o advogado Eduardo Kuntz, que defende Marcelo Câmara, ex-assessor presidencial e réu em outro núcleo do caso, afirmou ao STF na segunda-feira 16, que Cid participou das conversas e forneceu à Corte imagens, vídeos e mensagens relacionados ao militar.
Na semana passada, Moraes já havia ordenado que a empresa Meta, responsável pelo Instagram, encaminhasse os dados de cadastro da conta envolvida, mas até agora essa informação não foi apresentada ao tribunal.

No pedido de anulação, os advogados sustentam que Cid violou os termos do acordo ao mentir em interrogatório e quebrar o sigilo das informações.
Os defensores de Bolsonaro argumentam que deveria ter sido concedido prazo sucessivo às partes para apresentação de manifestações, em especial nos casos em que há réu colaborador. A defesa disse que “o direito de falar por último está contido no exercício pleno da ampla defesa”.
Os advogados ainda mencionam que “o delator mentiu de novo e tem mentido para acobertar suas sucessivas mentiras e que alcançam também os depoimentos prestados”, os quais, segundo os advogados, perderam qualquer valor jurídico.
Informações Revista Oeste

A condenação de seis anos de prisão imposta a Cristina Kirchner por corrupção na licitação de obras rodoviárias entrou em vigor nesta terça-feira (17), após a Justiça conceder a prisão domiciliar à ex-presidente argentina e anular seu comparecimento perante os tribunais previsto para esta quarta-feira (18).
– Cabe estabelecer que, a partir de hoje, Cristina Elisabet Fernández de Kirchner se encontra, na qualidade de detida sob a modalidade de prisão domiciliar, cumprindo a pena definitiva de seis anos de prisão, inelegibilidade especial perpétua para exercer cargos públicos, obrigações legais e as custas do processo que lhe foram impostas nesta causa – indica a resolução judicial emitida pelo juiz Jorge Gorini.
DECISÃO JUDICIAL FOI COMEMORADA POR MILEI
O presidente argentino, Javier Milei, saudou, nesta última quinta-feira (12), a ratificação de uma sentença de seis anos de prisão para a ex-presidente Cristina Kirchner e disse que isso era um sinal da independência do Judiciário.
– Não tenho nenhum mérito no fato de que o sistema judiciário definitivamente agiu de acordo com a república, é tudo mérito do judiciário, da Suprema Corte – afirmou Milei durante uma palestra na Universidade Hebraica de Jerusalém.
*Com informações EFE e AE

Nesta terça-feira (17), a Câmara dos Comuns do Parlamento do Reino Unido votou a favor de uma emenda ao Projeto de Lei sobre Delinquência e Polícia para descriminalizar o aborto na Inglaterra e no País de Gales em qualquer fase da gravidez, sem que a mulher esteja sujeita à pena de prisão.
A emenda, considerada histórica, foi debatida e submetida a votação na Câmara dos Comuns, onde foi aprovada com 379 votos a favor e 137 contra, e agora continuará sua tramitação na Câmara dos Lordes, a câmara alta do Parlamento.
Por se tratar de uma questão ética e de consciência, os deputados puderam exercer seu voto de acordo com suas crenças pessoais e não sob a disciplina de voto de seus respectivos partidos.
A legislação atual em Inglaterra e País de Gales permite o aborto nas primeiras 24 semanas de gestação, mas a Lei de Crimes contra a Pessoa de 1861, que a sustenta, tipifica que, fora dessas condições, continua sendo um delito penal e pode levar à prisão perpétua, exceto em casos específicos em que se comprove que a vida da mãe está em perigo.
De acordo com os últimos dados oficiais, mais de 250 mil abortos foram realizados em Inglaterra e País de Gales em 2022.
A emenda, apresentada pela deputada trabalhista Tonia Antoniazzi e agora apoiada pela Câmara dos Comuns, visa modificar a lei para evitar que as mulheres sejam investigadas, presas, processadas ou encarceradas por interromperem suas gestações além do limite legal.
A chamada “cláusula Antoniazzi” não implica, no entanto, mudanças na lei em matéria de prestação de serviços de aborto, limite de tempo, telemedicina, motivos para o aborto ou exigência de aprovação de dois médicos.
Ao expor seus argumentos, a parlamentar destacou que quase 99% dos abortos ocorrem antes da 20ª semana de gravidez, deixando o restante 1% das mulheres “em circunstâncias desesperadoras”.
Antoniazzi classificou como “farsa” os três casos em que algumas mulheres foram presas por crimes de aborto ilegal entre 1861 e 2022. Ela afirmou que a legislação até agora em vigor, proveniente da época vitoriana e aprovada em um Parlamento composto exclusivamente por homens, estava “obsoleta”, e era cada vez mais usada contra mulheres e meninas “vulneráveis”.
Entre os opositores à emenda estavam a líder do Partido Conservador, Kemi Badenoch, e outros deputados de seu partido, como Caroline Johnson, que afirmou que quanto mais tarde na gravidez ocorre o aborto, mais complicações médicas a mulher que se submete ao procedimento pode sofrer.
A Sociedade para a Proteção das Crianças Não Nascidas afirmou que a emenda é uma “proposta extrema e perigosa” que “efetivamente descriminalizaria os abortos”.
*Com informações da Agência EFE

Dias atrás, li uma entrevista com a apresentadora Xuxa Meneghel, conhecida como a Rainha dos Baixinhos, na qual ela desabafava sobre os julgamentos que sofre simplesmente por se permitir envelhecer. Criticada nas redes sociais, ela relata os ataques constantes à sua aparência física: a pele, o rosto, os sinais do tempo e, especialmente, os cabelos brancos, que para muitas mulheres se tornam símbolo de resistência e liberdade. O relato me levou a refletir sobre a cobrança implacável que recai sobre nós, mulheres, sobretudo após os 40 anos.
Nosso corpo é uma máquina, sim, mas uma máquina viva, que carrega histórias, memórias e transformações. E diferentemente da ilusão vendida por certos padrões estéticos, essa máquina não é perfeita, muito menos imutável. Ao longo do tempo, ela muda, se adapta, se desgasta e se reinventa. E isso é natural. A fisiologia humana se transforma com o envelhecimento e essa transformação precisa ser respeitada. Não apenas internamente, em silêncio, mas também externamente, com dignidade. O envelhecimento é um processo que merece reconhecimento e não julgamento.
Infelizmente, nem todas as mulheres têm condições de atender ao padrão estético imposto. Cirurgias plásticas, procedimentos caríssimos, aplicações constantes de botox. E mesmo aquelas que podem arcar com esses procedimentos, muitas vezes escolhem não fazer procedimentos e pronto.
Mas essa escolha vem com um preço. A sociedade cobra. Cobra alto. Porque ainda vivemos sob uma lógica em que envelhecer é permitido aos homens, mas não a nós. Um homem grisalho é considerado maduro, charmoso, atraente. Um sinal de prestígio. Já uma mulher de cabelos brancos é vista como relaxada, como alguém que “se deixou levar”, como quem não se cuida mais. O mesmo cabelo branco que encanta num homem é motivo de crítica cruel numa mulher.
Essa cobrança é tão desigual quanto perversa. Ela revela o quanto somos empurradas para um padrão que não é nosso, que não nasce de uma vontade própria, mas de uma exigência social violenta e, muitas vezes, capitalista. E isso pesa ainda mais para quem trabalha com a imagem ou com a voz porque, de alguma forma, o corpo também aparece. A estética passa a ser parte da “embalagem” profissional.
Nesse contexto, é desesperador perceber quantas mulheres se submetem a procedimentos e sacrifícios físicos e mentais apenas para manter um padrão que nunca foi feito para elas. Um padrão que, em vez de incluir, exclui. Que, em vez de acolher, oprime. E que, em vez de libertar, aprisiona.
Talvez esteja na hora de observarmos a verdadeira beleza. De entendermos que rugas contam histórias, que cabelos brancos são medalhas do tempo, e que amadurecer não deveria ser um peso, mas uma conquista.

Nesta segunda-feira (16), o presidente da Embasa, Gildeone Almeida, e o prefeito José Ronaldo assinaram o aditivo ao contrato de programa que rege a prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município de Feira de Santana até 2050, conforme as normas do marco legal do saneamento. Ao todo, o contrato prevê um volume de investimentos na ordem de R$ 1,3 bilhão.
No evento, o governador Jerônimo Rodrigues autorizou a licitação da primeira etapa da obra de ampliação do sistema de esgotamento sanitário (SES) na região da avenida Artêmia Pires, em Feira de Santana, além do projeto de esgotamento no distrito de Humildes e obras de abastecimento de água em diversas localidades. A secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS), Larissa Moraes, também participou da solenidade.
Para o governador da Bahia, o contrato com os novos investimentos demonstra o compromisso do Governo do Estado, SISH e Embasa com os serviços de saneamento básico do município de Feira de Santana. “Contrato feito para que a gente chegue à universalização do esgotamento sanitário e manter o que nós hoje temos de praticamente 100% de abastecimento de água. Então, a nossa responsabilidade é manter até 2050 todo esse compromisso dos investimentos”, reforçou o governador.
Para o presidente da Embasa, Gildeone Almeida, a aplicação de recursos em esgotamento sanitário vai beneficiar diretamente os moradores destas áreas com mais qualidade de vida. “São investimentos que estão dentro do contrato assinado visando ampliar a cobertura do serviço de esgotamento sanitário de Feira de Santana acima dos 90% que determina a legislação. Em relação ao abastecimento de água, as obras a serem realizadas deverão aumentar a oferta de água tratada para as localidades da zona rural, principalmente no período de estiagem”, reforça.
*Em andamento* – Com um empreendimento na fase final de execução, da ordem de R$ 339 milhões, a Embasa está modernizando o Sistema Integrado de Abastecimento de Água, que atende, além de Feira de Santana, os municípios de Conceição de Feira, São Gonçalo, Santanópolis, Santa Bárbara e Tanquinho, e 87 localidades desta região. Com a ampliação das redes adutoras e distribuições, além de modernização das estações de tratamento de água e de bombeamento, o empreendimento, que está na fase final de construção e operação, vai reforçar a produção de água para os próximos 30 anos.
*Novos Investimentos* – A obra de ampliação do sistema de esgotamento sanitário na região da Artêmia Pires integra o projeto Bacia do rio Pojuca. Nesta primeira etapa, a obra implantará 12,1 km de rede coletora de esgoto, 5,2 km de tubulações pressurizadas e 700 ramais prediais, levando saúde e qualidade de vida para milhares de pessoas. O investimento é de R$ 20 milhões.
Para os distritos de Humildes, Maria Quitéria e Bonfim de Feira, foi autorizada a licitação para a elaboração do projeto de implantação do sistema de esgotamento sanitário.
Também foram autorizadas as obras de extensão de rede de abastecimento de água para as localidades de Bebedouro, Osmundo e Honorato, no distrito de Jaguara, com investimento de R$877 mil e o projeto de ampliação da rede de abastecimento das localidades de Rio do Peixe, Sete Portas e Barra, em Jaguara, com investimento de R$140 mil.

No próximo dia 26 de junho, quando é celebrado o Dia Internacional de Combate às Drogas, a ADRA – Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais promoverá uma programação especial com os acolhidos do Projeto Pró Vida, localizado no município de Cachoeira (BA).
A iniciativa inclui uma roda de conversa online com Marcos Roberto, ex-dependente químico que passou pelo projeto e hoje atua como coordenador de projetos da ADRA no Maranhão. Ele compartilhará com os participantes sua trajetória de superação e recomeço.
O Pró Vida é um projeto social da ADRA que atende homens a partir de 18 anos em situação de dependência química, oferecendo um acolhimento humanizado, com acompanhamento psicológico, social e clínico. O trabalho é realizado de forma integrada por uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogo, assistente social, terapeuta ocupacional, enfermeira e técnicos de enfermagem, com o objetivo de promover a recuperação física, emocional e social dos acolhidos.
Além da busca espontânea por parte das famílias, o projeto mantém uma parceria com a Prefeitura de Salvador, acolhendo até 35 pessoas em situação de rua, com idades entre 21 e 59 anos, que enfrentam o desafio da dependência química. A unidade também busca suporte e encaminhamentos junto aos equipamentos de saúde do município de Cachoeira, fortalecendo a rede de cuidados e ampliando o acesso a serviços complementares de saúde.
Os resultados incluem histórias inspiradoras de recuperação e reinserção social. Um dos casos mais marcantes é o de um ex-acolhido que, após concluir o tratamento, foi aprovado em um concurso público federal, casou-se e reconstruiu os vínculos familiares.
A ação faz parte do compromisso contínuo da ADRA em promover acolhimento, cuidado e transformação de vidas, reforçando a importância de oferecer oportunidades reais de recomeço para pessoas em situação de vulnerabilidade.