
O papa Francisco, de 88 anos, foi internado para realizar exames e continuar o tratamento contra uma bronquite, nesta sexta-feira, 14. O Vaticano comunicou a internação.
O Vaticano informou em nota oficial que, depois de concluir suas audiências, o papa Francisco deu entrada no Policlinico Agostino Gemelli. O objetivo foi a realização de exames diagnósticos essenciais e a continuidade do tratamento da bronquite em ambiente hospitalar.
Desde o início de fevereiro, o pontífice enfrenta essa bronquite e teve dificuldades para discursar durante compromissos religiosos recentes. Em pelo menos duas ocasiões, pediu a um assessor que lesse o sermão, pois relatou “dificuldades respiratórias”. Durante uma cerimônia nesta semana, apresentou sinais de cansaço e esforço para respirar.

Francisco lidera a Igreja Católica desde 2013. Nos últimos dois anos, sofreu diversos problemas de saúde, como dores nos joelhos e nos quadris, inflamação no cólon e uma cirurgia para correção de hérnia. Além disso, passou por pequenos acidentes domésticos, incluindo uma queda em janeiro e um hematoma no queixo registrado em dezembro de 2024.
Na juventude, perdeu parte de um dos pulmões. Em 2023, permaneceu três dias hospitalizado para tratar uma bronquite com antibióticos.
No início de fevereiro, o pontífice informou aos fiéis, durante uma audiência semanal, que tinha um “forte resfriado”. Posteriormente, o Vaticano esclareceu que se tratava de bronquite. Por causa do problema de saúde, o papa realizou algumas audiências em sua residência.
Informações Revista Oeste

O cineasta brasileiro Cacá Diegues morreu na madrugada desta sexta-feira, 14, no Rio de Janeiro. Ele tinha 84 anos e teve complicações em uma cirurgia.
Até o momento, não foi informado em que hospital ele estava internado, nem o procedimento ao qual ele foi submetido. Também não há informações sobre velório nem enterro.
Carlos José Fontes Diegues era um dos cineastas mais importantes do Brasil. Foi um dos principais nomes do Cinema Novo, movimento cinematográfico que revolucionou o cinema brasileiro nos anos 1960.
Nascido em 19 de maio de 1940, em Maceió (AL), mudou-se ainda jovem para o Rio de Janeiro, onde estudou no Colégio Santo Inácio e na Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ).

Sua trajetória no cinema começou nos anos 1960, com curtas e médias-metragens. Seu primeiro longa, Ganga Zumba (1964), abordava a resistência negra no Brasil, um tema recorrente em sua filmografia. Outros filmes marcantes desse período foram Os Herdeiros (1969) e Quando o Carnaval Chegar (1972).
Nos anos 1970 e 1980, Diegues consolidou sua carreira com filmes como Joanna Francesa (1973), estrelado por Jeanne Moreau, e Bye Bye Brasil (1979). Nos anos 1980, dirigiu Quilombo (1984), sobre a história de Palmares, e Um Trem para as Estrelas (1987), que retrata a vida urbana e os desafios da juventude brasileira.
Cacá Diegues também se destacou no cinema internacional. Seu filme Deus É Brasileiro (2003) teve boa recepção no exterior e revelou um lado mais filosófico do cineasta. Em 2018, ele lançou O Grande Circo Místico, selecionado para representar o Brasil no Oscar.
Além de cineasta, teve papel fundamental na criação da Retomada do Cinema Brasileiro, nos anos 1990, e no fortalecimento do audiovisual no país.
Cacá Diegues era pai de quatro filhos, sendo dois do casamento com a cantora Nara Leão. Era casado, desde 1981, com a produtora de cinema Renata Almeida Magalhães.
Ele deixa três netos.
Informações Revista Oeste
Nesta quinta-feira (13), a Polícia Federal interceptou uma encomenda entregue pelos Correios, em Feira de Santana, contendo 10 cédulas falsas de R$ 100, com a mesma numeração de série.
Uma mulher de 25 anos foi presa após ter recebido a encomenda contendo as cédulas falsas em agência dos Correios.
A presa foi conduzida ao Posto da Polícia Federal em Feira de Santana, onde foi autuada pelo crime de moeda falsa.
Ascom

O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, anunciou nesta quinta-feira (13) a autorização para abertura do processo administrativo de chamamento público com o objetivo de negociar a antecipação dos precatórios do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério). O processo busca atrair bancos ou instituições financeiras interessadas em adquirir os créditos, permitindo que os recursos sejam liberados antes do prazo previsto, que é 2026.
O anúncio foi feito durante uma reunião realizada no auditório da Secretaria de Educação, que contou com a presença de centenas de professores, além do secretário de Educação e vice-prefeito, Pablo Roberto; do procurador geral do Município, Guga Leal; do diretor-presidente da Agência Reguladora de Feira de Santana, Moura Pinho; do líder do Governo na Câmara, vereador José Carneiro Rocha; e do ex-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Hamilton Ramos.
Em entrevista ao Programa Jornal do Meio Dia, José Ronaldo afirmou que a reunião foi essencial para esclarecer os detalhes do processo.
“Hoje de manhã tivemos uma reunião com uma quantidade extraordinária de pessoas na Secretaria de Educação. Autorizamos a publicação oficial para que o município desencadeie o chamamento público para empresas financeiras ou não que tenham interesse em adquirir os precatórios do município”, afirmou.
O pagamento dos precatórios do Fundef beneficia professores que estiveram na ativa entre 1997 e 2006, período em que a União repassou valores menores do que o devido aos municípios. Do total, 60% dos recursos serão destinados aos docentes e 40% serão aplicados na manutenção da educação municipal.
Com a publicação do chamamento no Diário Oficial, empresas interessadas poderão apresentar propostas.
“Depois dessa autorização, vão aparecer as empresas que desejam adquirir os precatórios. Aquela que oferecer a melhor vantagem para o município será a vencedora. Após o recebimento das propostas, marcaremos um novo encontro para apresentar tudo aos professores. Nada será feito sem ouvi-los”, garantiu o prefeito.
O processo de negociação ocorre de forma opcional para cada professor beneficiado, sendo possível aderir ou não à antecipacão do pagamento, que será realizada mediante deságio junto à instituição financeira vencedora do certame.
A Câmara Municipal de Feira de Santana realizou, nesta quinta-feira (13), uma audiência pública para discutir a aplicação da lei nº 4162/2023, que regula os sons urbanos, estabelecendo limites e horários permitidos, além de dispor sobre a doação e destruição de equipamentos sonoros apreendidos por infrações. A iniciativa partiu da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Casa e contou com a presença de representantes do Executivo, da Polícia Militar, comerciantes, donos de paredões e vereadores.
O vereador Galeguinho SPA, integrante da CCJR e propositor da audiência, destacou a importância do debate.
“Foi uma audiência bastante produtiva. Tivemos representantes de diversas categorias e a presença de muitos interessados na galeria. Isso demonstra que é um assunto que precisa ser debatido na Casa. Discutimos a possibilidade de um espaço adequado, disponibilizado pelo município, para que os amantes do som automotivo possam se reunir de forma legalizada, sem que isso seja associado apenas a coisas negativas”, afirmou.

Outro ponto debatido foi a flexibilização da lei, que antes previa a confiscação definitiva dos equipamentos. Segundo o vereador, a nova legislação permite que os proprietários recuperem os equipamentos dentro de um prazo estipulado.
“Havia uma lei de 2017 que judicializava todo o material apreendido, sem chance de recuperação. Agora, o equipamento será encaminhado à Secretaria de Meio Ambiente e o dono terá 60 dias para regularizar a situação mediante pagamento de multa e assinatura de um termo de conduta”, explicou Galeguinho SPA.
Representando o Comando de Policiamento Regional Leste, o Major Cardoso ressaltou a relevância da audiência para equilibrar os interesses da população e dos adeptos do som automotivo.

“A iniciativa da Casa Legislativa é fundamental para conscientizar a população e disciplinar o uso do som automotivo. Foram pontuadas grandes discussões para garantir que haja um equilíbrio entre o direito ao entretenimento e o respeito à tranquilidade da coletividade”, destacou.
O Major também trouxe dados sobre a poluição sonora em Feira de Santana.
“Em 2024, o CICOM da Secretaria de Segurança Pública (SSP) registrou 17.800 chamados referentes à poluição sonora, sendo essa a ocorrência mais frequente no ranking de solicitações à Polícia Militar. Durante as abordagens, a PM prioriza a conscientização antes da aplicação de medidas repressivas. Na maioria dos casos, os envolvidos acatam a orientação, mas quando há desobediência, a lei prevê a apreensão do equipamento e a condução do infrator”, explicou.
*Com informações da repórter Isabel Bomfim do De Olho Na Cidade

O vereador Flavio Arruda (Galeguinho SPA/ UB), utilizou a tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana, nesta semana, para alertar sobre o avanço preocupante do surto de esporotricose na cidade. A doença, causada por um fungo e transmitida principalmente por arranhaduras ou mordidas de gatos infectados, representa um risco significativo à saúde pública e animal.
O parlamentar cobrou das autoridades municipais e estaduais medidas urgentes, como campanhas de conscientização, acesso a diagnóstico e tratamento adequado, além de ações preventivas para conter a disseminação da doença. O vereador destacou também a importância de uma resposta rápida e eficaz para proteger o bem-estar da população e dos animais.
“Continuarei cobrando soluções para garantir o bem-estar da nossa gente e dos nossos animais”, afirmou Galeguinho SPA.

Elon Musk, dono da Tesla e SpaceX e assessor do governo de Donald Trump, do presidente dos Estados Unidos, acusou o governo Joe Biden de financiar a vitória de Lula contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022. Ele fez a publicação em sua conta no X, rede social da qual é o maior acionista. Segundo o jornal O Globo, o post foi uma resposta ao senador republicano Mike Lee (Utah), que se reuniu nesta quarta-feira (13) com o deputado federal brasileiro Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
“Se o governo dos EUA tivesse financiado a derrota de Bolsonaro por Lula, isso te incomodaria? Eu ficaria lívido. Quem está comigo nessa?”, publicou Lee em seu perfil pessoal em resposta a uma página argentina de direita bloqueada pela Justiça brasileira que reproduziu, sem evidências, a informação de que Biden financiou a “fraude eleitoral contra Bolsonaro no Brasil a partir da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAid), em referência à agência americana de ajuda estrangeira na mira de Trump e Musk.
Musk então respondeu o senador: “Bem, o ‘deep state’ dos EUA fez exatamente isso”, em referência à expressão “Estado profundo”, comumente usada entre conspiracionistas para se referir à existência de um braço paralelo do governo americano que operaria à revelia dos governantes eleitos.
O posicionamento de Elon Musk, que chefia o Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês), ocorre dois dias após Eduardo Bolsonaro aterrissar em Washington D.C. para se reunir com congressistas aliados de Trump, incluindo Lee, em busca de informações que corroborem a narrativa bolsonarista de que os EUA interviram a favor de Lula em 2022.
Informações Bahia.ba

A Disney anunciou uma reestruturação significativa em suas políticas de diversidade, equidade e inclusão, frequentemente referidas como DEI ou ‘woke’. Essa mudança faz parte de um movimento mais amplo de adaptação aos desafios e exigências do mercado, seguindo exemplos de outras empresas que revisaram suas ações voltadas para essas agendas no ano anterior. A empresa busca alinhar suas práticas com seus objetivos de negócios, sem desconsiderar a importância da representação variada.
Segundo a Reuters, entre as mudanças anunciadas, está a reforma do programa “Reimagine Tomorrow“, anteriormente focado na ampliação de histórias e vozes sub-representadas. Esta iniciativa será substituída por um novo enfoque sob o nome “MyDisneyToday“, sinalizando uma tentativa de integrar o conceito de diversidade com os objetivos atuais da empresa, como recrutamento de talentos e promoção de uma cultura inclusiva e unificada.

A Disney está propondo que o “MyDisneyToday” se concentre em atrair os melhores talentos, promovendo uma cultura que une diversidade e a representação de um público global. O foco não está apenas na amplificação de vozes sub-representadas, mas sim em como a empresa pode refletir melhor seus consumidores através de seu corpo de funcionários. Este enfoque sinaliza um retorno aos fundamentos de negócios, onde a inclusão serve como um catalisador para o crescimento e inovação empresarial.
Uma das diretrizes essenciais desse novo programa é concentrar-se em comunidades historicamente negligenciadas, oferecendo a elas novas oportunidades e recursos. Com isso, a Disney espera não só retratar com mais precisão essas comunidades em suas produções, mas também assumir um papel ativo no desenvolvimento social e econômico desses grupos.
Além dessas mudanças em suas políticas de programa, a Disney está ajustando seus critérios de avaliação de funcionários. Atualmente, a avaliação dos colaboradores se baseia em 70% nas metas de desempenho financeiro e 30% em fatores como diversidade. A partir de agora, um novo elemento, a “estratégia de talentos”, entrará em vigor. Este critério avaliará a capacidade dos líderes em promover os valores centrais da Disney, substituindo, em parte, a meta de inclusão e diversidade para refletir mais alinhadamente os interesses dos consumidores.
Essa nova estratégia busca garantir que os líderes da Disney não apenas compreendam, mas também integrem essas diretrizes de maneira que fomente o sucesso global da companhia, mantendo-se competitiva e relevante no mercado contemporâneo.
Outra área que sofreu ajustes significativos é a representação de conteúdos clássicos da Disney. A empresa decidiu atualizar a linguagem dos avisos que acompanham alguns de seus filmes, que antes alertavam os espectadores sobre representações culturais negativas ou inadequadas. No lugar disso, os novos avisos esclarecem que esses conteúdos são apresentados em seu formato original e podem conter elementos estereotipados.
Essa abordagem reflete um equilíbrio entre preservar o legado cultural e reconhecer as sensibilidades contemporâneas do público. A Disney está ciente da importância de contextualizar suas produções culturais, assegurando que isso não comprometa as experiências autênticas dos espectadores nem o patrimônio artístico da empresa.
A partir das recentes decisões estratégicas, a Disney demonstra um comprometimento com práticas de negócios inovadoras ao mesmo tempo em que equilibra sua herança cultural com o compromisso contínuo de inclusão. Ao integrar políticas que refletem as necessidades e as expectativas diversificadas de seu público e dos funcionários, a empresa espera conduzir seus futuros projetos de forma a ressoar de maneira mais profunda com as audiências atuais e futuras.
Informações TBN

A Caixa Econômica Federal realiza nesta quinta-feira, 13, o concurso 2.828 da Mega-Sena, com prêmio estimado em R$ 53 milhões.
O sorteio vai ter transmissão ao vivo nas redes sociais do banco, a partir das 20h.
A Mega-Sena paga o prêmio principal para quem acertar os seis números sorteados. Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números (quadra e quina, respectivamente).
Para jogar, o apostador deve marcar de seis a 20 números do volante, de forma manual ou automática (Surpresinha). Além disso, é possível concorrer com a mesma aposta por até 12 concursos consecutivos (Teimosinha).
Os jogadores podem fazer as apostas até uma hora antes do sorteio em qualquer casa lotérica ou pelo site/app da Caixa.

Os sorteios da Mega são realizados três vezes por semana: terças, quintas e sábados. A aposta mínima, de seis números, custa R$ 5.
Para quem joga pelo site da Caixa, o valor mínimo para apostar é de R$ 30, seja para uma única aposta, seja para mais.
O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação. Dessa porcentagem:
Caso não haja acertador em nenhuma faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.
Segundo a Caixa, os prêmios prescrevem 90 dias depois da data do sorteio. Depois desse prazo, os valores vão para o Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).
Informações Revista Oeste

O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou um potencial superfaturamento de R$ 12,6 milhões em um contrato da Petrobras com o Consórcio Tomé-Technip. O acórdão que relata os problemas e dá prazo de 90 dias à estatal para quantificar o dano tem data desta última quarta-feira, 12.
A questão envolve pagamentos de indenizações por paralisações na refinaria Presidente Bernardes, localizada em Cubatão, São Paulo, em função de condições climáticas.
O contrato, firmado em 2011, no governo de Dilma Rousseff, previa um investimento de R$ 1,16 bilhão em serviços de engenharia na refinaria. Parte do acordo incluía uma cláusula que autorizava compensações financeiras para custos derivados de paralisações devido a condições meteorológicas adversas, como chuvas intensas e descargas atmosféricas.

Em 2013, a Petrobras adicionou um aditivo contratual de R$ 29 milhões, destinado ao aluguel de uma cobertura insuflável com o objetivo de minimizar os impactos climáticos nas operações. Entretanto, mesmo com essa estrutura, os pagamentos por paralisações decorrentes de condições meteorológicas continuaram, levantando suspeitas de irregularidades.
Segundo o TCU, a Petrobras realizou uma simulação inicial que previa 112 dias de paralisação, ao custo de R$ 30,9 milhões. No entanto, o período real de paralisação foi de 49,7 dias, mas os pagamentos chegaram a R$ 31,6 milhões. Isso resultou em um custo diário indenizado 130% superior ao estimado inicialmente.
“Entende-se, portanto, que o Contrato 0800.0063833.10.2 não previu indenização de subempreiteiros e de ferramentas, de forma a manter-se o indício de superfaturamento calculado no Anexo B da instrução anterior, de R$ 12.662.123,80 decorrente da parcela de sobrepreço de R$ 275.263,56 por dia multiplicada pelo prazo de extensão de 46 dias considerado na planilha apresentada na peça 19, p. 10-11”, afirma o relatório.
A metodologia adotada para calcular as indenizações baseava-se no Demonstrativo de Formação de Preços (DFP) da Petrobras, modelo já considerado inadequado pelo TCU em decisões anteriores. A Petrobras alegou dificuldades operacionais para atender à determinação do TCU, devido à dispersão dos documentos e a mudanças na equipe responsável pelo contrato.
O Consórcio Technip afirmou que “o contrato seguiu estritamente os termos pactuados” e que qualquer revisão retroativa violaria os princípios de segurança jurídica e autonomia contratual. Diante dessas alegações, o TCU determinou que a Petrobras deve recalcular os valores das indenizações em 90 dias, utilizando uma metodologia correta.
Se o superfaturamento for confirmado, a Petrobras deverá ressarcir os cofres públicos. O TCU classificou o caso como dano ao Erário e ressaltou que a responsabilização é imprescritível.
Informações Revista Oeste