
A Suprema Corte dos Estados Unidos, em uma decisão de cinco a quatro, permitiu que o governo de Donald Trump prosseguisse com a deportação de supostos membros de gangues venezuelanas para uma prisão em El Salvador, levantando a ordem que bloqueava essas deportações.
A decisão baseou-se na Alien Enemies Act, uma lei do século 18 utilizada para acelerar as remoções.
O tribunal determinou que os detentos têm o direito de serem notificados sobre a remoção e de contestá-la em um tribunal federal no Texas, próximo ao local onde estão detidos.
Esta decisão veio depois de litígios liderados pelo juiz distrital James Boasberg, que havia inicialmente bloqueado as remoções, levando o presidente Donald Trump a pedir seu impeachment.

Depois de uma proclamação presidencial, o governo Trump começou a transferir alguns migrantes para o Centro de Confinamento de Terrorismo em El Salvador.
Os detidos não foram informados sobre seu destino ou tiveram a oportunidade de assistência legal antes da deportação. A chegada dos migrantes foi amplamente divulgada nas redes sociais pelo presidente salvadorenho.
Os juízes John Roberts, Clarence Thomas, Samuel Alito, Neil Gorsuch e Brett Kavanaugh salientaram que a questão era tecnicamente sobre a escolha do tribunal adequado para contestar as remoções, através do processo de habeas corpus no distrito de detenção.
A maioria afirmou que “para toda a retórica das dissidências”, a decisão foi uma questão técnica.
A juíza Sonia Sotomayor, com apoio de Elena Kagan, Ketanji Brown Jackson e, em parte, Amy Coney Barrett, criticou a rapidez da decisão da Suprema Corte. Sotomayor escreveu: “Como nação e tribunal, precisamos ser melhores que isso”.
Esse é o terceiro caso ligado à política de Trump decidido por uma maioria apertada de 5 a 4. Em dois deles, o governo venceu com decisões emergenciais; no outro, perdeu. Os votos de Roberts e Barrett foram fundamentais — os quatro conservadores votaram com o governo, e os quatro liberais, contra.
O caso envolvia uma ordem de deportação baseada em segurança nacional, um tema que a Suprema Corte costuma tratar com muita seriedade. Trump usou a Alien Enemies Act, associando a gangue Tren de Aragua a um governo inimigo, o que gerou novas discussões legais. A ACLU criticou essa abordagem, dizendo que tratar a migração como um ato de guerra era errado e que muitos venezuelanos foram confundidos com membros de gangues.
Desde o início do processo, nenhum migrante foi solto. Alguns seguem detidos nos EUA, outros foram deportados pelos meios tradicionais. A primeira decisão judicial travou uma ação do governo que queria passar uma mensagem dura aos migrantes e acalmar preocupações sobre segurança nacional.
Desde o início da gestão Trump, a Casa Branca já vinha buscando formas de contornar os tribunais de imigração, especialmente em ações contra grupos como a gangue MS-13 de El Salvador.
Informações Revista Oeste

Juscelino Filho decidiu romper o silêncio e oficializar o seu pedido de demissão do Ministério das Comunicações, que será entregue a Lula ainda na noite desta terça-feira, 8.
Em nota, Juscelino Filho disse ter tomado “uma das decisões mais difíceis da minha trajetória pública”. “Não o fiz por falta de compromisso, muito pelo contrário. Saio por acreditar que, neste momento, o mais importante é proteger o projeto de país que ajudamos a construir e em que sigo acreditando”, declarou.
O maranhense afirmou que deixa o Ministério das Comunicações “com a cabeça erguida e o sentimento de dever cumprido”, e que sua decisão é “um gesto de respeito ao governo e ao povo brasileiro”.
“Nunca tive apego ao cargo, mas sempre tive paixão pela possibilidade de transformar a vida das pessoas”, declarou. “As acusações que me atingem são infundadas, e confio plenamente nas instituições do nosso país, especialmente no Supremo Tribunal Federal, para que isso fique claro. A justiça virá.”

Leia a íntegra do posicionamento:
“Hoje tomei uma das decisões mais difíceis da minha trajetória pública. Solicitei ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva meu desligamento do cargo de ministro das Comunicações. Não o fiz por falta de compromisso, muito pelo contrário. Saio por acreditar que, neste momento, o mais importante é proteger o projeto de país que ajudamos a construir e em que sigo acreditando.”
“Nos últimos dois anos e quatro meses, vivi a missão mais desafiadora — e, ao mesmo tempo, mais bonita — da minha vida pública: ajudar a conectar os brasileiros e unir o Brasil. Trabalhar por um país onde a inclusão digital não seja privilégio, mas direito. Levar internet onde antes só havia isolamento. Criar oportunidades onde só havia ausência do Estado.”
“Tive o apoio incondicional do presidente Lula. Um líder a quem admiro profundamente e que sempre me garantiu liberdade e respaldo para trabalhar com autonomia e coragem. Nunca tive apego ao cargo, mas sempre tive paixão pela possibilidade de transformar a vida das pessoas — especialmente das que mais precisam.”
“A decisão de sair agora também é um gesto de respeito ao governo e ao povo brasileiro. Preciso me dedicar à minha defesa, com serenidade e firmeza, porque sei que a verdade há de prevalecer. As acusações que me atingem são infundadas, e confio plenamente nas instituições do nosso país, especialmente no Supremo Tribunal Federal, para que isso fique claro. A justiça virá!”
“Retomarei meu mandato de deputado federal pelo Maranhão, de onde seguirei lutando pelo Brasil. Com o mesmo compromisso, a mesma energia e ainda mais fé.”
“Saio do Ministério com a cabeça erguida e o sentimento de dever cumprido. O Brasil está em outro patamar. Estamos levando banda larga a 138 mil escolas, destravamos o Fust – que estava parado há mais de duas décadas – para investimento de mais de R$ 3 bilhões em projetos de inclusão digital, entregamos mais de 56 mil computadores em comunidades carentes, estamos conectando a Amazônia com 12 mil km de fibra óptica submersa e deixamos pronta a TV 3.0, que vai revolucionar a televisão aberta no país.”
“É esse legado que deixo. E é com ele que sigo, de pé, lutando por justiça, pela democracia e pelo povo brasileiro.”
“Meu agradecimento a toda a minha equipe, ao presidente Lula, mais uma vez, ao meu partido União Brasil e, em especial, ao povo do Maranhão que me escolheu para ser seu representante na vida pública. Me orgulha muito ser maranhense e poder ter contribuído com meu Estado e meu País.”
Juscelino Filho decidiu por se demitir depois de ter sido denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por suspeita de corrupção passiva e outros crimes relacionados ao desvio de emendas.
O maranhense optou por esperar Lula desembarcar em Honduras para oficializar sua demissão do governo e, assim, evitar possíveis constrangimentos com o petista. No ano passado, o presidente afirmou que afastaria o maranhense caso ele fosse denunciado pela PGR.
Com a saída do governo, Juscelino Filho deve retornar para o seu mandato como deputado federal. Ele havia se licenciado do cargo para assumir o Ministério das Comunicações em 2023.
O ministro de Lula tornou-se alvo da Polícia Federal (PF) em um inquérito que investiga desvio de emendas parlamentares para pavimentar ruas da cidade de Vitorino Freire (MA). Os crimes imputados são corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
À época, o município era governado por Luanna Resende, irmã do maranhense. As obras teriam sido bancadas por emendas indicadas quando Juscelino era deputado federal.
Informações Revista Oeste

Abril chegou com uma maratona de compromissos para o Esporte Clube Bahia. O clube terá que conciliar a disputa da Série A do Campeonato Brasileiro, a fase de grupos da Copa Libertadores da América e momentos decisivos tanto na Copa do Brasil quanto na Copa do Nordeste. A equipe, comandada por Rogério Ceni, tenta transformar o ritmo equilibrado do início da temporada em uma sequência sólida de atuações e resultados.
A temporada de 2025 começou com o pé direito para o Tricolor. O título do Campeonato Baiano veio após dois confrontos acirrados com o rival Vitória, garantindo o 50º troféu estadual da história do clube — um marco importante que reforça a hegemonia regional do Bahia e dá moral para os desafios que seguem no calendário.
Final do Baianão
Na decisão estadual, o Bahia venceu o jogo de ida por 1 a 0 no Barradão, com gol de Everton Ribeiro já no segundo tempo. Na volta, diante de um público expressivo na Fonte Nova, o empate por 1 a 1 foi suficiente para selar a conquista. Cauly balançou as redes logo no começo da partida, e Osvaldo, pelo Vitória, igualou no segundo tempo. Com vantagem no placar agregado e controle da partida, o time de Rogério Ceni soube administrar bem o resultado.
Com o estadual encerrado, o foco agora se divide entre cinco competições:
Abril intenso para o clube
Na Libertadores, o Bahia tem dois jogos importantes:
Pela Série A do Brasileirão, o cronograma também é intenso:
Empate na Vila Belmiro e análise de Ceni
No último sábado (06), o Bahia ficou no 2 a 2 com o Santos fora de casa. Erick abriu o placar para o Tricolor, mas Thaciano e Diego Pituca viraram para os donos da casa. Já no fim, Luciano Juba deixou tudo igual. Após o jogo, Rogério Ceni elogiou a postura da equipe, mas reforçou a necessidade de mais regularidade longe de Salvador.
O desafio mais próximo é nesta quarta-feira (09), diante do Nacional, no Gran Parque Central. A partida vale pela segunda rodada da Libertadores e é considerada fundamental para o Bahia seguir firme na briga por uma vaga nas oitavas.
Balanço da temporada
Desde janeiro, o desempenho do Bahia tem sido positivo. A conquista do estadual veio com uma mescla entre atletas da base e titulares. Na Copa do Nordeste e na Copa do Brasil, os avanços ocorrem dentro do planejado. Na Libertadores, o time empatou com o Internacional na estreia, e no Brasileirão soma dois pontos em dois jogos, mantendo a invencibilidade.
Bilionário conversou com Trump para discutir taxas sobre importados, segundo o ‘Washington Post’. Nas redes, Musk defendeu cooperação comercial e criticou assessor do presidente.
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Elon Musk e Donald Trump em conversa com jornalistas no Salão Oval em fevereiro — Foto: REUTERS/Kevin Lamarque
O bilionário Elon Musk tem pressionado o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a reverter as tarifas recíprocas impostas na semana passada a diversos países. Segundo uma reportagem do jornal “The Washington Post” publicada nesta segunda-feira (4), Musk fez apelos diretos a Trump para reconsiderar a medida.
Atualmente, Musk lidera o Departamento de Eficiência Governamental dos Estados Unidos (DOGE, na sigla em inglês), que é uma agência criada com o objetivo de reduzir gastos e aumentar a eficiência do governo federal.
Embora não receba salário, Musk é considerado um funcionário especial da Casa Branca e um dos principais conselheiros de Trump.
Após o anúncio das tarifas, Musk publicou no X críticas a Peter Navarro, assessor de Trump visto como arquiteto do plano tarifário. Em uma postagem, o bilionário questionou a formação de Navarro, afirmando que “um PhD em Economia por Harvard é uma coisa ruim, não uma coisa boa.”
Ele também compartilhou um vídeo que mostra o economista Milton Friedman falando sobre os benefícios da cooperação comercial internacional.
De acordo com o “The Washington Post”, duas fontes familiarizadas com o assunto revelaram que Musk tentou intervir nas tarifas durante conversas com Trump. Mas, até o momento, o bilionário não teve sucesso.
O jornal cita ainda que, como CEO da Tesla, Musk vê as tarifas como prejudiciais aos negócios da empresa — que tem na China e nos Estados Unidos seus principais centros de fabricação e consumo. As tarifas aplicadas por Trump podem afetar diretamente a produção de automóveis.
O irmão de Musk, Kimbal Musk, também criticou Trump nas redes sociais. Nesta segunda-feira, ele escreveu que a medida adotada pelo governo criou um “imposto estrutural e permanente sobre o consumidor americano”.
“Quem imaginaria que Trump seria o presidente americano com os impostos mais altos em gerações?”, publicou. “Um imposto sobre o consumo também significa menos consumo. O que significa menos empregos.”
A discordância entre Elon Musk e Donald Trump ocorre em meio a rumores de que o bilionário esteja de saída do governo. Segundo o site “Politico”, o presidente já acertou com o empresário quando ele deixará o comando do DOGE.
Apesar de Musk afirmar que a informação é falsa, Trump admitiu que o bilionário pode sair do governo em breve para cuidar de seus próprios negócios. No entanto, o presidente disse que Elon Musk pode permanecer no cargo “pelo tempo que quiser”.
Informações G1

O chá de folha de cravo tem propriedades que beneficiam, de diferentes formas, o corpo humano. Com destaque para suas ações anti-inflamatórias, antioxidantes e antimicrobianas, ele é um verdadeiro aliado para a saúde.
A nutricionista Juliana Andrade, do Metrópoles, compartilhou os benefícios e cuidados no consumo dessa planta.
De acordo com a especialista, o chá de folha de cravo pode ajudar no alívio de sintomas de resfriados e gripes, além de melhorar a digestão e auxiliar no controle da pressão arterial.
“Ele é excelente para problemas intestinais, como prisão de ventre, náuseas e gases. As folhas de cravo têm compostos bioativos que ajudam na desintoxicação do organismo, o que pode contribuir para a saúde da pele”, explica.
Embora muitos busquem o chá como uma alternativa para emagrecer, a nutricionista esclarece que ele não deve ser visto como uma solução milagrosa.
“O chá de folha de cravo pode ser um ótimo aliado no processo de perda de peso, principalmente por melhorar a digestão e reduzir o inchaço abdominal, que são fatores importantes no controle do peso. Suas propriedades antioxidantes ajudam a combater a retenção de líquidos e a melhorar a saúde intestinal”, afirma.

Outro ponto positivo do chá é a riqueza de nutrientes que ele oferece. “As folhas de cravo são ricas em antioxidantes, que ajudam a proteger as células do envelhecimento precoce e doenças crônicas, como doenças cardíacas e diabetes. Também contém minerais essenciais, como cálcio, ferro e magnésio, importantes para a saúde óssea e muscular”, detalha a nutricionista.
Contraindicações
Entretanto, como toda planta medicinal, o chá de folha de cravo apresenta algumas contraindicações. Juliana alerta que pessoas com problemas no fígado ou úlceras gástricas devem consumi-lo com cautela.
“Gestantes, mulheres em fase de amamentação e pessoas que utilizam anticoagulantes devem consultar um médico antes de consumir o chá, para evitar possíveis efeitos adversos”, orienta.
Quanto à preparação, o chá é simples de fazer:
A especialista sugere que, para quem busca benefícios digestivos, o ideal é tomar uma ou duas xícaras após as refeições, mas, para quem deseja efeitos relaxantes, consumir à noite pode ser uma excelente opção.
Informações Metrópoles

O Ministério do Comércio chinês prometeu, nesta terça-feira (8/4), combater as tarifas americanas “até o fim”, após a ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de impor taxas adicionais de 50% sobre as importações chinesas.
As novas tarifas são severamente criticadas, até mesmo dentro do próprio partido republicano, e geram receios de uma recessão mundial. Muitos países buscam negociar as taxas.
Para o ministro do Comércio chinês, Wang Wentao (foto em destaque), é “um erro que se adiciona a outro erro”, referindo-se a uma verdadeira chantagem por parte dos Estados Unidos. “A China nunca aceitará isso e adotará contramedidas incisivas para proteger seus próprios direitos e interesses”, disse o ministro, que anunciou, ao mesmo tempo, medidas de apoio à economia interna.
Em resposta às novas tarifas americanas, Pequim revelou suas próprias taxas, que entrarão em vigor na quinta-feira (10/4): 34% sobre uma série de produtos estadunidenses.
Donald Trump, por sua vez, retorquiu, em uma mensagem publicada no Truth Social: ele ameaça aumentar as “tarifas” em mais 50%, a menos que a China retire imediatamente suas novas tarifas.
Se a medida for aplicada, as tarifas americanas chegariam a um total inédito de 104% sobre os produtos chineses. Washington justifica esses aumentos como represálias contra o tráfico de fentanil e os desequilíbrios comerciais persistentes.
Nos mercados, a tensão é palpável. Trump, por sua vez, minimiza o impacto, mas as consequências podem ser duradouras e os consumidores americanos podem ver os preços de muitos produtos subirem.
Pequim poderia, ainda, intensificar intercâmbios com outros parceiros, especialmente a União Europeia. A China, no entanto, insiste em afirmar que “não há vencedores em uma guerra comercial”, por isso o governo segue oficialmente aberto ao diálogo.
Um porta-voz do ministério chinês fez um apelo para que “as diferenças com a China sejam resolvidas por meio de um diálogo igualitário com base no respeito mútuo”.
Trump disse que já não quer se reunir com autoridades chinesas, mas que está disposto a negociar “acordos justos” com outros países, o que não significa que vai retroceder, ressaltou. Os mercados estavam atentos ao menor sinal de que a política de Trump seria flexibilizada, mas o presidente americano descartou essa possibilidade.
A agitação diplomática para minimizar os efeitos das sobretaxas segue em ritmo frenético. Trump acusa os parceiros econômicos dos Estados Unidos de “saqueá-los” e impôs uma tarifa universal de 10% sobre a maioria de seus produtos importados, que entrou em vigor no sábado.
Para a próxima quarta-feira (9/4), o líder norte-americano reserva sobretaxas ainda maiores para dezenas de parceiros comerciais importantes, principalmente a União Europeia (20%) e a China.
Da Ásia à Europa, os parceiros comerciais dos Estados Unidos tentam convencer Trump a aliviar as medidas.
A União Europeia propôs uma isenção tarifária total e recíproca para produtos industriais aos Estados Unidos, segundo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Mas Trump considerou a oferta “insuficiente”.
O primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, afirma ter chegado a um acordo com Trump para continuar as negociações.
Bangladesh, o segundo maior fabricante de vestuário do mundo, pediu a Washington que suspenda a aplicação de novas tarifas alfandegárias por três meses.
“Mais de 50 países entraram em contato com o governo dos Estados Unidos”, disse à NBC o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent. “Veremos se o que eles têm a oferecer é confiável”, acrescentou.
O secretário ainda afirmou que esse assunto não pode ser negociado em “dias ou semanas”, o que indica que as tarifas devem permanecer em vigor por vários meses.
Informações Metrópoles

O humorista Whindersson Nunes voltou aos holofotes poucos dias após deixar a clínica psiquiátrica onde estava internado. Ele realizou um novo show, neste domingo (6), em São Paulo.
Whindersson havia se internado voluntariamente.
O comediante subiu ao palco após anunciar uma agenda intensa de apresentações no Brasil e na Europa.
Ao entrar no teatro onde foi realizada sua apresentação, Nunes foi simpático e acenou para os fotógrafos. Essa foi sua primeira aparição pública após a internação.
No palco, ele apresentou uma nova versão do espetáculo que foi sucesso em 2023: Isso Não é um Culto. O stand-up, porém, ganhou novo nome e virou: Isso Definitivamente Não é um Culto. Entre os temas estão fim do mundo e religião.
No espetáculo, Whindersson citou sua internação. Nos próximos dias, ele vai apresentar o stand-up oito vezes, em São Paulo, e depois irá para Campinas antes da turnê internacional.
Em maio, Nunes viajará a trabalho para Portugal, Irlanda, Inglaterra, Suíça e Alemanha. O giro pela Europa vai durar nove dias. As informações são do portal Leo Dias.
Informações Pleno News

A esposa de Renato Aragão, Lilian Aragão, se pronunciou após rumores sobre a saúde do humorista ganharem força nas redes sociais.
Em entrevista ao Estadão neste domingo (6), ela classificou as especulações como infundadas e ofensivas. “A insinuação acerca do estado de saúde do Renato Aragão, além de falsa e maldosa, demonstra uma profunda falta de respeito. O Renato vai muito bem e segue cheio de humor”, disse Lilian.
A mulher de Renato rebateu as declarações de Rafael Spacca, documentarista que estuda a trajetória do grupo Os Trapalhões.
Recentemente, Spacca sugeriu que o humorista de 90 anos poderia estar enfrentando um quadro de demência ou Alzheimer — o que repercutiu negativamente entre fãs e na imprensa.
Eeternizado pelo personagem Didi Mocó, Ranato é um dos ícones do humor brasileiro ao lado de Dedé Santana, Mussum e Zacarias no grupo Os Trapalhões. Seu trabalho marcou gerações e continua sendo lembrado com carinho pelo público.
Informações Bahia.ba

Autoridades da polícia de Lisboa prenderam duas brasileiras nesta semana na capital portuguesa. Agentes descobriram que a dupla usava spas de fachada para encobrir uma rede de prostituição. Conforme notícia do site g1, Regina Episcopo, conhecida como DJ Rebeka Episcopo ou Beka, e Jacimara Berwig comandavam o esquema.
Investigações descobriram o crime por meio da operação “Last Massage”. Conforme a comissária de polícia Carina Alves, responsável pelas apurações do caso, a operação durou mais de dois anos no país europeu até chegar às brasileiras. A Polícia de Segurança Pública de Portugal foi responsável pelas prisões.
De acordo com os agentes policiais, além da prática de exploração sexual, o grupo no qual Regina e Jacimara eram líderes tem acusações de sonegação fiscal contra o sistema previdenciário de Portugal. Carina acrescentou que as brasileiras eram sócias de espaços cuja finalidade era de servir exclusivamente à prostituição.
A estratégia para mascarar a atividade, no entanto, era identificar o estabelecimento como uma casa de massagens. “Foi um longo período de investigação até conseguirmos confirmar o caso. A rede de prostituição era difundida como spa até mesmo nas redes sociais”, explicou a agente.
Nas redes sociais, o spa que funcionava como casa de prostituição dizia unir o bem estar físico e mental. Do mesmo modo, oferecia terapias de relaxamento com “experiências sensoriais intensas”.
Regina e Jacimara respondem por lenocínio, que é uma prática criminosa pela qual o objetivo é facilitar ou promover a prostituição de pessoas ou ainda tirar proveito das vítimas. O caso segue sob processo de investigação no país europeu até o julgamento, cuja data está indefinida.
Informações Revista Oeste

Em entrevista ao Oeste Sem Filtro desta segunda-feira, 7, o ex-presidente Jair Bolsonaro comentou a proposta de anistia aos presos pelos atos de 8 de janeiro e afirmou que sua resistência vem apenas de Alexandre de Moraes: “Quem não quer é um ministro do Supremo Tribunal Federal, apenas ele.”
Segundo Bolsonaro, a proposta de “anistia humanitária” ganhou apoio transversal. “Essa pauta da anistia vai ganhando corpo entre políticos, governadores, parlamentares, e a população vai se conscientizando do que está acontecendo”, disse.
“Os partidos de esquerda, PT, PCdoB, Psol, eu vejo que tem gente de alguns partidos, que eu converso também, que gostariam de votar conosco, mas ficam amarrados na orientação partidária, porque até mesmo a esquerda não concorda com o que está acontecendo”, relatou o ex-presidente.
O ex-presidente enfatizou o peso simbólico e político da manifestação pró-anistia na Avenida Paulista neste domingo, 6, e destacou a presença de oito governadores — número que representa mais da metade do PIB e da população brasileira.
Além disso, Bolsonaro revelou a estratégia que envolve articulação direta com parlamentares e coleta de assinaturas para que a proposta de anistia avance no Congresso. Como revelado pelo Placar da Anistia de Oeste, o número de apoios chegou a 191 e cresce a cada dia.
“Vamos chegar a 257 assinaturas no requerimento, para a gente apresentar para ele [o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB)]“, disse Bolsonaro. “Conversei com quase todos os líderes, do centro, sem direita e direita, e são favoráveis à anistia.”
No entanto, ele revelou que há resistência dentro do Parlamento, sobretudo pela atuação de Motta. “Ele leva pressão do ministro lá do Supremo, que não devia acontecer, isso é uma interferência”, disse, em referência a Moraes.
Bolsonaro destacou o caso da manifestante Débora, mãe de duas crianças pequenas, como símbolo da injustiça do tratamento dado aos presos. “A Polícia Federal vai buscá-la lá na sua casa, vai tirá-la do contato com seus filhos, vai arrastá-la para um camburão e levar para uma penitenciária, deixando dois filhos pequenos em casa”, refletiu.
O ex-presidente também refutou a narrativa de que os atos de 8 de janeiro tenham sido uma tentativa de golpe: “Alguma arma de fogo foi apreendida? Não, nem arma branca”, disse. “Estou também sendo acusado de depredação de patrimônio. Eu estava nos Estados Unidos, Como é que eu depredei o patrimônio?”
Ao comentar o caso do ex-assessor Filipe Martins, Bolsonaro se mostrou indignado com a multa de R$ 20 mil aplicada por Moraes pelo simples fato de Martins aparecer em uma foto de outubro de 2024. “Não tem critério, é pessoal”, criticou. “A gente tem que dar graças a Deus que não foram R$ 22 milhões, como ele multou o PL, multou só em R$ 20 mil.”
O caso do general Braga Netto também foi mencionado com preocupação. “A gente ficou sabendo que ele estava numa sala com um tratamento completamente isolado, quase que uma solitária”, revelou. “Isso é triste para a gente, porque qual foi o crime do Braga Netto?”
Bolsonaro criticou os inquéritos que o investigam e denunciou a prática conhecida como pesca probatória. “Quando foram atrás do [Mauro] Cid, atrás de uma possível vacina falsificada, no telefone dele ali, acharam outras coisas, e começaram as investigações”, recordou.
Ele também ironizou a fragilidade das acusações. “Na parte criminal, quando aparecem palavras como ‘talvez’, ‘possivelmente’, ‘quem sabe’, ali o advogado busca absolver o seu cliente”, disse.
Para Bolsonaro, Moraes não busca a verdade, mas, sim, uma narrativa. “A pessoa que é dona do inquérito, ela é vítima, ela interroga, ela vai ser juiz, ela dá dica ao delator, ela é tudo”, avaliou. “Essa pessoa não vai querer mostrar a verdade ali, ela quer mostrar que está certa e ponto final. E o objetivo é condenar.”

Bolsonaro traçou paralelos com perseguições sofridas por lideranças conservadoras ao redor do mundo, como Donald Trump, Marine Le Pen e opositores na Venezuela: “É o lawfare, o ativismo judicial”, definiu.
“Só que o Trump tinha uma força muito grande, e a Justiça lá é menos politizada do que a nossa aqui”, comparou. “Fizeram a mesma coisa na França, com a Marine Le Pen. Na Venezuela, afastaram os dois principais oponentes do Maduro, Maria Corina e o Capriles.”
Sobre as rusgas na direita, Bolsonaro apelou à união e criticou a divisão promovida por alguns influenciadores: “Conversei com alguns desse time do lado… está do nosso lado, mas tá se julgando o censor do mundo, onde alguém de direita fala alguma coisa, ele é contra e já ataca todo mundo”, criticou. “Um comportamento semelhante a esse, lá atrás, ajudou para que o Lula chegasse ao poder.”
Informações Revista Oeste