Índice de pessoas contrárias ao processo é de quase 60% dos brasileiros
Presidente Jair Bolsonaro durante conferência promovida pelo banco Credit Suisse Foto: Marcos Corrêa/PR
A maioria dos brasileiros é contra o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. É isso que indica uma pesquisa, publicada no sábado (30), que apontou que 56,4% são contrários ao impedimento do atual chefe do Executivo, enquanto 38,8% dos consultados são favoráveis. Outros 4,8% dos entrevistados não souberam ou não opinaram.
O levantamento, feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, apontou que o nível de aprovação ao impeachment é maior entre os entrevistados mais jovens, alcançando 53,3% na faixa de 16 a 24 anos. Na faixa de 25 a 34 e também na dos 35 a 44 anos, por sua vez, o percentual de pessoas contra o impeachment chega a 59%.
Em comparação ao último estudo sobre o tema, feito em abril do ano passado, o quadro se mostrou mais favorável a Bolsonaro. Na época, 42,9% dos entrevistados defendiam o impeachment, e 51,9% eram contrários. Na separação de dados por região, o Nordeste é quem mais aprova a medida, com 43,2%, enquanto 52,1% são contra.
Por outro lado, o Sul é a região onde o presidente encontra o maior apoio, com apenas 33,1% defendendo o impeachment e 63,1% contrários. Na Região Norte e Centro Oeste, 40,5% aprovam e 56,1% reprovam. Por fim, no Sudeste, 37,4% são a favor e 56,9% contra o processo de impedimento do mandato.
O Instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais. As consultas foram feitas por telefone, entre os dias 22 e 26 de janeiro, em 26 Estados, no Distrito Federal e em 204 municípios brasileiros.
Prefeito de São Paulo falou sobre as críticas que recebeu após ida para final da Libertadores
Posse do prefeito de São Paulo, Bruno Covas Foto: Afonso Braga | REDE CÂMARA
Após ser duramente criticado por ir ao estádio do Maracanã assistir a final da Copa Libertadores entre Palmeiras e Santos, que aconteceu no sábado (30) no Rio de Janeiro, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), usou sua conta no Instagram para falar sobre o assunto.
Em uma postagem na rede social, o prefeito da capital paulista afirmou que a internet “pegou pesado” e ainda chamou as críticas feitas contra ele de uma “hipocrisia generalizada”. A foto do prefeito durante o jogo de ontem foi amplamente compartilhada nas redes sociais.
– A hipocrisia generalizada que virou nossa sociedade resolveu me julgar como se eu tivesse feito algo ilegal – afirmou.
Nas redes, os internautas o criticaram sobre sua postura, após ter decretado, juntamente com o governador João Dória, o fechamento de bares, restaurantes e comércio nos fins de semana, feriados e durante a semana após às 20h durante a fase vermelha, com o intuito de conter a disseminação da Covid-19.
O prefeito disse que tomou a decisão de ir ao estádio levar seu filho, após o término de suas sessões de radioterapia e “tantas incertezas sobre a vida”. Segundo ele, “se esse é o preço a pagar para passar algumas horas inesquecíveis com meu filho, pago com a consciência tranquila”.
Além de funcionar também com grupos, a função não requer a instalação de aplicativos de terceiros no celular.
Foto: Ilustração
O Telegram já faz sucesso com seus usuários há tempo, mas passou a ganhar mais notoriedade nas últimas semanas devido ao WhatsApp ter anunciado mudanças em sua política de privacidade. Nesta semana, o Telegram ganhou um recurso interessante para quem está querendo migrar conversas do WhatsApp.
A função em questão é bem simples de ser utilizada e, além de funcionar também com grupos, não requer a instalação de aplicativos de terceiros no seu celular.
Como migrar conversas do WhatsApp para o Telegram
1. Acesse a Google Play ou App Store e atualize tanto o Telegram quanto o WhatsApp para a última versão disponível;
2. Abra o WhatsApp normalmente e entre na tela de conversa que deverá ser exportada; 3. Toque no ícone representado por três pontos e vá em Mais;
4. Clique em Exportar conversa e selecione se os arquivos de mídia devem ou não estar inclusos no processo;
5. Na janela aberta, selecione o Telegram e então o contato ou grupo que deverá receber a conversa;
6. Na mensagem que surge, toque em Importar e aguarde o processo ser realizado.
O tempo para ele ser concluído varia de acordo com o tamanho de sua conversa. Pronto! Agora, você já sabe como migrar conversas do WhatsApp para o Telegram sem ter que instalar nada no seu celular.
Canal de Silvio Santos fez mais que o dobro de pontos da média da Globo na Grande São Paulo
Palmeiras foi campeão da Libertadores em tarde de recorde de audiência para o SBT Foto: EFE/Silvia Izquierdo/POOL
A final da Libertadores da América, disputada entre Palmeiras e Santos, e vencida pelo time alviverde, não foi histórica apenas no quesito futebolístico, mas também nos números televisivos. O SBT, emissora que transmitiu a partida, teve sua melhor audiência em quase duas décadas.
A partida marcou 25 pontos de média com picos de 32, entre 17h e 19h03, na Grande São Paulo. No mesmo horário, a Globo teve média de 11 —Record teve 4 e a Band marcou 2. Desde 2004, quando a emissora marcou média de 31 pontos com a exibição de um filme da franquia Harry Potter, o canal não fazia uma pontuação tão alta.
Segundo dados prévios divulgados pelo site UOL Esporte, o SBT foi líder de audiência durante toda a partida. No primeiro tempo, entre 17h e 17h49, o canal marcou 24 pontos de média contra 10 da Globo, que prometia tocar o primeiro Big Fone da temporada do BBB21 dentro do Caldeirão do Huck para fazer o público não trocar de canal.
O pico de audiência na primeira etapa foi no por volta dos 40 minutos iniciais, com 25 pontos contra 9 da Globo. A Globo tocou o Big Fone apenas no intervalo do jogo, mas não funcionou: em São Paulo, entre 17h57 e 18h, quando o Plantão BBB foi exibido, foram 21 pontos do SBT contra 11 do especial do BBB21.
No segundo tempo, o jogo melhorou e a audiência continuou a subir. Foram 26 pontos de média com picos de 31. A Globo seguiu com 12 pontos. A transmissão começou às 16h45, com Téo José assumindo os trabalhos. Antes, o Arena SBT teve uma edição especial com Benjamin Back e sua equipe.
O programa que antecedeu a partida final do campeonato continental também bateu recorde e marcou a melhor pontuação desde a estreia. De acordo com os dados prévios, a atração teve 6 pontos de média com picos de 9 entre 15h45 e 16h40, segundo dados prévios na Grande São Paulo. A Globo ficou com 14 e a Record obteve 4.
Nas últimas 48h, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19. Até agora, são exatamente 21.972 pacientes curados, índice que representa 94,4% dos casos confirmados. Além disso, foram registrados 34 exames negativos para o vírus e 75 casos positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 48 pacientes internados no município e 860 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste domingo (31)
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE DOMINGO 31 de janeiro de 2021
Casos confirmados no dia: 75 Pacientes recuperados no dia: 40 Resultados negativos no dia: 34 Total de pacientes hospitalizados no município: 48 Óbito comunicado no dia: 0
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 860 Total de casos confirmados no município: 23.255 (Período de 06 de março de 2020 a 31 de janeiro de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 812 Total de recuperados no município: 21.972 Total de exames negativos: 33.085 (Período de 06 de março de 2020 a 31 de janeiro de 2021) Aguardando resultado do exame: 226 Total de óbitos: 417
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 21.114 (Período de 06 de março de 2020 a 29 de janeiro de 2021) Resultado positivo: 3.753 (Período de 06 de março de 2020 a 29 de janeiro de 2021) Em isolamento domiciliar: 16 Resultado negativo: 17.361 (Período de 06 de março de 2020 a 29 de janeiro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Feira de Santana não registra nenhuma morte por Covid-19 há dois dias
Nas últimas 48h, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19. Até agora, são exatamente 21.972 pacientes curados, índice que representa 94,4% dos casos confirmados. Além disso, foram registrados 34 exames negativos para o vírus e 75 casos positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 48 pacientes internados no município e 860 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste domingo (31)
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE DOMINGO 31 de janeiro de 2021
Casos confirmados no dia: 75 Pacientes recuperados no dia: 40 Resultados negativos no dia: 34 Total de pacientes hospitalizados no município: 48 Óbito comunicado no dia: 0
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 860 Total de casos confirmados no município: 23.255 (Período de 06 de março de 2020 a 31 de janeiro de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 812 Total de recuperados no município: 21.972 Total de exames negativos: 33.085 (Período de 06 de março de 2020 a 31 de janeiro de 2021) Aguardando resultado do exame: 226 Total de óbitos: 417
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 21.114 (Período de 06 de março de 2020 a 29 de janeiro de 2021) Resultado positivo: 3.753 (Período de 06 de março de 2020 a 29 de janeiro de 2021) Em isolamento domiciliar: 16 Resultado negativo: 17.361 (Período de 06 de março de 2020 a 29 de janeiro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Quais lições o presidente Bolsonaro deve extrair das derrotas sofridas por Mauricio Macri na Argentina e Donald Trump nos Estados Unidos? Afinal, em ambos os casos um presidente associado à direita não foi capaz de se reeleger, permitindo a volta da esquerda ao poder. O que esses casos dizem sobre a realidade brasileira, sempre lembrando que cada país tem suas particularidades?
Em minha opinião, cada um deles errou por motivos diferentes, ou mesmo diametralmente opostos. Macri venceu com uma plataforma reformista liberal, tentou emplacar mudanças no começo, mas logo se viu diante da pressão do establishment e cedeu. No final de seu mandato ele já era quase um peronista, tendo até congelado preços. Ou seja, Macri aderiu totalmente ao establishment, e seu eleitor decidiu puni-lo. Se é para ter um populista irresponsável no comando, então que venha logo o original, não uma réplica malfeita.
Já Trump errou do outro lado extremo: achou que era capaz de declarar guerra ao establishment todo, contando apenas com o apoio popular. Seu slogan de campanha era “drenar o pântano” em Washington, e nesse processo Trump colocou inclusive muitos republicanos contra ele. A crença de que sobreviveria declarando guerra contra todos se mostrou otimista ou ilusória. O “deep state” se vingou do presidente.
Não se faz uma revolução em quatro anos, eis a dura verdade que os mais empolgados custam a aprender. Bolsonaro venceu com 57 milhões de votos, muitos dos quais antipetistas. A parcela mais militante, que o considera um “mito” e estará com ele até o fim não importa muito o que aconteça, não é a maioria. Esta quer resultados concretos. Seu governo precisa, então, entregá-los se quiser permanecer mais quatro anos.
É aqui que começam os problemas. Para tanto, ele precisa de governabilidade, já que tem de aprovar reformas estruturais. Como a reforma previdenciária passou, muitos acharam que era viável governar só com bancadas temáticas e pressão das ruas. Ledo engano. Isso sem falar do risco de impeachment, que os oportunistas sempre vão manter sobre a cabeça do presidente. Não tem milagre: Bolsonaro é refém do Congresso, ainda mais no modelo brasileiro, fragmentado.
O perigo é ele aderir demais da conta ao establishment em troca de governabilidade e blindagem. Nesse caso, ele estaria cometendo o erro de Macri, e muitos brasileiros ficariam decepcionados. Se é para isso, então eles podem pensar: qual diferença faz? Que venha alguém como Michel Temer mesmo, ou então algum tucano que aceita jogar o jogo sujo. Bolsonaro precisa trazer uma ala do “centrão” para dentro do seu governo, sem deixar isso contaminar seu diferencial, sua posição patriótica e seu ministério técnico. É um desafio e tanto, mais uma arte do que uma ciência.
Ao mesmo tempo, ele tem que fazer isso sem perder sua militância mais aguerrida, que atua como única fonte de resistência diante dos ataques pérfidos e infindáveis da imprensa. É aqui que o lado Trump entra em ação: as brigas com jornalistas, as respostas duras e as “mitadas” fazem parte do repertório necessário para não afastar quem votou nele para isso mesmo, para detonar o establishment e a mídia corrupta.
O risco aqui é errar na mão, exagerar na dose, e com isso implodir muitas pontes e gerar antipatia nas “mães de subúrbio”, como aconteceu com Trump. Bolsonaro já se mostrou irritado com críticos à direita, que chamou de “idiotas das redes sociais”, e postou uma imagem que ilustra bem sua visão: uma cidade na mira de uma gigantesca pedra, e ele como o herói que segura o pedregulho e impede a desgraça de todos. Até que os cidadãos passam a jogar pedras nele, o herói, que acaba então saindo da frente para que o pedregulho siga seu destino destruidor. Vão atacar Bolsonaro por picuinhas ou qualquer imperfeição? Então tudo bem, toma o PT de volta!
É a mensagem que o presidente quer transmitir, não sem alguma razão. Por outro lado, se ele se mostrar imune a qualquer crítica construtiva, que o traga de volta à realidade de sua vitória, acabará se afastando de sua base fiel de apoio, e ficará totalmente misturado ao establishment, será mais do mesmo. Nesse cenário, é como se ele fosse absorvido pelo pedregulho. Ou seja, a metáfora pode ser outra: Bolsonaro é a cidade que a pedra (establishment) quer destruir, e a única coisa que impede esse destino é sua base de apoio popular.
Não sabemos qual será o resultado disso. O que sabemos é que o establishment está cada vez mais ousado e determinado a derrubar Bolsonaro. A mídia perdeu qualquer pudor. Se o presidente não fizer concessões para sobreviver e avançar com algumas reformas, ainda que desidratadas, então ele dificilmente será reeleito. Por outro lado, se ele declarar guerra total a todos, como querem os mais fanáticos e jacobinos, ele não dura nem até o fim deste mandato. O segredo para Bolsonaro seguir adiante é adotar uma postura entre Macri e Trump, patinando em gelo fino, ciente de que alguns anéis terão de ser entregues para se preservar os dedos. E do lado de sua base de apoio será fundamental que os bolsonaristas entendam que não se faz uma revolução em quatro anos, e sem o Congresso ainda por cima.
Todos aqueles que temem a volta do PT e que rechaçam a ideia da volta dos tucanos deveriam ter isso em mente. Os destinos de Macri e Trump estão aí para servir como alerta.
Bruno Covas (PSDB), prefeito de São Paulo, marca presença no Maracanã na torcida pelo Santos Foto: Reprodução
Enquanto Palmeiras e Santos jogavam a final da Copa Libertadores da América, neste sábado (30), cerca de 2,5 mil convidados de ambos os times e da organização do evento aglomeravam-se num setor do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Entre eles, Bruno Covas, prefeito de São Paulo, que está de licença médica para tratamento de saúde.
No mesmo sábado, o Brasil registrou, pelo décimo dia consecutivo, média móvel de óbitos por covid-19 acima de mil, totalizando 223.971 brasileiros mortos.
E enquanto o tucano assistia seu time, o Santos, perder por 1 a 0, a cidade que governa passava o final de semana na fase vermelha de reabertura de atividades econômicas por ordem de seu correligionário e padrinho político, João Doria. Nessa fase, só é permitido o funcionamento de setores essenciais – o que exclui público em jogos de futebol.
Segundo a Conmebol, todos os convidados foram obrigados a mostrar exames negativos para covid-19 feitos até 96 horas antes. Infectologistas afirmam que isso não é garantia de um “passaporte imunológico para aglomeração”, uma vez que, nas primeiras 72 horas, o teste tem menos sensibilidade. Há chance de dar negativo mesmo estando doente e transmitir aos demais, ainda mais em uma arquibancada lotada.
Covas estava de máscara, mas grande parte dos torcedores não. As imagens mostram que pouco adiantou o serviço de som do estádio pedir para manterem distanciamento e usarem a proteção.
O prefeito foi duramente criticado nas redes sociais pelo mau exemplo dado (afinal, ele é o administrador de uma cidade fechada por razões sanitárias), pela falta de solidariedade com milhares de moradores da capital paulista (que não podem fazer o mesmo que ele fez por conta da pandemia), pelo ato incoerente quando se pede sacrifício à população e pelo fato de ter se vendido como um contraponto racional ao terraplanismo biológico do presidente da República e do ministro da Saúde.
Isso lembra quando o próprio João Doria endureceu as regras do isolamento social em São Paulo e foi para Miami, em dezembro, afirmando que havia trabalhado bastante em 2020 e sacrificado o convívio familiar. Como se os brasileiros, principalmente os que estão na linha de frente do combate à pandemia, não merecessem um descanso também. Muitos, inclusive, sacrificaram a própria vida ao proteger a dos outros.
Mesmo que tenha voltado correndo quando o caso degringolou nas redes sociais (usando como justificativa o teste positivo para covid do seu vice) e pedido desculpas, já era tarde. Ele havia cometido um dos piores erros para políticos, passando a imagem de hipocrisia.
Vale lembrar que, ignorando as recomendações de especialistas, de que era necessário endurecer as regras da quarentena ao longo de novembro por conta do salto na ocupação de UTIs por pacientes com covid-19 em hospitais públicos e particulares, o governador esperou para fazer isso apenas em 30 de novembro – dia seguinte à reeleição de seu aliado, Bruno Covas. Armou-se a primeira bomba-relógio, que acabou explodindo no final do ano.
A segunda, das aglomerações das festas de Natal e Reveillón, começou a fazer seus mortos e feridos 15 dias depois.
A questão aqui não é moralismo, nem demagogia. A população tem direito de preferir um político que sinta empatia e entenda que liderança se dá pelo exemplo, não pelo comando. E solidariedade não é dizer que sente muito pela pandemia, mas mostrar que estamos todos juntos no barco. E que, quando ele afunda, afundamos todos.
Cantor e a ex-esposa se encontraram na cidade fluminense menos de duas semanas após viajarem juntos
Gusttavo Lima e Andressa Suita Foto: Reprodução
O cantor Gusttavo Lima e a ex-esposa Andressa Suita voltaram a se encontrar na cidade de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Nas redes sociais, os dois publicaram Stories nos mesmos locais. O reencontro, que aconteceu na sexta-feira (29), ocorreu pouco menos de duas semanas após a primeira viagem entre os dois.
O primeiro encontro ocorreu em 17 de janeiro e foi revelado após fãs encontrarem com os dois na lancha de Gusttavo. Na ocasião, em entrevista concedida ao colunista Leo Dias, do site Metrópoles, Gusttavo confirmou que estava com Andressa, mas não falou em um retorno.
– Ainda é muito cedo para falar em volta. Convidei Andressa para passar um fim de semana comigo, e ela veio. Em nome dos nossos filhos, resolvemos nos encontrar – disse Gusttavo Lima.
Segundo o cantor, a relação dos dois será definida apenas no “tempo de Deus”. Na ocasião, Gusttavo também chegou a dizer que Andressa é a mulher que ele mais ama no mundo.– Leo, vou ser bem sincero. Ela é a mãe dos meus filhos. Mulher que eu mais amo neste mundo – disse o cantor.Siga-nos nas nossas redes!
Em busca de uma sequência que permita abrir distância da zona de rebaixamento, o Bahia tem vivido uma rotina intensa no Campeonato Brasileiro. Neste domingo (31), o tricolor volta aos gramados para encarar o Vasco, às 16h, no estádio de São Januário, no Rio de Janeiro.
Se a cada rodada que passa os confrontos ficam mais importantes, o duelo contra os cariocas precisa de atenção dobrada pelos tricolores, já que se trata de um encontro de equipes que lutam na parte de baixo da tabela.
Com 36 pontos, o Vasco soma apenas um a mais que o Bahia, e aparece na 14 colocação. Por isso, somar três pontos no Rio de Janeiro será fundamental para as pretensões do clube baiano. Vencendo, o Esquadrão chegará aos 38 pontos e ultrapassará o próprio rival.
No melhor dos cenários – que conta com derrotas Fortaleza e Sport -, o Bahia poderia abrir três pontos da zona da degola, o que deixaria o time em situação um pouco mais confortável.
Na análise do técnico Dado Cavalcanti, apesar de não ter o poder de controlar o resultado da partida no Rio de Janeiro, os jogadores precisam deixar em campo a mesma entrega que foi na vitória sobre o Corinthians.
“A variável do resultado é a única que a gente não pode controlar, mas a entrega do resultado tem que ser a que foi contra o Corinthians. Espero que a gente consiga repetir em São Januário com essa entrega, essa dedicação, a intensidade de jogo, que com certeza o resultado será diferente do que no jogo contra o Sport”, pontuou ele.
Diante de um adversário que também vive crise técnica na temporada, o Bahia precisa melhorar o próprio desempenho para voltar a Salvador com o triunfo na bagagem. O Esquadrão é, ao lado do Sport, o pior visitante da Série A.
Em 16 jogos longe de Salvador, o tricolor levou a melhor em apenas duas oportunidades. Por sinal, um dos triunfos aconteceu no Rio de Janeiro, mas contra o Botafogo, no estádio Nilton Santos, pela primeira rodada.
Enquanto o Bahia tem sido um bom visitante para os adversários, o Vasco não tem conseguido fazer o dever de casa. O cruzmaltino é quinto pior mandante do Brasileirão, tendo vencido apenas seis das 16 partidas que fez nos seus domínios. Trunfo importante que pode ser usado pelo Bahia.
Por sinal, o tricolor tem conquistado bons resultados quando encara o Vasco. Nos últimos dez jogos entre as equipes, o Bahia venceu seis, perdeu três e uma terminou empatada. No ano passado, o Esquadrão bateu o alvinegro no mesmo são Januário. Gilberto e Nino Paraíba marcaram os gols no 2×0.
Todo esse contexto, fez o técnico Vanderlei Luxemburgo pedir atenção ao time azul, vermelho e branco. “Eu assisti Sport e Bahia. Bahia e Corinthians. O Bahia é um time centenário. É um jogo importante para nós. O importante é nos prepararmos bem para este jogo. É uma decisão da parte debaixo da tabela, não vamos ganhar campeonato. Mas é uma decisão da parte debaixo da tabela”, disse o técnico do Vasco.
Dados foram reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de saúde
Número de vacinados contra Covid-19 no Brasil passa de 2 milhões Foto: Reprodução
O número de vacinados contra a Covid-19 no Brasil chegou a 2.002.455 neste sábado (30), de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de saúde. Em comparação com o balanço divulgado na sexta-feira (29), foram vacinados 128.377 brasileiros nas últimas 24h.
O total de vacinados é equivalente a 0,95% da população brasileira e 1,24% da população com mais de 18 anos. Já foram aplicadas 23,85% das doses disponíveis.
Veja abaixo a lista das doses aplicadas por estado:
Estados / Quantidade de doses aplicadas SP / 387.561