Embaixador da Índia elogiou parceria com o Brasil Foto: Isac Nóbrega/PR
Por meio de uma rede social, na noite desta sexta-feira (29), o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy, elogiou a parceria entre os países. A mensagem foi escrita como resposta a uma publicação de Filipe Martins, assessor especial para Assuntos Internacionais do presidente Jair Bolsonaro.
– Obrigado Filipe G. Martins por compartilhar seus pensamentos sobre a parceria entre a Índia e o Brasil. O sentimento e a crença de que esta será uma das parcerias definidoras deste século é totalmente reciproco – declarou Reddy.
Publicação do embaixador da Índia Foto: Reprodução
No Twitter, Martins tinha reforçado o bom relacionamento entre Brasil e Índia. Suas declarações aconteceram após recentes especulações de setores da imprensa de que não há proximidade entre os dois países
Nas palavras de Filipe, nem mesmo a pandemia foi capaz de frear a aproximação entre os dois países.
– Em 2020, obtivemos rápida liberação e remessa de insumos e medicamentos para combater a Covid-19 e, agora, em 2021, recebemos com prioridade um volume expressivo de doses da vacina produzida na Índia – relatou.
O assessor complementou, afirmando aos seus mais de 300 mil seguidores que a parceria Brasil-Índia é uma fórmula de sucesso e ainda trará grandes benefícios e mudanças positivas ao sistema internacional.
– Em 2021, se as condições sanitárias permitirem, voltaremos à Índia para a Cúpula do BRICS e avançaremos ainda mais nessa parceria – concluiu Martins.
Decisão foi tomada pela Agência Nacional de Energia Elétrica
A bandeira tarifária das contas de luz permanecerá na cor amarela em fevereiro, informou nesta sexta-feira (29) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, o preço da energia fica em R$ 1,34 para cada 100 quilowatts consumidos por hora. O valor é o mesmo que havia sido estabelecido para janeiro.
Segundo a agência, apesar de fevereiro ser um mês tipicamente mais chuvoso, os reservatórios das hidrelétricas seguem em recuperação lenta, o que demanda maior contenção do consumo.
“A combinação de reservatórios baixos com a perspectiva de chuvas abaixo da média histórica sinaliza patamar desfavorável de produção de energia pelas hidrelétricas, pressionando os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)”, informou a Aneel.
O sistema de bandeiras é utilizado para gerir o valor cobrado aos consumidores a partir das condições de geração de energia. Quando o quadro piora, a bandeira pode ser alterada em uma escala que vai de verde (sem taxa extra) para amarela (taxa extra de R$ 1,34 por 100 Kw/h) e, no pior cenário, para a vermelha (R$ 6,2 por 100 Kw/h).
Amanda Palma/Correio- De quantas vídeochamadas você participou este ano? E o seu WhatsApp? Você ainda consegue acompanhar todas as conversas e todos os grupos ativamente? Seu e-mail está cheio de promoções de cursos e mil atividades? Eu gostaria de dizer que seus problemas acabaram, mas, na verdade, digo que você faz parte do bonde dos exaustos. Exaustos da vida digital.
Neste ano de pandemia, a vida social e de trabalho de muitas pessoas por um longo período teve que se resumir ao mundo virtual e logo surgiu a fadiga digital. Como dar conta de tudo e participar de tantas vídeochamadas: trabalho, família, amigos?
“Durante esse período os limites que existiam entre o online e o offline, a vida profissional e a vida pessoal, o ambiente de trabalho e o ambiente doméstico, com certeza ficaram mais tênues, em alguns casos quase invisíveis. Agora, mais que nunca, é essencial que estejamos dispostos a repensar essa relação”, pontua Daniela Arrais, administradora da página Contente.vc, que propõe um uso mais consciente da internet.
Com o home office, as telas se tornaram essenciais neste ano, mas também acabaram ampliando essa sensação de dependência virtual. “Observamos que houve um aumento da ‘fadiga virtual’ e do sentimento de exaustão relacionado ao uso das telas, das redes sociais e da internet no geral. Bonde dos exaustos, né? Todo mundo compartilhando tweets e memes sobre isso. Um destaque especial para essa sobrecarga é quando falamos de trabalho – devido ao home office – e ao uso do digital como meio quase universal de interação e busca por entretenimento”, analisa Daniela.
“É como se as pessoas quisessem deixar as telas, mas se sentissem mais do que nunca presas a elas”, completa Daniela.
Por isso que quando o celular da produtora Jô Stella quebrou, logo no começo de abril, no início do isolamento social, ela se desesperou. “Logo que aconteceu eu fiquei bem estressada, porque o celular era uma ferramenta de trabalho e meu principal meio de comunicação, e eu fiquei pensando como iria fazer para falar com minha família em outras cidades e estados, e também como iria trabalhar, pois não poderia assumir um parcelamento naquele momento e não tinha como comprar um celular à vista”, conta.
Mas o detox forçado de celular acabou trazendo boas consequências para a vida de Jô. “Lógico que no início rolou aquele desespero, mas estar fora de grupos de WhatsApp é maravilhoso, livre de fake news. As pessoas perdem a noção de tempo, enviam mensagens em horários inadequados e exigem urgência nas respostas. É uma rede social muito útil mas também muito viciante, eu acho mais complicada de lidar”, afirma a produtora.
Jô trabalha com gerenciamento de redes sociais de um site, então, ela não se desconectou totalmente da vida virtual, mas conseguiu uma melhor qualidade vida pessoal. “Eu consegui produzir mais e melhor no trabalho, nos meus projetos e estudos. O dia rende mais quando você não fica horas assistindo stories no Instagram. Eu continuo assistindo aliás, mas passo muito menos tempo fazendo isso no meu dia do que antes”, revela.
Para Daniela Arrais, essa é uma expectativa para o futuro do mundo virtual no pós-pandemia. “Existe muita gente disposta a rever a relação com o uso das redes sociais, sobretudo depois de um período em que elas se tornaram cada vez mais parte do nosso dia a dia: desde a febre de lives até os grupos de trabalho no Whatsapp que ficaram ainda mais frenéticos. Talvez essa mudança não seja percebida a curto prazo, mas sem dúvida será transformadora e significativa para quem se dispõe a enxergar – e vivenciar – uma internet mais humana, com mais conexão e, quem sabe até, menos protagonista do nosso tempo”.
Dependência “As pessoas devem sempre ficar atentas ao uso “tóxico”, e equilibrar a vida off-line e on-line. Percebe-se que o tempo gasto conectado chegou a um nível de dependência quando a qualidade de vida do indivíduo encontra-se prejudicada e o espectro de prazer fica diminuído levando o indivíduo a permanecer na rede por longos períodos”, o alerta é das psicólogas Cornelia Belliero Martini e Carla Cavalheiro Moura, do Ambulatório de Dependências Tecnológicas da Universidade de São Paulo (USP).
Apesar do uso excessivo de telas por causa da pandemia, elas explicam que ainda não há um registro no aumento de dependentes tecnológicos, mas os usuários devem ficar atentos ao próprio comportamento. “”Os sintomas indicativos de que uma pessoa se tornou dependente tecnológico aponta para uma preocupação excessiva com internet, ou seja, o indivíduo pensa nas atividades virtuais realizadas anteriormente e fica antecipando quando ocorrerá a próxima conexão”.
Detox antes da pandemia Mas esse movimento de saída ou de descanso das redes sociais não veio apenas com esse desgaste emocional provocado pela pandemia. Estar off-line já era uma realidade para algumas pessoas. “Eu saturei de vez”. Foi assim que o advogado Sérgio Gustavo Sampaio deixou o Facebook e Instagram há três anos. O boom das discussões políticas desgastou a relação dele com essas redes sociais.
Ele não conseguiu se adaptar ao Instagram e quase não consumia nada na rede social. “Eu devo ter tido Instagram entre 2014 e 2016, quando estava mais em alta. E tive por causa disso, por causa da divulgação. Fiz, mas nunca me cativou, nunca usei tão frequentemente, e depois cansei. Quando desativei o meu Instagram já deveria ter muitos meses que mal entrava. Me passava uma coisa muito superficial”, lembra.
Foi o Facebook que começou a despertar sensações ruins no advogado. “Eu entrava no Facebook e ia descendo a barra de rolagem e só via coisas que me agrediam, pouca coisa que me distraía. Também aplico isso [o comportamento] a mim mesmo. O estopim foi a situação política. Mas também percebi que estava usando o Facebook para extravasar minhas frustrações. Estava destilando coisas ruins”, explica Sérgio. Por isso, optou por desativar suas contas.
De acordo com a pesquisa da consultoria App Annie, divulgada em janeiro, o Brasil é o 3º país onde as pessoas passam mais tempo em aplicativos. A média é de 3 horas e 45 minutos por dia. A lista de apps mais baixados no Brasil é formada por Whatsapp, Status Saver, Snapchat, Telegram e Hago.
Na opinião do psicólogo André Dória, o “detox digital” significa mais um sintoma do que uma saída para sair da dependência. “Se a gente vai para o detox, reconhece que está intoxicado. Mas depois, quando acaba o detox, uma rehab de internet, de WhatsApp, e depois disso, como fica o dia a dia?”, questiona.
Fazer detox ou não? A escolha por deixar as redes sociais é individual, para o psicólogo André Dória. Segundo ele, não tem como aconselhar alguém a se afastar ou não das redes porque cada caso é um caso e é necessário que o próprio usuário faça uma autocrítica sobre sua atuação virtual. “A gente está de fato intoxicado de hiperconectividade, mas não sei e é possível fazer um detox e se isso vai ser eficaz. Será que é possível mensurar e barrar um pouco dessa ‘invasão’ que vem do outro, da família, do Instagram, do Facebook?”, questiona.
Já o psicólogo e diretor da Clínica Fênix, Joaquim Moura, acredita que o detox pode ser um caminho a ser seguido por aquelas pessoas que já percebem uma influência intensa do uso das redes na sua vida real. “Com certeza, para saúde mental é essencial se afastar um pouco e ter isso como uma dieta que faça parte da sua vida. Não se afastar apenas por um período, mas fazer uma reeducação, assim como a gente faz uma reeducação alimentar”, completa o psicólogo.
Mas, como perceber que é necessário esse afastamento? “De forma geral, se a pessoa perceber que está atrapalhando a sua vida normal, sua produtividade está baixando, ou seu comportamento normal está mudando, já é um grande sinal”, pontua Moura.
Uma vida virtual equilibrada A Contente.vc, administrada por Daniela Arrais e Luiza Voll, faz reflexões sobre o uso consciente da internet e das redes sociais. Elas se conheceram na internet há 10 anos e criaram a empresa Contente, para criar projetos que “agregassem valor” ao uso da internet. Um dos primeiros projetos foi o @instamission, no Instagram, que propunha ações dentro do Instagram. Depois, surgiu o perfil Contente.vc.
“O perfil @contente.vc nasceu mais ativamente em junho de 2019. E desde então tem sido o espaço onde convidamos as pessoas a construírem coletivamente #ainternetqueagentequer, um espaço de consciência sobre o uso do digital. A Contente existe exatamente pra isso: pra resgatar nosso tempo, pra entender porque passamos tanto tempo conectados, pra entendermos como podemos fazer isso de uma maneira cada vez mais positiva”, explica Daniela.
Daniela Arrais e Luiza Voll administram a página Contente.vc, que traz reflexões sobre o bom uso da internet (Foto: Divulgação)
Os posts dão dicas de como fazer pausas nas redes e também faz questionamentos sobre o comportamento dos usuários. “Os assuntos surgem muito da nossa investigação sobre os impactos da internet e de tanta conexão na nossa vida. Às vezes, é a leitura de um livro que inspira um especial de conteúdo, às vezes é uma conversa. Em outras, pegamos como gancho um assunto que está sendo bem comentado no momento”, completa Daniela. A empresa também faz parcerias com grandes marcas.
Mas como é a relação de uma pessoa que usa as redes sociais para dar dicas de detox digital? Daniela fala da sua experiência: “Vivo tentando encontrar uma maneira melhor de usar a internet e a redes sociais. Adoro fazer experimentos. Já fiz alguns detoxes digitais. O mais ousado foi quando fiz uma viagem de férias de 15 dias e escolhi não ter conexão. Estava acompanhada, então conseguia ter acesso a mapas. Mas, de resto, fiquei 15 dias sem olhar nada, nem redes sociais nem notícia. Foi super bom, li um monte, repensei meu uso”.
Daniela pontua que as pausas são importantes, mas não são a solução para um uso mais saudável. “Pra mim a solução está em trazer a reflexão sobre internet para o dia a dia, analisando sempre como a gente tem passado nosso tempo”.
Se você se interessou em fazer um detox das redes, veja algumas dicas de Daniela Arrais, da Contente.vc:
– Não fazer das telas a primeira coisa do seu dia, resguardando as primeiras horas das manhãs para as tarefas rotineiras e para o autocuidado. Uma hora sem telefone ao acordar já ajuda muito!;
– Manter atividades, sobretudo de entretenimento ou que aguçem a criatividade, um pouco fora das telas: leitura, exercícios físicos, meditação para os adeptos… Não concentrar tudo nas telas;
– Respeitar os limites do próprio corpo: agora que usamos as telas para trabalhar, estudar e para manter contato com quem estamos distantes é necessário ter uma hora pra dar “boa noite” ao telefone, caso contrário entramos em um looping perigoso. Tenha hora para finalizar o trabalho, o estudo, as interações virtuais. Deixar o telefone em modo avião uma hora antes de dormir é benéfico.
– Não ter notificações nas redes sociais. Você sabia que nosso cérebro demora cerca de 15 minutos para voltar ao estado de concentração em que estava depois de ser interrompido? Imagina isso acontecendo a cada vez que você recebe uma mensagem no Whatsapp?
– Não levar o celular para o quarto (nem que você tenha que comprar um despertador). Isso te ajuda a fazer com que checar o celular não seja a primeira coisa que você faz quando abre os olhos.
– Modo avião. Assim você não é interrompido, e tem grandes chances de terminar suas tarefas mais importantes em menos tempo. Enquanto vivemos na economia da atenção, onde a moeda de troca é o nosso tempo, precisamos adotar certas estratégias para ter um uso mais saudável de internet
Fiocruz pede à Anvisa o registro definitivo da ‘vacina de Oxford’ Foto: Reprodução
Nesta sexta-feira (29), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entrou com um pedido de registro definitivo da vacina de Oxford/AstraZeneca (Covishield) na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Caso seja aprovado, o imunizante poderá ser utilizado em todo o país de forma permanente. Até o momento, foi aprovado apenas o uso emergencial de dois milhões de doses da vacina importada da Índia.
Em entrevista ao site da Fiocruz, a presidente da fundação, Nísia Trindade Lima, falou sobre a importância do pedido.
– Este é mais um passo fundamental no enfrentamento à pandemia e dará à população brasileira um amplo acesso à vacina, que será distribuída pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde – destacou.
Anvisa tem um prazo de 60 dias para analisar o pedido, mas o prazo pode ser menor devido à permissão do uso emergencial da vacina.
Em nota, a Anvisa informou que quando finalizada a análise, o registro concedido “será o sinal verde para que a vacina seja comercializada, distribuída e utilizada pela população, nos termos da indicação estabelecida na bula. O registro definitivo é a avaliação completa com dados mais robustos dos estudos de qualidade, eficácia e segurança, bem do plano de mitigação dos riscos e da adoção das medidas de monitoramento”.
O Instituto Butantan afirmou nesta sexta-feira (29) que não tem a confirmação da eficácia da Coronavac em idosos. A afirmação foi dada à CNN. A Coronavac já está em uso no Brasil e desenvolvida pelo laboratório Sinovac.
Os estudos da fase 3 da CoronaVac foram feitos com voluntários de 18 a 59 anos. A eficácia nós idosos seria analisada em uma nova fase de testes.
Foi publicado no Diário Oficial do Município deste sábado (30), as novas nomeações feitas pelo prefeito Colbert Martins Filho, onde houve além de novas nomeações, trocas de secretariado no governo.
Segundo o decreto:
Joedilson Machado de Freitas sai da secretaria Municipal Extraordinário de Relações Interinstitucionais e assume a secretaria Municipal do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico
Antônio Mauricio Santana de Carvalho assume a Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor PROCON/FSA
Pablo Roberto Gonçalves da Silva sai da secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e assume a secretaria Municipal de Agricultura, Recursos Hídricos e Desenvolvimento Rural
Antônio Carlos Borges dos Santos Júnior deixa a secretaria Municipal do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico e assume a secretaria Municipal de Desenvolvimento Social
Além disso, outras nomeações foram publicadas, confira:
Rita Catulina Almeida Silva Sampaio nomeada Diretora Administrativo e Financeiro, da Superintendência Municipal de Trânsito
Jailson Rodrigues Duarte nomeada Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal da Saúde
Joana Angélica Queiroz Moreira nomeada Diretora do Departamento de Gestão da Rede Própria da Secretaria Municipal da Saúde
Soneide Cristina Oliveira Rios Teixeira nomeada Diretora do Departamento de Planejamento e Gestão do SUAS da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social
Beldes Luis Pereira Ramos nomeado Diretor do Departamento de Planejamento e Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais
Marcos Welber Carvalhal Pinheiro nomeado Diretor Presidente da Agência Reguladora de Feira de Santana ARFES
Edson Valney de Oliveira Sena nomeado Diretor do Departamento de Gestão do Fundo Municipal de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde
Rinaldo Antunes Barros nomeado Chefe da Divisão Médica, da Secretaria Municipal de Saúde
Antônio Carlos Martins Argolo nomeado Chefe de Gabinete da Secretaria Municipal de Educação
Agência Brasil- A primeira edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) digital começa neste domingo (31). O exame será aplicado de forma piloto para um número reduzido de participantes, mas já poderá ser usado para concorrer a vagas no ensino superior. Ao todo, estão inscritos 93 mil estudantes em 104 cidades. Embora seja feito pelo computador, os candidatos deverão ir até os locais de prova e, assim como no Enem impresso, levar caneta esferográfica de cor preta.
Neste primeiro dia de aplicação, os participantes farão as provas de linguagens, ciências humanas e redação. No segundo dia, que será no dia 7 de fevereiro, os candidatos farão as questões de matemática e ciências da natureza. O número de questões objetivas (90 por dia), o tempo para fazer as prova e os horários de aplicação serão os mesmos do Enem impresso: cinco horas e meia no primeiro dia e cinco horas no segundo. Os portões abrem às 11h30 e fecham às 13h (horário de Brasília).
A diferença é que a prova será feita pelo computador. As questões objetivas serão todas marcadas na tela, e os participantes não precisarão preencher o cartão-resposta à mão. A redação, no entanto, será escrita à mão, por isso a caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, é obrigatória. O tema e os textos motivadores estarão na tela. A correção também será feita da mesma forma que o Enem impresso.
No segundo dia de exame, a caneta também poderá ser usada. Os participantes receberão uma folha de rascunho para fazer os cálculos das provas de exatas à mão, caso desejem.
O que levar
A lista do que pode ou não também é semelhante ao Enem impresso. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o Enem terá regras especiais de biossegurança. Este ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista.
É recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem.
Os participantes podem levar também a própria água e/ou bebidas não alcoólicas e lanche. Além disso, caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem imprimir, na Página do Participante, a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha.
A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.
É importante lembrar que participantes que estiverem com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa não devem comparecer ao exame. A medida é necessária para que o vírus não se espalhe e mais pessoas sejam contaminadas. Nesses casos, os candidatos poderão fazer a prova na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Para isso, poderão fazer o pedido pela Página do Participante. A data para que isso seja feito ainda será divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Vídeo explicativo
Os locais de prova estão disponíveis no cartão de confirmação de inscrição, na Página do Participante. Também está disponível um vídeo que explica em detalhes como será o exame. Para garantir a segurança, os participantes receberão, no dia da prova, um código que precisarão digitar na tela antes de começar o exame e também quando finalizarem as provas.
Os computadores só terão acesso às provas. Os candidatos não terão acesso, por exemplo, à internet ou à calculadora. Na tela, quando a prova começar, aparecerão todas as questões. Será possível clicar em qual deseja acessar. O sistema também permite que o candidato escreva na tela com o mouse e que marque as questões para depois poder voltar nelas, por exemplo.
Em entrevista à Agência Brasil, o diretor de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais do Inep, Camilo Mussi, reforça a importância de que os participantes vejam o vídeo com antecedência.
“É importante que todos vejam esse vídeo com calma, mais de uma vez, para que cheguem na prova com tranquilidade. O sistema é muito interativo e muito amigável, mas se tiver visto o vídeo antes, vai ser muito melhor”, diz.
Chegar cedo no Enem digital também pode fazer diferença. Antes de começar o exame, os participantes terão que ler uma série de instruções na tela. “O participante, chegando com antecedência, sentando no computador, terá a opção de ler as instruções da prova já. Não poderá acessar a prova, mas poderá, com calma, ler as instruções”, acrescenta Mussi.
Enem 2020
O Inep vai divulgar os cadernos de provas do Enem digital logo após o fim das aplicações, no dia 31 e no dia 7 de fevereiro. Eles estarão disponíveis no sitedo Inep. Ao contrário do Enem impresso, já que a prova será no computador, os participantes não poderão levar os cadernos de prova. Os candidatos podem, no entanto, anotar as respostas na folha de rascunho. Os gabaritos oficiais serão divulgados até 10 de fevereiro.
O Enem 2020 tem uma versão impressa, que foi aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma versão digital. Cerca de 2,5 milhões de estudantes fizeram as provas do Enem impresso, o que corresponde a menos da metade dos inscritos. A aplicação piloto do Enem digital deverá ser o início de mudanças no exame nacional. A intenção é que o exame seja totalmente digital até 2026.
O exame, tanto o impresso quanto o digital, foi suspenso no estado do Amazonas e o impresso foi suspenso em Rolim de Moura (RO) e em Espigão D’Oeste (RO) devido aos impactos da pandemia nessas localidades. Esses estudantes poderão fazer as provas também na data de reaplicação. Segundo o Ministério da Educação, foram cerca de 20 ações judiciais, em todo o país, contrárias à realização do exame.
Claro, Tim e Vivo pagarão juntas R$ 16,5 bilhões pela rede móvel da Oi
Oi formalizou venda de rede móvel para Claro, Tim e Vivo Foto: Divulgação
A Oi assinou, com o consórcio formado por Claro, Tim e Vivo, a venda da sua rede móvel de telefonia, faltando apenas as autorizações dos órgãos reguladores para concluir a negociação, que foi fechada em leilão realizado em dezembro de 2020.
Coube à matriz da Telefónica divulgar a informação nesta sexta-feira (29), com o envio de informações à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) da Espanha.
A companhia indicou que, além das autorizações dos órgãos regulares, a transação ainda está sujeita a condições habituais neste tipo de operações, que estão previstas no contrato de compra e venda.
Claro, Tim e Vivo pagarão juntas R$ 16,5 bilhões pela rede móvel da Oi.
Do montante, R$ 5,5 bilhões deverão ser desembolsados pela Vivo, o que representa 33% do total da oferta, que garantirá o correspondente a 29% da base total de clientes.
As três empresas criaram um consórcio que ganhou um leilão, do qual participaram como “primeiro licitante”, o que lhes garantiu o direito de apresentar uma nova oferta a qualquer proposta existente.
Segundo colunista, emissora definiu novo formato para o programa
Após fracasso em audiência, Se Joga vai voltar à Globo Foto: Reprodução/ Globo
Segundo o colunista Flavio Ricco, do portal R7, o programa Se Joga voltará à grade da Rede Globo. A atração deverá ser exibida nas tardes de sábado, a partir do dia 6 de março.
Além de não ser mais diário, o programa ganhará um novo formato, com “entretenimento e informação do mundo das celebridades da TV, do cinema e da música”.
A previsão é que Fernanda Gentil volte a assumir o comando da atração. Os repórteres serão Érico Brás, Juliane Massaoka e Cauê Fabiano.
O programa também terá games interativos e outras novidades.
Um convênio da Câmara de Feira de Santana com o Tribunal de Justiça da Bahia pode proporcionar economia de recursos para o erário, com a substituição da empresa terceirizada que presta serviço de limpeza nas dependências dos dois prédios do Legislativo pela mão de obra de detentos que se encontrem em regime semiaberto.
O aproveitamento de homens e mulheres que cumprem pena em condição especial no sistema carcerário pelo mercado de trabalho faz parte do projeto “Começar de Novo” instituído pelo Judiciário baiano.
O presidente da Casa da Cidadania, Fernando Torres (PSD) falou sobre essa possibilidade durante entrevista coletiva nesta sexta (29) para apresentação do novo Ouvidor Messias Gonzaga. O objetivo inicial é integrar 10 pessoas. “Se der certo, vamos ampliar o convênio e proporcionar a um número maior de pessoas para que tenham uma nova oportunidade”.
O presidente da Câmara informa que a empresa GLight, localizada no Centro Industrial do Subaé, já participa do programa do TJBA. A ideia surgiu após o presidente da Câmara atender em seu gabinete uma pessoa que havia cumprido pena, portanto já em busca de ressocialização, e lamentava não conseguir um emprego. “Isso ficou na minha cabeça. Certo dia, encontrei o juiz Fábio Falcão (da Vara de Execuções Penais), que me falou deste projeto. Então, estamos tentando colocá-lo em prática”, diz Fernando, que está ouvindo seus colegas vereadores sobre a proposta.
O QUE É O REGIME SEMIABERTO
Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), não sendo caso de reincidência, o regime semiaberto destina-se para condenações entre quatro e oito anos. Nesse tipo de cumprimento de pena, a pessoa tem o direito de trabalhar e fazer cursos fora da prisão durante o dia, mas deve retornar à unidade penitenciária à noite.