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O suplente David Neto, ex-vereador não reeleito em 2016, para a atual legislatura, vai ocupar até o dia 31 de dezembro a vaga da vereadora Eremita Mota (PSDB), que deixou a Câmara nesta segunda-feira, 23, para assumir a Secretaria Municipal de Educação.

Caso o prefeito Colbert Martins seja reeleito, ela deverá continuar no Executivo e, nesse caso, quem assume o novo mandato, em 1º de janeiro de 2021, é o primeiro suplente de vereador pela legenda, Gean Caverna, liderança política do distrito Maria Quitéria.

Em pronunciamento nesta segunda-feira, 23, Eremita, que é professora, garantiu aos colegas de profissão que, na Secretaria, fará um trabalho de “profunda valorização da classe, que clama por real mudança”. Ela diz que os desafios são grandes, mas não lhe faltará coragem para “fazer essa transformação tão importante e necessária”.

A nova secretária de Educação informa que a decisão de deixar a Câmara neste momento foi tomada em comum acordo com a sigla – ela é presidente municipal e presidente Estadual do PSDB Mulher.

“Tenho certeza de que tudo que está acontecendo hoje se deu através das pessoas que integram o partido”. Disse sentir-se feliz que, com sua presença na Seduc, “Gean possa vir a assumir uma cadeira aqui na Câmara (caso Colbert se reeleja), o que permitirá que o distrito de Maria Quitéria tenha seu vereador”.

Acorda Cidade | Dilton Coutinho | Portal de notícias de Feira de Santana -  Bahia


Idosos estão entre os que mais sofrem com a crise no país

Em 1980, a velhice era algo muito distante para Norma Mujica [foto]. “Eu tinha 27 anos, e dançava salsa com meu marido nas discotecas. Gostávamos muito do Oscar de León e da Célia Cruz (cantores latinos). Às vezes, comíamos comida chinesa em um restaurante, e nos fins de semana íamos à praia”, lembra ela com nostalgia.

Aos 67, seus dias passam de uma forma muito diferente do que ele imaginava. Sua aposentadoria, que começou no valor equivalente a R$ 925 ao mês, agora representa apenas R$ 7 devido à contínua desvalorização do bolívar, a moeda venezuelana.

Sua casa, no topo de uma subida íngreme e mal pavimentada, tem um telhado de zinco, paredes de concreto lascadas pela umidade e decoradas com cartazes de Jesus, piso de ladrilhos e móveis com madeira lascada. Uma máquina de lavar velha, um fogão a gás e cortinas gastas preenchem o espaço.

Norma caminha lentamente, vestida com uma túnica um tanto surrada, arrastando um sapato que imita a marca Crocs, que usa com meias de lã. Ela se senta em uma pequena cadeira de plástico e conta que vive na Freguesia 23 de Janeiro, uma área popular de Caracas, desde que nasceu.

“Meu pai tocava tímpano (um instrumento de percussão) em uma orquestra, aqui sempre havia muita salsa e merengue”, conta.

“Comprei esta casinha com meu marido e, aos poucos, fomos fazendo melhoras. Quando fiz 40 anos, Deus me ouviu, e eu tive meu único filho, demorei muito para engravidar. Ao meu filho, nunca faltou nada.”

Seu marido, Rafael Alcalá, trabalhava como auxiliar no departamento de sistemas de um banco, e ela trabalhou em um órgão público, o Instituto de Previdência e Assistência Social do Ministério da Educação. O instituto presta assistência médica a professores que trabalham para o Estado.

“Eu me formei como técnica de prontuário e fiz de tudo, fui secretária, mensageira. Entrava às 10h e saía às 21h”, conta Norma, que começou a trabalhar aos 19 anos.

Em 2000, ela estava no emprego quando sofreu um acidente vascular cerebral, uma obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria do cérebro, o que causa a falta de circulação na região. Quando a pessoa não morre, ela pode ficar com sequelas sérias.

capa economia

ECONOMIA
Crise na Venezuela: ‘Nunca pensei que passaria fome na velhice’ – o drama de viver com aposentadoria de R$ 7
O colapso econômico no país fez com que a qualidade de vida da grande maioria dos idosos diminuísse violentamente, deixando-os altamente vulneráveis.
Víctor Salmerón – Especial para BBC News Mundo em Caracas
22 NOV 2020 15h50atualizado às 16h02
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Idosos estão entre os que mais sofrem com a crise no país
Idosos estão entre os que mais sofrem com a crise no país
Foto: Oswer Diaz Mireles / BBC News Brasil
Em 1980, a velhice era algo muito distante para Norma Mujica.

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“Eu tinha 27 anos, e dançava salsa com meu marido nas discotecas. Gostávamos muito do Oscar de León e da Célia Cruz (cantores latinos). Às vezes, comíamos comida chinesa em um restaurante, e nos fins de semana íamos à praia”, lembra ela com nostalgia.

Aos 67, seus dias passam de uma forma muito diferente do que ele imaginava. Sua aposentadoria, que começou no valor equivalente a R$ 925 ao mês, agora representa apenas R$ 7 devido à contínua desvalorização do bolívar, a moeda venezuelana.

Sua casa, no topo de uma subida íngreme e mal pavimentada, tem um telhado de zinco, paredes de concreto lascadas pela umidade e decoradas com cartazes de Jesus, piso de ladrilhos e móveis com madeira lascada. Uma máquina de lavar velha, um fogão a gás e cortinas gastas preenchem o espaço.

Norma caminha lentamente, vestida com uma túnica um tanto surrada, arrastando um sapato que imita a marca Crocs, que usa com meias de lã. Ela se senta em uma pequena cadeira de plástico e conta que vive na Freguesia 23 de Janeiro, uma área popular de Caracas, desde que nasceu.

Norma guarda o dinheiro da aposentadoria para comprar remédios
Norma guarda o dinheiro da aposentadoria para comprar remédios
Foto: Oswer Diaz Mireles / BBC News Brasil
“Meu pai tocava tímpano (um instrumento de percussão) em uma orquestra, aqui sempre havia muita salsa e merengue”, conta.

“Comprei esta casinha com meu marido e, aos poucos, fomos fazendo melhoras. Quando fiz 40 anos, Deus me ouviu, e eu tive meu único filho, demorei muito para engravidar. Ao meu filho, nunca faltou nada.”

Seu marido, Rafael Alcalá, trabalhava como auxiliar no departamento de sistemas de um banco, e ela trabalhou em um órgão público, o Instituto de Previdência e Assistência Social do Ministério da Educação. O instituto presta assistência médica a professores que trabalham para o Estado.

“Eu me formei como técnica de prontuário e fiz de tudo, fui secretária, mensageira. Entrava às 10h e saía às 21h”, conta Norma, que começou a trabalhar aos 19 anos.

Em 2000, ela estava no emprego quando sofreu um acidente vascular cerebral, uma obstrução ou redução brusca do fluxo sanguíneo em uma artéria do cérebro, o que causa a falta de circulação na região. Quando a pessoa não morre, ela pode ficar com sequelas sérias.

“Minha pressão subiu muito, caí no chão e fiquei gravemente doente”, lembra Norma.

Com o tempo, ela recuperou a fala e voltou a andar com a ajuda de uma bengala, mas não pôde voltar a trabalhar. O Estado concedeu-lhe uma aposentadoria por invalidez, que antecipou sua aposentadoria por velhice.

Naquela época, o que Norma recebia era equivalente a R$ 925 por mês, o que lhe permitia cobrir todas as suas necessidades básicas.

“Comprava comida, pagava o telefone, os remédios, e meu marido também trabalhava”, conta.

O ex-presidente Hugo Chávez havia promovido uma reforma da Constituição em 1999 que incluía a obrigação do Estado de pagar um salário mínimo que cobria as necessidades básicas das pessoas, e as aposentadorias seguiam essa mesma regra.

Em 2015, o marido de Norma morreu e a sua aposentadoria passou a ser sua única renda.

Remédios são a prioridade de Norma, para que ela não corra o risco de sofrer outro AVC

Colapso

Formalmente, o sistema previdenciário na Venezuela é uma modalidade em que os trabalhadores ativos contribuem com uma porcentagem de seu salário para pagar as pensões da população em idade de aposentadoria — da mesma forma que no Brasil.

Mas a contribuição hoje é muito pequena, porque muitos trabalhadores, principalmente os mais qualificados, deixaram o país. Além disso, os salários são baixos, o bolívar está desvalorizado e boa parte dos empregos está no setor informal da economia, que não contribui para o sistema.

Portanto, o custo das aposentadorias de 4,5 milhões de venezuelanos recai sobre o Estado. E as contas não batem.

A principal fonte de renda é o petróleo, de onde vem nove em cada dez dólares que entram no país. E a extração caiu drasticamente desde 2017. Essa é uma das causas do Estado estar empobrecido, sem recursos, ao que se soma à maior inflação do mundo

Nesse ambiente, há três anos, o Banco Central da Venezuela vem cortando continuamente a oferta de dólar, ao qual os venezuelanos recorrem para tentar poupar. Isso fez o preço da moeda norte-americana subir muito.

O colapso fez com que a qualidade de vida da grande maioria dos idosos diminuísse violentamente, deixando-os altamente vulneráveis.

Nicolas Madura (foto) assumiu a presidência definitivamente após a morte do ex-presidente Hugo Chavez

Vivendo com quase nada

Depois da supervalorização do dólar, os bolívares que Norma recebe como aposentadora equivalem a R$ 7 por mês.

Ela também recebe um adicional para aposentadoria e títulos que o governo distribui para tentar amenizar a deterioração. Mas ao somar toda a sua renda, o que ela recebe não chega a R$ 27 por mês, o que dá para comprar um quilo de carne.

Entre suas prioridades, entretanto, não está a carne, mas os remédios que toma diariamente para regular a pressão arterial.

Ela consegue o remédio no sistema governamental de distribuição de medicamentos, mas nem sempre os remédios são entregues no prazo. Portanto, ela guarda dinheiro para essa eventualidade.

“Não consigo comprar uma caixa cheia, mas pelo menos compro meia caixa, que dá 20 comprimidos”.

Ela explica que os médicos alertaram para a importância de ela regular a pressão arterial para minimizar o risco de outro derrame.

“Graças a Deus, estou sem remédio há apenas alguns dias. Às vezes, meu filho faz um esforço e compra para mim. Quando não tomo, não consigo dormir, fico assustada”, conta Norma.

Para chegar à farmácia, ela caminha com sua bengala cerca de um quilômetro e meio até a estação de metrô mais próxima. Ao sair de casa, se depara com uma descida íngreme, na qual é fácil perder o equilíbrio.

Em seguida, ela atravessa calçadas com buracos e declives, ocupadas por vendedores ambulantes e sacos de lixo. Ao retornar, a descida se torna uma subida que a obriga a parar para descansar várias vezes.

No metrô, gratuito para idosos, ela percorre três estações. “Tenho que andar. Se ficar em casa, vou ficar na cama e não quero isso. Às vezes, meu pé dói, porque há um tempo caí e torci o tornozelo, está inchado, mas eu ando”, diz Norma.

Faz muito tempo que Norma não come carne, frango ou leite

Pouca comida

A alimentação de Norma depende exclusivamente das cestas básicas que o Estado distribui para as pessoas de baixa renda.

“A cesta chega a cada mês e meio. A última veio com dois quilos de arroz, dois pacotes de farinha para fazer arepas (um tipo de panqueca), dois quilos de macarrão, alguns pacotes de grão de bico e café. Desta vez, não veio açúcar”, explica Norma.

“Hoje vou comer um pãozinho de farinha no café da manhã, um café e um ovo que me deram. Ao meio-dia, grão-de-bico com um pouco de arroz e à noite de novo grão-de-bico. Faz muito tempo que não como carne, frango, leite. Nunca pensei que passaria fome na minha velhice e não estou sozinha, muitos no bairro são iguais”, acrescenta.

Seu filho não pode ajudá-la agora, diz. “Ele tem 25 anos, é casado e tem dois filhos. Até recentemente trabalhava em um restaurante, onde pagavam um salário mínimo, mas com a pandemia ele teve que sair. Para comer, está vendendo bolos com a esposa.”

O bairro onde ela mora tem sofrido com constantes cortes de luz e de água

Luzes fracas e água amarela

Norma tem uma velha máquina de lavar que ainda funciona, uma geladeira e uma televisão que serve de distração — relíquias da época em que ela podia comprar eletrodomésticos.

Seu medo é que as variações na voltagem da eletricidade e os cortes de energia, que se tornaram recorrentes no país, danifiquem os aparelhos. “Foi assim que meu micro-ondas quebrou, não liga. Agora está impossível comprar outro”, diz preocupada.

E não foi só o serviço de energia elétrica se deteriorou no bairro.

“Quase sempre fico sem água dois dias por semana. Felizmente, quando meu marido era vivo, comprou uma caixa d’água de plástico que tenho no banheiro. Mas a água está ficando muito suja, amarela, por isso tenho que ferver.”

Norma esquiva-se da questão política, evita falar sobre se apoiou ou não o ex-presidente Hugo Chávez em algum momento ou se votará nas eleições parlamentares marcadas para dezembro deste ano.

Ela está resignada, sem expectativas de uma mudança que amenize seu dia a dia. “Não espero mais nada de bom, tudo é sempre pior.”

Reportagem: BBC News | Fotos: BBC News


Depois de 16 anos, o Brasil voltará a ser presidente do grupo das 20 maiores economias do globo (G20). A última vez em que o País liderou o grupo foi em 2008, no auge da crise financeira internacional, que acabou por fortalecer o organismo multilateral e é, até hoje, considerado um marco em sua existência pela forma como lidou rapidamente e em conjunto com a turbulência.

De acordo com o comunicado dos líderes do G20 divulgado neste domingo (22), o Brasil será o anfitrião do grupo no ano de 2024. Atualmente, a presidência está com a Arábia Saudita – que pela primeira vez organizou o evento de forma virtual por causa da pandemia de coronavírus. O país passará o bastão para a Itália no próximo dia 1º de dezembro.

A reunião que ocorreu em São Paulo em novembro de 2008 foi uma espécie de “aquecimento” para uma novidade que o grupo acabava de criar por causa da crise: a primeira cúpula de chefes de Estado, convocada pelo então presidente americano, George Bush. Era justamente naquela época que os países emergentes pediam mais espaço de participação nas decisões globais e na criação de respostas articuladas em conjunto. E passaram a ter mais representatividade.

Representantes do G20 já se encontravam uma vez por ano desde 1999, mas especialistas apontam o ano de 2008, quando as reuniões ocorreram em São Paulo, como a verdadeira decolagem do grupo. A instituição foi criada no final da década de 90 como uma reação à crise que teve início na Ásia e acabou contaminando todo o mundo.

Cabe ao país que preside o G20 a escolha dos principais temas que serão debatidos ao longo daquele ano. Há 16 anos, o Brasil selecionou competição nos mercados financeiros, energia limpa e desenvolvimento econômico, e elementos fiscais de crescimento e desenvolvimento.

Nos encontros de alto nível do G20, além de chefes de Estado e de governo, participam também as autoridades máximas de organismos multilaterais, como Fundo Monetário Internacional (FMI), Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Banco Mundial, por exemplo.

Bolsonaro pede “sabedoria” – O presidente Jair Bolsonaro utilizou suas redes sociais, neste domingo (22), para celebrar a Festa de Cristo Rei. Em sua conta do Twitter, ele publicou um versículo e pediu a Deus que lhe dê “força e sabedoria para bem conduzir a nação”.

*Estadão


Monitor da Violência: Bahia é o estado com maior quantidade de mortes  violentas em 2019 | Bahia | G1

A Bahia é o estado brasileiro com o maior número de assassinatos nos nove primeiros meses deste ano, segundo dados divulgados na última quinta-feira (19), pelo Monitor da Violência.

O Monitor da Violência é uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

De janeiro a setembro deste ano, a Bahia contabilizou 3.832 mortes violentas. Atrás da Bahia na lista, estão os estados do Ceará (3.046), Pernambuco (2.832) e Rio de Janeiro (2.719).

Com relação à taxa por 100 mil habitantes, a Bahia ocupa a a sexta colocação no país, com índice de 25,8. à frente da Bahia estão Ceará (33,4), Pernambuco (29,6), Rio Grande do Norte (28.3), Alagoas (26,7) e Sergipe (26,2).

Comparado ao ano anterior, a Bahia teve um aumento de 81 assassinatos nos nove primeiros meses de 2020. Em 2019, foram 3.751 casos, o que significa uma alta de 2,2%.

Entre os 26 estados e Distrito Federal analisados no Monitor da Violência, 11 deles tiveram queda no número de assassinatos entre 2019 e 2020, enquanto Santa Catarina ficou estável. Entre os que tiveram alta de casos, a Bahia teve o segundo menor índice. Apenas o Amapá teve uma taxa menor no aumento de casos (1%). A maior alta foi o Ceará, que em 2019 teve 1.654 casos, e neste ano foi para 3.046.


Nos últimos três dias, Feira de Santana não registrou nenhum óbito por Covid-19 e atingiu a marca de 12.930 recuperados da doença desde o início da pandemia, índice que representa 90,6% dos casos confirmados. Enquanto isso, 50 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 43 novos casos de Coronavírus foram positivos hoje.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 47 pacientes internados no município e 1.064 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde neste domingo (22).


A Bahia está entre os três estados com maior número de infectados. A Bahia tem 384.903 ficando atrás de São Paulo ( 1.209.588) e Minas Gerais (396.933).

A informação foi confirmada após a divulgação do balanço pelo Ministério da Saúde que informou o aumento de 18.615 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, da data de divulgação do boletim.

Na Bahia foram registrados 958 casos de Covid-19 e contabilizados 21 óbitos, que foram informados no boletim epidemiológico, e 1.346 recuperados nas últimas 24 horas.

Informações: Varela Notícias


Após rumores que circularam ontem (21), de que a vereadora Eremita Mota irá apoiar o candidato Zé Neto no segundo turno das eleições municipais e a divulgação de uma nota emitida hoje (22) pela assessoria de comunicação da vereadora, declarando que esta informação não procede e que somente amanhã (23), ela dirá qual será seu posicionamento político. De acordo com o site Acorda Cidade, através de uma fonte ligada ao PSDB (partido da vereadora), Eremita Mota deverá assumir a Secretaria Municipal de Educação.

A vereadora apoiou Colbert Martins no primeiro turno junto com a sua coligação política e seguirá com o mesmo posicionamento, agora como secretária da pasta de educação. O decreto oficializando a mudança no comando da secretaria que atualmente é dirigida por Justiniano França, sairá amanhã (23) no Diário Oficial do município.

Eremita Mota teve 3.510 votos e foi reeleita para o quinto mandato.


Após um grupo de manifestantes atacar, na noite de sexta-feira (20), uma loja do Carrefour em São Paulo, a jornalista Patrícia Poeta, da Rede Globo, se referiu ao grupo como vândalos. A declaração ocorreu durante o programa É de Casa deste sábado (21) e gerou críticas e apoio nas redes sociais.

– A gente quer união e paz. Tenho falado muito com as pessoas do sul. Houve protestos democráticos. Os protestos são muito bem-vindos. Acho isso realmente lindo. A gente não pode deixar vândalos se infiltrarem nesses protestos dignos e esvaziarem a causa (…) Soube que as pessoas que estavam democraticamente protestando acabaram saindo porque vândalos se infiltraram e começaram a atirar pedras em policiais negros. Isso acaba esvaziando o que era a causa (…) A gente tem que mostrar, denunciar, acompanhar, mas não deixar que isso vire uma guerra. Aí estamos aumentando a intolerância. A gente quer inclusão – explicou a jornalista.

Manifestantes atacam loja do Carrefour em São PauloO ataque à loja do Carrefour em São Paulo ocorreu após a 17ª Marcha da Consciência Negra, que pediu justiça por João Alberto Silveira Freitas, morto depois de ser espancado por seguranças no estacionamento de uma unidade do Carrefour em Porto Alegre (RS).

O grupo atacou o Carrefour com paus e pedras e destruiu vidraças. Alguns manifestantes ainda entraram dentro da loja e colocaram fogo em produtos. Funcionários do estabelecimento apagaram o incêndio com extintores e fecharam a unidade ainda com clientes dentro. Ninguém ficou ferido.

De acordo com a Brigada Militar do Rio Grande do Sul, o espancamento começou após um desentendimento entre João Alberto e uma funcionária do Carrefour na noite de quinta-feira (19). A vítima teria ameaçado bater na funcionária, que acionou a segurança da loja.

Os dois suspeitos pelo crime foram presos em flagrante. Um deles é policial militar e foi levado para um presídio militar. O outro trabalhava como segurança do supermercado e está em um prédio da Polícia Civil.

A investigação trata o crime como homicídio qualificado. A Polícia Civil informou que os nomes dos seguranças presos são Magno Braz Borges e Giovane Gaspar da Silva.

O primeiro resultado da necropsia realizada pela perícia indicou que João Alberto Silveira Freitas morreu por asfixia.

Em nota, o Carrefour lamentou o caso e disse que tomou providências para que os responsáveis sejam punidos legalmente.

Informações: Pleno News
Foto: Reprodução


Os líderes das 20 maiores economias do planeta prometeram nesse domingo (22) não poupar esforços para fornecer medicamentos, testes e vacinas contra a covid-19 de maneira acessível e justa para “todas as pessoas”, refletindo as preocupações de que a pandemia possa aprofundar as divisões globais entre ricos e pobres.,

A pandemia do novo coronavírus e as perspectivas de uma recuperação econômica desigual e incerta estiveram no centro do encontro, que teve duração de dois dias sob a presidência da Arábia Saudita, que passará o comando do G20 à Itália no próximo mês.

“A pandemia de covid-19 e seu impacto sem precedentes em termos de vidas perdidas, meios de subsistência e economias afetadas foram um choque sem paralelo que revelou vulnerabilidades em nossa preparação e resposta, ressaltando nossos desafios comuns”, disse o comunicado final do encontro.

As nações do G20 trabalharão para “proteger vidas, fornecer apoio com foco especial nos mais vulneráveis e colocar nossas economias de volta no caminho para restaurar o crescimento, proteger e criar empregos para todos”.

Sobre vacinas, testes e tratamentos, os líderes disseram: “Não pouparemos esforços para garantir o acesso equitativo e acessível a todas as pessoas”.

A economia mundial sofreu forte contração este ano, pois as medidas para conter a disseminação do vírus restringiram o transporte, o comércio e a demanda em todo o planeta.

Os líderes do G20 disseram que a atividade econômica global aumentou parcialmente graças à reabertura gradual de algumas economias, mas a recuperação é desigual, altamente incerta e sujeita a riscos de queda.

Eles reafirmaram o compromisso de usar “todas as ferramentas políticas disponíveis, pelo tempo que for necessário” para proteger a vida, o emprego e a renda das pessoas.

Congelamento de dívida
O G20 endossou um plano para estender o congelamento dos pagamentos de dívida dos países mais pobres até meados de 2021 e, além disso, uma abordagem comum para lidar com os problemas de dívida, de acordo com o comunicado.

Os países também disseram que incentivam fortemente os credores privados a participar da iniciativa em termos comparáveis, quando solicitados pelos países elegíveis.

A iniciativa de alívio de dívida do G20 ajudou 46 países a postergar US$ 5,7 bilhões em pagamentos de dívida em 2020. Mas 73 países eram elegíveis para a medida, e a promessa era de um alívio potencial de cerca de US$ 12 bilhões.

Informações: Agência Brasil