De acordo com a pesquisa EXAME/IDEIA, a aprovação do presidente Jair Bolsonaro está em 41%. O número representa o patamar mais alto desde fevereiro de 2019.
Ainda de acordo com o levantamento, divulgado nesta sexta-feira (20), pela revista EXAME, a desaprovação caiu de 34% para 31%. Já aqueles que nem aprovam nem desaprovam somam 27%.
– Os mais altos níveis de aprovação do governo federal são muito concentrados no segmento de evangélicos (50%), e nas regiões Norte (52%), Centro-Oeste (52%) e Sul (54%). A avaliação positiva é sempre maior neste grupos – destacou Maurício Moura, fundador do IDEIA.
A pesquisa ouviu 1.200 pessoas, entre 16 e 19 de novembro. Os dados fazem parte de um projeto que une o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública, e a Exame Research, braço de análise de investimentos da EXAME.
Cerca de quatro mil jacarés estão amontoados em um lamaçal a 50º C de temperatura. Na área costumava ter um açude, que secou. O fenômeno foi identificado pela pesquisadora Zilca Maria Campos, na área de Pantanal de Nhecolândia, distrito de Corumbá, no estado do Mato Grosso do Sul.
Em entrevista ao G1, Zilca destacou que os animais correm risco de morrer caso não chova.
Na visão da pesquisadora, o que poderia ser feito imediatamente para evitar a morte dos jacaré seria encher o açude com água ou fazer um sombreamento para evitar as altas temperaturas.
“Se a chuva não chegar, provavelmente muitos vão morrer. Aliás, muitos já morreram”, afirmou a pesquisadora.
Ela explica que os animais morrem por desidratação. “Os que podem sobreviver são aqueles que se enterram na folhagem, e lá as temperaturas estão mais amenas. Então, os que buscam refúgio no interior da mata têm maiores chances de sobrevivência”, completou.
Os casos ativos da Covid-19 continuam crescendo na Bahia. Conforme dados publicados na tarde desta sexta-feira (20) pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), um total de 8.255 pessoas estão enfrentando a doença no estado.
Os municípios com mais casos ativos da doença são Salvador (1.567), Feira de Santana (492), Vitória da Conquista (231), Lauro de Freitas (215), Teixeira de Freitas (187), Itabuna (152), Irecê (131), Ilhéus (118), Conceição do Coité (97) e Santo Antônio de Jesus (97).
Ainda segundo o boletim da Sesab, foram 1.870 novos casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, além de 23 óbitos registrados nas últimas 24 horas. Com isso, a Bahia totaliza agora 382.164 registros da doença desde 6 de março, com 8.061 mortes.
Feira de Santana está perto de alcançar a marca de 13 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 12.914 pacientes livres da doença, índice que representa 91,1% dos casos confirmados. Além disso, nas últimas 24h foram registrados 182 exames negativos para o vírus e 114 casos positivos. O boletim contabiliza ainda 47 pacientes internados no município e 974 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. Nenhum óbito por Covid-19 foi registrado hoje. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta sexta-feira (20).
Casos confirmados no dia: 114 Pacientes recuperados no dia: 32 Resultados negativos no dia: 182 Alta hospitalar no dia: 1 Óbito comunicado no dia: 0
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 974 Total de casos confirmados no município: 14.162 (Período de 06 de março a 20 de novembro de 2020) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 927 Total de pacientes hospitalizados no município: 47 Total de recuperados no município: 12.914 Total de exames negativos: 16.749 (Período de 06 de março a 20 de novembro de 2020) Aguardando resultado do exame: 635 Total de óbitos: 274
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 17.772 (Período de 06 de março a 20 de novembro de 2020) Resultado positivo: 3.196 (Período de 06 de março a 20 de novembro de 2020) Em isolamento domiciliar: 12 Resultado negativo: 14.576 (Período de 06 de março a 20 de novembro de 2020)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Uma grave denúncia e importante alerta ao Tribunal Regional Eleitoral, em Feira de Santana, sobre a segurança dos locais de votação, no pleito do dia 29 próximo, quando acontece o segundo turno para prefeito neste município: de acordo com o vereador Lulinha (DEM), locais onde se encontravam as urnas estiveram sem qualquer policiamento, na primeira etapa da eleição, último dia 15.
“Lamento o que aconteceu nas escolas, com candidatos entrando e saindo dando dinheiro, fazendo boca de urna, devido à falta de policiais e seguranças”, afirmou, na Tribuna da Câmara, esta semana. De acordo com seu testemunho, existem vídeos mostrando a situação.
“Nunca aconteceu na história da política uma coisa assim: colocar urnas e não providenciar segurança no local”. O vereador voltou a fazer críticas para a eleição de vereador cujo partido atingiu cerca de 9 mil votos. “Como é essa contagem? Praticamente só teve os votos do vereador nesse partido. Se não fez legenda, como é que conta? Toda vida existiu um coeficiente eleitoral. Está muito mal feita essa conta, mas é com a Justiça Eleitoral”.
MAIS VOTADO EM TRÊS DISTRITOS Sobre o fato de não ter obtido a reeleição para mais um mandato, acredita que a quantidade de novos candidatos a vereador que surgiram em vários bairros e distritos influenciou muito na redução dos votos a quem buscava a permanência na Câmara.
“Muita gente teve familiares se lançando candidatos e na hora da eleição, o parentesco fala mais alto”, ele diz. Mais votado da eleição nos distritos Matinha, Tiquaruçu e Jaíba, e no bairro Conceição, asseguraque seu trabalho continuará “forte e firme”.
A Prefeitura de Feira de Santana, através da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta sexta-feira (20) a relação atualizada do número de casos de Covid-19 por bairros e localidades. O SIM é o bairro com o maior número, com 888 casos confirmados.
O Tomba é o segundo nesta relação, com 793. As informações são da Prefeitura Municipal, por meio da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
Nas localidades que apresentam maior número de pessoas contaminadas pelo vírus, a Prefeitura tem intensificado as ações.
A relação de casos da Covid-19 por bairros e localidades foi elaborada pela Vigilância Epidemiológica conforme informações passadas pelos próprios pacientes, inclusive em relação a denominação das localidades. Confira no site da Prefeitura o arquivo com os dados completos.
Os transtornos ocorridos no centro de Feira de Santana nesta sexta-feira (20), por consequência de fortes chuvas, são decorrentes da obra do projeto Novo Centro. A obra está em execução e devido a enxurrada alguns pontos cederam. O fato ocorreu porque a drenagem nesses locais ainda não está concluída. A informação é do diretor-técnico da BSN, Ubaldo Rocha – a empresa é a responsável pelo serviço.
Durante entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira, o representante da empresa afirmou que o problema foi resolvido em cerca de três horas depois, e o tráfego foi reaberto. Um ônibus, um caminhão e um trator ficaram presos após o piso ceder em locais onde o asfalto foi colocado provisoriamente, cuja rede de drenagem ainda não estava concluída.
Nos locais onde a obra está mais adiantada e que consequentemente a drenagem já foi concluída, não foram registrados problemas. Ubaldo Rocha reiterou que o problema aconteceu devido ao acúmulo das água na tubulação, mais o carreamento de material levado pela chuva que caiu durante horas na madrugada, que aumentou pressão nos tubos ainda não ligados aos entroncamentos que dão destino final à água.
“São situações que podem acontecer durante a execução da obra devido as chuvas”, explicou o diretor. Ele ainda disse que não houve descontinuidade do serviço. “Em seis meses de trabalho, este foi o primeiro incidente registrado”.
O secretário de Planejamento, Carlos Brito, disse que a Prefeitura de Feira de Santana ainda não recebeu a obra, mas que está acompanhando a execução do projeto que vai mudar a estrutura de todo o centro comercial da cidade.
“Eu e toda população queremos mais para Feira. E para isso, chegou a hora de darmos oportunidade para Zé Neto e Roque Santos, que têm coragem e vontade de trabalhar, fazerem uma revolução na cidade para cuidar de gente!”. A declaração é do governador Rui Costa, durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta (20), no Hotel Caju de Ouro, com os aliados políticos que aderiram à candidatura de Zé Neto para prefeito de Feira de Santana e de Roque Santos para vice-prefeito.
Somam forças ao grupo que defende uma mudança no cenário político da cidade o ex-deputado estadual Targino Machado, o deputado estadual Ângelo Almeida, o vereador Beto Tourinho (ex-candidato a prefeito), o ex-candidato a vice-prefeito Deibson Cavalcante e os vereadores Alberto Nery, Isaías de Diogo, Zé Filé, João Bililiu e Gilmar Amorim.
Além destes, também integram o grupo dos aliados os vereadores recém-eleitos Silvio Dias, Professor Ivamberg, Galeguinho SPA e o suplente Júnior Cross; o ex-vereador Roque Pereira; os ex-candidatos(as) a vereador(a) Neto 10, Raimundão, Pastor Gerson Andrade, Zé Painha, Emerson Minho, Nego Eder, Hildo Santos, Júnior Barreto, Saulo Rangel, Dra. Vera Lúcia, Rosildo Silva, Luiz Carlos, Jefinho Andrade, Alan Vitória e Israel Cabral.
Os aliados fazem parte do PT, PP, PDT, PCdoB e Avante, que formaram a coligação “A Mudança Que Feira Quer” no primeiro turno, somando 120 candidatos(as) a vereador(a); PSB, MDB, PSD, PV, PSL, PTB, DC, Cidadania, Patriota e Solidariedade.
Reafirmando que está “110% com Zé Neto”, o ex-deputado Targino Machado disse que já no primeiro turno destas eleições, “votei em Zé Neto para prefeito”. “Há dois anos, eu já tinha escolhido em quem não votaria. Eu não votaria na continuidade do que representa tudo de ruim para essa terra que escolhi viver e amar”.
Neste segundo turno, segundo Beto Tourinho, “Zé Neto representa a esperança do progresso, do desenvolvimento, do resgate da dignidade do homem do campo, da evolução das classes empresariais, do reaquecimento das indústrias, da valorização dos ambulantes e de quem compõe a história da cidade”. E completa: “O governador não veio à Feira somente para dar apoio a Zé Neto, mas sim para assinar a ordem de serviço para recuperação da cidade. E aqui estão os operários dessa grande obra”.
Ao agradecer a chegada de novos aliados à sua campanha, Zé Neto destacou que “Feira precisa respirar novos ares e modernizar sua administração, com aqueles que estão dispostos a cuidar mais da nossa gente e da cidade”. “Como diz o nosso governador Rui, a correria vai ser dobrada com Roque e todos aqui querem construir conosco uma cidade digna da sua população morar!”, disse.
Também marcaram presença no encontro o presidente do PT na Bahia, Éden Valadares, o presidente municipal do PT (em exercício), Gerinaldo Costa, os deputados estaduais Robinson Almeida (coordenador da Campanha de Zé Neto e Roque Santos) e Rosemberg Pinto (líder do Governo na Alba), o prefeito de Santo Estevão e presidente do Consórcio Portal do Sertão, Rogério Costa, o secretário estadual da Educação, Jerônimo Rodrigues, a ex-deputada Eliana Boaventura, dentre outras autoridades políticas.
Distritos de Jaguara e Bonfim de Feira também são afetados A Embasa informa que durante a madrugada de hoje (20) ocorreram sucessivas quedas de energia na Estação de Tratamento de Água do Sistema Integrado, prejudicando o abastecimento por causa da redução do volume de água distribuído para os municípios de Santo Estêvão, Ipecaetá, Serra Preta, Anguera e os distritos São Roque do Paratigi (Rafael Jambeiro), Jaguara e Bonfim de Feira (Feira de Santana). O fornecimento de energia já foi restabelecido e as equipes da Embasa trabalham para normalizar o abastecimento nas próximas 48 horas. Até lá, a Embasa recomenda o uso econômico da água ainda armazenada nos reservatórios domiciliares.
A universitária Luiza Ventura Lima, de Duque de Caxias (RJ), na Baixada Fluminense, aguarda o término deste semestre para se formar em jornalismo no Centro Universitário Carioca, uma universidade privada que funciona no bairro do Méier, subúrbio do Rio de Janeiro.
Luíza é negra, seus pais não têm curso superior, assim como os seus avós. Quase com o diploma na mão, ela se recorda do primeiro dia de aula. “Assim que eu cheguei na faculdade minha turma tinha uns setenta alunos. De negro, tinha eu e mais duas pessoas”, recorda.
Em quatro anos na faculdade, Luiza não teve nenhum professor negro, mas lembra-se de ser atendida por funcionários pretos ou pardos administrativos e da inspetoria, além dos faxineiros da faculdade. “É uma coisa para parar e pensar”, comenta a formanda. Ela vai concluir o curso aos 21 anos, dentro da faixa etária esperada para alunos que não entraram com defasagem de idade e série no curso superior, nem tiveram que trancar algum semestre já na faculdade.
Segundo a pesquisadora Tatiana Dias Silva, autora de estudo sobre ação afirmativa e população negra na educação superior, publicado em agosto pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 36% dos jovens brancos naquela faixa etária estão estudando ou terminaram sua graduação. Entre pretos e pardos, esse percentual cai pela metade: 18%. A Meta 12 do Plano Nacional de Educação (Lei n° 13.005/2014) prevê que, até 2024, 33% da população de 18 a 24 anos estejam cursando ou concluindo a universidade.
A preocupação da especialista é que a desigualdade persista por muito tempo e afete o desenvolvimento do país. “Como sociedade isso é inadmissível. Se a questão racial é um elemento estruturante, ele precisa ser enfrentado. Como a gente pode pensar o projeto de desenvolvimento do país que não incorpora esse desenvolvimento para todos os grupos?”, pergunta em entrevista à Agência Brasil.
A partir da base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estudo de Tatiana Silva contabiliza que, em 2017, 22,9% de pessoas brancas com mais de 25 anos tinham curso superior completo. A proporção de negros com a mesma escolaridade era de 9,3%.
Aumento de 400%
Outro levantamento, também a partir dos dados do IBGE, feito pelo site Quero Bolsa, informa que – entre 2010 e 2019 – o número de alunos negros no ensino superior cresceu quase 400%. Os negros chegaram a 38,15% do total de matriculados, percentual ainda abaixo de sua representatividade no conjunto da população – 56%.
O site ainda verifica que, em alguns cursos, a presença de negros não chega a 30%. Esses são os casos de medicina, design gráfico, publicidade e propaganda, relações internacionais e engenharia química.
Lucas Gomes, diretor de Ensino Superior do Quero Bolsa, assinala a importância da política de cotas (Lei nº 12.711/2012), do acesso a programas de financiamento (Programa Universidade Para Todos, o Prouni, e o Programa de Financiamento Estudantil, Fies) e da educação a distância para o crescimento do número de universitários negros na última década. Ele é otimista. “A tendência é que, nas próximas gerações, isso se torne mais perto da realidade”, prevê.
Fora dos cargos de liderança
O diretor assinala, no entanto, que, além de formar mais pessoas negras, é preciso que, após a universidade, o mercado de trabalho contrate mais pretos e pardos. “Ainda temos um abismo de contratação entre pessoas brancas e negras”, alerta. “O último levantamento que o Quero Bolsa realizou, com dados do Caged [Cadastro Geral de Empregados e Desempregados], indica que apenas dois de cada dez profissionais em cargos de liderança em empresas privadas eram negros, em 2018.”
“Nos primeiros seis meses deste ano, de 42 mil vagas de liderança abertas em empresas privadas, apenas 23,7% foram ocupadas por homens e mulheres negros. O restante foi ocupado por brancos, outras etnias ou que não declararam cor”, acrescenta Lucas Gomes.
O especialista em diversidade Carlos Paes acrescenta que a evolução no mercado de trabalho ainda tem mais obstáculos para as pessoas negras. “Criamos outras barreiras além da formação em curso superior, como falar outro idioma (inglês)”. Para ele, a ocupação de bons postos de trabalho não aumentou na mesma proporção. “Ainda estamos vendo pessoas negras e pobres em empregos que não correspondem à sua formação”, lamenta.
Efeito simbólico
O ingresso em melhores empregos impacta na renda, na possibilidade de ascensão social e, para muitos, no ingresso na classe média. O aumento de status ainda tem efeito simbólico e duradouro: abre novas perspectivas para crianças negras e amplia a visão de mundo de crianças não negras, como salienta Janine Rodrigues, educadora, escritora e fundadora da Piraporiando, que trabalha com educação para a diversidade.
“É importante”, acredita, porque mostra a possibilidade de pretos e pardos ocuparem todos os espaços sociais. Segundo a educadora, “quando as crianças veem os negros em todos os lugares da sociedade, elas também constroem a percepção de poder.”
Janine Rodrigues aponta que o racismo institucional e nas interações sociais tem efeitos perversos. “Dia desses um pai me disse que seu filho foi racista com uma coleguinha. Mas que ele, como pai, não sabia o que dizer, pois o filho só tinha cinco anos e, falar de racismo com uma criança de cinco anos era algo muito forte” segundo ele.
“Ora, se o filho de cinco anos não pode ouvir sobre o racismo, a coleguinha da mesma idade é obrigada a sofrer racismo e ter maturidade? Perguntei. É isso o que o racismo faz. Desumaniza.”
Para a educadora, outro efeito do racismo é limitar conhecimento, diminuir repertórios e alimentar a exclusão social. “Nossa academia, nossas escolas, nosso olhar sobre a cultura (ou a hierarquização dela) ainda têm uma visão eurocentrada. Então, o que representa o negro, a cultura negra, não está dentro. A sociedade está sempre falando de nós como ‘os outros’. Tudo isso reflete nas percepções das crianças negras”, alerta.