Diferente dos últimos trabalhos, Mariana ficará à disposição para projetos do Jornalismo da Record
Mariana Godoy foi anunciada como a nova contratada da Record TV Foto: Record TV/Antonio Chahestian
A jornalista Mariana Godoy foi confirmada pela Record TV como a mais nova contratada da emissora. Ela esteve na tarde de segunda-feira (15) na sede da empresa, em São Paulo, onde assinou o contrato ao lado do Vice-Presidente de Jornalismo, Antonio Guerreiro.
De acordo com a Record, Mariana ficará à disposição para projetos do Jornalismo. Em uma breve declaração após a assinatura do contrato, Mariana disse estar “muito feliz” de fazer parte dos quadros do canal paulista e chamou a oportunidade de “um privilégio”.
– Estou muito feliz de fazer parte da Record TV, uma emissora conhecida pelo grande espaço que dedica ao noticiário. É um privilégio fazer parte de uma equipe que tem tantos talentos trabalhando para levar informação ao telespectador – disse.
Nascida em Itanhaém, no litoral paulista, Mariana é formada pela Casper Líbero e trabalhou nas principais emissoras de TV e rádio do país como repórter e apresentadora. Ela ainda atuou em veículos de destaque ao longo da sua carreira. Após um período como redatora em uma agência de publicidade, logo chegou à televisão.
Na TV, Godoy iniciou pela Gazeta. Depois, passou por diversas emissoras (Manchete, SBT, Globo, GloboNews, Rede TV! e Bandeirantes), além de ter atuado também em rádio (como na Nova Brasil FM, Rádios Globo e Bandeirantes). Na Rede TV!, trabalho de longo prazo mais recente da apresentadora, ela comandou o talk show Mariana Godoy Entrevista.
Apesar de o regimento prever que processos sejam retomados após duas sessões, alguns passam anos paralisados
Supremo Tribunal Federal tem quase 400 processos parados por pedidos de vista Foto: Reprodução
Apesar de mostrar rapidez em alguns processos, especialmente naqueles que envolvem o presidente Jair Bolsonaro, o Supremo Tribunal Federal não tem aplicado a mesma destreza e celeridade para julgar outras ações que tramitam na Corte, e não é pequeno o número de processos parados no STF por decisões dos próprios ministros.
Segundo um levantamento divulgado pelo jornal O Globo, 377 processos estavam paralisados por pedidos de vista até a última segunda-feira (15). Em grande parte dos atrasos, há um desrespeito inclusive ao próprio regimento interno do colegiado, que prevê que o caso retome sua tramitação em até duas sessões depois do pedido.
O mais comum, porém, é que os ministros levem meses (e até anos) para devolver os casos para julgamento. No caso da suspeição de Moro, por exemplo, o ministro Gilmar Mendes pediu vista do julgamento em dezembro de 2018, na Segunda Turma.
Até agora, Cármen Lúcia e Edson Fachin votaram a favor de Moro. Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski ainda não votaram, apesar de transcorridos mais de dois anos desde o pedido de Gilmar.
Atualmente, entre os pedidos de vista no STF, 207 são do plenário. Nesses casos, os 11 ministros participam do julgamento. Outros 90 são da Primeira Turma, formada por cinco ministros; e 80, da Segunda Turma, constituída por outros cinco magistrados.
Dos 377 pedidos de vista no STF, 152 já foram devolvidos, e, em tese, a votação pode ser retomada a qualquer momento, dependendo apenas de o presidente da Corte, Luiz Fux, incluir os processos na pauta. Entre os processos está o que versa sobre a criminalização do porte de drogas para consumo próprio.
Em setembro de 2015, o ministro Teori Zavascki pediu vista no julgamento. Com a morte dele, em janeiro de 2017, o seu substituto, o ministro Alexandre de Moraes, herdou o processo e, em novembro de 2018, devolveu o caso para ser analisado em plenário.
O então presidente do STF, Dias Toffoli, chegou a marcar o julgamento por duas vezes no ano seguinte, mas o retirou de pauta. Até agora, três ministros votaram: o relator Gilmar Mendes, que defendeu a descriminalização do porte para uso de todo tipo de droga, Fachin e Luís Roberto Barroso, que votaram pela descriminalização, mas só para o porte de maconha.
Num outro caso, em maio de 2012, o ministro Luiz Fux pediu vista no julgamento de uma ação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra uma lei do estado do Rio de Janeiro que trata da organização do Tribunal de Justiça local e prevê, entre outros itens, algumas gratificações, como o auxílio pré-escolar.
Em dezembro de 2017, Fux devolveu o caso para julgamento. Um ano depois, Toffoli, então presidente a Corte, marcou o julgamento para março de 2019, mas, logo depois, retirou-o da pauta.
O pedido de vista mais antigo aguardando julgamento no plenário é do ministro Carlos Ayres Britto, que se aposentou em 2012. A interrupção do julgamento foi em agosto de 2006. Ele devolveu o caso para a pauta em fevereiro de 2012, mas a ação jamais voltou a julgamento.
O processo em questão trata do quórum necessário para o Legislativo deliberar sobre acusação contra governador por crime de responsabilidade. Também no plenário, Gilmar Mendes pediu vista de um processo em agosto de 2011 e ainda não o devolveu. O caso trata de execução extrajudicial no Sistema Financeiro de Habitação.
A assessoria de comunicação do STF divulgou nota defendendo o direito dos ministros de pedirem vista e ponderando sobre as dificuldades de elaborar a pauta de julgamentos.
-É prerrogativa dos ministros pedirem vista para estudarem melhor os processos em andamento na Corte. Em relação à pauta do plenário, que é elaborada pelo presidente da Corte, a definição dos julgamentos é feita em interlocução com os relatores dos casos, respeitando sempre que possível a prioridade por eles solicitada – disse.
São previstas 42,5 milhões de doses pelo Covax Facility
Agência Brasil- O cronograma do Ministério da Saúde para as entregas das doses das vacinas contra a covid-19 pelos laboratórios produtores prevê a remessa de 42,5 milhões de doses pelo consórcio Covax Facility, sendo 2,65 milhões da vacina AstraZeneca em março e de mais 7,95 milhões do mesmo imunizante até junho. O Brasil receberá ainda aproximadamente mais 32 milhões de doses de vacinas contra covid-19 produzidas por laboratórios de sua escolha até o final do ano, conforme cronogramas estabelecidos exclusivamente pelo Covax Facility.
A Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (Seas) do ministério destacou que o consórcio, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), funciona como um centro de distribuição internacional de vacinas.
Em outras remessas, a Seas informou que a previsão é receber do Instituto Butantan, de São Paulo, 100 milhões de doses da vacina CoronaVac. Em janeiro, conforme a secretaria, foram entregues 8,7 milhões de doses. Em fevereiro serão mais 9,3 milhões. O cronograma tem previsões para os meses seguintes março (18,1 milhões), abril (15,93 milhões), maio (6,03 milhões), junho (6,03 milhões), julho (13,55 milhões), agosto (13,55 milhões) e a última entrega prevista é para setembro (8,8 milhões).
Já da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o cronograma estima o recebimento de 222,4 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Em janeiro, o ministério informou que recebeu 2 milhões de doses. Para fevereiro, a entrega prevista é de 4 milhões. Em março serão 20,7 milhões, em abril mais 27,3 milhões, em maio 28,6 milhões e em junho 1,2 milhão. Conforme a secretaria, a partir da incorporação da tecnologia da produção do IFA, a Fiocruz deverá produzir e entregar mais 110 milhões de doses no segundo semestre de 2021.
O cronograma prevê ainda a entrega das 10 milhões de doses da vacina Sputnik V do Instituto Gamaleya, importadas da Rússia, pela farmacêutica União Química. De acordo com a Seas, a previsão é de que o contrato seja assinado esta semana. Quinze dias após a assinatura, o ministério deve receber 800 mil doses. Em abril, com 45 dias após a assinatura do contrato, a entrega será de mais 2 milhões. Em maio outros 7,6 milhões, com 60 dias após a assinatura e a partir da incorporação da tecnologia da produção do IFA, a União Química deverá passar a produzir mais 8 milhões de doses por mês.
Já para a vacina Covaxin – Barat Biotech, a previsão é de receber 20 milhões de doses importadas da Índia e o contrato também deve ser assinado nesta semana. Devem chegar ao Brasil 8 milhões de doses com dois lotes de 4,0 milhões com 20 e 30 dias após a assinatura do contrato. Em abril mais 8 milhões também em dois lotes de 4 milhões com 45 e 60 dias após a assinatura do contrato e em maio 4,0 milhões de doses com 70 dias após o contrato assinado.
Rede social afirmou que irá desativar contas de quem promover “discurso de ódio”
Instagram irá monitorar mensagens privadas de usuários Foto: Pexels
O Instagram passará a ‘monitorar’ com mais rigor as conversas privadas de usuários na plataforma. Em comunicado, a rede social informou que pretende desativar as contas das pessoas que promoverem “discurso de ódio”.
A ideia do Instagram é desativar a conta de quem enviar mensagens do tipo pelo chat da plataforma e ainda apagar os perfis criados por usuários que tentarem “driblar” a medida.
O Instagram informou que a medida atinge “qualquer tipo de conteúdo que ataque pessoas com base em raça, etnia, nacionalidade, afiliação religiosa, orientação sexual, casta, sexo, gênero, identidade de gênero e doenças graves ou deficiências”.
Além disso, a plataforma explicou que o monitoramento será realizado por meio de tecnologias baseadas em inteligência artificial e também por revisores humanos.
O anúncio foi feito pela empresa na semana passada.
Mais de 100 milhões de contas de celular tiveram dados vazados
Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
O Ministério da Justiça, por meio do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, deu 15 dias para que operadoras de celular prestem informações sobre o vazamento de dados de 103 milhões de celulares.
De acordo com informações do Jornal Nacional, a notificação foi enviada na segunda-feira (15) para Claro, Vivo, Tim e Oi. As empresas informaram que adotam controles rígidos no acesso às informações dos clientes, que não identificaram ocorrência de vazamento de dados e que estão colaborando com as autoridades.
Por meio de nota, a Secretaria Nacional do Consumidor, também atrelada à pasta, informou que está finalizando um acordo com a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) para proteção de dados de consumidores.
Segundo o órgão, existem dezenas de casos sendo investigados envolvendo vazamento de dados ou compartilhamento de dados de milhares de consumidores brasileiros. A ANPD é responsável por fiscalizar a proteção de dados no Brasil.
Na última quinta-feira, o órgão oficiou a Polícia Federal e empresas envolvidas no vazamento de dados de celulares. As informações são da Folha de S.Paulo.
Para entender o VAR precisamos voltar atrás e refletirmos que o “V” de VAR vem de vídeo. E como se faz um vídeo? Com uma sequência de imagens. Precisamente, o que vemos nos canais de TV são 30 imagens por segundo. Cada uma dessas imagens são chamadas de “frames”. By Clever Advertising
No lance abaixo veremos três frames. Um desses será escolhido para definir se a jogada foi ou não impedimento. Quem define isso não é um computador. É um humano. E repare que na diferença de dois frames Fábio Santos dará ou não posição de impedimento ao jogador do Flamengo.
O simples fato da necessidade de escolha de frame já questiona a precisão do VAR, mas o problema é pior que isso. Como 30 imagens formam um segundo, cada frame representa um congelamento de 33 milésimos de segundo. Isso parece ótimo, mas não é nada na escala do esporte.
Em 33 milésimos de segundo (o tempo de um frame) um jogador de futebol consegue se mover cerca de 20 a 30 centímetros. Isso é o bastante para anular ou não um lance de impedimento. Curiosidade: Usain Bolt chegava a correr 12.1 metros por segundo, ou 41 centímetros a cada frame.
Isso é tão rápido que um fotógrafo, que precisa congelar um movimento com precisão nítida, chega a configurar seu equipamento para capturar a imagem em 1 segundo dividido por 1250, ou 0.8 milésimos de segundo (40 vezes mais rápido que a imagem da TV). Com muita luz e uma lente clara rola dividir um segundo por 2500, até mais.
No segundo lance do mesmo gol validado, que frame deveriam utilizar?
O VAR, pelo que parece, escolheu a segunda imagem.
E aí? Cancela o VAR? Não!
Antes do VAR havia erros absurdos como o gol contra o Corinthians feito pelo Santos, com três lances de impedimentos seguidos.https://www.youtube.com/embed/8Jw0duG7VGM
Ou o gol mal anulado do Jô, contra o próprio Flamengo, em 2017. Um erro de 3.3 metros que jamais seria cometido com o uso de VAR.
A conclusão que temos que tirar com isso é que o VAR é, sim, passível de falhas, mas provoca menos erros do que havia no passado.
Mas qual é a solução?
Na minha opinião, é necessário mais tecnologia. Câmeras de 480 frames por segundo. Laser na linha de fundo, câmeras em mais pontos do campo sincronizadas a nível de relógio atômico, e por aí vai.
Enquanto houver margem de erro, vai haver discussão.
Leninha Espírito Santo Wagner explica como neutralizar a dor e o medo para ajudar a superar o luto e a depressão
Traumas causados por perdas ou trágicos acontecimentos não são fáceis de serem superados, pois passar por situações como essas exigem força, resiliência e determinação para não deixar que o luto perdure para além do necessário.
O luto traz sensação de vazio, um “oco existencial”, gerador de dor e dúvidas. Trabalhar essas inseguranças, como por exemplo em uma “morte anunciada”, evita maiores perdas e adoecimentos por parte de quem “sobrevive a esse terremoto emocional”.
Esconder os sentimentos que foram sendo criados enquanto o marido adoecia e necessitava de cuidados fez com que a Neuropsicóloga Leninha Espírito Santo Wagner desenvolvesse sua própria enfermidade. “A mente tende a realizar realisticamente o que edificamos subjetivamente no inconsciente. Perdi meu marido no dia 19 de dezembro de 2020, depois de seis longos anos de doação total aos cuidados dele. Talvez, secretamente, eu tivesse medo de perder a saúde, e a perdi”, relatou a profissional.
“Enterrei meu marido dia 19 de dezembro de 2020 e dez dias depois recebi o diagnóstico de ‘Adenocarcinoma Tubular’, que é um câncer de intestino bastante agressivo e de difícil remoção cirúrgica. Naquele momento também fui submetida a uma cirurgia de emergência. Passado o primeiro momento, reflito. Sempre acreditei que precisamos identificar nosso maior ‘medo’. Para neutralizá-lo e não realizá-lo. O que me causava medo era perder a saúde e não conseguir cuidar de meu marido que estava acamado. Secretamente e de forma inconsciente realizei meu maior medo. Cabe a mim agora neutralizá-lo com ações positivas”, comentou.
“Neutralizar” o medo faz parte da técnica utilizada por ela para ajudar pacientes que estão na mesma situação a lidarem com as emoções. “O luto, seja de morte concreta ou subjetiva, tem um tempo singular e atravessa as cinco fases: Negação; Raiva; Negociação; Depressão e Aceitação. A perda de algum objeto amado traz, ainda que momentânea, a fragmentação e desestruturação do sujeito. O luto é um processo de reconstrução e reorganização diante de uma perda, desafio psíquico com o qual o sujeito tem de lidar”, salientou.
“Estou ainda elaborando meu luto, e arregimentando forças extras nesse pós operatório, enfrentando o tratamento e buscando novamente por ações e rotina saudáveis para recuperar minha saúde “, destacou ainda Leninha.
Segundo a neuropsicóloga, para esquecer é preciso lembrar. Neste processo, também é importante contar com a ajuda de amigos e familiares. “Tenha alguém para uma boa escuta, para que se possa esvaziar e deixar escorrer essa dor através de palavras ou lágrimas. Até sentir que pode ter novamente espaço nos pulmões para retornar a respirar vida”, orienta. “Os amigos e familiares precisam respeitar o tempo de cada um, sem negativar a expressão legítima de quem fica mais à flor da pele”, finaliza.
Lidar com as contingências da vida exige minimamente coragem e disciplina. “Coragem para enfrentar emoções negativas, entrar em contato com aquilo que lhe causa dor, pois lá você também encontrará a cura. Revendo posições, ações, interpretações. Se quiser resultados diferentes aja de forma diferente. Disciplina para manter no seu cotidiano hábitos mais saudáveis que possam ser sua nova rotina, criando uma forma mais adaptada, mais bem vinda, podendo ser mais bem aceito e feliz, nesse ineditismo da expressão do seu ser. Tudo o que carregamos na psique atravessa o comportamento, tornando o que é latente em manifesto. Na vida tudo é relação, estamos sempre na esfera do olhar do outro. Somos espelho e reflexo todo tempo”.
“Em Psicologia, utilizamos a escuta para criar espaço de singularidades, ouvindo o sujeito para entendê-lo e explicá-lo para ele mesmo. Criando de forma colaborativa diretrizes que o levem a identificar e modificar padrões de repetições, gerando novos paradigmas emocionais e comportamentais”, define Leninha.
É claro que o diagnóstico de câncer ainda é uma notícia que desestabiliza o emocional de qualquer um, ainda mais em meio a elaboração de um luto tão importante quanto o de um parceiro de vida. “Enfrentar medicação pesada, consultas periódicas, exames constantes e invasivos, anemia provocada pelas hemorragias constantes, baixo peso, queda abrupta de cabelo, que mexe demais com a autoimagem e autoestima, não é tarefa fácil. Mas sou prova viva que é possível!”, destaca.
“Quando transmutamos nosso ambiente emocional interno e secreto, quer dizer a emoção negativa em que um momento adverso foi criado, precisa passar por uma ressignificação, somos alquimistas emocionais. Só a partir do confronto com a verdade da “finitude” é que tomamos coincidência que a solução está na transformação desse momento negativo para um mais positivo. Quero viver antes de morrer. Aproveitando os dias de forma produtiva e positiva”, conta Leninha.
Atualmente, Leninha detalha sua rotina: “Já voltei a correr, a malhar, estou fazendo ozonoterapia e eletroterapia capilar para diminuir ou até evitar a queda do cabelo. Sigo a dieta necessária para manter a saúde do corpo, pois o trato intestinal mudou completamente com a retirada de um pedaço importante do intestino. Há dias difíceis, claro. Mas estou muito disposta a enfrentar o luto e o tratamento do câncer com ações positivas”.
Além disso, otimista, ela detalha sua nova vida neste início de 2021: “Voltei a estudar, continuo trabalhando e me cercando da família e dos amigos queridos. Tenho plena consciência que o jogo ainda não acabou, posso ganhar ou perder. Mas pensar positivo ou negativo, traz o mesmo gasto de energia”.
Diante deste desafio, ela completa: “Então opto por pensar e agir positivamente, a favor de mim mesma e valorizando a minha vida. Meu dia de partir chegará, mas não será agora, muito menos sem luta. A morte vai duelar comigo até o derradeiro suspiro”, finaliza Leninha.
Na fase escolar, é comum que algumas crianças e até mesmo jovens apresentem dificuldades para escrever, ler e calcular. Mas, em alguns casos, a situação pode indicar um transtorno específico de aprendizagem, ou seja, quando o cérebro não recebe, processa ou analisa as informações adequadamente. Essas pessoas podem ser chamadas de “preguiçosas” e “desinteressadas”, o que compromete a autoestima desde cedo.
Para Ellen Brandalezi, psicopedagoga da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, os transtornos de aprendizagem comprometem de forma bastante significativa o desempenho acadêmico do aluno. Por isso, ele apresenta resultados muito abaixo do esperado para seu nível intelectual e de escolaridade. “São alterações específicas do neurodesenvolvimento que afetam as habilidades de leitura, escrita e matemática, prejudicando o funcionamento escolar do indivíduo. Isso independe se o ambiente é adequado e favorável para a aprendizagem”.
Vale destacar que os transtornos de aprendizagem não estão associados à deficiência intelectual e diminuição da visão ou audição. Também não ocorrem devido a transtornos mentais, doenças, traumas neurológicos ou problemas sociais.
O cérebro dessas pessoas funciona de uma forma diferente. Para aprendermos, é necessário que ele realize uma série de conexões entre as diversas áreas, que compreende processos como atenção, percepção, memória, simbolização e conceituação. “Para quem tem um transtorno de aprendizagem, há uma ‘falha’ em algum desses processos e a pessoa precisa de ajuda específica para lidar com essa dificuldade”, explica Eliane de Moura, psicóloga, mestre em psicologia da infância e adolescência e professora do curso de psicologia da PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná).
A seguir, veja os principais transtornos de aprendizagem e seus sintomas.
Dislexia
Ocorre uma dificuldade de leitura e escrita. A pessoa apresenta problemas para reconhecer as palavras, decodificá-las, não consegue soletrar, troca letras por sons ou grafias parecidas e também há dificuldade em ler em voz alta e compreender o que leu. Por isso, é comum que o diagnóstico ocorra no período de alfabetização. Outros sintomas comuns são: atraso na fala, dificuldade para se expressar e vocabulário reduzido.
Estima-se que a dislexia atinja cerca de 17% da população mundial. É uma condição neurobiológica hereditária, ou seja, é comum que a criança ou jovem tenha um familiar disléxico.
Discalculia
Sabe aquela dificuldade com as operações matemáticas e a compreensão dos números? Pode ser discalculia, um transtorno de aprendizagem que afeta a habilidade de a criança ou jovem realizar cálculos matemáticos. Também atrapalha o entendimento de conceitos numéricos e são comuns as dificuldades para identificar os números.
Outros sintomas e sinais frequentes são: dificuldade de raciocinar quando há números e conceitos matemáticos, não entendem o significado dos números, não conseguem fazer contas simples, apresentam dificuldades para lidar com dinheiro e também para calcular o tempo.
Disortografia
É uma dificuldade de aprendizagem que afeta a capacidade da criança ou do jovem soletrar ou escrever corretamente. A pessoa não consegue escrever sem cometer erros ortográficos. Geralmente, omite ou inverte as letras e as sílabas, esquece as pontuações, substitui letras com sons e formas semelhantes. É comum que não consiga escrever um texto bem estruturado.
Disgrafia
Esse transtorno de aprendizagem também causa problemas na hora de escrever e a principal característica é uma caligrafia ilegível. Por isso, fica bastante difícil entender o que a criança escreveu. É comum que o aluno faça muito esforço para escrever, já que apresenta dificuldade com a ortografia, caligrafia e para conseguir se expressar.
Outros sintomas comuns são: misturar letras maiúsculas e minúsculas, escrever com tamanhos e formas irregulares, espaçamento muito grande entre as letras, não conseguir copiar as palavras, dificuldade para segurar o lápis ou caneta e falar muito enquanto escreve.
Como diferenciar uma dificuldade comum de um transtorno de aprendizagem?
É importante que pais e professores estejam atentos à persistência desses sinais e direcionem a criança para uma avaliação multidisciplinar. Somente desta forma os sintomas poderão ser identificados e definidos (ou não) como transtorno de aprendizagem.
Para Telma Pantano, psicopedagoga do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), o ambiente em que a criança estuda também deve ser levado em conta. “Problemas de aprendizagem são diferentes de transtornos de aprendizagem. O primeiro pode estar associado a questões pedagógicas como alguma deficiência no sistema de ensino aplicado nas escolas; já os transtornos ocorrem devido aos processos cerebrais das crianças, o que dificulta a assimilação de informações”, destaca.
O diagnóstico de um transtorno de aprendizagem geralmente só ocorre após a criança ingressar na escola. Para ele, é realizada uma avaliação neuropsicológica, que pode ser feita por uma equipe multidisciplinar (neuropediatras, psiquiatras, fonoaudiólogos, psicólogos, neuropsicólogos e psicopedagogos). São feitas diversas entrevistas com os alunos e os pais, para se observar o comportamento da criança, o histórico familiar e escolar. Não há exames específicos que determinem se a criança tem ou não um transtorno de aprendizagem, por isso a observação do comportamento é um fator determinante para o diagnóstico correto.
Vale destacar que, pelo fato de ser um transtorno (e não uma doença), não há cura, mas há diversas medidas terapêuticas efetivas que são recomendadas de acordo com a condição da criança ou jovem. “O ideal é ter o acompanhamento de um neurologista, psicopedagogo e/ou fonoaudiólogo, além de um psicólogo para trabalhar com as questões emocionais, como lidar com o sentimento de frustração e de incapacidade, por exemplo”, afirma Brandalezi.
Os pais não devem pressionar as crianças para melhorar o desempenho escolar ou diminuir seus esforços e os progressos. Já os professores, que muitas vezes são os primeiros a notar os sintomas, devem comunicar os pais sobre as dificuldades do aluno e orientá-los a procurar ajuda especializada. Durante as aulas, a recomendação é sempre conversar com o aluno de forma individual, para evitar uma exposição desnecessária.
“Forçar ou brigar só vai afetar ainda mais a autoestima da criança. É importante que os pais identifiquem a forma que seu filho aprende melhor e utilizem estratégias lúdicas como jogos e brincadeiras para deixar as atividades mais leves e prazerosas”, diz Moura.
Novas hipóteses sobre o final desta espécie humana mostram que seu desaparecimento está relacionado à maior interconexão dos grupos de ‘sapiens’
Exposição sobre neandertais no museu de Moesgaard, na Dinamarca. Moesgaard MuseumMichael Johansen
A paulatina aproximação entre os Homo sapiens, os humanos atuais, e os neandertais, do ponto de vista intelectual, mas também genético, foi um dos processos científicos mais desafiantes das últimas décadas. A espécie humana mais próxima, que habitou a Europa e a Ásia durante pelo menos 300.000 anos, deixou de ser um espelho longínquo para se transformar em um reflexo cada vez mais próximo da humanidade moderna. Essa mudança se traduziu em um imparável interesse pelos neandertais, que protagonizam constantes publicações científicas, livros de divulgação e exposições.
Como disse o ensaísta israelense Yuval Noah Harari, “pelo mero fato de ter existido, os neandertais desafiam alguns dos nossos mais apreciados ideais e percepções, nos obrigam a questionar a crença de que o Homo sapiens se ergue como o ápice da criação e o que significa ser humano. E esses assuntos são agora mais urgentes do que nunca”. O autor de Sapiens escreveu estas palavras na crítica no The New York Times do livro Kindred. Neanderthal life, love, death and art (Familiares. A vida, o amor, a morte e a arte dos neandertais), da pesquisadora e arqueóloga britânica Rebecca Wragg Sykes, um sucesso de vendas no mundo anglo-saxão (ainda sem tradução ao português).
Wragg Sykes tenta resumir em seu livro todos os conhecimentos acumulados sobre os neandertais nas últimas três décadas, um processo que acelerou após, dez anos atrás, uma equipe do Instituto Max Planck de Leipzig dirigida por Svante Pääbosequenciar seu genoma e descobrir que os humanos atuais têm uma pequena proporção de genes neandertais, o que demonstra que ocorreu hibridação entre as duas espécies. É mais filosófico o livro recente La vida contada por un sapiens a un neandertal (A vida contada por um sapiens a um neandertal), em que o escritor Juan José Millás e o paleoantropólogo Juan Luis Arsuaga, codiretor da Fundação Atapuerca, falam do divino, mas principalmente do humano. Também foi editado El sapiens asesino y el ocaso de los neandertales (O sapiens assassino e o ocaso dos neandertais), do paleontólogo Bienvenido Martínez-Navarro, que se centra no que se mantém como o grande mistério sobre os neandertais: Por que desapareceram?
“Eles nos fascinam pela mesma razão pela que nos fascinam os romances de ficção científica: porque são outra versão de nós”, diz Juan Luis Arsuaga em conversa telefônica. “Tudo indica que têm o mesmo nível intelectual que nós e, entretanto, não são iguais.
Podemos dizer que têm a mesma mente, mas não a mesma mentalidade. Representam outra maneira de ser humano e isso é algo que temos muita dificuldade de imaginar”. Em uma entrevista por videochamada, Wragg Sykes fala o mesmo: “Os neandertais mudaram a percepção de nós mesmos. Na cultura ocidental sempre tentamos nos separar do resto da natureza, demonstrar que somos melhores do que os animais. Os neandertais nos obrigam a repensar isso”.
Kindred perpassa três décadas de descobertas sobre os neandertais, que também coincidem com uma revolução na arqueologia e na genética. A aplicação da química e de sofisticadas técnicas de datação permitiram saber que os neandertais tinham pensamento simbólico ―ainda que não necessariamente artístico―, que dominavam as plantas e a paisagem que os cercava, que eram conscientes do material lítico que utilizavam para diferentes instrumentos, que utilizavam cores, principalmente vermelho e ocre, que enterravam seus mortos e cuidavam dos idosos. Tanto pela presença do gene FOXP2, associado à linguagem, como pelo tipo de animais que caçavam ―abatê-los precisava da cooperação do grupo―, os cientistas consideram que utilizavam alguma forma de comunicação.Exposição sobre neandertais no museu de Moesgaard. Michael Johansen
“Durante a última década, numerosas descobertas mudaram nosso paradigma sobre as capacidades dos neandertais”, diz a pesquisadora dinamarquesa Trine Kellberg Nielsen, professora da universidade de Aarhus e curadora de uma exposição sobre neandertais no museu de Moesgård, especializado em antropologia e pré-história, que estará até o final do ano (o museu está atualmente fechado pela covid-19). “Muitas das coisas que antes atribuíamos somente a nossa própria espécie, como uma cultura visual e um comportamento social, se estendem agora aos neandertais.”
As novas descobertas se acumulam quase a cada mês, até a cada semana. Somente nos últimos sete dias surgiu um estudo, baseado em sedimentos da caverna de Salt ―a Espanha é um dos campos mais férteis no estudo dessa espécie pela quantidade de jazidas―, sobre a presença de microrganismos benéficos na microbiota intestinal dos neandertais e na sexta-feira foi publicada outra pesquisa que pode permitir entender no futuro como seu cérebro evoluiu e influenciou em seu comportamento.
Mas, como disse o escritor britânico John Lanchester em um texto na London Review of Books sobre Kindred, o grande mistério permanece: “Não são uma versão fracassada de nós e a trajetória deles até nós não é teológica. E, entretanto… o fato é que nós estamos aqui e eles, não, e ainda que não exista um propósito na evolução, a questão de por que e como aconteceu isso continua sendo apaixonante”. A data é a única coisa que se sabe: há 40.000 anos, quando os sapiens começaram a avançar pela Europa, os neandertais desaparecem do registro fóssil.
Alguns pesquisadores afirmam que ainda permaneceram alguns milênios no sul da península ibérica, em duas cavernas em Gibraltar, mas são datações ainda polêmicas. Em seu livro, Bienvenido Martínez-Navarro aposta em uma explicação baseada principalmente na luta pelos recursos. “Competíamos pelos mesmos recursos no mesmo território” diz, sem descartar de modo nenhum a violência. Mas não é a hipótese mais difundida entre os especialistas. Arsuaga, por sua vez, acha que a chegada do Homo sapiens em circunstâncias extremas ―o começo de uma glaciação― foi determinante. “Em um momento crítico, a espécie que teve menos problemas é a que prevaleceu”.
Rebecca Wragg Sykes adianta em Kindreduma hipótese nova, baseada em estudos genéticos e químicos das ferramentas que as duas espécies utilizaram. “Sabemos pela genética que não havia muita diferença no número de indivíduos, mas também que os grupos de Homo sapiens estavam muito mais interconectados. Se consideramos que se encontravam em um momento em que as condições climáticas estavam se deteriorando rapidamente, quando se conta com uma rede de contatos é mais fácil se mover a outros lugares e pode ser que os neandertais não tivessem isso. Sabemos pela arqueologia que não havia grandes diferenças entre o que comiam e sabemos que os Homo sapiens desse período já tinham armas para caçar à distância, lanças, flechas, sistemas para lançar dardos, e os neandertais não”. Seu final foi uma mistura de desvantagens tecnológicas, mudança climática e sociabilidade. Mas, uma vez que os humanos não africanos têm entre 1% e 4% de genes neandertais, nunca houve na história tanto material genético da espécie extinta circulando pelo planeta. Wragg Sykes afirma: “Eles nos demonstram que na Terra existiu mais de uma forma de ser humano”.
A Reforma da Previdência trouxe uma série de mudanças principalmente relacionadas à aposentadoria.
Sabemos que esse é um benefício bastante aguardado por muitos brasileiros e, por isso, é necessário entender melhor como as novas regras funcionam para saber quando e qual será o tipo de aposentadoria que você se enquadra.
Hoje, chamamos a atenção das mulheres, pois a reforma também trouxe alterações quanto à idade para pedir o benefício.
Antes de prosseguirmos, lembre-se que as regras anteriores têm validade até o dia 12 de novembro de 2019 e são direcionadas às pessoas que atendem aos requisitos para se aposentarem, através do direito adquirido.
Novas Regras
De acordo com a Reforma da Previdência, foram estabelecidas regras de transição.
Elas são voltadas às pessoas que já contribuíam com à Previdência Social antes das mudanças, mas que ainda não haviam cumprido com todos os requisitos para pedir a aposentadoria.
Desta forma, devem verificar as regras de transição para se organizarem.
Isso ajuda a verificar quais critérios faltam e assim, terá uma previsão de quando será possível se aposentar. Veja as principais modalidades e qual é o valor do benefício para a mulher em 2021.
Aposentadoria por idade: deve ser contabilizado 15 anos de contribuição e 61 anos de idade. Nesta regra, é preciso somar 6 meses de idade por ano até atingir 62 anos de idade.
Desta forma, neste ano as mulheres podem se aposentar com 61 anos, ano que vem, por exemplo, será necessário ter 61 anos e 6 meses de idade para aposentadoria.
Por suas vez, aquelas que começaram a contribuir a partir do dia 13 de novembro de 2019, deverão completar 15 anos de contribuição e 62 anos de idade.
Aposentadoria por Tempo de Contribuição: a regra para essa transição é feita por pontos, ou seja, a mulher precisa ter 30 anos de contribuição e 88 pontos.
É preciso somar 1 ponto por ano até completar 100 para as mulheres.
Regra do Pedágio de 50%: é preciso que a mulher tenha 30 anos de contribuição e 50% de pedágio, que corresponde ao tempo que faltava para você se aposentar um dia antes da Reforma da Previdência, ou seja, 12 de novembro de 2019.
Regra do Pedágio de 100%: as mulheres devem ter 57 anos de idade, 30 anos de contribuição e 100% de pedágio, que corresponde ao tempo que faltava para você se aposentar antes da reforma.
Regra da Idade Progressiva: neste caso, a mulher precisa ter 30 anos de contribuição e 57 anos de idade.
Então serão somados 6 meses de idade por ano até completar 62 anos de idade.
Aposentadoria por tempo de contribuição: aquelas que começaram a contribuir após 13 de novembro de 2019 não podem mais optar pela aposentadoria por tempo de contribuição.
Então, é preciso a regra geral da aposentadoria por idade, que é de 15 anos de contribuição e 62 anos de idade.
Aposentadoria especial: neste caso, a idade pode variar desde que sejam atingidos os pontos.
Veja como fica para quem contribuiu antes da reforma:
Aposentadoria por 25 Anos de Contribuição – 86 pontos
Aposentadoria por 20 Anos de Contribuição – 76 pontos
Aposentadoria por 15 Anos de Contribuição – 66 pontos
Para aqueles que passaram a contribuir depois da reforma, fica da seguinte forma:
Aposentadoria por 25 Anos de Contribuição – 60 Anos de Idade
Aposentadoria por 20 Anos de Contribuição – 58 Anos de Idade
Aposentadoria por 15 Anos de Contribuição – 55 Anos de Idade
Aposentadoria das professoras: é possível utilizar a regra da idade mínima onde a mulher deve ter 52 anos de idade e 25 anos de contribuição.
Para isso, é somado 6 meses de idade até completar 57 anos de idade para as mulheres.
Além disso, também pode ser calculado através da regra dos pontos, sendo que a mulher precisa ter 25 anos de contribuição e 83 pontos.
Depois, basta acrescentar 1 ponto por ano, até atingir o limite de 92 pontos para mulher.
Aposentadoria do portador de deficiência: a regra da idade mínima pode ser utilizada nesse caso, sendo 55 anos de idade e 15 de contribuição.
Há ainda as seguintes possibilidades de acordo com os graus da deficiência:
Deficiência grave: 20 Anos de Contribuição;
Deficiência média: 24 Anos de Contribuição;
Deficiência leve: 28 Anos de Contribuição.
Aposentadoria Rural: é preciso que a mulher tenha 55 anos de idade e 15 de contribuição e trabalhar em regime de economia familiar.
Também é necessário calcular a média de 100% dos salários de contribuição que foram realizados desde julho de 1994 até o último ano anterior à solicitação.
Veja como é feito o cálculo conforme as regras:
Regra Geral: 60% do salário de benefício, acrescido de 2% para cada ano de contribuição que exceder o tempo de 15 anos de contribuição para a mulher;
Pedágio de 50%: A renda mensal inicial será 100% do salário de benefício aplicado o Fator Previdenciário.
Pedágio de 100%: a segurada pode se aposentar recebendo 100% do salário de benefício.
Aposentadoria Especial: independente do tempo de contribuição o valor será de 60% do salário de benefício + 2% para cada ano que ultrapassar os 15 anos de contribuição.
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