Presidente criticou jornalista após reportagem falando sobre a suspensão da compra de seringas
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O presidente Jair Bolsonaro não poupou críticas ao apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, em conversa com apoiadores nesta quinta-feira (7). Na ocasião, o chefe do Executivo chamou o âncora da TV Globo de “sem-vergonha”, em reação a uma reportagem apresentada na noite de quarta-feira (6) sobre a suspensão da compra de seringas pelo governo federal.
– William Bonner, sem-vergonha, vai ter seringa pra todo mundo. William Bonner, por que teu salário foi reduzido? Porque acabou a teta do governo. Vocês têm que criticar mesmo. Quase R$ 3 bilhões por ano para a imprensa e, em grande parte, pra vocês. Acabou a grana, William Bonner – disparou.
Bolsonaro também aproveitou o momento para fazer críticas à diferença salarial entre Bonner e a coapresentadora do Jornal Nacional, Renata Vasconcellos, e ainda fez alusão à delação do doleiro Dario Messer, que citou a emissora em um suposto esquema de desvio de dinheiro.
– E outra coisa: que vergonha! Você defende tanto o salário igual de homem e mulher, né? Por que a Renata ganha a metade do que você ganha? Por que você não fala do 1 bilhão e 700 milhões de reais roubados pelo seu patrão Marinho, de acordo com o doleiro Dario Messer? – apontou.
Por fim, Bolsonaro disse que a emissora carioca se interessa apenas pelo número de mortes causadas pela Covid-19 e acusou o canal de estar preparando “a festa dos 200 mil mortos”.
– Para a imprensa, para a Globo, interessam as mortes. A Globo ‘tá preparando a festa dos 200 mil mortos. Deve acontecer amanhã ou depois. Vai ser festa na Globo; [está] preparada já – finalizou.
Com uma população majoritariamente formada de homens e mulheres que se declaram de cor preta ou parda, Feira de Santana tem este cenário bem reproduzido no mandato que se inicia em sua Câmara de Vereadores.
Um levantamento feito pela Assessoria de Comunicação da Casa da Cidadania, com dados coletados no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sobre o perfil dos eleitos para o Poder Legislativo Municipal, revela que eles somam 90,4% do novo plenário (19 vereadores), enquanto 9,6% da sua composição atual é formada de parlamentares que se declaram de raça branca, o que corresponde a dois vereadores.
Divididas as duas raças em superioridade numérica, o grupo que se considera de cor parda é o maior, 14 deles, correspondente a 66,6%, enquanto os declarados pretos somam 23,8%.
NASCIDOS EM FEIRA REPRESENTAM 71%
O mesmo levantamento indica que, nascidos em Feira de Santana, 15 vereadores, eleitos em novembro do ano passado, representam 71,4% da nova legislatura, enquanto os outros seis empossados no dia 1º de janeiro (28,6%) são naturais de outros municípios.
Uma curiosidade é que, entre os cinco que não nasceram aqui e se tornaram filhos adotivos, dois destes (José Carneiro e Pedro Cícero) tem origem em uma mesma cidade, Riachão do Jacuípe, e um terceiro, Emerson Minho, de município próximo, São José do Jacuípe. Salvador e Rui Barbosa também contam com um vereador (Gerusa Sampaio e Edvaldo Lima, respectivamente).
Apenas um vereador, Eli Ribeiro, é nascido em outro estado, no município de São Pedro, Maranhão. Nasceram em Feira: Galeguinho, Zé Curuca, Eremita Mota, Lu de Rony, Fernando Torres, Sílvio Dias, Professor Ivamberg, Professor Jhonatas Monteiro, Luiz da Feira, Ron do Povo, Paulão do Caldeirão, Jurandy Carvalho, Pedro Américo e Pastor Valdemir.
O anúncio foi feito hoje pelo governo de São Paulo
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Agência Brasil- A CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus que é produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, tem taxa de eficácia mínima de 78%. O anúncio foi feito hoje (7) pelo governo de São Paulo, em entrevista coletiva.
Esse percentual, segundo o governo, se refere aos estudos feitos no Brasil, que foram realizados com profissionais da área da saúde, mais expostos ao vírus.
De acordo com o governo, a vacina é de que ela garantiu proteção total contra casos graves e mortes provocadas pela doença. “Isso significa que ela tem elevado grau de eficiência e de eficácia para proteger contra a covid-19 [doença provocada pelo novo coronavírus ]”, disse hoje (7) o governador de São Paulo João Doria. “As pessoas que forem imunizadas com a vacina do Butantan terão entre 78% e 100% menos possibilidade de desenvolverem a covid-19 do que uma pessoa que não receber o imunizante”.
Segundo Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, também não houve internações hospitalares entre os voluntários que receberam a vacina. “Com relação a atendimento ambulatorial, ou seja, de sintomas que necessitam de assistência médica, entre os vacinados, 78% não precisaram procurar recurso médico. Os casos leves foram prevenidos em 78%. [Com a vacina] estamos evitando casos graves, moderados e internações hospitalares e diminuindo a necessidade de atendimento ambulatorial. Estamos reduzindo, de forma significativa, as manifestações mais leves. É uma excelente vacina para o momento. Precisamos agora que ela chegue aos braços das pessoas”, disse Covas. Isso significa, segundo ele, que vacina se mostrou 100% eficaz contra casos graves e 78% eficaz em relação a casos leves.
Os dados de eficácia foram revisados por um comitê internacional. O anúncio do governo paulista acontece após dois adiamentos: inicialmente, o governo paulista pretendia fazer esse anúncio no dia 15 de dezembro. Depois, ficou para o dia 23 de dezembro, mas uma divergência entre os números obtidos por São Paulo e outros países que participavam dos testes de eficácia fez adiar novamente a data para divulgação.
Esses dados de eficácia estão sendo apresentados hoje (7) em uma reunião com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que será o responsável pela aprovação da vacina para uso no país. A taxa mínima de eficácia recomendada pela própria Anvisa é de 50% como parâmetro de proteção.
Segundo Dimas Covas, o governo paulista ainda não vai encaminhar o pedido de registro da vacina à Anvisa, já que isso teria que ser feito em conjunto com a Sinovac. O que será feito neste momento, disse ele, será apenas o pedido de uso emergencial da vacina.
Conforme o governador, o objetivo é iniciar a vacinação em São Paulo no dia 25 de janeiro.
Os testes de eficácia
Os testes de eficácia já vêm sendo desenvolvidos no Brasil desde julho deste ano e numa etapa preliminar era necessário que um mínimo de 61 participantes voluntários do teste fosse contaminado pelo novo coronavírus. Isso porque metade dos voluntários recebe placebo e, a outra metade, a vacina. Para saber se a vacina é eficaz, espera-se que a maior parte dos infectados pelo vírus estejam entre as pessoas que receberam o placebo.
Esse número mínimo de voluntários contaminados nos testes foi atingido em novembro e permitiu o início da análise da eficácia da vacina pelo comitê internacional. Mas, como a doença voltou a crescer em todo o estado nos últimos meses, o número de voluntários infectados cresceu, atingindo o patamar considerado ideal para a finalização do estudo. O estudo de eficácia, segundo Dimas Covas, continua a ser realizado. Até este momento, 12.476 profissionais da saúde participaram dos estudos.
O governo paulista não forneceu mais detalhes sobre a vacina tais como o número dos voluntários que receberam a vacina e o número que receberam o placebo, intervalo de confiança da eficácia da vacina ou dados referentes a subgrupos, como eficácia da vacina por faixa etária.
O Plano Estadual de Imunização prevê início da campanha em 25 de janeiro, após autorização da Anvisa.
A vacina
O governo paulista, por meio do Instituto Butantan, tem uma parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac para a vacina CoronaVac. Por meio desse acordo, o estado já vem recebendo doses da vacina. O acordo também prevê transferência de tecnologia para o Butantan, o que significa que a vacina passará a ser produzida aqui no Brasil, na fábrica do Butantan.
Para uma vacina poder ser utilizada na população, ela passa por uma fase de estudos em laboratório, uma fase pré-clínica de testes em animais e três etapas clínicas de testes em voluntários humanos, que avaliam a produção de anticorpos, a sua segurança e a sua eficácia. Estudos de fases 1 e 2 da vacina, realizados na China, já haviam demonstrado que ela é segura, ou seja, que ela não provoca efeitos colaterais graves. Também estudo feito com voluntários no Brasil comprovou que a vacina é segura .
Produção
O governo de São Paulo já recebeu, da Sinovac, 10,8 milhões de doses da vacina. Pelo termo de compromisso assinado no final de setembro com a Sinovac, o Butantan vai receber um total de 46 milhões de doses da CoronaVac, sendo que 6 milhões dessas doses já chegarão prontas. A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de 14 dias entre elas.
Principal em população e economicamente o mais importante distrito de Feira de Santana, Humildes terá o maior valor em emendas impositivas previstas para serem aplicadas na zona rural pela Prefeitura, em 2021, aproximadamente 1 milhão e 150 mil reais. É o que indica levantamento feito pela Assessoria de Comunicação da Câmara junto ao Orçamento Municipal deste ano.
Criada em 2018, pelo próprio Poder Legislativo, a lei prevê que até 0,9% da dotação orçamentária anual do Poder Executivo deve ser destinado para as emendas impositivas apresentadas pelos vereadores ao Orçamento, votado antes do início do recesso parlamentar.
Para este ano, cada um deles dispôs de uma quantia superior a R$ 500 mil para encaminhar a realização de obras e implantação de serviços públicos diversos, na sede e distritos. O dispositivo determina que o Governo Municipal é obrigado a cumprir as emendas – daí o nome “impositivo”.
Vários vereadores, à época, subscreveram o projeto como seus autores. Matinha é o segundo distrito com maior volume de recursos previstos, cerca de R$ 850 mil, seguido de Maria Quitéria, com a dotação próxima de R$ 800 mil. Junto com o líder Humildes, formam o grupo distrital com as maiores quantias indicadas pelos vereadores à zona rural. Tiquaruçu aparece na quarta posição, com cerca de R$ 430 mil; Bonfim de Feira com algo em torno de R$ 320 mil; Jaguara soma R$ 300 mil. Jaíba e João Durval Carneiro terão, para este ano, R$ 60 mil cada, em emendas impositivas.
O serviço será prestado na Avenida Getúlio Vargas e no Calçadão da Sales Barbosa, de acordo com a PM
Foto: Paulo José/Acorda Cidade
Foi lançada na manhã desta quinta-feira (7), em Feira de Santana, a Ronda Ciclista da 64ª Companhia Independente. Com o objetivo de realizar o policiamento ostensivo no centro da cidade, bicicletas elétricas serão utilizadas.
Feira de Santana é a primeira cidade do interior da Bahia a implantar esse tipo de policiamento. O serviço será prestado na Avenida Getúlio Vargas e no Calçadão da Sales Barbosa, de acordo com a assessoria da Polícia Militar.
De acordo com o comandante-geral da PM, coronel Anselmo Brandão, inicialmente 5 bicicletas serão utilizadas
“Esse aqui é apenas um embrião, que vamos lançar no centro da cidade. Até o momento chegaram cinco. Compramos 35 pelo governo, e dando certo vamos ampliar”, afirmou.
Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança tem atraído cada vez mais o interesse dos brasileiros. Em 2020, os investidores depositaram R$ 166,31 bilhões a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta quinta-feira (7) o Banco Central (BC).
O resultado é o maior já registrado para um ano desde o início da série histórica, em 1995. Em 2019, a captação líquida – diferença entre depósitos e retiradas – tinha ficado em R$ 13,33 bilhões. O recorde anterior tinha sido registrado em 2013, quando a aplicação financeira tinha captado R$ 71,05 bilhões.
Apenas em dezembro, os brasileiros depositaram R$ 20,61 bilhões a mais do que sacaram da poupança. O valor é recorde para o mês desde o início da série histórica. Tradicionalmente, os brasileiros depositam mais na caderneta em dezembro, por causa do pagamento da segunda metade do décimo terceiro salário.
A aplicação começou 2020 no vermelho. Em janeiro e fevereiro, os brasileiros retiraram R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram. A situação começou a mudar em março, com o início da pandemia da covid-19, quando os depósitos passaram a superar os saques.
O interesse dos brasileiros na poupança se mantém apesar da recuperação da bolsa de valores nos últimos meses. Nos dois primeiros meses da pandemia, as turbulências no mercado financeiro fizeram investidores migrar para a caderneta. As oscilações do Tesouro Direto também ajudaram a atrair investidores para a segurança da caderneta, mesmo o rendimento sendo menor.
Rendimento
Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança atraiu mais recursos mesmo com os juros básicos nos menores níveis da história e com a aplicação perdendo para a inflação. Com as recentes reduções na taxa Selic e o repique no valor de diversos alimentos, o investimento passou a render menos que os índices de preços.
Em 2020, a aplicação rendeu 2,11%, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor-15, que funciona como prévia da inflação oficial, atingiu 4,23%. O IPCA cheio de 2020 será divulgado na próxima terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para 2021, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 3,32% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo. Com a atual fórmula, a poupança renderá apenas 1,4% nos próximos 12 meses, caso a Selic de 2% ao ano fique em vigor ao longo de todo o ano.
Histórico
Até 2014, os brasileiros depositaram mais do que retiraram da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.
Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões. Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões.
Alguém do elenco do Atlético Goianiense ficará de fora dos próximos jogos da equipe pelo Campeonato Brasileiro. Nesta quinta-feira (7), um dos atletas, que não teve seu nome divulgado, testou positivo para Covid-19. O desfalque surgiu de última hora, já que o Dragão entra em campo contra o Vasco também nesta quinta às 21h.
O jogador já está isolado e, de acordo com a quantidade de dias de afastamento orientada pelos protocolos de saúde para a doença, o atleta ficará de fora dos prováveis três próximos jogos do Atlético-GO, um deles contra o Bahia.
A equipe está com o calendário apertado e, além do jogo contra o Vasco, nesta quinta, jogará com o Bahia no próximo domingo (10) e entra em campo para o clássico contra o Goiás na próxima quarta (13). Como o jogador contaminado deve ficar cerca de 10 dias afastado, acabará não integrando o elenco nessas partidas.
A partida contra o Tricolor Baiano é válida pela 29ª rodada da Série A e acontece às 18h15, no Estádio Antônio Accioly. O Dragão é o 13º colocado na tabela de classificação com 34 pontos, enquanto o Bahia está na 16ª posição com 28 pontos.
Os novos uniformes do Vitória serão comercializados a partir da semana que vem, segundo apuração do Bahia Notícias. O clube passou a contar com marca própria, a Nêgo, que faz referência ao apelido da agremiação. Antes, a Kappa era a fornecedora de material esportivo.
Os preços já foram definidos. A camisa masculina de jogo deverá ser comercializada a partir de R$ 229,90, enquanto a feminina de R$ 219,90. Os valores de outras vestimentas ainda serão divulgadas pelo clube.
A ideia é que os novos uniformes estejam disponíveis a partir de sexta-feira (15) na Loja Oficial do Vitória, que fica localizada no Barradão, e também pela internet.
O Vitória estreou seu novo uniforme no último domingo (3), na partida contra o Operário, no Barradão. O jogo terminou empatado em 1 a 1.
A camisa rubro-negro conta com listras horizontais em vermelho e preto, enquanto o uniforme branco tem detalhes em vermelho e preto na gola nas mangas e ombros.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou na tarde de hoje (7), em entrevista coletiva, a assinatura de um contrato com o Instituto Butantan para que sejam fornecidas 100 milhões de doses de vacinas Coronavac contra a Covid-19 — 46 milhões até abril e outros 54 milhões até o fim do ano.
Pazuello também informou que toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização para distribuição em todo o país.
Ainda segundo o ministro, além das vacinas contra a Covid-19 do Instituto Butantan e do imunizante produzido pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, a pasta está negociando com a União Química, responsável pela produção da Sputnik V, para a fabricação de doses no Brasil. As quantidades ainda estão sendo negociadas.
O governador Rui Costa disse hoje (7) que a estimativa é iniciar a vacinação contra a Covid-19 na Bahia dentro de um prazo máximo de 30 dias.
“Já estamos preparados. Conseguimos fazer a aquisição das seringas e dos refrigeradores. Só estamos esperando a liberação da vacina para iniciar a imunização”, afirmou Rui, durante um evento de entrega de obras, no município baiano de Presidente Tancredo Neves.
O governador destacou que profissionais das áreas de saúde e segurança terão prioridade, além dos mais vulneráveis, como os idosos.
Em dezembro, o Governo do Estado comprou 19,8 milhões de seringas e agulhas.