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Plataforma do Facebook tem encontrado forte rejeição após anunciar alteração na política de privacidade de dados

Foto: Reprodução

As mudanças na política de privacidade do WhatsApp têm se mostrado desastrosas dia após dia, com o crescimento vertiginoso dos concorrentes e a queda da plataforma de mensagens instantâneas mais utilizada no mundo. Segundo a plataforma Sensor Tower, o Telegram passou para a liderança como app mais baixado entre os usuários de iOS e o Signal entre os telefones Android. Em ambos os sistemas, o WhatsApp agora é o 3°.

A alta de downloads dos rivais nos últimos dias é devido ao fato de que o WhatsApp vem informando aos usuários que vai passar a compartilhar os dados de seus utilizadores com o Facebook, Instagram e Messenger. Usuários que não aceitarem os novos termos até o dia 8 de fevereiro poderão ter sua conta excluída.

Diante do fato, internautas se revoltaram contra a plataforma e começaram a buscar novas alternativas. Com isso, apps como Telegram e Signal têm sido muito procurados nos últimos dias. Na última terça-feira (12), Pavel Durov, fundador do Telegram, registrou a chegada de 25 milhões de novos usuários do app desde sábado (9) fazendo com que o app ultrapassasse a marca de 500 milhões de usuários ativos.

Outro aplicativo que teve grande ascensão desde a última semana é o Signal. Na quarta-feira (13), o aplicativo de mensagens tornou-se o app gratuito mais baixado na Play Store brasileira. Além disso, a plataforma ganhou o apoio público do bilionário Elon Musk. Para encontrar a página do Pleno.News no Signal basta clicar neste link e assim ficar atualizado com as principais notícias.


Objetivo é aproveitar melhor a mão de obra disponível e criar um mercado de trabalho dentro do governo

Foto: Reprodução

Pleno News- O governo quer incentivar a realização de processos seletivos na administração pública, sobretudo para os chamados cargos de liderança, postos estratégicos de comando na máquina pública que têm como característica serem de livre nomeação. O objetivo é aproveitar melhor a mão de obra disponível entre os servidores e criar um mercado de trabalho dentro do governo, a exemplo do que já existe nos Estados Unidos e em outros países.

Para isso, a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) mapeou competências profissionais almejadas para servidores, sobretudo para quem ocupar esses cargos de liderança na administração pública. Além disso, o órgão está testando uma plataforma para ajudar nas candidaturas e seleções.

A instituição analisou a experiência de dez países e identificou ao todo 60 competências, que foram adaptadas para o cenário brasileiro. Para os cargos de liderança, nove delas são consideradas essenciais: visão de futuro, inovação e mudança, comunicação estratégica, geração de valor para o usuário, gestão de crises, gestão para resultados, coordenação e colaboração em rede, engajamento de pessoas e equipes, autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.

A definição das competências é um primeiro passo para a estratégia de modernização do serviço público, afirma o presidente da Enap, Diogo Costa. Antes disso, não havia no setor público brasileiro uma definição clara do que se busca no funcionário.

Agora, começa a segunda etapa do trabalho, que envolverá um levantamento amplo das competências que os atuais servidores já possuem (como análise de dados, área tida como cada vez mais necessária) e quais precisarão ser aprimoradas ou buscadas fora da administração.

Com isso, segundo Costa, o Executivo conseguirá desenhar sua estratégia de formação de servidores, com cursos de capacitação, ou até mesmo abrir processos seletivos para preencher os postos de liderança com pessoas de fora do quadro efetivo do funcionalismo – algo que já é possível, pois os cargos são de livre nomeação. O governo tem hoje 11.322 cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS), sendo que 10,4 mil estão ocupados (3,6 mil em níveis que são livre nomeação).

*Estadão


Foto: Divulgação

Estudantes das redes de ensino privada e pública estadual que já possuem o cartão Via Feira, revalidados em 2020, estão isentos desta etapa neste semestre. O processo de renovação será automático e garante até o mês de junho a continuidade da recarga, de até 90 créditos/mês, com o desconto de 50% no pagamento da tarifa atual nos ônibus do SIT (Sistema Integrado de Transporte) e BRT (Bus Rapid Transit).

O cartão estudantil é um benefício garantido pela Prefeitura de Feira (Lei municipal 2399/03) para quem possui idade superior a 7 anos e está devidamente matriculado nas unidades de ensino fundamental, médio e superior, no município.

Quem precisa revalidar ou se cadastrar

Apenas o estudante que não revalidou o cartão Via Feira no ano passado deverá acessar o site www.viafeira.com.br e, de acordo com o nível de ensino que se enquadra, escolher as opções Revalidação Estudantil (ícone verde) ou Revalidação Universitária (ícone amarelo), e seguir o passo a passo.

Também, quem ainda não possui o cartão, incluindo novos estudantes matriculados, é necessário comparecer ao posto de atendimento da Via Feira, situado no Terminal Central (na Rua Dr. Olímpio Vital) e realizar a etapa de cadastramento.

Os documentos originais exigidos são: RG, CNH ou CTPS, CPF, comprovante de residência; atestado de frequência válido até 30 dias (para estudantes de nível fundamental e médio); nota fiscal e atestado de frequência (para alunos de pré-vestibular) ou o guia de matrícula (para universitários).

O secretário municipal de Transportes e Trânsito, Saulo Figueiredo, ressalta que “o benefício nos ônibus somente será assegurado ao usuário [estudante] que possuir o cartão”.

Caso tenha o cartão Via Feira roubado ou perdido, o beneficiado poderá solicitar o bloqueio e será substituído por outro com o saldo remanescente, contabilizado até a data da solicitação.


TSE recomenda que justificativa seja feita pelo aplicativo e-Título

Foto: Marcello Casal Jr

Agência Brasil- O eleitor que não compareceu às urnas no primeiro turno das eleições municipais de novembro tem até esta quinta-feira (14) para justificar a ausência. Caso o procedimento não seja realizado, será preciso pagar uma multa. Quem não regularizar a situação pode ficar sujeito a restrições. Para o segundo turno, o limite é 28 de janeiro

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomenda que a justificativa seja feita, preferencialmente, por meio do aplicativo e-Título, disponível para celulares com sistemas operacionais Android ou iOS.

O procedimento pode ser feito também pela internet, em um computador, por meio do Sistema Justifica. Ou ainda de modo presencial, no Cartório Eleitoral. Em todo caso, o eleitor precisará preencher um Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE), descrevendo porque não votou. O TSE pede que seja anexada documentação que comprove a razão da falta. 

Isso porque o RJE pode ser recusado pela Justiça Eleitoral, se a justificativa não for plausível ou se o formulário for preenchido com informações que não permitam identificar corretamente o eleitor, por exemplo.

Se tiver o requerimento negado, para regularizar sua situação o eleitor precisará pagar a mesma multa de quem perdeu o prazo para a justificativa. A multa pode variar de acordo com o valor estipulado pelo juízo de cada zona eleitoral. Existe a possibilidade de o eleitor solicitar isenção, se puder comprovar que não tem recursos para arcar com a penalidade.

Cada justificativa é válida somente para o turno ao qual o eleitor não compareceu por estar fora de seu domicílio eleitoral. Ou seja, se não tiver votado no primeiro e no segundo turno da eleição, terá de justificar a ausência a cada um, separadamente, obedecendo aos mesmos requisitos e prazos de cada turno.

Nas eleições 2020, foi registrada abstenção recorde tanto no primeiro (23,14% do eleitorado) quanto no segundo turno (29,5%). Quando foram realizadas as votações, o Brasil tinha 147.918.483 eleitores aptos a votar.

A justificativa para a ausência é necessária porque o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos, conforme o Artigo 14 da Constituição. Quem não justificar e não pagar a multa para regularizar a situação na Justiça Eleitoral fica sujeito a uma série de restrições legais, impedido de: 

– obter passaporte (1) ou carteira de identidade;

– receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição;

– participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, territórios, do Distrito Federal, dos municípios ou das respectivas autarquias;

– obter empréstimos nas autarquias, nas sociedades de economia mista, nas caixas econômicas federais e estaduais, nos institutos e caixas de Previdência Social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração ele participe, e com essas entidades celebrar contratos;

– inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, e neles ser investido ou empossado;

– renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo;

– praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda;

– obter certidão de quitação eleitoral;

– obter qualquer documento perante repartições diplomáticas a que estiver subordinado.

Quadro Polícia Cidadã – 13.01
14 de Janeiro de 2021

Confira o quadro desta semana, com a jornalista Patrícia Sales


Alexandre Lopes, presidente do Inep. — Foto: Gabriel Jabur/MEC

UOL- Alexandre Lopes, presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), disse hoje que o órgão não trabalha com a hipótese de adiar o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), mas que a prova pode ser cancelada em algumas cidades caso não seja possível aplicá-la.

“Não trabalhamos com a hipótese de adiamento, o que pode haver é um cancelamento em algumas cidades. Se a gente não puder aplicar a prova, infelizmente essa cidade vai ficar fora do Enem de 2020”, explicou Lopes em entrevista à CNN Brasil.

O Enem 2020 estava marcado inicialmente para novembro do ano passado, mas foi adiado para este ano por causa da pandemia do coronavírus. A prova será aplicada na versão impressa nos dias 17 e 24 de janeiro e, na versão digital, em 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Questionado especificamente sobre o caso de Manaus, cidade em que a prefeitura não liberou o uso das escolas da rede municipal para aplicação da prova, ele explicou que está conversando com as autoridades locais.

“Estamos conversando com a prefeitura e o governo, então não há uma definição específica em relação à cidade de Manaus, ainda existe um processo de discussão e a gente vai acompanhando isso até o dia da aplicação e vamos comunicar os participantes de qualquer decisão”, disse.

Já quando perguntado sobre casos de cidades em que a prova for desmarcada, ele respondeu: “Se não for possível fazer a data no dia da reaplicação, em 23 e 24 de fevereiro, essa cidade vai ficar fora do Enem 2020.”

Ministro cita ‘minoria barulhenta’ Ontem, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou que as datas do Enem estão mantidas e que uma “minoria barulhenta” é quem pede o adiamento das provas. Uma decisão da Justiça Federal de São Paulo negou o adiamento das provas.

A decisão rejeitou um pedido de adiamento feito pela DPU (Defensoria Pública da União) na semana passada. A Defensoria recorreu ao TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), argumentando que não há como impedir a transmissão da covid-19 entre os estudantes e profissionais envolvidos na realização das provas. Hoje, Lopes reforçou que que o Inep se preparou para poder fazer a prova no ambiente da pandemia do novo coronavírus.

“Tudo foi planejado para podermos garantir a segurança dos participantes”, disse.


Foto: REUTERS

CNN Brasil- A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou o impeachment do presidente Donald Trump nesta quarta-feira (13). O resultado já era esperado, uma vez que a Casa tem maioria democrata. Agora, o afastamento definitivo de Trump depende do Senado, onde são necessários dois terços dos votos. Como o Senado está em recesso e Trump deixa o cargo no próximo dia 20, a definição não tem data para acontecer. Foram 231 votos a favor do impeachment e 197 votos contra.

O pedido formal de abertura do processo foi apresentado na segunda-feira (11) e colocou Trump, pela segunda vez em seu mandato — e a sete dias de sair da Casa Branca — sob o risco de ser removido do cargo. 

A acusação foi apresentada após a recusa do vice-presidente Mike Pence de invocar a 25ª Emenda, que poderia resultar na remoção imediata de Trump do cargo por incapacidade de governo. A invasão ao Capitólio aconteceu em meio à sessão que confirmaria, formalmente, a vitória de Biden na eleição presidencial de 2020 e deixou cinco mortos.

É a primeira vez na história dos EUA em que um presidente é submetido a dois processos de impeachment — no primeiro deles, Trump foi condenado na Câmara e absolvido no Senado, de maioria republicana. A diferença agora é que, após a invasão do Capitólio, senadores republicanos anunciaram o rompimento com o presidente.

A bancada democrata da Câmara, que assinou o pedido, acusou Trump formalmente de “incitação à insurreição”, em referência à invasão do Capitólio na semana passada. O texto afirma que Trump teria “cometido crimes graves e contravenções ao incitar a violência contra o governo dos Estados Unidos” e aponta também que a 14ª Emenda da constituição do país impede qualquer pessoa que se envolva em “insurreição ou rebelião” de ocupar um cargo público no país.

O pedido de impeachment retoma alguns dos atos praticados por Trump desde a eleição presidencial. “Trump repetidamente emitiu declarações falsas de que os resultados da eleição presidencial eram produto de uma fraude ampla e não deveriam ser aceitos pelo povo americano ou reconhecidos por autoridades estaduais ou federais.”

O pedido também cita uma ligação feita pelo presidente norte-americano ao secretário de estado da Geórgia, Brad Raffensperger, na qual pediu que ele “encontrasse” votos suficientes para virar o resultado da eleição no estado.

“O Presidente Trump ameaçou gravemente a segurança dos Estados Unidos e suas instituições de governo. Ele ameaçou a integridade do sistema democrático, interferiu na transição de poder pacífica e colocou em risco um braço do governo. Assim, traiu seu compromisso enquanto Presidente, resultando em danos causados à população dos Estados Unidos”, completa o documento.

Com informações da Reuters e da CNN.


Foto: Reprodução

Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 113 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 19.720 pessoas livres da doença desde o início da epidemia, índice que representa 90% dos casos confirmados. Enquanto isso, 61 exames foram negativos e 104 positivos.


O boletim epidemiológico contabiliza ainda 66 pacientes internados no município e 1.711 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais quatro mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (13).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA QUARTA-FEIRA
13 de janeiro de 2021

Casos confirmados no dia: 104
Pacientes recuperados no dia: 113
Resultados negativos no dia: 61
Óbitos comunicados no dia: 4
Datas dos óbitos: 16/12, 26/12, 12/01 e 13/01
Total de pacientes hospitalizados no município: 66

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.711
Total de casos confirmados no município: 21.816 (Período de 06 de março a 12 de janeiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.645
Total de recuperados no município: 19.720
Total de exames negativos: 29.882 (Período de 06 de março a 12 de janeiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 827
Total de óbitos: 385

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 20.545 (Período de 06 de março a 13 de janeiro de 2021)
Resultado positivo: 3.676 (Período de 06 de março a 13 de janeiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 7
Resultado negativo: 16.869 (Período de 06 de março a 13 de janeiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Organizações Não-Governamentais que atendem a pessoas portadoras de necessidades, em Feira de Santana, vão receber da Prefeitura, em 2021, recurso superior a R$ 128 mil, para aplicar em seus projetos de atividades assistenciais, o que será possível através das emendas impositivas apresentadas por diversos vereadores ao Orçamento Municipal deste ano.

Aprovadas no final do exercício passado, as emendas são de caráter obrigatório para o Poder Executivo. Com 14 indicações, a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) é a entidade que receberá a maior verba, R$ 80 mil.

No mesmo segmento, a Associação Feirense de Síndrome de Down, também conhecida como Cromossomos 21, conta com três emendas totalizando R$ 6 mil, enquanto a Associação Família Azul terá R$ 16 mil.

A União Baiana de Cegos (UBC) tem previstos R$16.500,00, enquanto a Associação Feirense de Deficiência Visual, com finalidade semelhante, receberá R$2.000,00.

Uma emenda impositiva no valor de R$5.000,00 está destinada à Associação dos Surdos de Feira de Santana e uma outra, de pouco mais de R$3.000,00 para a Associação Levanta-te e Anda.

AAPC TEM 16 EMENDAS E R$ 74 MIL; SANTA CASA, R$54 MIL

Ainda no âmbito da assistência social, a Câmara destinou em emendas impositivas (16 indicações foram feitas pelos vereadores) ao Orçamento Municipal deste ano a quantia de R$74.500,00 para as atividades da Associação de Apoio à Pessoa com Câncer (AAPC).

A Santa Casa de Misericórdia, mantenedora do Hospital Dom Pedro de Alcântara, com nove emendas, está contemplada em R$54 mil.


Foto: Kelly Fuzaro / Band

RD1- Recém-saída da BandMariana Godoy não deve ficar muito tempo longe do vídeo se depender da CNN Brasil. O canal de notícias iniciou conversas com a jornalista para incluí-la no seu elenco. 

De acordo com a coluna de Fefito, do UOL, a emissora a cabo já manifestou o interesse pela apresentadora e já começou a se mexer para iniciar as conversas nos próximos dias. 

A direção da CNN também deve discutir, qual seria o tipo de formato em que Mariana melhor se encaixaria, isso porque ela andou flertando uma migração nos últimos anos do jornalismo para o entretenimento e gostaria de seguir nesta linha. 

O canal pretende apostar na grife que o nome de Mariana traz e poderá reforçar ainda mais o seu time de estrelas, que já conta com nomes de peso como Márcio Gomes, e Carla Vilhena. 

Um talk show nos moldes daquele que apresentava na RedeTV!, e até algo que tentou implantar na versão noturna do Melhor Agora, não está descartado. 

Mariana Godoy anunciou a sua saída da Band, no último dia 7, após seis meses de contrato. A jornalista, que deixou a RedeTV! rumo ao Morumbi para apresentar um projeto nas manhãs da emissora, acabou mudando de horário e formato.

Em seu perfil no Instagram, a jornalista se despediu do canal da família Saad e revelou buscar novos rumos para a sua carreira, motivo pelo qual tomou a decisão de deixar a Band.

Em texto de despedida compartilhado em sua rede social, a jornalista agradeceu Johnny Saad, presidente do Grupo Bandeirantes, Antonio Zimmerle, diretor-geral da Rádio Bandeirantes e da Band, e Rodolfo Schneider, diretor-executivo de Jornalismo.