Filiação do global deve acontecer só no primeiro semestre de 2022, que é ano eleitoral
Foto: Divulgação / TV Globo
O apresentador Luciano Huck deve ingressar na política já em setembro deste ano. Segundo informações do jornal O Globo, a filiação do global deve acontecer só no primeiro semestre de 2022, que é ano eleitoral.
Ainda não se sabe qual partido Huck irá se filiar, mas conforme a publicação, ele já teria despertado interesse nos partidos PSDB, DEM, Cidadania, Podemos, PSD e PSB.
Também de acordo com o jornal, o apresentador já teria feito uma reunião com o ex-presidente da Câmara de Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ). Na conversa, o parlamentar teria dito a Huck que o Democratas não poderia protagonizar um projeto antibolsonarista.
Acompanhado pela esposa, Paula Mourão, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, está passando uma temporada em Salvador. Hospedado na Base Naval de Aratu, unidade da Marinha do Brasil situada em São Tomé de Paripe, no Subúrbio Ferroviário, o político saiu para um passeio pela Baía de Todos os Santos neste domingo (14), com direito a banho de mar na Praia de Viração e almoço no Restaurante Preta, na Ilha dos Frades.
Em conversa com o Alô Alô Bahia, destacou que viria para a cidade em dezembro, mas teve que adiar a viagem porque foi diagnosticado com a Covid-19.
O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA), através de seu presidente e desembargador Lourival Trindade, decidiu suspender uma das liminares que permitia o retorno das aulas presenciais no estado da Bahia. O pedido de suspensão da liminar foi feito pelo Governo do Estado da Bahia.
A ação suspensa foi a popular protocolada pelo vereador de Salvador Alexandre Aleluia. Lourival optou por manter a ação civil pública protocolada pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado da Bahia, que pedem o retorno das escolas particulares.
Como o município de Salvador ainda não recorreu da decisão, a ação civil pública foi mantida, já que há a informação de que existe um protocolo de retomada para o ensino municipal.
“Neste momento, ante à impossibilidade de viabilizar-se a retomada das atividades presenciais das instituições de ensino, das redes pública e particular, de todo o território do Estado da Bahia, sem que sejam, diretamente, afetados os direitos à saúde e, corolariamente, à vida, é incontendível que estes últimos devam prevalecer, em detrimento do direito à educação”, afirma o presidente do TJ-BA em sua decisão.
Presidente da Câmara afirmou que a edição do decreto é prerrogativa do presidente da República
Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), comentou nesta segunda-feira (15) os decretos do presidente Jair Bolsonaro que alteraram algumas regras relacionadas a armas de fogo no Brasil. Em entrevista à jornalista Andréia Sadi, da GloboNews, o parlamentar avalia que a edição do decreto é uma prorrogativa do presidente e que Bolsonaro “não invadiu a competência” do Poder Legislativo.
A declaração ocorre após o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), criticar as mudanças promovidas na questão das armas e afirmar que a medida deveria ser promovida por um projeto de lei.
Para Lira, no entanto, Bolsonaro “não extrapolou limites” e qualquer excesso pode ser corrigido.
– Ele não invadiu competência, não extrapolou limites, já que, na minha visão, modificou decretos já existentes. É prerrogativa do presidente [fazer isto]. [Ele] Pode ter superlativado na questão das duas armas para porte, mas isso pode ser corrigido – ressaltou Lira.
O presidente da Câmara também foi questionado sobre qual deveria ser a prioridade do governo no momento atual.
– É de cada um. É pauta dele. A minha prioridade eu já deixei claro que é vacina – destacou.
Presidente já estava em conversa com o primeiro-ministro de Israel
Bolsonaro em ligação telefônica com o primeiro-ministro de Israel, na última sexta-feira (12) Foto: Marcos Correa/Palácio do Planalto
O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (15), em suas redes sociais, que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) receberá em breve um pedido de análise para uso emergencial de um medicamento israelense no combate à Covid-19. O presidente já havia citado a possibilidade de importar a droga, chamada EXO-CD24, na última quinta-feira (11), após conversa por telefone com o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
EXO-CD24 é um spray nasal desenvolvido pelo Centro Médico Ichilov de Israel, com eficácia próxima de 100% (29/30), em casos graves, contra a Covid. Brevemente será enviado à Anvisa o pedido de análise para uso do medicamento – afirmou o presidente.
Acadêmicos israelenses afirmaram que 29 dos 30 pacientes com casos moderados a graves de covid-19, tratados com EXO-CD24, tiveram uma recuperação completa em cinco dias. Mais testes em humanos são necessários para provar que a droga inalada – desenvolvida como um medicamento para combater o câncer de ovário – realmente funciona.
Na postagem, Bolsonaro compartilha a publicação em que o primeiro-ministro de Israel afirma que os dois países devem cooperar para desenvolver medicamentos contra o novo coronavírus.
– Falei ontem, por telefone, com o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que nos parabenizou pelo sucesso da campanha de vacinação em Israel. Concordamos em cooperar no desenvolvimento de medicamentos e vacinas contra o vírus corona. Espero que nos encontremos em breve! – diz a mensagem de Netanyahu, escrita em hebraico e publicada em português por Bolsonaro.
Assim como as vacinas, os estudos de medicamentos são divididos em várias etapas, e, no Brasil, precisam de autorização da Anvisa para acontecerem.
Na lista dos ensaios clínicos autorizados pela Anvisa ainda não consta o spray EXO-CD24. Na Fase 3 de testes clínicos, o medicamento é administrado a uma grande quantidade de pessoas, normalmente milhares, para que seja demonstrada a sua eficácia e segurança.
O presidente Bolsonaro defende que o Brasil participe da 3ª fase de testes do medicamento.
Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 66 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 22.492 curados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 92,9% dos casos confirmados. Enquanto isso, 122 exames foram negativos e 45 positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 65 pacientes internados no município e 1.266 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais três mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (15).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA SEGUNDA-FEIRA 15 de fevereiro de 2021
Casos confirmados no dia: 45 Pacientes recuperados no dia: 66 Resultados negativos no dia: 122 Total de pacientes hospitalizados no município: 65 Óbitos comunicados no dia: 3 Datas dos óbitos: 18/09*, 14/02 e 14/02 *O óbito com a data antiga estava atribuído a outro município, após investigação mudou para Feira de Santana.
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 1.266 Total de casos confirmados no município: 24.206 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de fevereiro de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.201 Total de recuperados no município: 22.492 Total de exames negativos: 34.776 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de fevereiro de 2021) Aguardando resultado do exame: 432 Total de óbitos: 448
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 21.345 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de fevereiro de 2021) Resultado positivo: 3.828 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de fevereiro de 2021) Em isolamento domiciliar: 11 Resultado negativo: 17.517 (Período de 06 de março de 2020 a 15 de fevereiro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Lutando contra a zona de rebaixamento, o Bahia não sabe o que é vencer há quatro jogos. No entanto, apesar desse longo jejum, o Esquadrão pode se livrar da queda à Série B já na próxima rodada, a penúltima do Brasileirão.
Fruto dos resultados do último final de semana, pela 36ª rodada da competição. O tricolor superou uma onda de sérios desfalques no sábado (13) e empatou com o Atlético-MG no Independência por 1×1.
O ponto somado fora de casa foi suficiente para abrir uma diferença para o Z4, já que o Vasco, 17º colocado, foi derrotado pelo Internacional em São Januário, por 2×0, no domingo (14) e permaneceu com 37 pontos. O Bahia tem 38.
A missão para escapar de vez do rebaixamento é difícil, mas a combinação de resultados é simples de entender. O Bahia precisa vencer o Fortaleza, em confronto direto no Castelão. O duelo será às 21h do sábado (20).
No dia seguinte, os tricolores terão que torcer por dois resultados. O Vasco precisa ser derrotado pelo Corinthians, em duelo na capital paulista. Já em Goiânia, o Goiás precisa perder para o Red Bull Bragantino. Os jogos serão, respectivamente, às 16h e às 20h30 do domingo (21).
Se esse cenário acontecer, o Bahia vai a 41 pontos, e não poderá mais ser alcançado pelo Vasco, que chegaria no máximo a 40 pontos. Nem pelo Goiás, que somaria no máximo 39.
Outro detalhe: como Fortaleza e Sport já têm 41 pontos, o Z4 da edição 2020 já seria definido na 37ª rodada.
De qualquer forma, é uma oportunidade a mais para que o Bahia evite o pior cenário. Na última rodada, Vasco e Goiás se enfrentam no Rio de Janeiro. Já o tricolor recebe o Santos, todos as partidas na quinta-feira, dia 25.
Presidente Jair Bolsonaro Foto: Presidência da República/Alan Santos
O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, defendeu, nesta segunda-feira (15), a prisão para pessoas que ameaçam ou incitam outras pessoas a cometer um atentado contra a vida do presidente Jair Bolsonaro.
Em sua conta do Twitter, ele compartilhou exemplos de pessoas dizendo que querem esfaquear o presidente.
– Defendo prisão preventiva para essas pessoas. Fazem ameaças e incitam outros esquerdistas a cometer novo atentado contra a vida do presidente – escreveu.
Ministro é investigado por suposta omissão em crise na Saúde de Manaus
Ministro da Saúde Eduardo Pazuello pode enfrentar Justiça Militar Foto: PR/Isac Nóbrega
O inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar se houve omissão do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no colapso da rede pública de hospitais de Manaus pode levar a uma condenação do general da ativa e até mesmo, em última análise, à sua perda de posto e patente pelo Superior Tribunal Militar (STM). Em outras palavras, na visão de especialistas ouvidos pelo Estadão, o oficial do Exército coloca em risco sua carreira militar por atos como agente político.
Pazuello prestou depoimento à Polícia Federal no início do mês, para explicar a sua atuação na crise instalada na capital do Amazonas, onde dezenas de pacientes morreram asfixiados por falta de oxigênio. A suspeita é de que houve omissão da pasta no episódio. O processo tramita no Supremo porque o militar possui prerrogativa de foro perante a Corte, já que ocupa um cargo de ministro de governo. Ao determinar a abertura da investigação, no último dia 25, o ministro Ricardo Lewandowski deu um prazo de dois meses para a conclusão dos trabalhos.
Uma eventual condenação de Pazuello pela Justiça Militar, em um segundo momento, com a perda de posto e patente (uma espécie de encerramento da carreira no Exército), está diretamente ligada aos desdobramentos do inquérito contra o ministro que atualmente tramita no Supremo.
Caberá ao procurador-geral da República, Augusto Aras, verificar os indícios levantados contra Pazuello e decidir se apresenta ou não uma denúncia. A análise de uma eventual acusação ficaria sob a responsabilidade dos 11 integrantes do plenário do STF, que poderiam colocar o general no banco dos réus.
– É preciso deixar bem claro que o Supremo absolve inocentes e condena culpados. Não se tem ainda elemento para se formar uma convicção. O que houve, no meu modo de ver, foi o fator-surpresa, porque alguns países também foram surpreendidos com falta de oxigênio – disse ao Estadão o presidente do STF, Luiz Fux, em entrevista publicada no último dia 7.
Se a denúncia for aceita pela Corte, o passo seguinte seria abrir uma ação penal e aprofundar as investigações sobre a atuação de Pazuello no cargo, o que poderia resultar na condenação ou na absolvição do ministro.
O inquérito poderia sair das mãos do Supremo se eventualmente Pazuello deixasse o cargo de ministro de Saúde. Nesse cenário, a tendência é que o inquérito seja encaminhado à Justiça Federal do Distrito Federal.
– Penso que não há que se falar em crime propriamente ou impropriamente militar, já que o general Pazuello agiu dentro dos ditames do ordenamento jurídico comum. Ademais, não haveria razão para tal imputação em crime militar, já que ele, apesar de ser oficial general em atividade, exerce o cargo de ministro de Estado, ou seja, ele agiu como agente público, e não como militar – avalia o advogado Pedro Carvalho, secretário-geral adjunto da comissão de direito militar da OAB-DF.
Além do inquérito no STF, a atuação de Pazuello é alvo de questionamentos no Tribunal de Contas da União (TCU) e de um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), no Senado. Na quinta-feira passada, o ministro esteve no Congresso e apelou para que a pandemia não seja usada como “frente política”.
– [É] contra esse inimigo [a covid-19] que temos de nos unir – disse o ministro.