Interromper o trânsito de veículos para garantir a travessia segura na faixa de pedestres, atendendo muitas vezes pessoas idosas ou com dificuldade de locomoção, tem sido a tarefa diária dos monitores de trânsito em Feira de Santana. Eles atuam nas principais avenidas do município, reduzindo os riscos de acidentes.
No total são 28 monitores, mantidos pela Prefeitura de Feira por meio da Superintendência Municipal de Trânsito (SMT). Com o retorno das aulas presenciais, eles também estão atentos para a travessia nas proximidades de escolas.
O superintendente municipal de Trânsito, Cleudson Almeida, informa que o trabalho dos monitores é realizado mediante um contrato de prestação de serviço operacional e de monitoramento de tráfego, com orientação aos usuários do sistema viário no município.
“É um importante trabalho que está sendo desenvolvido, trazendo mais segurança aos pedestres. Apesar dos monitores atuando em determinados locais, os motoristas devem respeitar a faixa de pedestres mesmo quando não há ninguém orientando”, destacou Cleudson Almeida.
Ainda sobre a atuação dos monitores de trânsito, o superintendente esclareceu que os prepostos não aplicam multa e não realizam qualquer tipo de autuação ou notificação quando há irregularidades, sendo essa “função única e exclusiva das autoridades do trânsito”, pontuou.
Um decreto do governo do estado publicado na noite deste sábado (11) autorizou a realização de eventos com até 1 mil pessoas. A medida [decreto 20.724] vale também para eventos com venda de ingressos. Nesses eventos será obrigatória a certificação de vacinado. Ou seja, todos os envolvidos, entre artistas, público, equipe técnica e colaboradores, devem comprovar ter tomado as duas doses de vacina ou dose única.
Todos devem apresentar o documento de vacinação fornecido no momento da imunização ou o certificado obtido através do aplicativo ‘CONECT SUS’ do Ministério da Saúde. Além disso, devem ser respeitados todos os protocolos sanitários estabelecidos pelos municípios, especialmente o distanciamento e uso de máscaras.
No mesmo decreto, fica autorizado também o funcionamento de academias e estabelecimentos voltados para a realização de atividades físicas, desde que limitada à ocupação máxima de 75% da capacidade do local.
Estão permitidos – desde que limitados a 1 mil pessoas e seguindo os protocolos informados – cerimônias de casamento, eventos urbanos e rurais em logradouros públicos ou privados, circos, parques de exposições, solenidades de formatura, feiras, passeatas e afins.
Também foi autorizado o funcionamento de zoológicos, parque de diversões, museus e teatros. Museus, parques de exposições e afins poderão funcionar, desde que garantam o distanciamento mínimo de um metro entre as pessoas. Excursões ainda seguem proibidas. O decreto nº 20.704 entra em vigor neste sábado.
Prêmio de R$ 159,1 milhões da 10ª edição da Lotofácil da Independência teve ganhadores em vários estados, incluindo a Bahia
Foto: Divulgação/Assessoria
A Lotofácil da Independência 2021, concurso 2.320 da Lotofácil, sorteou R$ 159,1 milhões na noite de sábado (11). O prêmio milionário será dividido entre 57 apostas registradas em 15 estados e o Distrito Federal.
As apostas saíram para os estados: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Paraíba, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.
Cada uma levará R$ 2.791.889,55 correspondente à premiação principal das 15 dezenas sorteadas. Confira aqui as cidades onde saíram os prêmios.
Na segunda faixa de premiação, para o acerto de 14 números, 10.288 apostadores vão levar R$ 1.124,02 cada.
O prêmio de hoje é o maior da história da Lotofácil, batendo o recorde anterior, que era de R$ 124,9 milhões do concurso 2.030, sorteado em 2020. Os dez maiores prêmios da história coincidem com todas as dez edições da Lotofácil da Independência.
A arrecadação do concurso também registrou recorde da modalidade: R$ 517,4 milhões. O resultado foi 39% superior ao do concurso especial de 2020, que arrecadou R$ 373 milhões.
De acordo com o objetivo social das Loterias, o resultado da comercialização do concurso 2.320 será revertido para a sociedade, com 37,52% da arrecadação, total de R$ 194,3 milhões repassados para órgãos de governo e instituições esportivas, culturais, de seguridade social, segurança e educação.
Moradores de comunidades ribeirinhas do Amazonas e do Pará passam a contar com novas unidades básicas de Saúde fluviais e reforço para as unidades que já existem. A ampliação das ações para essas regiões está em duas portarias assinadas neste sábado (11) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em Manaus.
O objetivo das portarias é garantir o acesso igualitário à rede pública para todos os brasileiros e o atendimento em locais de difícil acesso em todas as regiões do país.
O ministro visitou uma das unidades fluviais, na comunidade Bela Vista do Jaquiri, onde o acesso só é possível percorrendo duas horas de barco.
Nesses municípios, na maioria das vezes, a única forma de acesso é por via fluvial, inclusive para equipes de profissionais de saúde. Dessa forma, o Ministério da Saúde destina recursos federais para unidades básicas de Saúde Fluvial (UBSF). Ao todo, na primeira portaria, quatro municípios serão contemplados com as embarcações que comportam a estrutura para atendimentos básicos. São eles Caaparinga, Ipixuna e Manicoré, no Amazonas, e São Domingos do Capim, no Pará.
A transferência dos incentivos financeiros por parte do ministério dependerá da efetivação do cadastramento feito pelos gestores locais. O custeio mensal de cada UBSF é de R$ 90 mil. Ao todo, fazem parte da nova estrutura das UBSFs entregues pela pasta 15 embarcações, 12 unidades de apoio e 75 profissionais de saúde, entre agentes comunitários, auxiliares ou técnicos de enfermagem, auxiliares ou técnicos de saúde bucal, médicos e cirurgiões-dentistas.
A segunda portaria assinada hoje (11) credencia os municípios de Manicoré (AM), Tabatinga (AM), Juruti (PA) e Santo Antônio do Tauá (PA) a receberem incentivo para equipes de Saúde da Família Ribeirinha (eSFR), unidades de Apoio Ribeirinha e embarcações. O investimento é suficiente para 32 embarcações e a contratação de 137 profissionais de saúde. A transferência dos incentivos por parte do Ministério da Saúde dependerá do cadastramento no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.
Em 2021, a pasta já repassou mais de R$ 56 milhões para equipes de saúde da família fluvial e família ribeirinha.
Adolescência
O Ministério da Saúde destinará cerca de R$ 11 milhões para os municípios e o Distrito Federal promoverem a prevenção e o combate a doenças. A portaria também foi assinada hoje, durante a visita do ministro a Manaus.
Mais de 32 milhões de adolescentes podem ser beneficiados pela portaria que implementa a medida. A iniciativa prevê investimento de R$ 1 mil a R$ 50 mil por município. Os valores serão distribuídos proporcionalmente, considerando a quantidade de adolescentes cadastradas no Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (Sisab) em cada localidade.
Decisão foi publicada na edição deste sábado (11), do Diário Oficial do Estado, e valerá até o dia 21 de setembro.
Foto: Divulgação
Um decreto do governo da Bahia, publicado na edição deste sábado (11) do Diário Oficial do Estado, autoriza eventos e atividades com a presença de até mil pessoas, desde que o público comprove ter tomado as duas doses de vacina ou a dose única. A decisão valerá até o dia 21 de setembro.
De acordo com o decreto, estão permitidas cerimônias de casamento, eventos urbanos e rurais em logradouros públicos ou privados, circos, parques de exposições, solenidades de formatura, feiras, passeatas e afins, além do funcionamento de zoológicos, parque de diversões, museus e teatros.
Os museus, parques de exposições e afins poderão funcionar, desde que respeitem o distanciamento mínimo de um metro entre as pessoas. A realização de excursões, no entanto, está proibida.
Também está permitida a realização de eventos com venda de ingressos, desde que a presença de público seja limitada até mil pessoas.
Conforme o decreto, para a realização destes eventos, todos os envolvidos, entre artistas, público, equipe técnica e colaboradores, deverão comprovar ter tomado as duas doses de vacina ou dose única, através do documento de vacinação fornecido no momento da imunização ou do certificado obtido através do aplicativo Conect SUS, do Ministério da Saúde.
Além disso, todos os protocolos sanitários estabelecidos pelos municípios deverão ser respeitados, inclusive, o distanciamento e uso de máscaras.
Ainda conforme o decreto, fica autorizado também o funcionamento de academias e estabelecimentos voltados para a realização de atividades físicas, desde que a ocupação máxima seja limitada a 75% da capacidade do local.
Na tarde deste sábado (11), o zagueiro David Luiz assinou o contrato com o Flamengo. Segundo o portal GE, o acerto tem validade até o fim de 2022.
A apresentação do atleta está programada para ocorrer na segunda-feira (11).
O jogador, de 34 anos, usou as redes sociais para falar sobre seu novo clube.
– O propósito de Deus será cumprido!!! Servirei a Deus e lutarei por essa linda nação!!! Agora posso dizer MEU MENGÃO! Deus nos abençoe !!! Bora trabalhar – escreveu ele, no Instagram.
Ocorrido há exatos 20 anos, o assassinato do prefeito de Campinas Antônio da Costa Santos, o Toninho do PT, passa a ser considerado prescrito pela Justiça a partir desta sexta-feira (10). Por isso, a família deverá protocolar uma denúncia de omissão contra o Estado brasileiro junto à comissão interamericana de direitos humanos, órgão ligado à OEA (Organização dos Estados Americanos).
Toninho foi assassinado na noite do dia 10 de setembro de 2001, logo depois de ter saído de um shopping, onde foi buscar um terno que havia comprado.
Por volta das 22h, quando voltava para casa dirigindo seu Fiat Palio, recebeu três tiros que partiram de um veículo onde, segundo a polícia, estavam quatro criminosos que pouco antes haviam praticado um sequestro-relâmpago.
Um dos tiros atingiu a veia aorta e Toninho morreu na hora. Naquele dia, completava oito meses e dez dias no cargo na maior cidade do interior paulista.
A prescrição é o reconhecimento de que não houve condenação ou execução penal de alguém por um crime e que a partir de agora não poderá mais fazê-lo. Assim, a emblemática morte do prefeito vai entrar para a história como tendo sido praticado por um “autor desconhecido”.
“Nós aguardamos essa data, então, para enviar à OEA, mais precisamente à comissão interamericana de direitos humanos, uma denúncia em que estamos relatando que a República Federativa do Brasil descumpriu a convenção americana de direitos humanos. Nós entendemos que houve neste caso uma falha gritante de todos os agentes públicos e em todas as instâncias”, disse o advogado da família, William Ceschi Filho, que trabalha no caso há dez anos.
Viúva de Toninho, a psicanalista Roseana Garcia disse nesta sexta que está revoltada com a situação. “O Antônio não merecia isso. Imagina esperar 20 anos para dar isso”, afirmou.
Ela disse porque decidiu recorrer a instâncias internacionais. “Se eu não posso mais ser ouvida no Brasil, vou para fora. Minha indignação não pode parar.”
“Me lembro que uma vez um promotor chegou a dizer pra mim: ‘o que conseguiria fazer em oito meses?’. Isso mostra o total desconhecimento da Justiça sobre o meu marido, um homem que enfrentou a especulação imobiliária, que tinha ações populares contra grandes empreiteiras, que contrariava grandes interesses”, afirmou.
A família de Toninho decidiu recorrer à corte internacional por acreditar que o prefeito foi vítima de crime político, contrariando frontalmente a tese da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual, segundo os quais o assassinato foi uma fatalidade, resultado da violência urbana.
O traficante e sequestrador Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho, chegou a ser acusado formalmente pelo crime. Para a polícia, Andinho e os companheiros ocupavam o carro de onde partiram os disparos contra o então prefeito.
Os três companheiros de Andinho, no entanto, acabaram mortos em operações policiais em 2003, em Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo.
Único sobrevivente, Andinho acabou sendo apontado como o responsável pelo crime. Ele sempre negou a autoria.
Essa denúncia, no entanto, foi rejeitada pela Justiça em 1ª e em 2ª instâncias por falta de consistência. Na última, por unanimidade.
“O inquérito não levou em conta a história da vítima”, diz o advogado. “Tivemos um inquérito com apenas uma tese de crime banal, que desconsiderou uma vida de luta em defesa de justiça social, de direitos sociais, de direito à moradia”, disse Ceschi.
De acordo com ele, não levou em conta a trajetória de Toninho, “que estava com a caneta na mão, contrariando grandes interesses”.
O defensor avalia que o inquérito foi marcado por graves erros de condução.
“Na primeira fase, tivemos agentes públicos envolvidos com a CPI do Narcotráfico, que passaram a atuar na investigação”, disse.
Em 2011 o inquérito foi reaberto e novos problemas vieram à tona, conforme ele, como a falta de estrutura policial para a investigação.
“O Ministério Público de São Paulo, por sua vez, não requisitou diligências nessa nova fase. Ignorou, a nosso ver, a denúncia de falta de estrutura da polícia. Pedimos ao Ministério da Justiça a instauração de um inquérito pela Polícia Federal para que pudesse, de forma concorrente, atuar na investigação estadual. Esse pedido foi indeferido”, disse.
O advogado recorreu então à Procuradoria-Geral da República, pedindo que fosse deslocada a competência da Justiça Estadual para a Justiça Federal –e da Polícia Civil para a Polícia Federal.
A PGR pediu informações à Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo e a informação prestada pelo chefe do Ministério Público Estadual foi a de que as diligências estavam em curso e que uma força-tarefa havia sido criada pelo diretor do Deinter (Departamento de Polícia Judiciária do Interior) de Campinas.
“A força-tarefa, na verdade, era uma equipe composta por um delegado, dois carcereiros e um escrivão, que durou menos de seis meses e ouviu apenas seis pessoas”, disse.
Neste ano, em 8 de julho, a Promotoria pediu o arquivamento do inquérito policial alegando que não havia mais diligências a fazer.
Sobre as críticas, por meio de nota o promotor Ricardo Silvares disse que os advogados da família não expressaram esse ponto de vista nas investigações. “Ao contrário, concordaram com o resultado dos trabalhos conduzidos pela Polícia Civil”, disse.
Segundo ele, a Promotoria “sempre buscou apurar a existência de mandantes e, para constatar isso, basta ler o processo”. “O que, infelizmente, não tem sido o costume daqueles que apresentam palpites sobre o caso.”
Para o promotor, a afirmação de que o Ministério Público não se interessou em apurar crime político “é simplesmente falsa”.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública, que foi procurada sobre as críticas de suposta falta de estrutura citadas pelo advogado, respondeu apenas que “o referido caso está sob segredo de justiça”.
Roseana Garcia disse que não participaria de nenhuma agenda pública de homenagens a Toninho nesta sexta.
As duas décadas da morte foram lembradas. De manhã, um grupo de cerca de dez pessoas fez uma celebração no local onde o prefeito foi morto, na avenida Mackenzie. No local, há um monumento em homenagem a Toninho. Houve orações e o plantio de mudas de flores.
Uma celebração religiosa chamada de “Missa: 20 Anos sem Toninho!” foi marcada para o domingo (12), às 19h, na Igreja Nossa Senhora Aparecida.
O Consórcio Nordeste custou, somente em 2019, R$ 10 milhões de reais, despesas divididas em custeio (R$ 4,9 milhões) e gastos com pessoal e encargos (R$ 5 milhões). É o que mostra o contrato de rateio entre os nove estados, assinado pelos governadores da Região.
Um detalhe é que a criação do consórcio foi e março, ou seja, os valores correspondem a um período menor que 1 ano de exercício consórcio. A informação é do Blog do BG.
“O referido Contrato de Rateio 01/2019 , foi firmado entre os nove Estados do Nordeste, tendo como objeto a definição dos valores, das regras e dos critérios de participação financeira dos entes consorciados na cobertura das despesas operacionais relativas às atividades do consórcio, para o exercício de 2019”, diz o documento assinado em julho de 2019.
Já maduro, e para o conceito legal, vivendo tempos da terceira idade, estou interessado em iniciar um Curso na University Of Cambridge – Judge Business School exatamente com esse nome: DISRUPÇÃO DIGITAL.
Etimologicamente essa expressão DISRUPÇÃO DIGITAL que passa a estar na moda, em bom português, quer dizer: “corte, fraturamento, quebra, quebradura, rompimento, ruptura, descontinuação, divisão, rompedura, rompimento, suspensão”.
É exatamente o que estamos assistindo.
Um movimento sociológico intenso, amplo e contínuo que é uma revolução nos costumes, valores e comportamentos.
Uma ruptura com a descontinuação de hábitos que tínhamos até uma década atrás, para novas atitudes e condutas que passaram a ser adotados numa imensa velocidade.
É o que um amigo chamou de “despertar de uma nova renascença!”.
E essa DESRUPTURA já está pegando e vai seguir atingindo a todos.
A Pandemia do COVID-19 veio para acelerar o processo.
Um dos setores que mais está sendo afetado é a velha mídia, cheia de ranços e de sabichões, que na verdade estão nus com as mãos nos bolsos, diante dessa nova realidade.
Vivem os últimos suspiros de uma era que se iniciou com Johann Guttenberg no século XV e que atualmente está na UTI com poucos sinais de melhora.
Tudo em decorrência do advento deste fenômeno chamado internet e dos seus tentáculos que são as mídias sociais, onde a informação pode ser gerada, transmitida e recebida por qualquer um, na velocidade do pensamento.
Daí que jornais, revistas impressas e TVs perderam relevância.
Imagens e vídeos são produzidos aos borbotões e compartilhados na mesma proporção e viralizam em segundos pelo mundo todo.
E o reflexo disso é que somente um público mais velho, exatamente da minha geração, é que está condicionado, aculturado e acometido da dependência do pensamento alheio dos “comentaristas” da “old school”.
São pessoas que não perceberam e/ou não conseguem se adaptar às mudanças da DESRUPTURA DIGITAL, pois terceirizaram o seu próprio pensamento, comprando, por assim dizer, a opinião da grande mídia, como que a seguir um mantra e ao mesmo tempo um dogma:
– Se a grande mídia falou, é!
Mas escorregam exatamente no fato de que atualmente, o que acontece é exatamente o contrário:
– Se a grande mídia falou, não é!
E isso embaralha a vida dessas gerações que se deparam com uma fratura exposta (DESRUPTURA) no seu modo de viver, de aceitar e de ver o mundo.
Já na classe dos “comentaristas” o furo é maior, pois quase ninguém mais os ouve. E quem ainda o faz, começa a ver e perceber a inutilidade desses papagaios querendo emprenhar as pessoas pelos ouvidos.
Já escrevi aqui sobre isso. Mas o assunto merece ser aprofundado. E não é um tema filosófico. É a pura realidade.
Vamos a um exemplo ao alcance de qualquer brasileiro com 20 anos ou mais.
No processo de impedimento da ex-presidente Dilma, se a imprensa não tivesse fomentado ativa, ininterrupta, diuturna e amplamente a participação popular, a massa não teria ido para a rua. E sem massa na rua, nada de impeachment.
Verdade ou fantasia minha?
Pode ter certeza de que é verdade!
Essa mesma mídia tinha contribuído solenemente para eleger aquela que é a maior vergonha política da nossa história, em razão do seu notório despreparo.
Penso, sinceramente, que ela sequer conseguiria passar num exame psicotécnico para obtenção de carteira de motorista. Mas esse é outro assunto.
Somente para mantermos uma linha de raciocínio lógico, a grande mídia (Globo, Folha, Estado de São Paulo, Band, Veja, Isto É, RBS) sempre teve nos governos pós Estado Novo, uma fonte inesgotável de receita.
Entretanto, a gangue do PT quebrou os acordos de partilha e mandou os cumplices para o inverno.
Quiseram ficar com o baleiro só para sí. A teta minguou.
Revoltados, esses grandes veículos de imprensa abriram um berreiro, contagiaram o povo, que foi para a rua berrar também.
A Dilma caiu!
A imprensa teve um papel fundamental no episódio. Como já tinha sido com o Collor e muitas décadas atrás, com Getúlio Vargas.
Em 2018 começamos a perceber o fenômeno da DESRUPTURA na vida política do Brasil.
Como?
A mídia queria, porque queria eleger o PSDB. No meio do caminho viram que o Alckmin não dava pé.
Tentaram o Ciro pesadão, com os bolsos carregados de incoerências, que nunca decola. Não foi, como nunca vai.
Rearranjaram as coisas e refizeram um novo pacto tentando a todo custo o Haddad pois sabiam que com o Bolsonaro não teria “negócio”.
O coro comeu…
Pesquisa fajuta para cá, notícias maquiadas para lá. Diretora do IBOPE (aquela mulher me lembrava a Madame Mim) e do Datafolha (aquele homem me lembrava o Mandrake) todo dia nos noticiosos.
Pau no Bolsonaro dia e noite!
“- Bolsonaro perde a eleição no 2º turno para todos os candidato!”
Muita gente acreditava.
Mas a imensa maioria começou a perceber pelo ativismo digital, que alguma coisa estava errada.
O veículos diziam uma coisa que não era percebida nas ruas, praças e avenidas.
Surpresa!
Deu ruim. O capitão levou.
E a DISRUPÇÃO se consolidou, pois com credibilidade não se brinca!
Desde então, há exatos 33 meses Bolsonaro vive sob o mais violento ataque que um líder já recebeu no mundo. Tá com o lombo que é só lanho!
Mas não perde apoio popular!
E aí vem a consolidação de um fato.
Com Collor e com Dilma não seria possível sequer cogitar o povo na rua e nem mesmo o impeachment sem a participação da “grande mídia”.
Agora, deu-se o fenômeno oposto.
Milhões foram para as ruas apoiar o Presidente apesar da contundente campanha desta grande mídia, tentando desesperadamente que os atos não acontecessem.
Tentaram colar no movimento do dia 7 uma espécie de insurreição anti democrática.
Também não colou!
Onde já se viu?
Milhões de famílias inteiras, pacifica e democraticamente nas ruas, praças e avenidas serem tratadas pela Globo e seus cumplices como se fossem escória?
Todo mundo percebeu o ódio dessas emissoras.
E mais uma vez, a credibilidade dessa gente esfarelou.
Ou seja, a grande mídia não pauta mais ninguém!
Publicam conteúdo ruim. Mentem. Distorcem. Inventam.
E, conteúdo ruim não gera relevância. Sem relevância derrete a autoridade.
Sem autoridade, não vai demorar para os anunciantes também sumirem em massa, junto com a audiência que despenca.
Sem autoridade se vai a confiança, a segurança e a credibilidade.
Então, onde a grande mídia estiver, o público-alvo não estará!
E a DESRUPTURA DIGITAL faz-se presente e está consolidada.
Os eventos do dia 07 de setembro no Brasil, decretaram a morte anunciada da grande mídia, na proporção em que ela não mais induz comportamentos e não tem mais credibilidade junto à população.
São as mídias digitais, ainda com muitos problemas, é verdade, a nova fonte de informação da população.
E nesse ambiente que é possível abrir uma janela para o mundo, deixando entrar ou sair, de forma seletiva, o que se quer ver ou mostrar.
E, no momento, a população não quer ver nem a Globo, nem a Folha, Estadão, Band, Veja e muitas outras.
A não ser um bom joguinho, pois ninguém é de ferro. Mas em breve, até isso vai mudar…
Aguardem…
De outro lado, milhões do povo expressaram ordeira e democraticamente seu apoio ao Bolsonaro e ao seu governo, dando aquilo que Leonel Brizola falou certa vez:
– “Um rotundo não à Rede Globo!”.
Os velho caudilho deve estar sapateando debochadamente sob as costas do Roberto Marinho. Ambos devem estar às turras lá no purgatório.
Vai demorar um pouco. Mas essa gente vai perceber que essa quebra do antigo monopólio da informação para um novo comportamento, vai fazer muitas vítimas.
A imprensa é uma delas.
A próxima vítima vai ser a classe política e os integrantes de uma estrutura de poder que está incrustrada no Estado brasileiro e que ainda não assuntou o tamanho, a amplitude e frequência da onda.
É só uma questão de tempo para DISRUPÇÃO DIGITAL pegar em todos.
Quebraram as nossas pernas!
O Jornal da Cidade Online está sofrendo ataques escancarados.
“Velhas raposas” da política, através da malfadada CPI, comandada por figuras nefastas como Aziz, Renan e Randolfe quebraram nosso sigilo bancário. Nada irão encontrar.
O TSE, por sua vez, determinou a desmonetização do JCO. Uma decisão sem fundamento, sem qualquer intimação e sem o devido processo legal. Quebraram nossas pernas!
Lucifer é o destaque da semana ao se despedir dos fãs
A Netflix chega com uma grande despedida no fim de semana de 10 a 12 de setembro. Lucifer chega ao fim com a sexta temporada.
Ao mesmo tempo, os fãs de ação têm uma atração e tanto para o período. Kate, filme ao estilo John Wick, chega na Netflix, com a trama tendo uma assassina profissional no centro.
Da mesma forma, há atração para os fãs de terror. Nós, filme de Jordan Peele, também chega no catálogo.
Confira abaixo os lançamentos do fim de semana de 10 a 12 de setembro na Netflix.
Caça Invisível – 10 de setembro
Uma despedida de solteiro na floresta torna-se mortal quando cinco amigos ficam sob a mira de um caçador invisível e implacável.
Nós – 10 de setembro
As férias tranquilas de uma família se transformam em um pesadelo quando sósias sinistros batem à sua porta tarde da noite. Dirigido por Jordan Peele e estrelado por Lupita Nyong’o.
Lucifer (6ª temporada) – 10 de setembro
Lucifer (Tom Ellis) foi promovido, mas será que era isso mesmo que ele queria? Chloe (Lauren German) está quase largando o trabalho na polícia, Amenadiel (D. B. Woodside) entra para a polícia de Los Angeles e, ao que tudo indica, vem mais coisa por aí.
Kate – 10 de setembro
Após ser envenenada de forma irreversível, uma assassina implacável tem menos de 24 horas para se vingar.
O Cavaleiro do Dragão – 10 de setembro
Depois que seu lar é ameaçado por humanos, um jovem dragão precisa reunir coragem para partir em busca de um lendário paraíso repleto de paz e liberdade.
Mestres de Ferro – 10 de setembro
Nesta competição, mestres da arte em metal derretem, cortam e soldam peças incríveis em aço temperado. Quem será que vai levar o prêmio de 50 mil dólares?
Gêmeas da Quebrada – 10 de setembro
Separadas do nascimento, uma irmã é bem de vida e a outra virou gângster. Juntas novamente, as gêmeas enfrentam o crime, a polícia e a família.
Yowamushi Pedal Grande Road – 10 de setembro
O incrível Sakamichi e sua equipe continuam se esforçando no campeonato escolar. Agora, o desafio é vencer a Hakone Academy.
Yowamushi Pedal – 10 de setembro
O tímido Sakamichi Onoda entra no clube de ciclismo da escola e descobre que, com muito treino e a ajuda dos amigos, pode se tornar um verdadeiro competidor.
11 de setembro
Ainda não há lançamentos previstos para o dia.
O Protetor 2 – 12 de setembro
O ex-agente da CIA Robert McCall (Denzel Washington) volta a entrar em ação, desta vez para vingar a morte de um amigo.
Lembrando que a Netflix pode alterar as datas de lançamentos.