Depois de ser esnobado por Lionel Messi, que preferiu ir para o Inter Miami, o Al Hilal, da Arábia, agora quer Neymar, segundo informa a CBS Sports.
Uma delegação do clube viajou a Paris para negociar com o PSG e os parisienses estão abertos para iniciar uma negociação.
A proposta inclui 45 milhões de euros (cerca de R$ 235 milhões) para comprar o passe do craque brasileiro, e o salário seria de 200 milhões de euros por temporada (mais de R$ 1 bilhão por ano).
Ou seja, o Al Hilal está oferecendo a Neymar a metade do que havia proposto a Messi. Assim, em caso de o negócio ser fechado, os ganhos de Neymar, em reais, seriam estes abaixo:
Bruno Dantas passou um terço deste ano fora do país
Bruno Dantas, presidente do TCU | Foto: Reprodução/Agência Brasil
Nos cinco meses deste ano, o presidente doTribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, esteve 46 dias no exterior. O tempo corresponde a 30% do período. Essas viagens, na companhia de assessores, custaram R$ 1,1 milhão até maio, de acordo com levantamento publicado pela Gazeta do Povo.
Apenas Dantas gastou R$ 368 mil em passagens e diárias. O restante do valor foi despendido para custear as viagens e estadias dos assessores. Cotado para a próxima vaga do Supremo Tribunal Federal (STF), no lugar de Rosa Weber, Dantas esteve nos Estados Unidos, Alemanha, Áustria, Tchecoslováquia, Panamá, Marrocos e Palau.publicidade
O levantamento da Gazeta mostra que a viagem mais cara foi para Nova Iorque, no fim de maio: as despesas de dois ministros e seis assessores somaram R$ 320 mil, sendo R$ 193 mil em passagens aéreas. A comitiva esteve nos EUA para o lançamento oficial da candidatura do TCU ao próximo assento na Junta de Auditores da Organização das Nações Unidas (ONU).
Em uma viagem a quatro cidades – Praga, Viena, Bonn e Berlim –, Dantas e duas assessoras gastaram R$ 220 mil, sendo R$ 130 mil em diárias. Eles participaram da Representação da Organização das Instituições de Controle (Intosai), em reuniões técnicas sobre análise de dados.
A viagem do presidente do TCU e do ministro Walton Alencar à Assembleia Geral da Organização das Instituições de Controle do Pacífico, em Koror (Palau), custou R$ 250 mil.
Ainda de acordo com a Gazeta do Povo, neste ano, as viagens de oito ministros do TCU custaram R$ 970 mil. As despesas dos 19 assessores que acompanharam os ministros somaram mais R$ 1,1 milhão, fechando a conta em R$ 2 milhões. As viagens nacionais de representação institucional dos ministros custaram mais R$ 116 mil.
Já as 29 viagens de servidores ao exterior, sem acompanhar ministros, custaram R$ 1 milhão. Do total, 26 foram de “relações institucionais”. Apenas três foram de “controle interno”.
O jornal também revela que uma assessora, Elaine Dantas, deu uma “esticadinha” na viagem a Koror. O evento oficial terminou em 3 de março e ela retornou ao Brasil no dia 6, mas não recebeu as três diárias. Nessa viagem, as diárias foram de R$ 3,2 mil; nas viagens a Praga e Viena, as diárias passaram de R$ 4 mil.
Como acompanhou a maioria das viagens do presidente do tribunal, Elaine ficou 50 dias fora do país. Em cinco missões, recebeu 43 diárias no valor total de R$ 143 mil. As suas passagens somaram R$ 192 mil. Uma despesa total de R$ 307 mil.
No ano passado, um levantamento dos gastos com viagens internacionais dos ministros do TCU já mostrava o gasto elevado com passagens e estadias.
O advogado Cristiano Zanin, indicado pelo presidente Lula (PT) ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), vai encontrar não apenas governistas na sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, mas também oposicionistas. E alguns destes prometem atuar para que a etapa — necessária à nomeação ao posto no STF — seja rigorosa.
O senador Sergio Moro (União-PR), ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro (PL), é um deles. O político, como juiz federal, protagonizou vários embates com Zanin quando o advogado defendeu Lula nas ações penais da Operação Lava Jato. Para Moro, a sabatina na CCJ “tem que ser rigorosa, independentemente de quem seja o candidato”.
“Então o que vai ser feito [pela oposição]? Vai ser perguntado sobre o candidato, mas também sobre temas que interessam ao Congresso, à sociedade, interessam o trabalho dele, no Supremo Tribunal Federal, se aprovado. Então nós não sabemos qual, por exemplo, é a posição do indicado, Cristiano Zanin, sobre temas relevantes. O Projeto de Lei das Fake News, qual é a posição dele entre liberdade de expressão, censura, direito à honra, como ele se posiciona”, complementou o senador, em entrevista ao SBT News.
Ele prosseguiu: “Por exemplo, a questão da Lei das Estatais, qual o posicionamento do candidato. Claro que muitas vezes são questões que vão ser colocadas em julgamento, então as respostas têm que ser bem construídas. Mas nós precisamos ter essas respostas”.
Ainda de acordo com Moro, “certamente” a proximidade de Zanin com Lula é questão importante de ser levantada na CCJ. “Precisa ser esclarecida a natureza e intensidade dessa relação”, pontuou. Além de ter defendido o petista nas ações da Lava Jato, ele é casado com a também advogada Valeska Zanin Martins, afilhada do presidente.
Magno Malta (PL-ES), vice-líder da oposição no Senado, disse ao SBT News entender a sabatina como um “trabalho de conclusão de curso”, o chamado TCC. “Você, para formar como jornalista, tinha uma banca para te examinar, você estudou, chegou tenso e todo mundo. E aqui o cara não pode passar só pelo elogio. Porque o cara vai virar ministro do Supremo, o senador está cheio de processo lá [e] elogia o currículo do indicado como se estivesse dizendo ‘lembra-te de mim’. E é o que tem acontecido aqui. Então não é a minha visão”.
Questionado sobre como será a atuação da oposição na CCJ durante a sabatina de Zanin, disse que o grupo não mandará ao Supremo alguém que defende a legalização do aborto, por exemplo, e a etapa na comissão servirá para publicizar qual é o posicionamento do advogado sobre esse e outros temas.
“Nós temos pautas de costume que são muito fortes para nós, e, hoje, a pauta de costumes tem sofrido demais, porque ela foi tirada do Legislativo, o ativismo judicial, e os militantes de esquerda, os defensores de aborto, de ideologia de gênero, dessas coisas todas, judicializaram tudo isso, e muitas vezes a própria Suprema Corte não devia se meter nisso, são matérias legislativas, está cheio lá”, afirmou Magno Malta.
“Então, nós não vamos mandar para lá mais um abortista, mais um cara que defende ideologia de gênero, legalização de droga, e essa série de coisas que nós defendemos, que são valores para nós caríssimos. E depois queremos saber: vamos mandar quem para lá? Um julgador ou um blindador? Precisamos entender. Um cara que sai daqui comprometido com a tarja de guardião da Constituição ou que vai para lá também ignorá-la? Eu estou medindo a atuação dos outros pela minha régua”.
Isto porque, ressaltou, foi com essas pautas que os oposicionistas chegaram ao cargo de senador. “Então nós não vamos trair as nossas pautas. Portanto, eu acho que a atuação será mais ou menos nessa linha, respeito à Constituição, em respeito aos Poderes. Acho que responder sobre esse momento em que o Brasil vive, em que um Poder se sobrepõe a todos os outros”.
Conforme Magno Malta, Zanin não pode negar ser amigo de Lula, mas a indicação de um nome ao STF “discricionariamente” é do presidente. “Ninguém tira. Então ele vai indicar quem ele entende que é da confiança dele. Isso nós não podemos impedir, a indicação dele”, acrescentou. Por outro lado, segundo o senador, é possível trabalhar no Senado para mudar a forma como é feita a indicação de um ministro.
“Sou um cara completamente contra a ida de advogado para o Supremo. Porque ninguém tira de um homem as suas convicções, e ele vai bater dentro do Supremo como advogado. Então eu estou preparando um trabalho, espero aprovar na Casa aqui, que ninguém que não tenha vindo do Judiciário, tenha a formação de juiz, pelo menos por um tempo, que já julgou, tenha a possibilidade de ser indicado. Acho que nós precisamos avançar para isso”.
O líder do Partido Liberal (PL) no Senado, Carlos Portinho (RJ), não quis conversar com a reportagem sobre a sabatina de Zanin, mas o SBT News apurou que ele ainda não tem posicionamento definido sobre se vota contra, a favor ou a favor com ressalva de que é moralmente reprovável a escolha de Zanin. Isso porque, em 2021, quando André Mendonça foi indicado à Corte, Portinho disse que a indicação de um nome para o cargo de ministro do Supremo era prerrogativa do presidente.
Já Eduardo Girão (Novo-CE) afirmou, em entrevista a jornalistas, que votará contra a indicação de Zanin. “Eu acho que deveríamos rejeitar. Por uma questão muito clara de conflito de interesse”, acrescentou.
O senador Ciro Nogueira (PP-PI), líder do bloco parlamentar Aliança (PP/Republicanos), por sua vez, sinalizou apoio à escolha do advogado. “O direito de escolha é do presidente. Se ele cumprir todos os requisitos, eu não vejo problema em nós aprovarmos o seu nome. É um direito do presidente, como foi um direito do Bolsonaro de indicar os nomes dele. A população elegeu o Lula, então ele tem o direito de fazer as escolhas”, afirmou nesta semana.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está em uma posição vantajosa em relação aos outros candidatos presidenciais republicanos, apesar de enfrentar acusações relacionadas ao suposto manuseio inadequado de documentos confidenciais.
De acordo com uma pesquisa da CBS News-YouGov, Trump lidera com 61% dos votos entre os prováveis eleitores primários do Partido Republicano. O governador Ron DeSantis, da Flórida, aparece em segundo lugar com 23%, enquanto nenhum outro candidato alcança uma porcentagem de dois dígitos.
Os demais nomes mencionados na pesquisa, o ex-vice-presidente Mike Pence e o senador Tim Scott, ambos obtêm 4% cada, enquanto a ex-governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley, possui 3%. Outros postulantes registra, 1% de intenção de voto.
Quando questionados sobre quais candidatos eles estão considerando votar nas primárias, 75% dos prováveis eleitores republicanos mencionaram Trump, 51% mencionaram DeSantis, 21% mencionaram Scott, 16% mencionaram Pence e 15% mencionaram Haley.
Silvio Berlusconi, o extravagante bilionário e ex-primeiro-ministro italiano que já se descreveu como o “Jesus Cristo da política”, morreu em um hospital de Milão aos 86 anos, confirmou sua assessoria de imprensa nesta segunda-feira (12).
Berlusconi, que tinha um histórico recente de problemas de saúde, havia sido diagnosticado recentemente com leucemia, informou o Hospital San Raffaele de Milão.
Ele havia sido internado no hospital anteriormente com problemas respiratórios e compareceu a um check-up na sexta-feira (9).
O político, que por muito tempo foi considerado a figura pública mais marcante da Itália, foi eleito primeiro-ministro três vezes e serviu por um total de nove anos, mais do que qualquer outro desde o ditador fascista Benito Mussolini.
Carinhosamente apelidado de “Il Cavaliere” (O Cavaleiro), sua carreira foi marcada por uma série de escândalos políticos, financeiros e pessoais, muitos dos quais o levaram à Justiça.
Ele foi julgado por acusações que vão desde evasão fiscal e suborno até corrupção e sexo com uma prostituta menor de idade. Mas apenas em um caso ficou preso – uma condenação em 2012 por sonegação de impostos em um acordo envolvendo direitos televisivos.
Berlusconi foi eliminado do parlamento em 2013. Mas nunca desistiu da política, ele ressurgiu no início de 2018 como uma espécie de estadista avô, o criador de uma aliança de direita envolvendo seu partido Forza Italia.
Depois que o Tribunal de Milão lhe concedeu “reabilitação” no final daquele ano, suspendendo efetivamente a proibição de reingressar na política que vigorava após sua condenação por fraude fiscal em 2012, ele anunciou que concorreria a uma vaga no Parlamento Europeu.
Foi eleito em maio de 2019, com 83 anos, e permanecia no cargo de Deputado ao Parlamento Europeu à data da sua morte.
Berlusconi também liderou seu partido Forza Italia, que ele reviveu em 2013 depois de deixar o partido Povo da Liberdade, à vitória com a coalizão de centro-direita com Giorgia Meloni e Matteo Salvini em setembro de 2022, embora não tivesse uma pasta no governo.
Berlusconi ainda foi o principal acionista do Milan, um dos clubes de futebol mais tradicionais da Itália e da Europa, entre 1986 e 2017, quando vendeu a operação para um grupo de investimento chinês.
Em publicação no Twitter, o ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, manifestou pesar. “Uma dor grande, enorme. Ele deixa um vazio enorme porque ele foi ótimo. Uma era acabou, uma era está se encerrando”, disse.
Silvio Berlusconi foi eleito primeiro-ministro três vezes / Nicola Marfisi/AGF/Universal Images Group via Getty Images
Beppe Severgnini, colunista e autor de um livro sobre Berlusconi, descreveu o político como um “protopopulista” cujo sucesso abriu caminho para líderes como o húngaro Viktor Orban, o britânico Boris Johnson e o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
“Berlusconi era, na verdade, menos arrogante e menos desagradável do que a maioria, mas mesmo assim ele começou tudo”, disse Severgnini.
“O legado de Berlusconi foi que ele podia ler as fraquezas e tentações de uma nação. Isso é o que ele realmente é um mestre. Ele nos absolveu de todos os nossos pecados, fomos absolvidos antes mesmo de cometermos esses pecados, e ele não era um líder, ele era um seguidor de certa forma, ele seguia a ‘pancia’ – as entranhas da Itália”.
Desenvolvedor imobiliário para o poder político
Nascido em Milão em 1936, Berlusconi foi o primeiro a fazer seu nome como magnata dos negócios, chegando a se tornar o homem mais rico da Itália.
Ele notou cedo seu lado showman trabalhando como cantor de salão a bordo de um navio de cruzeiro para ajudar a frequentar a universidade, onde estudou direito.
Vários empreendimentos comerciais de menos rentáveis se seguiram antes que o jovem empresário desfrutasse de seu primeiro sucesso real no desenvolvimento imobiliário no final dos anos 1960, quando se envolveu em um projeto para construir o Milano Two – quase 4.000 apartamentos – fora de Milão.
Depois de acumular uma fortuna com seu portfólio de propriedades na década de 1970, ele diversificou seus interesses abrindo uma empresa de TV a cabo, a Telemilano, e comprando dois outros canais a cabo em um esforço para quebrar o monopólio nacional da TV na Itália. Em 1978, esses canais foram incorporados ao recém-formado grupo Fininvest, que incluía lojas de departamentos, seguradoras e até o Milan – um dos maiores clubes de futebol do mundo, do qual foi proprietário por 31 anos.
Berlusconi voltou sua atenção para a política em 1993, quando formou o partido de centro-direita Forza Italia, batizado em homenagem a “Forza, Italia!” (Vá, Itália!), um cântico ouvido nos jogos da seleção italiana de futebol.
No ano seguinte, em uma eleição antecipada, ele se tornou primeiro-ministro. No entanto, uma disputa com seus parceiros de coalizão de direita do Partido da Liga do Norte, bem como uma acusação por suposta fraude fiscal, encerrou o mandato de Berlusconi no cargo após apenas sete meses. Ele foi absolvido em apelação em 2000, depois que o estatuto de limitações expirou.
Após a derrota nas eleições de 1996 para seu inimigo político, Romano Prodi, ele se envolveu em outros escândalos financeiros, incluindo a acusação de subornar inspetores fiscais. Ele negou qualquer irregularidade e foi inocentado novamente em recurso em 2000.
Sua sorte mudou novamente em 2001, quando ele foi empossado como primeiro-ministro pela segunda vez. Mas Prodi – um ex-presidente da Comissão Europeia – encerrou o reinado mais bem-sucedido de Berlusconi com sua vitória da coalizão de centro-esquerda da União em 2006. Naquela época, o magnata presidia o governo italiano mais antigo do pós-guerra.
Apesar de ter implantado um marca-passo para regular seus batimentos cardíacos depois de desmaiar durante um comício político, ele se recusou a desacelerar.
Ostentando um transplante de cabelo, cirurgia estética e um bronzeado, Berlusconi voltou ao poder pela terceira vez em 2008 sob a bandeira do recém-criado partido Povo da Liberdade, que ele deixou em 2013 quando criou seu partido Forza Italia.
Autoridade vazante
O ano seguinte foi de extremos para o político veterano. Ele foi elogiado por ter lidado com o terremoto devastador que atingiu a cidade italiana de L’Aquila em abril de 2009 e sobreviveu às críticas depois de pedir aos sobreviventes que encarassem sua situação como “um fim de semana de acampamento”.
Mas no mês seguinte, a segunda esposa de Berlusconi, Veronica Lario, pediu o divórcio – alegando que seu marido, então com 73 anos, mantinha um relacionamento inadequado com uma aspirante a modelo de 18 anos, cuja festa de aniversário ele havia comparecido. Berlusconi disse que ela era filha de um amigo e que ele não fez nada de errado.
Em dezembro daquele ano, um homem com histórico de transtorno mental atingiu Berlusconi no rosto com uma réplica da catedral de Milão em um comício de campanha, quebrando vários dentes e fraturando o nariz. O ministro da Defesa à época, Ignazio La Russa, disse ao jornal italiano Corriere della Sera que o irreprimível Berlusconi continuou a apertar a mão de apoiadores por “alguns minutos” depois de ser atingido.
Com a economia do país cambaleando em meio à crise financeira, a pressão sobre Berlusconi aumentou. Gianfranco Fini – um ex-aliado do partido – atacou, acusando-o de falta de atenção à economia e às reformas estruturais de que a Itália precisava. O primeiro-ministro sobreviveu a três votos de confiança no Parlamento durante 2010 e 2011, ganhando um por apenas três votos, mas sua autoridade continuou diminuindo.
Economistas disseram que Berlusconi não tinha autoridade política suficiente para aprovar cortes de gastos nem autoridade moral para espremer mais impostos dos italianos enquanto enfrentava julgamento por várias acusações. Outros líderes europeus o criticaram por não implementar a reforma econômica com urgência suficiente.
Ele renunciou em novembro de 2011, horas depois que a Câmara Baixa do parlamento italiano aprovou uma série de medidas de austeridade exigidas pela Europa para fortalecer a confiança na economia do país.
Enquanto isso, o político enfrentou um sério desafio pessoal com acusações de sexo com uma dançarina de boate menor de idade em suas luxuosas festas “bunga-bunga”.
Ele foi considerado culpado em 2013 por pagar por sexo com uma menor, Karima el Mahroug, de 17 anos, e abuso de poder. Ele foi condenado a sete anos de prisão, mas um tribunal de apelações anulou a condenação.
Após sua condenação por fraude fiscal em 2012, Berlusconi foi condenado a quatro anos de prisão. No entanto, ele escapou com um ano de serviço comunitário porque, na Itália, pessoas com mais de 70 anos geralmente não vão para a prisão.
Berlusconi também ganhou as manchetes em 2022, quando revelou que havia restabelecido uma amizade com Vladimir Putin depois que o presidente russo lhe enviou 20 garrafas de vodca em seu aniversário. Mais tarde, ele criticou o presidente da Ucrânia, Volodymr Zelensky, por “iniciar a guerra”, o que o colocou em desacordo com seu parceiro de coalizão e o primeiro-ministro Giorgia Meloni.
Em duelo de postulantes ao acesso, o Vitória perdeu para o Criciúma neste domingo (11). Fabinho marcou ainda no primeiro tempo, pelo Tigre, para deixar o placar em 1 x 0 no Barradão, pela 12ª rodada da Série B. Com a derrota, o Leão ficou nos 25 pontos e caiu para a vice-liderança da competição.
O Vitória estava invicto há quatro partidas na Segundona. Com ótimo aproveitamento como mandante, a equipe contou mais uma vez com o apoio em peso da sua torcida – quase 30 mil rubro-negros – para tentar ampliar a distância dos concorrentes diretos.
No entanto, o plano foi frustrado pelo time catarinense, que fez sua parte para se manter no G-4. O Tigre impôs seu jogo no primeiro tempo, fez o gol, e conseguiu se fechar bem para segurar a vantagem na etapa final. Do outro lado, o Vitória não soube reagir.
O Leão só volta a campo no próximo dia 25, quando visita o Guarani, às 18h. A partida, válida pela 13ª rodada, será no Estádio Brinco de Ouro, em Campinas (SP).
Na tarde deste domingo (11), ocorreu um trágico acidente na BA-052, na Estrada do Feijão, próximo à localidade de Salgado. Uma colisão entre um Corsa Classic branco e uma carreta gerou a morte do condutor do veículo de passeio, cuja placa indicava ser do município de Piritiba, Bahia.
O condutor viajava com sua esposa, que estava grávida. Ela foi socorrida e encaminhada ao Hospital Santo Antônio, localizado no Bravo, distrito de Serra Preta.
De acordo com relatos de testemunhas no local, o Corsa seguia no sentido Feira de Santana, enquanto a carreta se deslocava em direção à cidade de Ipirá. O acidente ocorreu quando o Corsa colidiu na lateral da carreta, fazendo com que o veículo caísse em uma ribanceira e ficasse destruído.
Foto: Enviada pelo WhatsApp
Infelizmente, o condutor do Corsa não resistiu às lesões e veio a óbito no local do acidente. O corpo foi removido para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde serão realizados os procedimentos necessários.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade
Neste domingo (11), a Paróquia Santo Antônio, localizada na Avenida Presidente Dutra, no bairro Capuchinhos, em Feira de Santana, realizou a tradicional Festa dos Romeiros em honra a Santo Antônio. Após um intervalo de dois anos devido à pandemia, esta é a segunda vez que ocorre a festividade, trazendo esperança e renovação espiritual para os fiéis.
Foto: Juvenal Martins/Acorda Cidade
Com o tema “Santo Antônio nos guia a Cristo”, em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2023, que aborda a temática da fome, a programação do dia contará com diversas atividades religiosas e festivas. Missas, carreatas e shows animarão o público presente, que veio de diferentes lugares para participar dessa manifestação de fé.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
O frei Liomar Pereira, pároco da Paróquia Santo Antônio, destacou a importância da Festa dos Romeiros, que acontece todos os anos, como um símbolo da caminhada rumo ao céu. Ele afirmou que todos nós somos peregrinos em busca de Deus, e a romaria é uma oportunidade de sair da zona de conforto e encontrar-se no santuário de Santo Antônio.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
O evento atraiu uma multidão de fiéis, que celebraram o Dia dos Romeiros com grande entusiasmo. Uma novidade deste ano é o primeiro Festival dos Romeiros, com atrações e shows religiosos, proporcionando um momento de conexão com Deus por meio da música. A paróquia ofereceu um ambiente propício para louvar e cantar em comunhão com o divino.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
“Teve um intervalo que não aconteceu por conta da pandemia, mas ano passado retornamos a costumeira romaria dos peregrinos no santuário de Feira de Santana. As pessoas ansiavam por sair de suas casas, encontrar-se com os outros, celebrar e louvar. Após esse período difícil, os fiéis gradativamente retornam a esse ponto de encontro com Deus, renovando sua fé e alegria. Essa romaria significa a prefiguração da nossa caminhada rumo ao céu, nós todos somos peregrinos, caminhantes e andarilhos do Senhor e o ponto nosso de chegada é sempre Deus. A romaria tem esse sentido, é sair do seu ponto, do seu lugar de zona de conforto, da sua casa para se encontrar no satuário de Santo Antônio”, relatou.
Além da participação ativa da comunidade local, muitos municípios enviaram caravanas para se unirem à festividade.
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade
“É uma tradição, no próximo ano a paróquia fará 60 anos, então podemos perceber que esse encontro com Santo Antônio é um costume da religiosidade popular, e aqui em Feira temos esse costume devocional que é a romaria”, disse.
Foto: Juvenal Martins/Acorda Cidade
O ponto central desses momentos é a evangelização, como acrescentou o frei. “A Festa dos Romeiros proporciona um espaço para o encontro entre os participantes, promovendo a união em torno de Jesus Cristo e nunca sem Ele”, concluiu.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade
Efeitos da pandemia: procura por atendimento psicológico dispara nos últimos meses — Foto: Reprodução/ TV Globo
Efeitos da pandemia: procura por atendimento psicológico dispara nos últimos meses em várias cidades brasileiras
A procura por atendimento psicológico disparou nos últimos meses em várias cidades brasileiras. Esse é mais um dos efeitos da pandemia.
A palavra pandemia para Rosimerie é sinônimo de muita dificuldade. “Não tinha como pagar aluguel, não tinha como pagar nada, comprar as coisas pra dentro de casa. E aí aquilo ali vai te dando uma angústia, sabe? Triste… Uma tristeza!”, conta.
Ela buscou uma consulta psicológica num posto de saúde em Porto Alegre há um ano.
“Eles colocam a gente numa fila. E aí tem que esperar quando surgir alguma vaga, alguma coisa eles chamam a gente, mas é difícil”, ressalta Rosimerie Gomes, auxiliar de serviços gerais.
Depois de tantos impactos na saúde física, nas finanças, esse é mais um dos danos que a pandemia trouxe: o adoecimento mental. Só que nem sempre é fácil pagar por um tratamento desses. O jeito é recorrer ao Sistema Público de Saúde – que viu a procura por este tipo de atendimento dar um salto em todo o país.
Na cidade do Rio de Janeiro, o número de atendimentos nos Centros de Atenção Psicossocial, os CAPS, subiu mais de 50% entre março de 2019 e o mesmo período deste ano.
No Recife, desde a pandemia, a alta é de 30%, especialmente em casos de transtornos do humor, de ansiedade e dependência química.
Em Porto Alegre, a busca se multiplicou, mais de cinco vezes no início deste ano, comparado ao mesmo periodo pré-pandemia.
A prefeitura de Porto Alegre diz que está investindo na ampliação da rede.
“É fundamental que a gente coloque, sim, mais equipes, estamos nos adaptando a centros de especialidade. O Ministério da Saúde lançou aí um programa de incentivo, e esses centros de especialidade eles serão apoio às unidades primárias em saúde”, destaca Fernando Ritter, secretário de Saúde de Porto Alegre.
Os especialistas em saúde mental afirmam que a explosão da procura por esse tipo de atendimento é um sinal de alerta ao poder público.
“Sem dúvida é um investimento agora né? Da gente conseguir acolher e abarcar todas as pessoas que estão nesse sofrimento. A partir dessa experiência é importante que a gente repense as nossas políticas de saúde”, conta a psiquiatra Lorena Caleffi.
A Raquel conseguiu atendimento. Ela perdeu o marido para Covid. “Aí vem as crises de choro, vem a ansiedade de uma maneira muito difícil de controlar”, relata.
Ela recebeu ajuda num Centro de Atenção Psicossocial mantido pela prefeitura – há apoio de profissionais de saúde e atividades em grupo.
“A gente discute em equipe um plano terapêutico para este usuário, e a gente vai atender ele novamente e vai mostrar pra ele quais as possibilidades que a gente tem de atendimento dentro desse serviço”, pondera Fernanda Farina, coordenadora do CAPS.
“Consegui controlar a minha ansiedade. Hoje em dia eu estou conversando contigo aqui, não estou tão ansiosa. Se fosse antigamente, estaria aqui no estado que eu não conseguia nem falar eu ia gaguejar né? A reportagem te deixa nervosa, muito nervosa, muito ansiosa… Eu não ia nem falar”, destaca Raquel.
Após o triunfo do Novorizontino sobre o Sampaio Corrêa, no sábado (10), o Vitória dormiu na vice-liderança da Série B e tem a missão de recuperar a ponta da tabela neste domingo (11). De olho nisso, o Rubro-Negro recebe o Criciúma – adversário direto na briga pelo acesso – às 18h, no Barradão, pela 12ª rodada do campeonato.
No sábado, Léo Condé finalizou a preparação da equipe para o jogo. O técnico contará com o lateral-direito Zeca, de volta após cumprir suspensão, e o meia Giovanni Augusto, recuperado de lesão na panturrilha. Os atacantes Léo Gamalho e Welder, o meia Matheusinho e o goleiro Lucas Arcanjo seguem de fora.
O Leão, que vem de quatro jogos sem perder, soma 25 pontos. O time catarinense tem cinco a menos e aparece na 5ª posição.