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Foto: Divulgação

O PL Bahia quinzenalmente reúne a diretoria-executiva para discutir os rumos da legenda. Na próxima segunda (10), às 10 horas, um novo encontro será comandado pelo presidente estadual João Roma na sede do partido, em Salvador.

“A democracia se exerce com participação e transparência. Esse tem sido o espírito que guia o PL Bahia em suas decisões e encaminhamentos”, assinala Roma.

Nos últimos encontros da executiva do PL Bahia, estiveram na pauta a organização das ações partidárias e a estruturação dos diretórios municipais no estado.

Para o presidente João Roma, mais do que a nominata para as eleições do ano que vem, é preciso construir um vetor de força, um projeto político. “As candidaturas devem levantar as bandeiras do PL: liberdade e menos impostos”.

Membro da executiva que disputou as eleições passadas a prefeito de Jequié e foi derrotado com pequena margem de voto por um adversário apoiado pelo governador do estado, James Meira elogia a condução do partido por João Roma.

“João Roma é o ponto de convergência da Direita baiana, sobretudo pelo fato de ser o escolhido do presidente Bolsonaro para conduzir os conservadores do nosso estado. Ele tem privilegiado a democracia interna e sempre compartilha suas decisões, ouvindo a todos. Isso gera segurança, o que é fundamental para o fortalecimento do nosso projeto,” afirma James Meira.

As reuniões já realizadas contaram com as presenças dos deputados federais Capitão Alden, Jonga Bacelar e Roberta Roma, além dos estaduais Leandro de Jesus, Diego Castro, Vítor Azevedo e Raimundinho da JR.

Participaram também o vereador Alexandre Aleluia e representantes de Dra. Raíssa Soares, do Capitão Porciúncula, do Comandante Rangel, e demais integrantes da executiva, a exemplo do ex-prefeito de Ourolândia, Antônio Araújo, e de James Meira, liderança de Jequié.


Com César Oliveira

Tema: A aposentadoria de Ricardo lewandowski

Ouça o Podcast completo:


Bolsonaro e Moraes durante sessão no TSE - Bolsonaro e Moraes durante sessão no TSE. Foto: Antônio Augusto/TSE
Bolsonaro e Moraes durante sessão no TSE Imagem: Bolsonaro e Moraes durante sessão no TSE. Foto: Antônio Augusto/TSE

Mesmo com a aposentadoria do ministro Ricardo Lewandowski, anunciada para o próximo dia 11, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mantém a tendência de condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro em processos sobre supostas ilegalidades cometidas nas eleições do ano passado.

No tribunal, o voto de Lewandowski é contabilizado como favorável à condenação de Bolsonaro, o que facilitaria a formação de maioria contra o ex-presidente. Embora a tramitação das 16 ações contra Bolsonaro seja célere, não haverá tempo suficiente para iniciar o julgamento antes do dia 11.

Kássio Nunes Marques, que tem tomado decisões no STF (Supremo Tribunal Federal) favoráveis a Bolsonaro, deverá assumir o lugar de Lewandowski. Ainda assim, há chance de ser mantida a maioria pela condenação.

Nos bastidores, a expectativa é que Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Benedito Gonçalves votem contra Bolsonaro. Nunes Marques e Raul Araújo estariam no time oposto. A dúvida paira sobre os outros dois integrantes do TSE, Sérgio Banhos e Carlos Horbach, representantes da advocacia.

Em maio, o segundo mandato de Banhos se encerra no tribunal, abrindo o caminho para Luiz Inácio Lula da Silva indicar um novo ministro para a corte. Pela tradição, ao fim do segundo mandato, o representante da advocacia dá lugar a um dos ministros substitutos da mesma origem – atualmente, Maria Claudia Bucchianeri e André Ramos Tavares.

Também em maio, termina o primeiro mandato de Horbach no TSE. A tradição recomenda que ele seja reconduzido ao cargo.

Nos dois casos, Lula pode romper com a tradição e nomear outros representantes da advocacia, ignorando os ministros substitutos. Segundo fontes do TSE e do STF, o presidente tem interesse em colocar na corte eleitoral um ministro com perfil mais próximo do governo.

As duas vagas da advocacia são preenchidas da seguinte forma: os ministros do TSE mandam para o STF uma lista com nomes de advogados que consideram capacitados para assumir a vaga. O Supremo reduz a lista a três nomes e encaminha para o presidente da República, que escolhe uma das opções.

Ou seja, antes de chegar às mãos de Lula, a lista de advogados precisa ser elaborada, no TSE e no STF, com candidatos de perfis considerados interessantes para o presidente. Até maio, portanto, o diálogo entre representantes de Lula e ministros das cortes deve ser intensificado.

Informações UOL


Wallace é suspenso pelo Conselho de Ética do COB por 90 dias

Foto: Alexandre Cassiano

Punição conta a partir da data do afastamento original. Jogador do Cruzeiro está fora da temporada da Superliga de vôlei

O jogador Wallace foi suspenso por 90 dias, pelo Conselho de Ética do Comitê Olímpico do Brasil (COB), por causa da sua postagem nas redes sociais em que sugeriu atirar no presidente Lula. A decisão desta segunda-feira foi tomada de forma unânime. O prazo de punição conta a partir da data do afastamento original, em 3 de fevereiro.

Portanto, o jogador do Cruzeiro está fora até 3 de maio, quando a Superliga Masculina já terá se encerrado — a final está agendada para 30 de abril. Mesmo aposentado da Seleção Brasileira, ele também foi impedido de representar a equipe por um ano. 

Wallace foi enquadrado no 8º e 34º artigos do Código de Conduta Ética do COB, por promover e incitar violência na internet e redes sociais. Na publicação, ele perguntou aos seguidores quem atiraria em Lula. 

O Globo


Coordenador nacional do MST faz ‘turnê’ pela Europa
Foto: Reprodução

 

O coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Paulo Rodrigues, está fazendo uma ‘turnê’ pela Europa para falar sobre temas do movimento. A jornada se encerrará na próxima sexta-feira (07).

João Paulo Rodrigues já passou por Inglaterra, Espanha, França e Suíça. Ele chegou em Berlim, capital da Alemanha, no domingo (02).

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o coordenador do MST tem se reunido com lideranças políticas de esquerda na Europa e discutido temas como: “cooperação internacional, propostas para um novo modelo agrícola baseado na reforma agrária, agroindustrialização e mudanças climáticas”.

Gazeta Brasil 


Para enrolar CPMI do 8 de janeiro, Pacheco marca outra viagem em abril

Foto: Wallace Martins/Futura Press/Estadão Conteúdo 

presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), está com a agenda cheia em abril. O número de compromissos pode, inclusive, atrapalhar a realização da primeira sessão do Congresso Nacional — em que será lida a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro. Em 20 de abril, o senador mineiro vai palestrar em um evento do Lide, grupo de empresários fundado pelo ex-governador João Dória.

A “Lide Conference Brazil” vai acontecer em Londres, na Inglaterra. Assim como os outros convidados, Pacheco deve falar sobre o seguinte tema: as oportunidades do Brasil no Reino Unido e União Europeia. Inicialmente, leitura da CPMI aconteceria entre 11 e 14 de abril.

Mas, o senador mineiro está na comitiva que vai à China em 11 de abril com o presidente Lula. O que deixou a leitura da CPMI para a segunda quinzena do mês. Com a viagem à Inglaterra, no entanto, não é possível saber quando Pacheco vai instaurar o requerimento.

Não é de hoje que o presidente da Casa tenta adiar a instalação da comissão. A primeira data sugerida por Pacheco só foi divulgada quase um mês após o requerimento da CPMI ser protocolado. Enquanto Pacheco não instala a comissão, o governo do presidente Lula tenta minar a CPMI — por exemplo, represando a liberação de emendas parlamentares.

Os parlamentares da oposição, que apoiam a CPMI, pretendem entrar com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra Pacheco, caso ele não instale a comissão na data prevista inicialmente: entre 11 e 14 de abril.

Revista Oeste 


Humorista baiano faz paródia com promessa de Rui Costa em construir super-ponte na Bahia; VEJA VÍDEO

https://twitter.com/juniormelorn_/status/1642957186987859971?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1642957186987859971%7Ctwgr%5E6b2219583a8551ab39c652da3410517574a2d5a2%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2023%2F04%2Fhumorista-baiano-faz-parodia-com-promessa-de-rui-costa-em-construir-super-ponte-na-bahia-veja-video%2F

O ator e humorista Gabriel Bandarra, que também é vereador na cidade de Lauro de Freitas (região metropolitana de Salvador), viralizou mais uma vez neste domingo, com um vídeo que ironiza a situação do projeto de uma ponte que ligaria Salvador à Itaparica. Interpretando o personagem Sebastian Bach – um cantor e compositor de pagode – ele criou uma paródia divertida em que alfineta os sequentes governos petistas que há quase 15 anos prometem (sem sucesso) a obra que interligaria a capital à ilha.

Em 2010 o governo da Bahia, sob o comando de Jacques Wagner, deu abertura a um processo de manifestação de interesse, a fim de atrair empresas interessadas na construção de um anteprojeto, esclarecendo os impactos ambientais e sociais da construção da ponte. Durante os anos seguintes em diversas ocasiões foi anunciado o início iminente das obras de construção, mas os estudos demoraram a ser concluídos, o impacto ambiental foi mais de uma vez questionado por acadêmicos e o início das obras de construção foi postergado.

Complicando ainda mais a questão, em 2014 as duas principais construtoras baianas e consideradas “fortes” para tocar um projeto de alta complexidade, OAS e Odebrecht, apareceram envolvidas no escândalo da Lava Jato, somado a isto as contas do estado parecia ser um entrave.

No meio de incertezas, em 2017 o governador Rui Costa chegou a falar na construção de um túnel, e não de uma ponte. Mas tarde sua assessoria esclarecia que tudo não passou de uma “sugestão de um engenheiro chinês que não conhecia o projeto inicial da ponte”.

Em dezembro de 2019 foi realizado, na BOVESPA, leilão para escolher a proposta de projeto vencedora. Sem propostas concorrentes, as estatais chinesas “China Railway 20 Bureau Group Corporation” e “China Communications Construction” apresentaram lance de R$ 56,21 milhões ao ano, durante os próximos 35 anos, mais o valor arrecadado com a cobrança de pedágio. O custo da obra foi orçado em R$ 5,3 bilhõe, devendo a iniciativa privada arcar com a maior parte, R$ 3,8 bilhões, e o poder público desembolsar R$ 1,5 bilhão no quarto e no quinto ano do contrato.

Em abril de 2020, no contexto da pandemia da COVID-19, o governo do estado anunciou que, em comum acordo com as construtoras, postergou por mais 90 dias a assinatura do contrato, que acabou sendo assinado no fim do mesmo ano.

A novela da ponte continua sem solução e agora é o governo Jerônimo que usa o projeto como plataforma para dar visibilidade ao seu mandato. No entanto, a realidade dos que dependem da travessia SSA – Vera Cruz está cada vez mais distante de ser agradável. O sistema ferry boat passa por diversas dificuldades, com embarcações sucateadas, serviços de péssima qualidade e com riscos aos usuários. Recentemente houve até uma colisão entre barcos, que por pouco não se tornou uma tragédia.

Informações Sem Censura


A União Médica é uma empresa comprometida com a responsabilidade social e ambiental, bem como com a governança corporativa, adotando a política ESG como um dos seus pilares estratégicos. Isso significa que a empresa leva em consideração questões ambientais, sociais e de governança em todas as suas atividades.

Nesse contexto, o site da www.uniaomedica.com.br passa a ser também uma ferramenta de divulgação de informações voltadas para estes temas. A empresa acredita que a educação e a conscientização são fundamentais para uma mudança de comportamento em relação ao meio ambiente e à sociedade.

Um estudo recente do Observatório do Clima mostrou que o Brasil registrou uma alta na emissão de gases de efeito estufa em 2021, com um volume crescente de 12,5%. Esse dado é alarmante e reforça a necessidade de ações efetivas para combater as mudanças climáticas.

“A União Médica acredita que é importante divulgar essas informações para conscientizar a população sobre os efeitos do aquecimento global e estimular a adoção de medidas que minimizem esses efeitos. A empresa se preocupa em contribuir para uma sociedade mais sustentável e responsável, e acredita que a disseminação de informações é um passo importante nessa direção”, pontuou André Guimarães, diretor-presidente da União Médica.

Portanto, o site da União Médica passa a ser uma ferramenta importante para a divulgação de informações sobre questões ambientais, sociais e de governança, com o objetivo de conscientizar a população e contribuir para um futuro mais sustentável e justo para todos.

Sobre o estudo:

Brasil registra alta na emissão de gases de efeito estufa
Segundo Observatório do Clima, volume cresceu 12,5% em 2021

O Observatório do Clima, juntamente com o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e outras organizações parceiras, divulgou um relatório que revela que o Brasil registrou um aumento de 12,5% nas emissões de gases de efeito estufa em 2021, totalizando 2 ,4 bilhões de toneladas brutas. Este é o segundo maior aumento em quase duas décadas, sendo que o maior aumento ocorreu em 2003, com 20%.

O principal motivo para o aumento foi o desmatamento, especialmente na Amazônia, que é responsável por 77% das emissões brutas do setor. Os estados do Pará e do Mato Grosso são os maiores emissores, representando 18,5% e 11,1% das emissões, respectivamente.

O aumento das emissões de gases de efeito estufa no Brasil em 2021 é um grande alerta para a necessidade de políticas efetivas de combate ao desmatamento e de proteção ambiental. As consequências das mudanças climáticas já são sentidas em todo o mundo e é preciso agir com urgência para aplacar os efeitos negativos.

Fonte: ASCOM/UNIÃO MÉDICA


Jim Stein, engenheiro-chefe da Axiom Space, usa protótipo do novo traje espacial que será usado na Lua - David J. Phillip/AP Photo
Jim Stein, engenheiro-chefe da Axiom Space, usa protótipo do novo traje espacial que será usado na Lua Imagem: David J. Phillip/AP Photo

O traje espacial que os astronautas da Nasa vão usar na Lua chamou a atenção há algumas semanas, não apenas por fazer parte de uma missão histórica. Um protótipo foi apresentado na cor preta, bem diferente do tradicional branco, usado por questões de sobrevivência.

A verdade é que tudo não passou de uma estratégia da Axiom Space, que desenvolveu o uniforme, para esconder detalhes de seu “design proprietário”. Para que os concorrentes não copiem as inovações, a novidade foi exibida com uma “capa” escura, com estilosas faixas azuis e laranjas.

O novo traje será usado apenas na missão Artemis 3, prevista para 2025, quando a tripulação vai desembarcar no gélido polo sul da Lua, um local diferente e mais desafiador do que os visitados durante as missões Apollo. Nenhuma pessoa, nem sequer uma missão robótica, já esteve lá.

Antes disso, porém, há a Artemis 2, que deve ser lançada em novembro do ano que vem — nela, os astronautas farão apenas uma viagem ao redor da Lua, sem pouso. E, como estarão protegidos dentro da nave, usarão uma roupa laranja e azul (as cores do programa Artemis).

Os nomes dos astronautas escolhidos para esta segunda fase serão divulgados a partir das 12h desta segunda-feira (3). Enquanto isso, confira os destaques do futuro uniforme e os motivos de não ser possível usar preto na Lua.

Humanos podem fritar (ou congelar) na Lua

A Lua é um ambiente inóspito, sem atmosfera para proteger os astronautas da radiação do Sol e regular temperaturas — elas variam de -180 graus Celsius na sombra a mais de 200°C na luz. Por isso, para sobreviver lá, o controle térmico é um dos pontos fundamentais.

Trajes espaciais precisam ser refletivos e insulados (cheios de ar), para manter a pessoa fresca sob raios solares que não são filtrados. E branco é a melhor cor para isso; preto, ao contrário, absorveria todo o calor e radiação, “fritando” o astronauta.

A mesma ideia servirá para quando visitarmos um ponto muito frio e escuro da Lua: será preciso manter o calor do corpo e não deixar o frio entrar.

Este, inclusive, é o caso da missão Artemis 3. O polo Sul de nosso satélite mal é tocado pelo Sol, ficando em um eterno inverno de cerca de -100°C.

À esquerda, o protótipo apresentado; à direita, astronauta da missão Apollo 11, em 1969Imagem: Divulgação/Nasa

O que o traje novo tem de especial

Ele protegerá os primeiros astronautas a pisarem na Lua desde 1972 — ano da última missão Apollo (17) —, incluindo a primeira mulher e a primeira pessoa “não branca” (que pode ser negra, indígena ou latina), segundo a Nasa.

Alguns dos destaques, em relação ao traje da era Apollo, são:

  • Juntas (cotovelos, joelhos, ombros) aperfeiçoadas para dar mais liberdade e amplitude de movimentos.
  • Mais leve, reduzindo a fadiga ao andar grandes distâncias.
  • Permite agachar e até mesmo se ajoelhar.
  • Se adapta a diversos tipos físicos, de homens e mulheres.
  • Mais fácil de vestir.
  • Botas projetadas para que se caminhe pelo solo lunar, em vez de dar pulinhos — como vimos nas missões Apollo.
  • Capacete oferece maior campo de visão e nitidez.
  • Proteção extra contra os perigos lunares, incluindo um sistema de aquecimento. Tudo para permitir uma exploração do máximo possível da superfície da Lua — e, futuramente, uma presença humana constante por lá.

Demonstração da maleabilidade do trajeImagem: David J. Phillip/AP Photo

Toque de ficção

A capa preta bonitona até parece que saiu de um filme de ficção científica… e foi mais ou menos isso mesmo.

Ela foi criada por Esther Marquis, designer de figurinos do seriado “For All Mankind”, da Apple TV+, que mostra um futuro em que a Rússia chegou antes que os Estados Unidos na Lua e a corrida espacial seguiu rumos diferentes – recomendo que os apaixonados pelo tema assistam.Imagem: David J. Phillip/AP Photo

O ar futurista também parece remeter à Starship, nave de próxima geração da SpaceX (de Elon Musk), que tem um acabamento reluzente escuro, e deve ser o veículo usado como módulo de pouso para desembarcar os astronautas na Lua.

Quando finalmente saírem da nave para pisar em solo lunar no novo “grande passo para a humanidade”, em 2025, eles estarão usando os trajes da Axiom. Mas de branco.

O verdadeiro look segue um mistério. Segundo a empresa, diversas unidades para treinamento serão fornecidas diretamente à Nasa em alguns meses. Mas não há data para uma revelação pública.

Informações UOL


Painel de aeroporto mostra voos cancelados - Osman Orsal/Reuters
Painel de aeroporto mostra voos cancelados Imagem: Osman Orsal/Reuters

Os serviços secretos russos planejam, junto com uma empresa de TI de Moscou, ataques cibernéticos em todo o mundo, incluindo contra instalações de infraestrutura crítica, de acordo com informações divulgadas pela imprensa europeia nesta sexta-feira (31).

Segundo apurações de um consórcio internacional de mídia – incluindo veículos alemães como a revista Der Spiegel, a emissora estatal ZDF e o jornal Süddeutsche Zeitung -, a revelação é resultado de um vazamento de dados originados do aparato de segurança russo e de uma empresa russa de TI.

Documentos de treinamento supostamente identificam possíveis alvos para ataques, incluindo “desabilitar sistemas de controle de transporte ferroviário, aéreo e marítimo” e “interromper as funções de empresas de energia e infraestrutura crítica”.

Segundo os documentos, um dos objetivos do programa é usar um software especial para descarrilar trens ou paralisar computadores de aeroportos.

Ainda seria possível para os russos espalhar desinformação de forma massificada, realizar operações com hackers e controlar setores da internet.

Entre os documentos achados, há um mapa com círculos em regiões estratégicas dos EUA e detalhes de uma usina nuclear da Suíça.

Vulkan Files

Os dados vazados incluem milhares de páginas de documentos internos da empresa de TI de Moscou NTC Vulkan, como e-mails internos e documentos de transferência bancária da empresa.

Conforme a reportagem, os documentos mostram como os serviços secretos russos planejam e realizam operações de ataques cibernéticos em todo o mundo com a ajuda de empresas privadas.

Uma fonte anônima primeiro passou a maioria dos chamados “Vulkan Files” para o Süddeutsche Zeitung logo após o início da guerra de agressão russa na Ucrânia e depois disponibilizou os dados para outras mídias, informa a Spiegel.

A fonte citou como motivo a guerra de agressão da Rússia e os laços estreitos da Vulkan com os serviços secretos.

Experts consideram dados autênticos

Especialistas em segurança cibernética e vários serviços de inteligência ocidentais consideraram os documentos autênticos, de acordo com a reportagem.

Nem a empresa, nem o porta-voz do Kremlin quiseram comentar as reportagens. “A Vulkan é um pilar do Estado policial russo. A Vulkan desenvolve software que pode ser usado contra seu próprio povo e contra outros países”, relatou um ex-funcionário da Vulkan, segundo a emissora ZDF.

Não foi possível identificar onde e quando os programas foram usados – possivelmente também atualmente na Ucrânia. No entanto, os documentos mostraram que os programas foram comissionados, testados e pagos.

Ataques cibernéticos realizados em nome de Estados são considerados uma arma moderna de guerra e propaganda e geralmente são difíceis de terem sua autoria rastreada. Há algum tempo existem acusações do uso desses recursos pela Rússia para disseminar desinformação através da internet – inclusive na campanha presidencial dos EUA em 2016.

Informações UOL