
A Prefeitura de Feira ampliou o atendimento do Expresso Universitário com a implantação da linha 2 nesta terça-feira (17). O atendimento será realizado por mais dois ônibus articulados (com 18 metros e ar-condicionado) da Empresa Rosa.
O ato de lançamento foi conduzido pelo prefeito Colbert Filho durante a entrega dos novos veículos na frente do Paço Municipal. A linha 87 (UEFS/Fraga Maia via Maria Quitéria Expresso Universitário) passa a atender, a cada 40 minutos, entre 5h30 e 23h30, os corredores das avenidas Universitária, Rubens Francisco Dias, Fraga Maia e Maria Quitéria.
“Os estudantes terão mais mobilidade, conforto e velocidade no deslocamento direto da UEFS ao Centro pela Fraga Maia e Maria Quitéria. Com isso, não será mais necessário que o ônibus da linha 87 circule pelo Terminal Norte, na Cidade Nova”, destacou o secretário de Mobilidade Urbana, Sérgio Carneiro.
O prefeito Colbert Filho destacou que a linha 1 do Expresso Universitário — inaugurada há apenas um mês pelo Governo Municipal — já transportou mais de 20 mil usuários da UEFS ao Centro.
“Isso revela que priorizamos a mobilidade às pessoas que utilizam linhas importantes e essenciais do transporte público.” O Expresso Universitário 2 poderá transportar, em uma só viagem, até 280 passageiros com comodidade.
Além de ar-condicionado, os veículos possuem tecnologia GPS, sistema para o usuário acompanhar a localização exata do veículo nos aplicativos SIU Mobile (versões iOS e Android), KIM e Cittamobi.
Também estão equipados com poltronas e encosto de cabeça para proporcionar mais segurança ao passageiro nas viagens, além de dispositivos eletrônicos com itinerário frontal e nas laterais, bem como plataformas elevatórias com ampla acessibilidade.
CITTAMOBI
O passageiro também pode utilizar o Cittamobi, maior aplicativo de mobilidade urbana do Brasil, para acompanhar previsão de horários de ônibus, rotas alternativas e alertas sobre desvios e interrupções.
Além do aplicativo de navegação padrão, o app oferece o Cittamobi Acessibilidade, uma ferramenta inovadora com funcionalidades por comando de voz e som (VoiceOver) para melhor orientação do passageiro com cegueira, baixa visão ou mobilidade reduzida.
Magnatas de setores como petróleo, varejo e mídia ganharam centenas de bilhões de dólares este ano, principalmente graças ao desempenho espetacular dos mercados de ações.
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Alice Walton é a filha do fundador da Walmart, Sam Walton — Foto: Getty Images via BBC
No ranking anual das famílias mais ricas do mundo elaborado pela Bloomberg, a família Walton, dona da cadeia de supermercados americana Walmart, recuperou o primeiro lugar em 2024.
Mais de seis décadas depois de Sam Walton abrir o primeiro supermercado, no Arkansas, seus descendentes estão mais ricos do que nunca graças ao desempenho espetacular das ações da multinacional, cujo valor aumentou 80% neste ano.
Uma dos segredos das empresas que fazem parte da lista, segundo a Bloomberg, é que elas se mantiveram unidas na propriedade dos ativos e, em alguns casos, criaram acordos comerciais que garantem a coesão da fortuna.
A publicação, cuja lista completa inclui 25 famílias, dá como exemplo dessa unidade familiar e comercial os donos do Walmart, da marca de luxo Hermès e da farmacêutica Roche.
A maioria das famílias que integram o ranking deste ano, acrescenta a Bloomberg, enriqueceu mais ainda graças aos grandes lucros registrados nas bolsas de valores.
Quem são os cinco novos bilionários brasileiros
Aqui estão as 10 famílias mais ricas do mundo e de onde vem sua fortuna.
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Rob, Alice e Jim Walton heredaram e ampliaram a fortuna do fundador do Walmart — Foto: Getty Images via BBC
Fortuna: US$ 432 bilhões (R$ 2,6 trilhões)
Os Walton possuem aproximadamente 46% da cadeia de supermercados, uma participação que constitui a base da maior fortuna familiar do mundo.
Seu fundador, Sam Walton, dividiu estrategicamente a riqueza entre seus filhos para manter o controle familiar.
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O príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Mohammed bin Zayed Al Nahyan, faz parte da família bilionária. — Foto: Getty Images via BBC
Fortuna: US$ 323 bilhões ( R$ 1,9 tri)
País: Emirados Árabes Unidos
Nos Emirados Árabes Unidos, a família governante, Al Nahyan, gerou sua fortuna com o negócio do petróleo.
O governante de Abu Dhabi (um dos sete emirados), o xeique Mohammed bin Zayed Al Nahyan, também é o presidente do país.
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Tamim bin Hamad Al Thani, emir do Catar, é membro da poderosa família real — Foto: PA Media via BBC
Fortuna: US$ 172 bilhões (R$ 1 trilhão)
O governo da família Al Thani no Catar tem negócios no setor de gás e petróleo.
Os membros da família ocupam posições políticas de destaque e são donos de grandes empresas em diversas indústrias.
A família é gigantesca, embora o poder se concentre em alguns poucos ramos-chave.
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Axel Dumas, presidente-executivo da Hermès — Foto: Getty Images via BBC
Fortuna: US$ 170 bilhões (R$ 1 trilhão)
A sexta geração da família, composta por mais de 100 membros, é proprietária da empresa francesa de moda de luxo.
Entre os membros da família que ocupam cargos de responsabilidade na empresa está Axel Dumas, presidente-executivo.
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O empresário Charles Koch (na foto) e seu irmão Bill estão entre os grandes doadores para conservadores dos EUA — Foto: Getty Images via BBC
Fortuna: US$ 148 bilhões (R$ 900 bilhões)
Os irmãos Frederick, Charles, David e William Koch herdaram a empresa petrolífera de seu pai, Fred. Mas, após uma disputa, apenas Charles e David permaneceram no negócio.
A empresa Koch tem negócios no setor petrolífero, produtos químicos, energia, minerais, computação em nuvem, finanças, comércio de commodities,investimentos, entre outros.
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O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, faz parte da família — Foto: Getty Images via BBC
Fortuna: US$ 140 bilhões (R$ 850 bilhões)
A fortuna da família real saudita vem dos negócios petrolíferos.
A estimativa de patrimônio líquido feita pela Bloomberg se baseia nos pagamentos acumulados que se calcula que os membros da família real tenham recebido ao longo dos últimos 50 anos do Royal Diwan, o escritório executivo do rei.
O príncipe herdeiro Mohammed bin Salman controla pessoalmente ativos no valor de mais de US$ 1 bilhão (R$ 6,1 bilhões).
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Jacqueline Mars (no centro) e suas netas, Graysen Airth e Katherine Burgstahler — Foto: Getty Images via BBC
Fortuna: US$ 133 bilhões ( R$ 810 bilhões)
A empresa Mars é conhecida por seus produtos como os chocolates M&M’s, Milky Way e barrinhas Snickers, embora os produtos para o cuidado de animais de estimação agora representem mais da metade da receita da empresa.
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Mukesh Ambani é presidente e diretor-geral da empresa Reliance Industries — Foto: Getty Images via BBC
Empresa: Reliance Industries
Fortuna: US$ 99 bilhões ( R$ 602 bilhões)
Mukesh Ambani está no comando do maior complexo de refino de petróleo do mundo.
Ele vive em uma mansão de 27 andares, em Mumbai, considerada a residência privada mais cara do mundo. Ele e seu irmão herdaram a riqueza de seu pai.
Recentemente, a família ganhou os holofotes com o casamento de Mukesh Ambani e Radhika Merchant. A união teve quatro meses de eventos suntuosos, incluindo shows de popstars como Rihanna.
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Alain Wertheimer e Gerard Wertheimer herderam riqueza do avô — Foto: Getty Images via BBC
Fortuna: US$ 88 bilhões (R$ 535 bilhões)
Os irmãos Alain e Gerard Wertheimer herdaram a fortuna que seu avô fez ao financiar a designer Coco Chanel em Paris nos anos 1920.
Sua família é proprietária da casa de moda e também possui cavalos de corrida e vinhedos.
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David Thomson, presidente da Thomson Reuters — Foto: Getty Images via BBC
Empresa: Thomson Reuters
Fortuna: US$ 87 bilhões (R$ 529 bilhões)
A família possui uma participação de aproximadamente 70% do fornecedor de dados e serviços financeiros Thomson Reuters.
A riqueza da família mais rica do Canadá se originou no início da década de 1930, quando Roy Thomson abriu uma estação de rádio em Ontário.
Informações G1

O Ministério da Saúde pagou R$ 998 mil, nos dois últimos anos, a uma empresa de fachada que foi contratada de forma emergencial para prestar serviços de auxiliar administrativo e de recepcionista no Distrito Sanitário Especial Indígena Amapá/Norte do Pará (Dsei AMP).
O contrato tinha valor total de R$ 12,8 milhões, com prazo de 12 meses, mas foi rescindido pelo ministério em razão de irregularidades. O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou fortes indícios de a empresa contratada ser de fachada: foi aberta há pouco tempo, tinha apenas quatro funcionários e a dona é uma faxineira que havia trabalhado em firma que também presta serviço para o Dsei AMP.
A empresa investigada é a S R de Oliveira, com nome fantasia de Marjo Soluções. O registro dela fica no bairro de Trem, Macapá (AP).
A firma foi aberta em março de 2022 e está em nome da faxineira Sandra Rodrigues de Oliveira, cuja iniciais formam o nome da companhia. Ela é uma ex-funcionária da Gold Serviços Ltda, que também foi contratada pelo Dsei AMP para serviços de limpeza e conservação.
A S R de Oliveira tinha apenas quatro pessoas no seu quadro de funcionários em 2022, o que destoa da quantidade de funcionários necessária para a execução do contrato emergencial no Dsei AMP. Eram 131 postos de trabalho para auxiliar administrativo e 12 para recepcionista.
O TCU também destacou, em acórdão publicado no início deste mês, que o pregão vencido pela S R de Oliveira teve um fato suspeito: 24 das 27 empresas que disputaram a licitação foram desclassificadas mesmo antes da fase de lances, impedindo-as de abrir recurso.
O tribunal arquivou o processo, uma vez que o Ministério da Saúde já havia rescindido o contrato. Todavia, decidiu pela abertura de uma ação apartada “para tratar da possível caracterização do empresário individual S R de Oliveira como empresa de fachada”, diz o acórdão.
Procuradas pela coluna, a Saúde e a empresa não se manifestaram até o fechamento deste texto.
Informações Metrópoles

A Casa Civil da Presidência elaborou um parecer permitindo que líderes das bancadas assumam a postulação de uma lista de emendas de comissão encaminhadas ao governo Lula (PT), segundo o jornal Folha de S. Paulo.
O documento, apresentado na noite desta terça-feira (17), possibilitará que os ministérios liberem os recursos previstos na modalidade RP8, totalizando cerca de R$ 4,5 bilhões, sem a necessidade de identificação de seus reais interessados.
Os repasses ocorrem em meio à agenda de votações de pauta econômica do governo no Congresso.
O parecer foi feito em resposta a um ofício subscrito por 17 líderes de partidos na Câmara de Deputados, qualificando-se como solicitantes de um amplo rol de emendas RP8.
Na prática, a Casa Civil atesta a validade desse ofício, remetendo aos ministérios a análise jurídica das emendas referentes a 2024 e anos anteriores.
Entre os signatários da lista com mais de 5.000 indicações, estão o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), o líder do PT, Odair Cunha (MG), e o líder do Republicanos e candidato à presidência da Casa, Hugo Motta (PB). O chefe da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), seria o avalista da iniciativa.
Segundo congressistas que acompanharam a negociação com o Executivo, há um compromisso do governo para a liberação de recursos, tendo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), como seu fiador.
Integrantes do governo familiarizados com a execução orçamentária afirmam que não haveria tempo hábil para empenho de todas as emendas. Daí, a importância do aval do ministro.
Ainda de acordo com relato de deputados, o papel do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), nas negociações estaria sendo mal recebido, o que fez com que recorressem ao titular da Fazenda.
Apesar disso, no entanto, Rui foi citado nominalmente pelo líder do PSD na Casa, Antonio Brito (BA), em anúncio de que a sigla iria apoiar as medidas votadas no plenário. Havia um receio entre governistas de que a bancada não entregasse votos necessários, diante de uma insatisfação dos deputados com o Executivo.
O Executivo trabalha para que as propostas de cortes de gastos sejam aprovadas até esta sexta-feira (20), último dia útil antes do início do recesso.
Informações Bahia.ba

Os senadores Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-presidente da República, e Rogério Marinho (PL-RN) entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir que parlamentares possam visitar o general da reserva Walter Braga Netto. Ele está preso desde o último sábado, 14, na 1ª Divisão de Exército, localizada na Vila Militar, no Rio de Janeiro.
O pedido será submetido à análise do ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo caso na Corte. “Acabei de preparar a peça, e vamos levar ao STF o pedido. Vamos ainda conversar com outros parlamentares para ver quem também irá subscrever”, afirmou Mourão ao jornal O Globo.
Braga Netto foi detido pela Polícia Federal sob a acusação de “obstrução de Justiça”. Segundo a decisão que autorizou a prisão, ele teria tentado acessar informações da delação premiada do ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid.

De acordo com o relato de Cid, o general teria financiado operações relacionadas a um suposto plano de tentativa de golpe. A defesa de Braga Netto nega todas as acusações.
O objetivo da ação apresentada pelos senadores é verificar as condições carcerárias do general. Ele possui a patente de quatro estrelas, o mais alto posto das Forças Armadas. Isso garantiria o direito à prisão especial.
Mourão e Marinho alegam que é preciso assegurar a segurança física de Braga Netto. Isso porque ele poderia ser alvo de represálias, caso estivesse em contato com outros detentos.
Os presídios militares subordinados à 1ª Divisão de Exército, na Vila Militar, são destinados exclusivamente a militares que cumprem pena privativa de liberdade ou aguardam julgamento. As instalações possuem celas individuais e coletivas, áreas comuns para atividades dos detentos e locais controlados para visitas, com acesso restrito a civis.
De acordo com informações divulgadas pelo programa Fantástico, da TV Globo, a cela onde Braga Netto está detido conta com armário, geladeira, ar-condicionado, televisão e banheiro exclusivo. Além disso, o general tem direito a quatro refeições diárias, realizadas no rancho destinado aos oficiais de alta patente.
Por enquanto, não há previsão de transferência de Braga Netto para Brasília.
Informações Revista Oeste

A Câmara dos Deputados aprovou, com 324 votos a favor, 123 contra e 3 abstenções, o texto base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024. A votação ocorreu nesta terça-feira, 17. Agora, a proposta que regulamenta a reforma tributária no país vai à sanção presidencial.
O texto aprovado pela Câmara é um substitutivo do relator Reginaldo Lopes (PT-MG). Ou seja, a proposta vinda do Senado na semana passada sofreu novas alterações. O deputado decidiu restabelecer o Imposto Seletivo, também conhecido como “imposto do pecado”, sobre bebidas açucaradas, que tinha sido retirado na Casa Alta. Com isso, há um impacto de 0,07% na alíquota geral — cuja referência é de 26,5%.
Antes da votação do projeto, houve a apresentação de um pedido de retirada de pauta. Deputados da oposição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva orientaram para que o texto não fosse analisado pelo plenário, mas a base governista conseguiu reprovar o requerimento.
A proposta versa sobre a unificação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto Seletivo (IS) para compor o Imposto sobre Valor Agregado (IVA).
A regulamentação da reforma tributária também detalha o regime de redução ou isenção de incidência, tal como o sistema de cashback para consumidores de baixa renda, a compra internacional pela internet e a vinculação dos mecanismos de pagamento com sistema de arrecadação.
Veja outros pontos do projeto aprovado na Câmara:
Informações Revista Oeste

O presidente da Argentina, Javier Milei, reduziu de 21 para 18 anos a idade mínima para que os cidadãos possam ter acesso a armas de fogo. A medida foi oficializada em um decreto publicado no último dia 9 de dezembro. A decisão, de acordo com o governo, visa adequar a regulação sobre armas com a maioridade no país, que é obtida aos 18 anos, e não mais aos 21, desde 2009.
– Aos 16 anos, eles podem votar. Aos 18, podem ir para a guerra, formar uma família ou integrar forças de segurança. E, por incrível que pareça, em qualquer idade eles podem escolher uma mudança de sexo que os marcará para sempre. Então, por que aos 18 anos não poderiam ser usuários ou portadores legítimos de uma arma? – indagou Patricia Bullrich, ministra da Segurança.
O governo argentino destacou que a mudança “reafirma a capacidade dos cidadãos adultos para ter acesso, sob estritos requisitos legais, à condição de legítimos usuários de armas de uso civil” e que ela “procura garantir uma aplicação uniforme dos direitos e responsabilidades” estabelecidos nas leis vigentes no país.
Apesar da mudança de idade, a norma ainda exige que o cidadão não apresente anormalidades psíquicas ou físicas que o incapacite para a posse de arma, além de comprovar domicílio, identidade e meios de vida lícitos, com comprovantes de renda.
Informações Pleno News

Nesta terça-feira (17), o dólar americano teve alta e, às 10h22 ficou cotado a R$ 6,1709. Às 12h01, a moeda subiu mais um pouco e chegou à casa dos R$ 6,2008, uma alta de 1,72%. Durante avaliação, na GloboNews, a jornalista Míriam Leitão falou em “ataque especulativo” e chegou a citar a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ainda em sua análise sobre economia, Míriam apontou a tragédia provocada pelas chuvas que, em abril, castigaram o Rio Grande do Sul. Para ela, não há esse “fim de mundo” que o mercado financeiro vê.
– Houve um tempo em que a gente chamava isso, Daniela [Lima], de ataque especulativo. Porque não tem nenhuma relação com os fatos. Porque concretamente não está acontecendo esse fim de mundo que o mercado financeiro está vendo. (…) O pacote fiscal faz mudanças, de fato, no ritmo de crescimento das despesas. O país vai ter, esse ano, metade do déficit público que o mercado financeiro imaginava no começo do ano. (…) E, além disso, houve, no meio do caminho, uma coisa imprevisível que é o Rio Grande do Sul. Não tem esse fim de mundo que o mercado está vendo. O que tem de preocupante: a inflação está alta. Mas para isso está sendo feito um pacote fiscal e está sendo feito um choque de juros. (…) Não houve uma deterioração fiscal grave, nos últimos dois anos, que levasse a esse resultado. E digo mais: o governo Bolsonaro pedalou, deixou de pagar 93 bilhões de dívidas vencidas, dívidas judiciárias vencidas que tinha que pagar, e quem pagou foi o atual governo. Então, isso fez um déficit maior no ano passado. E nesse ano vai ser um déficit muito menor do que no ano passado e, além disso, muito menor do que o próprio mercado esperava. (…) Não faz sentido esse dólar, não faz sentido essa histeria – falou a jornalista.
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Informações Pleno News

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou a votação da regulamentação da reforma tributária e de um dos projetos que integram o pacote de corte de gastos do governo federal. O deputado deu a declaração a jornalistas nesta terça-feira, 17.
A perspectiva é que o Projeto de Lei Complementar (PLP 210/2024) seja votado na sessão desta terça-feira. O texto, relatado pelo deputado Átila Lira (PP-PI), autoriza o governo a restringir o uso de créditos tributários em situações de déficit nas contas públicas. A proposta também libera a utilização do excedente de oito fundos nacionais.
“Após a votação do PLP 210, vamos reunir os líderes de novo para tratar os assuntos de mérito que foram tratados a respeito do PL e da PEC”, disse Lira, sobre as demais propostas do pacote de corte de gastos.
Arthur Lira ainda destacou a votação do Orçamento no Congresso Nacional. A expectativa é que os parlamentares votem a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) nesta quarta-feira, 18.
A proposta estabelece um equilíbrio fiscal entre receitas e despesas, priorizando ações relacionadas à prevenção de eventos climáticos extremos, projetos estabelecidos no Plano Plurianual (PPA) e iniciativas em execução.
Se a LDO for aprovada pelos parlamentares nesta quarta-feira, o Congresso Nacional deve se debruçar sobre a LOA, também em sessão semipresencial. O projeto determina as receitas previstas e as despesas do governo federal para o ano seguinte, com base na arrecadação de impostos.
Nesta quarta-feira, 18, a Câmara deve votar as outras duas propostas do pacote de corte de gastos da equipe econômica de Lula. Também foi anunciado que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2024 foi apensada à PEC 31/2007, que já está pronta para votação em plenário.
O relator da PEC é o deputado Moses Rodrigues (União Brasil-CE). A proposta original do Executivo limita supersalários do setor público e altera as regras do abono salarial. O texto também muda o Fundo Constitucional do Distrito Federal e as normas do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Já o líder do MDB na Câmara, deputado Isnaldo Bulhões (AL), foi designado relator do Projeto de Lei (PL) 4.614/2024, o qual restringe o aumento do salário mínimo aos limites do arcabouço fiscal. A legislação atual estabelece a correção a partir da inflação mais variação do PIB. O novo texto do pacote de corte de gastos determina um limite de 0,6% a 2,5%.

Rogério de Almeida Felício, o Rogerinho, está foragido e é alvo de uma operação da Polícia Federal realizada em São Paulo. A ação desta terça-feira, 17, investiga uma suposta ligação de policiais civis com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Rogerinho também atua como segurança do cantor sertanejo Gusttavo Lima.
Ele foi mencionado na delação de Vinícius Gritzbach, empresário assassinado em novembro no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A operação da PF, conduzida com o Ministério Público de São Paulo, já resultou na prisão de sete pessoas, incluindo um delegado e três policiais civis.
De acordo com a delação, Rogerinho teria ficado com um relógio de Gritzbach. Apesar de seu salário na Polícia Civil ser de pouco mais de R$ 7 mil, o policial é sócio de uma clínica de estética, de uma empresa de segurança privada e de uma construtora em São Paulo.
Na manhã desta terça-feira, a Polícia Federalrealizou buscas nos endereços ligados a Rogerinho, mas ele não foi encontrado. As investigações mostram que o esquema criminoso envolvia manipulação e vazamento de informações policiais, venda de proteção a criminosos e corrupção para facilitar um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.
A ação conta com a colaboração da Polícia Federal e de promotores do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, com apoio da Corregedoria da Polícia Civil. A Justiça determinou a prisão temporária dos investigados, além de buscas e apreensões em seus endereços. Também impôs outras medidas cautelares, como o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens.
Essa operação resulta do cruzamento de várias investigações sobre o PCC, incluindo o assassinato de Gritzbach. Entre os presos está o delegado Fabio Baena, acusado de extorsão por Gritzbach. Na época, Baena liderava uma investigação em que o delator era suspeito de ordenar a morte de dois integrantes do PCC.

Outros policiais detidos são Eduardo Monteiro, Marcelo Ruggeri e Marcelo Marques de Souza, conhecido como Marcelo Bombom. Além deles, Ademir Pereira Andrade, Ahmed Hassan e Robinson Granger de Moura, conhecido como Molly, foram presos, todos suspeitos de envolvimento com o PCC.
O advogado Daniel Bialski, que representa Baena e Monteiro, afirmou que considera a prisão de seus clientes abusiva, mas só se manifestará depois de ter acesso à decisão judicial que determinou a detenção. As investigações revelaram que o PCC, com apoio dessa organização criminosa, movimentou mais de R$ 100 milhões desde 2018.
A operação envolve cerca de 130 policiais federais e promotores, com apoio da corregedoria. Estão sendo cumpridos oito mandados de prisão e 13 de busca e apreensão em São Paulo, Bragança Paulista, Igaratá e Ubatuba.
Os investigados, conforme suas condutas, enfrentarão acusações de organização criminosa, corrupção ativa e passiva e ocultação de capitais.
As penas para esses crimes podem somar até 30 anos de reclusão. A operação foi batizada de Tacitus, termo em latim que significa silencioso ou não dito, em referência à forma de atuação discreta da organização criminosa.
Informações Revista Oeste