
A Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana registrou um novo caso confirmado de leptospirose – doença transmitida pela urina do rato – nesta terça-feira (16). Trata-se de um homem de 46 anos, morador do bairro Calumbi. A forma de contaminação ainda está sendo investigada.
De acordo com a notificação recebida pela VIEP, o paciente deu entrada em uma unidade privada no dia 4 de maio para realizar exames laboratoriais, mas somente no dia 16 a instituição entrou em contato com o órgão municipal para informar o resultado positivo para a doença.
Vale destacar que os casos são registrados conforme a ficha de notificação e o resultado positivo do exame que chega à Vigilância.
Ao ter conhecimento do caso, a equipe da VIEP entrou em contato com o paciente no próprio dia 16 e orientou que ele procurasse, de maneira imediata, uma unidade de saúde da rede municipal com atendimento de urgência e emergência devido ao alto potencial de evolução da doença.
Entretanto, o paciente não seguiu a orientação da equipe de saúde e só procurou o suporte especializado no dia 17, por volta de 23h. No momento, ele está sendo acompanhado e aguarda a regulação estadual em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
A VIEP continua monitorando o caso e efetuando a investigação dos possíveis locais de contaminação da doença. As ações de vigilância e combate para eliminação dos focos estão sendo desempenhadas pelas equipes técnicas.
Sobre a doença
A leptospirose é causada pela bactéria Leptospira, que utiliza alguns animais como hospedeiros, principalmente roedores, e é transmitida para os seres humanos pela exposição direta ou indireta à urina desses animais, geralmente após contato prolongado com águas contaminadas.
*SECOM

Antônio Carlos de Oliveira Santos, conhecido como “Coquito” ou “Coquinho”, morto durante uma operação da Polícia Civil para combater homicídios e o tráfico de drogas, era irmão do cantor Tony Salles, vocalista da banda Parangolé.
Procurada pelo Bahia Notícias, parceiro do Acorda Cidade, a assessoria do cantor afirmou que o homem era irmão por parte de pai de Tony, mas que não possui vínculo algum com o artista.
“A pessoa citada era irmão por parte de pai do cantor, mas eles não foram criados juntos e não criaram laços afetivos”, diz a nota.
De acordo com a polícia, Antônio Carlos era o gerente do tráfico no bairro de Rio Sena e fazia a gestão das armas para os ataques contra grupos rivais. O suspeito morreu em confronto com policiais da Coordenação de Operações Especiais (COE).
Fonte: Bahia Notícias parceiro do Acorda Cidade

Um jovem de prenome Gabriel foi assassinado por volta das 13h desta sexta-feira (19) em um terreno, próximo da Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), na Rua Tupinambás, bairro São João em Feira de Santana.
Em entrevista ao Acorda Cidade, o padrasto da namorada da vítima, Ezequiel Victor, informou que o jovem não morava no bairro, mas estava passando alguns dias na residência.
“Ele não mora aqui, mas tinha uns três dias dormindo na casa porque ele era namorado da minha enteada. A família dele tem casa aqui perto, a mãe tem uma casa no Feira VII e o pai no Aviário. Ele trabalhou por uns três dias aqui como segurança, mas que eu saiba, ele não tinha nenhum envolvimento”, informou.
Segundo relatou, um veículo modelo Palio de cor verde se aproximou da vítima e disparos de arma de fogo foram efetuados.
“O que estou sabendo, é que um Palio verde estava acompanhando ele. Os caras deram uma arrastada no carro, atiraram e quando viram que ele já estava caindo, fugiram”, disse Ezequiel.
Ainda não há informações sobre autoria e motivação do crime.
A delegada Thiara Martins realizou o levantamento cadavérico e o corpo foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para ser necropsiado.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

O distrito Governador João Durval Carneiro (Ipuaçu) vai comemorar de 26 a 28 de maio a 22ª Festa do Vaqueiro, uma tradição que atrai moradores de Feira de Santana e municipios da região.
A programação consta de cavalgada, missa e shows musicais. A Prefeitura de Feira de Santana vai garantir a estrutura da festa e as atrações musicais.
Entre atrações já confirmadas pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) estão Canindé, Letícia Brasil, Malícia 100 Vergonha/Renan Boy, Moisés Almeida; Regis Vaqueiro, Jaldo Rodrigues e Cheiro Perfumado.
PROGRAMAÇÃO
Na sexta-feira (26) haverá a procissão saindo da comunidade Umbuzeiro até a sede do distrito levando a imagem da padroeira Nossa Senhora Aparecida. Logo na sequencia, celebração de missa e shows na praça.
No sábado (27) a programação da Festa do Vaqueiro começará às 18h com shows. E no domingo (28) haverá a cavalgada saindo ao meio-dia da comunidade Pedra da Canoa até a sede, quando as atrações musicais subirão ao palco.
*SECOM

Cinco estudantes da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) morreram em um grave acidente na BR-242, na região da cidade de Lajedinho, na noite de quinta-feira (18). Todas as vítimas ocupavam um veículo Fiat Cronos que colidiu frontalmente contra um caminhão-tanque carregado de óleo vegetal.
Segundo informações o acidente foi provocado por uma ultrapassagem proibida. O veículo ficou completamente destruído.
Segundo informações obtidas pelo Acorda Cidade junto à Polícia Rodoviária Federal (PRF), quatro vítimas morreram no local e a quinta durante o socorro.
*ACORDA CIDADE
Pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE revela que taxa da Bahia é de 14,4%, a maior entre as 27 unidades da Federação

Foto: Divulgação
Secretário-geral do União Brasil e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto disse que, durante os governos do PT na Bahia, o estado se consolidou na liderança dos índices de desemprego em todo o pais. Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (18) pelo IBGE revelou que o percentual da Bahia no primeiro trimestre deste ano é de 14,4%, o maior do Brasil no período -0,9 ponto percentual a mais do que o último trimestre de 2022.
“Durante os governos do PT, a Bahia consolidou uma liderança que ninguém gostaria de ostentar. O estado é primeiro lugar em desemprego no Brasil, posição confirmada hoje, mais uma vez, pelo IBGE. Fica a pergunta: em quase seis meses sentado na cadeira de governador, o que Jerônimo fez de diferente do seu grupo que governa a Bahia há 17 anos? Que empresas, que indústrias foram atraídas para o nosso estado? O que foi feito para que as famílias mais pobres tenham oportunidades, sobretudo no interior? Por que as empresas estão deixando a Bahia e indo para outros estados? Espero que o governador aceite essas críticas de forma sensata e encare a dura realidade do desemprego com mais firmeza e determinação, estendendo a mão para quem precisa. Só assim conseguiremos mudar: mudando a forma de governar. E não repetindo o que o PT vem fazendo há 17 anos”, escreveu o ex-prefeito em suas redes sociais.

Começou nesta sexta-feira, 19, e vai até o dia 26, no plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 1625 que pode levar ao fim das demissões sem justa causa.
Em trâmite desde 1997, a ação quer anular um decreto de 1996, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que revogou a Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), aprovada em 1995 pelo Congresso. Essa convenção prevê que as demissões só poderiam ser feitas por justa causa ou por comprovada incapacidade financeira da empresa.publicidade
A ação foi pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e Central Única dos Trabalhadores (CUT). Essas entidades alegam que a convenção, aprovada no Congresso, não poderia ser revogada por decreto do presidente.
Até agora, nove votos foram proferidos e parte dos ministros concordam com a tese. Faltam votar Nunes Marques e André Mendonça. Gilmar Mendes, que tinha pedido vistas em outubro do ano passado, foi o último a votar. Ele entende que as convenções aprovadas pelo Congresso não podem ser revogadas por decreto, mas defende que esse entendimento seja aplicado apenas a partir do julgamento e não para decretos anteriores.
Gilmar seguiu a linha dos ex-ministros Nelson Jobim (aposentado em 2006) e Teori Zavascki (morto em 2017) e do ministro Dias Toffoli. Eles votaram pela rejeição da ADI. Para eles, a revogação de tratado internacional precisa de anuência do Congresso, porque essa exigência está expressa na Constituição, mas, consideraram que esse entendimento “deverá ser aplicado a partir da publicação da ata do julgamento, mantendo-se a eficácia das denúncias [revogações] realizadas até esse marco temporal”.
Revogar um decreto em vigor há mais de 25 anos “significaria lançar luz à possibilidade de invalidar todos os atos de denúncia unilateral praticados até o momento em períodos variados da história nacional”, escreveu Toffoli, em seu voto.
O relator Maurício Corrêa e Ayres Britto (aposentados em 2004 e 2012, respectivamente) votaram pela parcial procedência da ação. Em voto proferido em 2003, Corrêa julgou que o decreto 2.100, de dezembro de 2016, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, não pode ser declarado inconstitucional porque cabe ao Congresso ratificar ou questionar os tratados internacionais.
A terceira linha de entendimento é encabeçada pelo ex-ministro Joaquim Barbosa (aposentado em 2014) e seguida por Ricardo Lewandowski (aposentado em abril) e por Rosa Weber. Eles entendem que a ação das centrais sindicais deve ser julgada procedente porque um decreto presidencial não pode revogar uma decisão do Congresso — no caso a decisão que aprovou a Convenção 158 da OIT.
Em seu voto, a ministra Rosa Weber afirma que a declaração de inconstitucionalidade do decreto de FHC faz a convenção da OIT entrar em vigor no direito pátrio, mas, “de modo algum se traduz em garantia de permanência no emprego, tampouco autoriza comando de reintegração ou indenização, em caso de despedida sem justa causa, conquanto dependente, a matéria nele disciplinada, de regulamentação por lei complementar”. E essa lei complementar não existe.
Informações Revista Oeste

Foto: Globo
Esta coluna descobriu que não é só nos bastidores do Encontro e com Patrícia Poeta que Manoel Soares tem dado problema… Apresentando o Papo de Segunda, do GNT, o ativista tem causado um climão com o companheiro de programa João Vicente de Castro. Segundo fontes da coluna, os dois não andam se bicando por lá e a situação já está dando o que falar.
Vale pontuar que, como revelamos aqui, a TV Globo bateu o martelo e Manoel Soares já tem data para deixar o Encontro. O apresentador deve sair do matinal da emissora em agosto, quando Patrícia Poeta voltará ao comandado da atração. A jornalista sairá de férias em julho e, no retorno, o ativista se despedirá do programa.
A decisão da emissora se deu após os constantes embates entre Manoel e Patrícia Poeta. A situação já teria ficado insustentável nos bastidores e, depois de tantas reclamações, a Globo tomou a atitude de tirar o apresentador.
Agora, a emissora pode enfrentar um novo problema com o jornalista, dessa vez, no GNT. Importante frisar, também, que um possível retorno de Manoel ao É de Casa já está sendo descartado. Isso porque a equipe do programa, exibido aos sábados, não quer o rapaz de volta, onde ele também já deu muita dor de cabeça.
Metropoles

FOTO: STF
Durante uma sessão da Corte Eleitoral realizada nesta quinta-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, fez uma declaração acerca da emissora Jovem Pan, destacando que ela representa um exemplo de mídia tradicional que se permitiu ser utilizada como um “verdadeiro braço de partido político”.
Moraes ressaltou que a mídia tradicional, incluindo a Jovem Pan, pode ser instrumentalizada e envolver-se em práticas semelhantes às adotadas pelas mídias digitais, contribuindo para a disseminação de desinformação. Segundo o ministro, a Jovem Pan não apenas permitiu que isso acontecesse, mas também buscou ativamente essa instrumentalização.
“É lamentável constatar que a Jovem Pan tenha se deixado utilizar como um verdadeiro braço de partido político”, afirmou Moraes.
Durante a sessão, o plenário do TSE decidiu aplicar uma multa no valor de R$ 10 mil para a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Essa condenação ocorreu devido à vinculação feita por eles, durante o período eleitoral, entre o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva e o assassinato de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André (SP).
Informações TBN

Foto: Pablo Jacob
A prisão do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro esquentou os bastidores da política nas últimas três semanas, principalmente depois de revelado que Mauro Cid pagava as contas pessoais de Michelle Bolsonaro. A polícia considerou suspeita
a movimentação financeira e viu indícios de desvio de recursos públicos no fato de o coronel usar dinheiro vivo para custear despesas como cabeleireiro, gastos médicos e roupas. Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, os celulares do militar também foram apreendidos.
Os investigadores acreditam que da perícia nos aparelhos poderão emergir novas revelações. Na terça-feira 16, o ex-presidente prestou mais um
depoimento à PF — o terceiro nos últimos dois meses. Ele foi interrogado sobre a falsificação de seu cartão de vacinação. Disse, em resumo, que não sabia da fraude, reafirmou que não tomou a vacina e, portanto, não haveria motivo algum para emitir um certificado atestando o contrário.
No dia seguinte, Bolsonaro recebeu VEJA em sua nova residência, localizada num condomínio distante cerca de 15 quilômetros do centro de Brasília. Estava acompanhado da ex-primeira-dama e munido de uma pilha de documentos —
recibos, boletos e cópias de extratos bancários que, segundo Michelle Bolsonaro, mostram que Cid, de fato, pagava as despesas dela, mas o dinheiro usado na operação saia da conta pessoal do então presidente. “Não há nenhum
tostão de dinheiro público ou de qualquer outro lugar”, diz ela. O casal se considera alvo de perseguição. Na linha de raciocínio deles, o cerco ao ex ajudante de ordens seria uma tentativa de envolver o ex-presidente em alguma situação constrangedora. Bolsonaro ressalta que antes de deixar o governo já havia sido advertido sobre a possibilidade de prisão. “Para ter um motivo que
justificasse isso, eu precisaria ter feito pelo menos 10% do que ele fez. E eu fiz 0%”, acrescenta. O “ele” a quem Bolsonaro se refere é o presidente Lula — “uma figura senil e ultrapassada”. O ex-capitão se recusa a pronunciar o nome do atual presidente.
A seguir os principais trechos.
O senhor prestou o terceiro depoimento à Polícia Federal nos
últimos dois meses. Isso não é constrangedor para um expresidente?
O pessoal está vindo para cima de mim com lupa. Eu esperava
perseguição, mas não dessa maneira. Na terça-feira, nem tinha deixado o
prédio da PF ainda e a cópia do meu depoimento já estava na televisão. É um
esculacho. Todo o meu entorno é monitorado desde 2021. Quebraram os sigilos
do coronel Cid para quê? Para chegar a mim.

As evidências de que seu ex-ajudante de ordens falsificou
certificados de vacinação parecem bem nítidas. Ao que tudo indica,
alguém fez besteira. Não estou batendo o martelo. Da minha parte não tem
problema nenhum. Eu não precisava de vacina para entrar nos EUA. A minha
filha também não precisava de nada. Estão investigando essas fraudes de 2022,
tudo bem. Mas ninguém está investigando aquela outra que aconteceu em
Desde que assumi, sou acusado de tentar dar um golpe. O que eu fiz desde o
começo, e arranjei inimizade por causa disso, foi repetir que “nós temos que
jogar dentro das quatro linhas”. Muitos diziam que “os caras lá estão fora das
quatro linhas”. Em muitos casos, estavam mesmo.
E quais seriam as consequências de se tomar uma medida de força? Como ficaria o Brasil perante
o mundo?
Resposta: o país iria acabar, virar uma Venezuela mais rápido do que o PT conseguiria com a desgraça econômica que se está pintando no horizonte.
Então tinha mesmo gente no entorno do senhor que acreditava na hipótese de golpe. Se tem alguém, ao meu conhecimento não chegou.
Falavam em tom de desabafo. Quando teve o caso do Ramagem (Alexandre
Ramagem na indicação para a direção da Polícia Federal), por exemplo, em que o STF impediu a posse dele, alguns, mais nervosos, diziam: “Pô, tem que peitar, fazer isso”.
Quem defendia uma medida mais dura? Ninguém defendia, era desabafo
de alguns, fora do gabinete. Eles estavam revoltados com essa situação de
interferências no Executivo. Eu recebia em média uma ação por semana do
Supremo Tribunal Federal. Mas isso foi antes das eleições.
Essa perseguição que o senhor alega seria promovida pelo STF ou
por algum ministro em particular? Não quero polemizar nessa área. Está
acontecendo uma conscientização no Brasil e não é só em relação ao meu caso.
Eu não quero botar lenha na fogueira. Tem gente de várias formações
criticando o que está acontecendo. Não precisa ser muito inteligente para saber
de onde vem o problema.
O senhor tem receio de ser preso?
Não há motivos para isso. Mas é bom
não esquecer o que aconteceu na Bolívia. A ex-presidente Jeanine Áñez assumiu quando o Evo Morales fugiu para a Argentina. Depois, o outro lado voltou ao poder, ela foi presa e condenada a dez anos de cadeia. Acusação: atos antidemocráticos. Não preciso explicar mais.
Está sugerindo que algo similar pode acontecer no Brasil?
Para ter algum motivo que justificasse isso, eu precisaria ter feito pelo menos 10% doque ele fez. E eu fiz 0%. Algumas pessoas importantes, não vou dizer os nomes.
VEJA