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Cientistas descobriram um texto bíblico escrito há mais de 1.500 anos que está sendo tratado como um “capítulo oculto”. Na verdade, o achado é uma tradução do capítulo 12 do livro de Mateus para a língua siríaca.

Assim, a descoberta se torna importante por mostrar se o texto bíblico mudou ao longo do tempo, apontando ainda para o trabalho de tradução do livro sagrado.

O capítulo oculto foi encontrado em um pergaminho e estava raspado. Segundo os cientistas, raspar o pergaminho era comum para que um novo texto fosse escrito sobre ele.

O trecho estava em um manuscrito sobre antigas histórias cristãs e hinos guardados na Biblioteca do Vaticano. Os vestígios só foram detectados através de luz violeta, podendo então ser traduzido.

Ao Daily Mail, o professor sênior de estudos do Novo Testamento na Universidade de Glasgow, Dr. Garrick Allen, disse que a descoberta fornece uma visão sobre as primeiras traduções da Bíblia.

– A tradução siríaca da Bíblia é importante por conta própria como uma das primeiras traduções do grego. Isso nos dá uma visão sobre os primeiros estágios do texto da Bíblia e as comunidades que produziram essas traduções – disse Allen.

Ainda assim, o professor diz que não se trata de uma descoberta inovadora, uma vez que o texto é apenas partes fragmentadas do capítulo já conhecido.

EVANGELHOS ORIGINAIS
Para o escritor cristão Justin Brierley, a descoberta é “fascinante” por mostrar “o quão rica tem sido a tradição manuscrita do Novo Testamento ao longo de muitos séculos”.

– Também é fascinante notar a variação em algumas das palavras do evangelho de Mateus em comparação com a versão que recebemos do texto. Muitas vezes encontro críticos que questionam se a Bíblia foi alterada ao longo do tempo, mas a ciência da crítica textual, auxiliada por descobertas como essas, ajuda os historiadores a montar uma imagem extremamente precisa do que os evangelhos originais diziam – declarou ele ao Daily Mail.

Informações Pleno News


Escola Thomazia Montoro, que sofreu ataque, retomou as aulas na segunda-feira (10) - Tomzé Fonseca/Futura Press/Estadão Conteúdo
Escola Thomazia Montoro, que sofreu ataque, retomou as aulas na segunda-feira (10) Imagem: Tomzé Fonseca/Futura Press/Estadão Conteúdo

Estudantes estão com medo de ir à aula, pais temem levar os filhos à escola, professores têm receio de permanecer nas salas. A sensação de insegurança no ambiente escolar é alimentada por publicações que têm circulado nas redes sociais anunciando novos ataques às instituições de ensino. Embora os indícios apontem que esses conteúdos são falsos, eles têm contribuído para gerar pânico.

Sentir medo após os ataques recentes é natural, mas é preciso ficar atento às repercussões que a situação pode causar a longo prazo na saúde mental de crianças e adultos, alerta o psiquiatra Fernando Asbahr, coordenador do Programa de Ansiedade na Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria da USP.

Asbahr afirma que os recentes episódios de violência nas escolas e a propagação de boatos sobre falsos ataques podem ter desdobramentos sérios para pessoas que já têm alguma propensão a desenvolver transtornos de ansiedade.

Ainda não podemos falar sobre quadros de estresse pós-traumático porque é muito recente, mas você imagina que, da mesma forma que um veterano de guerra que passou por situações absurdas de risco de vida e depois disso ouve um barulho e já acha que é uma bomba, daqui há um mês pode ser que algumas crianças tenham medo até de passar perto da esquina da escola. Fernando Asbahr, coordenador do Programa de Ansiedade na Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria da USPnone

Para evitar esse cenário, diz ele, é importante não estimular o pânico e manter uma boa comunicação com as crianças. Ao VivaBem, o psiquiatra deu dicas para aumentar a sensação de segurança neste período e falou sobre como lidar com o medo.

VivaBem: Boatos de que novos ataques acontecerão em instituições de ensino têm causado medo em alunos, pais e professores. É normal sentir esse medo?

Fernando Asbahr: É absolutamente normal. Você fica até na dúvida “mas e se isso for verdade?”. Estamos falando de algo muito sério. E é justamente essa dúvida que os boatos deixam no ar que é cruel. Isso é muito perverso.

O problema é que, daqui a algumas semanas ou meses, esse medo pode ter desdobramentos sérios para pessoas que já têm alguma propensão de serem naturalmente mais preocupadas, nervosas ou ansiosas.none

Pais também podem se negar a levar seus filhos para a escola. Isso seria um exemplo de repercussão exagerada desencadeada por dois fatores: o fato concreto, que são os episódios de violência com morte dentro das escolas que aconteceram recentemente, e os boatos, que geraram ansiedade em excesso.

celular - Getty Images - Getty Images
Compartilhar boatos sobre ataques em escolas estimula sensação de insegurança, alerta psiquiatraImagem: Getty Images

Esses boatos também estão circulando em grupos de WhatsApp de pais, mães e professores. Reproduzir esse conteúdo pode contribuir para a sensação de medo? Qual a melhor forma de agir para evitar o pânico?

FA: Sem dúvida. A informação se espalha de uma maneira muito rápida e absurda, então, quando você compartilha esses boatos, isso implica em uma preocupação exagerada em todo mundo.

Eu acho que quanto menos a gente divulgar esses boatos, melhor. A outra coisa é buscar a veracidade dessas informações. Não dá para tomar como verdade e pensar “vamos espalhar isso aí porque todo mundo tem que estar preparado”.

Você espalhar isso é tudo o que a pessoa que iniciou o boato quer, então não espalhe nem entre em pânico. Ao mesmo tempo, é importante ficar de olho e denunciar [essas ameaças].

O que os pais podem fazer para ajudar uma criança ou adolescente que está com sintomas de ansiedade e medo de ir à escola?

FA: Tem uma máxima do tratamento de ansiedade que diz que a melhor forma de perder os medos é gradualmente ir enfrentando essas fobias, seja de agulha, sangue, elevador ou ir para escola.

Então, você vai, aos poucos, se aproximando da situação ou do objeto que te causa medo. No caso da escola, a mãe pode ficar um pouquinho esperando fora do local, mas a criança está ali, e ela vai se habituando novamente. Tratar medo e ansiedade evitando a situação só alimenta o medo e ansiedade excessivos daquela situação.

Mas é muito difícil pensar no que fazer agora, imediatamente. Tem que ter muito cuidado ao falar “tem que enfrentar”. Depende muito da idade, acho que não tem que forçar a barra nesse sentido.

Mas, se daqui a duas semanas, por exemplo, depois que passar toda essa boataria, a criança tiver a mesma atitude, aí já tem alguma coisa que é exagerada e é essa criança que vai precisar ser estimulada a ir voltando aos pouquinhos, às vezes com auxílio de tratamento especializado.

Eu ficaria atento para o exagero desses medos que são normais agora, se eles continuarem nessa intensidade quando você já não tiver mais uma situação potencialmente perigosa. Neste momento, agir com parcimônia e ponderação é a melhor coisa.none

mãe com crianças - iStock - iStock
Psiquiatra orienta a abordar assunto sem estimular ansiedade nas criançasImagem: iStock

Qual é a melhor forma de abordar esse assunto com crianças de diferentes faixas etárias?

FA: Isso vai de acordo com o grau de desenvolvimento que ela está na vida. Mas uma conduta básica que se deve ter com criança é você informar as coisas até onde vai a curiosidade delas.

Então, se ela te pergunta por que tal coisa aconteceu, você não precisa contar todos os detalhes da história para a criança, mas, sim, falar sobre os dados da realidade, como “tem gente que faz algo assim e isso é muito ruim, mas é minoria”.

A criança pode se questionar “mas uma criança da minha idade matou alguém, a troco do quê?”. E você pode dizer “olha, muitas vezes as pessoas que fazem isso têm problemas graves, mas pouca gente é assim”.

Você não deve detalhar para ela “ele pegou uma machada e cortou o pescoço das crianças”, por exemplo, porque aí você vai estar alimentando algo que eu não sei a dimensão que isso pode tomar numa criança pequena, além de alimentar uma ansiedade muito grande.

O diálogo tem que ser sempre no sentido de não alimentar algo antecipatório e isso tem muito a ver com ansiedade. Ansiedade não é sinônimo de medo nem de preocupação, é sinônimo de antecipação. Qualquer situação antes da hora gera ansiedade.none

Isso é diferente de esconder os fatos. É importante falar sobre o assunto, mas sempre baseado no quanto que a criança leva para você, o quanto ela sabe.

Já para crianças com dois, três anos de idade, que ainda não têm dimensão de morte ou finitude, não tem sentido falar sobre esses ataques.

Professores também estão com medo e receio de permanecer nas salas de aula. Como lidar com a sensação de insegurança no seu próprio ambiente de trabalho?

FA: A escola precisaria garantir a segurança, mas a gente sabe que não funciona assim para a maioria das escolas.

Vale sempre consultar a Secretaria de Educação para saber qual é o posicionamento, e do ponto de vista pessoal tem que ficar atento com o fato de que essas coisas podem acontecer. Ao mesmo tempo, pensar que, sim, é uma tragédia, um horror, mas isso não acontece a toda hora.

Os recentes episódios de violência em escolas também chamaram a atenção para a falta de segurança no ambiente escolar, incluindo a escassez de psicólogos. Você acha que o atendimento psicológico poderia ajudar a prevenir esse tipo de ataque?

FA: Prevenir, não. Mas eu acho que ajuda acolher quem está nas escolas, a falar a respeito do assunto, como quais são os riscos [desse tipo de ataque].

A informação ajuda a tirar essa coisa meio fantasmagórica desses episódios, porque eles são horrorosos e não vão deixar de ser horrorosos, mas pelo menos os psicólogos ajudam a explicar “olha, isso acontece por causa disso e disso”.

É uma informação que é positiva, não para gerar mais medo na população, mas talvez mais conhecimento de como as coisas podem acontecer.

É claro que vai ter aquela criança que sente mais medo e que, ao ouvir isso, vai ficar com mais medo. Mas não falar ou não abordar o assunto individualmente não é uma boa ideia.

Informações Viva Bem UOL


Mercadorias da Shein no local de distribuição, na China - Shein/Divulgação
Mercadorias da Shein no local de distribuição, na China Imagem: Shein/Divulgação

O governo vai acabar com a isenção de impostos sobre encomendas postais de até US$ 50 (R$ 247) entre pessoas. A estimativa é que produtos até esse valor comprados diretamente do exterior, em sites como AliExpress, Shein e Shopee, fiquem 60% mais caros.

O que vai mudar?

Remessas entre pessoas também vão pagar impostos. Pelas regras atuais, encomendas até US$ 50 estão isentas, desde que sejam enviadas de uma pessoa para outra. Encomendas enviadas por empresas para pessoas são taxadas em 60%. Agora todas as remessas vão pagar. O governo quer arrecadar mais com isso e diz que o consumidor vai ser beneficiado.

Segundo a Receita Federal, empresas estão usando essa distinção de maneira fraudulenta. O governo federal afirma que muitas lojas declaram valores mais baixos que os efetivamente pagos ou enviam os produtos separadamente para não pagar imposto. Por exemplo, uma compra de US$ 200 (R$ 988) pode ser dividida em quatro pacotes de US$ 50 (R$ 247) ou ter valor declarado abaixo de US$ 50. As empresas negam irregularidades (veja mais abaixo).

Em nota sobre as mudanças, o governo diz que quem age legalmente não será afetado. A nota diz que o benefício atual “se aplica somente para envio de pessoa física para pessoa física. Se, com base nele, empresas estiverem fracionando as compras, e se fazendo passar por pessoas físicas, estão agindo ilegalmente. Com as alterações anunciadas, não haverá qualquer mudança para quem, atualmente, compra e vende legalmente pela internet”.

Hoje os tributos só têm sido pagos quando os produtos são barrados pela Receita Federal. A cobrança só acontece quando a fiscalização percebe que o produto tem valor acima de US$ 50, afirma Rafael Lima, gerente sênior de Tax da consultoria empresarial Mazars.

As varejistas internacionais não podem ser acusadas de sonegação. Segundo Lima, os impostos não são devidos por elas, mas sim pelos consumidores, isto é, os importadores. 

O imposto será cobrado antes da entrega do produto. O tributo pode ser recolhido na hora da compra no site de comércio eletrônico. Caso isso não aconteça, o comprador deverá fazer o pagamento do imposto à Receita Federal. Esse pagamento pode ser feito pelo site dos Correios, por meio de boleto bancário ou cartão de crédito. Os Correios avisarão os compradores.

O imposto incide sobre o valor total da remessa. Além do produto, isso inclui o frete e o seguro. Por exemplo, se um produto custa US$ 40 (R$ 198), com frete e seguro de US$ 5 (R$ 25), será cobrado imposto de 60% sobre o valor de US$ 45 (R$ 222). Com isso, o consumidor pagará US$ 27 (R$ 133) de tributo, elevando o valor da compra para US$ 72 (R$ 356).

A alíquota do imposto não vai mudar. Em entrevista ao UOL, Robinson Barreirinhas, secretário da Receita Federal, afirmou que o governo deve manter o imposto sobre encomendas postais em 60%.

Multas por falta de imposto

Caso a Receita Federal constate erros ou tentativas de fraude, o comprador será punido. Além do imposto de 60%, ele terá que pagar duas multas: uma de 100% e outra de 37,5%, sobre a diferença do valor declarado e o valor real da mercadoria.

Se algum produto no pacote não foi declarado na nota fiscal, a multa equivale a 75% da diferença do imposto devido. O consumidor também deverá pagar o imposto sobre o item não declarado. Caso a compra entre no país com declaração de isenta, e a Receita não aceite a isenção, o comprador terá de desembolsar o imposto devido mais multa de 37,5%.

Empresas dizem que respeitam lei e apoiam mudanças

Veja o que as empresas importadoras falam sobre a atuação delas no mercado brasileiro:

O AliExpress é um marketplace global que conecta compradores e vendedores de todo o mundo. O AliExpress tem o compromisso de fornecer aos consumidores brasileiros produtos de qualidade e participar ativamente no desenvolvimento da economia digital local. Cumprir as regulamentações dos locais onde operamos é nossa principal prioridade.
Aliexpress, em notanone

As possíveis mudanças tributárias em compras internacionais não afetarão os consumidores Shopee que compram dos nossos mais de 3 milhões de vendedores brasileiros registrados em nosso marketplace. Mais de 85% das vendas da Shopee são de vendedores brasileiros, e não de fora do país. A Shopee está no Brasil desde 2019, tem dois escritórios na cidade de São Paulo e emprega mais de 3.000 colaboradores diretos. Além disso, a taxação que está sendo discutida vale para compras internacionais de forma geral e não apenas para plataformas asiáticas. Temos origem em Singapura, mas nosso foco é local. Inclusive, apoiamos o governo em qualquer mudança tributária que apoia o empreendedorismo brasileiro, pois também compartilhamos do mesmo propósito e queremos contribuir com o desenvolvimento do ecossistema local.
Shopee, em notanone

A Shein está comprometida em gerar valor para a indústria, consumidores e economia do Brasil. As regras do “de minimis” são adotadas por muitos países com o objetivo de facilitar o comércio internacional e propulsionar o crescimento local. Reconhecemos a importância em propor melhorias para as regras no Brasil de modo a fornecer segurança jurídica para os operadores e garantir que milhões de brasileiros possam continuar a ter acesso ao mercado mundial, bem como a artigos produzidos localmente.
Shein, em nota.

Informações UOL


Lula em rota de colisão com os EUA: Na China, presidente petista afirma ser ‘contra’ o dólar

Foto: PT

Em viagem pela China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o uso do dólar como moeda única nas transações globais, tema também defendido pelo Partido Comunista. No primeiro dia de visita a Xangai, o presidente se mostrou alinhado ao discurso chinês.

Lula defendeu o fim da dolarização nas trocas comerciais entre os países-membros dos Brics— grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

“Toda noite me pergunto por que todos os países precisam fazer seu comércio lastreado no dólar. Por que não podemos fazer comércio lastreado na nossa moeda? Por que não podemos ter o compromisso de inovar? Quem é que decidiu que era o dólar a moeda depois que o ouro desapareceu como paridade? Por que não foi o yen? Por que não foi o real, o peso?”, questionou o presidente. “Porque as nossas moedas eram fracas, não tinham valor em outros países”, completou Lula.

O petista em seguida fez mais uma indireta aos Estados Unidos. “Por que um banco como o dos Brics não pode ter uma moeda para financiar relações comercial entre Brasil e China, entre Brasil e outros países? É difícil porque tem gente mal-acostumada. Todo mundo depende de uma só moeda”, afirmou.

Segundo Lula, não é justo “terminarmos o século XXI como começamos o século XX: quem era rico ficou mais rico, quem era pobre ficou mais pobre”.

Revista Oeste


Foto: Victor Chapetta/AgNews

Patrícia Poeta tem passado por momentos delicados após sofrer muitas críticas no comando do Encontro (Globo), especialmente pela percepção do público sobre sua relação com o colega Manoel Soares.

Este colunista de Splash, que adiantou que a apresentadora, segundo pessoas próximas, tem passado noites sem dormir e vem perdendo peso, descobriu novos bastidores de como Patrícia vem enfrentando a crise na TV.

“Na segunda-feira, Patrícia precisou refazer a maquiagem três vezes durante o Encontro. Imagina você ter que sorrir e só ter vontade de chorar?”, contou uma fonte da coluna, reforçando o que muitos da produção já notaram: a apresentadora tem trabalhado cabisbaixa e sem energia, inclusive chorando nos intervalos da atração da Globo.

Além das críticas, Patrícia vem recebendo mensagens de ódio contra ela e sua família. “Algumas ameaças estão surgindo e isso só piora as coisas”, afirma uma pessoa próxima da apresentadora.

A solução encontrada pela equipe da jornalista foi sugerir que ela se afastasse das redes sociais. Patrícia não tem mais lido comentários e notícias a seu respeito. Ela realmente tem se blindado de qualquer crítica.

Além disso, Patrícia tem ido de casa para o trabalho, e do trabalho para casa. Adotou uma rotina de reclusão, contando apenas com o apoio da mãe e do pai, que vivem no Rio de Janeiro e dão suporte.

Os momentos delicados vividos pela apresentadora se tornaram públicos após um flagra na praia, na última sexta-feira, quando ela foi vista caminhando e aparentemente bastante triste.

‘Já me desculpei’

Patrícia viralizou na segunda-feira passada (3) após interromper Manoel Soares no Encontro. O apresentador, pela expressão, não gostou de ser interrompido pela colega.

A este colunista de Splash, Patrícia se manifestou: “Foi uma casualidade, das várias, que podem acontecer num programa ao vivo. Estava tendo dificuldade com uma nova tecnologia e estava procurando ajuda para fazer acontecer. Tanto que no momento que percebi o que tinha acontecido, imediatamente já me desculpei. Coisas de programa ao vivo.”

Após a declaração de Patrícia, a apresentadora não pretende mais comentar o assunto.

Informações Splash UOL


Ofício apreciado foi enviado pelo vice-governador e governador em exercício, Geraldo Júnior, no último dia 5 de abril

Foto: Jorge Oliveira/ bahia.ba

A Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta-feira (12) por unanimidade, o Ofício 3.168/23, dando autorização para que o governador Jerônimo Rodrigues possa ficar ausente da Bahia desde o dia 29 de março até o próximo 16 de abril. Com uma extensa agenda, o chefe do Poder Executivo embarcou para a China com o objetivo de trazer investimentos para o estado.

O deputado Alan Sanches (UB), líder da minoria, pediu verificação de quorum com poucos minutos de iniciados os trabalhos, após a leitura das atas das sessões anteriores pelo presidente Adolfo Menezes (PSD). Porém, a bancada governista rebateu com o registro de um bom número de parlamentares.

O líder do governo, deputado Rosemberg Pinto (PT), utilizou a palavra para avisar à presidência que sua bancada não utilizaria os horários do grande expediente nem das representações partidárias para abreviar o processo de votação. Adolfo pediu que os líderes encaminhassem a votação, ao tempo que Alan liberou a bancada e Rosemberg exortou, inclusive, a oposição a votar favoravelmente, dada a importância da viagem.

O ofício apreciado foi enviado pelo vice-governador e governador em exercício, Geraldo Júnior, no último dia 5 de abril, quando Jerônimo já havia embarcado para a viagem. De acordo com o Art. 104 da Constituição Estadual, o governador não pode se ausentar mais do que 15 dias do estado, sem receber a devida licença legislativa.

Informações Bahia.ba


Fazer o número 2 não deve levar mais do que 5 minutos

Fazer o número 2 não deve levar mais do que 5 minutos 

Os ancestrais da espécie humana faziam cocô agachados. Agora, centenas de milhares de anos depois, o comum se tornou passar longos minutos sentado no vaso sanitário verificando as redes sociais ou disputando um game online. 

Segundo os especialistas ouvidos pelo g1, o entretenimento na hora errada aumenta o tempo no banheiro e traz consequências para a saúde porque forçamos mais do que o necessário a musculatura da região anal. O principal efeito negativo são as hemorroidas (inchaço e inflamação das veias do reto, o que pode até mesmo ser motivo para cirurgia corretiva). 

“Antigamente, quando se levava jornal ou revista para o banheiro, em algum momento acabava a leitura. Agora, com Instagram e Youtube, é infinito”, diz a coloproctologista Thaís Takahashi. 

(Esta reportagem é parte de uma série que o g1publica nesta semana sobre o cocô, que ainda vai abordar fatores associados às hemorroidas e o que o cocô pode indicar sobre sua saúde.

Entre as atitudes que podem comprometer a saúde do reto e, consequentemente, as idas ao banheiro estão: 

  • levar o celular ao banheiro e passar mais de cinco minutos sentado;
  • fazer muita força para evacuar;
  • segurar a vontade de ir ao banheiro por muito tempo;
  • fazer musculação com altas cargas.

Além desses fatores comportamentais, gravidez e ter o intestino muito preso ou muito solto também são fatores de risco para o desenvolvimento de problemas na região. 

Além de evitar os comportamentos de risco acima, uma das estratégias para ajudar na evacuação é o “banquinho do cocô“. De acordo com a médica coloproctologista Thaís Takahashi, o ponto de apoio para elevar os membros inferiores funciona porque alinha a musculatura do reto

A posição simula uma postura ideal (parecida com o hábito ancestral de ficar agachado) e exige menos esforço. 

 — Foto: Arte g1

— Foto: Arte g1 

“O nosso reto, para mandar o sinal de quem tem coisa para eliminar, ele faz uma curvaturazinha quando vai passar pelo músculo do ânus e, quando levantamos a perna, a gente facilita essa eliminação”, explica Thaís. 

  • E existe uma diferença biológica entre homens e mulheres até mesmo nesse ponto. 
  • Logo na frente, na mulher fica a vagina e no homem fica a próstata, que acaba servindo de anteparo para ajudar na saída das fezes. 
  • Já para as mulheres, principalmente as que tiveram partos vaginais, essa saída é dificultada porque a parede vaginal é mais flácida. 

Ficar muito tempo sentado na privada mexendo no celular pode causar hemorroidas. — Foto: Reprodução/Pexels 

Alimentação tem influência

Sérgio Alexandre Barrichello Júnior, gastroenterologista e endoscopista bariátrico, diz que a evacuação é muito relacionada com a presença de um bolo alimentar bem formado. Os movimentos para a evacuação se dão principalmente devido à presença dese bolo já digerido, que se transforma em bolo fecal no intestino grosso. 

“Se for composto de carnes vermelhas e alimentos que se putrefazem muito, vai criar muitos gases e muitas vezes o intestino não vai trabalhar direito. Já tiver fibras, legumes, frutas e uma quantidade de líquido adequada, o bolo alimentar se transforma em um bolo fecal mais fácil de sair”, afirma o médico.

Ele ressalta que uma digestão ineficaz pode influenciar na evacuação. 

  • Cada organismo é único e pode ter dificuldade de digerir certos tipos de nutrientes. Isso causa constipação, diarreia ou grande fermentação (gases).
  • Por exemplo, uma dieta rica em carne pode gerar um hábito intestinal menos regulado porque o organismo leva mais tempo para digerir esse tipo de alimento.
  • “Se não houver nenhum problema adicional, os vegetarianos podem ter uma evacuação mais eficiente do que o que faz uma dieta rica em alimentos de origem animal, especialmente carnes e ultraprocessados”, diz o médico.

Manhã é o melhor período

De acordo com a médica, fomos fisiologicamente preparados para evacuar pela manhã, já que o intestino passou a noite inteira repousando. 

“Quando ficamos de pé ao acordar temos automaticamente um reflexo e depois do café da manhã também. Conforme a rotina vai atropelando, as pessoas inibem os reflexos, que param de existir, e a vontade não vem mais pela manhã”, diz a coloproctologista Thaís Takahashi.

Ou seja, para facilitar a missão, o ideal é criar uma rotina para aproveitar esses movimentos naturais e começar o dia com o caminho livre. 

E fazer atividades físicas ajuda também. Thaís Takahashi explica que o diafragma, quando respiramos vigorosamente, exerce uma pressão que acaba indiretamente influenciando o funcionamento do intestino.

Informações G1


O principal índice do mercado de ações brasileiro avançou 0,64%, aos 106.889 pontos, estendendo os ganhos da véspera.

Sede da B3 — Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Sede da B3 — Foto: Amanda Perobelli/Reuters 

O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em alta nesta quarta-feira (12), estendendo os ganhos da véspera, depois de resultados mais brandos da inflação brasileira e, hoje, da americana. 

A desaceleração dos preços aumenta a perspectiva de queda das taxas de juros aqui e nos Estados Unidos, o que anima investidores a deixar investimentos seguros e partir para ativos de risco, como a bolsa. Além disso, é uma situação que favorece aplicação em países emergentes, como o Brasil. (saiba mais abaixo)

Ao final da sessão, o Ibovespa subiu 0,64%, aos 106.889 pontos, renovando a maior pontuação de fechamento desde fevereiro. 

Na véspera, o índice teve uma forte alta de 4,29%, aos 106.213 pontos. Com o resultado de hoje, o Ibovespa passou a acumular alta de 4,91% no mês. No ano, no entanto, ainda acumula perdas de 2,59%.

Inflação desacelera para 0,71% em março 

O que está mexendo com os mercados?

As divulgações dos índices de inflação do Brasil e dos Estados Unidos foram duas boas notícias para os agentes do mercado financeiro, que se preocupam com desaceleração da economia global. Ambos os dados indicam que a subida dos juros está fazendo efeito nos preços, e que poderão ser reduzidos em um prazo mais curto. 

Na terça, o dólar teve um forte recuo, que o colocou no patamar de R$ 5, enquanto a bolsa de valores brasileira teve a maior valorização diária em seis meses após inflação brasileira vir abaixo do esperado. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,71% em março, enquanto a expectativa de mercado era de alta de 0,77%.

Com isso, o país passa a ter uma inflação acumulada de 4,65% na janela de 12 meses. É o menor valor para 12 meses desde janeiro de 2021.

Nesta quarta-feira, os números de inflação dos Estados Unidos também vieram abaixo das expectativas. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) teve alta de 0,1% em março, depois de aumentar 0,4% em fevereiro, informou o Departamento do Trabalho dos EUA. 

Nos últimos 12 meses, o índice americano tem alta de 5% antes do ajuste sazonal — foi o menor patamar desde maio de 2021.Economistas previam que os custos ao consumidor cresceriam 5,2% na base anual, após aumento de 6% em fevereiro. 

“O índice de habitação foi de longe o maior contribuinte para o aumento mensal de todos os itens. Isso mais do que compensou o declínio no índice de energia, que caiu 3,5% no mês, com a queda dos principais índices de componentes do setor. O índice de alimentos permaneceu inalterado em março, com o índice de alimentação em casa caindo 0,3%”, diz o comunicado.

Já o núcleo dos preços dos EUA veio em linha com o esperado, de 0,4% no mês e 5,6% em 12 meses. O ritmo é ligeiramente mais rápido em comparação anual com os 5,5% de fevereiro, mas levemente mais lento no mensal (0,5% em fevereiro). 

Investidores monitoravam os resultados, pois um dado forte no relatório de inflação poderia alimentar apostas de que o Federal Reserve (BC dos EUA) continuará elevando os juros em sua próxima reunião de política monetária, no início de maio. Os mercados futuros já precificavam cerca de 70% de chance de o banco central norte-americano subir sua taxa básica em 0,25 ponto percentual. 

Nesta tarde, o Fed revelou a ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), dos dias 21 e 22 de março. Na ocasião, os juros americanos foram elevados em 0,25 ponto percentual.

O documento mostra que parte das autoridades do Fed consideraram interromper os aumentos da taxa de juros, até que ficasse claro que a falência de dois bancos regionais não causaria maior estresse no sistema bancário. 

Ainda assim, concordaram adiante que a inflação alta ainda era a prioridade. A avaliação foi de que as ações tomadas pelas autoridades dos EUA e pelo Fed tinham “ajudado a acalmar as condições no setor bancário e a diminuir os riscos de curto prazo para a atividade econômica e a inflação”. 

Na Europa, o vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, disse nesta quarta-feira que a inflação subjacente na zona do euro está se mostrando rígida e o Banco Central Europeu está menos otimista sobre sua trajetória do que sobre as pressões gerais sobre os preços. 

“Acreditamos que o núcleo da inflação fornece um sinal melhor das tendências inflacionárias de médio prazo”, disse de Guindos em Madri. “A inflação continuará a desacelerar, mas não estamos tão otimistas quanto ao núcleo da inflação.”

Já entre os novos indicadores internos, as vendas no varejo brasileiro tiveram alta de 3,8% em janeiro na comparação com o mês anterior, e avançaram 2,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. 

Os números vieram bem acima da expectativa. Pesquisa da Reuters apontou que eram esperadas altas de 3,2% na comparação mensal e de 1,4% sobre um ano antes.

Informações G1


O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), discursou em sessão do plenário da Câmara — Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O PP, partido do presidente da Câmara, Arthur Lira (AL), fechou um acordo e vai anunciar nesta quarta-feira (12) a formação do maior bloco partidário da Casa, com 175 parlamentares. 

O “superbloco” será composto por PPUnião BrasilPDTPSBSolidariedadeAvantePatriota e pela federação Cidadania-PSDB

A criação do bloco é uma reação do grupo do presidente da Câmara à formação, no fim do mês passado, de outro conjunto de partidos – composto por MDBPSDRepublicanosPodemos PSC e que tem 142 integrantes. 

Este último bloco, até então o maior da Casa, era visto pelo Palácio do Planalto como início de um contraponto ao poder de Arthur Lira na Câmara. 

Os blocos parlamentares são formados por dois ou mais partidos para atuar conjuntamente na Casa. Têm líderes em comum e influenciam, por exemplo, na distribuição de cargos e comando de comissões. 

Com a criação do novo bloco, a prioridade para indicações para os colegiados, inclusive os mistos que analisam medidas provisórias, passam a ser do grupo do presidente da Câmara. 

Essa negociação foi vista como uma demonstração de força de Lira e surpreendeu o Palácio do Planalto, que apostava que ele não teria condições de criar um grupo maior do que o formado anteriormente.

Informações G1


Foto: Divulgação / SSP-BA

No curso da Operação Refúgio, deflagrada nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (12) (ver aqui), a força-tarefa da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) cumpriu mandados de prisão contra um sargento da reserva da Polícia Militar e mais seis homens em Itaberaba, no Piemonte do Paraguaçu.

O grupo é investigado pelas mortes de Josenilton Santos de Jesus, no dia 7 de julho de 2020; de Ademário de Jesus Júnior, no dia 2 de agosto; e de Héctor Franclin Gomes dos Reis, três dias depois. A força-tarefa, coordenada pela Corregedoria-Geral da SSP-BA , também apreendeu na casa do ex-policial uma pistola calibre 380, 16 munições e um celular.

As ações seguem. Além de Itaberaba, a operação também cumpre mandados em Feira de Santana. Ainda segundo a SSP-BA, o grupo passou a ser investigado após materiais apreendidos na Operação Portal, deflagrada pela SSP-BA no dia 30 de setembro de 2020. O cruzamento de informações contidas em um revólver de marca Rossi de calibre 40 e em outras armas apreendidas na ação foram pontos essenciais para que a Força Tarefa da SSP chegasse até os homicidas.

Ainda nesta quarta, a força-tarefa apreendeu ainda documentos, valores, armas e munições nos 11 mandados de busca e apreensão já cumpridos. Foram sete armas de fogo – entre pistolas e espingardas – de calibres 40, 380, 357 e 9 milímetros, uma quantidade de dinheiro, documentos, celulares, munições e estojos. Policiais seguem em campo nas buscas de suspeitos envolvidos em execuções feitas no ano de 2020.

Participam da operação Refúgio, 55 policiais civis e militares, três promotores de Justiça e integrantes dos Grupos de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) e de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp) do Ministério Público da Bahia (MP-BA).

*Bahia Notícias