
A Caixa Econômica Federal realiza nesta quinta-feira, 13, o concurso 2.828 da Mega-Sena, com prêmio estimado em R$ 53 milhões.
O sorteio vai ter transmissão ao vivo nas redes sociais do banco, a partir das 20h.
A Mega-Sena paga o prêmio principal para quem acertar os seis números sorteados. Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números (quadra e quina, respectivamente).
Para jogar, o apostador deve marcar de seis a 20 números do volante, de forma manual ou automática (Surpresinha). Além disso, é possível concorrer com a mesma aposta por até 12 concursos consecutivos (Teimosinha).
Os jogadores podem fazer as apostas até uma hora antes do sorteio em qualquer casa lotérica ou pelo site/app da Caixa.

Os sorteios da Mega são realizados três vezes por semana: terças, quintas e sábados. A aposta mínima, de seis números, custa R$ 5.
Para quem joga pelo site da Caixa, o valor mínimo para apostar é de R$ 30, seja para uma única aposta, seja para mais.
O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação. Dessa porcentagem:
Caso não haja acertador em nenhuma faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.
Segundo a Caixa, os prêmios prescrevem 90 dias depois da data do sorteio. Depois desse prazo, os valores vão para o Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).
Informações Revista Oeste

O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou um potencial superfaturamento de R$ 12,6 milhões em um contrato da Petrobras com o Consórcio Tomé-Technip. O acórdão que relata os problemas e dá prazo de 90 dias à estatal para quantificar o dano tem data desta última quarta-feira, 12.
A questão envolve pagamentos de indenizações por paralisações na refinaria Presidente Bernardes, localizada em Cubatão, São Paulo, em função de condições climáticas.
O contrato, firmado em 2011, no governo de Dilma Rousseff, previa um investimento de R$ 1,16 bilhão em serviços de engenharia na refinaria. Parte do acordo incluía uma cláusula que autorizava compensações financeiras para custos derivados de paralisações devido a condições meteorológicas adversas, como chuvas intensas e descargas atmosféricas.

Em 2013, a Petrobras adicionou um aditivo contratual de R$ 29 milhões, destinado ao aluguel de uma cobertura insuflável com o objetivo de minimizar os impactos climáticos nas operações. Entretanto, mesmo com essa estrutura, os pagamentos por paralisações decorrentes de condições meteorológicas continuaram, levantando suspeitas de irregularidades.
Segundo o TCU, a Petrobras realizou uma simulação inicial que previa 112 dias de paralisação, ao custo de R$ 30,9 milhões. No entanto, o período real de paralisação foi de 49,7 dias, mas os pagamentos chegaram a R$ 31,6 milhões. Isso resultou em um custo diário indenizado 130% superior ao estimado inicialmente.
“Entende-se, portanto, que o Contrato 0800.0063833.10.2 não previu indenização de subempreiteiros e de ferramentas, de forma a manter-se o indício de superfaturamento calculado no Anexo B da instrução anterior, de R$ 12.662.123,80 decorrente da parcela de sobrepreço de R$ 275.263,56 por dia multiplicada pelo prazo de extensão de 46 dias considerado na planilha apresentada na peça 19, p. 10-11”, afirma o relatório.
A metodologia adotada para calcular as indenizações baseava-se no Demonstrativo de Formação de Preços (DFP) da Petrobras, modelo já considerado inadequado pelo TCU em decisões anteriores. A Petrobras alegou dificuldades operacionais para atender à determinação do TCU, devido à dispersão dos documentos e a mudanças na equipe responsável pelo contrato.
O Consórcio Technip afirmou que “o contrato seguiu estritamente os termos pactuados” e que qualquer revisão retroativa violaria os princípios de segurança jurídica e autonomia contratual. Diante dessas alegações, o TCU determinou que a Petrobras deve recalcular os valores das indenizações em 90 dias, utilizando uma metodologia correta.
Se o superfaturamento for confirmado, a Petrobras deverá ressarcir os cofres públicos. O TCU classificou o caso como dano ao Erário e ressaltou que a responsabilização é imprescritível.
Informações Revista Oeste

O senador e líder do governo de Luiz Inácio Lula da Silva no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), declarou considerar “pertinente” a redução das penas dos condenados pelos atos do 8 de janeiro de 2023. No entanto, opinou que anistiar essas pessoas seria um incentivo para a repetição dos eventos, em declaração dada ao Estadão/Broadcast, que publicou a matéria na última terça-feira, 11.
“Pessoalmente acho que a anistia, não”, afirmou. “Anistiar é estimular outra vez. Sou contra e não sei se é fácil passar aqui [Senado]. Modular as penas é um problema do Judiciário, que eu acho razoável, porque teve gente que veio na turba. Eu acho que a modulação é pertinente, porque os inspiradores e financiadores é que deviam ter pena mais forte.”
Wagner destacou que o ex-presidente Jair Bolsonaro não é o único adversário competitivo para Lula nas eleições de 2026. Ele afirmou que, independentemente do liberal ser candidato, qualquer nome apoiado por ele também será forte.
“Não tenho essa torcida obsessiva, de que ele tem que ficar interditado porque não pode ser candidato”, disse o senador. “Sinceramente, para mim, não muda muito. Ele pode estar vitimizado na cabeça dos fanáticos que o acompanham e o nome que ele abençoar, eles vão [apoiar].”

Em relação à composição ministerial, Wagner sugeriu que o presidente Lula mantenha Geraldo Alckmin no comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
O senador se posicionou contra a possibilidade do ex-presidente do Senado Federal Rodrigo Pacheco (PSD-MG) assumir essa pasta. Wagner também recomendou que, na próxima reforma ministerial, não haja mudanças nos ministros Rui Costa, da Casa Civil; Alexandre Silveira, de Minas e Energia; e Carlos Fávaro, da Agricultura.
Para Wagner, as informações que circulam em bastidores sobre as trocas na Esplanada não passam de “chute”. Porém, confirmou que Lula realiza “balões de ensaio” sobre possíveis mudanças.
Entre os aliados políticos de Lula, Jaques Wagner está entre os mais antigos. Fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) em 1980, eles se conheceram em um congresso de petroleiros.
Conforme o Estadão, o chefe o Executivo rotineiramente se aconselha das visões do senador para tomar as principais decisões de gestão.
Informações Revista Oeste

O influenciador Pablo Marçal (PRTB), que disputou a Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2024, descartou concorrer à Presidência em 2026 como vice do cantor Gusttavo Lima. “Sou cabeça de chapa”, afirmou ao jornal Folha de S.Paulo.
A dupla foi sugerida pelo presidente nacional do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), Leonardo Avalanche. A ideia seria combinar a popularidade do cantor com a experiência eleitoral do ex-coach. “O partido tem interesse em atrair figuras públicas de destaque para fortalecer sua presença política”, afirmou Avalanche à Folha.
Outro fator favorável à chapa seriam declarações do sertanejo, que se diz “cansado” da polarização. O PRTB vê na postura um perfil “conciliador”, nos mesmos moldes adotados por Marçal em 2024, quando surpreendeu políticos tradicionais ao terminar em terceiro lugar na disputa pela prefeitura paulistana
Entretanto, o influenciador já definiu sua posição: não será vice. Para Avalanche, o arranjo da chapa para 2026 poderia ter “Gusttavo Lima como candidato a presidente e Marçal como vice, ou vice-versa”.
Além do PRTB, partidos como União Brasil, PL e PP demonstraram interesse em filiar o artista. No entanto, essas legendas avaliam que Lima teria mais chances em uma disputa para o Senado.
Em 8 de janeiro, Pablo Marçal confirmou sua permanência no PRTB depois de boatos sobre negociações com o União Brasil, partido de Elmar Nascimento e ACM Neto. Na ocasião, declarou: “Serei candidato a presidente pelo PRTB em 2026”.
A citação do nome do sertanejo também serve como alternativa estratégica. Pablo Marçal enfrenta cinco ações na Justiça Eleitoral que podem torná-lo inelegível por oito anos. Todas estão prontas para sentença na primeira instância, em São Paulo.
As acusações envolvem suposta promoção de campeonatos de corte de vídeos e alegações de que teria pedido R$ 5 mil em troca de apoio a candidaturas no país. O juiz responsável já encerrou a fase de produção de provas e recebeu as alegações finais das partes.
O julgamento avaliará se houve abuso de poder na campanha de 2024 ou “uso indevido dos meios de comunicação social”. Caso seja condenado, Marçal poderá recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo e, posteriormente, ao Tribunal Superior Eleitoral.
Informações Revista Oeste

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu cancelar a compra dos blindados de artilharia produzidos pela empresa israelense Elbit Systems. Em abril do ano passado, a montadora da artilharia ATMOS venceu uma licitação internacional, no valor de aproximadamente R$ 1 bilhão, para fornecer 36 blindados ao Brasil.
Segundo o portal de notícias do jornalista Claudio Dantas, o petista negou a compra de todos equipamentos fabricados por empresas israelenses. Isso ocorrerá até que seja realizado um acordo de paz entre Israel e o grupo terrorista Hamas.
O caso se estende desde 2024, quando Lula sinalizou pela primeira vez que não fecharia negócio com o Estado judeu. Em outubro daquele ano, o ministro da Defesa, José Múcio, já havia criticado a postura do atual governo. “Houve agora uma concorrência, uma licitação, venceram os judeus, o povo de Israel”, disse Múcio, à época. “Mas, por questões de guerra, do Hamas, os grupos políticos, não estamos com essa licitação pronta, não podemos aprovar.”
Em janeiro deste ano, o petista adiou indefinidamente a compra dos veículos. Isso ressaltou ainda mais o conflito interno entre Múcio e o assessor especial do governo para Assuntos Internacionais, Celso Amorim.
Ao contrário do ministro da Defesa, Amorim levantou forte oposição à compra dos equipamentos militares de Israel. Uma nota publicada pelo site UOL, em 2 de setembro de 2024, afirmava que o próprio assessor havia convencido Lula a retardar a compra dos blindados.
Além do embate interno no governo, naquele mesmo mês, a empresa KNDS France solicitou ao Tribunal de Contas da União (TCU) a suspensão da compra dos equipamentos israelenses.
Apontando supostas irregularidades no processo de licitação, a KNDS France solicitou medida cautelar para suspender a concorrência até a análise da representação.
Informações Revista Oeste

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou na noite desta quarta-feira (12) a tabela básica do Campeonato Brasileiro. A edição de 2025 é especial e vai contar pela primeira vez com cinco equipes da região Nordeste: Bahia, Ceará, Fortaleza, Sport e Vitória.
Com o calendário apertado por conta do Mundial de Clubes da FIFA, o Brasileirão tem início previsto para o dia 29 de março, um sábado. A primeira rodada ainda terá jogos no domingo (30) e segunda (31) do mesmo mês.
O Bahia fará sua estreia em Salvador, contra o Corinthians, na Arena Fonte Nova. Já o Vitória viajará até Caxias do Sul quando enfrentará o Juventude, possivelmente no estádio Alfredo Jaconi.
O Ba-Vi do primeiro turno da Série A está previsto para os dias 17/05 (sábado), 18/05 (domingo) ou 19/05 (segunda), na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, em jogo válida pela 9ª rodada. No returno, as datas estão distribuídas para os dias 25/10 (sábado), 26/10 (domingo) ou 27/10 (segunda), na 28ª rodada.
Confira os jogos até a 10ª rodada:
RODADA 02 – 05/04, 06/04 ou 07/04
Vitória x Flamengo
Santos x Bahia
RODADA 03 – 12/04, 13/04 ou 14/04
Bahia x Mirassol
Atlético Mineiro x Vitória
RODADA 04 – 16/04 ou 17/04
Cruzeiro x Bahia
Vitória x Fortaleza
RODADA 05 – 19/04, 20/04 ou 21/04
Bahia x Ceará
Fluminense x Vitória
RODADA 06 – 26/04, 27/04 ou 28/04
Palmeiras x Bahia
Vitória x Grêmio
RODADA 07 – 03/05, 04/05 ou 05/05
Bahia x Botafogo
Ceará x Vitória
RODADA 08 – 10/05, 11/05 ou 12/05
Flamengo x Bahia
Vitória x Vasco
RODADA 09 – 17/05, 18/05, 19/05
Bahia x Vitória
RODADA 10 – 24/05, 25/05 ou 26/05
Vitória x Santos
Grêmio x Bahia
Informações Bahia.ba

Uma nova reportagem da Rolling Stone trouxe à tona detalhes sobre o relacionamento conturbado entre Liam Payne e sua ex-noiva, Maya Henry, que durou de 2018 a 2022. As informações surgem quatro meses após a morte do cantor, aos 31 anos, e revelam questões delicadas e comportamentos problemáticos no relacionamento.
Fontes próximas ao casal indicam que Liam Payne enfrentou dificuldades em relação à sua sexualidade durante a relação. Maya Henry teria descoberto que o cantor enviava mensagens com conteúdo sexual para outros homens, um fato que veio à tona quando ele acidentalmente transmitiu essas mensagens do celular para a TV do casal. Esse incidente marcou o início de uma série de desentendimentos entre os dois.
A reportagem também revela que, em 2020, Liam teria pressionado Maya a interromper uma gravidez, dando-lhe um ultimato: ou ela abortava e ficava com ele, ou criaria o filho sozinha, com ele se recusando a reconhecer a criança. Maya, que acreditava que Liam queria formar uma família com ela, ficou surpresa com a atitude dele.
Maya Henry, que alegadamente aceitou interromper a gravidez, fez referência à experiência pessoal em seu romance Looking Forward, lançado em maio de 2024. Ela mencionou que a trama do livro foi inspirada por sua própria vivência, afirmando: “O que passei na vida real é muito semelhante ao que Mallory viveu no livro”.
Além disso, a reportagem traz alegações de violência doméstica, incluindo um episódio em que Payne teria empurrado Maya escada abaixo e a perseguido com um machado. Em uma declaração à Rolling Stone, Maya expressou que, embora ainda tivesse amor por Liam, ela nunca conseguiria entender completamente as coisas que ele fez e que a machucaram profundamente.
Após o fim do relacionamento, Maya enviou uma carta de cessar e desistir a Liam Payne, alegando que ele havia enviado repetidamente imagens e vídeos perturbadores e não solicitados. Naquele momento, Payne já estava em um novo relacionamento com Kate Cassidy, sua última namorada antes de sua morte.
Informações Bahia.ba

A Prefeitura de Feira de Santana realiza mais um mutirão de saúde neste sábado (15), como estratégia de garantir o acesso da população a diagnósticos importantes. Serão realizados exames de colonoscopia e tomografia para atender os pacientes com a demanda represada.
Os procedimentos serão feitos no Hospital D. Pedro de Alcântara em parceria com a Santa Casa de Misericórdia. Desta forma, o Município avança para zerar a fila por exames e consultas em 100 dias. Somente para tomografia estão agendados 60 pacientes.
O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, afirma que os mutirões são estratégias para atender a grande demanda da população por serviços de saúde. Ainda, salienta que esses exames – no caso a colonoscopia – são importantes para a detecção precoce de doenças, a exemplo de alterações no cólon, como pólipos e sinais de câncer.
Outras patologias podem ser descobertas com a tomografia, exame de imagem de alta complexidade que oferece uma visão detalhada de órgãos e estruturas internas do corpo humano.
O projeto para acabar com a demanda reprimida teve início em 8 de janeiro e seguiu até dia 23 com o cadastro de pacientes – foram feitos 15.207 cadastros entre consultas e exames. Desse quantitativo, quase 80% já foram agendados.

A pedido da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), haverá uma audiência pública na Câmara Municipal, nesta quinta-feira (13), a partir das 14 horas, para debater a lei n° 4162/2023, que dispõe sobre sons urbanos e fixa níveis e horários de permissão, neste Município. O dispositivo em vigor também trata sobre a doação e destruição de equipamentos sonoros provenientes da fiscalização dos órgãos responsáveis, em razão de infrações cometidas.
Integrante do colegiado, o vereador Galeguinho SPA (PSB) foi quem sugeriu a discussão. Também fazem parte da CCJR os vereadores Marcus Carvalhal (União Brasil), que é presidente, e Silvio Dias (PT), vice-presidente, que devem se fazer presentes ao encontro. “É um tema atual, preocupante e muito sério, que causa grandes transtornos para a população. Precisa haver uma atuação da Câmara, para que tenhamos soluções”, diz Galeguinho.

A Prefeitura de Feira de Santana realizou, nesta quarta-feira (12), um grande faxinaço na Feirinha da Estação Nova, promovendo a limpeza e a reestruturação do espaço. A ação, coordenada pela Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), contou com o auxílio de tratores e caminhões para a remoção de resíduos inapropriados, além de serviços de lavagem do mercado de carne, roçagem, pintura de meios-fios e reorganização da feira livre.
O secretário de Serviços Públicos, Justiniano França, acompanhou a operação e destacou a importância da iniciativa para a cidade. “Estamos trabalhando para garantir um espaço mais organizado e higiênico para feirantes e consumidores. A feira é um ponto essencial para a economia local, e nosso compromisso é mantê-la em boas condições para todos que utilizam o espaço diariamente”, afirmou.
Também presente no local, o secretário de Agricultura, Silvaney Araújo, que acompanhou os serviços e reforçou a relevância da ação para o fortalecimento do comércio e do abastecimento na cidade.
A feirante Lindalva Oliveira celebrou a iniciativa e destacou o impacto positivo para os trabalhadores e clientes. “A gente esperava por essa limpeza há um tempo, porque um ambiente mais limpo e organizado traz mais conforto para quem compra e quem vende. Agora, podemos atender nossos clientes em um espaço mais agradável”, disse.
A Prefeitura reforça que ações de manutenção e organização dos espaços públicos seguirão sendo realizadas para melhorar as condições de trabalho dos feirantes e a experiência dos consumidores na cidade.