A Fundação Hospitalar de Feira de Santana divulgou os nomes das mulheres inscritas no Programa de Tratamento Cirúrgico da Gigantomastia do Hospital da Mulher, aptas à terceira etapa do programa, que corresponde à avaliação econômica e social das aprovadas à cirurgia.
O procedimento é oferecido pela FHFS exclusivamente às mulheres de baixa renda residentes no município e que atendem a alguns requisitos – as mamas pesarem quatro quilos, e não se trata de tratamento estético, mas de saúde pública.
A lista com 62 nomes para o graus 5, outros cinco para o grau 4++/5, 43 para 4++ e 21 para o grau 4+ foi publicada na edição de sábado, 12, do Diário Oficial Eletrônico – www.diariooficial.feiradesantana.ba.gov.br.
A ordem da avaliação será conforme o grau da doença apresentada pela paciente. Neste ano mais de 350 mulheres se inscreveram para serem beneficiadas pelo programa, que é bancado pela FHFS.
Pode parecer contraditório, mas a positividade pode ser tóxica.
“Qualquer tentativa de escapar do negativo — evitá-lo, sufocá-lo ou silenciá-lo — falha. Evitar o sofrimento é uma forma de sofrimento”, escreveu o escritor americano Mark Manson em seu livro A Arte Sutil de Ligar o Foda-se.
É precisamente nisso que consiste a positividade tóxica ou positivismo extremo: impor a nós mesmos — ou aos outros — uma atitude falsamente positiva, generalizar um estado feliz e otimista seja qual for a situação, silenciar nossas emoções “negativas” ou as dos outros.
Já aconteceu de você contar algo negativo sobre sua vida para alguém e, em vez de ouvir e acolher, a pessoa dizer: “Mas pelo menos…” ou então “É só você pensar positivo”?
O psicólogo da saúde Antonio Rodellar, especialista em transtornos de ansiedade e hipnose clínica, prefere falar em “emoções desreguladas” do que “negativas”.
“A paleta de cores emocionais engloba emoções desreguladas, como tristeza, frustração, raiva, ansiedade ou inveja. Não podemos ignorar que, como seres humanos, temos aquela gama de emoções que têm uma utilidade e que nos dão informações sobre o que acontece no nosso meio e no nosso corpo”, explica Rodellar à BBC News Mundo.
Para a terapeuta e psicóloga britânica Sally Baker, “o problema com a positividade tóxica é que ela é uma negação de todos os aspectos emocionais que sentimos diante de qualquer situação que nos represente um desafio.”
“É desonesto em relação a quem somos permitir-nos apenas expressões positivas”, diz Baker. “Negar constantemente tudo o que é ‘negativo’ que sentimos em situações difíceis é exaustivo e não nos permite construir resiliência [a capacidade de nos adaptarmos a situações adversas].”
“Isso nos isola de nós mesmos, de nossas verdadeiras emoções. Nós nos escondemos atrás da positividade para manter outras pessoas longe de uma imagem que nos mostra imperfeitos.”
Psicologia positiva vs. positividade tóxica
Para entender a positividade tóxica, devemos primeiro diferenciá-la da psicologia positiva, um conceito que parece semelhante, mas é diferente.
“A psicologia positiva foi popularizada pelo psicólogo Martin Seligman, que trabalhou muito com os problemas da depressão e deu uma perspectiva diferente para lidar com diferentes problemas, situações ou patologias”, explica Rodellar.
Na década de 1990, Seligman, então presidente da Associação Psicológica Americana (APA), disse em uma conferência que a psicologia precisava dar um novo passo para estudar do ponto de vista científico tudo o que torna o ser humano feliz.
Em seu famoso livro The Optimistic Child (A Criança Otimista, sem edição no Brasil), o psicólogo americano explicou que o pessimista não nasce, mas é criado. “Aprendemos a ser pessimistas pelas circunstâncias da vida.”
No entanto, ele também disse que podemos lutar contra esse pessimismo e transformar nossos pensamentos negativos em mais positivos.
Mas isso não quer dizer que, se você se sente triste, tem que se concentrar em ser feliz. Na verdade, fazer isso provavelmente cairá na armadilha da positividade tóxica porque, para trabalhar as emoções negativas, você não pode ignorá-las. Primeiro você deve reconhecê-las e aceitá-las.
O segredo é não levar o positivismo ao extremo.
“O conceito de psicologia positiva ficou um pouco distorcido com o tempo”, diz Rodellar. “Focar nos aspectos positivos das diferentes situações que ocorrem na vida pode ser terapêutico e construtivo. O problema é que levado ao extremo pode gerar uma baixa capacidade de enfrentar situações negativas.”
“A psicologia positiva aplicada corretamente é uma prática muito útil, mas usada indiscriminadamente gera uma visão muito parcial da realidade e um sentimento de desamparo. Negar situações dolorosas e prejudiciais na vida é como ver a realidade com um só olho”, acrescenta Rodellar.
Como a positividade tóxica nos afeta?
Bloquear ou ignorar emoções “negativas” pode ter consequências para a saúde.
“Todas as emoções que reprimimos são somatizadas, expressas através do corpo, muitas vezes na forma de doença. Quando negamos uma emoção, ela encontrará uma forma alternativa de se expressar”, diz Rodellar.
“Suprimir as emoções afeta sua saúde. Se você esconder suas dificuldades mentais por trás de uma fachada de positividade, elas se refletirão de maneiras alternativas em seu corpo, de problemas de pele à síndrome do intestino irritável”, explica Sally Baker.
“Quando ignoramos nossas emoções negativas, nosso corpo aumenta o volume para chamar nossa atenção para esse problema. Suprimir as emoções nos esgota mental e fisicamente. Não é saudável e não é sustentável a longo prazo”, diz a terapeuta.
Uma segunda consequência, diz Rodellar, é que “quando nos concentramos apenas nas emoções positivas, obtemos uma versão mais ingênua ou infantil das situações que podem nos acontecer na vida, de modo que nos tornamos mais vulneráveis aos momentos difíceis”.
Teresa Gutiérrez, psicopedagoga e especialista em neuropsicologia, considera que “o positivismo tóxico tem consequências psicológicas e psiquiátricas mais graves do que a depressão”.
“Pode levar a uma vida irreal que prejudica nossa saúde mental. Tanto positivismo não é positivo para ninguém. Se não houver frustração e fracasso, não aprendemos a desenvolver em nossas vidas”, disse ele à BBC Mundo.
‘É ok não estar bem’
O positivismo tóxico está na moda? Baker pensa que sim e atribui isso às redes sociais, “que nos obrigam a comparar nossas vidas com as vidas perfeitas que vemos online”.
“Há uma tendência constante nas redes sociais de nos mostrarmos perfeitos e felizes. Mas isso é desgastante e não é real.”
“Se houvesse mais honestidade sobre as vulnerabilidades, nos sentiríamos mais livres para experimentar todos os tipos de emoções. Somos humanos e devemos nos permitir sentir todo o espectro de emoções. É ok não estar bem. Não podemos ser positivos o tempo todo.”
Gutiérrez acredita que houve um aumento do positivismo tóxico “nos últimos anos”, mas principalmente durante a pandemia.
“Vivemos um momento atípico e estranho em que muita gente está sofrendo muito. Ansiedade, incerteza, frustração, medo… são sentimentos comuns. Porém, há um excesso de positivismo tóxico que é perigoso”, afirma a psicoterapeuta.
Rodellar diz que vê “uma certa tendência ao bem-estar rápido, de querer se sentir bem imediatamente, como um direito natural”.
“É muito bom pensar que tudo vai dar certo, mas isso não significa que todo o processo para que aconteça tenha que ser agradável. É mais realista dizer ‘isso também vai acontecer, mas vai passar’ quando estamos em um momento de bloqueio”, diz a psicóloga.
“Todas as emoções são como ondas: ganham intensidade e depois descem e tornam-se espuma, até desaparecer aos poucos. O problema é quando não as queremos sentir porque nos tornamos mais dóceis perante uma ‘onda’ que se aproxima”.
Validar em vez de ignorar
Os psicólogos concordam que o ideal — em termos gerais — é aceitar todas as emoções, em vez de suprimir aquelas que nos fazem mal.
Não se trata de não ser positivo, mas de validar como nos sentimos a cada momento mesmo quando não estamos bem.
“Seja mais honesto, mais autêntico, não tenha medo de expressar que está triste, deprimido ou ansioso. Reconheça que está mal e saiba que isso vai acontecer. Experimente essas emoções e aprenda com elas a ser mais resiliente”, explica Baker, que esclarece que essas dicas excluem pessoas com depressão clínica (um distúrbio grave que, na verdade, costuma piorar se não for tratado).
Stephanie Preston, professora de psicologia da Universidade de Michigan, nos EUA, acredita que a melhor maneira de validar as emoções é “apenas ouvi-las”.
“Quando alguém compartilha sentimentos negativos com você, em vez de correr para fazer essa pessoa se sentir melhor ou pensar mais positivamente (“Tudo vai ficar bem”), tente levar um segundo para refletir sobre seu desconforto ou medo e faça o possível para ouvir”, aconselha a especialista.
“Estar em uma situação emocionalmente difícil já faz as pessoas se sentirem sozinhas e isoladas. Quando outros tentam silenciar essas emoções, especialmente amigos e familiares, dói muito. Ouvir alguém que está sofrendo pode fazer uma grande diferença na vida da pessoa.”
Preston diz que diversos estudos mostram como o altruísmo beneficia e influencia positivamente a nossa própria saúde.
E se você é quem está mal, “o mais importante é fazer um exercício de consciência”, propõe Rodellar.
“Esteja atento à situação e à emoção que está vivenciando. Não negue que algo ruim está acontecendo, não olhe para o outro lado, mas não fique preso a essa emoção negativa.”
“As emoções são informações que temos que ler e entender para depois aplicar uma perspectiva construtiva e ver quais lições podemos aprender e como podemos gerar mudanças no futuro.”
Como aplicar isso na prática? Em vez de dizer “não pense nisso, seja positivo”, diga “me diz o que você está sentindo, eu te escuto”. Em vez de falar “poderia ser pior”, diga “sinto muito que está passando por isso”. Em de vez “não se preocupe, seja feliz”, diga “estou aqui para você”.
“Temos que assumir a responsabilidade por nossa própria felicidade a partir da psicologia construtiva”, diz Rodellar.
“Tudo bem olhar para o copo meio cheio, mas aceitando que pode haver situações em que o copo está meio vazio e, a partir daí, assumir a responsabilidade de como construímos nossas vidas”.
Para Baker, o que devemos lembrar é que “todas as nossas emoções são autênticas e reais, e todas elas são válidas”.
*Esta reportagem não é um artigo médico. Se tiver sintomas de depressão, perguntas ou precisar de orientação, consulte seu médico ou um psicólogo.
Em conversa com apoiadores na noite de segunda-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que as pessoas que estiverem interessadas em se vacinar contra a Covid-19 no país terão que assinar um tipo de “termo de responsabilidade”. Segundo o gestor, a medida é motivada por cláusulas adotadas pelas farmacêuticas, como a Pfizer, que isentam as empresas por quaisquer efeitos adversos.
– Não é obrigatória [a vacina]. Vocês vão ter que assinar termo de responsabilidade para tomar. Porque a Pfizer, por exemplo, é bem clara no contrato: ‘Nós não nos responsabilizamos por efeitos colaterais’. Tem gente que quer tomar, então toma, a responsabilidade é tua. Se der algum problema aí… espero que não dê – disse o presidente.
Na ocasião, Bolsonaro também confirmou que já tem uma medida provisória (MP) pronta que permitirá que o governo faça um aporte de R$ 20 bilhões para a compra de imunizantes contra a Covid-19. Mais cedo, após reunião com o presidente, o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, já havia revelado a informação.
– O presidente afirmou que está editando uma medida provisória […] no valor de R$ 20 bilhões para poder comprar todas as vacinas aprovadas pela Anvisa. De fato, segundo ele, todas. Sem exceção – disse Casagrande.
Após os desdobramentos de mais uma etapa da Operação Faroeste, na última segunda-feira (14), o governador Rui Costa (PT) exonerou o secretárioa de Segurança Pública, Maurício Barbosa, e a delegada Gabriela Caldas Macedo.
A exneração foi publicada no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (15). Maurício já havia sido afastado do cargo por determinação da Justiça, em um prazo de determinado de um ano.
Em seu lugar, assume interinamente Ari Pereira, que já era subsecretário de Segurança Pública.
As cartinhas da Campanha Papai Noel dos Correios ainda podem ser adotadas na Bahia. O órgão prorrogou os prazos para quarta-feira, 16. Para adotar uma cartinha, basta acessar o blog da campanha, clicar em “Seja você Noel” e seguir os passos indicados. Com base na localidade informada, serão disponibilizadas as cartinhas e as sugestões de locais para entrega dos presentes.
A iniciativa contempla cartas enviadas por crianças de até 10 anos de idade e estudantes de escolas públicas escolhidas pelas secretarias de educação, matriculadas do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, além de crianças acolhidas em creches, abrigos, orfanatos e núcleos socioeducativos parceiros.
A unidade de atendimento dos Correios em Feira de Santana recebe os presentes na agência até a próxima sexta-feira, 18.
A feira da agricultura familiar, é uma oportunidade para as comunidades e produtores apresentarem e venderem seus produtos direto para o consumidor final, sem a presença do atravessador, expondo e mostrando seus talentos dignos de premiação. Começou dia 14/12 no pavimento inferior do Shopping Cidade das Compras. A exposição, que reúne artesãos e agricultores do interior baiano, é uma prévia da Feira de Sant’Anna, que vai reunir ano que vem mais de 1.000 comerciantes dos mais diversos nichos no estacionamento do Shopping.
Na feira é possível encontrar bonecas de pano, filtros de barro, temperos naturais, oi folhas para chás, panos de prato, pinturas, esculturas, itens de decoração para casa, verduras, e mais uma imensa diversidade de itens. Para o presidente do consórcio Feira Popular, Elias Tergilene, a Feira é uma ótima oportunidade para essas comunidades mostrarem seus talentos e venderem seus produtos que foram produzidos sem agrotóxicos, com o cuidado para alimentar suas famílias, onde o excesso, que é uma pequena quantidade é comercializada.
“Essa é apenas uma das diversas ações de promover a inclusão social e melhorar as rendas dessas famílias, atraindo pessoas cada vez mais para conhecer este grande empreendimento e trazer movimento aos diversos setores do shopping, E têm funcionado”, garante Tergilene.
A Feira acontecerá até o dia 31 de dezembro, funcionando de segunda a sexta das 08h às 18h e aos sábados das 08h às 15h. No próximo domingo (20), acompanha a abertura especial de natal do shopping, das 8h às 15h. O Shopping Popular Cidade das Compras fica no Centro de Abastecimento, em frente ao Terminal Central.
A Prefeitura de Feira de Santana, através de site oficial, está adotando a palavra “todes”, em vez de “todos”, segundo informou em tom de protesto nesta segunda-feira (14), na Câmara, o vereador Edvaldo Lima.
O recurso – flexão de palavras utilizando as letras E ou X, ou ainda o símbolo @ – vem sendo utilizado com o objetivo de tornar o gênero neutro, atendendo a proposta do segmento LGBTQIA+, que passou a questionar a variação binária de gênero no português.
“Recebi ligação de vários pastores e de outros evangélicos por causa desta atitude (da Prefeitura). Querem inventar uma palavra que não existe na Língua Portuguesa. É uma invenção do grupo LGBT, querem mudar tudo e nos fazer engolir”, reage Edvaldo.
“Todes, para definir que não existe sexo definido, é uma afronta a Deus e à família”, afirmou, na Tribuna da Casa da Cidadania. Edvaldo garante que a bancada evangélica da Câmara de Vereadores não vai permitir a utilização “deste tipo de expressão” na comunicação oficial do Governo Municipal.
“Quero chamar a atenção do secretário de Comunicação Social, Edson Borges, que sei da competência e tenho muito respeito, para as postagens no site e redes sociais oficiais da Prefeitura”.
Edvaldo diz ter certeza que o prefeito não tem conhecimento do fato. “Pode parecer besteira, mas se eu me calar, amanhã, vão querer gastar dinheiro público para construir banheiros específicos, com o gênero que eles querem”.
Poucos minutos após seu pronunciamento, o vereador informou que a postagem foi excluída “assim que (o prefeito) Colbert Martins tomou conhecimento”. Contudo, observa, a postagem com a logomarca oficial continua na rede social do secretário de Desenvolvimento Social, Pablo Roberto. “Ele disse que não iria tirar, pois é sua página privada. Mas tem a logomarca da Prefeitura. Então com o respeito que lhe tenho, peço que retire a logomarca”, apela.
O cantor Paulo César Santos, o Paulinho, integrante do grupo Roupa Nova, morreu na noite desta segunda-feira (14), aos 68 anos. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Copa D’or, na Zona Sul do Rio, lutando contra complicações da Covid-19.
A informação da morte foi confirmada pela assessoria de imprensa da banda e pela unidade de saúde. O hospital disse ainda que não tem autorização da família para divulgar mais detalhes.
No mês passado, Paulinho foi internado com Covid-19. Em setembro, ele passou por um transplante de medula óssea para tratar de um linfoma. No procedimento, foram utilizadas as próprias células do paciente. Ele respondeu bem ao tratamento, mas depois precisou ser novamente internado para tratar a Covid.
Além de membros do judiciário, as 6ª e 7ª fases da Operação Faroeste miraram familiares de investigados, entre eles a ex-cantora da Timbalada, Amanda Santiago. Filha da desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, ex-presidente do TJ-BA, ela foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal nesta segunda-feira (14).
A artista foi uma das citadas na delação premiada de Júlio César Cavalcanti Ferreira, um dos advogados acusados de negociar compras de sentenças. Ao Ministério Público Federal, ele denunciou a existência de cinco grupos de atuação no esquema: “Orcrim da desembargadora Lígia Cunha”, “Orcrim da desembargadora Ilona Reis”, “Grupo criminoso do desembargador Ivanilton da Silva”, “Orcrim do desembargador Gesivaldo Britto” e o “Orcrim da desembargadora Maria do Socorro”.
De acordo com as investigações, Amanda apresentou movimentação financeira de mais de R$ 8 milhões (R$ 8.091.663,00 no total) no período analisado pelas autoridades, apesar de declarar apenas R$ 1 mil em renda neste mesmo tempo. A análise da movimentação bancária da artista apontou transferências “vultuosas” para sua mãe, que variavam de R$ 25 mil chegando até a R$ 80 mil, para tentar “legitimar o fluxo criminoso entre elas”.
Com os valores, a desembargadora teria feito o pagamento de um imóvel na Praia do Forte à francesa Marie Agnês, que acusa a ex-presidente de ter se apropriado ilegalmente da casa – uma das parcelas quitadas foi de R$ 275 mil. Com sete suítes, a casa é localizada no Condomínio Aldeia dos Pescadores, sendo avaliada entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões. A suspeita é de que o imóvel tenha sido vendido pela marido da francesa à desembargadora por valores menores e sem sua autorização.
Além disso, Amanda teria realizado operações financeira juntamente com Adailton Maturino e sua esposa, Geciane Maturino, em valores que podem chegar a R$ 1 milhão, fazendo até “saque em espécie de R$ 500 mil, no intuito de dificultar a vinculação criminosa entre os investigados”. Maturino é réu no âmbito da Faroeste, acusado de ser líder do esquema de venda de sentenças em processos sobre posse de terras no oeste baiano. Maria do Socorro, mãe de Amanda, também é ré e está presa por envolvimento na organização criminosa.
Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 157 recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 15.181 pessoas livres da doença desde o início da epidemia, índice que representa 87,4% dos casos confirmados. Enquanto isso, 465 pessoas que aguardavam resultado do exame testaram negativo e 206 novos casos de Coronavírus foram positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 79 pacientes internados no município e 1.870 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais quatro mortes (os óbitos mencionados não são referentes a data de hoje e sim de dias anteriores). A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (14).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA SEGUNDA-FEIRA 14 de dezembro de 2020
Casos confirmados no dia: 206 Pacientes recuperados no dia: 157 Resultados negativos no dia: 465 Alta hospitalar no dia: 0 Óbitos comunicados no dia: 04 Datas dos óbitos: 08/12, 11/12, 12/12 e 12/12
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 1.870 Total de casos confirmados no município: 17.366 (Período de 06 de março a 14 de dezembro de 2020) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.791 Total de pacientes hospitalizados no município: 79 Total de recuperados no município: 15.181 Total de exames negativos: 21.982 (Período de 06 de março a 12 de dezembro de 2020) Aguardando resultado do exame: 1.287 Total de óbitos: 315
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 18.802 (Período de 06 de março a 14 de dezembro de 2020) Resultado positivo: 3.355 (Período de 06 de março a 14 de dezembro de 2020) Em isolamento domiciliar: 08 Resultado negativo: 15.447 (Período de 06 de março a 14 de dezembro de 2020)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana