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7/6/2021, 7:48 | Foto: Andrews Pedra Branca

Os ônibus urbanos de Feira de Santana circulam normalmente e o atendimento à população está garantido 

A confirmação é do secretário de Transportes e Trânsito (SMTT), Saulo Figueiredo, que informou que a saída dos veículos durante a chamada ‘soltura’ nas garagens das concessionárias ocorreu sem transtornos nas primeiras horas da manhã de hoje, 7.

A fiscalização da SMTT segue acompanhando a operação nos terminais de transbordo Central, Norte e Sul, além das estações do Bus Rapid Transit (BRT), das 5h às 20h55.

As concessionárias Rosa e São João apresentaram propostas, ainda ontem, 6, à diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (SINTRAFS), decidindo suspender o indicativo de greve da categoria.


Funcionários da ferrovia afirmam que por volta de 1.100 passageiros estavam a bordo

Acidente envolvendo trem no Paquistão deixou mais de 30 mortos Foto: EFE/EPA/Waqar Hussein

Uma colisão entre dois trens expressos no sul do Paquistão, na manhã desta segunda-feira (7), matou ao menos 35 passageiros. A informação foi confirmada por Azam Swati, ministro de Ferrovias do país, para a agência de notícias Associated Press.

Swati disse que está a caminho do distrito de Ghotki, na província de Sindh, onde aconteceu o acidente, e que neste momento ainda não se sabe o que causou a colisão, mas que todos os cenários estão sendo analisados.

De acordo com Umar Tufail, chefe da polícia do distrito de Ghotki, as autoridades estão trabalhando para conseguir máquinas para ajudar no resgate das pessoas presas nos vagões. Funcionários da ferrovia afirmam que por volta de 1.100 passageiros estavam a bordo.

– No momento, o desafio para nós é resgatar rapidamente os passageiros que ainda estão nos destroços – diz Tufail.

O primeiro-ministro do Paquistão, Imram Khan, declarou estar “chocado” com a “terrível tragédia” em Ghotki, e afirmou ainda que ordenou a ida do ministro de Ferrovias ao local para garantir a assistência aos feridos e que vai solicitar uma investigação.

Informações Pleno News


Governo quer todos os idosos imunizados até o fim de julho

Foto: Reprodução BBC
Foto: Reprodução BBC

O governo central do Japão está pedindo aos governos locais que criem suas próprias medidas para acelerar as campanhas de vacinação contra a Covid-19.

O Japão espera que mais governos locais aprendam com aqueles que já implementaram suas próprias medidas adicionais. O objetivo do governo central é que todos os idosos do país estejam imunizados até o fim de julho.

O site oficial do Gabinete do primeiro-ministro lista projetos que estão sendo realizados em todo o país para garantir os profissionais da saúde necessários para fazer as imunizações.

Na província de Nara, equipes com cerca de cinco médicos em treinamento são enviadas aos locais de vacinação para atuar sob a orientação de médicos supervisores.

Na cidade de Yamato, na província de Kanagawa, equipes de vacinação são enviadas às comunidades localizadas a grandes distâncias de estações de trem e que têm poucas instituições médicas.

O site também divulga métodos para acelerar os programas de vacinação.

Na cidade de Soma, na província de Fukushima, autoridades locais designaram dias e horários diferentes a cada distrito para a reserva da imunização. Também estão transportando de ônibus, até os centros de vacinação, os moradores  elegíveis para receber a dose.

Em um centro de vacinação na cidade de Chofu, em Tóquio, os médicos acomodam os idosos em uma fila de cadeiras e passam entre eles aplicando as doses.

Informações Agência Brasil


Concentração de riqueza, injustiças sociais e destruição ambiental fazem crescer os questionamentos ao modelo capitalista atual; em artigo de opinião, pesquisador avalia que é hora de repensar o contrato social com o capitalismo e numera quais são as saídas possíveis.

'Abolir o capitalismo', pede manifestante em um protesto em 1º de maio de 2021 em Berlim — Foto: Getty Images

‘Abolir o capitalismo’, pede manifestante em um protesto em 1º de maio de 2021 em Berlim — Foto: Getty Images 

Quase 250 anos atrás, o economista e filósofo Adam Smith escreveu o livro A Riqueza das Nações, em que descreveu o nascimento de uma nova forma de atividade humana: o capitalismo industrial. 

Porém, ele e seus contemporâneos não imaginavam o quanto o novo sistema criaria um acúmulo de riqueza em poucas mãos. 

O capitalismo alimentou as revoluções industrial e tecnológica, remodelou o mundo e transformou o papel do Estado em relação à sociedade. 

Ele tirou inúmeras pessoas da pobreza nos últimos dois séculos, aumentou significativamente os padrões de vida e levou ao desenvolvimento de inovações que melhoraram radicalmente o bem-estar humano, além de tornar possível a ida à Lua e a leitura deste artigo de opinião. 

No entanto, a história do capitalismo não é totalmente positiva. 

Nos últimos anos, as deficiências do sistema se tornaram cada vez mais evidentes. 

Priorizar ganhos de curto prazo para as pessoas às vezes fez com que o bem-estar de longo prazo da sociedade e do meio ambiente fosse jogado fora, especialmente porque o mundo está lutando ao mesmo tempo contra uma pandemia de coronavírus e as mudanças climáticas. 

E como a agitação política e a polarização em todo o mundo demonstraram, há sinais crescentes de descontentamento com o status quo capitalista. 

Uma pesquisa de 2020, produzida pela empresa de marketing e relações públicas Edelman, apontou que 57% das pessoas entrevistadas em todo o mundo disseram que “o capitalismo como existe hoje faz mais mal do que bem ao planeta”. 

“O desempenho do capitalismo ocidental nas últimas décadas tem sido profundamente problemático em relação à desigualdade e aos danos ambientais”, escreveram os economistas Michael Jacobs e Mariana Mazzucato em Rethinking Capitalism (‘Repensando o capitalismo’, sem versão em português). 

Mercados — Foto: Getty Images

Mercados — Foto: Getty Images 

No entanto, isso não significa que não haja soluções. “O capitalismo ocidental não está desesperadamente fadado ao fracasso, mas precisa ser repensado”, argumentam Jacobs e Mazzucato. 

Então, o capitalismo como o conhecemos continuará em sua forma atual ou poderia ter outro futuro pela frente? 

O capitalismo gerou milhares de livros e milhões de palavras, então seria impossível explorar todas as suas facetas. 

Dito isso, podemos começar a entender para onde o capitalismo irá no futuro, explorando onde ele começou. Isso nos mostra que o capitalismo nem sempre funcionou como hoje, especialmente no Ocidente. 

Entre os séculos 9 e 15, monarquias autocráticas e hierarquias eclesiásticas dominaram a sociedade ocidental. 

Esses sistemas começaram a desmoronar à medida que as pessoas afirmavam cada vez mais seu direito à liberdade individual. 

Essa busca por um foco maior no indivíduo favoreceu o capitalismo como sistema econômico por causa da flexibilidade que deu aos direitos de propriedade privada, escolha pessoal, empreendedorismo e inovação. 

Ele também favoreceu a democracia como um sistema de governo por causa de seu foco na liberdade política individual. 

A mudança em direção a uma maior liberdade individual mudou o contrato social. 

Anteriormente, os que estavam no poder forneciam muitos recursos (terra, comida e proteção) em troca de contribuições significativas dos cidadãos (por exemplo, de trabalho escravo a trabalho duro com pouca remuneração, altos impostos e lealdade incondicional). 

Em 1851, Londres sediou a 'Grande Exposição das Obras da Indústria de Todas as Nações' — Foto: Getty Images

Em 1851, Londres sediou a ‘Grande Exposição das Obras da Indústria de Todas as Nações’ — Foto: Getty Images 

Com o capitalismo, as pessoas esperavam menos das autoridades governantes, em troca de maiores liberdades civis, incluindo liberdade individual, política e econômica. 

Mas o capitalismo evoluiu de maneira significativa durante os séculos seguintes e especialmente durante a segunda metade do século 20. 

Após a Segunda Guerra Mundial, a Mont Pelerin Society, um grupo de especialistas em política econômica, foi fundada com o objetivo de enfrentar os desafios que o Ocidente tinha à vista. 

Seu foco específico era a defesa dos valores políticos de uma sociedade aberta, o estado de direito, a liberdade de expressão e as políticas econômicas de livre mercado, aspectos centrais do liberalismo clássico. 

Com o tempo, essas ideias deram origem à escola macroeconômica de “economia de abastecimento”. 

Ela se baseava na crença de que impostos mais baixos e regulamentação mínima do livre mercado levariam a um maior crescimento econômico e, portanto, melhores condições de vida para todos. 

Na década de 1980, junto com a ascensão do neoliberalismo político, a economia da oferta se tornou uma prioridade para os Estados Unidos e muitos governos europeus. 

Essa nova tendência do capitalismo levou a um maior crescimento econômico em todo o mundo, ao mesmo tempo que tirou um número substancial de pessoas da pobreza absoluta. 

Mas, ao mesmo tempo, seus críticos argumentam que os princípios de redução de impostos e desregulamentação empresarial pouco fizeram para apoiar o investimento político em serviços públicos, enfrentar o colapso da infraestrutura pública, melhorar a educação e mitigar riscos. 

Em muitos países, o capitalismo do final do século 20 contribuiu para criar uma lacuna significativa entre a riqueza dos mais ricos e dos mais pobres, medida pelo Índice de Gini. 

Protesto no Chile; criação de privilégios é um dos fatores que fizeram crescer os questionamentos ao capitalismo atual — Foto: Getty Images

Protesto no Chile; criação de privilégios é um dos fatores que fizeram crescer os questionamentos ao capitalismo atual — Foto: Getty Images 

Em alguns países, essa lacuna está aumentando. Os Estados Unidos são um exemplo: os americanos mais pobres não veem crescimento real da sua renda desde 1980, enquanto a renda dos ultra-ricos cresceu cerca de 6% ao ano. 

Quase todos os bilionários mais ricos do mundo residem nos Estados Unidos e acumularam fortunas impressionantes, enquanto, ao mesmo tempo, a renda familiar média no país aumentou modestamente desde o início deste século. 

A diferença de desigualdade pode ser mais importante do que alguns políticos e líderes corporativos gostariam de acreditar. 

O capitalismo pode ter tirado milhões de pessoas em todo o mundo da pobreza extrema, mas a desigualdade pode ser corrosiva dentro de uma sociedade, diz Denise Stanley, professora de economia da Universidade do Estado da Califórnia. 

“A pobreza absoluta é basicamente a situação em que uma pessoa vive com menos de US$ 4 (cerca de R$ 20) por dia (sob os critérios em vigor nos EUA))”, explica Stanley. Ela alerta que a pobreza e a desigualdade podem desequilibrar uma sociedade a longo prazo. 

Mesmo que a economia esteja crescendo, a desigualdade de renda e a estagnação dos salários podem fazer com que as pessoas se sintam menos seguras à medida que sua posição relativa na economia diminui. 

“Economistas comportamentais mostraram que nosso status em comparação com outras pessoas, nossa felicidade, deriva mais de medidas relativas e de distribuição do que de medidas absolutas. Se isso for verdade, então o capitalismo tem um problema”, diz Stanley. 

Como resultado do aumento da desigualdade, “as pessoas confiam menos nas instituições e experimentam um sentimento de injustiça”, segundo o relatório Edelman. 

Mas o impacto na vida das pessoas pode ser mais profundo. “O capitalismo em sua forma atual está destruindo a vida de muitas pessoas da classe trabalhadora”, argumentam os economistas Anne Case e Angus Deaton em seu livro Deaths of Despair and the Future of Capitalism. 

“Durante as últimas duas décadas, as mortes de desespero por suicídio, overdose de drogas e alcoolismo aumentaram dramaticamente e agora centenas de milhares de vidas de americanos são perdidas a cada ano”, escrevem eles. 

A crise financeira de 2007 e 2008 exacerbou esses problemas. A crise foi provocada pela desregulamentação excessiva e atingiu principalmente a classe trabalhadora de países desenvolvidos. 

Pobreza e a desigualdade podem desequilibrar uma sociedade a longo prazo — Foto: Getty Images

Pobreza e a desigualdade podem desequilibrar uma sociedade a longo prazo — Foto: Getty Images 

Depois, os resgates dos grandes bancos feitos pelos governos após a crise financeira de 2008 geraram ressentimento e “ajudaram a alimentar o surgimento da política polarizada que vimos na última década”, de acordo com Richard Cordray, primeiro diretor do US Consumer Financial Protection Bureau (agência de proteção ao consumidor dos EUA) e autor de Watchdog: Como a proteção dos consumidores pode salvar nossas famílias, nossa economia e nossa democracia. 

Protestos anticapitalistas

As democracias liberais podem agora estar em um ponto de inflexão, no qual os cidadãos questionam as normas capitalistas de hoje com maior intensidade política em todo o mundo. 

J. Patrice McSherry, professor de ciência política na Long Island University, em Nova York, observou essa mudança no Chile, por exemplo. 

“A mobilização social dos chilenos começou com um aumento nas tarifas do metrô em outubro de 2019, gerando protestos de base ampla que atraiu mais de um milhão de pessoas às manifestações”, diz ele. 

“O movimento social expôs as profundas fontes de descontentamento no Chile: desigualdade arraigada e crescente, o custo de vida sempre crescente e a privatização extrema em um dos Estados mais neoliberais do mundo.” 

Essas queixas remontam ao final do século 20, quando a ditadura militar do Chile introduziu reformas que institucionalizaram a dominação econômica e consagraram uma estrutura neoliberal que apagou o papel do Estado nas áreas sociais e econômicas. A participação política deu ao direito (político) poder desproporcional e instalou um papel tutelar para as Forças Armadas”, escreveu McSherry em um artigo para o Congresso Norte-Americano na América Latina, uma organização sem fins lucrativos que acompanha as tendências na região. 

Da mesma forma, o movimento de coletes amarelos que começou na França em 2018 inicialmente se concentrou no aumento dos custos do combustível, mas rapidamente se expandiu para incluir reclamações semelhantes às do Chile: o custo de vida, o aumento da desigualdade e uma demanda para que o governo pare de ignorar as necessidades dos cidadãos. 

E nos Estados Unidos, o movimento político que gerou o trumpismo é possivelmente impulsionado tanto pela desigualdade econômica quanto pela ideologia de direita. 

O governo Trump obteve amplo apoio político por suas abordagens mais fechadas ao comércio mundial, incluindo a retirada do Acordo Transpacífico de Cooperação Econômica e tarifas retaliatórias sobre bens e serviços chineses, indianos, brasileiros e argentinos importados para os Estados Unidos. 

Até mesmo os aliados históricos dos Estados Unidos foram o alvo dessa agenda, incluindo Europa, Canadá e México. 

Embora uma resposta às desvantagens do capitalismo em sua forma atual seja que as nações adotem uma postura defensiva, buscando se proteger minimizando os laços externos, o protecionismo “é míope, especialmente quando se trata de comércio”, de acordo com Anahita Thoms, chefe da Baker McKenzie’s International Trade Practice, na Alemanha, e do Young Global Leaders, do Fórum Econômico Mundial. 

“Embora possa trazer alguns benefícios temporários, no longo prazo (o protecionismo) coloca em risco a economia global como um todo e ameaça desfazer décadas de progresso econômico. Manter os mercados abertos para investimentos é crucial”, disse Thoms. 

Um desafio central para os governos no século 21 será encontrar uma maneira de equilibrar esses benefícios de longo prazo do comércio mundial com os danos de curto prazo que a globalização pode trazer às comunidades locais afetadas por baixos salários e pelo desemprego. 

As economias não podem ser completamente divorciadas das demandas das maiorias democráticas em busca de empregos, moradia acessível, educação, saúde e um meio ambiente saudável. 

Como mostram os movimentos chileno, os coletes amarelos e os trumpismo, muitas pessoas estão pedindo uma mudança no sistema existente para dar conta dessas necessidades, em vez de apenas enriquecer os interesses privados. 

Em suma, pode ser hora de repensar o contrato social para o capitalismo, de modo que ele se torne mais inclusivo de um conjunto mais amplo de interesses além dos direitos e liberdades individuais. 

Isso não é impossível. O capitalismo já evoluiu antes e, se for para continuar no futuro de longo prazo, pode evoluir novamente. 

Os coletes amarelos tomaram as ruas de Paris em protesto contra o governo — Foto: Getty Images

Os coletes amarelos tomaram as ruas de Paris em protesto contra o governo — Foto: Getty Images 

O futuro do capitalismo

Nos últimos anos, várias ideias e propostas surgiram com o objetivo de reescrever o contrato social do capitalismo. 

O que elas têm em comum é a ideia de que as empresas precisam de medidas mais variadas de sucesso do que apenas lucro e crescimento. 

Nos negócios, existe o “capitalismo consciente”, inspirado nas práticas das chamadas marcas “éticas”. 

Na política, existe um “capitalismo inclusivo”, defendido tanto pelo Banco da Inglaterra quanto pelo Vaticano, que advoga pelo aproveitamento do “capitalismo para o bem comum”. 

E na sustentabilidade, existe a ideia da “economia donut”, teoria da economista Kate Raworth, que sugere ser possível prosperar economicamente como sociedade sem deixar de lado as demandas sociais e planetárias. 

Depois, há o modelo dos “cinco capitais”, articulado por Jonathan Porritt, autor de Capitalism As If The World Matters. 

Porritt pede a integração de cinco pilares do capital humano: natural, humano, social, manufaturado e financeiro, nos modelos econômicos existentes. 

Um exemplo tangível de onde as empresas estão começando a abraçar “os cinco capitais” é o movimento B-Corporation. As companhias certificadas cumprem a obrigação legal de considerar “o impacto de suas decisões sobre seus trabalhadores, clientes, fornecedores, comunidade e meio ambiente”. 

Suas fileiras agora incluem grandes corporações como Danone, Patagonia e Ben & Jerry’s (que é propriedade da Unilever). 

Essa abordagem se tornou cada vez mais comum, refletida em uma declaração de 2019 divulgada por mais de 180 CEOs corporativos, redefinindo “o propósito de uma corporação”. 

Protesto no Chile fez crescer discussões sobre justiça social em um dos países mais neoliberais do mundo, diz autor — Foto: Getty Images 

Pela primeira vez, os CEOs que representam o Wal-Mart, Apple, JP Morgan Chase, Pepsi e outros reconheceram que devem redefinir o papel dos negócios em relação à sociedade e ao meio ambiente. 

Sua declaração propõe que as empresas devem fazer mais do que oferecer benefícios aos seus acionistas. 

Além disso, devem investir em seus funcionários e contribuir para a valorização dos elementos humanos, naturais e sociais do capital a que Porritt se refere em seu modelo, ao invés de focar apenas no capital financeiro. 

Em uma entrevista recente ao Yahoo Finance sobre o futuro do capitalismo, o CEO da Best Buy, Hubert Joly, disse que “o que aconteceu é que por 30 anos, da década de 1980 a 10 anos atrás, tivemos essa abordagem única sobre os lucros excessivos. Isso causou muitos desses problemas. Precisamos afrouxar esse modelo. Se tivermos uma refundação de negócios, também pode ser uma refundação do capitalismo… Eu acho que isso pode ser feito, tem que ser feito.” 

Mais de três décadas atrás, a Comissão Brundtland das Nações Unidas escreveu no documento “Nosso Futuro Comum” que havia ampla evidência de que os impactos sociais e ambientais são relevantes e devem ser incorporados aos modelos de desenvolvimento. 

Ora, é óbvio que essas questões também devem ser consideradas dentro do contrato social que sustenta o capitalismo, para que ele seja mais inclusivo, holístico e integrado aos valores humanos básicos. 

Em última análise, vale a pena lembrar que os cidadãos em uma democracia liberal capitalista têm poder. 

Coletivamente, eles podem apoiar empresas alinhadas com suas crenças e exigir continuamente novas leis e políticas que transformem o cenário competitivo das empresas para que possam aprimorar suas práticas. 

Quando Adam Smith observava o nascente capitalismo industrial, em 1776, ele não podia prever o quanto ele transformaria nossas sociedades hoje. Portanto, era aceitável sermos tão cegos quanto ao que o capitalismo se transformaria nos dois séculos seguintes. 

No entanto, isso não significa que não devamos nos perguntar como ele pode evoluir para algo melhor no curto prazo. O futuro do capitalismo e de nosso planeta depende disso. 

*Matthew Wilburn King é um consultor internacional e conservacionista baseado no Colorado, Estados Unidos, e presidente e diretor da Common Foundation.

Informações BBC – G1


WhatsApp

O WhatsApp não imporá mais restrições aos usuários que não aderirem às novas regras de coleta e tratamento de dados que estão em processo de adoção no Brasil e no restante do mundo. As novas práticas da plataforma são questionadas por órgãos como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Ministério Público Federal (MPF).

A nova política foi anunciada no início do ano. Ela envolve o repasse ao Facebook, empresa controladora do WhatsApp, de dados das interações com contas comerciais. A nova política entrou em vigor no dia 15 de maio. Inicialmente, o WhatsApp divulgou restrições e limitações a quem não aceitasse a nova política.

Entre as restrições estavam a impossibilidade de acessar a lista de conversas e a suspensão do envio de mensagens e chamadas para o celular algumas semanas depois, caso o usuário não aceitasse a nova política.

Os órgãos ANPD, Cade e MPF apontaram problemas tanto para a proteção de dados dos usuários quanto para a concorrência do mercado de redes sociais e serviços de mensageria. Pesquisadores e entidades de direitos digitais também se manifestaram questionando a nova política.

Diante dos questionamentos, o WhtsApp se comprometeu a adiar a entrada em vigor das limitações por 90 dias. Agora, abandonou este prazo de três meses e abriu mão de impor tais obrigações.

Em nota à Agência Brasil, a empresa afirmou que, devido à discussão com autoridades regulatórias e especialistas em privacidade, a opção foi por não tornar as limitações obrigatórias.

“Ao invés disso, o WhatsApp continuará lembrando os usuários de tempos em tempos para que eles aceitem a atualização, incluindo quando as pessoas escolhem usar determinadas funcionalidades opcionais, como se comunicar no WhatsApp com uma empresa que esteja recebendo suporte do Facebook”, diz o comunicado da plataforma.

Informações Agência Brasil


Instituto se comprometeu a fornecer os dados faltantes até esta segunda-feira (6)

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por Jonas Valente

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou neste domingo que aguarda documentos do Instituto Butantan para avaliar o pedido de início de estudos com seres humanos para o desenvolvimento da vacina brasileira Butanvac.

De acordo com a Anvisa, este momento em que são necessárias informações complementares constituem a fase do processo se que o órgão chama de “exigência”. Ainda segundo a Agência, o Instituto Butantan se comprometeu a fornecer os dados faltantes até segunda-feira (7).

O pedido foi apresentado no dia 26 de março. Conforme a Anvisa, desde esta data durante 48 dias os técnicos aguardaram informações complementares. Os últimos dados recebidos foram sobre o protocolo clínico, que estão sendo analisados pela equipe técnica da Agência.

O esclarecimento foi divulgado após notícias publicadas em meios de comunicação sobre uma suposta iminência da autorização dos estudos pela Anvisa.

informações Bahia.ba


Cartola é acusado de assédio sexual por funcionária da confederação

Rogério Caboclo nega as acusações Foto: Lucas Figueiredo/CBF

O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, foi afastado por trinta dias da instituição após ser acusado de assédio sexual e moral por uma funcionária da entidade. A decisão foi tomada pelo Conselho de Ética da confederação.

A suposta vítima é uma funcionária que trabalha há nove anos na CBF e que hoje ocupa um cargo de confiança. De acordo com ela, o presidente perguntou se ela se “masturbava” e tentou forçá-la a comer um biscoito para cachorros, chamando-a de “cadela”.

Com o afastamento do cartola, quem assume a presidência é o vice mais velho da instituição, Antônio Carlos Nunes. Em reunião marcada para a manhã desta segunda-feira (7) no Rio de Janeiro, a cúpula da CBF deliberará sobre o assunto.

A defesa de Rogério nega as acusações e diz que vai provar na Comissão de Ética da CBF que seu cliente nunca cometeu nenhum tipo de assédio.

Informações Pleno News


A bebê é a oitava na linha sucessória do trono britânico

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A família real anunciou neste domingo o nascimento da segunda filha do princípe Harry e da duquesa de Sussex, Meghan Markle. Lilibet Diana nasceu na sexta-feira (4) em um hospital da Califórnia, nos Estados Unidos, onde o casal mora desde o ano passado. As informações são do G1.

O nome é uma homenagem à rainha Elisabeth, cujo apelido apelido familiar é Lilibet, e também à mãe de Harry, a Princesa Diana. A bebê é a oitava na linha sucessória do trono britânico.

Harry e Meghan também são pais de Archie Harrison Mountbatten-Windsor, que nasceu em maio de 2019.

Informações Bahia.ba


Foto: reprodução

É falsa a notícia de que o missionário R. R. Soares tenha sido intubado com Covid-19 neste sábado (5). De acordo com informações do filho do pastor, deputado David Soares, ele segue internado no Hospital Copa Star, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e tem apresentado bons resultados.

– Meus irmãos, bom dia! Peço primeiramente desculpas pelo silêncio. Foram dias complicados. Agradeço as orações pelo nosso missionários. Em momento algum ele foi intubado. Está consciente e já dialoguei com ele hoje pelo vídeo. Está com voz firme, corado, e com exames excelentes – escreveu o deputado em mensagem ao grupo da Frente Parlamentar Evangélica no Whatsapp.

– Meus irmãos, bom dia! Peço primeiramente desculpas pelo silêncio. Foram dias complicados. Agradeço as orações pelo nosso missionários. Em momento algum ele foi intubado. Está consciente e já dialoguei com ele hoje pelo vídeo. Está com voz firme, corado, e com exames excelentes – escreveu o deputado em mensagem ao grupo da Frente Parlamentar Evangélica no Whatsapp.

Informações: Pleno News


Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 192 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 34.885 curados da doença, índice que representa 84,2% dos casos confirmados. Enquanto isso, 127 exames foram negativos e 109 positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 149 pacientes internados no município e 5.769 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais cinco mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste domingo (06).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTE DOMINGO
06 de junho de 2021

Casos confirmados no dia: 109
Pacientes recuperados no dia: 192
Resultados negativos no dia: 127
Total de pacientes hospitalizados no município: 149
Óbitos comunicados no dia: 5

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 5.769
Total de casos confirmados no município: 41.400 (Período de 06 de março de 2020 a 06 de junho de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 5.620
Total de recuperados no município: 34.885
Total de exames negativos: 55.089 (Período de 06 de março de 2020 a 06 de junho de 2021)
Aguardando resultado do exame: 1.807
Total de óbitos: 738

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 24.894 (Período de 06 de março de 2020 a 06 de junho de 2021)
Resultado positivo: 4.783 (Período de 06 de março de 2020 a 06 de junho de 2021)
Em isolamento domiciliar: 10
Resultado negativo: 20.111 (Período de 06 de março de 2020 a 06 de junho de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).