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A proposta  para a criação de uma data em homenagem à vereadora carioca Marielle Franco foi rejeitada pelos vereadores da Câmara Municipal de Feira de Santana, nesta terça (13).

De autoria do vereador Jhonatas Monteiro (PSOL), o projeto previa a criação do “Dia Marielle Franco de Enfrentamento à Violência Política contra Mulheres Negras, LGBTQIA+ e periféricas” no calendário oficial de festas populares e de eventos do município, a ser comemorado no dia 14 de março.

“O que pedimos é a realização de campanhas informativas, seminários, palestras e eventos semelhantes em instituições e centros educacionais, bibliotecas, praças e outros equipamentos públicos do município para que se possa discutir a desigualdade”, disse Jhonatas no debate sobre o projeto.

Rejeitada por 10 vereadores, a proposta teve seis votos a favor e três abstenções.


Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Presidente do PSD na Bahia, o senador Otto Alencar declarou, em entrevista à rádio Piatã FM na manhã desta terça-feira (13), que Angelo Coronel (PSD) e Jaques Wagner (PT), seus colegas no Senado Federal, são a favor da CPI para investigar as ações da Covid-19.

Eles, no entanto, segundo relatou Otto, não quiseram assinar neste momento por causa da pandemia. O senador petista já havia se manifestado nas redes sociais, conforme noticiou este Política Livre.

Na oportunidade, Otto contou que quer ampliar a investigação para prefeitos e governadores. “Como é dinheiro público federal, quem tem que investigar é o Congresso”, disse.

“Quem fez improbidade administrativa tem que responder pelos seus atos”, acrescentou o senador baiano.

Informações Política Livre


Números constam de estudo feito com Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, em parceria com a UFMG e com a UnB

Seis em cada 10 casas brasileiras vivem insegurança alimentar; falta comida em 15% Foto: Pixabay

Quase três quintos dos domicílios brasileiros (59,4%) apresentaram algum grau de insegurança alimentar no último quadrimestre do ano passado. Outro dois quintos diminuíram o consumo de alimentos importantes, como carnes e frutas. A situação mais grave está no Nordeste. Lá, 73,1% das casas registraram insegurança alimentar no período.

Os números constam de um estudo de pesquisadores da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com a Universidade de Brasília (UnB).

A pesquisa, cujos resultados foram divulgados nesta terça-feira (13), foi feita entre novembro e dezembro de 2020. As duas mil pessoas que compuseram a amostra consideraram sua situação de segurança alimentar a partir de agosto. É considerado em insegurança alimentar um domicílio com incerteza quanto ao acesso à comida no futuro ou que já apresente redução de quantidade ou qualidade dos alimentos consumidos.

O levantamento mostrou que 59,4% dos domicílios brasileiros estavam em situação de insegurança alimentar no fim de 2020. Considerando os números totais, 31,7% relatou insegurança leve, 12,7% moderada, e 15% grave. Nesse caso, há falta de alimento. As pessoas que convivem na casa, incluindo as crianças, passaram fome.

Depois do Nordeste, a pior situação era a do Norte, com 67,7% de domicílios em situação de insegurança alimentar. A região em melhor situação foi a Sul, mas lá, ainda assim, mais da metade dos domicílios (51,6%) estavam em insegurança alimentar. O Centro-Oeste (54,6%) e o Sudeste (53,5%) também registraram números altos.

Os dados reforçam a conclusão da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em setembro do ano passado. O estudo, pela primeira vez na série histórica, indicou queda nos níveis de segurança alimentar dos brasileiros. Os números apresentados agora, contudo, mostram que a pandemia e a situação econômica do país nos últimos anos pioraram a alimentação dos brasileiros.

– O aumento ainda maior da insegurança alimentar, bem como a redução drástica no consumo regular de alimentos saudáveis, eram esperados por múltiplos fatores, de ordem econômica e política – avalia Renata Motta, professora de Sociologia na Universidade Livre de Berlim e uma das responsáveis pelo estudo.

Ela continuou.

– Os efeitos da desaceleração da economia desde 2015 não foram, como quando houve a queda do PIB com a crise financeira mundial de 2008, mediados por políticas sociais anticíclicas de garantia da renda A pandemia veio neste caldo e tornou ainda mais visíveis as consequências das escolhas políticas recentes do país – apontou.

O trabalho das universidades mostrou que 63% dos domicílios entrevistados declararam ter utilizado o auxílio emergencial em 2020 para compra de alimentos. Por isso, o fim do benefício, em dezembro, e seu retorno agora, em menor valor, causa preocupação.

– A instabilidade da política de auxílio emergencial, seu descontinuamento e seu corte significativo no valor e no universo têm efeitos imediatos na vida das famílias que dependem deste auxílio, pelo menos de duas grandezas: a limitação do acesso a alimentos pela própria redução do valor e também efeitos nas escolhas devido à preocupação de faltar dinheiro para comprar comida – pontuou.

CAI CONSUMO DE ALIMENTOS DE QUALIDADE NO BRASIL
Outro ponto destacado pela pesquisa é a piora na qualidade do que os brasileiros comem. O estudo mostrou queda superior a 40% no consumo de carnes, frutas e queijos, e de 36,8% no de hortaliças e legumes.

– Alimentos como as carnes e frutas são considerados marcadores de alimentação saudável […] Além disso, indivíduos em insegurança alimentar apresentam maior consumo de alimentos não saudáveis, como os ultraprocessados, de maneira que o comprometimento na qualidade da alimentação contribui para maiores riscos de agravos em saúde, como a obesidade, e, para as crianças, déficit cognitivo e no desenvolvimento – ressaltou a nutricionista e pesquisadora Melissa Araújo, da UFMG.

Informações Pleno News


Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 31 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 28.454 curados da doença, índice que representa 86,6% dos casos confirmados. Enquanto isso, 246 exames foram negativos e 174 positivos. O número de pacientes internados reduziu de 128 para 121.


O boletim epidemiológico contabiliza ainda 3.806 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais seis mortes – os óbitos mencionados não são referentes a data de hoje e sim de dias anteriores. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta terça-feira (13).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA TERÇA-FEIRA
13 de abril de 2021

Casos confirmados no dia: 174
Pacientes recuperados no dia: 31
Resultados negativos no dia: 246
Total de pacientes hospitalizados no município: 121
Óbitos comunicados no dia: 6
Datas dos óbitos: 26/03, 02/04, 08/04, 10/04, 10/04 e 11/04

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 3.806
Total de casos confirmados no município: 32.850 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de abril de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 3.685
Total de recuperados no município: 28.454
Total de exames negativos: 45.153 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de abril de 2021)
Aguardando resultado do exame: 380
Total de óbitos: 590

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 24.659 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de abril de 2021)
Resultado positivo: 4.692 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de abril de 2021)
Em isolamento domiciliar: 25
Resultado negativo: 19.967 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de abril de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).


O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), determinou que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende apurar as ações e omissões do governo federal na gestão da pandemia do coronavírus investigue também o uso de recursos federais em Estados e Municípios, como queria o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O requerimento apensado à criação da CPI foi colocado pelo senador Eduardo Girão. De acordo com Pacheco, a comissão terá como objeto o requerimento do senador Randolfe Rodrigues, seguido do pedido de Girão.

Essa semana, uma conversa divulgada pelo também senador Jorge Kajuru com o presidente da República mostrou a preocupação do chefe do Palácio do Planalto com a comissão. Segundo Bolsonaro, sem a investigação de Estados e Municípios, os senadores fariam um “relatório sacana” contra ele.

Fonte: Política Livre

Foto: Agência Senado/Arquivo


Bahia receberá 500 mil doses de vacinas contra Covid-19 na quinta-feira
Foto: Fernando Vivas

A Bahia vai receber uma nova remessa com 500 mil doses de vacinas contra a Covid-19 na quinta-feira (15). Nesta semana algumas cidades, inclusive Salvador, interromperam a aplicação das primeiras doses por falta de estoque do imunizante.

A informação foi divulgada pelo secretário da Saúde do estado, Fábio Vilas-Boas, através de publicação no Twitter.

Segundo o secretário, o Ministério da Saúde vai receber 6,3 milhões doses. Serão 3,8 milhões entregues pela Fiocruz e 2,5 milhões do Instituto Butantan.

Na manhã desta terça-feira (13) Fábio Vilas-Boas fez críticas a indefinição da logística do Ministério da Saúde na entrega de doses das vacinas contra a Covid-19. Segundo o titular da Sesab, a falta de informações para os estados deixa os gestores “cegos”.

Salvador interrompeu a vacinação de idosos de 61 anos na segunda-feira (12). Desde então a cidade tem aplicado apenas segundas doses nas pessoas habilitadas. Com a chegada de um novo lote, a capital baiana e outras cidades em que a imunização foi suspensa devem retomar a aplicação de primeiras doses.

Informações: Bahia Notícias


Frasco e seringa em frente aos logos da Pfizer e da BioNTech em foto de ilustração
Foto: Reuters

O Brasil vai receber 842.400 doses da vacina da farmacêutica Pfizer/BioNTech contra a covid-19. A informação foi dada pelos coordenadores da Covax Facility ao Itamaraty. A previsão de entrega é para o mês de junho.

O Ministério da Saúde tem 42,5 milhões de doses de vacinas contratadas com a Covax Facility. A quantidade é suficiente para vacinar 10% da população brasileira. Até o momento, o Brasil já recebeu mais de 1 milhão de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford por meio dessa iniciativa. “Cabe ressaltar que essas 842.400 doses não fazem parte das 100 milhões já contratadas pelo Ministério da Saúde diretamente com a farmacêutica”, ressaltou o Itamaraty em nota à imprensa na noite de ontem.

Informações: Agência Brasil


Vendas de eletrodomésticos estão entre as que se mantêm em destaque na Bahia — Foto: Vanderson Nascimento/TV Bahia
Foto: Vanderson Nascimento/TV Bahia

As vendas do varejo na Bahia tiveram aumento de 1,6% em fevereiro de 2021, em relação ao mês anterior. Este é o primeiro resultado positivo após três meses recuos consecutivos (-3,0% de outubro para novembro, -4,1% de novembro para dezembro e -2,2% de dezembro para janeiro). Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e foram divulgados nesta terça-feira (13).

O percentual registrado na Bahia é superior à média nacional, que foi de 0,6%, entre os meses de janeiro e fevereiro de 2021, de acordo com o IBGE. Apesar da melhoria, o último fevereiro foi o pior para as vendas do varejo no estado desde 2017, quando foi registrada uma queda de -6,4%.

Segundo o órgão, com o desempenho recente, a Bahia se encontra praticamente no patamar registrado em fevereiro de 2020, antes da pandemia, com uma discreta variação negativa (-0,1%) no acumulado entre março de 2020 e fevereiro de 2021.

Apesar dos pequenos sinais de recuperação, o varejo baiano apresenta retração no acumulado do ano (-3,8%), em um resultado pior que o nacional (-2,1%). Também se mantém em queda (-4,9%) no acumulado nos últimos 12 meses (frente aos 12 meses anteriores). O estado tem o terceiro pior resultado do país nesse ranking, acima apenas do Distrito Federal (-7,3%) e do Ceará (-6,1%). Em geral, o Brasil mostra avanço de 0,4% nas vendas do varejo, nos 12 meses encerrados em fevereiro.

Na Bahia, em fevereiro de 2021, 6 das 8 atividades do varejo restrito (que exclui as vendas de automóveis e material de construção) tiveram quedas nas vendas, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os segmentos com resultados positivos foram, mais uma vez, os de móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.

Já a comercialização de produtos alimentícios, bebidas e fumo, além do segmento de vestuário e calçados, sofreram queda. As vendas dos mercados têm sofrido recuos seguidos desde novembro de 2020. Este é o setor de maior peso na estrutura do varejo estadual, por isso teve a principal influência no resultado negativo. Dentre as atividades com quedas significativas também está a venda de livros, jornais, revistas e papelaria, que apresenta reduções mensais consecutivos desde julho de 2018.

Já o comércio varejista ampliado baiano (que inclui as vendas de veículos, motos, partes e peças e de material de construção) apresentou crescimento de 4,4% no volume de vendas em fevereiro, comparando com o mês anterior. Este foi o primeiro resultado positivo após três retrações consecutivas. Porém, frente ao mesmo mês de 2020, as vendas do varejo ampliado na Bahia seguiram em queda (-3,3%).

No comparativo com fevereiro de 2020, as vendas de veículos na Bahia apresentaram o primeiro crescimento (1,5%) após 12 meses consecutivos de retrações (entre fevereiro de 2020 e janeiro de 2021). Já o comércio de material de construção teve queda (-2,6%), após dois meses seguidos em alta.

No acumulado do ano, as vendas do varejo ampliado na Bahia apresentam redução (-4,4%) maior que a nacional (-2,5%). E nos 12 meses encerrados em fevereiro, as vendas do varejo ampliado na Bahia apresentam a maior queda do país (-8,5%), com números abaixo do nacional (-2,3%).

Informações: G1 Bahia


O estoque de vacina contra Covid para aplicação da primeira dose em idosos está zerado. É o que informa o secretário Municipal de Saúde, Marcelo Britto. O município de Feira de Santana está dependendo de uma nova remessa, que será enviada pelo Governo Federal, sem previsão de chegada.

Marcelo Britto afirma que apesar disso, a primeira dose dos trabalhadores da saúde e da segunda dose em idosos estão garantidas. São 12.311 doses armazenadas, somente para estes públicos, na Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

O titular da pasta chama a atenção ainda para a aplicação da segunda dose, quem foi agendado nas Unidades de Saúde da Família (USF) deve fazer um novo agendamento na Unidade Básica mais próxima. Caso tenha vacina disponível no local, pode ser aplicada na hora. Aqueles que já estavam agendados devem cumprir a programação.

Mesmo assim, a marcação para os idosos de 62 anos ou mais continua em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), de acordo com a data de nascimento, para serem convocados quando chegar mais doses.

Os trabalhadores da Saúde podem ser vacinados em quatro UBS, que estão localizadas no Cassa, Baraúnas, Jardim Cruzeiro e CSU (Centro Social Urbano) das 8h às 17h, por ordem de chegada. Já a segunda dose para os idosos, em qualquer UBS. 

Os que moram na zona rural podem ser vacinados contra a Covid nas Unidades de Saúde da Família (USF) nas terças e quintas-feiras.

Aqueles que ainda não tomaram a segunda dose devem fazer o quanto antes. É que a eficácia da imunização fica comprometida se não completar o esquema de vacinação. Neste momento crítico que é a pandemia da Covid-19, a vacina pode reduzir as chances de agravamento da doença, por isso é tão importante receber as duas aplicações.

Secom


Por Bruno Moreira