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Nesta sexta-feira (5), Felipe Neto usou as redes sociais para cobrar explicações do Google após o algoritmo do site de pesquisa sugerir “corrupção” no lugar de “coroação”, em uma busca sobre o presidente Lula (PT). O youtuber quis saber se a empresa dará explicações.
Lula cumpre agenda na Inglaterra. Felipe Neto disse que soube do erro após ter sido avisado pelo deputado federal André Janones (Avante-MG).



Pleno News

foto: Reprodução
Lula e Janja da Silva, foram no início da noite desta sexta-feira (5), no horário local, a um jantar no Palácio de Buckingham, em Londres. O jantar foi oferecido pelo rei Charles III às delegações estrangeiras.
O palácio é a residência oficial da coroa britânica e principal local de trabalho do monarca. Lula e Janja assistem neste sábado (6) à coroação do rei.
Janja optou por usar um vestido com capa todo na cor laranja e os internautas não perdoaram nos comentários e nos memes, confira abaixo:
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A Trombeta

A Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia (Ufba), com sede no campus de Ondina, em Salvador, realizará na tarde desta sexta-feira (5) uma roda de conversa que tem como temática central o ânus, e como ele também pode ser utilizado como uma forma de educar, como sugere a palestrante. O evento intitulado “Educando com c*: o traveco-terrorismo e descolonialidade de gênero na arte” será comandado pela cantora Tertuliana Lustosa, vocalista da banda de pagode A Travestis.
Tertuliana, além de artista, é escritora e mestranda da universidade. Na quinta-feira (4), ela compartilhou o evento com seus seguidores no Instagram e deu uma prévia do que estará em discussão logo mais, às 14h.

“É isso, família, queria convidar todo mundo para amanhã, na Escola de Dança da Ufba, para uma palestra que eu vou dar, uma roda de conversa, que vai tratar justamente dessa temática, que eu estou querendo jogar aí, na mesa. É a primeira vez que eu estou escrevendo sobre educação e estou super animada para discutir esse tema: educando com o c*. Vou trazer alguns dos meus trabalhos artísticos como a c*ceta e a queima da bandeira do Brasil também”, disse a artista.
“Amanhã espero vocês, vai ser maravilhoso, tá? Vou trazer a questão do traveco-terrismo também, que é o título do meu livro, que é para debater isso na educação, pensar que o que eu tenho feito como artista, cantora, performer, também é uma forma de educar, de educar com o cu, porque na escola, no ensino médio, a gente trata a biologia, do pênis, da bu****, mas e c*?”, questiona.
Classificação Indicativa: Livre
Informações BNews

Quem já passou dos 40 anos costuma sentir que nessa fase da vida fica um pouco mais difícil controlar o peso e eliminar a gordura que se acumula na barriga.
Isso acontece por questões fisiológicas, comportamentais e até mesmo sociais.
Alterações hormonais Conforme envelhecemos, há uma redução natural na produção de testosterona (homens) e progesterona (mulheres), hormônios que têm papel na queima de gordura corporal e ganho de massa muscular, explica Paulo Azevedo, professor do programa de pós-graduação em ciências do movimento humano e reabilitação da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Estilo de vida adquirido Com o passar dos anos, vai ficando cada vez mais difícil mudar alguns hábitos ruins que adotamos ao longo da vida, diz Gilson Godoy, médico especialista em fisiologia clínica do exercício pela UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) e especialista em nutrologia pela Abran (Associação Brasileira de Nutrologia). O sedentarismo, a má alimentação, o consumo regular de álcool, o estresse excessivo e o sono de má qualidade estão entre os comportamentos ruins que dificultam a perda de peso.
Compromissos sociais Nessa fase da vida, é mais comum que as reuniões com amigos e familiares se resumam a algo que envolve comer e ficar sentado (encontros em restaurantes, churrascos, pedir uma pizza etc.). Diferentemente de quando somos jovens, quando geralmente saímos para dançar ou fazer outras coisas que exigem caminhar ou ficar bastante tempo em pé.
Rotina agitada O trabalho, cursos complementares, cuidados com os filhos e outros compromissos acabam “ocupando” tempo que antes poderia ser dedicado ao treino. Além disso, o estresse e a ansiedade podem levar ao consumo de doces, fast-food e outros alimentos calóricos, como forma de “compensar” as emoções negativas.

FAÇA TREINO DE FORÇA
Exercícios resistidos (musculação, funcional) estimulam a produção de testosterona e são importantes para melhorar a composição corporal —ou seja, diminuir o percentual de gordura e aumentar o de massa magra, conforme explicou Aline de Fátima Esteves Laureano, especialista em biomecânica da saúde e gestora da Clínica Espaço Inovar.
O treino de força ainda melhora a ação da insulina. Esse hormônio é responsável por “levar” o açúcar da corrente sanguínea para dentro das células, onde a substância é usada como combustível. Quando existe no organismo uma resistência à ação da insulina, esse açúcar acaba sendo estocado em forma de gordura.
NÃO FOQUE SÓ EM ABDOMINAIS
Muitas pessoas acham que esses exercícios são a chave para diminuir a barriga, mas isso é um engano. Abdominais gastam poucas calorias e não são tão efetivos para a perda de gordura quanto movimentos que trabalham vários músculos ao mesmo tempo, como agachamento, afundo, levantamento terra, remadas, barra fixa, flexão de braços, supino etc.
Além de ter um gasto calórico maior do que os abdominais, exercícios que recrutam vários grupos musculares ao mesmo tempo estimulam a produção de testosterona.
Obviamente, não é para você parar de fazer abdominais. Um bom treino de musculação deve ter exercícios para todas as partes do grupo. Apenas tenha em mente que você não deve ir para academia e fazer “só” abdominais para perder a barriga.
COMA BEM
Ter uma alimentação saudável é o princípio básico para reduzir a gordura corporal em qualquer fase da vida. Evite consumir doces, refrigerantes e açúcar em geral e maneire em produtos ultraprocessados, fast-food, frituras e comidas gordurosas (com molho branco, empanados etc.).
Sua dieta deve ter como base alimentos naturais: carnes, ovos, verduras, legumes, castanhas, frutas, laticínios e grãos integrais —VivaBem tem 250 Cardápios para Emagrecer, com cinco refeições por dia, lista de compras e receita.

CAPRICHE NO CONSUMO DE PROTEÍNAS
O nutriente é essencial para a construção muscular e garante bastante saciedade —ou seja, faz com que você coma menos nas refeições e demore para sentir fome, diminuindo a ingestão calórica ao longo do dia.
A proteína também reduz o índice glicêmico das refeições, evitando que o nível de açúcar na corrente sanguínea se eleve rapidamente e gere um pico de insulina. Como já falamos, o hormônio tem relação com o estoque de gordura corporal.
Portanto, procure incluir ao menos uma fonte de proteína em todas as suas refeições.
DURMA BEM E CONTROLE O ESTRESSE
Durante o sono, há um pico na produção de hormônios como a testosterona e o GH, que favorecem a queima de gordura corporal e estimulam o ganho de massa magra.
Dormir mal e/ou pouco ainda gera um estado de estresse crônico no organismo. Com isso, há um aumento no nível de açúcar no sangue e, em médio prazo, uma redução na ação da insulina, o que faz com que seu corpo acumule gordura na barriga. O estresse constante —por causa de dormir mal ou do trabalho— também inibe a produção de testosterona.

Pesquisas ainda mostram que pessoas que dormem mal tendem a consumir mais calorias ao longo do dia, pois acabam consumindo doces, fast-food e alimentos processados para aliviar o estresse e o cansaço.
Estudos indicam que quanto maior a circunferência abdominal, maior o risco de doenças cardiovasculares e morte precoce. Para evitar problemas de saúde, a OMS (Organização Mundial da Saúde) estabelece que o tamanho máximo da barriga deve ser de 94 cm para homens e de 90 cm para mulheres.
O excesso de gordura na região abdominal é o mais perigoso para a saúde, pois essa gordura se acumula entre órgãos importantes, como o fígado, o pâncreas e o intestino, prejudicando seu funcionamento. Também gera um processo inflamatório constantes no organismo, responsável pelo aumento no risco de doenças cardiovasculares e até alguns tipos de câncer.
Informações Viva Bem UOL

Um estudo desenvolvido por cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego (UCSD) dá esperanças sobre uma possível forma de atrasar o processo de envelhecimento humano. Os primeiros experimentos feitos com leveduras tiveram como resultado o prolongamento de sua vida útil em 82%.
Para entender melhor a pesquisa, é preciso voltarmos no tempo. Há três anos os primeiros experimentos começaram e os cientistas identificaram que as células de levedura seguem duas direções diferentes durante o envelhecimento.
Cerca de metade das células envelhece devido a um declínio gradual na estabilidade do DNA, onde a informação genética é armazenada. A outra metade envelhece ao longo de um caminho ligado ao declínio das mitocôndrias – parte da célula que produz a energia.
A partir dessa diferenciação, o grupo passou a manipular geneticamente esses processos para prolongar sua vida útil e expandiu a pesquisa usando biologia sintética para “criar” uma solução que evita que as células atinjam os níveis normais de deterioração associados ao envelhecimento. E os resultados foram animadores.
Todas as células, incluindo leveduras, plantas, animais e células humanas, contêm circuitos reguladores de genes responsáveis por muitas funções fisiológicas, incluindo o envelhecimento.
“Esses circuitos genéticos podem funcionar como nossos circuitos elétricos domésticos que controlam dispositivos como eletrodomésticos e carros”, diz Nan Hao, principal autor do estudo.
No novo estudo, os pesquisadores modificaram geneticamente o circuito que controla o envelhecimento celular.
O circuito reconectado funciona como um dispositivo semelhante a um relógio, chamado de oscilador de gene, que leva a célula a alternar periodicamente entre dois estados “envelhecidos”, evitando o compromisso prolongado com qualquer um deles e, assim, retardando a degeneração celular.
Ao contrário de inúmeras tentativas químicas e genéticas de forçar as células a estados artificiais de “juventude”, a nova pesquisa fornece evidências de que é possível retardar o “relógio” do envelhecimento, impedindo ativamente que as células se comprometam com uma trajetória predestinada de declínio e morte.
As células de levedura manipuladas com este método resultaram em um aumento de 82% no tempo de vida em comparação com as células de controle envelhecidas em circunstâncias normais.
“Nosso trabalho representa um exemplo de prova de conceito, demonstrando a aplicação bem-sucedida da biologia sintética para reprogramar o processo de envelhecimento celular. Ele pode lançar as bases para projetar circuitos genéticos sintéticos que efetivamente promovem a longevidade a organismos mais complexos”, resumiu Nan Hao.
*UOL com informações El País e Swissinfo

Depois de pouco mais de três anos, trilhões de dólares em perdas e 20 milhões de mortos, a emergência internacional causada pela covid-19 chega ao fim, uma data que entra para a história recente da ciência e do mundo.
Nesta sexta-feira, a OMS anunciou que seus especialistas chegaram à conclusão de que o vírus não representa mais uma ameaça sanitária internacional e que, portanto, a crise é oficialmente declarada como encerrada.
Pelas regras da agência, não existe uma declaração oficial do final da pandemia. Assim como a Aids, portanto, a covid-19 continuará a ter o status de pandemia. O regulamento sanitário criado pelos governos há quase 20 anos apenas permite que os cientistas anunciem o início de uma emergência global ou seu ponto final. Não há uma definição de pandemia e o termo está em negociação para o estabelecimento de um acordo que permitirá modificar a resposta global a novos surtos.
Michael Ryan, diretor-executivo da OMS, confirmou que a emergência acabou. “Mas a ameaça não. A batalha não acabou. Provavelmente não haverá um ponto em que a OMS anunciará o fim da pandemia”, disse. “O vírus continua a contaminar. Levou anos para que a pandemia de 1918 terminasse”, afirmou. “Na verdade, a história mostra que uma pandemia só termina quando outra aparece”, insistiu.
Didier Houssin, chefe do comitê de Emergência da OMS, indicou que a decisão de encerrar a emergência foi apoiada por 95% dos cientistas do grupo. Segundo ele, três critérios foram estabelecidos para definir se a crise havia sido superada e, agora, a agência irá constituir um grupo que permitirá monitorar a evolução do vírus.
A crise que abalou famílias, sonhos, economias e projetos foi a maior pandemia em cem anos. Mas segundo o diretor-geral da agência, Tedros Ghebreyesus, o anúncio não significa que o vírus desapareceu. Segundo ele, se necessário, a OMS voltará a restabelecer a emergência, dependendo da direção da doença.
Hoje, a cada três minutos, uma pessoa ainda morre pela covid-19. Para ele, portanto, governos precisam fazer uma transição para uma normalidade. Mas sem abandonar o monitoramento da doença e sem desfazer os investimentos que foram realizados.
“Uma das grandes tragédias é que não precisa ter sido assim”, disse Tedros, denunciando o fracasso da comunidade internacional. “Perdemos vidas que não precisavam ter sido perdidas”, insistiu. “Precisamos prometer a nossos filhos e netos que não voltaremos a fazer esses erros”, disse.
A emergência havia sido declarada no final de janeiro de 2020, quando pouco mais de cem casos tinham sido registrados e casos sequer tinham oficialmente chegado às Américas. Nenhuma morte havia sido oficialmente declarada.
Hoje, os cálculos apontam que cerca de 20 milhões de pessoas morreram desde aquele momento, com quase 800 milhões de pessoas oficialmente contaminadas. Oficialmente, porém, os dados falam de 7 milhões de vítimas fatais.
O vírus, cuja origem até hoje é fonte de mistério, foi responsável por uma explosão sem precedentes da pobreza e desemprego no mundo, desmontando 30 anos de avanços sociais. As perdas econômicas atingiram trilhões de dólares, enquanto a própria realidade política de diversos países foi profundamente alterada.
A covid-19 zombou de fronteiras, de ideologias e da postura de líderes supostamente “fortes” que se recusavam a aceitar a gravidade da crise. “Ninguém estava preparado”, disse Jarbas Barbosa, diretor-geral da OPAS (Organização Pan-americana de Saúde).
Ao longo de três anos, o vírus, a vacina, a ciência, as máscaras, os tratamentos, o isolamento social e até os sobreviventes foram politizados.
No Brasil, diante de um governo que adotou uma postura negacionista, a doença matou mais de 700 mil pessoas e o país esteve entre os locais de maior contaminação no mundo.
Se governos em várias partes do mundo já tinham encerrado a fase de emergência, a OMS ainda insistia que não era o momento de dar fim à declaração. O temor da instituição é de que, sem uma pandemia, governos vão reduzir investimentos e o monitoramento da doença, além do sequenciamento de amostras e a identificação de novas variantes.
Ainda assim, o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, decidiu seguir a recomendação dos especialistas e decretar o fim da emergência.
O anúncio acontece com um ano de atraso, em comparação ao que a OMS esperava. Nos primeiros meses da crise, em 2020, a previsão da agência era de que, até 2022, a pandemia perderia força. Mas, em 2021, a segunda onda da doença foi ainda mais violenta que a primeira. Já as vacinas, produzidas em tempo recorde, levaram meses para serem distribuídas aos países mais pobres.
Para a cúpula da OMS, essa concentração de doses nas mãos de poucos países no início da imunização foi um dos legados mais dolorosos da crise e um exemplo do fracasso da comunidade internacional.
Apesar de declarar o fim da emergência, a OMS deixou claro que a medida não significa que a covid-19 desapareceu. A entidade insiste que os sistemas de saúde terão conviver com a presença da doença e lidar com ela de maneira permanente.
Ao abrir o encontro nesta quinta-feira, Tedros afirmou que é “muito bom ver que a tendência de queda (de casos) continua”. “Em cada uma das últimas 10 semanas, o número de mortes registradas semanalmente foi o menor desde março de 2020”, comemorou.
“Essa tendência sustentada permitiu que a vida voltasse ao “normal” na maioria dos países e aumentou a capacidade dos sistemas de saúde de lidar com possíveis ressurgimentos e com o ônus da condição pós-covid-19″, disse.
“Ao mesmo tempo, persistem algumas incertezas críticas sobre a evolução do vírus, o que dificulta a previsão da dinâmica ou sazonalidade da transmissão futura. A vigilância e o sequenciamento genético diminuíram significativamente em todo o mundo, tornando mais difícil rastrear variantes conhecidas e detectar novas variantes”, alertou.
Segundo ele, as desigualdades no acesso a intervenções que salvam vidas também continuam a colocar milhões de pessoas em todo o mundo em risco desnecessário, principalmente as mais vulneráveis.
“E a fadiga da pandemia ameaça a todos nós. Todos nós estamos doentes e cansados dessa pandemia e queremos deixá-la para trás”, afirmou. “Mas esse vírus veio para ficar, e todos os países precisarão aprender a gerenciá-lo juntamente com outras doenças infecciosas”, completou.
Informações UOL
Por Josias de Souza para o UOL

Foto: Alan dos Santos/ PR
Preso numa unidade militar de Brasília desde quarta-feira, o coronel Mauro Cid enviou uma mensagem para Bolsonaro abaixo da linha d’água. Valendo-se de intermediários, mandou dizer que não cogita incriminá-lo no caso da falsificação de cartões de vacina. Cercado pelas evidências recolhidas pela Polícia Federal, o ex-ajudante de ordens pretende assumir sozinho a responsabilidade por tudo o que as provas colecionadas pela Polícia Federal tornarem irrefutável.
A lealdade de Mauro Cid orna com o enredo construído pela vice-procuradora-geral da República Lindôra Araújo. Mas destoa da percepção do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Braço direito de Augusto Aras, Lindôra sustentou em manifestação ao Supremo que, de acordo com o que viu no processo, Mauro Cid teria “arquitetado e capitaneado toda a ação criminosa, à revelia, sem o conhecimento e sem a anuência” de Bolsonaro.
Ao deferir o pedido da Polícia Federal para realizar uma batida de busca e apreensão na casa de Bolsonaro, Alexandre de Moraes anotou que “não é crível” a versão segundo a qual o ajudante de ordens pudesse ter comandado operação criminosa destinada a beneficiar Bolsonaro e a filha dele sem “no mínimo conhecimento e aquiescência” do chefe. Os cartões falsos foram baixados em endereços IP do Planalto.
Diante da disposição de Mauro Cid de matar a encrenca no peito, ganha especial relevância o conjunto de evidências que a PF será capaz de reunir em relação à participação de Bolsonaro. De resto, consolida-se a impressão de que a expressão “eu não sabia” passará à história como uma frase-lema do Brasil pós-ditadura. Será lembrada quando, no futuro, quiserem recordar a época em que o país era regido pelo cinismo.
Lula recorreu ao “eu não sabia” no escândalo do mensalão do PT. O tucano Eduardo Azeredo repetiu a frase no processo do mensalão do PSDB. Agora, Bolsonaro recorre ao mesmo subterfúgio. Usada assim, tão desavergonhadamente, a expressão já virou uma espécie de código. Quando ela aparece, já se sabe que o país está diante de mais um desses escândalos que, de tão escancarados, intimam o brasileiro a reagir, nem que seja com uma cara de nojo. Mas há sempre quem se disponha a conceder aos encrencados um deixa-pra-lá preventivo que transforma culpados e cúmplices notórios em cegos atoleimados.
Informações UOL

Presto desde o dia 14 de janeiro em um batalhão da PM, o ex-ministro Anderson Torres está tomando oito comprimidos por dia para conter crises de ansiedade, segundo relatório médico obtido pelo UOL.
O novo tratamento foi receitado a Torres em consulta psiquiátrica na última segunda-feira (1º). Segundo o relatório médico feito após essa consulta, os remédios que o ex-ministro passou a tomar foram Zyprexa (dois por dia), Remeron (dois à noite), Risperidona (um à noite) e Frontal (três por dia).
Três dos medicamentos indicados para o ex-ministro servem para tratar quadros de transtornos mentais, segundo a bula deles. O Remeron, por sua vez, é um antidepressivo.
A médica que examinou Torres disse ainda que ele “vem se mantendo em fortes crises ansiosas”. “Ao exame é notado a intenção do mesmo de reagir para contenção das crises (de angústia dos choros), porém ocorre de forma inconsistente e frusta, logo reaparecendo seguidos episódios com intensa tristeza e desespero”, afirmou Elaine Bida.
Ainda segundo a avaliação médica, o ex-ministro não apresentou “resultados satisfatórios” para o tratamento anterior.“Persistem as condições graves já citadas em relatórios anteriores, levando dessa forma a intensificar tanto a frequência das consultas psiquiátricas quanto a posologia medicamentosa.”
Torres está preso no Bavop (Batalhão de Aviação Operacional) desde 14 de janeiro por suspeita de omissão nos atos golpistas de 8 de janeiro. Ele era secretário de Segurança do Distrito Federal na ocasião.
A defesa dele quer a libertação ou, ao menos, a prisão domiciliar do ex-ministro. “Não se pode admitir como natural o cumprimento antecipado de pena, tampouco a utilização de prisão cautelar como instrumento de tortura física ou psicológica”, disseram os advogados na terça-feira (2) em pedido ao STF.
Informações UOL

Foto: Globo
Galvão Bueno não medirá esforços para bombar o seu canal no YouTube e está muito próximo de dar o próximo passo.
Após estreia de sucesso em março, com um amistoso da Seleção contra Marrocos – quando teve 10 milhões de telespectadores -, o narrador apalavrou um contrato para transmissão de duas temporadas da Stock Car, principal categoria de automobilismo do Brasil. A informação é do site Notícias da TV.
Diante do iminente acordo, que deve ser assinado nos próximos dias, Galvão se tornará oficialmente concorrente da Globo, já que a categoria também é transmitida pela SporTV, canal fechado da emissora carioca. Além disso, na TV aberta, a Band é dona dos direitos da categoria até 2025.
O acerto também marca a volta de Galvão Bueno ao automobilismo. Desde que a Globo parou de exibir a Fórmula 1, ele não narrava mais corridas.
IG

O presidente Lula (PT) chegou ao Reino Unido acompanhado da primeira-dama, Janja, para o evento de coroação do rei Charles III, que acontece neste sábado (6).
Informações TBN