
Projeto Hospital Municipal – Feira de Santana | Foto: Reprodução
A Prefeitura de Feira de Santana informou nesta terça-feira (9) que a Comissão Especial de Licitação responsável pela Concorrência Presencial nº 14-2026-CP decidiu inabilitar o Consórcio Saúde Feira de Santana, primeiro colocado na etapa de lances do processo licitatório destinado à seleção da parceria público-privada (PPP) para construção e operação dos serviços não assistenciais do futuro Hospital Municipal.
De acordo com nota oficial divulgada pelo governo municipal, a decisão foi tomada após a análise técnica e jurídica dos documentos de habilitação apresentados pelo consórcio no Envelope nº 3. Segundo a comissão, foram identificadas inconsistências e irregularidades que impediram o reconhecimento do cumprimento integral das exigências previstas no edital.
A Prefeitura destacou que a avaliação observou os princípios da legalidade, isonomia, vinculação ao instrumento convocatório e segurança jurídica, além das disposições estabelecidas pela Lei Federal nº 14.133/2021, que regulamenta as licitações e contratos administrativos no país.
Ainda conforme a administração municipal, a Comissão Especial de Licitação atua com independência técnica e fundamenta suas decisões em análises documentais detalhadas. O município ressaltou também que os interessados têm garantido o direito ao contraditório e à apresentação de recursos administrativos, conforme previsto na legislação vigente.
Na nota, a Prefeitura reafirmou o compromisso com a transparência e a integridade dos procedimentos licitatórios, além da implantação do Hospital Municipal de Feira de Santana por meio de um processo conduzido com responsabilidade e respeito ao interesse público.
O empreendimento é considerado uma das principais iniciativas da gestão municipal na área da saúde e tem como objetivo ampliar a estrutura de atendimento à população feirense.
Manu Pilger
Da Redação do Rotativo News
Objetivo é qualificar o debate eleitoral

O Instituto Sou da Paz lançou, nesta terça-feira (9), a campanha Vote pela Paz e a agenda eleitoral “Brasil em Ação pela Paz – Propostas para uma Segurança Pública de Verdade”. O objetivo é qualificar o debate eleitoral e pressionar candidaturas a apresentarem planos consistentes, metas e compromissos reais para reduzir a violência no país. A iniciativa se contrapõe a abordagens baseadas no improviso e no populismo.

“A população está cansada de frases de efeito, improviso e promessas simplistas na área da segurança pública. O que as pessoas querem é resultado concreto, proteção no cotidiano e políticas que funcionem de verdade. O período eleitoral é uma oportunidade importante para elevar a qualidade desse debate”, afirmou Carolina Ricardo, diretora-executiva do Sou da Paz.
Embora alguns indicadores nacionais tenham apresentado melhora, como a queda dos homicídios, o Sou da Paz ressalta que o Brasil ainda enfrenta uma realidade em que mais de 44 mil pessoas são vítimas de morte violentas por ano. Há ainda a expansão do crime organizado, aumento das fraudes e extorsões digitais, medo dos roubos, especialmente de celulares, e crescente violência contra meninas e mulheres.
A agenda de propostas apresenta ações aplicáveis nos âmbitos estadual e federal e é organizada em cinco eixos prioritários: proteção de meninas e mulheres; fortalecimento das polícias; enfrentamento ao crime organizado; redução dos roubos; e retirada de armas ilegais de circulação.
As propostas destacam a valorização dos profissionais de segurança, o fortalecimento da investigação criminal, o uso responsável de tecnologia, a integração entre instituições e o combate ao tráfico de armas.
Dados da pesquisa “O que pensa a população brasileira sobre segurança pública”, do Sou da Paz, mostram que 94% da população reconhece algum grau de violência na cidade onde vive, mais da metade (53%) evita sair à noite e um terço (31%) evita o uso de celular na rua, como forma de autoproteção.
“A sociedade quer firmeza, mas quer firmeza que funcione. Existe uma maioria favorável a soluções inteligentes, ao uso de tecnologia, à investigação e à profissionalização das polícias. O desafio agora é transformar essa demanda social em compromisso político concreto”, explica Carolina.
A pesquisa mostra ainda que, para 82% das pessoas, as câmeras corporais são tecnologias que protegem os bons policiais e produzem provas contra criminosos; 73% acredita que mais armas significam mais mortes e mais violência; e 65% avalia que não é preciso mais policiais, e sim de uma polícia melhor e mais preparada.
Ainda sobre soluções mais eficazes, Carolina destacou a necessidade, por exemplo, de ampliar o olhar sobre o crime organizado, que não se restringe ao tráfico de drogas. “É preciso trazer o sistema financeiro para o debate, fazer investigação financeira e combate à lavagem de dinheiro.”
Segundo dados compilados na agenda eleitoral, o crime organizado movimentou mais de 350 bilhões de reais nos últimos três anos, incluindo atividades como a venda de combustíveis, garimpo ilegal e contrabando de cigarros e bebidas alcoólicas.
Além de atingir os territórios, segundo o Sou da Paz, o crime organizado ataca o Estado Democrático de Direito ao se infiltrar na administração pública e na política, o que resulta em violência e falta de confiança da população nas instituições.
“Essa presença se reflete num crescimento de 335% de casos de violência política no Brasil nos últimos três anos – somente nos primeiros meses de 2022, foram 45 homicídios”, diz trecho da agenda.
Uma das ações propostas na agenda é o fortalecimento da integração e cooperação entre instituições como Receita Federal, Polícia Federal, Banco Central, Ministério Público e polícias estaduais, além de cooperações internacionais, propiciando estratégias de atuação conjunta contra a lavagem de dinheiro e os diversos mercados ilícitos.
Outra medida é o reordenamento da ação policial, priorizando investigações, investimento em inteligência e fortalecimento de perícias, com objetivo de asfixiar as organizações em suas bases financeiras e de comando. Para o Sou da Paz, as operações de incursão territorial devem ser consideradas de forma excepcional, somente se houver condições de segurança reais para a população e os policiais.
Com informações da agência Brasil

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Feira de Santana (CDL) realiza, a partir desta quinta-feira (11), mais uma edição do Forró no Buzu, ação que integra a programação da campanha São João de Prêmios e leva música, animação e informações sobre a campanha aos usuários do transporte público da cidade.
Criada em 2024, a iniciativa tem como objetivo aproximar ainda mais a campanha dos consumidores, promovendo uma conexão entre o comércio e a população nos trajetos entre bairros e Centro, em um dos períodos mais importantes para as vendas do varejo. A programação contará com apresentações de forró pé de serra dentro dos ônibus, transformando as viagens em momentos de descontração e valorização da cultura nordestina.
Além de animar os passageiros, a ação reforça a divulgação da campanha São João de Prêmios, que incentiva as compras no comércio local por meio do sorteio de dois carros Fiat Mob Like e dez televisores de 50 polegadas para os consumidores.
“O Forró no Buzu é uma forma criativa de levar alegria para quem utiliza o transporte público diariamente, valorizar a nossa cultura e, ao mesmo tempo, ampliar o alcance da campanha São João de Prêmios junto à população”, destaca o presidente da CDL Feira de Santana, Juscelino Brito.
O Forró no Buzu conta com o apoio da Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana (Acefs), Sindicato do Comércio (Sicomércio), Serviço Social do Comércio (Sesc), Centro das Indústrias de Feira de Santana (Cifs), secretarias municipais de Mobilidade Urbana (Semob), Cultura, Esporte e Lazer (Secel), e Turismo, Trabalho e Desenvolvimento Econômico (Settdec), e das empresas de transporte público. A organização tem o apoio da Promotion Bahia.
Programação:
11 de junho (quinta-feira)
13 de junho (sábado)
15 de junho (segunda-feira)
17 de junho (quarta-feira)

O Brasil estreia na Copa do Mundo de 2026 contra o Marrocos, no próximo sábado (6), em Nova Jersey. Após o amistoso contra o Egito, o técnico Carlo Ancelotti disse ter uma ideia do time ideal para escalar no primeiro desafio, mas será que terá Neymar à disposição?
A ressonância magnética realizada nesta segunda-feira (8) constatou que a lesão grau 2 na panturrilha do camisa 10 está evoluindo dentro dos parâmetros normais esperados. O principal objetivo do exame era descartar o temor de que a melhora estava aquém do projetado. Com isso, ele não deverá ser cortado do elenco, a menos que surja uma nova lesão.
Apesar do bom resultado, a presença do atleta para a estreia do time Canarinho está descartada. No entanto, a comissão técnica está otimista em relação à recuperação e a expectativa é que ele possa ser relacionado para o segundo compromisso diante do Haiti, marcado para o próximo dia 19, na outra sexta, em Filadélfia.
Mesmo sem condições de entrar em campo, existe a possibilidade de Neymar ficar no banco de reservas contra o Marrocos pela boa influência que exerce no grupo. A ideia é que o atacante apenas faça companhia aos companheiros pelo peso da sua imagem e também em relação aos adversários.
Brasil e Marrocos medem forças a partir das 19h no horário de Brasília, no MetLife Stadium, pela primeira rodada do Grupo C.
Informações Bahia.ba

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e diversas entidades econômicas divulgaram nesta terça-feira (9) uma carta aberta em defesa da PEC 12/2026, proposta pela oposição ao governo Lula no Senado, que cria um modelo alternativo de contratação baseado na flexibilização da jornada de trabalho.
O documento das entidades reúne mais de uma centena de assinaturas e pede que os senadores aprovem a medida, apresentada como contraponto à proposta que prevê o fim da escala 6×1.
Segundo os defensores da PEC, o texto permite que trabalhadores possam escolher entre o regime tradicional da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e um modelo mais flexível, com possibilidade de adequação da carga horária às necessidades individuais, sem perda de direitos trabalhistas.
Na carta, as entidades afirmam que a proposta preserva garantias como 13° salário, férias remuneradas, adicional de um terço de férias, FGTS e aviso prévio.
– É o melhor dos dois mundos: a proteção da CLT com o benefício de decidir sobre a própria vida – diz o documento.
As organizações que assinam a mensagem argumentam que a realidade do mercado de trabalho exige maior flexibilidade para atender diferentes perfis profissionais. O texto cita situações como trabalhadores que desejam conciliar emprego e estudos, pais que precisam de horários mais adaptáveis e profissionais que preferem concentrar mais horas de trabalho em períodos de maior demanda.
– A vida não bate ponto do mesmo jeito todos os dias. Tem mês que o movimento bomba e o trabalhador consegue tirar uma boa comissão. Tem mês que a coisa aperta e é preciso correr atrás de um extra para fechar as contas – reforça a mensagem.
As entidades também criticam propostas que estabeleçam uma jornada única para todos os setores da economia e sustentam ainda que mudanças que reduzam a jornada de forma obrigatória podem aumentar custos para empresas e consumidores.
– Toda essa rigidez aumenta o custo dos produtos e serviços e, no fim, quem paga a conta é o trabalhador brasileiro: no preço da marmita, nas compras do supermercado, na tarifa do ônibus, no valor do condomínio – destaca.
Além da Fiesp, o documento recebeu apoio de importantes entidades empresariais nacionais, entre elas a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC); a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Transporte (CNT).
Informações Pleno News

Entre janeiro e maio deste ano, 501 mil brasileiros receberam o imunizante Butantan-DV contra a dengue, cuja aplicação foi suspensa temporariamente nesta segunda-feira (8) pelo Ministério da Saúde, após o registro de casos graves entre pessoas vacinadas.
A maior parte das doses foi destinada a profissionais da atenção primária à saúde, que receberam 417,4 mil aplicações, o equivalente a 83% do total. Outras 83,6 mil doses foram usadas em programas de vacinação ampliada em Botucatu (SP), Nova Lima (MG), Maranguape (CE) e na região de Araguaína (TO).
Dados do governo federal apontam que 3.703 vacinados apresentaram sintomas compatíveis com dengue após receber o imunizante; como febre alta, dores no corpo, manchas na pele, náuseas e cansaço. O número corresponde a 0,7% do total de pessoas vacinadas.
Também foram registrados 42 casos considerados graves, com sintomas como dor abdominal, vômitos persistentes e sangramentos. Três pacientes precisaram ser internados em unidades de terapia intensiva. Dois deles morreram.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que os episódios ainda serão investigados e que não há comprovação de ligação entre a vacina e os óbitos. Mesmo assim, o governo decidiu interromper temporariamente a aplicação do imunizante.
– As reações foram absolutamente inesperadas – afirmou Padilha, ao destacar que os eventos não haviam sido identificados durante os estudos clínicos nem nas fases 2 e 3 dos testes que antecederam a aprovação da vacina pela Anvisa.
O ministério informou que a vacina suspensa foi produzida pelo Instituto Butantan e não tem relação com os lotes contratados junto à empresa chinesa WuXi Vaccines para ampliar a produção nacional.
A orientação para quem recebeu a vacina nos últimos 21 dias é observar o surgimento de sintomas associados à dengue e procurar atendimento médico em caso de agravamento.
A Butantan-DV, aplicada em dose única, foi aprovada pela Anvisa em novembro do ano passado, após a análise de dados de acompanhamento de cerca de 16 mil voluntários.
CASOS GRAVES
Segundo o Ministério da Saúde, os três casos mais graves ocorreram entre março e abril.
Uma mulher de 39 anos apresentou febre, dores musculares e náuseas seis dias após a vacinação. O quadro evoluiu para sintomas compatíveis com dengue grave, incluindo choque, e ela precisou ser internada em UTI. Após tratamento, recebeu alta hospitalar.
Outra paciente, de 48 anos, desenvolveu sintomas de dengue grave que evoluíram para meningoencefalite 19 dias após a imunização. Ela morreu.
O terceiro caso envolveu um homem de 58 anos, que apresentou febre cinco dias depois de receber a vacina. O quadro avançou para dengue grave com choque refratário, resultando em morte.
Informações Pleno News

A Unidade de Saúde da Família (USF) de Candeal II Frei Luiz Alberto Lemos Rodrigues (Frei Beto), povoado do distrito de Matinha, passa a contar com moderno serviço de atendimento odontológico para atender à comunidade. A unidade da rede pública da Secretaria Municipal de Saúde foi entregue pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, na manhã desta terça-feira (09), e já passa a funcionar diariamente, de segunda-feira a sexta-feira.
Ao acompanhar o início do novo serviço implantado na USF de Candeal II, o prefeito José Ronaldo destacou que a rede pública municipal de saúde já conta com 61 unidades de odontologia em pleno funcionamento. “Este é um antigo desejo da comunidade que está sendo atendido. E em breve vem muito mais por aí”, frisou.
Atento à demanda de pacientes na área de odontologia no povoado de Candeal II, o secretário de Saúde, Rodrigo Matos, assegurou que o serviço odontológico será realizado de segunda a sexta, diariamente, oferecendo serviços de extração, limpeza e restauração dentária.
As 61 unidades odontológicas de saúde da rede municipal estão distribuídas, conforme a chefe da Divisão de Odontologia, Cristina Rosa Ribeiro, nas Unidades de Saúde da Família (USF), em duas unidades do CEO, quatro policlínicas, no CER-TEA (atendimento especializado para autistas) e no IST (especializado em tratamento para portadores de doenças transmissíveis).
Para a comunidade, a implantação do serviço representa uma conquista. “Agora vou voltar a sorrir, depois de muito tempo esperando por este serviço e tendo que ir sempre em busca de atendimento na sede da Matinha”, comemorou a moradora Luciana da Silva, 46 anos, uma das primeiras a se inscrever para o serviço.
Durante a inauguração do serviço de odontologia na USF de Candeal II, o prefeito José Ronaldo também esteve acompanhado do chefe de Gabinete, Mário Borges; do procurador-geral do Município, Guga Leal; do superintendente da SMT, Ricardo Cunha; e dos vereadores Lulinha da Conceição e Pastor Valdemir Santos.
*Secom

Dados apresentados pela Gerp nesta terça-feira, 9, revelam que 48% dos entrevistados não votariam em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para presidente. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que já se declarou pré-candidato ao Planalto, registra rejeição de 42% entre os eleitores.
A pesquisa questionou os participantes sobre quais nomes eles descartariam completamente na eleição presidencial. O levantamento foi realizado com 2 mil brasileiros, entre os dias 2 e 5 de junho, e possui margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95,5%.
A pesquisa também demonstra que, em um eventual segundo turno, o senador leva vantagem sobre o presidente. A Gerp mostra Flávio Bolsonaro com 44,7% das intenções de voto, contra 39,1% de Lula.
O registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-01792/2026. O custo total do estudo foi de R$ 20 mil, pagos com recursos próprios da empresa responsável.
Informações Revista Oeste

A Prefeitura de Feira de Santana informou nesta terça-feira (9) que o Consórcio Saúde Feira de Santana, primeiro colocado na etapa de lances da Concorrência Presencial nº 14-2026-CP, foi inabilitado no processo licitatório destinado à seleção da parceria público-privada (PPP) para construção e operação dos serviços não assistenciais do futuro Hospital Municipal.
De acordo com nota oficial divulgada pelo Governo Municipal, a Comissão Especial de Licitação concluiu a análise dos documentos de habilitação apresentados pelo consórcio e identificou inconsistências e irregularidades que impediram o reconhecimento do atendimento integral às exigências previstas no edital.
A decisão foi tomada após avaliação técnica e jurídica dos documentos contidos no Envelope nº 3 da concorrência. Segundo a Prefeitura, o procedimento observou os princípios da legalidade, isonomia, vinculação ao instrumento convocatório e segurança jurídica, além das disposições da Lei Federal nº 14.133/2021.
Ainda conforme a administração municipal, a Comissão Especial de Licitação atua com independência técnica e fundamenta suas decisões em análise documental detalhada, garantindo aos interessados o direito ao contraditório e à apresentação de recursos administrativos previstos na legislação.
Na nota, a Prefeitura reafirma o compromisso com a transparência dos procedimentos licitatórios e com a implantação do Hospital Municipal de Feira de Santana, assegurando que o processo seguirá sendo conduzido com responsabilidade, segurança jurídica e respeito ao interesse público.

A nova delação de Daniel Vorcaro, entregue no início de junho à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República, mencionou o investimento feito pelas empresas do banqueiro ao filme Dark Horse, que conta a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O banqueiro indica que não houve nenhuma irregularidade no processo.
Vorcaro afirmou que a relação foi “republicana” e que não houve nenhum tipo de compensação ou privilégios ilícitos em benefício do banqueiro. A informação, divulgada pelo portal Metrópoles, reafirma a idoneidade do processo, defendida pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O assunto veio à tona após o site The Intercept Brasil divulgar mensagens entre Vorcaro e Flávio sobre um investimento de R$ 60 milhões na produção do longa-metragem. A publicação ocorreu no dia 13 de maio.
No dia 19 de maio, o instituto AtlasIntel divulgou uma pesquisa sobre as intenções de voto para presidente da República. O levantamento mostrou uma queda de seis pontos percentuais com relação à última aferição.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no entanto, considerou que a pesquisa foi contaminada, fazendo uso de áudios para induzir o voto dos participantes. Como consequência, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, ordenou nesta segunda-feira (8) a retirada imediata dos dados da pesquisa das redes sociais e site oficial da instituição.
— Há indicativos de que a pesquisa possa ter extrapolado os limites da regular aferição estatística — declarou o ministro.
A decisão ocorreu após análise de outras 27 pesquisas realizadas pelo instituto. Em nenhuma delas os pesquisadores fizeram uso de arquivos de mídia, como no levantamento suspenso pelo tribunal, o que foi considerado um excesso.
*Pleno.News
Fotos: Ana Paula Paiva/Valor/Agência O Globo e André Coelho/EFE