
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Após um vídeo publicado pela primeira-dama Janja no domingo de Páscoa, gerar forte repercussão nas redes sociais. Nas imagens, ela aparece preparando carne de paca para um almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Granja do Torto, em Brasília. Durante a gravação, Janja descreve o preparo do prato com entusiasmo, destacando o uso de alho e tempero verde.
A publicação provocou reações, especialmente de ambientalistas, que criticaram o consumo de carne de caça. Diante da repercussão negativa, a primeira-dama afirmou que o animal utilizado na receita havia sido adquirido de um produtor autorizado pelo Ibama, o que é permitido pela legislação ambiental.
A explicação, no entanto, levou a uma nova questão: quem teria fornecido a carne. Segundo informações publicadas pela coluna do jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o fornecedor seria o empresário Emílio Odebrecht, conhecido por sua relação de longa data com o presidente Lula.
Ele se apresenta como um dos principais criadores de paca no Brasil e, de acordo com a publicação, costuma presentear o presidente com o animal algumas vezes ao ano.
O episódio, que começou como um registro informal de Páscoa, acabou ganhando dimensão nacional ao levantar debates sobre consumo de animais silvestres e ao evidenciar relações pessoais no entorno do presidente.
Fonte: Bahia Notícias

A capital baiana já tem encontro marcado com a inovação científica. Nos dias 8, 9 e 10 de junho de 2026, Salvador sediará o X Encontro Baiano de Estatística (Ebest). O evento celebra uma década de existência debatendo o tema “Modelando o Presente, Prevendo o Futuro: explicação, predição e inteligência artificial na Estatística e Ciência de Dados”.
O encontro vai discutir como modelos explicativos e preditivos podem se complementar na produção de conhecimento para a tomada de decisão e no desenvolvimento tecnológico, à luz das inovações em modelagem estatística, inferência e aplicações de IA.
O Ebest 2026 contará com dois minicursos on-line, nos dias 8 e 9 de junho, e palestra, mesa-redonda e sessão de pôsteres, no dia 10 de junho. O dia de palestras será presencial, no auditório do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade Federal da Bahia (IME/UFBA), no campus de Ondina, em Salvador, com transmissão ao vivo pelo canal SEI Bahia no Youtube.
Voltado a pesquisadores, estudantes e profissionais, o encontro propõe um espaço de troca, atualização e articulação de redes, com foco nos desafios e avanços da Estatística e da Ciência de Dados.
As inscrições para participantes e a submissão de pôsteres serão abertas após o dia 23 de abril.

Manifestações de defesa e oposição na Bahia | Fotos: Reprodução / Bahia Notícias
Uma pesquisa do instituto Datafolha aponta que a maioria dos brasileiros defende que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra pena em prisão domiciliar, em vez de retornar ao regime fechado. Segundo o levantamento, 59% dos entrevistados afirmam que Bolsonaro deve permanecer em prisão domiciliar, enquanto 37% defendem que ele volte para um presídio. Outros 5% não souberam responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas em 137 municípios do país entre terça-feira (7) e quinta-feira (9) de abril, e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-03770/2026. No recorte regional, o Nordeste aparece dividido: 48% defendem a manutenção da prisão domiciliar, enquanto 47% preferem o retorno ao regime fechado, o que configura empate técnico dentro da margem de erro.
A região também acompanha a tendência nacional de forte polarização sobre o tema. Bolsonaro foi transferido para prisão domiciliar após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 27 do mês passado. A medida tem caráter temporário e prazo inicial de 90 dias, podendo ser prorrogada ou convertida em retorno ao regime fechado.
O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento na trama golpista após a eleição de 2022. Até a transferência, ele cumpria pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.
A defesa solicitou a prisão domiciliar após Bolsonaro ser internado com broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões, associada a crises de soluço. O pedido foi aceito pelo STF em caráter humanitário. A decisão determina o uso de tornozeleira eletrônica e proíbe Bolsonaro de usar redes sociais ou produzir conteúdos em áudio e vídeo.
Também há restrição de circulação e proibição de aglomerações em um raio de um quilômetro da residência. Visitas são limitadas: familiares seguem regras semelhantes às da unidade prisional anterior, enquanto advogados têm acesso diário e médicos podem atendê-lo sem restrição. Outras visitas estão proibidas durante o período da medida.
O Datafolha também identificou diferenças entre grupos sociais e políticos. Entre pessoas com mais de 60 anos, 61% defendem a prisão domiciliar. Já entre empresários, esse índice chega a 81%. Por outro lado, 44% dos jovens de 16 a 24 anos e 42% dos desempregados defendem o retorno ao presídio.
Entre eleitores que se declaram de centro, 53% apoiam a prisão domiciliar e 41% preferem o regime fechado. Já entre os mais alinhados ao bolsonarismo, 94% defendem a manutenção da prisão em casa, enquanto entre os mais identificados com o petismo, 68% querem a volta ao presídio.
O levantamento também mostra diferenças entre potenciais eleitorados: entre quem declara intenção de votar em Lula (PT), 66% defendem o retorno à prisão, enquanto entre eleitores de Flávio Bolsonaro, 93% apoiam a permanência em casa.

Foto: Reprodução / Redes Sociais / PR
Em votação histórica, a Hungria compareceu em massa às urnas neste domingo para definir seu próximo Parlamento e o futuro de Viktor Orbán, primeiro-ministro do país desde 2010 e ícone da ultradireita global. Com comparecimento de 78% às 18h30 locais, a eleição deste ano caminha para um recorde, de acordo com especialistas.
Sem pesquisa boca de urna, mas com uma infinidade de projeções, o pleito teve as apurações iniciadas no começo da noite europeia, meio da tarde no Brasil, mas levará horas para apontar se a controversa era Orbán acabou. Isso se não levar dias, caso o resultado seja apertado o suficiente para depender de votos do exterior. Dos pouco mais de 8 milhões de húngaros a votar, cerca de 500 mil são expatriados ou húngaros étnicos, que se valem de legislação aprovada pelo premiê para ter a cidadania –segundo pesquisas, a maior parte deste público vota em Orbán. O comparecimento recorde, no entanto, é um indicativo de bom desempenho do candidato de oposição Péter Magyar, 45, um ex-aliado, que fez uma campanha calcada em indícios de corrupção da gestão de Orbán, 62, assim como na situação econômica do país.
A Hungria ostenta a maior inflação acumulada da Europa desde a pandemia, em 2020, 58%, mais que o dobro da registrada na média da União Europeia, 28%. A ostentação de riqueza de oligarcas ligados a Orbán também incomoda e movimenta sobretudo os eleitores jovens, público que vem garantindo a popularidade de Magyar nos últimos meses.
Em uma tentativa de última de hora de movimentar a campanha do aliado, o presidente americano, Donald Trump, prometeu ajudar na recuperação econômica da Hungria. O vice, J.D. Vance, cumpriu visita oficial a Budapeste na última semana, afirmando que a UE interferia na eleição.
Sinal dos tempos, o destino de Orbán também preocupa o presidente russo, Vladimir Putin. O primeiro-ministro é uma das únicas pontes que lhe restam na UE. No capítulo mais recente da relação, escrutinada por uma série de denúncias na imprensa nas últimas semanas, o húngarou vetou um empréstimo de EUR 90 bilhões do bloco para a Ucrânia, provocando indignação em Bruxelas.
Os adversários votaram quase na mesma hora, no começo da manhã. “Nenhum patriota pode ficar em casa”, afirmou Orbán, replicando o tom nacionalista de sua campanha, voltada para questões externas.
Magyar, por sua vez, reiterou o caráter decisivo da eleição. “O destino da Hungria está sendo decidido hoje e por um longo tempo.” O advogado e eurodeputado, que já fez parte do Fidesz, legenda conservadora de Orbán, lembrou que “fraude eleitoral é um crime sério”.
Comentava os indícios da participação de serviços de inteligência russos na campanha de Orbán. Segundo avaliação da comissão do Parlamento Europeu que monitora o retrocesso democrático na Hungria, além de desinformação, as atividades patrocinadoras por Moscou poderiam incluir compra de votos, como ocorreu no ano passado na Geórgia, intimidação de eleitores e até mesmo episódios de violência.
“Ninguém deve ceder a qualquer provocação. Temos certeza de que, se esta eleição ocorrer de forma tranquila e dentro da lei, ela será vencida por Tisza e pela Hungria”, afirmou Magyar, citando o nome do partido que fundou.
“A Hungria tem uma Constituição, e ela precisa ser respeitada. A decisão do povo precisa ser respeitada”, disse Orbán, quando questionado sobre eventuais tentativas de desqualificar o pleito.
Até o fechamento das urnas, às 19h locais, não foram registrados maiores incidentes.
Fonte: Bahia Notícias

Câmara aprova projeto de lei que disciplina a transição de mandatos no Poder Executivo. Crédito: Shutterstock
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que estabelece normas mais rigorosas para o processo de transição de governos no Poder Executivo. A proposta tem como objetivo assegurar a continuidade administrativa e evitar prejuízos à prestação de serviços públicos durante a troca de gestão.
De acordo com o texto, o governante que deixa o cargo deverá garantir à equipe do sucessor acesso amplo a informações administrativas, sistemas, contratos e demais estruturas necessárias ao funcionamento da máquina pública. A medida também prevê suporte técnico e compartilhamento de dados estratégicos, tanto em formato digital quanto físico.
Entre os pontos centrais da proposta está o prazo para início da transição: a equipe deverá ser formada em até 72 horas após a confirmação do resultado das eleições. O grupo será composto por representantes da gestão atual e do governo eleito, atuando até a posse.
O projeto também prevê punições mais severas para gestores que dificultarem o processo. A omissão de informações, destruição de dados ou criação de obstáculos poderá resultar em sanções administrativas, aplicação de multas e responsabilização por danos ao poder público. Em casos mais graves, as penalidades podem ser ampliadas.
A proposta busca reforçar a transparência e coibir práticas que comprometam a passagem de governo, especialmente em cenários de disputa eleitoral acirrada.
O texto ainda passará por ajustes finais antes de seguir para análise do Senado.
Fonte: correio da Bahia
Estudo aponta que vítimas têm 74% mais chance de doenças cardíacas.

© Tânia Rêgo/Agência Brasil
As meninas e mulheres vítimas de violência sexual não sofrem apenas os danos físicos e psicológicos imediatos. Esses eventos podem aumentar em 74% a chance de que elas desenvolvam problemas cardíacos, de acordo com um estudo baseado em dados oficiais brasileiros. 

A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e traz também uma análise por doenças de forma individualizada. Mulheres que sofreram violência sexual apresentaram maiores níveis de infarto do miocárdio e arritmias, em comparação com mulheres que não sofreram. Já nos casos de angina e insuficiência cardíaca não houve discrepâncias significativas.
O pesquisador do programa de pós-graduação em Saúde Pública da Universidade Federal do Ceará, Eduardo Paixão, explica que as conclusões foram obtidas aplicando ferramentas estatísticas aos dados da Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019.
A Pesquisa Nacional de Saúde é o principal levantamento oficial sobre a saúde da população brasileira, feito a partir de mais de 70 mil entrevistas que são representativas da população brasileira. Entre os diversos assuntos, investigou tanto a ocorrência de violência sexual, quanto de doenças cardíacas, o que possibilitou o cruzamento dessas duas variáveis.
Como diversas questões podem influenciar a ocorrência de doenças cardiovasculares, a equipe de pesquisa também usou ferramentas estatísticas para bloquear a interferência da idade, cor da pele, orientação sexual, escolaridade e região de habitação. Assim, foi possível ter certeza de que o aumento observado foi provocado pela violência sofrida.
Eduardo Paixão diz que, na maioria das vezes, as pessoas pensam apenas na saúde mental, quando querem investigar os efeitos da violência sexual, mas o trauma pode repercutir em outras áreas.
“A gente sempre pensa em explicações biológicas para as doenças, mas a saúde humana perpassa por muitas interações sociais que impactam o nosso bem-estar. Estudo em outros países já vinham mostrando uma associação muito forte, especialmente quando essa violência ocorre na infância e adolescência, às vezes com repercussões ao longo da vida”, explica Paixão.
A hipótese do grupo de pesquisa é que a violência aumente o risco cardiovascular por uma combinação de fatores biológicos e comportamentais, a começar pelos quadros de ansiedade e depressão, comuns em vítimas, e que têm relação com males cardíacos. Esse estresse também causa efeitos fisiológicos.
“Ele aumenta a inflamação do nosso organismo, com a ativação de toxinas que podem acelerar esse processo de doença cardiovascular. Experiências traumáticas também podem alterar a pressão arterial e a frequência cardíaca”, explica o pesquisador.
Paixão também relata que quem vivencia experiências de violência, sejam de forma isolada ou repetitiva, pode ter maior chance de desenvolver atos danosos para a saúde, como tabagismo, alcoolismo, uso de entorpecentes, alimentação inadequada, sedentarismo, que também aumenta os. riscos cardiovasculares.
O pesquisador ressalta que a violência sexual, em si, se revela um problema de saúde pública no Brasil. À PNS, por exemplo, 8,61% das mulheres relataram ter sofrido ao menos alguma violência do tipo ao longo da vida, contra 2,1% dos homens.
Mas esse tipo de violência ainda é bastante subnotificada, especialmente entre homens, porque nem todas as pessoas reconhecem o que sofreram ou se sentem confortáveis para admitir, ele ressalva. Essa é a principal razão para a pesquisa não ter identificado aumento na ocorrência de doenças cardiovasculares também em homens vítimas, na opinião do pesquisador.
Para ele, o grande benefício da pesquisa é apontar um fator que merece a atenção tanto de quem trabalha com vítimas de violência, quanto dos profissionais que atendem pessoas com doenças cardiovasculares.
“E essas são as doenças com a maior carga global. São muitas internações e gastos com procedimentos. Talvez, se a gente conseguir intervir em fatores de vida modificáveis, a gente consiga diminuir essa incidência”, conclui o pesquisador.
Fonte: Agência Brasil
Missão tem foco em clima, justiça fiscal e governança global

© Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, inicia na segunda-feira (13) uma agenda internacional que inclui compromissos nos Estados Unidos, Espanha e Alemanha. A viagem, que segue até o dia 20, marca a primeira série de encontros do ministro no exterior desde que assumiu o cargo, no lugar de Fernando Haddad, que deixou o governo.

A missão tem como objetivo reforçar a posição do Brasil em debates globais, com foco em temas como reforma tributária internacional, transição energética e fortalecimento de instituições multilaterais.
O roteiro começa em Washington, com as reuniões de primavera (no Hemisfério Norte) do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. A partir de sábado (19), o ministro acompanha a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Europa, incluindo Espanha e Alemanha, com compromissos voltados à defesa da democracia, política industrial e cooperação internacional.
Os encontros previstos na agenda do ministro reúnem autoridades econômicas de diversos países. Entre eles estão a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva; o ministro da Economia da França, Roland Lescure; o ministro das Finanças da China, Lan Fo’an, a presidente do Banco Mundial, Ajay Banga; e o ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil
A viagem ocorre em meio a um cenário internacional marcado por tensões geopolíticas e debates sobre crescimento sustentável, com o Brasil buscando ampliar protagonismo em temas como clima e justiça tributária.
Fonte: Agência Brasil
A ampliação da programação junina, que neste ano contará com um dia a mais, ocorre em função do feriado de São João

Foto: Cau Preto
O tradicional São João do distrito de São José, em Feira de Santana, será realizado este ano em quatro dias de festa, entre 20 e 23 de junho. O anúncio foi feito na manhã deste domingo (12) pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, durante visita à Paróquia São José das Itapororocas, no distrito de Maria Quitéria.
Acompanhado por secretários, superintendentes e lideranças locais, o gestor participou da celebração eucarística e reafirmou o compromisso do Governo Municipal com a valorização das tradições culturais e o fortalecimento do diálogo com a comunidade rural.
A ampliação da programação junina, que neste ano contará com um dia a mais, ocorre em função do feriado de São João cair em uma quarta-feira (24). Com isso, os festejos serão antecipados, começando no sábado (20) e seguindo até a terça-feira, reforçando a tradição e impulsionando a economia local.
Após a missa, celebrada pelo padre Zorimar e que reuniu centenas de fiéis, o prefeito também anunciou novos investimentos para a região, destacando a importância histórica e cultural da paróquia, que possui cerca de 400 anos de fundação.
“É uma alegria ver esta igreja tão pulsante. Isso mostra que São José, nosso padroeiro, está mais vivo do que nunca no coração do povo”, afirmou José Ronaldo.
A comitiva que acompanhou o prefeito contou com a presença do vice-prefeito e secretário de Educação, Pablo Roberto; dos secretários Joilton Freitas (Comunicação) e Cristiano Lobo (Cultura); dos superintendentes João Vianney (SOMA), Ricardo Cunha (SMT) e Emerson Brito (Esportes); além do procurador-geral do Município, Guga Leal.
Primeiro turno das eleições 2026 será realizado no dia 4 de outubro

© Marcello Casal JrAgência Brasil
Os eleitores têm até o dia 6 de maio para tirar o título de eleitor, atualizar dados cadastrais, transferir o domicílio eleitoral ou regularizar pendências na Justiça Eleitoral.

Quem estiver com o título cancelado ou com alguma pendência não poderá votar nas eleições deste ano. O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro.
O voto é obrigatório para quem tem acima de 18 anos de idade. É facultativo para pessoas analfabetas, maiores de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos. Estrangeiros e cidadãos em serviço militar obrigatório não podem se alistar para votar.
Veja as formas de solicitação:
– Autoatendimento Eleitoral: disponível no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);
– Cidadão pode ir a um cartório eleitoral ou postos de atendimento da Justiça Eleitoral.
O TSE alerta que aqueles que optarem pelo atendimento on-line precisam ir a um cartório ou posto de atendimento para a coleta da biometria.
É importante que o documento de identificação permita a comprovação da nacionalidade brasileira e contenha foto.
Para execução programada dos serviços, fornecimento de água será suspenso na próxima segunda-feira (13), às 8h

Foto: Obra de ampliação da Estação de Tratamento do SIAA de Feira de Santana (Acervo Embasa)
Para possibilitar a execução de serviços da obra de ampliação do sistema integrado de abastecimento da região, o fornecimento de água será temporariamente suspenso na próxima segunda-feira (13), a partir das 8h da manhã, nos municípios de Feira de Santana, Conceição da Feira, São Gonçalo dos Campos, Tanquinho, Santa Bárbara e Santanópolis. Os serviços incluem a instalação de novos equipamentos na área de captação de água no Lago de Pedra do Cavalo.
O fornecimento de água deverá ser gradativamente regularizado no final da tarde do mesmo dia. Após a finalização dos serviços, será possível encher novamente toda rede distribuidora da região.
A Embasa orienta que os moradores armazenem previamente a água nos reservatórios domiciliares, evitando usos que possam ser adiados, até que o abastecimento seja normalizado – o que deverá ocorrer no prazo de até 48 horas depois de concluídos os trabalhos.
Ampliação – A Embasa está investindo mais de R$ 110 milhões nos serviços, que irão beneficiar a população com o aumento para 2.250 litros de água tratada por segundo e, além disso, trazer ainda mais eficiência ao processo de tratamento e distribuição da água nos seis municípios contemplados. A ampliação do sistema vai beneficiar diretamente 1,1 milhões de pessoas.
As obras de ampliação do sistema integrado de abastecimento em andamento contemplam a ampliação da estação de tratamento de água existente, a implantação de uma estação de tratamento de lodo, a construção de um reservatório elevado de 600 m³, além da ampliação de estações elevatórias, instalação de sistema de lavagem dos filtros, dentre outras intervenções.
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