
Oficializado nesta quarta-feira (22) como candidato à reeleição, o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou nesta quarta-feira (22) que a Bahia precisa de um governo que esteja presente onde as pessoas vivem. A declaração foi feita durante a convenção estadual que oficializou também as candidaturas de ACM Neto (União Brasil) ao governo da Bahia, de Zé Cocá (PP) à vice-governadoria, e de João Roma (PL) ao Senado. O evento foi realizado no Centro de Convenções de Salvador, na orla da Boca do Rio.
Em um dos principais momentos do discurso, Coronel disse que sua decisão de integrar a chapa da oposição não representa uma mudança de posicionamento pessoal. “Prometo que hoje não vou cantar ‘Noites Traiçoeiras’. Apesar de tudo, não carrego ressentimento, porque ressentimento não constrói estrada, não coloca médico em hospital, não gera emprego e não melhora a vida de ninguém. Então, eu não carrego ressentimento. Deixo aqui bem claro: eu não mudei. Vai o recado: eu não mudei. Foi o grupo político que mudou de caminho. Foi o grupo político do qual eu participei que mudou de caminho, não fui eu. O meu compromisso com a Bahia não mudou”, afirmou.
O senador disse que optou por permanecer ao lado dos municípios baianos e justificou sua participação na chapa encabeçada por ACM Neto. “Quando chegou a hora, eu não escolhi o conforto; escolhi continuar defendendo os municípios da Bahia. Escolhi a Bahia, eu escolhi a minha gente e, hoje, eu estou aqui ao lado de homens e mulheres que decidiram construir um novo caminho”, declarou.
“Estou do lado de você, Neto, porque conheço sua capacidade administrativa, sua disposição para trabalhar e seu compromisso de governar para todos os municípios, independentemente de bandeiras ou de partidos, sem perseguir ninguém. Estou ao lado de Zé Cocá, que conhece a vida municipal e sabe o peso de administrar uma cidade. Estou ao lado de João Roma, com quem compartilharei a missão de defender a Bahia no Senado da República”, acrescentou.
Durante a sua fala, o parlamentar defendeu prioridade para áreas como segurança pública, geração de empregos, educação e saúde: “Estamos aqui para unir experiência, energia, capacidade de realização e, acima de tudo, coragem. A Bahia precisa de um governo que esteja presente onde as pessoas vivem. Que enxergue a força da agricultura, da indústria, do comércio, do turismo, da cultura, da pequena empresa e de quem acorda cedo para trabalhar”.
Coronel também afirmou que diversos prefeitos teriam manifestado apoio à candidatura de ACM Neto, embora não estivessem presentes na convenção. “Muitos prefeitos gostariam de estar aqui hoje. Vários ligaram e disseram: ‘Coronel, não fui para não ser retaliado, mas está aí minha Câmara de Vereadores, está aí o meu secretariado para apoiar ACM Neto’”, acrescentou o senador.
O senador citou sua trajetória pessoal e política. Ele contou que deixou Coração de Maria aos nove anos para estudar em Salvador, destacou a formação em Engenharia pela Universidade Federal da Bahia, a atuação como empresário e professor particular e a experiência como prefeito do município natal.
“Eu não aprendi o interior em campanha eleitoral. Eu nasci no interior. Eu vivi suas dificuldades, conheci suas possibilidades e aprendi a respeitar quem administra uma cidade com recursos limitados e enfrenta a cobrança todos os dias. Eu sei que o povo bate na porta. Quando quase 4 milhões de baianos me deram a responsabilidade, há oito anos, de representá-los no Senado, eu levei comigo tudo o que havia aprendido”, completou Coronel.
Com informações da assessoria de Comunicação Social.

O presidente estadual do PL e ex-ministro João Roma oficializou, nesta quarta-feira (22), sua candidatura ao Senado Federal durante a convenção que confirmou ACM Neto como candidato ao Governo da Bahia. Roma afirmou que o grupo chega unido para oferecer uma nova perspectiva aos baianos, com foco na geração de oportunidades, redução da carga tributária e melhoria da qualidade de vida da população.
“Estamos juntos para mudar a Bahia e dar uma nova perspectiva. Queremos trabalhar para diminuir os impostos e criar oportunidades para que cada filho de Deus possa melhorar de vida”, afirmou.
Roma disse que a campanha será construída em contato direto com a população e voltada para os problemas enfrentados diariamente pelos baianos.
“É fundamental estar conectado com a realidade do dia a dia do povo baiano. As pessoas enfrentam dificuldades para acessar serviços públicos e para viver com dignidade. Precisamos de um novo governo para devolver essa atenção ao cidadão e colocar a Bahia novamente no caminho do desenvolvimento”, destacou.
O candidato ao Senado também destacou que sua experiência como ministro da Cidadania e deputado federal será importante para fortalecer a atuação da Bahia em Brasília.
“No Ministério da Cidadania tivemos a oportunidade de ajudar milhões de famílias brasileiras, ampliando o Bolsa Família e levando ações que melhoraram a vida de quem mais precisava. Conheço Brasília, sei como as coisas funcionam e quero colocar essa experiência a serviço da Bahia para ajudar ACM Neto a construir um novo momento para o nosso estado”, afirmou.

Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Divulgação
O prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União Brasil), voltou a criticar nesta quarta-feira (22) a fila da regulação de vagas na saúde da Bahia, relembrando o termo “fila da morte”, que segundo ele foi criado pela própria população. A fala ocorreu durante a convenção partidária do União Brasil, quando o prefeito respondeu, sem citar nomes, ao governador Jerônimo Rodrigues (PT), que já havia criticado o uso dessa expressão.
“Senhores, há poucos dias, em um grande encontro de vereadores, eu fiz um pronunciamento dizendo que a regulação é coordenada pelo povo da Bahia, e o povo colocou o nome de fila da morte, infelizmente. Ninguém deseja isso. Alguém ficou zangado”, disse Zé Ronaldo no palco, em referência a Jerônimo.
A polêmica começou no início de julho, quando o prefeito afirmou, em outro discurso, que uma mudança na gestão estadual serviria para acabar com a fila da morte, termo usado por ele para se referir a problemas na regulação de vagas pelo Estado.
“É acabar com essa fila da morte. É trazer segurança pra gente, pra todos nós. Nós precisamos de segurança, nós precisamos de saúde, nós precisamos de tudo isso. Pessoas que eu vejo, muitas pessoas que não votaram com Neto em 22, hoje afirmam espontaneamente que vão votar com Neto. Há realmente um cheiro de mudança, um desejo de mudança”, disse José Ronaldo na ocasião.
Depois dessa fala, o governador Jerônimo Rodrigues respondeu às críticas do prefeito ao sistema estadual de regulação de vagas na saúde e disse ter estranhado a mudança de postura do gestor municipal após um período de diálogo institucional.
Segundo o governador, ao longo do último ano e meio manteve uma relação respeitosa com o prefeito, buscando atender demandas do município sem misturar questões administrativas e políticas.
“Eu me relacionei durante esse um ano e meio com ele, buscando atender as demandas de Feira de Santana. Falei diversas vezes que, se ele pudesse caminhar comigo, seria uma alegria, mas isso não impediu de forma nenhuma uma relação diplomática, educada e amadurecida, sempre de respeito a ele e à história dele”, afirmou Jerônimo.
O governador também criticou a comparação feita por José Ronaldo entre a regulação estadual e uma fila da morte, e disse que o prefeito jamais havia utilizado esse tipo de linguagem nas conversas entre os dois.
Jerônimo ainda cobrou maior participação da prefeitura na estrutura da saúde pública do município e destacou que Feira de Santana, maior cidade do interior baiano, ainda não possui hospital municipal.
“Ele conversou comigo durante um ano e meio e nunca tratou dessa forma, nunca. Então, não dá para a gente ter duas motivações de relacionamento”, declarou.
Fonte: Bahia Notícias
Especialista alerta para início do rastreamento aos 45 anos e destaca que retirada de pólipos pode evitar o desenvolvimento da doença

O aumento dos casos de câncer colorretal entre adultos mais jovens tem preocupado especialistas em todo o mundo e reforça a importância da prevenção. Em um contexto que coincide com o Dia do Endoscopista, celebrado em 25 de julho, a data chama atenção para o papel desse profissional na realização da colonoscopia, exame considerado a principal ferramenta para prevenir esse tipo de câncer.
No Brasil, o câncer colorretal está entre os tipos mais incidentes. De acordo com a Estimativa 2026–2028 do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o país deverá registrar 53.810 novos casos de câncer de cólon e reto por ano, sendo 26.270 em homens e 27.540 em mulheres. Excluídos os tumores de pele não melanoma, a doença ocupa a terceira posição entre os cânceres mais frequentes no Brasil, reforçando a importância do diagnóstico precoce e das estratégias de prevenção
Além da alta incidência, estudos internacionais mostram uma mudança no perfil da doença. Dados divulgados pela American Cancer Society (ACS) apontam que pessoas nascidas por volta de 1990 apresentam aproximadamente o dobro do risco de desenvolver câncer de cólon e quatro vezes mais risco de câncer de reto quando comparadas às nascidas na década de 1950.
Para o endoscopista Dr. Victor Galvão, esse cenário exige uma mudança de comportamento da população e maior atenção aos sinais de alerta.
“O câncer de intestino ainda é mais frequente após os 50 anos, mas temos observado um aumento importante entre pacientes mais jovens. Isso reforça a necessidade de conhecer os fatores de risco, procurar assistência diante de sintomas e, principalmente, investir na prevenção.”
Um dos principais aliados nesse processo é a colonoscopia. Além de diagnosticar lesões precoces, o exame permite identificar e retirar pólipos intestinais, estruturas benignas que podem evoluir para câncer ao longo dos anos.
“A colonoscopia é diferente da maioria dos exames porque ela não apenas identifica a doença. Ela permite interromper esse processo antes que o câncer se desenvolva. Ao remover um pólipo, reduzimos significativamente o risco de que aquela lesão evolua para um tumor maligno”, explica o especialista.
Diante do crescimento da doença em pessoas mais jovens, importantes entidades médicas internacionais, como a U.S. Preventive Services Task Force (USPSTF) e a *American Cancer Society, passaram a recomendar que pessoas com risco habitual iniciem o rastreamento do câncer colorretal *a partir dos 45 anos, mesmo sem apresentar sintomas.
Segundo Dr. Victor Galvão, a recomendação representa um avanço importante na prevenção.
“Antecipar o rastreamento significa aumentar as chances de encontrar lesões ainda na fase inicial ou até mesmo antes de elas se transformarem em câncer. Essa é uma estratégia que salva vidas.”
Quem deve fazer colonoscopia antes dos 45 anos?
Embora a idade de 45 anos seja hoje a recomendação para pessoas sem fatores de risco, alguns grupos precisam iniciar o acompanhamento mais cedo. É o caso de quem possui histórico familiar de câncer colorretal ou pólipos avançados, doenças inflamatórias intestinais, síndromes hereditárias relacionadas ao câncer de intestino ou apresenta sintomas sugestivos da doença.
Entre os principais sinais de alerta estão sangue nas fezes, alteração persistente do hábito intestinal, anemia sem causa aparente, perda de peso inexplicada, dor abdominal recorrente e sensação de evacuação incompleta.
“Nenhum desses sintomas deve ser considerado normal, principalmente quando persistem por várias semanas. Quanto mais cedo investigamos, maiores são as chances de tratamento e cura”, destaca Dr. Victor Galvão.
O especialista também ressalta que, apesar do aumento dos casos em adultos jovens, a prevenção continua sendo a principal estratégia para reduzir a mortalidade pelo câncer colorretal.
“Hoje dispomos de recursos que permitem identificar lesões muito precoces e tratá-las por via endoscópica, muitas vezes evitando cirurgias mais complexas. A informação e o diagnóstico precoce continuam sendo nossas maiores ferramentas.”

O ex-prefeito de Salvador ACM Neto oficializou nesta quarta-feira (22) a sua candidatura ao Governo da Bahia durante convenção do União Brasil e de partidos aliados, realizada no Centro de Convenções de Salvador. Em seu discurso durante o evento político, ele defendeu uma mudança na forma de governar o estado, fez duras críticas à gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e apresentou como principal eixo da campanha o compromisso de promover uma “mudança com segurança”.
Durante a convenção, Neto afirmou que a Bahia vive um momento de perda de protagonismo nacional e regional, e que chegou a hora de recuperar o rumo de desenvolvimento do estado. “Estamos aqui para anunciar que chegou a hora da mudança. A hora de trazer a Bahia de volta ao seu sonho de grandeza”, declarou.
A convenção oficializou ainda as candidaturas a vice-governador, de Zé Cocá (PP), e ao Senado, de Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL). Além disso, foram confirmadas as candidaturas a deputados federais e estaduais.
Ao longo do discurso, o candidato criticou o avanço da violência, a crise na saúde, a fila da regulação, a precariedade da educação e a falta de obras estruturantes. Segundo ele, o atual governo “esgotou” seu modelo de gestão e deixou a população sem perspectivas.
Neto também antecipou propostas para a área da segurança pública, como a criação da Governadoria da Segurança, comandada diretamente pelo governador, e a implantação de um Plano de Reocupação de Territórios para enfrentar o domínio de facções criminosas em bairros e municípios baianos.
Ao encerrar o pronunciamento, o ex-prefeito afirmou que pretende repetir na Bahia a experiência administrativa desenvolvida em Salvador e disse acreditar que o estado pode voltar a ser referência nacional. “Quero tirar a Bahia do atoleiro em que se encontra hoje. Hoje quero proclamar a certeza de que a Bahia vai mudar”, disse.
Com informações da assessoria de Comunicação.

O jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos, que participou do lançamento do Jornal Nacional, em 1969, morreu nesta terça-feira (21), aos 91 anos, em Porto Alegre. Referência da imprensa política gaúcha, ele acumulou quase sete décadas de carreira. Segundo o Hospital Moinhos de Vento, a morte ocorreu por complicações cardíacas e renais. Bastos estava internado desde 11 de julho.
Nascido em Passo Fundo, em 1934, iniciou a trajetória profissional no jornal O Clarin, em 1955. Ao longo da carreira, atuou em veículos impressos, emissoras de rádio e televisão. Foi chefe de reportagem da Zero Hora e da Rádio e TV Gaúcha, onde também comandou os setores de jornalismo e esporte, incluindo o Jornal do Almoço.
Bastos acompanhou momentos decisivos da política brasileira, como a Campanha da Legalidade, em 1961, dentro do Palácio Piratini. Também cobriu eleições presidenciais, governos estaduais e crises institucionais, além de conviver com nomes como Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola.
Legado no jornalismo
Conhecido entre os colegas como “mestre dos mestres”, defendia a independência profissional e considerava a democracia indispensável para que jornalistas e cidadãos pudessem manifestar suas ideias. Também exerceu cargos públicos na área da comunicação, como secretário estadual e superintendente de Comunicação Social da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
A morte provocou homenagens de colegas e entidades ligadas à comunicação. O Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul destacou a credibilidade, o rigor na apuração e a contribuição de Bastos para diferentes gerações de profissionais. Ele deixa a esposa, Ana Maria Lopes de Almeida Bastos, quatro filhos e quatro netos.
*Metro1
Foto: Reprodução/RBS TV

A tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras passa a valer nesta quarta-feira (22). A medida atinge cerca de 3 mil produtos exportados pelo Brasil ao mercado norte-americano, enquanto outros mais de 2 mil itens ficaram de fora da cobrança.
A sobretaxa foi anunciada pelo governo de Donald Trump após uma investigação comercial concluir que o Brasil adota práticas que, na avaliação dos EUA, restringem ou oneram o comércio com o país.
Entre os pontos citados estão o sistema de pagamentos Pix, a regulação das plataformas digitais, acordos comerciais, questões ambientais, o mercado de etanol, propriedade intelectual e o combate à corrupção.
O governo brasileiro contesta as justificativas e afirma que a medida tem motivação política, classificando o tarifaço como uma tentativa de interferência em assuntos internos do país.
Entre os principais produtos isentos da nova tarifa estão petróleo bruto, café em grão, carne bovina, aeronaves, celulose e suco de laranja. Já setores como máquinas industriais, etanol, pneus, açúcar, madeira, calçados, tabaco e alguns produtos de alumínio serão impactados pela sobretaxa.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a medida afetará aproximadamente 15% das exportações brasileiras aos Estados Unidos com base nos números de 2025, o equivalente a cerca de 5,8 bilhões de dólares (R$ 29,4 bilhões). Ainda assim, 57% dos produtos exportados pelo Brasil para o mercado americano permanecerão livres da nova cobrança.
O governo brasileiro informou que continuará buscando uma solução por meio do diálogo diplomático. Embora tenha anunciado que poderá utilizar a Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada em 2025, ainda não foram divulgadas medidas concretas de retaliação.
Além das negociações, o governo prepara ações para reduzir os impactos da tarifa sobre os setores afetados, incluindo linhas de crédito para empresas e um programa de diversificação de mercados, coordenado pela ApexBrasil.
O cenário ainda pode sofrer mudanças. O governo brasileiro acompanha a possibilidade de os Estados Unidos anunciarem uma nova tarifa adicional de 12,5% sobre produtos relacionados a uma investigação envolvendo trabalho forçado. Caso a medida seja cumulativa, a sobretaxa sobre determinados produtos brasileiros poderá chegar a 37,5%.
*Pleno.News
Foto: EFE/EPA/YURI GRIPAS

Um personal trainer de 30 anos foi preso nesta quarta-feira (22), em Salvador, suspeito dos crimes de estupro e importunação sexual. A ação foi realizada pela Polícia Civil, que também cumpriu um mandado de busca e apreensão contra o investigado. Segundo a corporação, ele se apresentava como educador físico e afirmava ter qualificação para aplicar procedimentos de liberação miofascial, técnica utilizada nos atendimentos em que as vítimas relatam ter sofrido os abusos.
As investigações começaram após a denúncia de uma mulher de 28 anos, que procurou o suspeito para um atendimento. Conforme o relato da vítima, durante o procedimento ele passou a adotar comportamentos incompatíveis com qualquer finalidade terapêutica. O caso ganhou repercussão em novembro de 2025, quando a enfermeira e influenciadora digital Maria Emília Barbosa afirmou nas redes sociais que havia sido vítima do profissional, identificado como Maurício Brasil. Ela contou que foi orientada a realizar a avaliação física usando biquíni e submetida a posições que a deixaram constrangida, além de relatar uma suposta sessão de liberação miofascial com contato inadequado nas partes íntimas.
De acordo com a delegada Marita Souza, responsável pelo caso, outras oito mulheres procuraram a polícia após a divulgação da primeira denúncia e apresentaram relatos semelhantes. Segundo a Polícia Civil, o investigado repetia o mesmo modo de atuação, solicitando que as pacientes permanecessem apenas com roupas íntimas durante os atendimentos.
Durante o cumprimento do mandado de busca, os policiais apreenderam uma porção de haxixe, uma balança de precisão, dois frascos de anabolizantes, um aparelho celular, equipamentos eletrônicos e documentos, que serão encaminhados para perícia.
As investigações, conduzidas pelo Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), por meio das equipes da 16ª Delegacia Territorial (Pituba), continuam para identificar possíveis novas vítimas e esclarecer completamente os fatos.
*Metro1
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento das investigações contra o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) e o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Alexandre Ramagem pela chamada “Abin Paralela”.
A ação da Polícia Federal (PF) apura o uso indevido da tecnologia First Mile para monitorar ações de adversários políticos e autoridades. De acordo com o magistrado, tanto Bolsonaro quanto Ramagem, além de Marcelo Araújo Bormevet e Giancarlo Gomes Rodrigues, já foram julgados pelo STF na ação sobre a tentativa de golpe de Estado.
Moraes encaminhou o processo para a Justiça Federal, onde os demais nomes envolvidos na investigação agora terão o caso analisado em primeira instância. Entre eles estão Carlos Bolsonaro, indiciado por associação criminosa, Daniel Ribeiro Lemos e Mateus de Carvalho Sposito, apontados como parte do “núcleo de vetores de produção e propagação das fake news”.
Membros da alta gestão da ABIN tiveram investigações encerradas por falta de provas e baixos indícios de crime, segundo Moraes. Estão na lista: Alessandro Moretti (ex-diretor-adjunto), Luiz Fernando Corrêa (diretor-geral), Luiz Carlos Nóbrega Nelson, José Fernando Moraes Chuy e Lucio de Andrade Vaz Parente.
ABIN PARALELA
A investigação sobre a “Abin Paralela” apurou o uso indevido do sistema First Mile para monitorar a geolocalização de celulares sem autorização judicial entre 2019 e 2022. A estrutura clandestina montada na agência usava a máquina pública para espionar adversários políticos, jornalistas e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Luís Roberto Barroso.
De acordo com a Polícia Federal, a organização também produzia desinformação com fins ilícitos e antidemocráticos. Diante da conexão direta entre esse esquema e as investidas contra o sistema eleitoral e o Judiciário, Moraes autorizou o compartilhamento integral das provas com o Inquérito das Fake News. A medida reforça as apurações sobre a atuação articulada do chamado “Gabinete do Ódio”.
*Pleno.News
Foto: PR/Carolina Antunes

Seguindo a programação, o Bahia encerra o primeiro turno do Campeonato Brasileiro na noite desta terça-feira (21), às 19h30, frente ao Atlético Mineiro, na Arena MRV, em Belo Horizonte.
Em 6º lugar, com 29 pontos conquistados, o Esquadrão quer seguir na cola do pelotão da frente no campeonato. Atualmente está a apenas um ponto do Bragantino, 4º colocado da tabela, que já completou os 19 jogos.
Para o duelo, Rogério Ceni não poderá contar com nenhum dos três jogadores recém-contratados pelo Tricolor. O zagueiro Marco Moreno ainda busca sua melhor forma física após retorno das férias e ficou em Salvador. Mesmo tendo viajado com a delegação, o goleiro Guido Herrera e o atacante Alejo Veliz não devem jogar.
A Federação Inglesa (FA) não enviou a documentação da transferência do jogador junto ao Tottenham para o Tricolor, e o camisa nove não foi registrado, ficando de fora do BID.
Já o goleiro Guido Herrera, que está com o registro feito e teve seu nome publicado no BID, não jogará, pois irá cumprir suspensão. No confronto frente ao Belgrano, em maio, pela Liga Argentina, não cumpriu suspensão. Além deles, o lateral-esquerdo Luciano Juba ainda se recupera de lesão e cumpre suspensão.
Já o goleiro Guido Herrera, que está com o registro feito e teve seu nome publicado no BID, não jogará, pois irá cumprir suspensão. No confronto frente ao Belgrano, em maio, pela Liga Argentina, não cumpriu suspensão. Além deles, o lateral-esquerdo Luciano Juba ainda se recupera de lesão e cumpre suspensão.
*Bahia Notícias
Foto: Gleidson Santana / Bahia Notícias.