A Argentina é um dos países mais afetados pela pandemia de covid-19, que aprofundou uma crise econômica que já dura três anos. A inflação está em 49%, e as negociações com o FMI sobre o pagamento de um empréstimo de US$ 44 bilhões pararam, o que irritou investidores. Com a crise, famílias buscam refúgio no Brasil, é o que mostra uma reportagem da rádio Jovem Pan.
“É uma maravilha. Não nos sentimos estrangeiros ou invasores, que era esse um medo meu, que o povo interpretasse que viemos para invadir, para roubar algo. Não, não. Viemos para somar”, diz Alejandro, um argentino, que vê a mudança como a possibilidade de um futuro melhor.
O casal de brasileiros Sil e Marcelo Taormina criou um canal no Youtube para orientar quem quer fugir da crise da Argentina. O que começou com dicas sobre documentação avançou. Hoje, eles ajudam quem é marginalizado pelo governo Alberto Fernandez a obter um lar, oferecendo itens básicos para recomeçar. “Eles quando chegam muitos deles tivemos que dar um lugar na nossa casa, de dois, três, quatro dias, sete dias foi a última família que tivemos, para que consigam procurar uma casa para alugar. Eles chegam aqui sem nada. O que mais estamos precisando é uma casa, um galpão, um espaço físico com um banheiro para que as pessoas tenham onde morar por uma semana”, explica
Desde 1950, a economia tem sido atingida por crises repetidas. Com isso, a Argentina passou mais tempo em recessão do que qualquer outro país, exceto a República Democrática do Congo.
Presidente vê com ceticismo adoção do método auditável dos votos
Presidente Jair Bolsonaro diz não acreditar mais na possibilidade do voto impresso e auditável para 2022 Foto: PR/Isac Nóbrega
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, nesta segunda-feira (19), ver com ceticismo a aprovação na Câmara da proposta sobre o voto impresso para as próximas eleições. A apoiadores hoje, o presidente comentou o tema.
– Eu não acredito mais que passe na Câmara a proposta do voto impresso, tá? A gente faz o possível, mas vamos ver como é que fica – disse.
Na sexta-feira (16), sessão da comissão especial da Câmara sobre o assunto que analisaria relatório do deputado Filipe Barros (PSL-PR) foi encerrada antes da apreciação da matéria, a fim de evitar que o texto pudesse ser derrotado.
Conforme o Broadcast Político, 11 partidos se articularam para derrubar o texto, com apoio de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que são contra a mudança patrocinada pelo Palácio do Planalto. Barros alegou que precisaria de mais tempo para fazer alterações em seu parecer e pediu para que o texto fosse retirado da pauta do dia. A sessão foi adiada para agosto, após recesso parlamentar.
“SEM PACIÊNCIA” Hoje o presidente reforçou que está ficando “sem paciência”, entretanto, aos pedidos de uma apoiadora para que não desanime, Bolsonaro voltou a repetir que é “imbroxável”. Um dia após ter deixado o hospital para tratamento de uma obstrução intestinal, o presidente também brincou com apoiadores e disse que está com saudades de comer um churrasquinho.
Operação será feita entre 20 de julho e 1⁰ de agosto em Campinas
Foto: Reuters/ Carlos Osorio/ Direitos Reservados
A Pfizer informou que entregará ao Ministério da Saúde, nas duas últimas semanas de julho, 13.265.460 milhões de doses da vacina contra a covid-19, produzida em parceria com a BioNTech. O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, receberá 13 voos vindos de Miami, nos Estados Unidos, entre os dias 20 de julho e 1⁰ de agosto.
De lá, os imunizantes serão enviados para o centro de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos. Somados aos lotes anteriores, serão mais de 30 milhões de doses entregues ao governo federal no primeiro semestre deste ano.
A previsão da farmacêutica é que a operação no aeroporto de Viracopos se intensifique entre os meses de agosto e setembro, já que devem chegar quase 70 milhões de doses ao país. Esse montante faz parte do primeiro acordo firmado com o governo no dia 19 de março, contemplando a entrega de 100 milhões de vacinas até o final do terceiro trimestre de 2021.
O segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro, totalizando 200 milhões de doses de vacina Pfizer/BioNTech ao Brasil.
Trabalhadores informais nascidos em março recebem nesta terça-feira (20) a quarta parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.
O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.
Também hoje, beneficiários do Bolsa Família com o Número de Inscrição Social (NIS) de dígito final 2 poderão sacar o benefício.
Na última quinta-feira (15), a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da quarta parcela. O calendário de depósitos, que começaria no próximo dia 23 e terminaria em 22 de agosto, teve o início antecipado para o último dia 17 e será concluído em 30 de julho.
Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.
Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.
O pagamento da terceira parcela aos inscritos no Bolsa Família começou ontem (19) e segue até o dia 30. O auxílio emergencial somente será depositado quando o valor for superior ao benefício do programa social.
Em todos os casos, o auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada.
O programa se encerraria neste mês, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas.
Nesta segunda-feira (19), o Reino Unido suspende as restrições impostas para a prevenção contra a Covid-19. A ocasião tem sido chamada pelos britânicos de Freedom Day (ou Dia da Liberdade, em português).
Com a decisão, o uso de máscaras não será mais obrigatório e também não haverá mais limite para o número de pessoas que podem se reunir em ambientes internos ou externos. O distanciamento social será limitado a quem tiver teste positivo para o vírus.
As principais medidas serão substituídas por orientações, para que a população tenha autonomia para decidir como se proteger da maneira mais adequada. O experimento poderá revelar as consequências da suspensão, do ponto de vista epidemiológico, para um país com grande população e casos crescentes da doença.
A maior parte da população adulta do Reino Unido foi vacinada com as duas doses, o que levou a uma redução no número de internações e mortes.
Dados levantados pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostram que apenas 10% das cidades brasileiras apresentam uma tendência de alta no número de mortes em decorrência do novo coronavírus. As informações foram registradas entre segunda (12) e quinta-feira (15) e o relatório foi obtido pela CNN.
A pesquisa mostra que metade dos municípios brasileiros não registraram mortes pela Covid-19 na semana passada. Aquelas cidades em que o número de óbitos se manteve estável representam 21%, enquanto 16% tiveram uma redução.
A reportagem da CNN ouviu o epidemiologista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Diego Xavier, que apontou que a redução do número de mortes por Covid-19 está diretamente relacionada com a vacinação, em especial, do grupo prioritário.
“Com a vacinação, mesmo que ocorra o aumento de casos por coronavírus, não observamos o aumento de mortes. Já imunizamos a população de maior risco, ou seja, mesmo que o número de casos aumente não vamos ter o aumento exponencial dos óbitos”, explicou o pesquisador da Fiocruz.
O especialista ressalta que ainda é preciso atenção uma vez que há circulação de novas variantes e ainda a possibilidade de outras cepas surgirem. “Precisamos tomar cuidado, porque agora nós temos o risco da variante Delta, que as vacinas possuem uma menor eficiência. Isso reafirma a importância da imunização completa, tem muita gente que não volta para tomar a segunda dose”, completou.
Essa velha frase representa a insatisfação do resultado de algo onde as expectativas são extremamente altas.
No “caso Covaxin”, intermediado pelo servidor do Ministério da Saúde, Luis Ricardo Miranda, e seu irmão deputado federal Luis Miranda, na malfadada CPI dos horrores, a montanha, sequer, um “rato” pariu… O resultado foi zero!
Luis Ricardo afirmou, em depoimento à Polícia Federal (PF,) que não guardou o back-up com as supostas conversas que mostrariam que ele foi pressionado por superiores para facilitar a compra da vacina indiana Covaxin, contra a covid-19.
No depoimento, o servidor disse que fez os prints (fotos digitais) das mensagens e encaminhou o material ao irmão deputado – os prints também não foram apresentados aos policiais.
Luis Ricardo afirmou que trocou o celular, o que surpreendeu os investigadores.
Durante a oitiva, o servidor também disse que não gravou a conversa com o presidente Jair Bolsonaro a respeito das suspeitas de irregularidades nas negociações para a aquisição da Covaxin pelo Ministério da Saúde.
Ação tramita na 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá
Xuxa e Junno Andrade Foto: Reprodução/ Blad Meneghel
Na Justiça de Mato Grosso, Junno Andrade, namorado da apresentadora Xuxa Meneghel, responde a um processo de reconhecimento de paternidade aberto pelo promotor de vendas, Eduardo Tadeu Mattos de Oliveira.
Eduardo já tentou, sem sucesso, a realização do exame de DNA extrajudicialmente. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (19) pela colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia.
Junno foi citado em carta precatória na ação tramita na 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá.
O advogado de Eduardo disse que não há dúvidas de que o cantor seria o pai de seu cliente. Ele pede que o nome de Junno seja inserido na certidão de nascimento do promotor de vendas, que também quer uma indenização, em danos morais, no valor de R$100 mil.
Eduardo alega que a conduta de Junno em não fazer o teste de DNA é considerada ‘discriminação parental’.
Campanha foi adotada em lojas alemãs da rede de fast food
Livro infantil Raffi e seu Tutu Rosa Foto: Reprodução
Uma nova campanha do McDonald’s tem polemizado ao promover ideologia de gênero para crianças na Alemanha. A estratégia utilizada pela rede de fast food para atrair os pequenos envolve o famoso cardápio do McLanche Feliz e seu brinde. Agora, quem comprar o lanche poderá levar também um livro infantil LGBTQIA+ sobre um menino e seu tutu cor de rosa.
– Para que o seu McLanche Feliz não esfrie: Leve Raffi e seu Tutu Rosa como acompanhamento – diz a campanha.
Com título original Raffi und seine pinkes Tutu, o livro foi escrito pelo embaixador especial LGBT pelo Parlamento Europeu, Riccardo Simonetti. A narrativa conta a história de um garoto que gosta de jogar futebol, mas também de brincar com sua boneca favorita e seu tutu rosa. Quando o personagem decide usar o adereço não apenas em casa, mas também na escola, começa a sofrer ataques. A obra conta ainda com famílias de pais gays.
Nas redes sociais, a conta oficial do McDonald’s na Alemanha afirma que o objetivo é promover uma cultura de “diversidade e aceitação”.
– Por que nosso McLanche Feliz usa um tutu? Porque pode! Defendemos uma cultura de diversidade e aceitação. Em frente e atrás do balcão, e não apenas no nosso menu. Além disso, existe agora o novo livro infantil de Riccardo Simonetti, em Happy Meal, no qual ele conta sua história.
A iniciativa tem preocupado pais conversadores, e alguns consumidores expressaram seu descontentamento nos comentários da publicação.
– O McDonald’s devia se envergonhar! Abusar de um produto para crianças. A empresa sempre foi a melhor no ramo de hambúrgueres, mas, se agora atrair as crianças para essa bolha da diversidade, acabou – declarou um dos internautas.
– Não force as crianças a serem diferentes ou a se sentirem desconfortáveis em casa! Acho que seria bom se os meninos pudessem continuar a gostar de carros e não precisassem ser forçados a usar brinquedos neutros ou mesmo tutus por causa da confusão de gênero forçada desde tenra idade.
– Isso é apenas marketing. Eles têm que concordar com eles porque todo mundo está fazendo isso; caso contrário, eles não se importariam – assinalou outro consumidor.
Uma das reservas do time olímpico de ginastas dos Estados Unidos testou positivo para o coronavírus, mas a equipe principal foi transferida para uma acomodação separada e continuará a preparação para a Olimpíada, disse a Federação de Ginástica dos EUA (USA Gymnastics) nesta segunda-feira (19).
Uma autoridade japonesa havia dito anteriormente que um membro da delegação de ginástica dos EUA tinha testado positivo para o novo coronavírus (covid-19) e teve um contato próximo, mas se recusou a dar mais detalhes.
“Uma das atletas reservas da equipe feminina de ginástica artística recebeu um teste positivo para a covid-19 no domingo, 18 de julho”, disse a USA Gymnastics no Twitter.
A federação acrescentou que o governo local determinou que a atleta, cujo nome não foi informado, e outra atleta substituta precisarão ser submetidas a uma nova quarentena, então o resto da equipe mudou para uma acomodação alternativa e continuará se preparando para os Jogos.
“Toda a delegação continua vigilante e vai manter os protocolos rígidos enquanto estiverem em Tóquio”, acrescentou.
A ginasta Simone Biles tem 24 anos, e duas das principais integrantes da equipe, Sunisa Lee e Grace McCallum, têm ambas 18 anos de idade.