
A Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Sesp) chama atenção que os grandes geradores de resíduos [estabelecimentos que produzem mais de 75 kg de lixo por dia] deverão estar cadastrados no órgão para fazer cumprir a lei municipal (3.785/2017), que os responsabiliza em coletar, transportar, tratar e dar a destinação adequada dos resíduos sólidos.
São considerados grandes geradores de resíduos hospitais, instituições de ensino, restaurantes, indústrias, entre outros grandes estabelecimentos.
Com essa medida, a Prefeitura de Feira de Santana reforça seu compromisso com as questões ambientais e a manter a cidade limpa, além de trazer economia aos cofres públicos (estudos apontam que a economia pode chegar a aproximadamente R$ 500 mil por mês) e melhorar o serviço prestado à população.
“Já notificamos alguns estabelecimentos que se adequaram à lei. E aqueles que ainda não estão cumprindo o que determina a legislação, a administração pública alerta que vai intensificar a fiscalização”, afirma o diretor de Limpeza Pública, João Marcelo Gomes.
Dos 148 estabelecimentos notificados, entre agosto e novembro deste ano, 50 foram bares, restaurantes e pizzarias; 48 lojas, casas de carnes, pet shop, edifícios comerciais e shoppings; 19 colégios e universidades; 17 hospitais e 13 hotéis.
As infrações consideradas leves têm multa de R$ 500 a R$ 3.000; infrações graves têm multa de R$ 3.100 a R$ 50.000, e infrações gravíssimas têm multa de R$ 50.100 a R$ 200.000.
Ainda conforme João Marcelo, os condomínios residenciais devem implementar meios para a realização da coleta seletiva, criando condições para a separação e coleta dos recicláveis, que podem ser encaminhados a cooperativas ou associações de catadores reconhecidas pelo Poder Público Municipal.
É importante ressaltar que o grande gerador que demonstrar uma redução significativa na geração de resíduos sólidos pode se credenciar junto ao Poder Público Municipal para obter o selo de reconhecimento e responsabilidade ambiental. Qualquer dúvida pode ser esclarecida através do número (75) 3602.8100.

Os espaços Instagramáveis são ideais para tirar fotos incríveis e chamar atenção nas redes sociais. Eles são pensados com o objetivo de transmitir personalidade e atrair o público, por isso muitas empresas investem nesses ambientes para compartilhar os cliques nas redes sociais.
Pensando nas empreendedoras que ainda não possuem espaços como esses, o Coworking Negócios para Elas montou espaços criativos para movimentar as redes sociais das empreendedoras e suas marcas com conteúdos que chamem atenção.
De acordo com Mariana Mendonça, responsável pelo espaço, a ação foi criada pensando no Dia do Empreendedorismo Feminino, comemorado em novembro, e também nas festas de fim de ano, onde as empreendedoras realizam campanhas para movimentar as vendas.
“Cenários Instagramáveis fazem toda a diferença na hora de produzir um ensaio seja para marca pessoal, lojas, produção de conteúdo de produtos, e até mesmo ensaios pessoais como os de aniversários, por exemplo. Temos quatro opções disponíveis para serem usadas durante a locação: o estúdio lilás, um cenário Chevron, um espaço pink ball com piscina de bolinhas e sofá cor de rosa, que é o nosso cenário fixo tradicional”, afirmou.

A atriz Melissa Barrera foi demitida do filme de terror Pânico 7 (Scream VII, em inglês) nessa 3ª feira (21.nov) após postagens pró-Palestina publicadas nos stories do Instagram. O longa-metragem ainda não começou a ser filmado.
A mexicana escreveu na rede social que “Gaza está sendo tratada como um campo de concentração”, fazendo comparação da crise humanitária provocada pela guerra Israel-Hamas na região ao Holocausto.
“Encurralando as pessoas todas juntas, sem lugar para ir, sem eletricidade nem água… As pessoas não aprenderam nada com a história. E, como acontece na história, as pessoas assistem a tudo silenciosamente. Isto é genocídio e limpeza étnica”, publicou a artista, de 33 anos.
Em comunicado à reportagem do site The Hollywood Reporter, um porta-voz da Spyglass, produtora responsável por Pânico 7, explicou a demissão:
“A posição da Spyglass é inequivocadamente clara: temos zero tolerância pelo antissemitismo e pela incintação ao ódio em qualquer forma, incluindo referências falsas a genocídio, limpeza étnica, distorções do Holocausto ou qualquer coisa que flagrantemente cruze a linha e entre no discurso de ódio”, justificou a companhia.
Barrera ajudou a reiniciar a franquia após mais de uma década sem novidades nos filmes Pânico (2022) e Pânico VI (2023), intepretando a protagonista Sam Carpenter, irmã mais velha da personagem Tera, de Jenna Ortega (Wandinha).
Com a repercussão do caso, o diretor de Pânico 7, Christopher Landon (A Morte Te Dá Parabéns), usou sua conta no X (antigo Twitter) para se pronunciar. “Este é o meu comunicado: tudo é uma m*. Parem de gritar. Não cabia a mim tomar esta decisão”, disse.
O sétimo filme ainda não tem título oficial e segue sem previsão de estreia. A franquia de terror Pânico começou em 1996, com direção de Wes Craven (A Hora do Pesadelo). O cineasta, que morreu em 2015, também comandou três continuações, lançadas em 1997, 2000 e 2011.
Ontem, a atriz Susan Sarandon, de 77 anos, foi desligada da agência de talentos UTA após também dar declarações pró-Palestina e fazer comentários sobre judeus.
SBT News

A discussão sobre uma possível mudança na meta fiscal de 2024 antes mesmo do início da vigência do novo arcabouço fiscal ampliou o pessimismo de agentes do mercado financeiro em relação ao desempenho da economia brasileira, à capacidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em entregar uma política fiscal eficiente.
É o que mostra a quinta edição da pesquisa “O que pensa o mercado financeiro”, divulgada pela Genial/Quaest nesta quarta-feira (22). Segundo o levantamento, em dois meses, subiu de 34% para 55% o grupo de economistas, analistas e gestores consultados que esperam uma piora da economia do país nos próximos 12 meses − uma continuidade no movimento de reversão da tendência de melhora observada ao longo do primeiro semestre. Em março, os pessimistas representavam 78% da amostra.
De acordo com a pesquisa, de julho para cá, caiu para menos da metade (de 53% para 21%) o percentual de entrevistados que acreditam em uma melhora da economia brasileira em 12 meses. Apesar do tombo, o número ainda é melhor do que o registrado em março (6%) e maio (13%) − as duas primeiras edições do estudo com agentes do mercado financeiro. Já os que esperam uma manutenção do quadro atual oscilaram de 16% a 30% ao longo da série histórica, de 8 meses.
Para 73% dos entrevistados, a política econômica do país está na direção errada, enquanto 27% enxergam o contrário. A diferença entre os dois grupos chegou a ser de apenas 6 pontos percentuais em julho, quando o projeto de lei complementar que instituiu o novo marco fiscal, assim como algumas medidas de ajuste fiscal pelo lado das receitas, avançava no Congresso Nacional.
Questionados sobre o principal problema que dificulta a melhora da economia brasileira, de setembro para cá, subiu de 57% para 77% o grupo de entrevistados que apontam a falta de uma política fiscal que funcione. Na sequência, aparecem interesses eleitorais (9%), a alta taxa de juros (8%) e a baixa escolaridade e produtividade da população (6%).
Em relação ao desempenho do governo do presidente Lula, voltou a crescer o hiato entre otimistas e pessimistas. Para 52% dos entrevistados, a atual administração é negativa − uma alta de 5 pontos percentuais em relação a setembro. O percentual, no entanto, segue distante das piores marcas, registradas em março (90%) e maio (86%).
Já os que consideram a gestão do petista positiva somaram 9% na pesquisa − recuo de 11 p.p. em relação ao pico de julho, mas ainda acima da marca observada na primeira edição (0%). Outros 39% consideram o governo Lula regular, em uma oscilação de 2 p.p. em relação a dois meses atrás. Em julho, a diferença entre avaliações negativas e positivas chegou a 22 p.p., e agora ela soma 43 pontos.
O levantamento mostra, ainda, que 43% dos entrevistados avaliam positivamente o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) − oscilação negativa de 3 p.p. ante setembro). Já os que consideram a gestão negativa somam 24% (ante 23% no mesmo comparativo). Em julho, essa diferença que agora está em 19 pontos chegou a marcar 23 pontos. Por outro lado, no terceiro mês de governo, os pessimistas superavam os otimistas em 28 p.p. (38% contra 10%).
Para 39%, a força de Haddad está menor do que há dois meses, após a polêmica sobre o déficit zero que dividiu alas do governo. Outros 12% veem o ministro fortalecido, enquanto 49% não acreditam que o cenário mudou de lá para cá.
A percepção majoritária de enfraquecimento do ministro ocorre mesmo após ele se sair vitorioso no embate com parte da ala política do governo, que defendia a mudança da meta fiscal de 2024 − hoje definida em um resultado primário de 0% do Produto Interno Bruto (PIB), conforme apontado nas peças orçamentárias em tramitação no Congresso Nacional.
A despeito da pressão de ministros e de alguns parlamentares, Lula optou por não encaminhar mensagem presidencial ao Legislativo ou patrocinar emenda para alterar a meta no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO). A manutenção do objetivo ousado aumenta o risco de contingenciamentos em 2024 − o que preocupa aliados do governo. Mas ainda existe a possibilidade de a meta ser alterada neste ano ou ao longo da execução do próximo orçamento.
Apesar do desfecho parcial da disputa, agentes econômicos são céticos quanto à capacidade de o governo Lula entregar um equilíbrio para as contas públicas no ano que vem. Para 100% dos entrevistados pela pesquisa Genial/Quaest, a atual administração não conseguirá zerar o déficit primário em 2024. A maioria (49%) acredita, ainda, que a meta será alterada para um desequilíbrio entre despesas e receitas de 0,5% do PIB. Outros 18% apostam em déficit de 0,75% e 7% em um déficit de 0,25%. Há ainda um grupo de 20% que acredita na manutenção da meta de equilíbrio e 6% que esperam uma mudança da meta para déficit de 1% do PIB ou mais.
Caso o governo decida alterar o objetivo estabelecido, a maioria dos analistas, gestores e economistas de fundos acreditam que a inflação (56%) e o desemprego (49%) devem subir, e a Bolsa (49%) cair.
A pesquisa Genial/Quaest realizou 100 entrevistas com gestores, economistas, analistas e tomadores de decisão de fundos de investimentos com sede em São Paulo e Rio de Janeiro entre os dias 16 e 21 de novembro. A coleta dos dados foi realizada por meio de entrevistas online através de questionários estruturados.
InfoMoney

Um homem de 45 anos foi espancado por moradores no bairro Villa Verde, em Araraquara (SP), no domingo (19), após incendiar o carro do genro.
A violência aconteceu depois que a filha dele expôs na internet o suposto relacionamento do pai com seu marido. Um boletim de ocorrência foi registrado pela Polícia Militar.
O g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública para saber sobre a investigação pela Polícia Civil, mas não obteve o retorno até a última atualização da reportagem.
A reportagem tentou falar com os envolvidos, mas não conseguiu resposta até a última atualização da reportagem.
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Mulher expõe caso entre pai e o marido em Araraquara — Foto: Reprodução/Facebook
Em 15 de novembro, a mulher começou a relatar o caso e, no domingo (19), expôs vídeos do pai e do marido em um motel da cidade. Segundo ela, o vídeo foi encontrado no celular do pai dela.
Ela também compartilhou prints de conversas que mostravam o que ela afirma ser a relação amorosa entre os dois. A mulher terminou o relacionamento com o marido após a descoberta.
No domingo, ela ainda postou um vídeo em que a mostrou quebrando os vidros do carro do ex-marido.
Na segunda-feira (20), o caso foi relatado em um perfil do X (antigo Twitter) e alcançou mais de 1 milhão de visualizações.
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Carro de genro foi incendiado pelo sogro em Araraquara — Foto: Reprodução
Segundo a Polícia Militar, após a repercussão, o pai da jovem foi até uma casa do bairro Valle Verde. Ele começou a arremessar garrafas de vidro contra portões de residências e ateou fogo no carro do agora ex-genro. O motivo, segundo testemunhas, seria ciúmes.
As imagens mostram moradores tentando conter as chamas do veículo enquanto o homem gritava na rua sobre o caso que teve com o genro.
Em um determinado momento, ele arremessou uma garrafa de vidro vazia contra o portão de uma residência. Foi quando pessoas que estavam na rua partiram para cima do homem e começaram a agredi-lo.
Nas imagens é possível ver, pelo menos, cinco pessoas chutando e dando cadeiradas na vítima, que ficou caída no chão.
Com um ferimento na cabeça, o homem foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro, onde foi medicado e ficou em observação.
Uma jovem de 20 anos, que estava no local, também precisou ser socorrida após ser atingida por estilhaços de vidro na perna. Ela não quis denunciar o homem.
O caso foi registrado como incêndio em veículo pela PM. O local foi periciado e a ocorrência será investigada pela Polícia Civil de Araraquara.
G1

Gisele Bündchen foi às redes sociais nessa terça-feira (21) para abordar o desmatamento e as queimadas que continuam afetando a Amazônia. Ela fez um apelo para que o governo implemente políticas mais rigorosas para combater o desmatamento ilegal e garantir a preservação das nossas florestas.
“Desmatadores aproveita o período mais seco para colocar fogo na Amazônia. Até quando? Quando teremos um maior monitoramento e a Amazônia será olhada com o cuidado que merece? Quando amos entender que a floresta tem um papel essencial não só pela sua diversidade, mas no regime de chuvas e o equilíbrio do clima na Terra e, consequentemente, na vida de todos nós?”, continuou. ”
“As queimadas crescentes vêm destruindo em dias, o que a natureza leva anos, séculos para construir. A cada ano que a floresta queima, ela se torna mais seca e isso tem efeito grande na degradação florestal, tornando-a mais vulnerável a incêndios de grandes proporções, mesmo nas áreas de florestas mais preservadas”, concluiu.
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Reprodução/Instagram
Vogue

Em editorial publicado nesta quarta-feira (22), o Estadão demonstrou indignação com o Partido dos Trabalhadores (PT), ao qual chamou de “seita”. No texto, o jornal apontou que os “petistas sempre hostilizaram a imprensa livre”, e que sua prometida defesa da democracia “não passava de patranha” e “farsa” para vencer as eleições.
– Não durou muito a farsa segundo a qual Lula da Silva precisava ser eleito para, segundo suas palavras, “recuperar a democracia neste país”. Bastou que a imprensa começasse a publicar notícias desfavoráveis ao governo para que esses campeões da democracia voltassem a ser o que sempre foram: a vanguarda da truculência. Para a seita petista, vale tudo, até mentir e distorcer, para desmoralizar aqueles que ousam revelar os malfeitos do governo de Lula – escreveu o veículo.
Na sequência, o jornal queixou-se dos ataques da presidente nacional da legenda, Gleisi Hoffmann, que compartilhou uma publicação intitulada “Gravíssima denúncia feita ao MPT (Ministério Público do Trabalho) sobre a fabricação do ‘escândalo da dama do tráfico’ pelo Estadão para fazer parecer que (o ministro da Justiça) Flávio Dino é simpático ao crime organizado”.
O jornal rebateu dizendo que nunca afirmou que Dino era simpático ao crime organizado, e trouxe apenas fatos: Luciane Barbosa Farias, esposa de um dos líderes do Comando Vermelho no Amazonas, esteve no Ministério da Justiça para participar de duas reuniões.
– Esse é o padrão de atuação dos petistas. Para eles, nem é preciso que a informação seja verdadeira para que seja usada em favor de seus propósitos autoritários (…) O jornal fez apenas o seu trabalho: trouxe fatos relevantes ao conhecimento do leitor. O Ministério da Justiça, no mesmo dia da publicação da reportagem, elaborou uma portaria alterando as regras de acesso ao prédio. No entanto, o PT não gosta de jornalismo independente. Diante da natural repercussão do caso, o partido de Lula passou a atacar o jornal, como se a reportagem sobre as reuniões no Ministério da Justiça fosse fake news – assinalou o Estadão.
O veículo prosseguiu dizendo que este episódio serve para lembrar que “por trás da fachada de defensores, os petistas são e sempre foram raivosos inimigos da imprensa livre. Desde os tempos da trevosa era petista no poder, jornalistas são ameaçados de agressão por militantes do partido. Há toda uma rede de veículos de comunicação a serviço do lulopetismo que se dedicam a destruir a reputação de jornalistas e de veículos independentes”.
O jornal finalizou afirmando que os petistas estão perdendo seu tempo e energia, e que o Estadão seguirá fiscalizando este “ou qualquer outro governo, pois a função da imprensa responsável é livre é revelar aos cidadãos o que os poderosos querem esconder”.
Pleno News

Um grupo de pessoas desabrigadas, há meses ocupando uma área próxima ao muro do Centro Social Urbano (CSU), na avenida Transnordestina, deve ser assistido pela Prefeitura com serviços de assistência social, saúde, higiene e limpeza. O vereador Correia Zezito (Patriota) falou sobre o problema na sessão de hoje (21) da Câmara. Ele informou que está encaminhando ofício ao Governo Municipal, solicitando essas medidas e também visando possibilitar o retorno dessas pessoas, em vulnerabilidade, aos seus domicílios de origem, se assim desejarem.
Segundo o parlamentar, ao menos, 18 pessoas vivem no local, incluindo adultos e crianças. Além das barracas, ele afirma que também há acúmulo de lixo e materiais descartados de forma incorreta. A situação “caótica” é ainda pior nos dias de feira livre do bairro, observa Correia Zezito. Além das calçadas ocupadas, ele diz que vários caminhões ficam estacionados de forma desorganizada, o que compromete o trânsito de pessoas e veículos.
Diante deste cenário, o vereador defende a necessidade de intervenções coordenadas entre diversas secretarias municipais, incluindo a de Desenvolvimento Social (SEDESO), Saúde (SMS) e de Agricultura (SEAGRI): “Precisamos adotar medidas urgentes para melhorar a vida daquelas pessoas, ajuda-las a enfrentar os desafios. É um quadro que também prejudica a comunidade local”.

A Câmara de Feira de Santana aprovou nesta terça (21), em segunda e última votação, o Projeto de Lei que dispõe sobre os serviços e regulamenta a atuação dos condutores de ambulância em âmbito municipal. Com votos favoráveis de todos os parlamentares presentes, a proposta de número 105/2021, de iniciativa do vereador Zé Curuca (UB), segue para aguardar sanção da Prefeitura. O projeto determina que os candidatos a condutores comprovem treinamento especializado e reciclagem em cursos específicos a cada cinco anos, conforme a Lei Federal 12.998/2014.
Também prevê que as empresas do setor privado que oferecem serviços de atendimento de urgência e emergência, através de ambulâncias, se adequem à esta legislação federal. O translado de pacientes através destes veículos deverá obedecer às normas, resoluções e regulamentações estabelecidas pelo Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), bem como, às disposições do Código de Trânsito Brasileiro. O Poder Executivo terá o prazo de 90 dias para regulamentar a lei, após sancionada, podendo estabelecer, no que couber, sanções para casos de descumprimento.

Nascido no município de Baixa Grande-BA e idealizador da Praça do Cordel, atividade que integra o Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS), Jurivaldo Alves da Silva receberá da Câmara o título de Cidadão Feirense. De autoria do vereador Correia Zezito (Patriota), a concessão da homenagem ao cordelista foi aprovada hoje (21) pelo Legislativo. Considerado no cenário cultural de Feira como um dos “mais atuantes defensores da literatura de cordel no Brasil”, teve os primeiros contatos com a arte nordestina em sua terra natal. “Lá, ele pedia para as pessoas lerem os versos em voz alta a fim de memorizar para fazer declamações nas fazendas da região”, explica Correia Zezito.
Com residência fixa na Princesa do Sertão há aproximadamente 50 anos, Jurivaldo começou a atuar como folheteiro ao montar uma guia para vender cordéis nas feiras livres. Comercializava, preferencialmente, obras de Rodolfo Coelho Cavalcante, a exemplo de “A carta de Satanás para Roberto Carlos” e “A morte do motorista e a vingança do cigano”. Exercendo essa atividade, frisa o autor em sua justificativa, o cordelista sentiu-se motivado a escrever poesia popular e atualmente vende seus cordéis em um box no Mercado de Arte Popular do Município.
A vasta produção literária do artista inclui as obras “Biografia do Cordel”, “Cangaceiro, Jesuínio, o brilhante” e “Histórias de motoristas”. Além disso, Jurivaldo Alves mantém uma parceria significativa com a filha, Patrícia Oliveira da Silva. Correia Zezito considera relevante e significativa a homenagem, pois o cordelista “é uma pessoa que honra e espalha o nome de Feira por onde passa”, observa.