
Assistida por mais de 6 mil pessoas, desde 2019, a peça retrata os desafios pessoais e coletivos da guerra, a linha tênue entre ganhar e perder, de sucumbir ou sobreviver.
O espetáculo teatral “5 segundos” volta a cartaz utilizando a arte para compreender e discutir a tensão que conduz os povos à luta armada. A partir da história real de um soldado baiano, a peça retoma o debate sobre os motivos que levam as nações à guerra e os personagens que fazem parte deste conflito.
Justamente em meio a mais um episódio de tensão em Israel, provocando o temor em todo o planeta, “5 Segundos” recria o ambiente de uma batalha ocorrida na Segunda Guerra Mundial, estendendo o relato de uma cena que teve duração de apenas cinco segundos, transformando o episódio em um espetáculo com quase uma hora de duração.
Após algumas dezenas de apresentações, incluindo um encontro épico com o público na sala principal do Teatro Castro Alves (TCA), em 2022, “5 Segundos” está de volta para uma apresentação dia 25 de outubro na Caixa Cultural Salvador (os ingressos já esgotaram) e, no *dia 27 de outubro*, em *duas apresentações, em Feira de Santana*, no *Centro de Cultura Amélio Amorim: às 16h e às 20h*.
Os ingressos podem ser comprados a partir de R$ 40,00.
A sessão das 16h é dirigida ao público estudantil. É importante salientar que 50% da renda arrecada com a venda dos ingressos da sessão das 20h serão revestidos* em prol do I *Festival de Arte Espírita da Primavera*, que acontecerá em dezembro em Feira de Santana promovido pelo Conselho Regional Espírita, através do setor de Arte.
Os ingressos estão à venda pelo *sympla.com.br*
O espetáculo – Com promoção do Escritório do Pensamento, “5 segundos” – é uma *obra escrita pelo professor, historiador e dramaturgo Ricardo Carvalho*. A peça está em cartaz desde 2019 e *já foi assistida por mais de seis mil pessoas*.


Foto: Ricardo Bufolin/CBG
Rebeca Andrade conquistou, nesta terça-feira (24), a quarta medalha de ouro do Brasil na história da ginástica artística feminina nos Jogos Pan-Americanos. A brasileira sobrou na final do salto, realizando uma apresentação memorável, não apenas em termos do Pan, mas de toda a história da ginástica artística mundial
Ela foi a última a competir na final e, mesmo podendo fazer saltos ainda mais simples, fez um Cheng de altíssimo nível, com nota de execução 9,733, a maior da carreira dela, e uma das maiores da história da ginástica. Depois, fez um Yurchenko também quase perfeito, de nota de execução 9,633. Total de 14,983.
Para leigos: a nota de um salto é a soma da nota de execução, fixa, e de execução, que vai de 0 a 10. Rebeca fez dois saltos quase perfeitos. Para conquistar o título mundial, ela teve 9,4 e 9,5 de execução, por exemplo. Hoje, A prata ficou com a norte-americana Jordan Chiles, com média 14,150.
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A breve história das medalhas de ouro da ginástica feminina do Brasil começou em Havana-1991, quando Luisa Parente foi campeã no salto e nas paralelas assimétricas. Depois, na Rio-2007, Jade Barbosa também ganhou no salto. Agora, é Rebeca quem brilha neste aparelho.
E ela, que já faturou a prata por equipes, e não competiu no individual geral (poupou-se no solo), ainda compete hoje na final das paralelas, como uma das candidatas ao ouro. Amanhã, estará na final da trave, junto de Flávia Saraiva, que tem a melhor nota de toda a competição. Rebeca não tem a trave como ponto forte, mas foi bronze no Mundial.
Mais cedo, na primeira final do dia, Arthur Nory ganhou a medalha de prata na final do solo. Ele fez uma apresentação no mesmo nível das eliminatórias e do Mundial, tirou 13,933, e ficou só atrás do canadense Felix Dolci, campeão do individual geral, que voltou ao alto do pódio com nota 14,233.
Yuri Guimarães era quem poderia ameaçar o ouro do canadense, mas cometeu diversas falhas na sua série e terminou no oitavo e último lugar da final, com 11,966. O jovem brasileiro chorou bastante após a final. Amanhã ele estará na final do salto, junto com Nory. Também amanhã, Diogo Soares e Bernardo Miranda fazem final das paralelas e, Nory e Bernardo, na barra fixa. Nenhum brasileiro avançou às disputas por medalhas nas argolas e cavalos com alças, ainda hoje.
Informações UOL

Perder peso sem abrir mão de alguns hábitos, geralmente, é inviável. Por isso, muitas pessoas não acreditam que podememagrecer sem sofrer. Mas, de acordo com amédica nutróloga Dra. Marcella Garcezessa crença não é real. Dessa maneira, a especialista separou nove dicas fundamentais para você conseguir emagrecer de uma maneira tranquila. Confira:

Priorizar uma dieta balanceada. Incluindo proteínas magras, vegetais, frutas, grãos integrais e fontes saudáveis de gordura.
Prestar atenção ao tamanho das porções para evitar o excesso de calorias. Usar pratos menores, se necessário.
Preferir alimentos não processados como base do hábito alimentar e evitar o consumo excessivo de produtos industrializados ricos em açúcares, gorduras trans e sódio.
Alimentos ricos em fibras, como vegetais, frutas e grãos integrais, ajudam a aumentar a saciedade e a regular o apetite nas refeições.
Manter-se bem hidratado, pois a água pode ajudar a controlar o apetite e a evitar a confusão entre sede e fome.
Reduzir o consumo de açúcares adicionados em bebidas e alimentos.
As proteínas ajudam a manter a saciedade e a preservar a massa muscular durante a perda de peso.
Dietas muito restritivas podem ser insustentáveis a longo prazo e prejudicar a saúde.
Permitir-se desfrutar de pequenas porções de alimentos indulgentes ocasionalmente, com muita moderação.
“É importante adaptar as orientações às necessidades individuais. É sempre recomendável consultar um médico de confiança antes de iniciar qualquer programa de perda de peso”, esclarece a Dra. Marcella.
Informações TBN
Ministra Anielle Franco havia dito que a iniciativa era ambiciosa, mas confundiu critérios, desconsiderando inclusão de pardos

O presidente Lula (PT) assinou no final de março um decreto prevendo cotas de 30% de vagas em cargos de chefia para negros, na administração federal.
O curioso é que um detalhe no texto acabou fazendo com que as metas anunciadas não tenham efeito, já que as cotas estavam praticamente cumpridas no momento do anúncio.
O texto do decreto utiliza o conceito de negro que abrange pretos e pardos.
Segundo dados do Painel Estatístico de Pessoal do governo federal, o percentual de pessoas negras (pretas e pardas) em cargos de confiança, no momento do anúncio da política de cota, já era de 39,6%, já superando com certa folga a meta.
Durante o anúncio, em março, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, fez uma confusão com os conceitos ao explicar a proposta.
Ela declarou que se tratava de uma meta ambiciosa, considerando que os negros representavam menos de 5% dos cargos comissionados e, com o decreto, iriam passar para 30%.
“Hoje, a gente está ainda levantando números exatos que temos, mas a gente sabe de outros históricos que eram números abaixo de 5%”, disse ela na época.
Porém, Anielle se referia apenas ao porcentual de pretos nos cargos de comissão e confiança. Segundo dados de março do Painel Estatístico de Pessoal do governo federal, os pretos representavam 5,33% dos ocupantes de cargos de nível 1 a 12 e 5,55% de nível 13 a 17.

Seis meses depois, em setembro, esses percentuais passaram para 5,69% e 6,53%, respectivamente.
Em contradição à Anielle, os ministérios da Igualdade Racial e da Gestão e Inovação em Serviço Público explicaram que os números deveriam levar em conta pretos e pardos, como prevê o decreto.
A pasta chefiada pela ministra afirmou que ela se equivocou.
“Sobre a declaração da ministra, a informação de 5% se referia à quantidade de pessoas autodeclaradas pretas em cargos de confiança no serviço público”, informou o ministério em nota para o jornal Folha de S. Paulo.
“Ao citar o dado sobre pessoas negras (pretos e pardos), a ministra acabou dando a informação somente referente a pessoas pretas.”
Dessa forma, com a participação dos pardos, a meta de 30% já estava alcançada no momento da assinatura do decreto.
Segundo o Painel Estatístico de Pessoal, o índice de pessoas negras (pretas e pardas) em cargos de confiança, no momento do anúncio da política de cota, em cargos de nível 1 a 12 era de 39,6%, já superando com certa folga a meta.
Para cargos de nível 13 a 17, o percentual era de 29,23%, apenas 0,77 ponto percentual abaixo da meta.
O Ministério da Igualdade Racial informou que, quando trabalhou na formulação do decreto, havia uma grande quantidade de servidores que não declarava a sua cor e raça.
Por isso, segundo a pasta, trabalhou com dados desatualizados.
Informações Revista Oeste

O deputado federal Júnio Amaral (PL-MG) disse nesta terça-feira (24) que o ministro da Justiça, Flávio Dino, parece se sentir mais seguro no Complexo da Maré do que na Câmara dos Deputados. A fala foi feita durante audiência na Comissão de Segurança Pública em que deputados criticaram o ministro por não comparecer a uma convocação para prestar esclarecimentos ao colegiado.
“Será que a gente não pode marcar essa convocação no Complexo da Maré? Porque lá ele sente seguro, lá ele vai tranquilamente, não tem medo de arma e nem dos agentes que possam estar armados”, ironizou Amaral.
A referência ao Complexo da Maré foi feita porque o ministro visitou uma área comandada por uma fação criminosa no dia 13 de março deste ano, e recusou a convocação para audiência no colegiado, alegando ser alvo de “agressões” dos integrantes da Comissão.
A recusa de Dino foi apresentada por meio de um ofício entregue ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). No documento, o ministro afirma que “falta capacidade e isenção” ao presidente do colegiado, o deputado Sanderson (PL-RS), e alegou resguardo à sua integridade física ao citar a afinidade de parte dos integrantes da Comissão com o movimento pró-armas.
Informações TBN

Foto: Joedson Alves/Agência Brasil
A maioria dos réus que estão sendo julgados pelos atos no 8 de janeiro em Brasília estão recebendo penas maiores ou iguais às de condenados por crimes hediondos, como homicídio qualificado, estupro e ocultação de cadáver.
As penas impostas pelo relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, estão variando de 12 a 17 anos de prisão, com exceção de dois casos em que as penas são menores.
O primeiro julgado pelos atos foi o ex-funcionário da Sabesp, Aécio Lúcio Costa Pereira, que recebeu uma pena de 17 anos de prisão por cinco crimes.

De acordo com o Código Penal, crimes como estupro, tráfico de drogas, corrupção e homicídio simples têm penas menores ou parecidas com a de Aécio.
Os réus estão sendo julgados por cerca de cinco crimes. São eles: abolição violenta do Estado democrático de direito (de4 a 8 anos), golpe de Estado (de 4 a 12 anos), dano qualificado (de 6 meses a 3 anos e multa), deterioração do patrimônio tombado (de 6 meses a 2 anos e multa) e associação criminosa (de 1 a 3 anos).
Uma reportagem daGazeta do Povoseparou sete crime violentos em que os condenados tiveram penas parecidas ou menores que os condenados pelos atos em Brasília.
Revista Oeste

Seis em dez brasileiros estão preocupados com o aumento do preço dos alimentos nos supermercados e 44% só compram o essencial.
É o que indica um estudo da EY-Parthenon, braço de pesquisa da consultoria EY, que ouviu mais de 21 mil pessoas em 27 países, sendo mil delas no Brasil.
A pesquisa mostrou ainda que, no país, as sessões de descontos e itens próximos do vencimento, que levam à diminuição dos preços nas gôndolas, também estão em alta.
Cerca de 62% dos entrevistados afirmaram que só compram alimentos de marca quando estão em liquidação, promoção ou desconto, enquanto 28% consideram alternativas alimentares mais baratas nos casos em que os preços gerais sobem.
Quando questionados sobre compras de roupas, os consumidores afirmaram que a tendência é comprar menos e melhor.
Neste segmento, 43% dos entrevistados disseram que estão comprando menos em decorrência dos aumentos de preços, 53% estão menos interessados nas últimas tendências da moda e 66% tentam consertar seus itens ao invés de comprar novos.
Outra descoberta envolve a falta de intenção dos brasileiros em comprar novos aparelhos tecnológicos. Pelo menos 30% dos entrevistados disseram não ter mais interesse em comprar aparelhos de última geração, enquanto outros 44% planejam gastar menos em eletrônicos nos próximos meses.
A EY-Parthenon ouviu mil pessoas no Brasil entre 16 de maio e 14 de abril.
Folha de SP

Um homem, de prenome André, morreu na manhã desta terça-feira (24), após trocar tiros com policiais militares da Rondesp Leste no bairro Aviário, em Feira de Santana.
De acordo com a assessoria de comunicação do Comando de Policiamento Regional Leste (CPR-L), após o confronto, os policiais ainda prestaram socorro ao homem, encaminhando-o para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), onde não resistiu aos ferimentos.

Segundo a Polícia Militar, o homem era envolvido com uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e homicídios em Feira de Santana.
Com ele, foram apreendidos diversos materiais, como arma de fogo, uniformes, colete e entorpecentes, que segundo a PM, eram ostentados em redes sociais.

Veja a relação:
▪️01 pistola CANIK 9MM (numeração suprimida) 19 disparos;
▪️01 carregador alongado;
▪️01 colete balístico com duas placas;
▪️20 munições 9MM;
▪️33 porções de maconha menores;
▪️01 porção maconha maior;
▪️01 CELULAR MARCA SAMSUNG
▪️01 CORRENTE METAL DOURADA
▪️01 RELÓGIO DOURADO
▪️01 UNIFORME TIPO CAMUFLADO
▪️01 UNIFORME MILITAR
▪️DIVERSAS EMBALAGENS PLÁSTICAS PARA ACONDICIONAMENTO DE DROGAS.
Fonte: Acorda Cidade

Foto: Evaristo Sá/AFP.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (foto), faltou novamente nesta terça-feira, 24, a uma audiência da comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados.
A sessão estava marcada para começar às 9 horas.
Na rede social X, antigo Twitter, o ministro afirmou que iria, a convite da PGR, participar de uma reunião sobre terras indígenas.
“Atendo agora a convite da Procuradoria Geral da República para reunião sobre terras indígenas. Sempre estamos prontos a colaborar para que a Constituição, as leis e a jurisprudência sejam cumpridas, em relação a todos os temas”, escreveu.
Em nota, o Ministério da Justiça afirmou que Dino deseja comparecer a uma sessão de “comissão-geral”, no plenário da Câmara dos Deputados, para que “possa atender simultaneamente a todas as solicitações de esclarecimento com a devida segurança, tendo garantida sua integridade física e moral, bem como a imposição do decoro parlamentar, o que não se verifica na Comissão de Segurança Pública”.
Dino havia sido convocado pelo colegiado no início do mês para prestar esclarecimentos sobre uma declaração na qual atribuía ao governo de Jair Bolsonaro a violência vivenciada pelo estado da Bahia. Dino faltou sob alegação de agenda.
Parlamentares da comissão chegaram a pedir a expedição de um mandado de condução coercitiva, uma vez que em caso de convocação a presença é obrigatória, mas decidiram reconvocar o ministro.
O Antagonista

O presidente do PL na Bahia, João Roma, disse que o encontro com o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), não deixou de ser uma sinalização de proximidade com o gestor, mas garantiu que não há nada consolidado sobre apoio nas eleições municipais de 2024. “Fui à Prefeitura entregar um documento sobre a questão da liberdade econômica, sobre a diminuição da carga tributária em Salvador. Logo, não tem nada sacramentado, não tem anúncio do PL sobre apoio à reeleição de Bruno Reis”, disse Roma em entrevista à Rádio Salvador FM.
Roma explicou que, em reunião anterior com o prefeito, mencionou que estava realizando um estudo para apresentar propostas para a desburocratização e redução de impostos na capital baiana, melhorando a capacidade de atração e geração de novos negócios em Salvador. “O prefeito então propôs que eu antecipasse o documento ao invés de apresentá-lo como proposta em período eleitoral. Então chamei os deputados do PL para me acompanhar. Não tenho dificuldade nenhuma de estabelecer diálogo”, disse Roma. O dirigente partidário foi acompanhado pelos deputados federais João Carlos Bacelar, Capitão Alden e Roberta Roma; os deputados estaduais Leandro de Jesus e Diego Castro; e os vereadores Isnard Araújo e Alexandre Aleluia.
O ex-ministro da Cidadania salientou que, nos próximos meses, o caminho é avançar nessas discussões dentro do PL para definir se o partido manterá uma candidatura própria ou o apoio a Bruno. Roma disse que a legenda pretende aumentar o bancada na Câmara Municipal de dois para cinco vereadores. “Temos um eleitorado a quem devemos dar satisfação. No último ano, tivemos quase 10% dos votos em Salvador. Essas pessoas querem menos impostos. Esse é o público a quem devemos dar satisfação. Em virtude da possibilidade de uma aproximação, não queria tratar de espaço político. Salientei que não tenho interesse de tratar dessa forma”, disse Roma.
João Roma disse que sua pré-candidatura a prefeito da capital está mantida, mas reiterou que há condições para união com Bruno Reis, principalmente em um cenário em que o PT já detém o controle do estado e da União e busca conquistar as principais cidades baianas. “Precisamos atuar em uma estratégia que não comprometa o avanço da direita na Bahia”, destacou o ex-ministro.
Ainda comentando sobre a política na capital, ele disse que o único ponto que determinaria um distanciamento de Bruno Reis seria uma aproximação entre o prefeito e o PT. “Como já se mostra claramente que não é por aí que as coisas vão caminhar, já sai de cena um impeditivo para que tenha um entendimento. Orientados pelo presidente Bolsonaro, não podemos jogar com a vaidade. Hoje o PL sai com uma forte estrutura; sozinho tem quase 20% de quase todo o tempo de rádio e TV”, comentou o ex-deputado federal.
O presidente estadual do PL reforçou ainda que não considera a hipótese de ser candidato a prefeito em outra cidade além de Salvador. “Temos 417 municípios e estou sendo demandado para estar em muitas cidades na Bahia”, explicou. E continuou: “essa é a cidade onde eu vivo, fazendo esses estudos e diagnósticos. Também não tem sido nosso foco ter a vice [de Bruno Reis]. Até nas reuniões internas do PL, não enxergamos o espaço de vice como uma meta, não vemos isso como um caminho estratégico, pois em geral o vice fica muito à mercê da boa vontade do prefeito para atuar ou não”, justificou.
Roma também comentou o desempenho do governador Jerônimo Rodrigues. “Ele tem buscado uma linha de ser uma figura simpática, onde ele leva muita vantagem, pois as pessoas fazem um contraste dele com Rui Costa, que não tinha a simpatia como seu forte. Mas é um governo que, ate hoje, não apresentou plano estratégico para áreas como infraestrutura, atração de investimentos, soluções que podem melhorar a administração pública em benefício da vida dos baianos”, apontou Roma. O dirigente ainda citou um dos problemas mais graves: “isso sem falar no quesito da segurança pública que, apesar dos esforços do governador, que respaldou a ação dos agentes da segurança pública, sabe que essa situação é resultado da leniência do PT. O crime organizado ganhou terreno fértil na Bahia, principalmente por conta dessa leniência”.