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Foto: Jorge Magalhães

Feira de Santana faz parte dos municípios que receberão a vacina contra a dengue ainda neste mês de fevereiro. A notícia foi divulgada pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (25), no site oficial da pasta.

Entretanto, a Secretaria Municipal de Saúde aguarda nota técnica com mais informações sobre a logística para distribuição e aplicação das doses.

Entre os critérios para a escolha de Feira estão a população acima de 100 mil habitantes, a alta transmissão de dengue que foi registrada no ano de 2023 e que fez o governo municipal decretar situação de epidemia- situação que segue de julho até o momento. Além disso, também foi considerado o predomínio do sorotipo DENV-2, confirmado pelas análises realizadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen).

De acordo com as informações do Ministério, no primeiro momento, serão imunizadas as crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos. O esquema vacinal será composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas.


Gage Skidmore

O governador do Texas, Gregory Wayne Abbott, está em confronto aberto com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, devido à intervenção do governo federal para impedir o Estado republicano de proteger suas fronteiras.

Ao mobilizar suas tropas e resistir à intervenção federal, Greg declarou publicamente que o governo dos Estados Unidos violou o acordo estabelecido entre o governo federal e os estados. Ele afirmou que o Poder Executivo dos EUA tem a responsabilidade constitucional de fazer cumprir as leis federais que visam proteger os estados, incluindo as leis de imigração em vigor.

De acordo com ele, “o presidente Biden se recusou a aplicar essas leis e até as transgrediu, resultando em recordes de imigração ilegal”.

Apesar de ter sido alertado através de uma série de cartas, uma das quais entregue pessoalmente, Joe Biden ignorou a demanda do Texas para que cumprisse suas obrigações constitucionais.

Greg argumentou que o presidente Biden quebrou o compromisso de aplicar devidamente as leis de imigração estabelecidas pelo Congresso. Em vez de processar imigrantes por entrada ilegal, Biden enviou seus advogados ao tribunal federal para processar o Texas por tomar medidas de proteção na fronteira.

No documento, destaca-se que, sob as políticas fronteiriças consideradas sem lei do presidente Biden, mais de 6 milhões de imigrantes ilegais atravessaram a fronteira sul. O governador ressalta que isso supera a população de 33 estados do país, e a recusa ilegal de proteger os estados causou danos sem precedentes em todo o território dos Estados Unidos.

Diante da revolta, o governo federal mobilizou a Guarda Nacional, que busca resistir em nome da administração democrata.

No meio do impasse, 25 estados dos EUA formalizaram seu “apoio incondicional” ao Texas. Apesar de a Suprema Corte apoiar o governo Biden, esses estados afirmam que farão valer o que a Constituição americana garante. Portanto, o Texas pode contar com seu respaldo em todas as áreas necessárias para evitar a violação de seus direitos.

Esses estados incluem Alabama, Alasca, Arkansas, Flórida, Geórgia, Idaho, Indiana, Iowa, Luisiana, Mississippi, Missouri, Montana, Nebraska, Nevada, Nova Hampshire, Dakota do Norte, Ohio, Oklahoma, Carolina do Sul, Dakota do Sul, Tennessee, Utah, Virgínia, West Virginia e Wyoming.

Com informações de Conexão Política


Imagem: Reprodução/Instagram

Deborah Secco, 44, revelou alguns detalhes de seu casamento aberto com Hugo Moura, 33.

Atriz rebateu críticas por manter uma relação não monogâmica e falar sobre isso abertamente. “Eu não sou vulgar, a minha opinião sobre liberdade feminina ela é ainda um choque para uma sociedade machista, quando eu falo sobre relações abertas, monogamia, sobre liberdade sexual, prazer. Eu olho para o mundo com um olhar que tenta enxergar uma verdade não hipócrita, tento enxergar as pessoas de verdade, as relações de verdade”. As declarações foram em entrevista ao podcast Diaz On, da Carla Diaz.

Secco disse que homens foram educados de forma não monogâmica. “Eu acho difícil mesmo homens monogâmicos a longo prazo, acho difícil pessoas monogâmicas a longo prazo. Acho quase impossível. O homem é criado para não ser monogâmico. A sociedade criou o homem para ser garanhão. Talvez eles até queiram ser [monogâmicos], mas eles foram criados para não ser”.

Deborah ressaltou que abrir relação evitar que ela seja “corna”. “Eu não vou mais ser a corna, a idiota, não quero esse lugar para mim. Eu sou casada com o cara que eu mais amo, meu melhor amigo, pai da minha filha, meu parceiro, o cara que sabe tudo sobre mim, ele convive com meu pior e meu melhor, eu não posso mentir pra esse cara, ele não pode mentir pra mim. Eu tenho que saber tudo dele, ele tem que saber tudo de mim”.

Secco destacou a cumplicidade e a parceria com Hugo. “A gente tem que ser honesto e a gente tem que aceitar que vivemos em uma sociedade que é difícil demais, que pessoas interessantes vão surgir a cada momento, que eu vou cruzar com alguém interessante e que eu vou chegar em casa e a gente vai conversar sobre isso ou não também como escolha. Mas a gente vai saber que vivemos isso. Talvez a gente não converse caso a caso, talvez a gente precise refazer combinados ao longo da vida. A minha relação ela é combinada diariamente. Talvez em um momento em que a gente esteja frágil seja melhor fechar a relação, porque a gente pode se perder. Talvez num momento em que a gente esteja forte pode se divertir e o sexo ser um sexo casual que não interfira no que a gente sente um pelo outro. O que não quero é que ele minta pra mim”.

Deborah Secco e Hugo Moura estão juntos desde 2015. Eles são pais de Maria Flor, 8.

UOL


Foto: Divulgação/Amazon

A Amazon pode lançar lançar uma versão por assinatura da Alexa já em junho, segundo relatos de fon. A iniciativa surge como uma tentativa da empresa de transformar a assistente de voz em uma fonte viável de receita, após anos de desafios financeiros com a ferramenta. Não há detalhes oficiais de como seria a mudança, mas a expectativa é que a nova versão use inteligência artificial generativa, uma das tendências dos últimos anos.

Apesar dos planos ambiciosos, fontes internas da Amazon revelam que há tensões sobre a viabilidade do modelo de assinatura, de acordo com o site Business Insider. Há também dúvidas sobre se os consumidores estarão dispostos a pagar por um serviço que era totalmente gratuito. O site TechTudo apurou que a Amazon Brasil não tem planos de cobrar pela assistente virtual no país.

A Amazon enfrenta um momento decisivo com sua assistente de voz. Segundo um relatório recente do Business Insider, a empresa precisa que a nova versão por assinatura da Alexa gere receita de maneiras que a assistente de voz nunca fez antes.

Questionada pelo site Ars Technica, a gigante do comércio eletrônico não comentou o relatório, mas as citações de funcionários anônimos da Amazon sugerem uma incerteza sobre o sucesso do novo modelo de negócios. A Alexa, conhecida por atender a consultas básicas, enfrenta o desafio de convencer os usuários a pagar por funcionalidades mais avançadas e interativas.

Em setembro, David Limp, então vice-presidente sênior de dispositivos e serviços da Amazon, demonstrou uma Alexa capaz de lidar com diferentes demandas para vários aplicativos, sendo necessária apenas uma única frase falada. Além disso, a ferramenta promete entender comandos mais complexos, e sem necessidade do prompt “Alexa”. Esta evolução aponta para a introdução da “Remarkable Alexa”, uma tecnologia que promete ser mais conversacional, mas que, segundo relatos, ainda apresenta desafios, como respostas longas ou imprecisas.

Apesar dos desafios técnicos e das incertezas internas, a Amazon vê a necessidade de tornar a Alexa uma fonte de receita viável, principalmente por conta dos altos custos associados à pesquisa e desenvolvimento de IA generativa. Com a perspectiva de lançar a versão por assinatura em junho sob o nome de “Alexa Plus”, a empresa enfrenta o desafio de equilibrar a necessidade de inovação com a realidade de um mercado que pode não estar pronto para pagar por um assistente de voz.

Alexa vai ser paga no Brasil?

No Brasil, porém, a situação parece ser diferente. Até o momento, não há indicações de que a Amazon planeje introduzir a versão por assinatura da Alexa no mercado brasileiro. A empresa confirmou que o projeto “não é válido para o Brasil”. Isso pode representar uma abordagem regionalizada da empresa, talvez refletindo as diferenças nos padrões de uso e nas expectativas dos consumidores em diferentes partes do mundo.

A decisão da Amazon de potencialmente cobrar pela Alexa em apenas alguns mercados destaca a complexidade de implementar modelos de negócios globais, sobretudo em um mundo cada vez mais digital e interconectado. Resta ver como os consumidores reagirão a essa mudança significativa em um serviço que muitos passaram a considerar essencial em seu dia a dia.

TechTudo/Com informações de Business Insider e Ars Technica (1 e 2)


Foto: Juan Mabromata/AFP

O presidente Javier Milei conseguiu fazer seu pacotão de reformas ultraliberais para a Argentina avançar no Congresso. Mas não sem resistências.

Seu projeto, apelidado de “lei ônibus”, recebeu um parecer favorável de comissões da Câmara dos Deputados e deve ir a plenário na próxima semana. As negociações, porém, enfrentam obstáculos principalmente em três pontos —o aumento de impostos sobre o agronegócio, a fórmula de reajuste de aposentadorias e, por fim, os poderes extraordinários que a lei dará ao Presidente caso seja aprovada. Farpas recentes com governadores também complicam o cenário.

Chamado pelo governo de “Bases e Pontos de Partida para a Liberdade dos Argentinos”, o projeto tem como principais objetivos a desregulamentação da economia e o corte de gastos públicos, abrindo caminho, por exemplo, para a privatização total ou parcial de 40 empresas estatais.

A coalizão de Milei, A Liberdade Avança, tem uma pequena minoria dos parlamentares (37 dos 257 deputados e 7 dos 72 senadores). Por isso, ele depende de forças de centro e centro-direita para que as medidas sejam aprovadas, como o grupo Juntos pela Mudança, do ex-presidente Mauricio Macri, e o partido União Cívica Radical (UCR), a “oposição dialoguista”.

Na segunda (22), após duas semanas de debates, o governo recuou em alguns pontos e apresentou uma nova versão do projeto que excluía 141 dos 664 artigos originais. As mudanças incluíram a eliminação de uma reforma eleitoral que pretendia acabar com as Paso, as eleições primárias, e a retirada da petroleira YPF da lista de privatizações.

Na madrugada de quarta (24), então, horas antes da greve geral convocada por centrais sindicais contra a lei, as comissões da Câmara deram vitória a Milei e chegaram a um “parecer de maioria”, permitindo que o texto vá a plenário antes de seguir para o Senado. No total, 55 deputados assinaram o relatório favorável ao governo, mas 34 deles com “dissidência parcial”.

O processo não correu sem sobressaltos. Algumas forças racharam, e três deputados peronistas da província de Tucumán se rebelaram e ameaçaram se separar do bloco opositor e formar sua própria bancada, o que gerou surpresa e motivou críticas dos sindicatos em meio à greve. O trio acabou votando a favor de Milei.

“Estamos aqui para exigir dos deputados que fazem campanha cantando a marcha peronista, mas quando precisam rejeitar uma lei que vai contra os trabalhadores, escondem-se e temos que buscá-los em seus escritórios”, disse Pablo Moyano, líder dos caminhoneiros, durante discurso num palco montado em frente ao Congresso.

Os recuos do governo não são, contudo, suficientes para garantir que as reformas passarão.

A expectativa de Milei era de que a votação no plenário ocorresse ainda nesta quinta (25), numa sessão estendida. Mas as discordâncias que ainda rondam a proposta fizeram com que esse prazo fosse adiado para a semana que vem. Fala-se em terça-feira (30), mas não há confirmação oficial em relação à data.

Um dos principais obstáculos tem sido a taxação a produtores rurais. Apesar de ter dito na campanha que “antes de aumentar um imposto cortaria um braço”, o presidente agora não quer abrir mão da importante receita que a tributação das exportações agropecuárias rende à Argentina, ainda mais num contexto de ajuste fiscal.

A ideia é subir os impostos da soja (de 31% para 33%), trigo, milho (de 12% para 15%), carne bovina (de 9% para 15%) e produtos industriais (de 0% para 15%). O governo chegou a recuar com relação às chamadas “economias regionais”, como cítricos, algodão, erva-mate e tabaco, mas ainda assim enfrenta resistência.

“Nosso bloco permitiu que seu governo contasse com um parecer de comissão em tempo recorde, apesar da inédita minoria do governo no Congresso. […] Mas se sua sugestão é para que façamos ajustes na aposentadoria ou aumentemos os impostos, saiba que isso não vai acontecer. Isso não vai virar lei”, reagiu o deputado Rodrigo de Loredo, líder do bloco da UCR, nesta quarta.

A tensão subiu ainda mais com falas do ministro da Economia, Luis Caputo, interpretadas por governadores como uma ameaça —ainda que ele tenha dito o contrário. “Hoje tive uma reunião […] para delinear todos os repasses provinciais que serão cortados imediatamente se algum dos artigos econômicos [da lei ônibus] for rejeitado”, escreveu ele no X.

“O Ministro da Economia, que não teve a coragem de vir ao Congresso [explicar suas medidas], tem que parar de pressionar os governadores e tentar buscar acordos com os governos provinciais em vez de ameaçá-los”, respondeu o deputado Miguel Pichetto, presidente do bloco da oposição “dialoguista”.

O governo de Milei redobrou a pressão contra os líderes regionais nesta quinta (25) ao dizer que vai sugerir ao chefe do Ministério Público a criação de uma equipe especializada em investigar casos de corrupção de funcionários públicos, federais e provinciais, apesar de um grupo com essas funções já existir hoje.

Resta saber se até a próxima semana as rusgas entre o presidente e os parlamentares resultarão na aprovação ou rejeição de uma das maiores e mais velozes reformas que um presidente recém-empossado tenta fazer na Argentina.

Folha de SP/JÚLIA BARBON


ABR

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, comparou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) ao senador Sergio Moro e disse que “o sonho” do magistrado é ser presidente da República.

O mandachuva do partido de Jair Bolsonaro, que no passado já tentou armistício com o ministro do Supremo, decidiu elevar o tom.

— Ele (Alexandre de Moraes) quer se mostrar, quer ser candidato a presidente. É o caminho do Moro. O camarada aparece na televisão, nos jornais e enlouquece. A soberba ataca e você não percebe. É o que ele quer. Não tenha dúvida. Quem imaginava que o Moro seria candidato e iria largar a carreira dele? Ninguém — disse Valdemar à coluna. O presidente do PL afirmou ainda que Moraes “sonha” em concorrer ao Palácio do Planalto.

As declarações foram dadas após uma operação da Polícia Federal ser deflagrada contra o deputado federal e pré-candidato do PL à prefeitura do Rio de Janeiro, Alexandre Ramagem, com autorização de Moraes.

Ramagem foi alvo da investigação da PF que mira a atuação de uma suposta “organização criminosa” na Agência Brasileira de Inteligência (Abin). O inquérito aponta que um grupo da agência monitorou, de maneira ilegal, uma série de autoridades, ao longo da gestão de Alexandre Ramagem na chefia do órgão.

O Globo/BELA MEGALE


O caso que originou o processo ocorreu em 27 de maio de 2020, em uma entrevista concedida pelo pedetista

Ciro Gomes - Damares alves
O então candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, durante evento de campanha na Abrinq, na capital paulista — 25/8/2022 | Foto: André Ribeiro/Estadão Conteúdo

O ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) virou réu pelos crimes de calúnia, difamação e injúria contra a senadora Damares Alves (Republicanos-DF). A 3ª Vara Criminal da Comarca de Fortaleza aceitou a queixa-crime movida pela ex-ministra da Mulher do governo de Jair Bolsonaro, que foi chamada de “bandida nazifascista da quadrilha do Bolsonaro” pelo político de esquerda.

O caso que originou o processo ocorreu em 27 de maio de 2020, em uma entrevista concedida pelo pedetista ao canal Portal do José no YouTube. O vídeo não está mais disponível. O juiz Ricardo Nogueira destacou que a decisão é “uma mera admissibilidade da acusação, não cabendo nessa fase processual exame aprofundado do teor dos fatos narrados”.

Em maio de 2023, uma audiência de conciliação foi marcada, mas as partes não chegaram a um acordo. A assessoria de Ciro foi procurada para comentar o caso, mas não se manifestou.

Ciro Gomes e Damares Alves em relação ao caso

aumento de salarios - damares alves - stf - cristiano zanin
A senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A partir decisão da 3ª Vara Criminal, no último dia 18, Ciro Gomes tem dez dias para responder à acusação.

Em seu perfil no Twitter/X, Damares Alves afirmou que recebeu a notícia “com muita alegria”. Ela afirmou não ter medo de “coronéis” ou de quem quer intimidar as mulheres “a não participar do processo político”.

“Ele vai ter que provar que eu sou ‘bandida nazifascista’”, afirmou a senadora, em vídeopublicado em sua conta na rede social. O material foi postado na noite desta quarta-feira, 24.


Revista Oeste, com informações da Agência Estado


Trama ganhou segunda versão após 25 anos da primeira

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Os fãs do filme “O Auto da Compadecida” já podem se preparar para comparecer ao cinema e matar a saudade da drama protagonizada pelos atores Selton Mello e Matheus Nachtergaele, a continuação do filme entra em cartaz após 25 anos da sua primeira versão. O anuncio foi feito pela página oficial do Instagram do projeto. 

“Definida a data de lançamento do filme brasileiro mais aguardado de todos os tempos. O Auto da Compadecida 2 estreia nos cinemas brasileiros no dia 25 de dezembro de 2024. Selton Mello + Matheus Nachtergaele e um elenco de peso vão divertir e emocionar fortemente o público brasileiro! Marque na agenda: 25 de dezembro de 2024! Presente de Natal que chama, né? Prepare-se para as novas e fabulosas aventuras de João Grilo e Chicó!” 

Informações Bahia.ba


Conselho Monetário Nacional define limites de crédito

Foto: José Cruz / Agência Brasil

Os estados, municípios e o Distrito Federal poderão pegar até R$ 26 bilhões emprestados no sistema financeiro nacional em 2024. Na primeira reunião do ano, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu o volume global para contratações de operações de crédito internas pelos governos locais. Dos R$ 26 bilhões, os governos estaduais e prefeituras poderão pegar até R$ 17 bilhões em empréstimos com garantia da União – em que o Tesouro Nacional cobre eventuais calotes – e R$ 9 bilhões em empréstimos sem garantia.

A partir deste ano, o CMN estabeleceu sublimites para operações de crédito para empreendimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e para parcerias público-privadas (PPP). Em relação ao PAC, os governos locais poderão pegar emprestados no sistema financeiro R$ 5 bilhões em crédito sem garantia da União e R$ 2 bilhões em crédito com garantia. Haverá ainda um limite de R$ 2 bilhões sem garantia para as PPPs.

Segundo o Tesouro Nacional, o maior valor para operações com garantia tem como objetivo estimular os governos locais a melhorar a gestão fiscal. Isso porque os empréstimos com garantia da União só podem ser concedidos para entes públicos com capacidade de pagamento A e B, as melhores notas concedidas pelo Tesouro. O limite de crédito para órgãos e entidades da União foi mantido em R$ 625 milhões. O limite com garantia federal a Itaipu ficou em R$ 1,737 bilhão e o limite sem garantia federal para a Eletrobras Termonuclear totalizou R$ 2,714 bilhões.

Com a decisão desta quinta-feira (25), o limite de contratação de crédito por entes públicos caiu de R$ 37,125 bilhões para R$ 31,076 bilhões em 2024. O teto fica mantido em R$ 15,625 bilhões para 2025 e foi instituído o mesmo valor para 2026. Desde dezembro de 2021, o CMN fixa os limites para o ano corrente e os dois anos seguintes. O CMN é um órgão colegiado presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

Informações Bahia.ba


Reprodução

A Microsoft demitiu 1.900 pessoas nesta quinta-feira (25) de suas áreas de games. Os setores com maior impacto foram as empresa Activision, Blizzard e King, adquiridas por US$ 69 bilhões em um negócio finalizado em outubro de 2023, e Xbox, que inclui o videogame, estúdios de desenvolvimento de jogos e o serviço Gamepass.

A área de games da empresa tinha cerca de 22 mil funcionários antes do corte. A Microsoft é avaliada em mais de US$ 3 trilhões, sendo a segunda companhia (depois da Apple) de quebrar a marca do trilhão em valor de mercado.

Activision, de ‘Call of Duty’, Blizzard, de ‘World of Warcraft’, e King, de ‘Candy Crush’, sofream com demissões nesta quinta (25). — Foto: Microsoft via BBC

A Activision é responsável pela série de sucesso “Call of Duty”, a Blizzard por jogos como “World of Warcraft”, “Overwatch”, “Diablo” e “Hearthstone”, e a King pelo sucesso dos celulares “Candy Crush”.

O presidente da Blizzard, Mike Ybarra, e um dos fundadores do estúdio, Allen Adham, também saíram da empresa.

“É um dia extremamente difícil para mim e minha energia e apoio estarão focados em todos os indivíduos incríveis afetados” pela decisão da empresa, disse Ybarra em sua conta na rede social X, antigo Twitter.

Em comunicado enviado aos funcionários afetados pelas demissões, o chefe da divisão Xbox, Phil Spencer, afirmou que os cortes ocorreram após serem encontradas sinergias entre as duas empresas (leia a íntegra abaixo).

Spencer disse aos trabalhadores que a Microsoft e a Activision estão comprometidas em encontrar uma “estrutura de custos sustentável” para expandir o negócio de jogos online, que emprega 22 mil pessoas.

“Juntos, definimos prioridades, identificamos áreas de sobreposição e garantimos que estamos todos alinhados nas melhores oportunidades de crescimento”, acrescentou.

Em 2022, a Microsoft comprou a Activision Blizzard, uma das maiores empresas de games do mundo, por US$ 68,7 bilhões, cerca de R$ 379 bilhões. Este valor foi a maior aquisição do mercado de jogos. O negócio foi concluído em outubro de 2023.

A última vez que a Microsoft anunciou grandes demissões foi há um ano, afetando 10 mil funcionários.

Íntegra do comunicado sobre cortes

“Faz um pouco mais de três meses desde que as equipes de Activision, Blizzard e King se juntaram à Microsoft. À medida que avançamos em 2024, a liderança da Microsoft Gaming e Activision Blizzard está comprometida em alinhar uma estratégia e um plano de execução com uma estrutura de custos sustentável que apoiará todo o nosso crescente negócio. Juntos, estabelecemos prioridades, identificamos áreas de sobreposição e garantimos que todos estejamos alinhados nas melhores oportunidades de crescimento.

Como parte desse processo, tomamos a dolorosa decisão de reduzir o tamanho de nossa força de trabalho em jogos em aproximadamente 1.900 cargos, dos 22.000 membros de nossa equipe. A Equipe de Liderança em Jogos e eu estamos comprometidos em conduzir esse processo da maneira mais ponderada possível. As pessoas diretamente afetadas por essas reduções desempenharam um papel importante no sucesso da Activision Blizzard, ZeniMax e das equipes Xbox, e devem se orgulhar de tudo o que conquistaram aqui. Somos gratos por toda a criatividade, paixão e dedicação que trouxeram aos nossos jogos, jogadores e colegas. Forneceremos todo o nosso apoio àqueles que forem impactados durante a transição, incluindo benefícios de rescisão conforme as leis locais de emprego. Aqueles cujas funções serão impactadas serão notificados, e pedimos que tratem seus colegas que estão partindo com respeito e compaixão, consistentes com nossos valores.

Olhando para o futuro, continuaremos a investir em áreas que impulsionarão nosso negócio e apoiarão nossa estratégia de levar mais jogos a mais jogadores ao redor do mundo. Embora este seja um momento difícil para nossa equipe, estou tão confiante quanto sempre em sua capacidade de criar e nutrir jogos, histórias e mundos que unem os jogadores.”

Phil Spencer.

Cortes no Google

A dona do Windows não é a primeira empresa a cortar pessoal em 2024. No início de janeiro, o Google anunciou o desligamento de centenas de funcionários em todo o mundo.

O Google não deu detalhes do impactado das demissões no Brasil, mas disse que “alguns times continuam a fazer parte das mudanças organizacionais, que incluem a eliminação de alguns cargos globalmente”.

G1