Feira de Santana supera a marca de 42 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 42.025 pacientes curados da doença, índice que representa 86,4% dos casos confirmados. Além disso, nas últimas 24h foram registrados 323 exames negativos para o vírus e 81 casos positivos. Os resultados positivos de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 13 e 19 de julho que estavam aguardando resultado do laboratório. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 93 pacientes internados no município. O informativo também confirma mais duas mortes. As informações são da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste domingo (25). A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) identificou que o sistema utilizado para o acompanhamento dos pacientes infectados pela Covid-19, em Feira de Santana, não está contabilizando a quantidade correta de pacientes recuperados, ocasionando acúmulo no quantitativo de pacientes em isolamento e ativos. Até a solução e atualização do sistema, a divulgação dos casos ativos será acompanhada pelos dados da Secretaria do Estado da Bahia (Sesab).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE DOMINGO 25 de julho de 2021
Casos confirmados no dia: 81 Pacientes recuperados no dia: 109 Resultados negativos no dia: 323 Total de pacientes hospitalizados no município: 93 Óbitos comunicados no dia: 2
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 213 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 48.596 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de julho de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 5.550 Total de recuperados no município: 42.025 Total de exames negativos: 64.126 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de julho de 2021) Aguardando resultado do exame: 205 Total de óbitos: 930
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 25.085 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de julho de 2021) Resultado positivo: 4.856 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de julho de 2021) Em isolamento domiciliar: 10 Resultado negativo: 20.229 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de julho de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
A ginasta brasileira Rebeca Andrade, de 22 anos, se garantiu na manhã deste domingo (25) em três finais no Centro de Ginástica de Ariake, em Tóquio.
A atleta estará na disputa da medalha no individual geral da Olimpíada, competição na qual passou na segunda posição, com 57,399 pontos, atrás apenas da super favorita Simone Biles. No salto, Rebeca foi a terceira melhor com a média de 15,100 pontos nos dois saltos. No solo, com a apresentação embalada pela música do Baile de Favela, ela obteve a nota 14,066 pontos, ficando somente um décimo atrás da líder, a italiana Vanessa Ferrari.
A primeira final da Rebeca será na quinta-feira (29), às 07h50 (horário de Brasília), no individual geral. As medalhistas no salto serão conhecidas no próximo domingo (1º de agosto) e as melhores do solo brigarão pelas medalhas no dia 2 de agosto.
Remessa que chegou às 8h44 ao aeroporto de Campinas (SP) é a quinta das 13 anunciadas pela farmacêutica até 1º de agosto. Outra entrega está programada para o período da tarde
Foto: Policia Federal
A Pfizer entregou, na manhã deste domingo (25), mais 1 milhão de doses da vacina contra Covid-19 ao Brasil. Um outro lote, também com 1.053.000 de imunizantes, está previsto para chegar ao Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), no período da tarde. O total de 2,1 milhões de doses é o maior volume enviado pela companhia ao país em um único dia.
As remessas fazem parte dos 13 voos previstos pela empresa até 1º de agosto – entre a última terça (20) e sexta-feira (23), a empresa enviou 4 milhões de doses ao país.
Com a entrega da manhã deste domingo, a Pfizer já enviou 27 lotes ao país, totalizando 22,2 milhões das 200 milhões de doses contratadas pelo governo federal. A farmacêutica diz que vai cumprir o cronograma de entrega total até o final de 2021.
Segundo a Pfizer, as doses enviadas ao Brasil são produzidas na fábrica da Pfizer em Kalamazoo, no Michigan (EUA). Além da entrega de 13 milhões de doses até 1º de agosto, a operação será intensificada até setembro, com previsão de chegada de quase 70 milhões de doses no período.
No dia 20 de junho, a Pfizer enviou ao Brasil o primeiro lote de doses da vacina por meio do consórcio global Covax Facility. A entrega foi de 842 mil imunizantes.
A Pfizer utilizou o Aeroporto de Viracopos para todas as entregas ao Brasil até agora. A primeira remessa teve 1 milhão de doses e foi recebida pelo país em 29 de abril, em cerimônia que contou com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
A logística de entrega das doses ao governo federal conta com apoio da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Equipes acompanham o desembarque em Viracopos e escoltam o transporte rodoviário das doses até o centro de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP).
“As vacinas são despachadas de avião até o Aeroporto Internacional de Miami, nos Estados Unidos, para então seguir viagem rumo ao Brasil. Os imunizantes são descarregados do avião entre 30 minutos e 1 hora, dependendo da quantidade, e enviados para o centro de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos”, informa a Pfizer, em nota.
No fim de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou novas condições de conservação e armazenamento para a vacina da Pfizer, que agora pode ser mantida em temperatura controlada entre 2ºC e 8ºC por até 31 dias. A orientação anterior era de cinco dias.
Antes da liberação dos frascos para a vacinação, as doses da Pfizer precisavam ser armazenadas em caixas com temperaturas entre -25°C e -15°C por, no máximo, 14 dias. Tais condições não permitiam que a vacina fosse enviada para municípios distantes mais que 2h30 da capital do estado.
A vacina da Pfizer/BioNTech foi alvo de recusa e polêmicas dentro do governo federal. Ainda no ano passado, três ofertas formais para venda de 70 milhões de doses foram feitas pela empresa e ficaram sem resposta do Ministério da Saúde.
Pfizer alertou: doses reservadas ao Brasil iriam para outros países se não houvesse resposta
Também em dezembro, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, descartou a compra da vacina por causa da exigência de armazenamento em baixas temperaturas.
A vacina foi a primeira a obter registro sanitário definitivo pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em fevereiro deste ano.
O imunizante pode ser aplicado em pessoas a partir de 12 anos de idade, em duas doses, com intervalo de 21 dias entre elas. A vacina é a única que pode ser aplicadas em menores de 18 anos no Brasil.
Inicialmente a autorização da Anvisa permitia o uso a partir de 16 anos. Mas o órgão autorizou a mudança na bula da vacina no país. Entretanto, ainda não há perspectivas de vacinação dessa faixa etária no Brasil.
A ampliação da idade em adolescentes foi aprovada depois de a Pfizer apresentar estudos que indicaram a segurança e eficácia da vacina para este grupo. Os estudos foram desenvolvidos fora do Brasil e avaliados pela agência
A divulgação de notícias falsas – as fake news– resulta a cada ano, em todo o planeta, em prejuízos de quase R$ 500 bilhões. Boa parte desse montante é arcado por empresas. Diante desse cenário e com o objetivo de criar uma espécie de anticorpo social contra o problema – que vem ganhando escala por meio da internet – a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) elaborou um manual que pretende transformar os empregados das empresas “em verdadeiros agentes imunizadores contra notícias falsas na sociedade”.
O Manual Prático de Combate à Desinformação nas Empresas é o primeiro material de educação midiática que a Aliança Aberje de Combate às Fake News disponibiliza para o setor produtivo no Brasil, explica à Agência Brasil o diretor-geral da Aberje, Hamilton dos Santos.
Segundo o diretor, a ideia inicial do projeto foi aproveitar uma “iniciativa inspirada pelas lideranças de comunicação das grandes empresas para promover a instrução informativa dos funcionários dessas mesmas organizações” – todas ligadas à Aberje.
“Trata-se aqui de um universo nada desprezível de 6 milhões de trabalhadores. Em outras palavras, é um esforço inicial para transformar esses empregados em verdadeiros agentes imunizadores contra notícias falsas na sociedade”, detalha.
Manual
O manual apresenta nove capítulos que ajudam as empresas a identificar suas vulnerabilidades informativas, de forma a aumentar o nível de consciência midiática dos seus funcionários, a engajar lideranças contra notícias falsas e, sobretudo, a estabelecer planos de prevenção e contingência em relação a fake news.
Para isso, conta também com um glossário dos principais termos sobre o tema. Possibilita, ainda, que seja feito um check-upinterno para identificar o nível de preparação dessas organizações. Também indica as principais agências de checagem no Brasil e apresenta uma relação de treinamentos e jogos gratuitos.
Custo pesado
Citando um estudo da Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos, Santos diz que notícias falsas custam US$ 78 bilhões por ano para toda a sociedade mundial. “É quase meio trilhão de reais. As fake news se tornaram, portanto, um novo e pesado custo de transação na economia mundial”, argumenta ao explicar que os custos de transação são valores necessários à realização de uma atividade, mas que não fazem parte direta do sistema de produção, tais como acerto de contratos, questões regulatórias, burocracias internas, monitoramentos e segurança.
“Quanto mais o setor produtivo é obrigado a pagar por essas questões, menos competitivo ele é”, completa ao explicar que o combate às fake news busca fazer da educação midiática uma ferramenta para eliminar a desinformação, e que, além de divulgar o manual para as empresas, a Aberje pretende em breve lançar um dossiê com os principais desafios e propostas sobre as notícias falsas na sociedade.
De acordo com o diretor, esse dossiê apontará também o papel do setor empresarial como um dos principais árbitros dessa desordem informacional. “Pretendemos investir em mais palestras e em parcerias na checagem de fatos que afetem especificamente o setor organizacional”.
Homem dirigia o caminhão que transportou os vândalos e os pneus usados na ação
Monumento de Borba Gato foi incendiado por grupo de 15 a 20 pessoas Foto: Reprodução/Gabriel Schlickmann
A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na madrugada deste domingo (25), um dos suspeitos de atear fogo no monumento do bandeirante Borba Gato, em São Paulo, durante protestos da esquerda neste sábado (24).
O homem detido estava dirigindo o caminhão que levava o grupo de vândalos que incendiou a estátua, além dos pneus usados para iniciar as chamas. Eles posicionaram os pneus na base do monumento e atearam fogo, gerando uma grande labareda. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu controlar as chamas após 1 hora.
De acordo com a polícia, a placa do caminhão estava adulterada. O nome do homem não foi divulgado. As autoridades tentam identificar os outros suspeitos.
De acordo com a Polícia Militar, cerca de 15 a 20 pessoas participaram do ato de vandalismo. Elas acenderam a fogueira de pneus e fugiram em seguida.
Nas redes sociais, o grupo de ativistas Mídia Ninja atribuiu a ação a um coletivo de esquerda denominado Revolução Periférica.
Uma perícia preliminar da Defesa Civil indicou que houve danos ao monumento, mas sua estrutura não foi comprometida.
Joice Hasselmann ao lado do marido, o médico Daniel França Foto: Reprodução
O médico Daniel França, marido da deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), concedeu entrevista coletiva neste domingo (25), no apartamento funcional onde mora o casal, em Brasília. O médico negou que tenha sido o autor dos ataques à esposa e afirmou que não ouviu nada do ocorrido por ‘roncar muito’.
O casal relatou que eles dormiam em quartos separados, um hábito comum entre eles, devido ao ronco do médico.
– Eu nunca agredi ninguém, em nenhum momento da minha vida. Eu jamais faria isso. É por essa razão que, tudo que eu puder fazer para comprovar o contrário, estou fazendo. Me coloquei à disposição de todos, justamente por isso – disse.
França afirmou que constatou o estado da mulher, depois de ter sido acionado por ela pelo telefone, às 7h05 do domingo (18). Ele contou que, como médico, a causa foi a última coisa com a qual se preocupou naquele momento.
– A primeira coisa que eu pensei foi ligar o modo médico ‘on’ e fui tratá-la seguindo todos os protocolos médicos de trauma craniano, que é o que estou treinado para fazer há 20 anos. Fiz tudo o que deveria ser feito do ponto de vista médico e naquele momento não me passou preocupar com causas. Eu tinha de tratar o que estava vendo – disse França.
– Ela pode ter sido agredida ou, eventualmente, teve uma queda, batendo contra algum obstáculo – completou.
A deputada classifica como “ridícula” a hipótese de ter sofrido uma agressão do marido, e garante que vai “processar de um por um”.
– Eu vou processar todos que estão acusando meu marido e fazendo ilações. Mulheres extremistas que têm incitado o crime de feminicídio. Eu vou processar a Fontenelle. Eu vou denunciar essa gente que comete crime de violência. Eu vou levar cada um até a última instância – finalizou.
Ministros avaliam que o melhor é não criar atritos com militares
Foto: Reprodução
Ministros do STF têm entendido que muitos dos episódios de tensão das últimas semanas criados por Jair Bolsonaro e pela cúpula militar têm o objetivo de criar um antagonismo com o Poder Judiciário, necessário para caracterizar o discurso de vitimização do presidente.
Por isso, os ministros têm evitado morder a isca, e têm preferido responder alguns tons abaixo do adotado.
Sobre as Forças Armadas, a opinião majoritária entre os ministros é que a atual cúpula militar é comprometida com o projeto autoritário de Bolsonaro. Entretanto, os ministros avaliam que o melhor é não esticar a corda e manter o discurso de que a estabilidade democrática está mantida, sem criar atritos com os militares.
A deputada federal Joice Hasselmann afirmou, em entrevista ao colunista Léo Dias, do portal Metrópoles, que já reforçou sua segurança pessoal desde que sofreu agressões dentro de seu próprio apartamento, na última semana. A parlamentar afirma ter sido vítima de um atentado com motivações políticas.
Na conversa com Dias, a Joice garantiu que não irá desistir de suas pautas políticas e ameaçou caso o suposto agressor tente retornar à sua casa.
– Eu não vou desistir! Eu não tenho medo. Eu já botei mais dois cabras armados aqui dentro [de casa], tem mais dois homens armados lá embaixo [do prédio]. Então, quem quiser tentar voltar, saiba que vai sair daqui tomando tiro – disse a deputada.
Em outro momento da entrevista, Joice detalhou sobre suas suspeitas.
– Tiveram dois eventos, um na semana passada envolvendo uma das pessoas de quem eu suspeito – não de ter feito, mas de ter mandado fazer -, e que já é um desafeto de algum tempo. Teve um fato novo na semana passada e é uma pessoa que tem facilidade de entrada neste bloco específico. Eu relatei isso à polícia. E o outro é o óbvio do óbvio, que são as pessoas que me ameaçam já faz muito tempo – afirmou, sem citar nomes ou referências.
O suposto atentado deixou Joice Hasselmann com diversas fraturas, hematomas e dentes quebrados. Segundo a deputada, o ataque ocorreu na madrugada de sábado (17) para domingo (18), dentro de seu apartamento funcional em Brasília. Na ocasião, seu marido também estava no imóvel, mas, segundo ela, ele dormia em outro quarto e não percebeu a possível entrada de uma terceira pessoa. Foi também o marido de Joice quem a socorreu na manhã de domingo, horas após os ataques.
A natação brasileira garantiu uma vaga na disputa por medalhas na manhã deste domingo (25). Com o baiano Breno Correia no time, o revezamento 4×100 metros livre masculino do Brasil passou para a final com o quinto tempo (3:12.59) das eliminatórias. Pedro Spajari, Gabriel Santos e Marcelo Chierighini completam o grupo que ficou atrás apenas dos times da Itália, EUA, Austrália e França.
Ainda na natação, Fernando Scheffer está entre os 16 classificados para as semifinais dos 200 metros livre com o segundo melhor tempo (1:45.05). O próximo desafio acontece ainda neste domingo à noite. Nos 100 metros costas, Guilherme Guido se classificou com o 11º melhor tempo e também disputa uma semifinal, com 53.65.
Já a ginástica artística garantiu vaga na final de quatro aparelhos. Rebeca Andrade de 22 anos conquistou vaga em três finais e vai tentar ser a primeira brasileira medalhista olímpica na ginástica. A ginasta disputa medalhas no individual geral, onde se classificou em segundo lugar, no solo e no salto. Já Flávia Saraiva se classificou para a final da trave. Na apresentação de solo a ginasta sentiu o tornozelo lesionado e teve que desistir dos demais aparelhos.
Rebeca tem a primeira chance de medalha na quinta-feira, às 7h50 (de Brasília), na final do individual geral. A decisão do salto vai ser disputada no próximo domingo, e a do solo no dia 2 de agosto.Já a final da trave, com Flávia, será no próximo dia 3.
A raiva é uma doença infecciosa que acomete mamíferos, inclusive os seres humanos. Somente neste ano, mais de 5 mil animais foram vacinados com a vacina antirrábica em Feira de Santana. Há quatro anos, o município não registra nenhum caso confirmado da doença.
O Centro Municipal de Controle de Zoonoses (CCZ) vem intensificando a vacinação nos residenciais do Minha Casa, Minha Vida. A programação segue até 24 de agosto conforme cronograma. (Veja relação abaixo).
É importante lembrar que o CCZ também vacina os animais de segunda a sexta-feira em sua sede, de segunda a sexta-feira das 8h às 15h. A unidade está localizada na avenida Eduardo Fróes da Mota, s/n, bairro Jussara.
A coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses, Mirza Cordeiro, salienta que animais silvestres também podem propagar a doença.
“É uma transmissão que ataca todos os mamíferos”, disse.