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Versões impressa e digital do exame serão realizadas na mesma data

Estudantes de todo Brasil fazem o segundo dia de prova do Enem  2020 (Exame Nacional do Ensino Médio)
Foto: Marcello Casal Jr

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, anunciou as datas das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2021. Pelo Twitter, ele informou que as provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital.

“Conforme eu já havia anunciado dias atrás, o Enem 2021 acontecerá e será aplicado neste ano. As provas serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, para as versões impressa e digital. É isso mesmo! A mesma prova, nas mesmas datas, para as duas modalidades”, postou o ministro na rede social.

Realizado anualmente, o Enem é o maior exame para ingresso no ensino superior do país, contando com milhões de inscrições em todo o território nacional. As notas do Enem podem ser usadas para participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

Informações Agência Brasil


Foto: Wevilly MonteiroServiço vai funcionar todos os dias da semana 

A Prefeitura de Feira lança na próxima sexta-feira, 5, o Plantão Social, assegurando a pessoas em situação de vulnerabilidade acesso aos serviços funerário, abrigo temporário e de assistência social, de domingo a domingo, inclusive aos feriados.  

A população poderá acionar o Plantão Social por meio do Canal de Atendimento Fala Feira 156, mensagens de WhatsApp (75) 99910-5134 e/ou e-mail plantaosocial@pmfs.ba.gov.br.

Quem preferir também pode se dirigir à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso), na avenida Senhor dos Passos, das 8h às 21h (segunda a sexta-feira), e aos sábados, domingos e feriados das 8h às 17h. As demandas serão encaminhadas para os respectivos serviços.

Segundo o titular da Sedeso, Antônio Carlos Borges Júnior, o Plantão Social vai facilitar o acesso de pessoas em situação de vulnerabilidade aos serviços disponibilizados pela administração municipal.

“Teremos uma equipe multidisciplinar de psicólogos, assistentes e orientadores sociais, além de um conselheiro tutelar para prestar o encaminhamento necessário”, afirma.


Foto: Alan Oliveira/G1

O advogado Júlio César Cavalcanti Ferreira, que foi assessor do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), fez uma delação e revelou que juízes investigados na Operação Faroeste, que investiga a venda de sentenças judiciais favorecendo a grilagem de terras no oeste baiano, teriam envolvimento em outros esquemas de vendas de sentenças. 

Os depoimentos de Júlio César Cavalcante Ferreira foram agrupados entre fatos relacionados à Operação Faroeste e não relacionados as investigações, que expandem a suspeita de envolvimento de juízes em outros esquemas de venda de decisões. 

O acordo de delação foi firmado junto à procuradoria-geral da república e homologado pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Og Fernandes no fim de março do ano passado. Além de entregar provas, o delator se comprometeu a devolver mais de R$ 2 milhões, e veículos que teriam sido obtidos por meio das infrações penais supostamente cometidas pela organização criminosa.

Dentro da faroeste, um dos esquemas delatados foi uma suposta negociação no valor de R$ 60 mil envolvendo um processo de recuperação judicial. O advogado relatou que redigiu o voto no sistema do TJ-BA usando a senha de uma funcionária do gabinete da desembargadora Sandra Inês Moraes Rusciolelli. 

A negociação, de acordo com Júlio César Cavalcante Ferreira, teria sido feita com o filho da desembargadora, Vasco Rusciolelli. Na delação, o advogado contou que ficou com R$ 10 mil, uma assessora da desembargadora com outros R$ 10 mil, e o filho de Sandra Inês Moraes Rusciolelli R$ 40 mil. 

Dos fatos não relacionados à Operação Faroeste, a delação revelou que um interlocutor constante nos relatos de Cavalcanti era o advogado Rui Barata, filho da desembargadora Ligia Cunha, outra investigada. 

Em um dos anexos, o advogado disse ter intercedido também em favor de um posto que enfrentava um recurso da Petrobras e do estado da Bahia. A promessa é que ele receberia no esquema R$ 150 mil. Uma parte do dinheiro seria dividida com Vasco Rusciolelli, filho de Sandra Inês. 

Em dois casos o advogado apontou decisões referentes a licitações. Uma delas era um processo para beneficiar uma empresa que participou de uma licitação em Camaçari, cidade que fica na região metropolitana de Salvador. 

Para isso, teriam sido negociados, disse o delator, pagamento de R$ 60 mil, dos quais R$ 20 mil ficaram com ele e outros R$ 40 mil para Ivanilton Jr., filho do desembargador Ivanilton Silva. 

Outro caso que envolve licitação, segundo o colaborador, teria relação com uma decisão contra a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab). Foi negociada uma quantia que ele diz ser de R$ 120 mil a R$ 150 mil com Rui Barata, para intervir junto à sua mãe, desembargadora Ligia Cunha, em favor de um instituto que disputava concorrência pública. 

Houve ainda o caso da desapropriação de uma barraca de praia da cidade de Porto Seguro, cidade que fica no sul da Bahia. O delator afirmou ter negociado R$ 40 mil para redigir um voto que seria dado pela desembargadora Sandra Inês, mas houve um pedido de vista por outra magistrada antes, e o valor acabou não sendo pago. 

O que diz Sandra Inês e Vasco Rusciolelli?

A defesa da desembargadora afastada Sandra Inês Rusciolelli e Vasco Rusciolelli informou que não teve acesso formal a delação e tem se manifestado no processo em que os clientes respondem ou são investigados. 

O que diz Rui Barata e Lígia Cunha? 

Em nota, Marcelo Leal, advogado dos réus Rui Barata e Lígia Cunha, afirmou que a delação de Júlio Cavalcanti é completamente vazia, não existindo qualquer prova de suas alegações. 

O que diz a prefeitura de Camaçari?

A prefeitura de Camaçari informou que não tem conhecimento sobre o fato, apenas tendo tomado ciência da referência ao nome do município nas matérias recentemente veiculadas. O órgão municipal relatou que pelo que foi noticiado, se confirmada a versão do delator, trata-se de disputa entre empresas licitantes, não tendo o município conhecimento acerca de eventual fato criminoso. 

Segundo a prefeitura, como são inúmeros os processos judiciais que têm por objeto discussões acerca de procedimentos licitatórios, sendo assim, não é possível identificar de qual caso se está tratando. 

O que diz o desembargador Ivanilton Silva?

A defesa de Ivanilton Silva afirmou que o delator não relata qualquer participação do desembargador, muito menos apresenta qualquer prova nesse sentido. De acordo com o advogado João Daniel, Júlio Cesar Cavalcanti afirmou que Ivanilton jamais recebeu dele qualquer valor e concluiu falando que a delação é “mais uma ficção criada por um criminoso confesso a fim de melhorar sua situação”. 

O que diz Ivanilton Junior?

Em nota, o advogado Gabriel Andrade, responsável pela defesa de Ivanilton Junior, informou que o conteúdo da delação é “absolutamente inverídico e contraditório”, a ponto de ser mencionado pelo delator uma decisão judicial que teria sido negociada, quando, na realidade, consta nos autos do processo a publicação de outra decisão em sentido diametralmente oposto. 

O que diz o Tribunal de Justiça da Bahia? 

O TJ-BA informou que o Poder Judiciário da Bahia não se manifesta em questões relacionadas a processos judiciais que tramitam em instâncias superiores. 

Afastamento de desembargadores

Sede do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), em Salvador — Foto: Alan Oliveira/G1 

Os investigados na Operação Faroeste foram afastados dos cargos e tiveram prorrogação desse afastamento:Gesivaldo Nascimento Britto, José Olegário Monção Caldas, Maria da Graça Osório Pimentel Leal e Maria do Socorro Barreto Santiago e os juízes Sérgio Humberto de Quadros Sampaio e Marivalda Almeida Coutinho. 

Recentemente, no dia 5 de maio, o STJ também prorrogou por mais um ano o afastamento da desembargadora Sandra Inês Rusciolelli Azevedo, do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA). Ela também é investigada na Operação Faroeste por envolvimento no esquema de venda de sentenças judiciais. 

Além de afastada, Sandra Inês também está presa desde março de 2020, em uma das fases da Operação Faroeste. Ela é investigada pela suspeita de ter recebido propina de R$ 250 mil, para dar parecer favorável a uma empresa em um processo judicial. 

Sandra Inês foi exonerada do cargo de supervisora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do TJ-BA em abril de 2020. 

A Operação Faroeste começou no final de 2019, com a prisão de quatro advogados, o cumprimento de 40 mandados de busca e apreensão e o afastamento dos seis magistrados – entre eles o presidente do TJ-BA da época. Desde então, várias prisões e movimentações no caso ocorreram. 

As investigações da Polícia Federal apontam a existência de um esquema de venda de decisões judiciais por juízes e desembargadores da Bahia, com a participação de membros de outros poderes, que operavam a blindagem institucional da fraude. 

O esquema supostamente consistia na legalização de terras griladas no oeste do estado. A organização criminosa investigada contava ainda com laranjas e empresas para dissimular os benefícios obtidos ilicitamente. 

Há suspeitas de que a área objeto de grilagem supere os 360 mil hectares e de que o grupo envolvido na dinâmica ilícita tenha movimentado cifras bilionárias. 

A Polícia Federal informou que o grupo é suspeito de corrupção ativa e passiva, lavagem de ativos, evasão de divisas, organização criminosa e tráfico influência. 

Ao longo das fases anteriores da operação foram presos:

  • Maria do Socorro Barreto Santiago (desembargadora);
  • Sérgio Humberto Sampaio (juiz de primeira instância);
  • Adailton Maturino dos Santos(advogado que se apresenta como cônsul da Guiné-Bissau no Brasil);
  • Geciane Souza Maturino dos Santos (advogada e esposa de Adailton Maturino dos Santos);
  • Antônio Roque do Nascimento Neves (advogado);
  • Márcio Duarte Miranda (advogado e genro da desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago).
  • A primeira fase da Operação Faroeste ocorreu em 19 de novembro de 2019, com a prisão de quatro advogados, o cumprimento de 40 mandados de busca e apreensão e o afastamento dos seis magistrados.
  • No dia 20 de novembro de 2019, a Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) instaurou procedimento contra os magistrados do TJ-BA.
  • Três dias depois, a Polícia Federal prendeu o juiz Sérgio Humberto de Quadros Sampaio, da 5ª vara de Substituições da Comarca de Salvador, em um desdobramento da Operação Faroeste.
  • Em 29 de novembro de 2019, a desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), foi presa. Segundo a Procuradoria Geral da República (PGR), Maria do Socorro estaria destruindo provas e descumprindo a ordem de não manter contato com funcionários. Indícios sobre isso foram reunidos pela PF e pelo Ministério Público Federal (MPF).
  • Em dezembro de 2019 foi iniciada outra fase batizada de Estrelas de Nêutrons, quatro mandados de busca e apreensão foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), com o objetivo de obter provas complementares da possível lavagem de ativos. Os alvos foram um joalheiro e um advogado.
  • Em março de 2020, ocorreu outra fase da operação. A desembargadora Sandra Inês foi presa na época.
  • Em abril de 2020, a desembargadora Sandra Inês Moraes Rusciolelli Azevedo foi exonerada do cargo de Supervisora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec).
  • No início de maio de 2020, a Corte Especial do STJ decidiu tornar réus quatro desembargadores e três juízes do TJ-BA alvos da Operação Faroeste.
  • Em dezembro do mesmo ano, ex-cantora da banda Timbalada, Amanda Santiago, filha da desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), foi um dos 35 alvos de mandados de busca e apreensão da nova etapa da Operação Faroeste.

Informações G1 Bahia


Mario Trajano defendia uma ‘revolução popular’ contra o governo

Professor e advogado Mario Trajano morreu de infarto Foto: Reprodução

Na última semana, morreu um professor de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que, em 2020, causou polêmica ao defender, nas redes sociais, o “fuzilamento” de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Mario Trajano, que também era advogado, sofreu um infarto na quinta-feira (27), aos 44 anos.

No ano passado, o docente foi alvo de críticas, ao afirmar que colegas de profissão que votaram em Bolsonaro seriam “fuzilados’ se houvesse uma revolução no Brasil.

– Muitos dos nossos colegas de docência… apoiaram o golpe de 2016 e a eleição fraudada de 2018. Eles são traidores da pátria. Sinceramente, camarada, creio-nos como inimigos da pátria brasileira e tenho a absoluta certeza [de] que, em uma revolução popular vitoriosa, esse tipo de gente, inimiga do Brasil, deveria ser fuzilada! Viva a Revolução! Viva a pátria brasileira! – escreveu Trajano na publicação de um colega.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio Grande do Norte lamentou a morte do professor, que classificou como “defensor dos direitos humanos”.

– Mário era um defensor intrépido da justiça social e dos direitos humanos, que se entregou ao estudo e ao ensino do direito como meio de construção de uma sociedade livre, justa e solidária, num exemplo de vida proba – diz um trecho da nota, que também repudiou as ofensas sofridas pelo docente por causa de sua ideologia política.

Informações Pleno News


365 Dias terá continuidade na Netflix; protagonistas estão confirmados (Imagem: Divulgação)

Netflix anunciou que o filme 365 Dias(2020) vai ganhar duas sequências na plataforma. Protagonizada por Michele Morrone e Annna Maria Sieklucka, a produção foi um dos filmes mais buscados pelos brasileiros no Google em 2020.

Segundo o site Deadline, os dois atores estão escalados para a continuação, bem como a atriz Magdalena Lamparska. O modelo italiano Simone Susinna será uma das novidades do elenco. Diretores do primeiro longa, Barbara Białowąs e Tomasz Mandes retornam na função.

Na próxima sequência, Laura (Anna Maria) e Massimo (Michele) vão se encontrar novamente, mas o reencontro será atrapalhado pela família do rapaz. Além disso, um outro homem irá surgir na história, tentando conquistar o coração da moça.

Para quem não sabe, a história, que foi comparada com a trilogia Cinquenta Tons de Cinza, é focada em Massimo, um membro da máfia italiana, que acaba conhecendo Laura numa viagem à Itália. Apaixonado, ele acaba sequestrando a moça e a mantendo em cativeiro, com a justificativa de que ela tem 365 dias para se apaixonar por ele.

Com muitas cenas de quentes e polêmicas, o filme chegou a liderar a lista das produções mais assistidas da Netflix em 90 países, de acordo com dados divulgados pela plataforma.

O que vai diferenciar as próximas sequências do primeiro 365 Dias é que eles serão produzidos sob responsabilidade do streaming, diferente do anterior, que foi uma aquisição pronta. Portanto, acredita-se que eles pretendem abordar questões menos polêmicas.

365 dias foi um dos nossos filmes mais populares para os assinantes em 2020“, disse Łukasz Kluskiewicz, gerente de aquisição e conteúdo de filmes para a CEE e a Polônia da Netflix em comunicado à imprensa.

Estamos trabalhando em estreita colaboração com Blanka Lipinska, autora da trilogia de livros 365 dias e roteirista do filme, para continuar a história de Laura e Massimo na tela. A jornada é cheia de reviravoltas à medida que à medida que nossos personagens continuam a crescer e aprender mais sobre si mesmos“, completou.

Com a produção prevista para começar este mês na Polônia, as estreias devem acontecer em 2022.

Informações RD1


Votação de propostas. Presidente da Câmara, Arthur Lira (PP - AL).
Foto: Pablo Valadares

A reforma tributária não deverá ser grande, mas melhorará o sistema de cobrança e de arrecadação de tributos no país, disse hoje (31) o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Em debate promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), ele voltou a defender o fatiamento da proposta em textos que começarão a ser discutidos pela Câmara ou pelo Senado, dependendo da matéria.

Na avaliação de Lira, o desmembramento da proposta de reforma tributária deverá aumentar as chances de aprovação de algum trecho. “A reforma tributária possível não pode ser a maior, mas será melhor do que o sistema atual. Temos que fazer a melhor reforma possível, não a maior reforma tributária impossível”, declarou.

Lira também defendeu a aprovação da reforma administrativa, cujo texto foi recentemente aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. O presidente da Câmara reiterou que a proposta vale apenas para os futuros servidores federais e que nenhum direito dos trabalhadores atuais será retirado.

Apesar do acordo para o fatiamento da reforma tributária, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, defendeu uma reforma tributária ampla. Diferentemente da proposta defendida pelo governo, que prevê a unificação apenas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Andrade pediu que a proposta englobe a modernização de todos os impostos federais, estaduais e municipais.

“A reforma do Ministério da Economia é boa, mas não vai resolver o problema. E corremos o risco de aumentar o nosso contencioso na Justiça, que é quase um PIB brasileiro. Precisamos da reforma tributária ampla e da reforma administrativa, assim como precisamos muito trabalhar a questão da insegurança jurídica. Temos inúmeros investidores querendo vir para o Brasil, mas é quase impossível entender o sistema tributário brasileiro”, disse o presidente da CNI.

Vacinação e planejamento

Também presente ao debate, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que ele e Lira estão “absolutamente comprometidos” com a pauta de reformas. Pacheco cobrou planejamento ao Brasil para lidar com novas ondas da pandemia e para traçar condições que permitam a retomada do crescimento.

“Algo que tem faltado ao Brasil é o planejamento. Temos que estar preparados para a eventualidade de uma terceira onda. O sistema de saúde precisa ter condições de abarcar o agravamento da crise”, disse o presidente do Senado.

Pacheco cobrou o avanço da vacinação contra a covid-19. Segundo o parlamentar, a imunização em massa representa condição essencial para a recuperação da economia.

Informações Agência Brasil


Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 74 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 34.181 curados da doença, índice que representa 84,5% dos casos confirmados. Enquanto isso, 193 exames foram negativos e 222 positivos.


O boletim epidemiológico contabiliza ainda 149 pacientes internados no município e 5.496 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais quatro mortes, ocorridas nos dias 30 e 31 de maio. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (31).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA SEGUNDA-FEIRA
31 de maio de 2021

Casos confirmados no dia: 222
Pacientes recuperados no dia: 74
Resultados negativos no dia: 193
Total de pacientes hospitalizados no município: 149
Óbitos comunicados no dia: 4
Datas dos óbitos: 30/05, 30/05, 31/05 e 31/05

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 5.496
Total de casos confirmados no município: 40.405 (Período de 06 de março de 2020 a 31 de maio de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 5.347
Total de recuperados no município: 34.181
Total de exames negativos: 53.652 (Período de 06 de março de 2020 a 31 de maio de 2021)
Aguardando resultado do exame: 2.070
Total de óbitos: 728

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 24.878 (Período de 06 de março de 2020 a 31 de maio de 2021)
Resultado positivo: 4.775 (Período de 06 de março de 2020 a 31 de maio de 2021)
Em isolamento domiciliar: 12
Resultado negativo: 20.103 (Período de 06 de março de 2020 a 31 de maio de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).


Com o médico e jornalista César Oliveira


Em entrevista a rádio de Bom Jesus da Lapa, ele ainda citou a infraestrutura e a questão hídrica como desafios para o desenvolvimento da Bahia

O presidente nacional do Democratas, ACM Neto, afirmou nesta segunda-feira (31) que o governo da Bahia tem sido um dos “mais perversos” na tributação sobre combustíveis. Em entrevista à rádio Nova Lapa FM, de Bom Jesus da Lapa, ele comentou sobre o novo aumento promovido pelo Executivo estadual do ICMS sobre combustíveis, variando de 11% a 23%. Foi o quinto crescimento do imposto somente este ano.

“Quando a gente olha o problema da Bahia hoje o governo é um dos que tem sido mais perversos em relação à tributação dos combustíveis. Toda hora é um aumento de ICMS. Todos os fatores internacionais que contribuem (para o aumento) se somam aos fatores locais, e a questão do ICMS é decisiva. É um dos tributos que mais oneram o combustível no Brasil. Ao contrário, devia o governo do estado estar pensando em desoneração para combustível, sobretudo para não penalizar o setor produtivo do nosso estado”, afirmou.

Ele pontuou que o aumento afeta a todos. “Quem abastece seu carro, sua moto, quem tem que abastecer seu ônibus ou caminhão para fazer frete, sabe o que eu estou falando. A consequência disso é em toda a cadeia, vai da coisa mais simples como a compra de um alimento até situações mais complexas envolvendo a política externa brasileira”, explicou.

Neto ainda ponderou que falta ao governo ações para dar suporte ao setor produtivo afetado durante a pandemia da covid-19. Ele lembrou que, enquanto prefeito de Salvador, implantou um pacote de medidas para atenuar os impactos provocados pela crise. “Fiz um pacote enorme para ajudar os setores econômicos, refinanciei dívidas, isentei multas e juros, dei desconto no principal para quem não conseguiu pagar imposto. Não adianta ter um estado rico se as pessoas estão pobres”, frisou.

ACM Neto comentou sobre infraestrutura e a questão hídrica, que na visão dele são desafios para potencializar o desenvolvimento da Bahia. Citou, por exemplo, a falta de uma indústria para beneficiamento da banana – Bom Jesus da Lapa é o maior produtor do país desta fruta. “Quando a gente olha não só a Lapa, mas Serra do Ramalho, Sítio do Mato, Santa Maria da Vitória, São Félix do Coribe que acabam tendo sua economia diretamente vinculada à capacidade de produção, a agricultura e o agronegócio para a Bahia têm que ser vistos de maneira estratégica, com olhar prioritário por parte do estado”, salientou.

Na infraestrutura, ele explica que é fundamental dar prioridade à recuperação, construção e a manutenção da malha viária, das estradas, para garantir mais segurança e qualidade de vida e também para garantir o escoamento da produção, integrando de maneira racional a região com os demais lugares do país.

Sobre a questão hídrica, ele diz que o legado dos governos do PT em pontos como barragens, no trabalho de armazenamento da água, de fazer água chegar de maneira mais fácil, é modesto. “Eu recentemente estava na Chapada Diamantina e onde você chega, no Oeste, no Sudoeste, em qualquer região da Bahia que tenha essa vocação para o agronegócio, é uma geral, todos dizem que está difícil porque a gente não tem acesso à água como precisava ter”, disse.

O presidente nacional do Democratas também comentou sobre a pobreza na Bahia e ressaltou que o caminho é ter um plano para promover o desenvolvimento econômico do estado. Vale lembrar que a Bahia tem o maior número de pessoas extremamente pobres, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Porque no fundo o que as pessoas querem é trabalho. As pessoas querem trabalhar, querem oportunidade para trabalhar, uma chance na vida para com o seu suor, produzir, e vencer na vida. E é isso que a Bahia precisa oferecer aos baianos: uma perspectiva de desenvolvimento futuro muito mais consistente, inclusive que preveja a superação dessas enormes desigualdades”, afirmou.

Ao falar sobre política, ACM Neto voltou a destacar que, caso seja candidato no próximo ano, será ao governo da Bahia. Disse, ainda, que seu desejo é “ver a Bahia liderar o país” e que, caso seja candidato e eleito, pretende ser “o melhor governador do Brasil”. Sobre o cenário nacional, afirmou que ainda é cedo para fazer prognósticos para 2022 e destacou o nome do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta como nome do partido no debate.

Ele falou também sobre o movimento “Pela Bahia”, iniciado recentemente por ele com o objetivo de percorrer o estado até maio de 2022. Iniciado na Chapada Diamantina, o movimento deve ter como próximo destino o Sudoeste do estado e, segundo Neto, a Lapa e a região também estão no radar para as edições seguintes.


ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos,
Foto: Reprodução/CNN Brasil

O ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, falou brevemente em Brasília nesta segunda-feira (31) sobre a possibilidade do Brasil sediar a Copa América. De acordo com ele, ainda não há “nada certo”.

“Fomos muito criticados por alguns governadores e outras pessoas por a gente estar manifestando, ainda não tem nada certo. Quero pontuar de uma forma bem clara. Estamos no meio do processo, mas não vamos nos furtar a uma demanda, caso seja possível atender”, disse.

Segundo ele, a realização do torneio seria um pedido da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). “Por que o Brasil vai sediar a Copa América durante a pandemia? Primeiro, porque foi uma demanda que foi realizada via CBF, pela Conmebol”, disse, acrescentando que será responsabilidade da Confederação a definição das sedes e a negociação com estados e municípios.

Ramos disse ainda que, caso a competição aconteça no país, será sem público e com delegações vacinadas.

“É importante destacar que esse evento, caso se realize, não terá público. No momento, são dez times, com dois grupos. 65 pessoas por cada delegação. Todos vacinados. Foi a imposição que tratamos com a CBF”, afirmou.

Ele comparou o torneio aos demais acontecendo atualmente no país. “Estamos em plena pandemia, mas o Campeonato Brasileiro envolve 20 times na série A e 20 times na série B. Estão ocorrendo jogos em todo o Brasil”, declarou. “Em relação aos jogos da Copa América, serão poucos, não sei porque algumas pessoas se pronunciaram contra o evento, se há jogos do Campeonato Brasileiro, Estadual e Libertadores”.

O secretário nacional de Esportes, Marcelo Magalhães, disse que o governo federal apenas fornecerá a parte da estrutura para a entrada das equipes no país, e que as negociações ficarão por parte da CBF “por se tratar de um evento privado”.

Ramos disse que as tratativas com a CBF vão continuar e que o governo pode ter um posicionamento nesta terça (1º).

Mais cedo, a Conmebol anuncou o Brasil como sede da Copa América, após Argentina e Colômbia recusarem abrigar o evento; o primeiro, por conta da pandemia, o segundo, pelos protestos que acontecem há mais de um mês.

“O Brasil receberá a Conmebol Copa América 2021! O melhor futebol do mundo levará alegria e paixão a milhões de sul-americanos. A Conmebol agradece ao presidente Jair Bolsonaro e sua equipe, assim como à Confederação Brasileira de Futebol”, publicou o órgão no Twitter.

A competição está prevista para acontecer entre 13 de junho e 10 de julho.

Informações: CNN Brasil