O país produz 260 milhões de toneladas de grãos e ainda mantém intocados dois terços do território

Mesmo figurando entre os maiores fornecedores mundiais de alimentos, o Brasil tem dois terços de seu território com a vegetação preservada. Ao todo, a agricultura ocupa 8% de todas as áreas brasileiras, de acordo com dados da Embrapa, da Nasa e do Mapbiomas. Somando com a pecuária, as terras destinadas ao agronegócio representam cerca de 30% do país.
A área preservada corresponde ao território de 17 Estados, incluindo os dois com o maior território no País. Ao mesmo tempo, a quantidade de terras destina à agricultura equivale ao tamanho de Goiás e Tocantins juntos. Se concentrada, a pecuária ocuparia os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia e São Paulo. Para as cidades e os equipamentos de infraestrutura, como estradas e ferrovias, restaria Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Mesmo dando exemplo de preservação, o país conseguiu produzir 260 milhões de toneladas de grãos em 2021, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento. Conforme os dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, no ano passado o Brasil foi o maior produtor mundial de soja e açúcar e o segundo de carne bovina.
Informações Revista Oeste

BAHIA – Ao completar, neste final de semana, a marca de 100 cidades visitadas desde o início da maratona, a caravana do pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) tem como síntese do contato com os baianos o desejo comum de todos por mudanças. O sentimento de cada um tem sido o mesmo, clamando pelo enfrentamento eficaz à violência, o fim da fila da regulação na saúde pública e também a melhoria na qualidade da educação pública.
Estimulado pelo calor humano dos baianos, que vêm abraçando a comitiva e confirmando o apoio às propostas de mudanças na gestão do estado, ACM Neto deixa clara a pretensão de fazer ainda mais pela Bahia, aproximando as cidades do Governo do Estado para assegurar o desenvolvimento de todas as regiões.
Somente neste final de semana, a comitiva de ACM Neto visitou os municípios de Itapicuru, Olindina, Nova Soure, Cipó, Ribeira do Amparo, Serrinha, Banzaê, Araci e Ribeira do Pombal. Esteve acompanhado do pré-candidato a senador Cacá Leão (PP), o ex-prefeito e um dos postulantes a pré-candidato a vice-governador José Ronaldo de Carvalho (União Brasil), além de inúmeros deputados estaduais e federais, prefeitos, vereadores e lideranças políticas e comunitárias.
Ex-prefeito de Salvador, ACM Neto deixou claro que vem se preparando ao longo de toda sua vida para cumprir a missão de ser governador da Bahia e trazer de volta o sorriso dos baianos.
Entre um abraço e um aperto de mão, ACM Neto, José Ronaldo e Cacá Leão vêm ouvindo confissões dos baianos sobre a expectativa de mudanças na Bahia, do desejo comum de ver suas cidades voltarem a crescer e gerar oportunidades de emprego e renda para quem mais necessita. A presença do Governo do Estado nestas comunidades também tem sido outro anseio comum.
O ex-prefeito feirense José Ronaldo observa que a acolhida das comunidades por onde a comitiva passe tem sido um forte indicativo de que a comitiva liderada por ACM Neto está no caminho certo. E sentencia: “Com união, faremos uma Bahia bem melhor, resgatando a dignidade dos cidadãos!”
Informações Sem Censura

O cantor João Vitor Moreira Sales, conhecido como Conrado, integrante da dupla com o cantor Aleksandro, segue internado em um hospital da cidade de Registro, em São Paulo, após o grave acidente de ônibus que o deixou ferido e matou seu companheiro de dupla no sábado (7). No total, seis pessoas morreram no ocorrido.
Apesar de a informação inicial ter indicado que Conrado havia sofrido apenas ferimentos leves, a assessoria do artista informou que, ao chegar no hospital, foi avaliada a necessidade de uma cirurgia. No momento, ele está internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave, mas estável.
O acidente com o ônibus da dupla aconteceu no quilômetro 402 da Rodovia Régis Bitencourt, na altura da cidade de Miracatu (SP). O veículo partiu de Tijucas do Sul, no Paraná, e tinha como destino São Pedro, em São Paulo. Ao todo, 19 pessoas estavam no veículo. A suspeita é de que o ônibus teria tombado por conta de um pneu furado.
Além de Aleksandro, foram confirmadas as mortes dos músicos Wisley Aliston Novais, Marzio Allan Anibal e Roger Aleixo Calcagnoto e dos técnicos Giovani Gabriel Lopes e Gabriel Fukuda. O velório de Aleksandro está marcado para acontecer neste domingo (8) em Londrina, no Paraná.
Conrado e Aleksandro tinham como seus principais sucessos as canções Efeito borboleta, Bão Com Força e Põe no 120. Nas redes sociais, a dupla acumulava 375 mil seguidores no Instagram; 1,5 milhão no Facebook; e 41 mil no Twitter. No YouTube, Conrado e Aleksandro acumulavam 600 mil inscritos e mais de 285 milhões de visualizações.
*Pleno.News

No Brasil, o Dia das mães é celebrado anualmente no segundo domingo de maio, a data foi definida por Getúlio Vargas, em 1932. Apesar disso, é comemorada em todo o mundo e sua origem é mais antiga do que se imagina.
Marcado por flores, chocolates, presentes, cartinhas e apresentações na escola, domingo é o dia delas, não há como negar. Mas você sabe a história por trás da comemoração desse dia?
O marco mais antigo que se tem conhecimento é na Grécia antiga, onde era comemorado na festa primaveris alguns cultos de adoração às divindades que representavam a maternidade, como a Deusa Reia, mãe dos deuses, também conhecida como Cibele ou Magna Mater.
A celebração foi crescendo com o tempo e adquiriu certo destaque nas datas comemorativas, logo começou a ser festejada em quase todas as partes do mundo, sempre ganhando datas distintas.
No século XVII, especificamente na Inglaterra, surgiu o “Mothering Day”, comemorado no quarto domingo da quaresma, ocasião na qual os trabalhadores eram liberados para visitar suas mães, trazendo como um evento de homenagem.
A popularização do dia que conhecemos atualmente teve início nos Estados Unidos do século XX, com a prestação de homenagem que Anna Jarvis lutou para dar a sua mãe, a ativista Ann Jarvis, que faleceu em 1905.
Anna propôs a criação de um Dia das Mães, com intuito de homenagear as mães por seu amor e dedicação, o segundo domingo de maio foi escolhido como o dia oficial por ser próximo da data de óbito de sua mãe. Em 1914, a data comemorativa foi aprovada pelos parlamentares e sancionada pelo presidente do país, Woodrow Wilson.
Já no Brasil, em 1932 houve a oficialização do Dia das Mães enquanto data comemorativa, quando o presidente Getúlio Vargas emitiu o Decreto nº 21.366, em 5 de maio. Esse decreto foi uma ideia exportada dos Estados Unidos e também oficializou que o segundo domingo de maio seria dedicado a comemorar o amor materno.
Confira os dias que esta data será celebrada nos próximos anos:
2023: 14 de maio;
2024: 12 de maio;
2025: 11 de maio;
2026: 10 de maio.

O partido Solidariedade promoveu, neste sábado, mais um encontro de pré-candidatos visando às eleições de outubro deste ano. A capacitação reuniu em um hotel de Salvador políticos de várias regiões da Bahia. O pré-candidato a deputado estadual Carlos Geilson participou do encontro.
Denominada de “Mandatários”, a capacitação foi promovida pelo partido e organizado pela Fundação 1º de Maio. Entre os temas abordados pelos palestrantes, o marketing político e a legislação eleitoral atraíram a atenção dos participantes.
O presidente estadual do Solidariedade, Luciano Araújo, falou da importância do encontro, além de reafirmar apoio aos filiados ao partido na disputa das próximas eleições. “Todos os candidatos terão atenção do partido”, disse.

O pré-candidato pelo Solidariedade, Carlos Geilson, destacou a preocupação do partido na capacitação de seus filiados. “A Bahia é o primeiro estado a receber essa capacitação. Até as eleições de outubro, o partido deve promover encontros com esse em todos os estados do país, orientando e ouvindo seus filiados”, ressaltou.
Na Bahia, o Solidariedade conta com três prefeitos eleitos. Atualmente, este está organizado em mais de 300 municípios baianos.

Em 17 de janeiro de 1961, durante seu discurso de despedida, o então presidente dos Estados Unidos, Dwight Eisenhower (um ex-general cinco estrelas do exército norte-americano) disse ao Congresso de seu país que reconhecia a indústria de defesa como vital para a manutenção da paz, mas que, era preciso, no governo, que os líderes se precavessem contra a sua “aquisição de influência injustificada”, pois “o potencial para a ascensão desastrosa de poder ‘fora de lugar’ exist[ia] e persisti[ria]”.
Ao cunhar o termo “complexo industrial-militar”, Eisenhower referia-se a uma ampla e articulada rede de indivíduos, grupos e instituições envolvidas na produção de armas e tecnologia militar, cujo interesse permanente estaria em mobilizar esforços para garantir um nível favorável de gastos do governo em seu segmento. O presidente alertava para os riscos de tensionamento entre interesses públicos e privados, uma vez que haveria necessidade de gerenciar, em muitos momentos, o que seria o melhor para o Estado norte-americano versus o que beneficiaria apenas alguns grupos econômicos.
Eisenhower tinha razão. As guerras e seus senhores tornaram-se assunto permanente em matéria de política doméstica e de inserção internacional dos Estados Unidos. São incontáveis os livros, artigos, documentários e relatórios produzidos ao longo das últimas décadas a respeito deste lobby, considerado um dos mais poderosos do país. Ele reúne membros do Congresso ligados a distritos dependentes dessa indústria, o Departamento de Defesa e os braços a ele relacionados, e empresas de grande porte, como Boeing, Lockheed Martin e Northrop Grumman, por exemplo.
Desde a Segunda Guerra Mundial, os gastos militares se multiplicaram nos Estados Unidos e, impulsionados pela Guerra Fria e depois pelo 11 de setembro, nunca deixaram de crescer. Os relatórios publicados anualmente pelo SIPRI, o Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo, evidenciam que o país consistentemente se mantém como o maior responsável por esse tipo de gasto no mundo.
No documento de 2021, ainda antes do início da Guerra na Ucrânia, os norte-americanos apareciam como os que empregaram US$ 778 bilhões nesse setor. Em segundo lugar, com diferença digna de nota, vinha a China (US$ 252 bilhões), seguida da Índia (US$ 72,9 bilhões) e somente então a Rússia (US$ 61,7 bilhões).
O papel do complexo industrial-militar ganhou novo momentum essa semana quando o presidente Joe Biden visitou uma instalação da Lockheed Martin no Alabama. Trata-se da maior produtora de armas do mundo e de uma das mais importantes fornecedoras do governo dos Estados Unidos. Os contratos, nos últimos anos, passaram da casa dos bilhões de dólares. Além disso, a Lockheed também costuma ser mencionada no contexto de discussões envolvendo o papel da OTAN no mundo, uma vez que uma das organizações que mais incentiva sua expansão foi chefiada por um vice-presidente da empresa, Bruce Jackson.
A visita de Biden ocorreu quando muito se falava sobre a necessidade de reabastecer o estoque de armas do país. Estando lá, ele aproveitou para reforçar seu pedido ao Congresso dos Estados Unidos para que acelerasse a aprovação de um novo pacote de ajuda militar à Ucrânia.
Vale lembrar que, pouco tempo antes, também a Alemanha, que está em vias de rever sua posição sobre desarmamento, anunciou a compra de jatos F-35 da Lockheed, o que causou um pico no preço das ações da empresa, alcançando um aumento de 43,4% em apenas quatro meses.
Desde o início no conflito no leste europeu, os norte-americanos já enviaram bilhões de dólares em armas para a Ucrânia, e o orçamento do Pentágono não pára de crescer.
A disputa envolvendo uma proxy war (uma “guerra por procuração”, conforme já explicamos nessa outra coluna) visando combater um “inimigo externo comum”, com cara de Guerra Fria, conquistou apoio bipartidário nos Estados Unidos. Em ano de eleições legislativas, a barganha da indústria de defesa encontra um horizonte amplamente favorável para a expansão de seus negócios.
Os custos detalhados disso, nos próximos meses e anos, ainda são desconhecidos. Em todo caso, a experiência pregressa permite apostar: 1) no desvio de atenção e de recursos para outras agendas importantes; 2) no aumento progressivo dos déficits federais e; 3) na disputa inter-burocrática cada vez mais intensa dentro dos Estados Unidos.
Por hora, sabemos que o conflito na Ucrânia pacificou republicanos e democratas em torno dos senhores da guerra.
Informações UOL

A guerra na Ucrânia, que se arrasta há mais de dois meses, deve estabelecer novas fronteiras no território do país invadido, apontam analistas especializados em Relações Internacionais ouvidos pelo UOL.
Segundo eles, os russos podem tomar definitivamente territórios mais industrializados e com acesso ao mar de Azov, nas regiões sul, leste e sudeste. Em paralelo a isso, negociam um afastamento da Ucrânia da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
O geógrafo e cientista político Tito Barcellos Pereira projeta uma possível divisão gerando o que seria uma “Ucrânia Ocidental”, capaz de manter a sua soberania. Porém, afastada de países europeus, subordinada aos russos e enfraquecida economicamente pela perda territorial de regiões mais industrializadas.
Os municípios do sul, leste e sudeste, na área oriental, formariam a “Nova Rússia”, incluindo os territórios separatistas. Em meio aos conflitos, o Kremlin já afirmou que a Ucrânia deve reconhecer a península da Crimeia como parte da Rússia e a independência das autoproclamadas repúblicas de Lugansk e Donetsk para que as negociações de cessar-fogo possam avançar.Imagem: Arte UOL
“Há um adensamento populacional muito maior no leste e no sul, porque são áreas industrializadas em regiões portuárias. Caso os russos tomem todo esse território, a Ucrânia seria reduzida a Kiev e Lviv”, avalia o cientista político.
Segundo ele, as outras cidades que ainda seguiriam sob o domínio ucraniano são de pequeno porte e essencialmente agrícolas. “É uma região pouco povoada. Nenhuma dessas cidades tem mais de 300 mil habitantes. Restaria para a Ucrânia Kiev e um oeste agrário pouco urbanizado e pobre”, explica.
Seria como se o Brasil fosse invadido e perdesse o sudeste, sul e nordeste, onde está o litoral e as maiores cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Nesse caso, sobrariam apenas regiões agrárias e dependentes de Brasília. Aí, eu pergunto: quem teria condições de se desenvolver economicamente nessas condições?
Tito Barcellos Pereira, cientista político e geógrafo
Tito ainda traça outros dois cenários para o desfecho do conflito. O mais pessimista para os ucranianos seria a mudança de regime, forçando o país a se tornar parceiro econômico e aliado militar dos russos. No cenário mais otimista, a Ucrânia entraria para a Otan e perderia “apenas” Donetsk, Lugansk e a península da Crimeia, já sob o domínio russo.
“Mas, considerando que russos ocupam parte considerável do território ucraniano, me parece que a guerra será mais longa, podendo se estender por até mais de um ano”, diz.
O cientista político também diz ver o que entende ser uma ação mais focada das tropas russas no último mês, fortalecida após o general russo Alexander Dvornikov, conhecido como o “Açougueiro da Síria”, ter sido nomeado como novo comandante das operações de guerra no território invadido.
“Há uma coordenação de todas as operações, com foco na tomada dos territórios de Donestk e Lugansk”, analisa.

Segundo ele, há concentração de ações com intensos bombardeios sobretudo em Mariupol, com acesso ao Mar de Azov, o que a torna estratégica para os russos, permitindo a ligação entre a Crimeia e as áreas separatistas. “É uma cidade portuária e industrializada, apesar de pequena, que pertence à província de Donetsk”, explica.
Nesta semana, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky fez um apelo à ONU (Organização das Nações Unidas) para “salvar” feridos abrigados em uma siderúrgica na cidade em meio aos ataques —anteriormente, o órgão havia anunciado a retirada de civis entrincheirados no complexo industrial em um cessar-fogo na usina sob ataques no último reduto de resistência na cidade portuária.
Professor de Relações Internacionais e Mestre em Estudos Estratégicos pela Universidade de Reading, na Inglaterra, Renato do Prado Kloss, projeta um cenário provável e “catastrófico” para a Ucrânia em caso de perda da região de Donbass, no leste do país, e das áreas portuárias.
“Com minas de carvão e indústrias de metalurgia e aço, a área do Donbass é a área mais industrializada do país. A perda dessa região representaria um impacto tremendo na economia da Ucrânia”, analisa.

Para o professor Sandro Teixeira Moita, doutor em ciências militares, Donbass é um ponto crucial para os ucranianos.
“Donbass é uma região importante porque controla a saída para o mar e possui usinas que usam água do rio para resfriamento. A luta desesperada da Ucrânia talvez seja não permitir a perda dessa região para os russos. A leitura também dos países europeus é de que isso pode passar uma mensagem de fraqueza. Se aceitarem discutir Donbass, o que impede os russos de avançar em outras direções?”, questiona.
O professor Renato Kloss diz entender, contudo, que a conquista territorial momentânea das tropas russas não necessariamente será definitiva.
Os russos não vão largar essa ofensiva agora. E vão tentar conquistar o maior número de cidades também como forma de barganha até para negociar um afastamento entre Ucrânia e Otan”
Renato do Prado Kloss, professor de Relações Internacionais
Contudo, reconhece que o cenário pode se agravar caso os russos também conquistem Kherson e Odessa, na mira dos ataques. Um vídeo mostrou a explosão nas imediações da torre de TV de Kherson, no dia 2 de abril. A região portuária de Odessa, inclusive, está desativada devido ao bloqueio naval russo no conflito.
“É a pior das hipóteses para os ucranianos. O porto de Odessa seria o único ponto para escoar os produtos. Sem isso, a Ucrânia precisaria usar um porto na Bulgária, aumentando muito os seus custos com o pagamento de frete das exportações”, diz Kloss.
O professor Sandro Teixeira Moita explica que ultranacionalistas russos projetam a criação de uma “Nova Rússia” em território ucraniano, retirando o acesso do país invadido ao Mar Negro. “Esse seria o objetivo para forçar os ucranianos a assinar um acordo de paz nos termos russos. Sem essas cidades industrializadas, a Ucrânia sofreria um baque econômico muito grande”.
Informações UOL

O atual líder do mundial de pilotos da Fórmula 1Charles Leclerc garantiu a pole position do GP de Miami no treino classificatório que rolou hoje (7) à tarde, nos Estados Unidos. Ele marcou 1m28s796. A Ferrari completa a primeira fila com Carlos Sainz na segunda colocação.
Max Verstappen, da Red Bull, foi o primeiro a baixar de 1min29s na sessão, mas vai largar na terceira posição na corrida inaugural do Circuito Internacional de Miami. O atual campeão mundial se viu em uma disputa apertada com os ferraristas — com menos de dois centésimos separando os três primeiros. Já o heptacampeão Lewis Hamilton ficou em sexto no Q3, uma de suas melhores marcas na temporada.
Os carros da Mercedes, aliás, sofreram ao longo do treino de classificação. Lewis Hamilton precisou ir aos boxes para trocar pneus e evitar a eliminação no Q3, tendo de se contentar com o sexto lugar. Já George Russell não resistiu ao Q2 e vai largar em 12º. Más notícias num fim de semana em que a equipe alemã ensaiava uma reação.
A corrida rola neste domingo a partir de 16h30 (de Brasília).
As Ferraris começaram com tudo, com Leclerc marcando 1m29s055 e Sainz somente 0s016 atrás. A felicidade durou pouco, até Max Verstappen registrar 1m28s991 e assumir a liderança do Q3 com o primeiro tempo abaixo da casa de 1m29s. Diferença baixíssima, de 0s080, entre os melhores carros do sábado. Já na reta final, Sainz e Leclerc arrebentaram a vantagem do holandês e garantiram a primeira fila com os tempos de 1m28s986 para o espanhol e 1m28s796 do pole position da tarde.
Curiosamente, o treino classificatório ocorreu sem acidentes e bandeira vermelha, ao contrário dos três treinos livres anteriores. Os pilotos têm reclamado do asfalto em Miami nos últimos dias.
1º – Charles Leclerc (MON/Ferrari)
2º – Carlos Sainz (ESP/Ferrari)
3º – Max Verstappen (HOL/Red Bull)
4º – Sergio Perez (MEX/Red Bull)
5º – Valtteri Bottas (FIN/Alfa Romeo)
6º – Lewis Hamilton (ING/Mercedes)
7º – Pierre Gasly (FRA/AlphaTauri)
8º – Lando Norris (ING/McLaren)
9º – Yuki Tsunoda (JAP/AlphaTauri)
10º – Lance Stroll (CAN/Aston Martin)
Não havia tempo a perder: dois minutos depois da bandeirada, todos os pilotos já tentavam abrir voltas rápidas. Sainz começou bem, mas Verstappen logo marcou 1m29s202. Sergio Perez anotou 0.4s a menos, na segunda colocação. Para provar que o duelo entre Red Bull e Ferrari pelos melhores tempos era apertado e emocionante, Leclerc buscou 1min29s130, a volta mais rápida do Q2.
Na busca pela sobrevivência, George Russell precisou abortar uma volta por perder o controle da Mercedes por um instante, foi aos boxes, retornou e conseguiu o tempo de 1min30s173. Não foi suficiente para se garantir no Q3 numa tarde difícil para a equipe britânica. Outros que tentaram, mas não conseguiram, foram os seguintes:



11º – Fernando Alonso (ESP/Alpine)
12º – George Russell (ING/Mercedes)
13º – Sebastian Vettel (ALE/Aston Martin)
14º – Daniel Ricciardo (AUS/McLaren)
15º – Mick Schumacher (ALE/Haas)
A contagem regressiva para o Q1 começou com o tempo quente e úmido em Miami, já em fim de tarde. Passaram pouco mais de cinco minutos na pista até Max Verstappen marcar o tempo de 1min30s235 e assumir o topo. Os tempos começaram a diminuir, Carlos Sainz passou o holandês e logo na sequência Charles Leclerc deu a resposta com 1min29s474.
Fora da disputa no topo, Lewis Hamilton foi para os boxes trocar pneus na reta final do Q1. Queria tentar uma volta rápida que evitasse a eliminação precoce. Conseguiu 1min30s388, saltou de 17º para o quinto melhor tempo e respirou aliviado. Foram eliminados os seguintes pilotos:



16º – Kevin Magnussen (DIN/Haas)
17º – Zhou Guanyu (CHN/Alfa Romeo)
18º – Alexander Albon (TAI/Willians)
19º – Nicholas Latifi (CAN/Williams)
Não participou – Esteban Ocon (FRA/Alpine)
O francês Esteban Ocon não participou da classificação e vai começar a corrida deste domingo em último. Mais cedo, no terceiro treino livre, sua Alpine deu uma pancada seca de lado na curva 14 e lhe obrigou a abandonar a sessão. A paralisação das atividades durou cerca de 15 minutos. O chassi foi comprometido e precisará ser trocado. A Alpine prometeu trabalho duro ao longo da noite e afirmou que Ocon vai participar da corrida.
Informações UOL

O empresário Dirceu Santos Frederico Sobrinho disse que o ouro apreendido pela Polícia Federal na Rodovia Castelo Branco, no interior paulista, na quarta-feira, 4, pertence à sua empresa, a FD Gold. Em vídeo encaminhado pela assessoria de imprensa do empresário neste sábado, 7, ele afirma que a carga, de cerca de 77 quilos, tem procedência legal.
Entre os quatro policiais que faziam a escolta do carregamento, estava o tenente-coronel da Polícia Militar Marcelo Tasso, que atuava na Casa Militar, ligado ao governo estadual. O Palácio dos Bandeirantes diz que Tasso está afastado.
“Todo ele (o ouro) foi comprado sob permissão de lavra garimpeira concedida, e não pertence à área indígena, não pertence a garimpos ilegais e nós trabalhamos na minha empresa e em outras empresas para melhorar a atividade garimpeira em todo o Brasil há muito tempo, inclusive buscando o respeito da sociedade brasileira pela atividade garimpeira”, afirmou Sobrinho, no vídeo.
O empresário é filiado ao PSDB do Pará e concorreu à vaga de 1º suplente do ex-senador Flexa Ribeiro, quando o tucano voltou a se candidatar ao Senado em 2018 e não se elegeu. Sobrinho concluiu a mensagem em vídeo dizendo que suas empresas recolhem todos os tributos e encargos, que sempre recolheram. Ele afirmou ainda que continuará trabalhando “de forma digna e séria”.
A empresa FD Gold é alvo de ação judicial para suspender suas operações por suspeita de garimpo ilegal. A ação tramita na Justiça Federal de Itaituba (PA). O Ministério Público Federal (MPF) daquele Estado acusa a empresa de Sobrinho e outras duas empresas do setor de terem despejado no mercado nacional e internacional mais de 4,3 mil kg de ouro ilegal em 2019 e 2020. Só a FD Gold comercializou 1,3 tonelada de ouro, segundo o MPF, extraído de garimpos ilegais na região sudoeste do Pará.
Na denúncia, os procuradores da República afirmam que as permissões de lavra garimpeira informadas pela empresa de Sobrinho como origem do ouro incidiam sobre áreas de floresta, sem garimpos autorizados. A pesquisa concluiu que o ouro saiu de garimpos ilegais dos municípios de Itaituba, Jacareacanga e Novo Progresso, inclusive de terras dos indígenas mundurucus.
Na ação, o MPF pede que a FD Gold e as outras duas empresas paguem indenização superior a R$ 10 bilhões por danos sociais e ambientais. Conforme o MPF, outros inquéritos e investigações sobre a atuação da empresa de Sobrinho estão em andamento em caráter sigiloso. Questionada pela reportagem, a empresa não comentou os processos motivos pelo MPF.
Sobrinho é também dono da D’Gold, empresa de garimpo, e presidente da Associação Nacional do Ouro (Anoro). Em abril, em entrevista à Rádio Jovem Pan, Sobrinho defendeu a legalização do garimpo em terras indígenas, o que é proibido por lei. “A lei não permite (extração em terras indígenas), é considerado um garimpo ilegal, mas existe há 50 anos e não existe garimpeiro em terra indígena que não tenha acordo com índio. Acredito que precisa ser legalizado, pelo bem do Brasil e pelo próprio índio”, argumentou.
Como presidente da associação, Frederico é presença frequente em Brasília e já se reuniu com ministros do governo Jair Bolsonaro para discutir questões relativas à mineração do ouro. Bolsonaro é favorável à liberação do garimpo em terras indígenas. No ano passado, a FD Gold assinou contrato com a Casa da Moeda, estatal vinculada ao Ministério da Economia, para o fornecimento de ouro usado na confecção de medalhas decorativas.
Em seu site oficial, a FD Gold informa que está presente nas principais regiões produtoras de ouro do Brasil, por meio de lojas próprias ou de mandatários mercantis que a representam para operação de aquisição do metal diretamente de garimpeiros, cooperativas de garimpo, mineradoras e demais membros da cadeia produtiva.
Filiado ao PSDB do Pará, Sobrinho não tem ligações com o PSDB de São Paulo, mas se relaciona com a cúpula da PM paulista em razão da atividade empresarial. Ele recorre com frequência a policiais militares de folga ou licença para sua segurança pessoal e para reforçar a escolta de carregamentos de ouro. Os quatro policiais, entre eles o tenente-coronel Tasso, que atuava na Casa Militar, foram convidados para fazer a escolta do ouro que chegaria a Sorocaba, por causa do alto valor da carga. A Casa Militar é responsável pela segurança do governador.
Conforme o Palácio dos Bandeirantes, Tasso está afastado da função de segurança do governador desde outubro do ano passado, pois vai se aposentar e tinha licenças pendentes. Mesmo assim, ele teria informado ao governo que havia sido convidado pelo empresário para fazer a escolta e teria indicado mais dois policiais de sua confiança para o “bico”.
Presidente estadual do PSDB, Marco Vinholi informou que o empresário “não consta dos quadros do PSDB-SP e o partido não tem qualquer relação ou conhecimento de suas ações”. Procurado, o PSDB paraense não havia se manifestou até a conclusão da reportagem.
Informações UOL

O número de mortes na explosão no hotel Saratoga, em Havana, capital de Cuba, subiu para 32 e o de feridos para 80, segundo informaram neste sábado (7) veículos locais de imprensa.
A agência estatal de notícias Prensa Latina indicou que, segundo a chefe da Frente de Reestabelecimento de Contatos Familiares da Cruz Vermelha, Gloria Bonnin, ainda há 19 pessoas desaparecidas, de acordo com lista elaborada pelo órgão.
Informações Terra Brasil Notícias