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Aplicativo de mensagens Telegram
Foto: Marcello Casal Jr

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes revogou neste domingo (20) a ordem de bloqueio ao aplicativo Telegram, após o cumprimento de determinações da Corte que estavam pendentes.

Ontem (19), ele havia dado prazo de 24 horas para o cumprimento de uma lista de determinações que incluía a indicação de representante oficial do aplicativo no Brasil; o envio de informações sobre providências para combate à desinformação; e o cumprimento integral de decisões que determinaram retirada de conteúdo ou bloqueio de canal.

De acordo com a decisão deste domingo, o Telegram indicou Alan Campos Elias Thomaz como representante legal no Brasil. O aplicativo informou que ele tem acesso direto à alta administração da plataforma, “o que garantirá nossa capacidade de responder as solicitações urgentes do Tribunal e de outros órgãos relevantes no Brasil em tempo hábil”.

Como medidas para combate à desinformação no Brasil, o Telegram citou o monitoramento dos 100 canais mais populares no país e o acompanhamento da mídia brasileira. O aplicativo destacou que vai estabelecer relações de trabalho com agências de checagem e restringir postagens públicas para usuários banidos por espalhar desinformação, além de atualizar termos de serviços e promover informações verificadas.

Em comunicado, o fundador do Telegram, Pavel Durov, voltou a se desculpar com a Corte brasileira. “Pedimos ao Tribunal que permita que o Telegram continue suas operações no Brasil, dando-nos a chance de demonstrar que melhoramos significativamente nossos procedimentos”.

Para Alexandre de Moraes, o aplicativo efetivou o cumprimento de todas as decisões. “Diante do exposto, considerado o atendimento integral das decisões proferidas em 17/3/2022 e 19/3/2022, revogo a decisão de completa e integral suspensão do funcionamento do Telegram no Brasil”. O ministro também determinou que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e as demais empresas envolvidas suspendam as ações de bloqueio do aplicativo.

Leia a íntegra da decisão aqui.

Informações Agência Brasil


Fernanda Montenegro disse que Bolsonaro botou os grandes artistas em “catacumbas”
Foto: gshow 

Fernanda Montenegro criticou o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao falar sobre a classe artística. A atriz de 92 anos de idade não poupou palavras ao refletir sobre o que considera um desmonte na área cultural do Brasil implantada pelo PT.

“O mais simbólico desse governo foi o fim da cultura das artes. Não tem governo radical que não pare a cultura das artes. Mas estamos nas catacumbas, vivos. E não estamos extinguidos”, disse em entrevista ao jornal O Globo.

Informações Terra Brasil Notícias


“Todos subestimam Bolsonaro: assim ele virou presidente e da mesma forma será reeleito”. A afirmação acima é de Munil Adriano, presidente da Confederação Brasileira de MuayThai/Boxe Tailandês.

Nome conhecido no mundo do esporte, Munil é fundador da rede de academias Inside Muay Thai. Em 2020, Munil Adriano conquistou o segundo cinturão do SFT AWARDS — evento de MMA nacional, com algumas edições internacionais (México e Miami). No ano passado, foi indicado como melhor treinador envolvido em eventos de MMA do SFT AWARDS.

Ciente de que 2022 é um ano decisivo no cenário político do país, o empreendedor tem usado as redes sociais, especialmente o Instagram, para tecer comentários sobre as eleições presidenciais.

Para Munil, uma das principais dificuldades do governo federal se deu devido à pandemia. Consequentemente, a ideia de dar um segundo mandato ao presidente Jair Bolsonaro (PL) é mais do que aceita pela maioria da população.

Na visão dele, Bolsonaro não perdeu o fôlego, e se mantém um candidato competitivo, com chances reais de permanecer no Palácio do Planalto em 2023.

Munil Adriano acredita que as bandeiras da esquerda não representam os brasileiros.

“Já andei o país de ponta a ponta, já conheci a realidade de milhares de brasileiros em todas as regiões do país. Digo com convicção: a população é, sim, conservadora. A imprensa tenta esconder, os políticos buscam maquiar, mas a verdade está estampada nas ruas, no dia a dia das pessoas. Eu tenho certeza que Lula e a esquerda serão derrotados nas urnas”, afirma.

“É hora dos brasileiros refletirem sério, sem brincadeiras, sem voto ao acaso, sobre o país que queremos para nossos filhos, netos, para nós agora e, especialmente, daqui a alguns anos. Eu não sinto nem um pouco de saudade dos grandes escândalos de corrupção que assolavam os governos anteriores. Das figuras ditatoriais, sanguinárias e nefastas que pisavam em nossa nação sob a bandeira do comunismo. Os brasileiros sentem falta deste tempo tão sombrio? Eu tenho certeza que não! Lula, o PT e a esquerda são páginas viradas! Bolsonaro será reeleito pelo povo, com a força do povo, para governar para o povo!”, sustenta o esportista.

Informações Conexão Política


Bombeiros, moradores e voluntários trabalham no local do deslizamento no Morro da Oficina, após a chuva que castigou Petrópolis, na região serrana fluminense
Foto: Tânia Rêgo/ Agência Brasil

Um novo temporal que atingiu Petrópolis, na região serrana fluminense, nesse domingo (20) deixou pelo menos cinco mortos. Uma pessoa foi resgatada com vida pelo Corpo de Bombeiros. Segundo a Defesa Civil Municipal, até o início da madrugada de hoje (21), haviam sido registradas 95 ocorrências, a maior parte deslizamentos.

A nova chuva atingiu a cidade mais de um mês depois do temporal que deixou 233 mortos e quatro desaparecidos, em 15 de fevereiro deste ano.

O local com maior índice de chuva até o início da madrugada de hoje havia sido São Sebastião, onde caíram 415 milímetros de precipitação.

Ainda segundo a Defesa Civil Municipal, mais de 400 pessoas tiveram que sair de suas casas e se deslocar para pontos de apoio nas localidades de Morin, Quitandinha, Amazonas, Vila Felipe, Sargento Boening, São Sebastião, Dr. Thouzet, Alto da Serra, Floresta, Independências e Siméria.

“Foi um dia difícil, principalmente depois das 15h, quando Petrópolis foi novamente vítima de grande chuva. Foram mais de 300 milímetros que atingiram a cidade”, disse o prefeito Rubens Bomtempo, em vídeo publicado em sua rede social nos primeiros minutos de hoje.

Informações Agência Brasil


Bombeiros, moradores e voluntários trabalham no local do deslizamento no Morro da Oficina, após a chuva que castigou Petrópolis, na região serrana fluminense

A cidade de Petrópolis tem vários trechos com alagamentos nas vias por causa da chuva que começou a cair na cidade no início desta tarde. Em menos de uma hora, foram 85 milímetros (mm) de chuva. A Defesa Civil do município já acionou duas vezes as sirenes em áreas de risco da cidade. O toque das sirenes é para mobilizar a população desses locais.

A secretaria de Defesa Civil recomenda à população que se desloque para lugares seguros, como um dos 19 pontos de apoio espalhados pelo município, que são alternativas para quem precisar sair de casa. Por volta das 15h10, imagens do radar do Centro de Operações da Prefeitura do Rio mostravam, que justamente em Petrópolis, havia uma concentração de chuva forte no estado do Rio.

“A recomendação é que a população não tente atravessar as áreas alagadas e busque local seguro. A Defesa Civil orienta que a população siga as recomendações de segurança. Todo o efetivo está empenhado para o atendimento de possíveis ocorrências. Em caso de emergência ligue 199 (Defesa Civil) e 193 (Corpo de Bombeiros)”, informou.

Trânsito interrompido
Por causa da inundação, o tráfego na Rua Coronel Veiga foi bloqueado no trecho entre as Duas Pontes e Ponte Fones. As equipes da Defesa Civil foram para a região para fazer o fechamento da via e reforçar a orientação aos motoristas e pedestres para que evitem o trecho. Agentes da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) reforçam a sinalização na área.

*Agência Brasil


A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vai ofertar nesta segunda-feira, 21, a aplicação da primeira, segunda, terceira e quarta doses contra a Covid-19 nas unidades de saúde, situadas tanto na sede do município quanto nos distritos.

Confira os grupos e locais de vacinação:

PRIMEIRA DOSE EM ADOLESCENTES ENTRE 12 E 17 ANOS

Adolescentes entre 12 e 17 anos podem receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19 nos distritos das 8h às 16h e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, a vacinação é realizada das 8h às 17h.

Também haverá imunização para esse público nas Unidades de Saúde da Família (USFs) CSU, Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, Feira IX-I, Viveiros, Feira X- III e IV e Rocinha II, das 8h às 16h e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

O adolescente deve ter 12 anos completos, não sendo possível vacinar quem ainda não completou a idade recomendada pelo Ministério da Saúde. É obrigatório estar acompanhado de um adulto.

PRIMEIRA DOSE PARA MAIORES DE 18 ANOS

A vacinação para esse público acontece nos distritos das 8h às 16h e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 17h.

Também haverá imunização para esse público nas Unidades de Saúde da Família (USFs) CSU, Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Rocinha II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, Feira IX-I, Viveiros, Feira X- III e IV, das 8h às 16h e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

É necessário apresentar RG, CPF e comprovante de residência. Para puérperas e gestantes é necessário levar uma prescrição médica após avaliação individualizada de riscos e benefícios.

SEGUNDA DOSE DA VACINA JANSSEN

A aplicação da dose de reforço da vacina Janssen, destinada a pessoas que receberam a dose única há pelo menos dois meses, será realizada nas UBSs Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 17h.

Para receber o imunizante é preciso, além de estar no período recomendado pelo Ministério da Saúde, apresentar RG, CPF, cartão do SUS, caderneta de vacinação (com registro da primeira dose) e comprovante de residência.

SEGUNDA DOSE DA PFIZER (APRAZAMENTO ATÉ 27 DE MARÇO)

A segunda dose da vacina Pfizer será aplicada nos distritos das 8h às 16h e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 17h.

Também haverá imunização para esse público nas Unidades de Saúde da Família (USFs) CSU, Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, Rocinha II, Feira IX-I, Viveiros, Feira X- III e IV, das 8h às 16h e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

É obrigatório levar o cartão de vacina com o registro da primeira dose, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência. Vale salientar que não será possível antecipar a vacinação. Somente aqueles que estão no período recomendado, de acordo com a caderneta de vacinação, poderão receber a segunda dose.

SEGUNDA DOSE CORONAVAC E ASTRAZENECA/OXFORD (APRAZAMENTO ATÉ 27 DE MARÇO)

A vacinação das pessoas que estão no período recomendado para aplicação da segunda dose das vacinas Coronavac e Astrazeneca/Oxford, com aprazamento até o dia 27 de março, será nos distritos e nas USFs CSU, Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Rocinha II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, Feira IX-I, Viveiros, Feira X- III e IV, das 8h às 16h.

Também haverá vacinação para esse grupo nas UBSs Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 17h e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

É obrigatório apresentar o cartão de vacina com o registro da primeira dose, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência.

TERCEIRA DOSE PARA PESSOAS ACIMA DE 18 ANOS E PACIENTES IMUNOSSUPRIMIDOS

A aplicação da terceira dose para pessoas que tomaram a segunda há pelo menos quatro meses será nos distritos das 8h às 16h e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 17h.

Também haverá imunização para esse público nas Unidades de Saúde da Família (USFs) CSU, Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, Rocinha II, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, Feira IX-I, Viveiros, Feira X- III e IV, das 8h às 16h e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

Para receber a dose de reforço é preciso, além de estar no período recomendado, apresentar RG, CPF, caderneta de vacinação com o registro da segunda dose e comprovante de residência.

Pacientes imunossuprimidos que tomaram há 28 dias a segunda dose (é necessário apresentar relatório médico) também podem ser vacinados.

QUARTA DOSE PARA PACIENTES IMUNOSSUPRIMIDOS

Pacientes imunossuprimidos, que tenham tomado a terceira dose há pelo menos quatro meses, devem tomar a quarta dose da vacina. A imunização para esse público é realizada nos distritos, das 8h às 16h. Nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, a vacinação é realizada das 8h às 17h.

Também haverá imunização para esse público nas Unidades de Saúde da Família (USFs) CSU, Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, Rocinha II, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, Feira IX-I, Viveiros, Feira X- III e IV, das 8h às 16h e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h. Para ser imunizado é necessário apresentar relatório médico.

Confira o endereço das Unidades de Saúde da Família Saúde na Hora:

USF Campo Limpo I, V e VI: Rua Hosita Serafim, S/N, bairro Campo Limpo.

USF Liberdade I, II e III: Rua El Salvador, S/N, bairro Feira VII.

USF Queimadinha I, II e III: Rua Pernambuco, S/N, bairro Queimadinha.

USF Parque Ipê I, II e III: Rua Ilha do Retiro, S/N, bairro Parque Ipê.

USF Videiras I, II e III: Rua Iguatemi, S/N, bairro Mangabeira.

USF Rua Nova II, III e Barroquinha: Rua Juvêncio Erudilho, 35, bairro Rua Nova.

*Secom


O ex-prefeito de Feira de Santana e o pré-candidato a vice-governador, José Ronaldo (DEM), acompanhou os festejos em louvor a São José, no distrito de Maria Quitéria.

Estiveram presentes também o pré-candidato a deputado federal, Zé Chico, o deputado estadual Carlos Geilson e os suplentes de vereador Bahia do Ônibus e Aquiles.


Fotos: Tayse Argôlo/Arquivo CORREIO e Embasa/Divulgação)

Um famoso professor de História, que não quero identificar, me faz um relato anedótico que demonstra, para mim, o quão Salvador e Feira de Santana estão cada vez mais próximas. Citando recorrentes viagens à Princesa do Sertão – são 108 km de distância, via rodovia –, conta que ao desembarcar por lá, sempre aparece alguém para perguntar: ‘você é de que interior?’ “Como se eles fossem capital!”, revolta-se.

Entendo a fala do mestre, mas não há motivo para se incomodar, afinal, Feira é, ao menos de maneira informal, a capital do interior, e com potencial para mais! Aliás, aqui mesmo em Baianidades, já colocamos isso em discussão no texto “Feira de Santana é tão parecida com Paris que deveria ser a capital da Bahia”, tese brilhantemente defendida pelo meu parceiro André Uzêda.

Arrisco até comentar que, pensando nisso de forma mais séria, dificilmente você iria estranhar, hoje em dia, Feira como capital oficial da Bahia. E um dos  motivos, embora não esteja escrito, vem sendo dito pelas ruas, entre um bonjour e um au revoir: o sotaque das duas cidades está cada vez mais parecido! 

Sempre foi assim? Pode ter certeza que não, e é o que motiva este texto, nascido do meu convívio intenso com feirenses, barbarenses, jacuipenses, dos mais antigos aos noviços. Muita coisa mudou na forma de falar por lá, e acho importante explicar o que está acontecendo.

Deita na BR
Mas antes de voltar a esse ponto, precisamos viajar  algumas décadas atrás para demonstrar que, durante mais de metade da vida, Feira não trocou tanta ideia com Salvador. Emancipada há 188 anos, a alteza sertaneja manteve pequenas interações culturais, sociais e até econômicas com a Roma Negra, como explica o professor de História [dessa vez não é o professor Jaime Nascimento] Rafael Dantas. 

Ainda durante a graduação na Ufba, Dantas desenvolveu um projeto de pesquisa intitulado ‘Entre caminhos e encontros no interior baiano’, no qual destacava que antes da inauguração da BR-324, só ocorrida na década de 1940, essas ligações entre a SSA e FSA eram marcadas pelo uso de carroças, carros de boi. E nesse contexto, há diversos relatos sobre a dificuldade de percorrer o itinerário Feira-Salvador-Feira.

“Essas ligações existiam, de forma rudimentar, com os caminhos de terra. E depois, com as ferrovias, muda todo esse contexto”, pontua Dantas, citando a chegada, na segunda metade do século 19, da Bahia and São Francisco Railway, estrada de ferro que vai ligar Salvador a Alagoinhas e, depois, a cidades mais próximas de Feira, como Serrinha. 

Relatos de viajantes da era pré-BR, encontrados por Dantas, demonstram a dificuldade dos feirenses primordiais fazerem compras na capital – trajeto  que hoje, num Celtinha, se faz em menos de uma hora.

“Há histórias de fazendeiros, por exemplo, que saíam para comprar móveis em Salvador – que era o referencial de comércio mais sofisticado, padrão europeu -, e narram toda essa odisseia de sair a cavalo das fazendas, ir com carroças até o ponto da estação mais próxima, embarcar em um trem, e vir de trem até Salvador. Passavam a semana aqui, compravam as coisas e voltavam”, menciona o professor, dando a dimensão do “isolamento geográfico” anterior à rodovia.

Acento sertanejo
Mas tal situação só era referente a Salvador, afinal, um isolamento geral não permitiria que Feira se tornasse a maior cidade do interior baiano, e o maior entroncamento rodoviário da parte de cima do Brasil.

“Feira de Santana é uma cidade que recebe muita migração interna, tanto de cidades da Bahia, principalmente do sertão (região sisaleira, entre outras), como de outros estados do Nordeste. Essa migração interna foi muito intensa entre as décadas de 50 e 80. E esses migrantes trouxeram consigo sua forma de falar que influenciou muito o falar local”, delimita a professora Norma Almeida, professora de Linguística da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), que pesquisa sobre o assunto.

É ela também quem “denuncia” que o sotaque feirense vem perdendo antigas características, e se aproximando cada vez mais do de Salvador, principalmente entre os mais jovens.

“Hoje já percebemos uma diminuição das diferenças, que pode estar relacionada ao maior contato entre os dois locais (BR-324), aos meios de comunicação”, assinala a professora, que também é doutora em Linguística pela Unicamp. 

Mas quais são as características marcantes do sotaque feirense que estão caindo numa espécie de desuso por lá? “Um exemplo que pode ser dado é a pronúncia do ‘t’ e do ‘d’ diante do ‘i’. Em Feira, já tivemos mais grupos usando o que chamamos de pronúncia dental, como se pronuncia no sertão, sem o ‘chiado’. Hoje, esse tipo de pronúncia só se percebe entre alguns feirenses mais velhos e nos migrantes de outras regiões”, diz a professora, indicando a quem quiser se aprofundar no assunto o projeto ‘A língua portuguesa falada no semiárido baiano’, sediado na Uefs, com participação dela própria e das prós Zenaide Carneiro, Silvana Araújo e Eliana Pitombo.

Processo
Também há diferenças que não são necessariamente relacionadas ao sotaque, como o uso do tu em detrimento do você.

“Essa é uma marca bem feirense, mas que ocorre também em outras cidades do interior. Há uma tese de doutorado sendo feita sobre esse fenômeno e há estudos de mestrado. Esse uso muito disseminado do tu em Feira pode, é uma hipótese, estar relacionado à grande migração de nordestinos”, comenta a especialista, para a qual estamos no meio de uma série de mudanças, que ainda precisam ser melhor analisadas.

Entre elas, também está o apagamento do ‘r’ em final de sílaba, como falar ceveja ao invés de cerveja, o uso do ‘ni’ ao invés da preposição em, também muito comum por lá, entre outras escolhas particulares de cada cidade. “Outras palavras mais comuns em comunidades rurais podem ser encontradas na periferia de Feira, como o uso de ‘em riba’, ‘arrudear’. Seriam formas de falar da periferia influenciada por um falar mais rural”. 

Essa percepção é importante, afinal, Feira continua sendo uma zona de influência econômica para 75 municípios, de acordo com pesquisa do professor Sílvio Bandeira de Melo. “Penso que são zonas de mútuas influências linguísticas”, acrescenta Norma Almeida. 

Prova de que trocas sociais e culturais mais intensas têm influência no sotaque pode ser observada no caso de Alagoinhas, cidade com perfil semelhante ao de  Feira, mas que tinha uma antiga ligação direta com Salvador, pela linha férrea. Fernanda, minha namorada, é alagoinhense, e mesmo que não tivesse ligação direta comigo, poderia ser tranquilamente escalada para atuar em ‘Ó paí, ó’, e ninguém de Salvador jamais perguntaria (como nunca perguntou) de que interior ela veio.

Informações Correio


Concursos públicos oferecem 24.276 vagas em todas as regiões do país, com salários de até R$ 27,5 mil. O maior, com 2.500 vagas, é da Polícia Civil de São Paulo. Há também outros concursos com oportunidades em vários cargos, destinadas a candidatos de todos os níveis de escolaridade. O processo com remuneração mais alta é para a Defensoria Pública do Estado do Ceará (R$ 27,5 mil).

*Terra Brasil Notícias


Uma tragédia se debateu sobre a família do Policial Militar conhecido popularmente por Sargento Benedito. O seu filho de 14 anos, pegou uma arma e acabou matando a própria mãe, o irmão mais novo e ferindo gravemente o próprio pai com um tiro no peito.

O fato aconteceu na tarde deste sábado, dia 19, por volta das 15h00, na residência da família, na Rua Oscar Torres, Jardim Guanabara, em Patos. Em princípio, os vizinhos achavam que se tratava de um latrocínio ocasionado por um homem que teria invadido a casa, porém, após investigações, se averiguou que o filho mais velho do casal havia cometido o crime.

Viaturas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), do 4º Batalhão do Bombeiro Militar (4º BBM, bem como guarnições do 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM) e do BOPE estiveram no local.

O Sargento Bené sofreu um tiro no peito e foi socorrido pelo SAMU ao Hospital Regional de Patos onde deu entrada no bloco cirúrgico. A mãe e o irmão foram assassinados com tiros na cabeça.

No local do ocorrido, a cena é de muita comoção e perplexidade. O jovem filho do casal foi detido e está sendo acompanhado para averiguar as condições psicológicas do adolescente. As informações são de policiais militares e civis que estão no local.

*Terra Brasil Notícias