
A assessoria do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, faz esclarecimentos sobre nota publicada em um veículo de comunicação de Salvador a propósito de uma ação judicial envolvendo o nome dele, anunciada como “desdobramento da operação Pityocampa”.
Informa a assessoria: “Trata-se de uma ação aberta em 2018, com duas denúncias feitas pelo Ministério Público. Uma delas se refere à licitação pública para contratação de serviços, outra diz respeito a remuneração de profissionais médicos. Quanto a parte do processo relativo à licitação, José Ronaldo foi absolvido. A questão da remuneração de médicos segue em tramitação. O ex-prefeito afirma que, também nesse caso, acredita firmemente na Justiça e comprovará a sua inocência”.
(Assessoria de José Ronaldo)

Foto: Reprodução / Facebook Jair Messias Bolsonaro.
De acordo com a pesquisa A Cara da Democracia, 5% dos eleitores brasileiros fariam Pix para ajudar o ex-presidente Jair Bolsonaro a pagar multas do Poder Judiciário. Dos entrevistados que topariam colaborar com o ex-presidente, a maioria disse que doaria cerca de R$ 100.
Realizado pelo Instituto da Democracia (IDDC-INCT), o estudo apontou que 3% doariam até R$ 100, mas um número menor informou que doaria no máximo R$ 1000. Outros entrevistados disseram que fariam depósitos de quantias bem maiores — 92% responderam que jamais fariam isso.
Considerando que o número atual de eleitores no Brasil é de 156,5 milhões de pessoas, os 5% que ajudariam Bolsonaro representam 7,8 milhões de pessoas aptas a votar.
A pesquisa A Cara da Democracia conta com entrevistas em todo o país. Foram ouvidos 2.558 eleitores em 167 cidades. O estudo ocorreu entre os dias 22 e 29 de agosto, com uma margem de erro estimada em dois pontos percentuais para mais ou para menos e um índice de confiança de 95%.
Neste ano, o ex-chefe do Poder Executivo fez uma campanha para que apoiadores o ajudassem com dinheiro para pagar suas multas judiciais. No mês passado, ele pagou uma dívida de R$ 1 milhão referente a oito multas que recebeu da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo por descumprir medidas sanitárias, como o uso de máscara em locais públicos, durante a pandemia.
Segundo o Estadão, a decisão de fazer o depósito em juízo foi confirmada por interlocutores de Bolsonaro. O ex-presidente, porém, ainda está com um recurso no TJ-SP contra o pagamento das multas, à espera de julgamento. Se o tribunal lhe der ganho de causa, o valor depositado judicialmente será resgatado.
Também em agosto, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), enviou para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) um projeto de lei que pretende cancelar as multas sanitárias aplicadas durante a pandemia da Covid-19.
No texto do projeto, o governador argumenta que a Secretaria da Saúde promoveu ações de fiscalização e autuações com intuito de evitar a disseminação do vírus e a consequente exaustão do serviço de saúde. Diz também que as multas tinham a intenção de promover a conscientização para prevenir o contágio, e não intuito arrecadatório.
De acordo com o texto de Tarcísio, as multas que já foram pagas não serão ressarcidas.
O Antagonista

Foto: AlHilal Saudi Club/Getty Images.
A tensão entre o Borussia Dortmund e o PSG durante a assembleia da Associação de Clubes da Europa tem raízes na recente e lucrativa transferência de Neymar.
A venda do jogador brasileiro para o Al-Hilal, da Arábia Saudita, ocorreu há menos de um mês e envolveu uma quantia significativa de dinheiro, o que intensificou as discussões e as preocupações financeiras entre os clubes europeus.
A transferência de Neymar para o Al-Hilal, da Arábia Saudita, gerou controvérsia durante a assembleia da Associação de Clubes da Europa, como informou o jornal “AS”. O diretor financeiro do Borussia Dortmund, Thomas Tress, levantou dúvidas em relação a essa venda, alegando que o PSG não estava cumprindo as regras de fair-play financeiro estabelecidas pela FIFA.
A situação se agravou a ponto de Hans-Joachim Watzke, diretor-geral do Borussia Dortmund, ter que intervir e pedir desculpas em nome do clube ao presidente do PSG, Nasser Al Khelaifi.
Essa situação reflete as tensões em torno das transferências de jogadores no futebol moderno, especialmente quando envolvem cifras milionárias.
A negociação de Neymar é um exemplo recente de como o mercado de transferências pode gerar controvérsias e debates acalorados entre os clubes, destacando a importância de regulamentos como o fair-play financeiro para manter a estabilidade financeira no esporte.
TV Foco

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil.
O deputado Bibo Nunes (PL-RS) apresentou um requerimento de convocação do ministro da Justiça, Flávio Dino, para que ele preste esclarecimentos na Comissão de Comunicações. De acordo com o deputado da oposição, objetivo é cobrar explicações sobre as imagens referentes ao circuito de câmeras da pasta que foram deletadas depois do 8 de janeiro.
“Isso ocorreu no contexto da investigação da CPMI sobre os eventos do dia 08 de janeiro, que têm implicações nacionais significativas“, justificou Nunes. O requerimento ainda precisa ser aprovado pela comissão.
Em ofício encaminhado à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro, Dino informou que o contrato com a empresa responsável pelo sistema prevê que as gravações sejam deletadas após um período de 30 dias. Ainda de acordo com o ofício, as imagens que estão preservadas e entregues à CPMI foram aquelas consideradas, pela Polícia Federal, importantes para as investigações. Até o momento, Dino entregou ao colegiado dois arquivos com gravações de parte do circuito interno do Ministério da Justiça.
O Antagonista

Apple lançou o iPhone 15 nesta terça-feira (12). A chegada da nova linha marca uma das maiores mudanças dos últimos anos no aparelho que inaugurou a era dos smartphones: o fim da porta Lightning para recarga de bateria e transferência de dados, presente nos celulares da marca desde o iPhone 5, lançado em 2012.
O padrão agora é a entrada USB-C, já usada há anos por smartphones com o sistema Android. No iPhone, ela também será usada para transmitir áudio e vídeo. Ao todo, serão quatro novos aparelhos:
Outra novidade foram os dois relógios, o Apple Watch Series 9 e Watch Ultra 2, que ganharam um novo processador e agora podem ser comandados com o toque dos dedos.
Nos Estados Unidos, os preços dos novos aparelhos serão os seguintes:
No Brasil, os preços serão os seguintes:

O recurso que aproveita o entalhe na parte superior da tela para exibir informações de aplicativos provavelmente deixará de ser exclusivo dos modelos Pro (ele foi lançado com o 14 Pro). Agora, ele estará em toda linha iPhone 15.
Vem em dois tamanhos: 6,1 polegadas e 6,7 polegadas, dependendo do aparelho.
Por ser interativa, essa ilha mostrará de um jeito simples as ações de alguns aplicativos. Quando o que estiver em uso for o Google Maps, por exemplo, ela exibirá as próximas direções a serem seguidas durante um trajeto. Para apps de música, será possível tocar a próxima canção ou voltar para a anterior. Se o iPhone 15 estiver executando algum app de delivery ou de transporte, a ilha dinâmica dá detalhes sobre a entrega ou a chegada do carro. Esse espaço também mostrará atualizações nos placares de jogos.
Agora, o iPhone 15 permite três formatos básicos de zoom — é a primeira vez que a Apple traz essa função para um celular com apenas duas câmeras traseiras. Além disso, a câmera tem um sensor que faz fotos com 48 MP de resolução, o que promete gerar imagens com maior qualidade e detalhes. Essa lente foi usada pela Apple pela primeira vez na linha Pro, lançada no ano passado, com o iPhone 14 Pro e o iPhone 14 Pro Max.
Quando o ambiente estiver com pouca luz, as câmeras também se comportarão melhor do que as da geração anterior, pois capturarão mais detalhes e manterão a qualidade ainda que tenham de registrar diferentes tons de pele.
No iPhone 15 Pro, o modo noturno captura mais cores e detalhes. O zoom óptico é de cinco vezes, mais potente que a geração anterior. A câmera principal permite que os usuários mudem entre três diferentes lentes, de 24 mm, 28 mm e 35 mm.
Para os iPhones 15 Pro e Pro Max, a Apple promete ainda uma nova geração do modo retrato. Sem que os usuários ativem esse modo, o iPhone vai tirar fotos que exibem cores mais vivas e um fundo desfocado com mais intensidade. Isso ocorrerá porque, quando o celular detectar uma pessoa no primeiro plano, ativará o desfoque de fundo automaticamente. Caberá ao usuário escolher se quer a foto comum ou no modo retrato, mas só depois de a imagem ter sido registrada.
Todos os celulares da família iPhone 15 serão vendidos com uma entrada no padrão USB-C no lugar da porta Lightning.
A mudança ocorre após uma lei da União Europeia (UE) determinar que até dezembro de 2024 todos os tipos de eletrônicos portáteis vendidos no bloco devem adotar um formato único para o carregamento das baterias e transferência de dados.
O objetivo é fazer com que o consumidor gaste menos ao usar um único cabo, por exemplo, para o celular, tablet, GPS, câmeras digitais, consoles de videogames. Além disso, existe o fator sustentável, já que a mudança tende a diminuir a produção desses componentes, eliminando os resíduos gerados no processo de fabricação.
Os novos iPhone 15 Pro iPhone 15 Pro Max ganharam uma estrutura de borda feita de titânio, seguindo o padrão do relógio Apple Watch Ultra. Uma curiosidade: este é o mesmo material usado na construção dos robôs que estão em Marte.
A ideia da Apple é ter um celular mais leve do que as gerações anteriores e com um material que dissipa melhor o calor. Pode ser o fim dos iPhones esquentadinhos.
Outra novidade presente apenas nos iPhones 15 Pro e 15 Pro Max é que o botão de silenciar deixa de fazer apenas isso. Ele passa a ser um comando de ações, como os dos relógios da Apple.
De fábrica, ele continuará a silenciando as notificações do iPhone. Mas é possível programá-lo para desencadear outras ações, como acionar a câmera para capturar uma foto.
Os novos modelos possuem dois tamanhos diferentes de display:
Com isso, a empresa aposentou modelos iPhones Mini, com telas de 5,4 polegadas. O iPhone 13 Mini, lançado em 2021, foi o último do tipo até agora.
Enquanto o processador dos iPhones 15 e 15 Plus é o A16, presente na geração anterior de smartphones, os modelos mais potentes foram turbinados. Com isso, iPhone 15 Pro e 15 Pro Max serão equipados com o chip A17 Pro, que possui 19 bilhões de transistores.
Com o A17, as transferências via USB-C serão três vezes mais rápidas para dar conta de grandes arquivos, como vídeos em 4K.
A nova linha é feita com um material de nanocristais. A carcaça do aparelho é feita com 75% de alumínio reciclado. E isso se repete em outros componentes: 100% de cobalto reciclado na bateria e 100% de cobre reciclado em outras peças.

A nova versão do relógio inteligente da Apple ganha um novo cérebro: é o chip S9 SIP, que vem com CPU (5,6 bilhões de transistores, 60% a mais do que o da Series 8) e GPU 30% mais rápida.
A combinação do novo processador com uma Siri mais inteligente na nova edição do relógio resultará em comandos mais precisos e respostas mais rápidas. Por exemplo: será possível fazer perguntas como, “Como está o meu batimento cardíaco?”.
O Watch permite que algumas funções seja disparadas com gestos, como no iPhone. É o caso do levantar o pulso, que mostra o que está na tela, como notificações. A nova versão agora introduz um novo comando: tocar o polegar e o dedo indicador duas vezes. Com isso, é possível atender e encerrar ligações telefônicas no relógio, desligar alarmes, checar notificações.
Apple parece estar investindo pesado em controle de dispositivos a partir de gestos. Depois de o óculos de realidade mista Apple Vision Pro usar movimentos de pinça para executar comandos. O Apple Watch agora também reconhece o movimento dos dedos.

O novo processador também permitirá que o relógio se conecte mais rapidamente com outros dispositivos. Ao detectar a presença de um Homepod, o tocador de áudio inteligente da Apple, ele exibirá na tela uma playlist de música.
Além das novidades do Series 9, o Watch Ultra 2 possui uma tela mais brilhante, de 3000 nits, e possui a autonomia de bateria de 36 horas, que pode chegar a 72 horas no modo econômico. Ele também vem com a Siri integrada. Assim, não será necessário ter um celular próximo para acionar a assistente de voz.
Nos Estados Unidos, o Series 9 é vendido a partir de US$ 399 e o Watch Ultra 2 a partir de US$ 799. As pré-vendas começam agora, mas as entregas ocorrem a partir de 22 de setembro.
Informações UOL

O general Braga Netto, interventor federal na segurança pública do Rio de Janeiro em 2018, afirmou que suspendeu a compra de coletes após encontrar “irregularidades” nos documentos fornecidos pela empresa contratada. A compra foi alvo de uma operação da PF hoje e Braga Netto é um dos investigados.
O militar disse que os equipamentos nem chegaram a ser entregues. “Com relação à compra de coletes balísticos da empresa americana CTU Security, é preciso destacar que a suspensão do contrato foi realizada pelo próprio GIF [Gabinete de Intervenção Federal], após avaliação de supostas irregularidades nos documentos fornecidos pela empresa”, afirmou o general, em nota.
Dinheiro da compra foi devolvido ao Tesouro Nacional, segundo Braga Netto. “Não houve, portanto, qualquer repasse de recursos à empresa ou irregularidade por parte da Administraççãp Pública. O empenho foi cancelado e o valor total mais a variação cambial foram devolvidos aos cofres do Tesouro Nacional”, acrescentou o general.
O general Braga Netto pediu ao TCU (Tribunal de Contas da União) a dispensa de licitação na aquisição dos coletes. A informação é da jornalista Daniela Lima, da GloboNews.
Ele destacou em ofício que a aquisição de coletes era urgente e que, por isso, seria necessária a dispensa de licitação. Em documento exibido na GloboNews, o então interventor afirma que comprar via licitação levaria pelo menos 60 dias, já que os coletes são produzidos de acordo com a demanda. Nesse caso, “o rito normal dos certames licitatórios compromete as metas planejadas, em razão dessa logística de reposição”, argumentou.
General afirmou que precisava repor 8.571 coletes devido à validade dos antigos. “O uso desse material bélico é de importância vital para o agente de segurança pública em serviço, tendo em vista a grande quantidade de armamento pesado (fuzil), atualmente, utilizado por criminosos”, escreveu o general.
O TCU acatou ao pedido, mas ressaltou medidas necessárias para transparência da compra. “Não se pode olvidar de que seja comprovada a compatibilidade dos preços contratados por dispensa de licitação com os praticados no mercado”, responde o tribunal.
Foi a Agência de Investigações de Segurança Interna dos Estados Unidos que apontou à PF o sobrepreço dos coletes balísticos comprados pelo Brasil. O suposto crime foi descoberto durante a investigação do país sobre o assassinato do presidente haitiano Jovenel Moises, em julho de 2021. Na ocasião, segundo as investigações dos EUA, a CTU Security LLC forneceu a logística militar para executar o então presidente.
Informações UOL
Ministro do STF permitiu que a responsável pela inteligência do DF faltasse para depoimento na CPI do 8 de Janeiro

O presidente da CPI do 8 de Janeiro, deputado Arthur Maia (União Brasil-BA), criticou nesta 3ª feira (12.set.2023) a decisão do ministro Nunes Marques, do STF, que autorizou Marília Ferreira de Alencar, ex-subsecretária de Inteligência do Distrito Federal, a não comparecer em seu depoimento na comissão.
“É sem dúvida lamentável […] Não há dúvida que uma decisão monocrática, superando uma convocação desta comissão, evidencia a falta de equilíbrio entre os poderes”, disse durante reunião da CPI.
Ele mencionou que decisões anteriores dehabeas corpus de outros ministros do STF não impediram o comparecimento de depoentes. “Isso demonstra claramente uma falta de isonomia de direitos praticada pelo Supremo Tribunal Federal”.
Arthur Maia defendeu que Nunes Marques submeta sua decisão para a análise do pleno do STF. Relatora da comissão, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) afirmou que a decisão de Nunes Marques “obstrui” os trabalhos da CPI.
Segundo ela, a Advocacia do Senado já recorreu da decisão do ministro. Ao criticar a decisão de Nunes Marques, Eliziane também cobrou uma “providência de forma mais enérgica” da CPI.
Nesta 3ª feira, a comissão deve ouvir Marcela da Silva Morais Pinno, cabo da Polícia Militar do Distrito Federal que atuou no dia 8 de janeiro e foi jogada da cúpula do Congresso. A policial, que ficou ferida depois dos atos extremistas, foi promovida por ato de bravura em 5 de maio pelo governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB).
Informações Poder 360
Ministro estima que a tempestade mediterrânea Daniel matou 2,5 mil pessoas além de deixar 25% da cidade de Derna debaixo d’água.

Fortes chuvas deixam cidades da Líbia debaixo d’água
Mil corpos foram recuperados na cidade de Derna, no leste da Líbia, após uma tempestade atingir o país no domingo (10).
“O número de corpos recuperados em Derna é superior a mil. Não estou exagerando quando digo que 25% da cidade desapareceu. Muitos, muitos edifícios desabaram (…) Os corpos estão por toda parte – na água, nos vales, sob os edifícios”, disse Hichem Chkiouat, ministro da Aviação Civil e também integrante do Comitê de Emergência criado após as enchentes.
O ministro disse que o número de mortos pode passar de 2,5 mil à medida que o número de desaparecidos aumenta.
Um representante do Crescente Vermelho, equivalente à Cruz Vermelha nos países de maioria islâmica, afirmou que cerca de 10 mil pessoas estão desaparecidas.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/s/1/ntoYb8R66mUYSQDgmhBw/ap23254816577501.jpg)
Foto mostra estrada desmoronada após enchente na Líbia em 11 de setembro de 2023 — Foto: Governo da Líbia via Associated Press
A cidade de Derna fica na costa da Líbia e é cortada ao meio por um rio que flui das terras altas para o sul. Há barragens que impedem a ocorrência de inundações.
Derna tem cerca de 125 mil habitantes. Devido à tempestade, as ruas foram tomadas pela água, casas foram inundadas, edifícios foram destruídos, carros acabaram virados e moradores foram arrastados. A força da água também destruiu barragens na região.
A tempestade mediterrânea Daniel que atingiu a Líbia no domingo (10) também afetou as cidades de Benghazi, Sousse, Al Bayda e Al-Marj.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/f/O/vOcjTKQ9GHZDrJoHTVJA/4sdf5s.png)
Mapa mostra a cidade de Derna, atingida por tempestade na Líbia — Foto: g1
Antes de chegar ao norte da África, a tempestade Daniel levou estragos à Grécia, Turquia e Bulgária. A Líbia pediu ajuda internacional para se recuperar da tragédia. Países como os Estados Unidos e a Turquia enviaram aviões com suprimentos para o país africano.
Equipe da Crescente Vermelha trabalha em meio a inundação após tempestade na cidade de Al Bayda, na Líbia, no dia 11 de setembro de 2023 — Foto: Crescente Vermelha/AFP
A tempestade perdeu força após a passagem pela Líbia. Agora, chegou ao Egito, preocupando as autoridades e colocando o país em alerta.
A Líbia vive um regime parlamentarista instituído na cidade de Tripoli, capital do país, sob a chancela de Abdulhamid al-Dbeibah. O governo é consequência de uma revolta popular mobilizada em 2011 com apoio da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) contra o então líder Muammar Gaddafi.
Isso porque, em 2014, o país se dividiu em duas frentes: uma alinhada à Otan, que é reconhecida internacionalmente, e outra liderada por Osama Hamad, que controla o leste do país.
Em 2021, al-Dbeibah foi escolhido primeiro-ministro com a promessa de realizar novas eleições para todo o país. No entanto, o pleito segue sem data definida por causa de desentendimentos entre os grupos acerca das regras da eleição.
Informações G1

Foto: Beto Barata/Presidência da República
PF mira suspeita de fraude na verba da intervenção federal no RJ
A Polícia Federal (PF) iniciou nesta terça-feira (12) a Operação Perfídia, contra supostas fraudes na verba da intervenção federal no Rio de Janeiro, que custou R$ 1,2 bilhão.
Agentes saíram para cumprir 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, em São Paulo e no Distrito Federal. Não há mandados de prisão. A PF investiga crimes de contratação indevida, dispensa ilegal de licitação, corrupção e organização criminosa.
Durante quase todo o ano de 2018, a segurança pública do RJ ficou a cargo das Forças Armadas, após um decreto do então presidente Michel Temer. A medida foi tomada depois de um carnaval marcado por arrastões e ataques em blocos.
O general Walter Souza Braga Netto, do Comando Militar do Leste, foi nomeado interventor. Antes, ele coordenou a segurança durante a Olimpíada do Rio, em 2016, e ocupou o serviço de inteligência do Exército. Braga Netto escolheu como auxiliares os também generais Richard Fernandez Nunes, como secretário de segurança, e Mauro Sinott, para o operacional.
Na cerimônia de encerramento da intervenção, em 27 de dezembro de 2018, as Forças Armadas informaram que tinham empenhado até então R$ 890 milhões do R$ 1,2 bilhão reservado para a iniciativa e que havia a previsão de devolver R$ 120 milhões.
Informações TBN
Promotores de Justiça do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e policiais militares da Rota deflagram nesta manhã mais uma fase da Operação Sharks, voltada a desarticular lideranças do PCC (Primeiro Comando da Capital).
São cumpridos 26 mandados, sendo três de prisão e 23 de busca e apreensão nos estados de São Paulo e da Bahia. Os alvos são familiares e “laranjas” de Marcos Roberto de Almeida, o Tuta, e Odair Lopes Mazzi Júnior, o Dezinho.
Batizada de Sharks 2 (Tubarão 2, em inglês), a operação visa combater o crime de lavagem de dinheiro realizado por integrantes da cúpula da maior facção criminosa do país.
A primeira etapa da Operação Sharks foi concluída em setembro de 2020 e teve início a partir de investigações conduzidas com o cruzamento de múltiplos dados, mirando integrantes dos principais escalões da organização.
Segundo o Gaeco, as provas obtidas revelaram que a cúpula do PCC movimenta mais de R$ 100 milhões anualmente, quantia decorrente, primordialmente, do tráfico de drogas e da arrecadação de valores de seus integrantes, tudo com rigoroso controle em planilhas.
As investigações coordenadas por oito promotores de Justiça levou ao oferecimento de denúncia. Dezinho, um dos alvos na ação de hoje, foi preso em julho deste ano durante diligências realizadas em Pernambuco. Ele estava em um resort de luxo.
O Gaeco apurou que ele ocupa uma das mais altas posições nos escalões da facção e é responsável por gerenciar parte do tráfico de drogas do exterior para o Brasil. E atuava em esquemas para lavagem de dinheiro. Com ele foram apreendidos documentos falsos, cartões de crédito e celulares.
Nessa nova fase da Operação Sharks, diz o Gaeco, “a investigação revela que enquanto os líderes do PCC levam uma vida de luxo, milhares de faccionados que vivem nas cadeias e as suas famílias têm uma vida pobre e miserável”.
Informações UOL