O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pretende votar o mérito das propostas ainda hoje

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira, 13, a urgência dos projetos da minirreforma eleitoral. Agora os parlamentares podem apreciar a matéria diretamente em plenário sem precisar passar por alguma comissão na Casa Baixa.
Composto por um projeto de lei (PL) e por um projeto de lei complementar (PDL), o conjunto de textos altera, entre outras coisas, as regras de inelegibilidade de prestação de contas. Conforme apurou Oeste, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pretende votar o mérito das propostas ainda hoje.publicidade
De autoria da deputada federal Dani Cunha (União-RJ), a proposta foi relatada pelo deputado petista Rubens Pereira Jr. (MA). O PL passou apenas pelo grupo de trabalho da Câmara. Para que a proposta seja válida nas eleições de 2024, o presidente Lula precisa sancioná-la até 6 de outubro. Desse modo, o Senado vai ter de aprovar a minirreforma eleitoral em tempo recorde.
Segundo Júnior, a minirreforma é pequena, consensual e de simplificação. “Nós, o Congresso Nacional, estamos dando um recado à sociedade”, disse. “O nosso sistema eleitoral é bom, precisa de pequenos ajustes. As grandes mudanças já foram feitas, cabe agora somente aperfeiçoar.”
O primeiro texto da minirreforma regula a propaganda eleitoral e uso do fundo partidário. O outro trata da prestação de contas e das regras que impedem um político condenado de se candidatar.
Mais cedo, depois da reunião com as lideranças partidárias, Júnior divulgou a nova versão dos textos. A minirreforma recuou em alguns pontos que foram criticados por dificultar, por exemplo, a punição dos candidatos acusados de comprar votos ou do uso irregular do dinheiro público.
Informações Revista Oeste

O humoristaRenato Aragão, de 88 anos, perdeu o direito de usar a marca Didi para o lançamento de produtos e serviços, depois de cerca de 60 anos de propriedade.
Segundo o jornalista Ricardo Feltrin, a marca acabou sendo adquirida pela empresa chinesa Beijing Didi Infinity, a mesma que comprou a marca Didizinho.
O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) costuma avisas ao proprietário sobre a proximidade do vencimento alguns meses antes disso ocorrer. Por isso, não se tem conhecimento sobre o motivo que fez Renato Aragão não renovar a propriedade da marca.
Informações TBN

Foto: TON MOLINA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse na manhã desta quarta-feira, 13, que o Brasil pode rever a adesão aoTribunal Penal Internacional(TPI). A justificativa do ministro é que outras nações grandes não aderiram e, por isso, “em algum momento”, a diplomacia brasileira pode rever sua adesão à Corte, também conhecida como “Tribunal de Haia”. “O Tribunal Penal Internacional foi incorporado ao direito BR, contudo muitos países do mundo, inclusive os mais poderosos do planeta, não o fizeram. O que o presidente Lula alertou corretamente é que há um desbalanceamento em que alguns países aderiram à jurisdição do Tribunal Penal Internacional e outros não, como EUA, China e outros países importantes do mundo. Isso significa que em algum momento a diplomacia brasileira pode rever essa adesão a esse acordo, uma vez que não houve igualdade entre as nações na aplicação deste instrumento. Foi um alerta que o presidente fez e é claro que a diplomacia brasileira vai saber avaliar isso em outro momento”, disse Dino.
Durante participação naCúpula do G20, o presidenteLuiz Inácio Lula da Silva(PT) disse a um canal indiano que o presidente daRússia,Vladimir Putin, não seria preso caso viesse ao Brasil. O TPI condenou o chefe de Estado russo por crimes de guerra, portanto, todos os países signatários da Corte no chamado Estatuto de Roma devem prendê-lo caso ele esteja em seus territórios. Dino ainda afirmou que a decisão sobre aderir ao tribunal é política, sob o mesmo argumento de que alguns países aderiram ao acordo e outros não. Por fim, ele ainda pontuou que a situação que vem sendo tratada de forma hipotética, a vinda de Putin ao Brasil, não deve ocorrer. “É uma decisão na verdade de natureza política e seria preciso que essa situação se configurasse para que houvesse uma análise sobre o cumprimento ou não desse tratado internacional à vista dessa circunstância concreta em que grandes países do planeta não aderiram à jurisdição do TPI, o que pode indicar que a revisão do estatuto de Roma seja uma medida adequada, mas seria preciso haver a situação concreta que não há e acho que dificilmente haverá”, concluiu.
Jovem Pan

O ufólogo e jornalista investigativo mexicano Jaime Maussan apresentou na terça-feira (12) ao Congresso do México dois fósseis de corpos ‘não-humanos’ com idade atestada de mais de 1.000 anos.
Gravações do momento reproduzidas nas redes sociais mostram os dois corpos conservados em caixas de tampo transparente sendo exibidos na audiência do parlamento.
Jaime Maussan testemunhou sob juramento que os espécimes mumificados não fazem parte da “nossa evolução terrestre”, com quase um terço do seu DNA permanecendo “desconhecido”.
“Essas amostras não fazem parte do nosso mundo terrestre. Estes não são seres encontrados após a queda de um OVNI. Eles foram encontrados em minas de diatomáceas e posteriormente fossilizados”, afirmou Maussan.
O jornalista disse ao Congresso que as amostras foram examinadas por cientistas da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), que conseguiram obter evidências de DNA usando datação por radiocarbono.
Após comparações com outras amostras de DNA, foi determinado que o DNA de mais de 30% das amostras era “desconhecido”, de acordo com ele.
Especialistas testemunharam sob juramento ao Congresso mexicano que um “ovo” foi encontrado dentro de um dos corpos, e ambos tinham implantes feitos de metais muito raros, como o Ósmio.
Imagens de raios X das amostras também foram divulgadas durante o comunicado à imprensa mexicana:

Informações TBN
Declaração foi dada por Sebastião Coelho em sustentação oral diante dos magistrados da Suprema Corte

O desembargador aposentado e advogado do primeiro réu julgado pelos atos radicais do dia 8 de janeiro, Sebastião Coelho, durante sua sustentação oral no Supremo Tribunal Federal (STF), se dirigiu aos ministros da mais alta Corte do país e afirmou que eles são as pessoas mais odiadas no Brasil. Coelho defende Aécio Lúcio Costa Pereira, julgado nesta quarta-feira (13) por suposta participação nas manifestações radicais no Distrito Federal, em que as sedes dos Três Poderes foram depredadas.
– Nessas bancadas aqui, nesses dois lados, senhores ministros, estão as pessoas mais odiadas deste país. Infelizmente, quantas fotos eu tenho com ministros desta corte. Muitas, muitas. Não vim ao velório de Sepúlveda Pertence, uma pessoa que eu amava muito, para não dizer que estava afrontando essa corte. Mas vossas excelências têm que ter a consciência que são pessoas odiadas neste país. Essa é uma realidade que alguém tem que dizer isso diretamente – disse Coelho.
O ex-desembargador sofre uma ação disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por ameaçar prender o ministro Alexandre de Moraes em meio aos protestos em decorrência do resultado do segundo turno da eleição presidencial no ano passado. Ele proferiu tal comentário enquanto ocupava o cargo no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), tornado a repetir durante eventos em que participou no acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, onde os aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se concentravam.
Ainda em sua sustentação oral no STF, Sebastião Coelho disse ter sido intimidado pelo corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, figura próxima de Alexandre de Moraes.
– Estou aqui denunciando em público (…) Digo ao senhor, ministro Salomão, Vossa Excelência tentou me intimidar, mas não intimida, isso é tranquilo – pontuou.
Coelho também afirmou que o STF “é ilegítimo para este julgamento”, por julgar réus que não gozam de foro privilegiado.

O ministro Nunes Marques, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou para condenar o primeiro réu acusado de invadir e depredar os prédios públicos durante os atos golpistas de 8 de janeiro. O magistrado, porém, divergiu de Alexandre de Moraes e absolveu o acusado dos crimes mais graves, como golpe de Estado e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito.
Nunes Marques defendeu que a condenação seja restrita somente aos crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
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A pena sugerida por ele foi de dois anos e seis meses de prisão em regime aberto, além do pagamento de 60 dias-multa. O tempo de detenção seria abatido dos oito meses que o réu já ficou preso preventivamente.
O julgamento foi suspenso e será retomado amanhã (14) com o ministro Cristiano Zanin.
Antes de Nunes Marques, havia votado o relator do processo, Alexandre de Moraes, que defendeu uma condenação de 17 anos de prisão, sendo 15 anos em regime fechado.
Já para Nunes Marques o crime de golpe de Estado e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito não ficaram provados no caso específico do réu. Para o ministro, tratou-se de uma invasão vândala, mas que não tinha o intenção de chegar ao objetivo do golpe de Estado.
“As lamentáveis manifestações ocorridas, apesar da gravidade do vandalismo, não tiveram alcance na tentativa de abolir o Estado de Direito”, afirmou.
Um grupo difuso e descoordenado de manifestantes, vários deles motoboys, ambulantes, entregadores, prestadores de pequenos serviços, aposentados, donas de casa, não teria qualquer condição de atuar na concepção deste crime.
Nunes Marques, ministro do STF
O ministro reforçou o argumento ao dizer que as Forças Armadas não aderiram à tese golpista dos manifestantes. “Forças Armadas jamais sinalizaram qualquer adesão”, afirmou.
O voto de Nunes Marques abre uma divergência parcial com a posição de Alexandre de Moraes, que propôs uma pena dura de 17 anos de prisão ao primeiro réu dos atos golpistas.
Pelo voto de Moraes, Aécio Lúcio Costa Pereira, de 51 anos, responderá pelos crimes de abolição violenta do Estado de Direito, golpe de Estado, dano qualificado por meio de violência e grave ameaça, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.
Moraes fixou a pena em 17 anos de prisão, sendo 15 anos e seis meses em regime fechado e um ano e seis meses em regime aberto. O ministro também fixou o pagamento de 100 dias-multa, cada um no valor de um terço do salário mínimo. A estimativa é que o valor chegue a cerca de R$ 44 mil.
Ele também estipulou uma multa coletiva por danos públicos no valor total de R$ 30 milhões, a ser paga, se sua decisão for corroborada pela maioria dos ministros, por todos os condenados pelos atos golpistas.
Em um movimento inédito para uma ação penal no Supremo, Moraes exibiu fotos e vídeos da invasão ao prédio da Corte e do Congresso durante a leitura de seu voto. O instrumento já foi acionado antes, mas em outros tipos de processos na Corte.
Enquanto as imagens eram transmitidas, o ministro reforçou que se tratou de atos atentatórios à democracia comandada por uma “turba de golpistas”. As imagens foram transmitidas pela TV Justiça ao longo da sessão.
Não estavam com armamento pesado, com fuzis, mas estavam numericamente agigantados e a ideia era que, a partir dessa destruição, com essa tomada dos três prédios, houvesse a necessidade de uma GLO [Garantia da Lei e da Ordem]. E, com isso, estavam pedindo que as forças militares, principalmente o Exército, aderissem a esse golpe de Estado.
Alexandre de Moraes, ministro do STF
Moraes também exibiu três vídeos gravados e divulgados pelo próprio réu, Aécio Lúcio Costa Pereira, durante a invasão ao Senado Federal.
Em uma das cenas, Aécio está na mesa diretora do Senado durante o quebra-quebra. Em outra, ele fala no parlatório da Casa e diz que não aceitará o “governo fraudulento” de Lula (PT) e que “não deixará o comunismo entrar”.Continua após a publicidade
“Isso é um passeio pacífico, presidente?”, ironizou Moraes.
Aécio Lúcio Costa Pereira, de 51 anos, é de Diadema (SP). Durante a invasão, ele gravou um vídeo enquanto estava na mesa diretora da Casa. Ostentando uma camisa com os dizeres “intervenção militar federal”, ele se dirigiu aos “amigos da Sabesp” no vídeo, que foi exibido durante a sessão.
Pereira acabou preso pela Polícia Legislativa dentro do próprio plenário e continua detido nove meses depois. Já em janeiro, ele foi demitido da Sabesp.
Amigos da Sabesp: quem não acreditou, tamo aqui. Quem não acreditou, to aqui por vocês também, porra! Olha onde eu estou: na mesa do presidente.
Aécio Lúcio Costa Pereira, réu por invadir o prédio do Senado
Em depoimento, ele negou que tenha participado do quebra-quebra.Continua após a publicidade
No plenário, o advogado Sebastião Coelho da Silva, que representa Aécio, afirmou que o julgamento era “político” e disse que o Supremo não deveria julgar o caso.
Aqui nesta Corte estão as pessoas mais odiadas do país. Vossas excelências têm que ter a consciência de que são as pessoas mais odiadas do país.
Sebastião Coelho da Silva, desembargador aposentado e advogado de Aécio
Informações UOL
Ele foi capturado pela polícia da Pensilvânia (EUA) nesta quarta-feira (13), 14 dias após fugir de uma cadeia nos Estados Unidos. Além de matar brasileira nos Estados Unidos, ele responde pela morte do estudante Valter Júnior no Tocantins.
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Danilo Sousa (à esq.) e Valter Júnior (à dir.) — Foto: Foto: Chester County Government e Arquivo Pessoal
A família de Valter Júnior Moreira dos Reis, morto em 2017 no interior do Tocantins, disse estar satisfeita com a prisão de Danilo Sousa Cavalcante, do suspeito pelo crime. Ele foi capturado pela polícia da Pensilvânia (EUA) nesta quarta-feira (13), 14 dias após fugir de uma cadeia nos Estados Unidos.
Danilo Sousa estava preso nos EUA após ser condenado à prisão perpétua pela morte de Débora Evangelista Brandão, de 34 anos, com quem ele tinha um relacionamento. O crime aconteceu na cidade de Phoenixville, em abril de 2021. Danilo esfaqueou a vítima na frente dos dois filhos e foi preso horas depois do crime. Ele fugiu no dia 31 de agosto
“Graças a Deus. E não vai sair mais. Esperamos que ele pague pelo que ele fez e que ele fique até cumprir a pena dele e que a segurança da penitenciária que ele conseguiu fugir fique mais forte, de olho para que ele não consiga fugir mais”, comentou Daiane Moreira dos Reis, irmã de Valter Júnior.
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Condenado à prisão perpétua por matar a ex-namorada, o brasileiro Danilo Cavalcante fugiu de cadeia e mudou aparência nos EUA — Foto: Divulgação/U.S. Marshals Service Philadelphia
Durante a fuga, Danilo invadiu casas, mudou de aparência, roubou um carro e uma arma usada para trocar tiros com um morador. A população do condado de Chester, na Pensilvânia, ficou amedrontada.
No Tocantins, a família de Valter Júnior, morto por causa de uma dívida do conserto de um carro, acompanhava o cerco com aflição. A mãe e as irmãs vivem o sentimento de impunidade, pois o assassinato do estudante aconteceu em 5 de novembro 2017 e só na semana passada a Justiça decidiu marcar a primeira audiência do caso.
O laudo da perícia feito na época do crime mostrou que Danilo continuou atirando mesmo depois que Valter Júnior já estava caído e quase morto. “Queremos justiça aqui no Tocantins. A Justiça está muito lenta”, lamentou a irmã.

Irmã de jovem assassinado por brasileiro foragido nos EUA chora ao lembrar do crime
A morte de Valter Júnior foi em novembro de 2017 na frente de uma lanchonete em Figueirópolis, no sul do Tocantins. Ele foi baleado com seis tiros. O laudo da perícia do Instituto Médico Legal (IML) encontrou diversas perfurações pelo tórax, crânio e braço.
O crime teria acontecido por causa de uma dívida que Valter Júnior teria com Danilo, por conta do conserto de um carro. Eles eram considerados amigos e a vítima não acreditava que as ameaças fossem concretizadas. Em entrevista, a irmã e testemunhas relembraram a noite em que o assassinato de Valter Júnior aconteceu.
O inquérito sobre o caso foi concluído pela Polícia Civil menos de uma semana após o crime, depois de ouvir várias testemunhas que apontaram Danilo Sousa como autor do crime.
Uma semana depois da morte de Valter em Figueirópolis, a Justiça acatou um pedido de prisão feito pelo Ministério Público Estadual (MPE) e Danilo se tornou foragido no Brasil. Ele responde por homicídio duplamente qualificado.
Mesmo considerado foragido, em janeiro de 2018 ele conseguiu embarcar para os Estados Unidos pelo aeroporto de Brasília (DF). Isso porque o mandado de prisão do processo, que corre no Fórum de Gurupi, no sul do Tocantins, ainda não havia sido registrado no banco nacional de mandados. Ou seja, a informação sobre o crime ainda estava disponível somente para as autoridades tocantinenses.
Em nota o TJ informou que a prisão preventiva do acusado foi proferida no dia 13 de novembro de 2017 e na mesma data enviada à Polícia Civil para seu cumprimento, entretanto o acusado já tinha fugido do Tocantins. Sobre o registro do mandado no banco nacional de prisão, disse que a ferramenta, disponível desde 2011, só em 2018 foi oficializada.
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Irmã de Valter Júnior chora ao lembrar do irmão morto por Danilo — Foto: Reprodução/Tv Anhanguera
Danilo é natural do Maranhão. Mudou para o Tocantins com parentes para e chegou trabalhar como lavrador. Débora Brandão, ex-companheira do foragido, é do mesmo estado. Ela vivia regularmente no estado norte-americano da Pensilvânia, onde eles se conheceram. Ele estava ilegal nos EUA.
Débora foi esfaqueada 38 vezes por Danilo na frente dos dois filhos no dia 18 de abril de 2021. Segundo as investigações, ele não aceitava o fim do relacionamento e desde 2020, ameaçava a vítima.
Danilo foi preso quando estava no estado da Virgínia, uma hora depois de matar Débora. A condenação aconteceu uma semana antes da fuga da prisão no Condado de Chester, em West Chester.
A empresária Silvia Brandão, irmã da Débora que mora em São Luís (MA), falou da tristeza que o assassinato da irmã deixou na família.
“Nossa vida até hoje tem um vazio muito grande. Nós não estamos completos mais, e minha mãe… Uma mãe perder um filho não tem dor maior, né? Então nossa família está assim, tentando se reconstruir novamente, se reestruturar, mas incompletos. Ela faz muita falta, é uma dor imensa”, lamentou.
Os filhos de Débora, que na época do crime tinham 4 e sete anos, hoje são criados pro Sara Brandão, outra irmã da vítima, que ainda mora com as crianças nos EUA.
Informações G1
Condenado à prisão perpétua por assassinato, Danilo Cavalcante foi preso nesta quarta (13) após 14 dias de buscas que envolveram o FBI, a Swat e a Polícia da Pensilvânia.

Brasileiro foragido nos EUA é capturado
Após 14 dias de buscas que envolveram agentes da SWAT, do FBI e da Polícia da Pensilvânia, o brasileiro Danilo Cavalcante foi capturado nesta quarta-feira (13).
Danilo foi condenado à prisão perpétua em 2021 por matar a facadas a ex-namorada Débora Evangelista Brandão.
Ele escapou da prisão no dia 31 de agosto, escalando o muro da penitenciária. Considerado “extremamente perigoso”, chegou a ser incluído na lista de procurados pela Interpol.
A fuga de Danilo aterrorizou moradores das regiões próximas a Phoenixville, Pensilvânia, que avistaram o criminoso.
Armado de um rifle, ele invadiu casas, roubou uma van com a chave dentro, trocou tiros com moradores locais, se escondeu na mata e mudou a aparência para não ser reconhecido.
Danilo Cavalcante saiu do Brasil em 2018, após ser preso por matar um estudante no Tocantins.

Brasileiro foragido nos EUA rouba rifle e troca tiros com morador

Brasileiro ‘escalou’ parede para fugir da prisão nos EUA
Informações G1

O brasileiro fugitivo Danilo Cavalcante foi capturado pelas autoridades dos Estados Unidos na manhã de hoje, após 14 dias de buscas. A polícia vai esclarecer detalhes da operação às 10h30 (horário de Brasília).
Danilo Cavalcante foi capturado vivo. A polícia tinha autorização para atirar para matar caso ele não quisesse se entregar.
Cavalcante tinha sido avistado por moradores na cidade de South Coventry Township, a cerca de 32 km da prisão de onde fugiu. Segundo o tenente-coronel George Bivens, a polícia recebeu ligações por volta das 22 horas de segunda-feira.
Mais de 500 policiais, inclusive agentes da Swat, estavam perseguindo o brasileiro.
Danilo Cavalcante tinha sido incluído na lista vermelha da Interpol. A lista é uma ferramenta de cooperação policial internacional que visa localizar procurados da Justiça para fins de extradição.

Danilo Cavalcante fugiu da prisão ao conseguir se apoiar entre duas paredes no pátio de exercícios e acessar o teto da prisão. A prisão do Condado de Chester fica no município de Pocopson Township. Ele foi filmado por câmeras de segurança à 1h43 da madrugada e às 12h30 do sábado (2), a cerca de 2,5 km da prisão, segundo as autoridades locais.
Invasão de uma casa um dia após fugir, na sexta-feira (1). O brasileiro condenado invadiu uma casa no município de Pocopson Township para roubar comida e teria levado uma faca — que poderia ser utilizada como arma. A informação foi repassada pelo próprio morador da residência ao canal de televisão ABC News.
Estratégia para sair somente à noite. Até os primeiros dias, o fugitivo foi visto ao menos quatro vezes, segundo a polícia. Ele circunda uma região de mata com uma mochila e casaco. Câmeras flagraram ele em meio à vegetação densa em uma propriedade próxima ao Longwood Gardens, no dia 4 de setembro.
Dificuldades. Mesmo com uma mobilização de 400 agentes locais, estaduais e federais — até a Swat —, todos eles encontram dificuldades para achar o brasileiro. A polícia diz que o mato é tão denso que os investigadores só conseguem andar alguns metros antes de se perderem e os agentes estão sendo obrigados a abrir clareiras para facilitar o caminho.
Forte calor. Além disso, o clima também prejudica os trabalhos, pois estaria quente demais para que dispositivos que conseguem detectar a temperatura corporal sejam capazes de funcionar com precisão no jardim botânico. O brasileiro teria sido visto no local ainda na quarta (6) e quinta (7).
Dois avistamentos na última sexta-feira (8) na área de busca, segundo afirmou um porta-voz da polícia. A busca ainda se concentra em uma área próxima a um jardim botânico nos subúrbios da Filadélfia, a cerca de 5 km de distância da prisão. Por esse motivo, o jardim botânico foi fechado.
Mudança de aparência. No fim de semana, novas imagens mostraram que Danilo retirou os pelos faciais e estaria usando um suéter com capuz verde. Ele também conseguiu sair da área de busca original.
Van foi roubada e na noite de sábado (9) ele seguiu para a casa de um conhecido em East Pikeland Township, onde sem sucesso tentou contato para o ajudar a escapar, segundo a polícia. O local fica a 35 km de distância de Pocopson Township. A 5 km de lá, ele tentou falar com outro conhecido no distrito de Phoenixville, também sem sucesso. O dono da residência entrou em contato com a polícia.
Van foi encontrada. O veículo estava abandonado atrás de um celeiro no município de East Nantmeal Township, a cerca de 20 km de Phoenixville.
O cerco contra Danilo apertou após agentes encontrarem um moletom e os sapatos do brasileiro às margens de uma estrada em East Nantmeal Township.
Danilo Cavalcante foi condenado à prisão perpétua no último dia 22 por matar a ex-namorada Déborah Brandão, na época com 34 anos, a facadas. Os dois são brasileiros, mas o crime ocorreu na cidade de Phoenixville, no estado da Pensilvânia (EUA).
O brasileiro escapou da prisão do condado de Chester na manhã de 31 de agosto. Ele foi classificado como um homem extremamente perigoso.
Segundo a promotoria, Danilo esfaqueou a mulher até a morte na frente dos filhos dela, de 4 e 7 anos. Ele não aceitava o fim do relacionamento do casal. O assassinato ocorreu em abril de 2021.
Após o crime, Cavalcante fugiu para o estado da Virgínia, mas foi preso pela polícia local menos de duas horas após o assassinato.
Sarah Brandão, irmã de Deborah, contou ao UOL em 2021 sobre a dinâmica do que ocorreu: “Foi enquanto ela pegava as compras do supermercado no carro dela, com as crianças. Ele pegou ela pelo cabelo e a golpeou no tórax, deixando as crianças verem tudo”.
Informações UOL

Centro de Hemorragia Digestiva (CHDI) do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, promove nos dias 11, 12, 13 e 14 de setembro de 2023 uma Ação Social em parceria com a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED-Bahia). O objetivo é oferecer exames de baixa, média e alta complexidade em endoscopia para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
A ação contará com a realização de 30 exames por dia nas datas citadas acima, incluindo procedimentos como endoscopia, colonoscopia, gastrostomia, ligadura elástica e polipectomia, abrangendo exames de baixa e média complexidade. Já no dia 14 de setembro, serão realizados exames de alta complexidade, como ESD (Dissecção Submucosa Endoscópica), POEM (Miotomia Endoscópica Peroral), gastroplastia, passagem de balão intragástrico para super obesos, mucosectomia e ecoendoscopia. Todos exames inéditos no SUS.
De acordo com Dr. Victor Galvão Presidente da SOBED-Bahia e Coordenador Médico do CHDI, o objetivo é atender às necessidades dos pacientes do SUS que se encontram na fila de espera. Além disso, contribuir para a redução das desigualdades no acesso à saúde e para a melhoria da qualidade de vida da população de Feira de Santana e região. “Esperamos que a realização desses exames contribua para o diagnóstico precoce de doenças digestivas, proporcionando o tratamento adequado e, consequentemente, melhorando a qualidade de vida dos pacientes atendidos”, pontuou Dr. Victor Galvão.
Para garantir a transparência na seleção dos pacientes que serão beneficiados por essa ação social, o ambulatório do HGCA será o setor responsável por realizar a triagem dos pacientes com orientação para esses procedimentos. Ou seja, os pacientes beneficiados serão triados no ambulatório do HGCA ou na Central de Regulação do Estado.
Segundo D. Victor Galvão, “essa ação é de extrema importância para a população, uma vez que muitos pacientes não têm acesso a exames de endoscopia devido à alta demanda e à falta de recursos. Com essa parceria entre o HGCA e a SOBED-Bahia, conseguiremos oferecer um serviço de vanguarda, com equipamentos de alta tecnologia e com que existe de mais moderno no mercado no que se refere ao tratamento de terapia intervencionista”, concluiu.
*Programação:*
Ação Social
14 de Setembro 2023 – Quinta-feira- Alta complexidade / Alguns procedimentos inéditos no interior do estado
Ação Social da IX JADIB Feira de Santana – CHDI do Hospital Clériston Andrade
* Manutenção dos procedimentos de pacientes internados HGCA no centro Cirúrgico.
07:00 – 07:30 – Recepção dos convidados para café da manhã – auditório do HGCA, com a Diretoria CHDI
07:30 – 07:50 – Apresentação do CHDI aos convidados – Enfa. Rafaela Amorim / Dr Victor Galvão
Apresentação dos casos clínicos: Ligantes da GastroHepato UEFS / Estudantes de medicina
Médicos Convidados SOBED nacional Dr. Vitor Arantes / Dr. João Pontual / Dr. Eduardo Moura
Médicos convidados SOBED BA: Ex – Presidentes, Diretoria SOBED Bahia e Médicos Equipe CHDI