
O montante que a Rede Globo recebeu com verbas da comunicação oficial do governo federal superou a soma de todos os outros 21 grupos de mídia listados. O valor representa 62,5% do total de verba publicitária para emissoras de televisão gasto pelo governo Lula até outubro.
O levantamento realizado pela revista Veja, com base no banco de dados da Secretaria de Comunicação Social (Secom), mostra que a empresa dos Marinho recebeu, neste ano, R$ 66,1 milhões em propagandas. Por sua vez, a TV Record levou R$ 16,4 mi, enquanto o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) recebeu R$ 13,3 mi.
Dessa forma, a Globo ultrapassa a Record e ocupa a primeira colocação entre as emissoras que mais recebem verbas do governo federal. Durante o governo Bolsonaro, entre 2019 e 2022, a Record foi a que mais recebeu verbas do Planalto, R$ 272,2 milhões, enquanto Globo e SBT receberam R$ 263,6 mi e R$ 232,2 mi, respectivamente.
Neste ano, os 21 grupos de mídia listados somaram R$ 39,7 milhões em verbas do governo. A cifra representa 37,5% do total de R$ 105,8 mi gastos pelo Planalto com propaganda.

Durante a gestão anterior, as três principais emissoras de televisão do país receberam valores percentuais bem próximos. Somando o total dos 10 veículos que mais receberam verbas, o governo gastou R$ 922.229.436 de 2019 a 2022.
Do total gasto entre as 10 principais, a Record recebeu 29,5% da verba publicitária. Já a Globo recebeu 28,5%, enquanto o SBT teve 25,1% das verbas destinadas pelo governo às emissoras de televisão.
Informações Revista Oeste

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O contrato do jornalista Leandro Demori com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) é de R$ 441,5 mil e terá duração de 12 meses. Ele receberá essa quantia ao longo do período de contratação para apresentar o programaDando a Real com Demori.
Ao término do primeiro ano de contrato, há a possibilidade de renovação por mais 60 meses. Isso significa que o acordo entre a Escola de Jornalismo, de Demori, e a emissora oficial do governo brasileiro poderá continuar mesmo se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva perder a próxima eleição majoritária, em 2026.
Oesteteve acesso à integra do contrato, assinado pela diretora de conteúdo e programação da EBC, Antônia Soares Pelegrino, e pelo diretor-presidente da emissora, Hélio Marcos Prates.
O acordo teria a finalidade de promover “o acesso à informação por meio da pluralidade de fontes de produção e distribuição de conteúdo”, a “produção e a programação com finalidades educativas, artísticas, culturais, científicas e informativas” e o incentivo à “cultura nacional, à produção regional e à produção independente”.
Chama atenção, no entanto, que a lista de convidados do programa seja restrita ao público dito “progressista”.
Participaram dotalk showo ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida; o cantor Roger Waters, conhecido por endossas as pautas de esquerda; as deputadas Jandira Feghali, Erika Hilton e Camila Jara; e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O programa com Roger Waters é o que conquistou o maior público: 70 mil visualizações no YouTube, com três meses no ar. Na sequência aparecem Erika Hilton (49 mil) e Gilmar Mendes (19 mil), ambos com um mês no ar, enquanto o restante apresentou números mais baixos.
Funcionário da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o ex-editor-executivo doIntercept Brasil, da “Vaza Jato”, Demori se irritou depois de ter seu salário interpelado pelo jornalista Tacio Lorran, do jornalO Estado de S. Paulo, um dos autores da reportagem sobre reuniões no Ministério da Justiça, das quais participou a “Dama do Tráfico”.
Demori disse que recebe R$ 36 mil da EBC. Desse total, contudo, alegou ficar com menos dinheiro, em virtude de supostos gastos extras com alimentação, alojamento e transporte até a EBC, em Brasília.

Depois de oEstadãopublicar o texto, o jornalista da “Vaza Jato” divulgou uma análise do caso, na qual aponta supostas inconsistências na apuração da notícia do jornal. “Por que motivos o jornal está permitindo esse tipo de procedimento?”, interpelou Demori, no Twitter/X, na quinta-feira 16. “É assim que um repórter do jornal lida com críticas?”
Revista Oeste

Uma das novidades desta semana da Netflix é o longa “Ice Road” (“Missão Resgate”), de 2021, longa de ação estrelado por Liam Neeson, da franquia “Busca Implacável”. Saiba mais sobre a produção que chega ao catálogo da vermelhinha neste sábado (18):
“Em ‘The Ice Road’, depois que uma distante mina de diamantes desmorona na região norte do Canadá, um motorista de caminhão (Liam Neesom) faz o impossível para conseguir atravessar o gelo e resgatar com vida os mineradores soterrados durante o acidente. Mas as condições climáticas pioram a cada minuto, tornando a missão cada vez mais difícil” (sinopse do AdoroCinema).
O filme é dirigido e escrito por Jonathan Hensleigh. Este é o seu terceiro longa como diretor, com seus trabalhos anteriores sendo “O Justiceiro” (2004) e “O Mafioso” (2011). Ele já tinha mais experiência como roteirista, tendo trabalhado em produções como “O Vidente” (2007) e “Armageddon” (1998).
Além de Neeson, o elenco conta com Laurence Fishburne (“Matrix”), Marcus Thomas (“Quem Não Matou Mona?”), Amber Midthunder (“O Predador: A Caçada”), Benjamin Walker (“Os Anéis do Poder”) e Holt McCallany (“Mindhunter”).
A continuação, “Ice Road 2: Road To The Sky”, teve seus direitos de exibição comprados pelo Prime Video por cerca de US$ 17 milhões, segundo o Deadline.
Terça-feira – 14/11
Acabou de sair
Quarta-feira – 15/11
Quinta-feira – 16/11
Sexta-feira – 17/11
Sábado – 18/11
Fonte: Olhar Digital.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogou para até as 23h59 da segunda-feira (20) o prazo para pedidos de reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023.
A medida que vale para quem teve problemas de logística ou de saúde (doenças infectocontagiosas) nos dias do exame (12 e 19), e para quem mora a mais de 30 quilômetros do local de prova.
As solicitações para a reaplicação do exame devem ser feitas na Página do Participante, e a reaplicação será nos dias 12 e 13 de dezembro.
“Pessoas que tenham sido afetadas por problemas logísticos, como comprometimento da infraestrutura, falta de energia elétrica no local de prova ou erro de aplicação, podem solicitar a reaplicação. Participantes alocados a mais de 30 quilômetros da residência indicada no ato da inscrição também podem solicitar o direito. Os casos serão analisados individualmente”, informou o Inep, a quem caberá fazer a avaliação dos pedidos.
Causas
Entre as doenças infectocontagiosas listadas no edital estão covid-19, tuberculose, coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola e varicela. Nesses casos, os pedidos de reaplicação devem ser acompanhados por documentos comprobatórios, que serão analisados pelo Inep individualmente.
“Quem faltou a qualquer um dos domingos por motivos que não se enquadram nos termos citados não tem direito à reaplicação”, ressaltou o instituto.
Informações Bahia.ba

Foto: Corpo de Bombeiros Militar do Mato Grosso do Sul/Divulgação.
Durante os primeiros 15 dias de novembro, o Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul registraram 3.860 focos de incêndio. Os estados que abrigam o bioma do Pantanal ocupam a 2ª e a 4ª posição das unidades federativas que mais registraram queimadas nos primeiros dias de novembro.
Ao todo, foram 2.663 focos de incêndio no Mato Grosso e 1.197 incêndios no Mato Grosso do Sul.
Nesta quinta-feira (16), foram necessários cerca de 100 militares do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso para combater oito frentes de incêndios florestais no Pantanal mato-grossense.
Deste total, 60 militares atuam exclusivamente no combate aos incêndios na região do Parque Estadual Encontro das Águas e na Transpantaneira, em Porto Jofre. As ações contam com o apoio de três aviões para o despejo de água, helicóptero e 11 barcos para a infiltração de equipes, além de viaturas e caminhões-pipa.
Mato Grosso e Mato Grosso do Sul estão entre os estados em alerta para onda de calor, válidos até esta sexta-feira (17).
Os governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul decretaram situação de emergência em razão de incêndios na região norte do Pantanal.
As medidas viabilizam a participação do governo federal em áreas estaduais por meio da Defesa Civil, além da transferência de recursos para as ações de combate aos incêndios florestais e municípios atingidos pelo desastre.
O decreto de Mato Grosso, publicado na terça-feira (14), tem vigência de 60 dias e é um reforço a outra medida que determinou a prorrogação do período proibitivo para queimadas no estado até 30 de novembro, para atender uma exigência do governo federal no pedido de apoio para combate aos incêndios.
No Mato Grosso do Sul, o decreto de emergência, também publicado na terça, terá vigência de 90 dias e vale para os municípios de Corumbá, Ladário, Miranda, Aquidauana e Porto Murtinho, cidades da região pantaneira mais afetadas pelos incêndios.
CNN Brasil
Esposa de Márcio Rodrigues da Silva, de Itupeva (SP), disse ao g1 que empresário contou ter tido problemas com empresa que fez negócios. Horas depois, parou de dar notícias e teve o celular desligado.
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Família procura empresário de Itupeva que desapareceu após viajar para Suíça — Foto: Arquivo Pessoal
Um empresário brasileiro desapareceu durante uma viagem de negócios para a Suíça. Márcio Rodrigues da Silva, de 44 anos, é de Itupeva (SP)e viajou ao país europeu no dia 7 de novembro, pousando em Zurique no dia seguinte.
A esposa de Márcio contou ao g1 que o marido viajou para assinar documentos de um investimento que havia feito pela internet e precisava ser concluído pessoalmente, em Zurique. O empresário atua no ramo de produtos terapêuticos.
A seguir, veja o que se sabe e o que falta esclarecer sobre o caso:
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Empresário de Itupeva (SP) mandou fotos para a esposa assim que chegou no aeroporto de Zurique, na Suíça — Foto: Arquivo Pessoal
Márcio Rodrigues da Silva, de 44 anos, embarcou rumo a Zurique no dia 7 de novembro e pousou na cidade suíça no dia seguinte.
A esposa, Ana Lúcia da Silva, diz que o empresário foi até o país europeu para assinar documentos de um investimento que havia feito pela internet com uma empresa. Ele deixou de entrar em contato depois de se encontrar com um grupo de pessoas dessa empresa.
Segundo Ana, Márcio chegou a mandar um vídeo e fotos para ela, mostrando que havia aterrissado no aeroporto suíço. Em um áudio, o empresário diz que achava que havia “caído em uma cilada”.
“Seja o que Deus quiser, tá bom? Eu acho que nós caímos em uma cilada, tá bom? Muito grande. Eu vou torcer para que Deus me mantenha vivo. Eu vou falar uma coisa, amor, de coração: se acontecer alguma coisa comigo, saiba que te amo muito”, disse na mensagem.
Depois de enviar o áudio, o empresário parou de responder e não foi mais localizado.
Ana registrou um boletim de ocorrência de pessoa desaparecida. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o caso foi encaminhado à Polícia Civil, que investiga o desaparecimento com o apoio da Interpol.
O Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) informou em nota enviada ao g1, que a esposa de Márcio foi ouvida na unidade. Após diligências, o órgão encaminhou o caso à Polícia Federal, que investiga o desaparecimento com apoio da Interpol.
Até a noite desta quinta-feira (16), não havia novidades na investigação.
O g1 pediu informações para o Ministério das Relações Exteriores, mas o órgão retornou dizendo que não pode comentar o caso, devido à privacidade prevista na Lei de Acesso à Informação. A pasta informou que está à disposição da família, através do consulado brasileiro.
Informações G1

Imagem: Forças de Defesa de Isra
As mortes de inocentes devem ser lamentadas e condenadas, sejam de israelenses ou de palestinos. As guerras são sempre tristes, porque vidas humanas são perdidas e famílias destroçadas. Compreender a realidade é o único caminho para a solução do conflito. Para isso, a informação desempenha um papel fundamental.
Até quinta-feira, as operações provocadas pelos mais recentes atos terroristas do Hamas haviam resultado na morte de 51 soldados israelenses. Além deles, mil e quatrocentos inocentes foram assassinados e outros duzentos sequestrados. Seus nomes e fotos continuam sendo publicados pelos jornais israelenses e mundo afora.
Do outro lado, em nenhum momento o Hamas divulga quantos de seus combatentes foram mortos nos confrontos. Se comporta como se eles não existissem. De fato, o que ocorre na Faixa de Gaza é uma guerra entre um exército e um grupo terrorista fortemente armado, que usa sua população como escudo e que se orgulha de ter disparado contra alvos civis em Israel, em um único dia, mais de 5 mil mísseis. Nessa guerra, o Hamas não é vítima. É agressor. O Hamas não representa as legítimas aspirações do povo palestino. Financiado pelo Irã e por outras ditaduras, o grupo terrorista despejou milhões de dólares em armas sofisticadas, com o objetivo de destruir a única democracia do Oriente Médio. Um cálculo simples permite afirmar que, se essa fortuna tivesse sido investida em educação, saúde e infraestrutura, os problemas humanitários da Faixa de Gaza já estariam resolvidos há décadas. Mas a paz não interessa ao Hamas, que usa a mentira para enganar e para camuflar seus objetivos antidemocráticos.
A desinformação, definitivamente, passou a ser uma arma poderosa. Pode ser definida como “a utilização das técnicas de comunicação para induzir a erro ou dar uma falsa imagem da realidade, mediante a supressão ou ocultação de informações, minimização da sua importância ou modificação do seu sentido”. Nisso, o Hamas, que se esconde sobre o falso manto da resistência e da vitimização, é extremamente eficiente.
Não apenas nesse caso, mas em outros tantos usos indevidos de dados e de palavras. Uma delas é ?genocídio?. Basta olhar para os números do crescimento da população palestina nas últimas décadas para compreender que não existe nada sequer parecido com um extermínio em massa naquela região. Insisto: não se trata aqui de minimizar, justificar ou relativizar as mortes de inocentes. Ao contrário. Por respeito à memória dos que se foram, a dor alheia não pode ser pretexto para mentir. O uso inadequado da palavra genocídio nada mais é do que uma tentativa de comparar o extermínio de seis milhões de judeus pelos nazistas com as tristes consequências de um conflito armado que não foi iniciado por Israel.
Hoje, o campo de batalha ultrapassou as fronteiras do Oriente Médio. As redes sociais criaram um espaço no qual qualquer pessoa pode, além de opinar sobre a guerra, participar dela. Enquanto isso, a desinformação segue fazendo vítimas. Dar o mesmo peso de credibilidade para as informações vindas de um país democrático e para as mentiras de um grupo terrorista pode ser qualquer coisa, menos equilíbrio e isenção. As maiores democracias do mundo já se deram conta da ameaça representada pelo Hamas e por seus aliados. Enquanto isso, no Brasil, o oportunismo político tenta equiparar o terrorismo à reação de uma democracia, que luta pelo seu direito a existir. Me inspiro em um pensamento do escritor e teólogo norte-americano James Freeman Clarke para afirmar: quem comete esse erro, com certeza, está mais preocupado com a próxima eleição do que com a próxima geração.
*Claudio Lottenberg é Presidente da Confederação Israelita do Brasil
Informações UOL

O deputado federal Zé Neto (PT) recebeu alta hospitalar nesta quinta-feira, 16, após ser submetido a duas cirurgias de correção de catarata e um problema congênito no olho esquerdo, em menos de 48 horas.
Os procedimentos, considerados bem sucedidos, foram realizados pelo Dr. Takashi Hida, chefe do Setor de Catarata do Hospital Oftalmológico de Brasília (HBO).
“Tudo transcorreu maravilhosamente bem! Agradeço a Deus e ao competente Dr. Takashi, referência nacional na área oftalmológica, e sua equipe. Agora é voltar ao trabalho, gradativamente, a partir desta sexta. Deus no comando e luta que segue!“, postou Zé Neto, em suas redes sociais.
Zé Neto ainda agradeceu à clínica Clinos, em Feira de Santana, a qual, desde os seus 14 anos de idade, lhe deu toda atenção e, inclusive, o diagnóstico dessa intervenção cirúrgica. “A Clinos de Feira foi elogiada por demais pela equipe do Dr. Takashi em função desses diagnósticos antecipados”, afirmou.
ASCOM ZÉ NETO
Foto: Divulgação

A Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra) amanheceu com uma baixa no cargo da chefia na manhã desta sexta-feira (17). Isso porque, o titular da pasta, Sérgio Brito foi exonerado do cargo. A informação consta no Diário Oficial do Estado (DOE) de hoje.
De acordo com o documento oficial, a destituição de Brito do posto foi a pedido do próprio secretário. O seu lugar será ocupado de forma interina pelo Chefe de Gabinete da pasta, Francisco Alfredo Marcílio de Sousa Miranda.
Antes de assumir a Seinfra, Brito comandou a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), ainda na gestão de Rui Costa (PT). Ele também tem passagem como Secretário Municipal de Planejamento, Tecnologia e Gestão da Prefeitura de Salvador. O ex-titular da Seinfra foi eleito como deputado federal, nas últimas eleições de 2022, com 116.960 votos, mas precisou se licenciar para ocupar a pasta.
Uma fonte revelou ao bahia.ba que a exoneração de Brito deve-se a sua recondução a cadeira da Câmara dos Deputados, em Brasília. No local, o parlamentar licenciado deve destravar as emendas destinadas aos deputados e, em seguida, deve retornar ao cargo.
Em conversa com o site, o deputado licenciado confirmou que está deixando o cargo apenas para destravar as emendas federais na Casa Legislativa que encerram no próximo dia 23 de novembro.
“Eu estou saindo só por causa das minhas emendas. Está tudo certo, não teve problema nenhum. Em seguida, eu volto para a secretaria”, disse.
Questionado se há possibilidade de figurar uma vaga no TCM no próximo ano, Brito foi enfático e negou. “Nada disso, não existe nada disso. Eu continuo deputado federal e secretário de Estado”, afirmou.
Informações Bahia.ba

Sem papas na língua! O locutor esportivo Galvão Bueno se mostrou insatisfeito com o resultado da partida entre Brasil e Colômbia na quinta-feira (17), que resultou na derrota da Canarinho por 2×1 pelas Eliminatórias da Copa do Mundo 2026. No X (antigo Twitter), o jornalista afirmou que o resultado é “mais uma vergonha da seleção” e pediu “pulso firme” do treinador, Fernando Diniz, para a execução de treinos diários dos jogadores.
“Mais uma vergonha da seleção!! Não dá pra ser assim!! Não temos time!! Vcs devem estar se sentindo como eu!! Se amam futebol!! Se amam a seleção brasileira!! Se amam a história da seleção e a camisa da seleção!! Tem muita glória e história!! E não é essa história que está sendo construída agora!!”, disse Bueno em seu perfil.
“2 a 1 foi pouco!! O futebol autoral do Diniz consegue fazer o Fluminense jogar e conquistar a Libertadores, um trabalho de quase 2 anos e que se treina todo dia!! Se treina muito, como disse o André!! Coloca 2 ou 3 jogadores a mais para treinar a marcação da saída de bola!!”, complementa.
A segunda derrota do Brasil nas eliminatórias antecede empate e mais uma derrota, desta vez, contra o Uruguai por 2×0. Em seu longo desabafo no X, Galvão aponta ainda que o país “não tem time”, mas acredita na classificação da Verde e Amarela para a Copa de 2026.
“Diniz, calma!! Não dá pra jogar dessa forma!! Nenhum time vai conseguir jogar dessa maneira sem treinar, como vc faz com o Fluminense todos os dias e treinando sempre muito duro!!”, destaca.
“Muito triste ver o que está acontecendo com a seleção brasileira!! Vai classificar pra Copa?? Claro que vai!! Mas em 5 rodadas está em quinto lugar!! Atrás da Venezuela!!”, finaliza.