
O senador Flávio Bolsonaro (PL) responsabilizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela decisão do governo dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida foi anunciada na quarta-feira (15) e tem previsão de entrar em vigor em 22 de julho.
Em publicações nas redes sociais, o parlamentar criticou a condução da política externa e econômica do governo brasileiro e afirmou que Lula não teria condições de continuar no comando do país. Durante as críticas, Flávio comparou o presidente brasileiro ao ex-presidente norte-americano Joe Biden, chamando-o de “Biden brasileiro”.
“O Lula não tem mais condições de ser presidente do Brasil. Estamos em um avião sem piloto. O Biden brasileiro está ranzinza, inconsequente e se tornou um perigo para a nossa nação”, escreveu o senador.
Em outra postagem, Flávio voltou a atacar a gestão federal, afirmando que o país enfrenta problemas econômicos e falta de avanços. Segundo ele, o Brasil teria potencial para crescer, mas precisaria de uma mudança na condução política.
A tarifa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), após uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O órgão também divulgou uma lista de produtos brasileiros que ficarão isentos da cobrança adicional.

com Frei Jorge Rocha
tema: expressões populares

O jornalista Renato Machado morreu na manhã desta quinta-feira (16), aos 83 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, na zona sul da capital fluminense. A causa da morte não foi divulgada.
Renato Machado construiu uma carreira de mais de quatro décadas na TV Globo. Ao longo da trajetória, apresentou o Bom Dia Brasil, o Jornal da Globo e o RJTV, integrou a bancada do Jornal Nacional e atuou como correspondente internacional e repórter especial.
Natural de Recife, iniciou a carreira no Jornal do Brasil, em 1969, e ingressou na TV Globo em 1982. Como correspondente em Londres, cobriu acontecimentos históricos e grandes eventos internacionais.
Entre 1996 e 2010, comandou o Bom Dia Brasil como apresentador e editor-chefe, período em que se tornou um dos rostos mais conhecidos do jornalismo brasileiro. Em 2021, deixou a TV Globo após 39 anos na emissora, encerrando uma das carreiras mais marcantes da televisão brasileira.
Foto: Acervo/Globo

Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Centro de Combate às Endemias, iniciou nesta quarta-feira (15) uma força-tarefa no bairro Queimadinha para intensificar o enfrentamento ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
Mais de 30 agentes de combate às endemias, parte deles remanejada de outras áreas do município, atuam em duas frentes de trabalho que permanecerão no bairro pelos próximos 20 dias. A meta é visitar todos os imóveis, identificar e eliminar criadouros do mosquito e ampliar as ações de prevenção junto aos moradores.
A Queimadinha e o Tomba, onde as equipes concentraram as ações de bloqueio vetorial e visitas domiciliares no último mês, estão entre as localidades que registram maior número de notificações de arboviroses no município.
De acordo com a coordenadora do Centro de Combate às Endemias, Priscila Soares, embora Feira de Santana mantenha monitoramento permanente de todas as arboviroses, o cenário epidemiológico deste ano chama atenção pelo aumento expressivo das notificações de chikungunya.
Até o momento, Feira de Santana contabiliza 313 notificações de chikungunya, das quais 201 já foram confirmadas. No mesmo período de 2025, haviam sido registradas apenas 24 notificações e 15 confirmações. Ao longo de todo o ano passado, o município encerrou com 35 casos notificados e 23 confirmados.
Em relação à dengue, entre janeiro e 7 de julho deste ano, Feira notificou 1.373 casos suspeitos. Destes, 96 foram confirmados por exame laboratorial, 107 tiveram resultado inconclusivo e os demais permanecem em investigação. No mesmo período de 2025, haviam sido notificados 1.371 casos, com 143 confirmações. Ao longo de todo o ano passado foram registrados 2.398 casos notificados e 204 confirmados.
“A concentração das equipes permite ampliar a cobertura das visitas domiciliares e interromper a cadeia de transmissão do mosquito nas áreas com maior número de notificações. Essa força-tarefa tem como objetivo proteger a população, especialmente neste período de maior ocorrência de chuvas”, destaca Priscila Soares.
O trabalho realizado pelas equipes vai muito além da inspeção dos imóveis. Durante as visitas, os profissionais orientam os moradores sobre medidas preventivas, identificam e eliminam possíveis criadouros, aplicam o larvicida quando necessário e utilizam bomba costal motorizada para o bloqueio químico em situações indicadas.
“O primeiro trabalho é educativo. Os agentes orientam os moradores, verificam cada possível criadouro e, quando necessário, aplicam o larvicida. Também reforçam que qualquer recipiente pode acumular água e servir para a reprodução do mosquito, desde uma tampa de garrafa até o bocal de uma caneta”, explica.
ATENÇÃO REDOBRADA
O agente de endemias Nelson Rodrigues alerta que o ciclo de desenvolvimento do Aedes aegypti é bastante rápido. Em condições favoráveis, o mosquito leva de sete a dez dias entre a postura dos ovos e a fase adulta. Além disso, os ovos podem permanecer viáveis por mais de um ano e eclodir assim que entram em contato com a água.
Com a ocorrência de chuvas, a atenção da população deve ser redobrada. “Mesmo precipitações de menor intensidade favorecem o acúmulo de água em recipientes espalhados pelos quintais. Em seguida, com a elevação da temperatura, o ambiente torna-se ainda mais propício para a proliferação do mosquito”, ressalta.
O profissional da Saúde reforça que a participação da população é indispensável para conter o avanço das arboviroses. A orientação é eliminar qualquer recipiente que possa acumular água, manter caixas d’água devidamente vedadas, limpar calhas, descartar corretamente pneus e outros materiais inservíveis e permitir o acesso dos agentes durante as visitas domiciliares.
*Secom

O homem que se apresenta como pai da bebê de 10 meses morta após sofrer estupro usou as redes sociais para contestar as declarações dadas pela mãe da criança, Ysabelle Rodrigues, em entrevista a uma afiliada da Record TV no Ceará. A manifestação foi publicada na noite desta quarta-feira (15), dois dias após a morte da menina, em Fortaleza (CE).
Nos stories de seu perfil no Instagram, ele afirmou que a ex-companheira não estaria dizendo a verdade sobre o caso e defendeu que ela também seja responsabilizada pelo ocorrido com a filha.
– Ela está mentindo, gente. Eles todos estão mentindo. É para estar presa ela e o seu irmão. Minha filha não volta, mas eu só quero justiça – escreveu.
O homem também afirmou que está sendo impedido de manter contato com o outro filho que teve com Ysabelle e fez um apelo público.
– Eles não querem que eu veja meu filho. Será que eu não tenho direito? Até quando? Já não basta a dor da perda da minha filha e agora não posso ver meu filho – declarou.
Em outra publicação, ele prestou uma homenagem à filha e lamentou a morte da bebê.
– Você tinha uma vida inteira pela frente, sonhos para realizar e um sorriso que iluminava os meus dias. Arrancaram você dos meus braços de forma violenta e injusta, deixando um vazio que nada no mundo será capaz de preencher. Minha eterna Helena – escreveu.
As publicações ocorreram após a divulgação da entrevista concedida por Ysabelle Rodrigues. Na conversa com a emissora TV Cidade, afiliada da Record no Ceará, a mãe afirmou que decidiu falar publicamente diante das especulações sobre o caso e negou ter ingerido bebida alcoólica na confraternização realizada antes da morte da menina.
– Eu não trisquei numa gota de bebida. Eu lembro de tudo que aconteceu – afirmou.
A morte de Helena aconteceu na última segunda-feira (13), em um apartamento no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. O caso é investigado pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca). De forma preliminar, a Polícia Civil trabalha com a hipótese de estupro de vulnerável seguido de morte, mas a confirmação da causa dependerá dos laudos da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce).
A Justiça do Ceará decretou a prisão preventiva de Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, e Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26 anos, suspeitos de participação no crime. Francisco seria “ficante” da mãe da criança e estava no apartamento no bairro Dionísio Torres onde o fato ocorreu. Roberto, por sua vez, foi encontrado com o corpo em cima da bebê.
*Pleno.News
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal

Foto: divulgação
O comércio de Feira de Santana mais uma vez ultrapassou as fronteiras do município e premiou consumidores de diferentes regiões. Além de moradores da cidade, clientes de Alagoinhas, Santo Estêvão, Salvador e até de Brasília (DF) estão entre os contemplados no sorteio da campanha São João de Prêmios/Liquida Feira 2026, realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Feira de Santana na tarde desta quarta-feira (15).
“O resultado reforça a força do comércio feirense como polo regional de compras, atraindo consumidores de diversas localidades em busca de variedade, preço e oportunidades”, frisa o presidente da CDL-Feira, Juscelino Brito.
Foram sorteados dois automóveis Fiat Mobi Like 0km e 10 televisores de 50 polegadas. Os carros saíram para consumidores de Feira de Santana e Salvador. Já os televisores contemplaram moradores de Feira de Santana, Alagoinhas, Santo Estêvão e Brasília (DF).
Confira os ganhadores:
2 carros Fiat Mobi Like 0km:
Fábio Barbosa da Silva Moreira, do Corredor dos Araçás, em Feira de Santana, comprou na Rede Erguer;
Luís Cláudio de Jesus, de Salvador, comprou no Atacadão Pinto.
10 TVs de 50 polegadas:
José Alberto Barros de Amorim, do bairro Pamplona, em Feira de Santana, comprou na loja Unidos Importados;
Devany de Lima Correia Damasceno, de Alagoinhas, comprou na Fiat Jacuípe;
Jackeline Dias Macedo, do bairro Muchila, em Feira de Santana, comprou na Mersan;
Danilo Moreira Bispo, de Santo Estêvão, comprou na Central da Construção;
Arthur Alves Xavier, de Brasília (DF), comprou no São Roque;
Josué Alves de Abrantes, do Parque Ipê, em Feira de Santana, comprou na Farmácia Brito;
Gênesis Lourenço de Souza, do Parque Ipê, em Feira de Santana, comprou no São Roque;
Almerinda Sanchez Gonzales, da Pedra do Descanso, em Feira de Santana, comprou no São Roque;
Márcia Costa dos Santos, do bairro Baraúna, em Feira de Santana, comprou na Mersan;
Taís Oliveira Costa, do bairro Santo Antônio dos Prazeres, em Feira de Santana, comprou na Arezzo.
“Quando vemos consumidores de diferentes cidades e até de Brasília sendo premiados, percebemos a dimensão do alcance do comércio de Feira de Santana. Somos um polo comercial consolidado, que recebe diariamente milhares de pessoas em busca de produtos, serviços e boas oportunidades. Essa campanha fortalece ainda mais nossa vocação, movimenta a economia e valoriza os lojistas que acreditam no associativismo e investem no desenvolvimento da cidade”, reforça Brito.
Já gestora estratégica comercial da CDL Feira, Alana Carvalho, destaca que um dos diferenciais desta edição foi a integração entre os principais centros de compras e corredores comerciais da cidade. “Reunimos empreendimentos como o Shopping Boulevard, Shopping Millennium, Shopping Avenida e Shopping Cidade das Compras, além dos corredores comerciais, fortalecendo o comércio local, ampliando o alcance da campanha e proporcionando uma experiência ainda mais completa para o consumidor”, afirma.
Sobre a campanha:
Criada para impulsionar o comércio em um período estratégico, a campanha São João de Prêmios/LiquidaFeira começou no início de junho e seguiu até 4 de julho. A cada R$ 100 em compras, o consumidor recebeu um cupom para participar dos sorteios. Compras realizadas em maquininhas da Cielo garantiram cupom triplo, ampliando as chances de ganhar.
Realizadas pela CDL Feira de Santana, a campanha contou com patrocínio da Cielo e Sebrae e apoio da Associação Comercial e Empresarial de Feira de Santana (ACEFS), do Sindicato do Comércio (Sicomércio), Associação Comercial e Empresarial de Santo Estêvão (Acese), Fiat Jacuipe, Prefeitura de Feira, Prefeitura de Santo Estêvão e Governo da Bahia. Além das ações desenvolvidas no comércio de Feira de Santana, a campanha também foi realizada em Santo Estêvão.
Com informações da assessoria de Comunicação.

Por Eduardo Brandão
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de suspender por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar, merece escrutínio técnico independentemente de quem esteja no polo passivo. O fundamento invocado foi o risco de propaganda eleitoral antecipada, a partir da leitura pública de uma carta do ex-presidente em transmissão ao vivo — fato que Moraes tratou como violação da cautelar que veda comunicação por redes sociais, inclusive por terceiros.
O problema começa na competência. Propaganda eleitoral antecipada é matéria da Justiça Eleitoral, não do juízo da execução penal. Se a leitura da carta configura ato de campanha, o fórum próprio para essa apuração é o TSE, e não a vara que fiscaliza o cumprimento da prisão domiciliar. Ao absorver essa análise, o relator concentra em si competências que o desenho institucional separou deliberadamente entre órgãos distintos, e essa separação existe justamente para evitar que um único juízo acumule funções de fiscalização penal e de controle eleitoral sobre a mesma pessoa.
A medida, além disso, atinge duas relações de uma só vez. Flávio Bolsonaro não é apenas filho: é advogado formalmente constituído no processo do pai. Suspender por 90 dias o contato pessoal entre ambos cria, na prática, isolamento familiar — independentemente do rótulo processual dado à restrição — e o faz incidindo também sobre o exercício da defesa técnica. Uma medida com esse alcance duplo pede fundamentação reforçada: é preciso que a decisão demonstre, de forma explícita, por que alternativas mais brandas — advertência formal, restrição pontual a determinado meio de comunicação, sanção específica pelo episódio da carta — seriam insuficientes. Sem essa demonstração, a proporcionalidade da medida fica em aberto.
É nesse ponto que o precedente de 2018 se torna relevante — não como equivalência automática, mas como parâmetro de comparação que expõe a inconsistência de critérios. Preso na sede da Polícia Federal em Curitiba após condenação na Lava Jato, Lula recebeu 572 visitas em seis meses, entre elas 21 do então candidato à Presidência Fernando Haddad, formalmente nomeado advogado para poder visitá-lo livremente. Da cela, Lula comandou aspectos da campanha do PT, divulgou cartas de conteúdo político e concedeu entrevistas coletivas, sem que isso gerasse restrição equivalente ao convívio familiar ou à comunicação política. O próprio Sergio Moro (responsável pela prisão de Lula) classificou a decisão de Moraes como desproporcional, afirmando que jamais cogitou cercear visitas ou correspondência do petista em situação comparável.
Se a leitura da carta foi tratada, na prática, como ato de propaganda eleitoral antecipada — e é essa a natureza do risco que a decisão invoca —, então o que se decidiu não foi apenas o cumprimento de uma cautelar de comunicação, mas o mérito de uma questão eleitoral: se determinado ato, por seu conteúdo e contexto, configura ou não campanha fora do período legal. Essa apreciação de mérito é atribuição da Justiça Eleitoral, por força de competência material que a Constituição e o Código Eleitoral reservam a um ramo especializado da Justiça, com processo, prazos e instâncias próprios. Ao decidir essa questão dentro dos autos da execução penal, o relator não está apenas fiscalizando o cumprimento de sua própria decisão anterior: está avançando sobre o núcleo de competência de outro órgão jurisdicional, o que, em tese, caracteriza usurpação de competência, ainda que sob o disfarce processual de mero incidente de execução.
A distinção entre “fiscalizar o cumprimento de uma cautelar” e “julgar propaganda eleitoral” deixa de ser meramente formal quando o fundamento da punição migra de um registro para o outro. Não seria usurpação de competência, hipoteticamente, se a sanção se limitasse a punir a comunicação em si — o ato de burlar a vedação de contato com o público, independentemente do conteúdo político da mensagem. Mas se a gravidade da medida, e sua extensão a terceiros (o filho, advogado constituído), decorre precisamente da natureza eleitoral atribuída ao conteúdo da carta, então o fundamento decisivo da punição é uma matéria estranha à competência do juízo que a proferiu. Nesse cenário, a decisão careceria de validade não por desproporcional, mas por emanar de autoridade sem jurisdição sobre o objeto que efetivamente julgou — vício mais grave, porque atinge a própria legitimidade do ato, e não apenas sua medida.
Para Moraes, em se tratando de Jair Bolsonaro, o “vale-tudo” é a régua da sua jurisdição.

A comemoração da Argentina após a classificação para a final da Copa do Mundo de 2026 foi marcada por uma nova polêmica envolvendo a rivalidade com a Inglaterra. Logo após a vitória por 2 a 1, os jogadores argentinos celebraram no gramado do Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, com uma faixa estampando a frase “Las Malvinas son argentinas” (“As Malvinas são argentinas”).
A manifestação aconteceu apesar de uma orientação da FIFA para impedir a entrada de faixas e cartazes com referências à Guerra das Malvinas ou qualquer outro conteúdo considerado provocativo para o confronto entre as duas seleções.
Imagens registradas após a partida mostram jogadores como Lo Celso, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Giuliano Simeone próximos à faixa durante a comemoração pela classificação. Pouco depois, o material foi retirado do gramado e levado para a arquibancada.
A Argentina garantiu a vaga na decisão do Mundial ao vencer a Inglaterra de virada por 2 a 1, com duas assistências de Lionel Messi para os gols de Enzo Fernández e Lautaro Martínez.
Agora, a seleção de Lionel Scaloni enfrentará a Espanha na final da Copa do Mundo, marcada para o próximo domingo (19), às 16h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Entenda o significado da faixa
A frase exibida pelos jogadores faz referência à disputa entre Argentina e Reino Unido pela soberania das Ilhas Malvinas – chamadas de Falkland pelos britânicos. O conflito culminou na Guerra das Malvinas, travada em 1982 durante 74 dias.
Ao fim da guerra, o Reino Unido manteve o controle do arquipélago, situação que permanece até hoje. Segundo dados históricos, o conflito deixou 907 mortos, sendo 649 argentinos, 255 britânicos e três civis das ilhas.
*Bahia.ba
Foto: Divulgação / FIFA

A Argentina está na final da Copa do Mundo de 2026. Em uma partida emocionante disputada nesta quarta-feira (15), em Atlanta, a seleção argentina venceu a Inglaterra por 2 a 1, de virada, e garantiu vaga na decisão do torneio.
A Inglaterra abriu o placar aos 10 minutos do segundo tempo, com Anthony Gordon. Quando a classificação inglesa parecia encaminhada, a Argentina reagiu na reta final da partida. Enzo Fernández empatou aos 40 minutos da etapa final, e Lautaro Martínez marcou o gol da vitória nos acréscimos, após assistência de Lionel Messi.
Com o resultado, a atual campeã do mundo vai enfrentar a Espanha na grande final, marcada para domingo (19). Já a Inglaterra disputará o terceiro lugar contra a França.
*Rotativo News
Foto: Getty Images

O ex-prefeito de Paripiranga George declarou apoio ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), durante encontro realizado nesta quarta-feira (15) com lideranças políticas do município. Ele disputou novamente a prefeitura do município nas eleições de 2024 pelo MDB.
George integrava a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Ainda nesta quarta-feira (15), ex-vice-prefeito de Gongogi, Roberto de Oliveira Silva, conhecido como Dodô, também deixou o grupo de Jerônimo e oficializou apoio à pré-candidatura de ACM Neto (União Brasil) ao Governo da Bahia.
O ato reuniu ainda o ex-prefeito de Jequié e pré-candidato a vice-governador, Zé Cocá, o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, além de vereadores, ex-vereadores e outras lideranças políticas de Paripiranga. Ao agradecer a adesão do grupo, ACM Neto destacou a representatividade do encontro e afirmou que o apoio fortalece sua caminhada rumo às eleições de outubro.
“Eu acho que aqui está a demonstração do apoio que nós estamos recebendo no dia de hoje. Um apoio que marca profundamente essa nossa caminhada, essa nossa pré-campanha ao governo do Estado”, disse.
O ex-prefeito também afirmou que pretende manter uma relação próxima com o município caso seja eleito governador e disse assumir um compromisso com a população local.
“Esse dia entra para a minha história e eu quero aqui dizer do meu compromisso, compromisso de coração, de reforçar ainda mais essa luta até outubro, para que a gente possa sair vitorioso. Mas, sobretudo, o meu compromisso com Paripiranga. Se Deus me permitir, se Deus quiser, nós vamos ganhar essa eleição e Paripiranga vai ter um governador parceiro, amigo e presente”, emendou.