Estudos revelam que alterações na forma como o cérebro processa os estímulos dolorosos podem explicar a persistência da dor crônica; neurocirurgiã esclarece o fenômeno e destaca avanços no tratamento

Uma dor que permanece mesmo depois da cicatrização de uma lesão pode parecer um contrassenso, mas a neurociência tem demonstrado que isso é mais comum do que se imagina. Em muitos casos, o problema deixa de estar no tecido lesionado e passa a envolver o próprio sistema nervoso, que pode continuar interpretando determinados estímulos como dolorosos mesmo quando a causa inicial já desapareceu.
Esse fenômeno está relacionado à chamada neuroplasticidade, capacidade do cérebro de reorganizar suas conexões ao longo da vida. Embora seja essencial para a aprendizagem, a recuperação de funções e a adaptação do organismo, esse mecanismo também pode favorecer alterações persistentes na forma como a dor é processada. Quando isso ocorre, instala-se um quadro conhecido como sensibilização central, considerado um dos principais mecanismos envolvidos na dor crônica.
Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP), aproximadamente uma em cada cinco pessoas no mundo convive com dor crônica, condição que vai muito além do sintoma físico e pode comprometer sono, humor, produtividade, relações sociais e qualidade de vida. Revisões científicas recentes reforçam que a dor persistente resulta da interação entre fatores biológicos, neurológicos, psicológicos e sociais, exigindo uma abordagem multidisciplinar.
Pesquisas publicadas em 2025 também destacam que a chamada neuroplasticidade mal adaptativa desempenha papel central na manutenção da dor neuropática. Nesses casos, alterações nas conexões entre neurônios tornam o cérebro mais sensível aos estímulos dolorosos, mesmo sem a presença de uma lesão ativa. Esse entendimento tem impulsionado o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas, incluindo técnicas de neuromodulação capazes de atuar diretamente nos circuitos cerebrais envolvidos na percepção da dor.
Para a neurocirurgiã Dra. Camila Moura, compreender esse mecanismo é fundamental para combater um dos maiores desafios enfrentados por pacientes com dor persistente: a sensação de que “ninguém encontra a causa” do sofrimento.
“Muitas pessoas escutam que os exames estão normais e acabam acreditando que a dor é imaginária. Não é. O que acontece é que, em alguns casos, o cérebro passa a interpretar determinados sinais como dor mesmo após a cicatrização da lesão inicial. É uma alteração real no funcionamento do sistema nervoso e que precisa ser compreendida para que o tratamento seja adequado”, explica a especialista.
Segundo a médica, esse mecanismo pode estar presente em diferentes condições clínicas, como dor neuropática, fibromialgia, hérnia de disco com dor persistente, neuralgia, síndrome dolorosa regional complexa e dores que permanecem após cirurgias ou traumas, especialmente quando o sistema nervoso desenvolve um estado de hipersensibilidade.
“Hoje sabemos que tratar apenas a estrutura onde a dor começou nem sempre resolve o problema. Em muitos pacientes, é preciso atuar também sobre a forma como o cérebro está processando essa informação. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de impedir que essa memória da dor se consolide”, afirma Dra. Camila.
Entre os tratamentos disponíveis atualmente estão medicamentos específicos para dor neuropática, fisioterapia especializada, reabilitação funcional, acompanhamento psicológico, terapias cognitivo-comportamentais e procedimentos de neuromodulação, técnica que utiliza estímulos elétricos para modular a atividade dos circuitos nervosos relacionados à dor. Dependendo da indicação, também podem ser empregados bloqueios guiados por imagem e procedimentos minimamente invasivos.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) também chama atenção para o impacto da dor persistente, especialmente na coluna. A entidade estima que *619 milhões de pessoas vivem atualmente com dor lombar, principal causa de incapacidade no mundo, e alerta que uma parcela dos pacientes continuará apresentando sintomas mesmo após a resolução da lesão inicial, evidenciando que a dor crônica representa um importante problema de saúde pública.
Para Dra. Camila Moura, o avanço da neurociência representa uma mudança importante na forma de compreender e tratar esses pacientes.
“A dor crônica não deve ser encarada como um destino inevitável. Quanto mais entendemos como o cérebro participa desse processo, mais conseguimos oferecer tratamentos personalizados, que reduzem o sofrimento e devolvem qualidade de vida. O mais importante é que o paciente saiba que sentir dor por muito tempo não significa que ele precise conviver com ela para sempre.”
Sobre a Dra. Camila Moura
Dra. Camila Moura é neurocirurgiã, com atuação em doenças da coluna, dor e neurocirurgia funcional. Desenvolve atendimento baseado em evidências científicas, tecnologia e abordagem humanizada, acompanhando os avanços da neurociência para oferecer tratamentos modernos e individualizados aos pacientes.
Com informações da assessoria de comunicação.

A geração de oportunidades para os jovens foi um dos temas debatidos durante edição do projeto Sua Voz é Nossa Voz, realizada na noite desta quinta-feira (16), em Barreiras, no oeste baiano. Um dos participantes foi o estudante de Odontologia Wesley Ferreira, que relatou a dificuldade enfrentada por quem conclui o ensino médio ou a graduação e encontra um mercado de trabalho com poucas oportunidades para quem busca o primeiro emprego.
Formado em Educação Física, atualmente cursando sua segunda graduação e atuando como professor, Wesley afirmou que acompanha de perto a realidade da juventude e defendeu a ampliação da oferta de qualificação profissional e de caminhos que aproximem os estudantes do mercado de trabalho.
Ao comentar o tema, ACM Neto, que é pré-candidato ao Governo da Bahia, afirmou que pretende promover mudanças em diferentes etapas da educação, da primeira infância ao ensino médio. Segundo o ex-prefeito de Salvador, a proposta passa por fortalecer a aprendizagem desde os primeiros anos, modernizar o ambiente escolar e aproximar a formação dos jovens das exigências do mercado, combinando ensino, tecnologia e capacitação profissional.
“Nós vamos mudar a educação na Bahia, para isso, a gente vai começar olhando a primeira infância. Vamos trabalhar em parceria com os municípios, para ampliar o número de vagas em creches e pré-escola. Para garantir a alfabetização das crianças na idade certa. Para acompanhar a evolução do aprendizado da criança depois do jovem. Para no ensino médio, mudar a situação das escolas. A escola do ensino médio tem que ser atrativa, interessante para o aluno. O aluno tem que ter gosto de estar na escola”, iniciou.
Neto também apresentou duas propostas voltadas especificamente para a transição entre a escola e a vida profissional. A primeira prevê um modelo de ingresso nas universidades estaduais para estudantes da rede pública. A segunda busca incentivar a contratação de jovens por empresas, por meio de benefícios concedidos a quem abrir vagas destinadas ao primeiro emprego.
“A qualificação profissional, os novos conhecimentos, do uso da tecnologia, das ferramentas digitais, a gente quer levar tudo isso pra dentro da escola que sempre que possível tem que funcionar em tempo integral. Até porque esse é o melhor caminho de tirar o jovem das drogas, do crime e das coisas erradas. Nós vamos apresentar um projeto chamado Provão Bahia, para garantir uma quantidade de vagas nas universidades do estado, universidades públicas para os jovens que cursaram o primeiro, o segundo e o terceiro ano do ensino médio, haverá uma prova específica para esses jovens, independente do Enem, esses jovens vão ter um acesso prioritário às universidades públicas do nosso Estado”, disse.
“Vamos trazer um programa de primeiro emprego que vai dar incentivo na veia, direto, às empresas que criarem vagas e derem a oportunidade do primeiro emprego. Vamos fazer a Bahia voltar a crescer porque o jovem bem preparado, o jovem bem formado e a economia prosperando, o jovem vai ter a oportunidade para trabalhar”, finalizou.
O encontro em Barreiras contou com a presença do ex-prefeito de Jequié e pré-candidato a vice-governador Zé Cocá (PP), do senador Ângelo Coronel (Republicanos), do pré-candidato ao Senado João Roma (PL), dos prefeitos de Barreiras, Otoniel Teixeira, e de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá, além de parlamentares e lideranças regionais.
Sua Voz é Nossa Voz
O Sua Voz é Nossa Voz percorre diferentes regiões da Bahia com o objetivo de ouvir a população e reunir contribuições para a elaboração de propostas voltadas ao estado. Antes de chegar a Barreiras, o projeto passou por cidades como Jacobina, Barra da Estiva, Jequié, Alagoinhas e, na última terça-feira (14), promoveu uma edição no bairro de Pau da Lima, em Salvador, ampliando o diálogo com moradores.

O Ministério Público da Bahia (MPBA), em conjunto com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e a Polícia Militar, deflagrou na manhã desta sexta-feira (17) a Operação Vinculum. A ação investiga a morte de Mateus Daniel Chagas da Silva e do adolescente Kaíque Reis dos Santos, ocorridas em 28 de setembro de 2025, no bairro de São Marcos, em Salvador.
Foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão contra seis policiais militares investigados pelos crimes de homicídio qualificado e fraude processual. As diligências aconteceram em Salvador e Lauro de Freitas, em residências e locais de trabalho dos investigados.
De acordo com o MPBA, a investigação aponta que as vítimas foram executadas e que houve alteração na cena do crime para sustentar a versão apresentada pelos policiais, de que as mortes ocorreram durante um confronto armado.
A operação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), da Corregedoria da Polícia Militar e da Força Correcional Especial Integrada (Force), da SSP. Os mandados foram expedidos pelo 2º Juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Salvador.
Foto: SSP e MP

A partir desta sexta-feira (17), entram em vigor novas regras para a publicidade de casas de apostas esportivas no Brasil. A principal mudança é a obrigatoriedade de incluir mensagens de alerta sobre os riscos das apostas, em moldes semelhantes aos avisos presentes em propagandas de cigarros e bebidas alcoólicas. As campanhas deverão exibir uma das seguintes frases: “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”, “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro” ou “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.
Segundo as novas normas, o aviso deverá aparecer de forma horizontal, com boa visibilidade e leitura, ocupando pelo menos 10% do espaço do anúncio. As medidas fazem parte das ações do governo federal para reforçar a conscientização sobre os riscos do jogo e ampliar o controle sobre o setor de apostas regulamentadas.
Além da obrigatoriedade das advertências, a regulamentação estabelece uma série de restrições ao conteúdo das campanhas publicitárias. Está proibida qualquer comunicação que apresente apostas como forma de investimento, fonte de renda, alternativa ao trabalho ou solução para dificuldades financeiras. Também não poderão ser utilizadas mensagens que incentivem apostas impulsivas, prometam ganhos fáceis, divulguem informações enganosas sobre chances de vitória ou sugiram que habilidade pessoal aumenta as probabilidades de sucesso.
As regras ainda vetam propagandas voltadas ao público infantojuvenil, conteúdos com apelo sexual, discriminatório ou que associem apostas ao sucesso pessoal e financeiro. Outra proibição atinge análises, opiniões ou estratégias que possam influenciar diretamente a realização de apostas em eventos específicos. Ao anunciar as medidas, o governo reforçou que empresas sem autorização para operar no país continuam proibidas de fazer qualquer tipo de publicidade.
*Metro1
Foto: Reprodução/Freepik

Os estudantes interessados em disputar uma vaga no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre têm até esta sexta-feira (17) para realizar a inscrição. O cadastro deve ser feito exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.
O resultado da seleção será divulgado em 30 de julho. Os candidatos pré-selecionados deverão complementar a inscrição entre 31 de julho e 4 de agosto. Quem não for convocado nesta etapa será incluído automaticamente na lista de espera, com chamadas previstas entre 7 de agosto e 24 de setembro.
O Fies oferece financiamento para estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos de instituições privadas de ensino superior com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), do Ministério da Educação (MEC).
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou durante uma live na noite desta quinta-feira (16) que a foto divulgada onde ele aparece ao lado de Luiz Phillipi Mourão, o Sicário de Daniel Vorcaro, é falsa e foi gerada por Inteligência Artificial.
Flávio aponta que há uma falha na suposta edição da imagem, alterando a mão de Sicário.
— Manipularam recentemente essa foto que eu estava sem camisa, de óculos escuro e queimado de praia do lado de um cara que tinha um dedo mindinho de 20 centímetros. Quando fizeram a IA esqueceram de cortar o dedo do cara — apontou.
A declaração aconteceu logo no início da transmissão feita no canal do parlamentar para lançar o Plano Brasil por Elas, que é um conjunto de propostas voltadas ao público feminino lançado em julho de 2026 pelo senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
O programa foi estruturado com a colaboração da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, que esteve na live ao lado de Flávio e foca na independência financeira, no empreendedorismo feminino e na segurança das mulheres.
QUEM É SICÁRIO?
Luiz Phillip Mourão era investigado como operador do banqueiro Daniel Vorcaro, fazendo levantamento de dados sobre adversários e inimigos dele. De acordo com anotações encontradas durante a investigação, Sicário recebia cerca de R$ 1 milhão por mês pelo trabalho.
Conforme as apurações, ele teria papel central em uma estrutura informal apelidada de A Turma. Segundo os investigadores, o grupo operava com acesso irregular a sistemas restritos, utilizando credenciais de terceiros para consultar bancos de dados ligados a órgãos de segurança e investigação, inclusive em bases internacionais.
Ele foi preso em 4 de março, na mesma fase da Operação Compliance Zero em que Daniel Vorcaro acabou detido pela segunda vez. Pouco depois de ser levado para uma cela na Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais, Mourão tentou suicídio por enforcamento. A morte cerebral foi confirmada dois dias depois, em 6 de março.
*Pleno.News
Foto: Reprodução/Youtube (Flávio Bolsonaro)/Edição: Pleno.News

A Polícia Civil da Bahia apreendeu 200 canetas emagrecedoras avaliadas em cerca de R$ 164 mil durante a Operação Narciso, deflagrada na manhã desta quinta-feira (16), em Barreiras, no oeste do estado. A ação investiga a venda clandestina de medicamentos injetáveis indicados para o tratamento da obesidade e do diabetes.
Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão. Além dos medicamentos, os policiais recolheram documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que podem auxiliar nas investigações. Todo o material será submetido à perícia.
Segundo a Polícia Civil, a investigação teve início após denúncias anônimas sobre a comercialização irregular dos produtos por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens e contatos pessoais, sem prescrição médica e em desacordo com a legislação sanitária.
Durante as diligências, os investigadores identificaram indícios de que os medicamentos eram vendidos por valores elevados e possuíam origem, procedência e condições de armazenamento desconhecidas, o que, segundo a polícia, pode representar riscos à saúde dos consumidores.
A Operação Narciso tem como objetivo desarticular o comércio ilegal de medicamentos, identificar os responsáveis pela distribuição dos produtos e responsabilizar criminalmente os envolvidos. A Polícia Civil também apura a possível prática de outros crimes relacionados ao esquema.
A ação foi realizada por equipes da 11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Barreiras). As investigações seguem em andamento para identificar outros integrantes da rede de comercialização clandestina.
*Metro1
Foto: Divulgação/PC

Um motorista de um ônibus interestadual abandonou o veículo e fugiu a pé após a Polícia Rodoviária Federal (PRF) identificar uma licença de viagem falsificada durante uma fiscalização, na manhã desta quarta-feira (16), em Feira de Santana.
A abordagem aconteceu por volta das 9h, durante a Operação Embarque Legal, que reforça a fiscalização do transporte rodoviário de passageiros nas rodovias federais.
De acordo com a PRF, o ônibus fazia o trajeto entre Montes Claros (MG) e Aracaju (SE). Durante a inspeção, os policiais solicitaram a documentação do veículo e do condutor. Ao verificarem a licença de viagem apresentada, constataram que o documento era falso.
Ao perceber que a fraude havia sido descoberta, o motorista aproveitou um momento de distração da equipe para fugir em direção a uma área de vegetação próxima ao posto da PRF. Ele deixou para trás o ônibus, as chaves do veículo e os passageiros.
A Polícia Rodoviária Federal informou que realiza buscas para localizar o condutor e adotará as medidas legais cabíveis. Enquanto isso, a corporação providencia alternativas para que os passageiros possam seguir viagem com segurança até o destino final.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) responsabilizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela decisão do governo dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida foi anunciada na quarta-feira (15) e tem previsão de entrar em vigor em 22 de julho.
Em publicações nas redes sociais, o parlamentar criticou a condução da política externa e econômica do governo brasileiro e afirmou que Lula não teria condições de continuar no comando do país. Durante as críticas, Flávio comparou o presidente brasileiro ao ex-presidente norte-americano Joe Biden, chamando-o de “Biden brasileiro”.
“O Lula não tem mais condições de ser presidente do Brasil. Estamos em um avião sem piloto. O Biden brasileiro está ranzinza, inconsequente e se tornou um perigo para a nossa nação”, escreveu o senador.
Em outra postagem, Flávio voltou a atacar a gestão federal, afirmando que o país enfrenta problemas econômicos e falta de avanços. Segundo ele, o Brasil teria potencial para crescer, mas precisaria de uma mudança na condução política.
A tarifa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), após uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O órgão também divulgou uma lista de produtos brasileiros que ficarão isentos da cobrança adicional.

com Frei Jorge Rocha
tema: expressões populares