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Comunicadoras chegaram a desafiar ordem no sábado, mas foram obrigadas a aparecer com os rostos cobertos no domingo

Apresentadoras no Afeganistão terão que aparecer com os rostos cobertos Foto: Reprodução/TOLOnews

As apresentadoras das principais redes de televisão do Afeganistão foram ao ar neste domingo (22) com seus rostos cobertos, cumprindo ordem do Talibã que haviam desafiado na véspera. Desde que voltou ao poder no ano passado, o grupo radical impôs uma série de restrições à sociedade civil, muitas das quais buscam limitar os direitos das mulheres.

No início do mês, o chefe supremo do Talibã emitiu uma ordem, segundo a qual as mulheres devem se cobrir completamente em público, incluindo o rosto e, de preferência, com a tradicional burca. Antes, bastava um lenço, cobrindo o cabelo. A burca se tornou um símbolo global do regime linha-dura na primeira vez em que controlou o Afeganistão, de 1996 a 2001.

O temido Ministério para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício ordenou, na quinta-feira (19), que as apresentadoras de televisão também fizessem isso. No sábado (21), as jornalistas desafiaram a medida e foram ao ar, ao vivo, sem esconder o rosto.

Após pressão do Talibã às emissoras, as mulheres usaram, no domingo, os véus completos, revelando apenas os olhos e a testa ao apresentar as notícias nos canais TOLOnews, Ariana Television, Shamshad TV e 1TV.

– Resistimos e somos contra o uso (…). Mas a TOLOnews está sob pressão, eles (os talibã) disseram que qualquer apresentadora na tela sem cobrir o rosto deveria receber outro emprego – disse Sonia Niazi, apresentadora da TOLOnews.

Ao longo do dia, os homens que trabalham nos escritórios da TOLOnews em Cabul, capital do país, vestiram máscaras pretas, como as usadas na prevenção da Covid-19, em solidariedade às apresentadoras. À noite, apresentadores do TOLOnews e da 1TV também foram ao ar usando máscaras pretas.

O porta-voz do Ministério da Promoção da Virtude e Prevenção do Vício, Mohamad Sadeq Akif Mohajir, afirmou que as autoridades não pretendiam forçar as apresentadoras a deixar o emprego.

– Estamos felizes que os canais tenham exercido corretamente sua responsabilidade – disse.

Após ter tomado o poder novamente, em agosto, o Talibã indicou inicialmente que pretendia moderar suas posições, ao não anunciar nenhum código de vestimenta para as mulheres. Nas últimas semanas, porém, o grupo fez uma mudança radical.

PUNIÇÕES
Segundo o decreto do início do mês, as mulheres têm de usar roupas da cabeça aos pés que deixem apenas os olhos visíveis e só devem sair de casa quando necessário. Os parentes do sexo masculino enfrentarão punições por violações do código de vestimenta das mulheres, começando com uma intimação e escalando para audiências judiciais e prisão.

Os talibãs ordenaram que as mulheres que trabalham no governo sejam demitidas se não cumprirem o novo código de vestimenta. Os funcionários também correm o risco de serem suspensos se suas mulheres ou filhas não acatarem a ordem. Os canais de TV já deixaram de transmitir séries e novelas protagonizadas por mulheres, por ordem do grupo.

Em março, uma reviravolta surpreendeu quando o grupo fechou escolas de ensino médio para jovens, revertendo promessas anteriores de que meninas de todas as idades teriam acesso à educação. A medida descontentou a comunidade internacional e levou os Estados Unidos a cancelar reuniões planejadas para aliviar a crise financeira do país.

*AE


Bolsonaro avalia abrir mão da candidatura de Roma para apoiar ACM Neto, diz jornal

O presidente Jair Bolsonaro avalia abrir mão da candidatura de João Roma ao Governo da Bahia para apoiar ACM Neto no pleito, que lidera as pesquisas de intenção de voto. A informação é do jornal Valor Econômico.

De acordo com a publicação, Bolsonaro considera a aproximação com o ex-prefeito de Salvador como estratégico para a sua reeleição. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, se reuniu com o deputado Elmar Nascimento, aliado de Neto, para tratar de uma aliança.

Ainda segundo o site, Nascimento disse que um apoio no primeiro turno é pequeno, por causa da força do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Bahia. Porém, o parlamentar acredita que uma eventual saída de Roma da disputa aumentaria as chances de ACM Neto ser eleito ainda no primeiro turno. Com isso, o ex-prefeito de Salvador “ficaria mais livre” para associar a sua imagem à de Bolsonaro.

ALIADO APOIA REELEIÇÃO

Um dos principais partidos que fazem parte da base de ACM Neto já confirmou que vai apoiar a reeleição de Bolsonaro. O presidente estadual do Republicanos, deputado federal Márcio Marinho, confirmou ao Bahia Notícias que, no estado, o partido irá buscar a recondução do atual presidente (lembre aqui). O Republicanos é uma das legendas que disputam a vaga de vice na chapa de Neto.

Informações Bahia Notícias


Presidente da Câmara dos Deputados se manifestou neste domingo

Presidente da Câmara, Arthur Lira Foto: Agência Brasil/Fabio Pozzebom

Neste domingo (22), o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP-AL), disse que é preciso “acabar com a taxação excessiva” sobre bens e serviços essenciais que vigora no país.

Como mostrou o Broadcast Político, os deputados devem votar na próxima terça-feira o projeto de lei complementar que define energia, combustíveis, telecomunicações e transporte como bens essenciais e estabelece alíquota máxima de 17% no ICMS sobre tais itens. Economistas calculam que a medida poderia aliviar o IPCA de 2022 em até 1,2 ponto porcentual.

– Ou o Brasil acaba com a taxação excessiva de bens e serviços essenciais ou a excessiva taxação de bens e serviços acaba com o Brasil. O Brasil precisa controlar a saúva, mais uma vez – escreveu Lira, no Twitter.

Lira se reuniu, na última quinta-feira, com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para discutir a proposta. Ele cobrou a costura de uma saída conjunta entre Congresso, governo e Executivo para os aumentos na conta de luz e nos combustíveis

O projeto do ICMS, que será votado nesta semana, é de autoria do deputado Danilo Forte (União-CE) e tramitará em regime de urgência. O parlamentar chegou a classificar os reajustes nas tarifas de energia como “draconianos”.

– O essencial é definir o que é essencial. E o essencial é o Brasil e os brasileiros. O Congresso Nacional, a começar pela Câmara dos Deputados, tenho certeza, sempre ficará – como sempre ficou – a favor do que é essencial para o nosso país. E esta semana isso ficará essencialmente claro – afirmou o presidente da Câmara.

*AE


Imagem

O jornalista Jose Roberto Guzzo, ou simplesmente J.R. Guzzo, é extremamente respeitado. Polêmico. Sua opinião tem peso e relevância.

Sua história no jornalismo brasileiro tem mais de cinquenta anos, tendo passado por inúmeros veículos de comunicação, sempre mantendo independência e nunca fugindo do embate de ideias.

Neste final de semana, o brilhante e ilustre jornalista novamente presenteia seus leitores com um texto espetacular e elucidativo, publicado em sua coluna na Revista Oeste e que certamente vai entrar para a prateleira “dos melhores serviços prestados ao país por um profissional de comunicação”.

A sua transcrição na íntegra é quase que um dever patriótico do Jornal da Cidade Online.

Eis o texto:

A VOZ DOS IMBECIS

A imprensa, o Supremo Tribunal Federal e a esquerda que vive da compra, venda e aluguel de más ideias descobriram há tempos os seus piores inimigos — as redes sociais. É um sinal dos tempos, e um sinal bem ruim, que se considere pecado mortal aquilo que é uma das mais espetaculares conquistas do espírito humano; a internet é resultado direto do avanço da ciência e da tecnologia, e quando o progresso é tratado como se fosse uma manifestação do mal por uma parte da sociedade, estamos com um problema evidente. Ninguém diz, é claro, que é contra o progresso. Mas todos os que hoje combatem a atuação das redes sociais na política, e especialmente nas eleições de outubro próximo, são contra o progresso de que não gostam — e o “conteúdo” das redes é o tipo do progresso de que não gostam nem um pouco. Na verdade, é mais simples do que isso. O inimigo da mídia, do STF e da federação dos “progressistas” não é a internet. É o público. Nada assusta tanto essa gente como um brasileiro de carne e osso com uma cabeça para pensar e uma voz para dizer o que pensa.

Não deveria ser assim — ou, ao contrário, talvez tenha mesmo de ser assim. O que atrapalha a vida dos meios de comunicação de massa hoje em dia é a falta de massa, ou seja, de leitores, de ouvintes e de telespectadores. O problema do STF é a recusa em respeitar as funções que lhe foram atribuídas pela Constituição Federal. A esquerda, enfim, sofre com a escassez de votos em quantidade suficiente para formar uma maioria clara no Brasil. Em vez de se concentrarem na busca de soluções para estas dificuldades, porém, ficam irados com a internet. A mídia está ressentida com as redes sociais porque elas lhe tiraram o público — ou, mais exatamente, a relevância que imaginavam ter junto ao público. O STF se enerva porque não pode eliminar a imagem miserável que tem junto à população nas redes; pode prender o deputado Daniel Silveira, socar inquéritos nos inimigos políticos e aterrorizar senadores e deputados, mas não controla o que se diz pela internet. A esquerda nunca conseguiu predominar nas redes sociais; está perdendo a batalha, aí, para a direita, e não se conforma com isso.

Uma coisa é juntar meia dúzia de delinquentes, botar camisa vermelha e invadir propriedades, sob o olhar distante da polícia e do Ministério Público. Também é fácil escrever editoriais dizendo que o presidente da República matou 600.000 pessoas, e que vai dar um golpe de Estado se ganhar a eleição. (Imaginem, então, se perder.) Não há nenhum problema, se você é ministro da principal corte de justiça do país e lhe permitem que faça tudo, indiciar em inquéritos os adversários, expedir ordens de prisão para a Interpol e distribuir tornozeleiras eletrônicas. Tudo isso é barato, e está disponível em tempo integral. O problema é fazer os demais cidadãos pensarem como você pensa. A única opção numa democracia é conviver com essas contrariedades — e pagar o preço da sua liberdade respeitando a liberdade do outro. Mas a mídia, o STF e a esquerda não querem uma democracia no Brasil; na verdade, são hoje as forças que mais combatem a liberdade neste país. Voltam todas as suas energias, assim, para as mais variadas tentativas de prender as redes sociais numa camisa de força.

É raro passarem três dias seguidos sem que o STF ponha para fora o seu rancor contra o que o público está dizendo. Conduz há mais de três anos um inquérito absolutamente ilegal, e aparentemente perpétuo, para punir “atos antidemocráticos” e bloquear a divulgação daquilo que considera fake news — ou seja, qualquer tipo de notícia, pensamento ou opinião que o ministro Alexandre de Moraes, por alguma razão, quer castigar. Fez acordos com as multinacionais que controlam as redes para censurar postagens feitas durante a campanha eleitoral. Ameaça com prisão os infratores das leis não existentes que vão inventando para defender as suas posições políticas. Interfere grosseiramente no processo da eleição presidencial — isso para não falar no candidato que o ministro Edson Fachin criou, um condenado pela justiça por corrupção e lavagem de dinheiro que legalmente não podia ser candidato. O STF trabalha por sua vitória de maneira aberta — o único concorrente real de Lula, o presidente da República, foi definido pelo ministro Luís Roberto Barroso como “o inimigo”. Mas nada disso parece suficiente. O ataque às redes promete continuar até o dia da eleição.

A última explosão de hostilidade veio do ministro Moraes. Numa plateia onde se sentavam peixes graúdos do PT e outros devotos da candidatura do ex-presidente Lula, Moraes decidiu apresentar o que faz parte da visão filosófica, digamos assim, que tem sobre a questão. “A internet deu voz aos imbecis”, disse ele, repetindo uma frase já cansada e supostamente sábia que qualquer autor de palestra de autoajuda utiliza no seu ganha-pão diário. Quem disse isso, vários séculos atrás, foi um desses intelectuais-vagalume que piscam por uns instantes, e em seguida se apagam na noite, depois de fazerem sucesso temporário com alguma ideia deixada pela metade. É um dito interessante, mas a verdade é que a internet deu voz, realmente, ao público. Aos imbecis, especialmente? Não: deu voz a todos. Foi uma revolução. Pela primeira vez na história da humanidade, desde que o homem saiu da caverna e evoluiu até andar na Lua, todos os seres humanos que consigam ler e escrever, qualquer um deles, podem dizer em voz alta o que pensam ou têm vontade de dizer — basta ir ao celular e teclar o que lhes vem na cabeça. Podem, ao mesmo tempo, ouvir tudo o que está sendo dito. Pronto: ninguém precisa mais dar entrevista no jornal, ou pedir licença da autoridade, para dizer o que quer. Também não está mais limitado a ler, ouvir ou ver os meios de comunicação para saber o que está se falando na praça.

O que aparece, então, é o que as pessoas acham das coisas, do mundo e da vida, nem mais nem menos. Não gostam do que está sendo dito? Paciência. Vai ser preciso trocar de humanidade e achar uma mais ao gosto do ministro Moraes e seus colegas do STF, dos jornalistas e do candidato da esquerda à Presidência da República. A humanidade que existe na vida real é essa aí. É duro, com certeza; a maioria dos 8 bilhões de habitantes da Terra, e dos 200 milhões de brasileiros, não é de grandes pensadores, nem de Einsteins e nem mesmo, talvez, de pessoas atraentes. Mas se são “imbecis” ou não, como repete o ministro Moraes, não vem ao caso; são seres humanos com direitos iguais ao dele, ou de qualquer pessoa, a expressarem o que pensam em público. O que dizem nas redes é o que têm dentro de si; se o que têm dentro de si são essas coisas que estão dizendo, sentimos muito, mas é inevitável aceitar. O que o STF, a mídia e a esquerda querem é restringir, limitar e reprimir o pensamento. Isso é a marca mais clássica das ditaduras.

Não são os “disparos automáticos”, os “robôs” e os algoritmos que incomodam o Supremo, como querem fazer crer os seus inquéritos, os seus agentes na “justiça eleitoral” ou o noticiário maciço da imprensa. O que assusta a todos eles, na verdade, é o que as pessoas têm a dizer. Não é difícil entender. Até há pouco só a mídia, os supremos tribunais e as elites tinham condições de expor o que pensavam; a liberdade de expressão só se aplicava à “gente bem”, com dois ou três sobrenomes, dinheiro no banco e curso de “humanas”. Hoje, por força das redes, todo mundo fala e, principalmente, todo mundo fica sabendo o que se fala. O STF e a sua atual companhia não suportam essa realidade. Da mesma maneira, é falso que alguém nesse bonde esteja realmente preocupado com o mau uso que é feito da internet. Ninguém no Supremo dá a mínima para a onda de crimes digitais que oprime o Brasil; pouco se lhes dá se roubam o Pix, invadem contas bancárias ou clonam celulares. Não querem, ali, punir os bandidos. Querem punir a sua opinião. Também não são os delitos cometidos com a palavra que estão envolvidos na guerra contra as redes; todos esses crimes são perfeitamente previstos no Código Penal Brasileiro, e não precisam mais de lei nenhuma para serem combatidos. Experimente dizer na internet que o seu vizinho é ladrão de cargas ou traficante de drogas; ou melhor, não experimente, porque quem fizer isso vai acabar com um processo por calúnia nas costas.

A internet, como diz o ministro Moraes, dá a voz aos imbecis. O que Moraes não diz é que a internet também dá voz a ele. Temos um óbvio problema aí. Por que raios o ministro julga que a sua voz é linda e a voz dos outros não é? Quem é ele para decidir quem é imbecil e quem é inteligente, ou quem é qualificado o bastante para se exprimir nas redes sociais? Se Moraes considera “imbecis” os que discordam das suas posições políticas, qualquer um pode dizer a mesma coisa dele; não existem, no Brasil ou no mundo, leis estabelecendo regras para a cretinice — ou qual o nível de excelência mental que as pessoas devem ter para receberem um certificado de não imbecil. Nada disso, é claro, tem o mínimo interesse para os inimigos da internet. No momento, só pensam numa coisa: ganhar a eleição. Se a liberdade está no caminho, pior para a liberdade.

Informações Jornal da Cidade Online


Foi dado prazo de cinco dias úteis para as agências se adequarem e voltarem à normalidade
Bancos massacram clientes em Feira com longas filas fora das agências

A Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) concluiu a notificação das agências bancárias na quinta-feira (19), quanto à limitação de clientes nas dependências dos estabelecimentos . É que com os decretos municipal e estadual permitindo a ampliação do público em ambientes fechados, não é mais necessário restringir a quantidade de clientes, evitando as longas filas do lado de fora.

Foi dado prazo de cinco dias úteis para as agências se adequarem e voltarem à normalidade. “A atitude caracteriza má prestação de serviço, conforme dispõe o Código de Defesa do Consumidor e está dificultando a aplicação da Lei dos 15 minutos”, afirma o superintendente do Procon, Maurício Carvalho.

O superintendente destaca ainda que, após o período, os fiscais vão retornar para averiguar se as agências se adequaram. “Não se pode mais admitir que os clientes fiquem do lado de fora da agência, debaixo de sol e chuva, sendo expostos a situações de risco à integridade física. Não há mais motivos para manter a restrição”, pontuou.

Informações O Protagonista


O pré-candidato ao Senado, deputado federal Cacá Leão (PP), afirmou que está ‘conexão’ com o pré-candidato ao governo pelo União Brasil, ACM Neto, no ‘desejo de mudança expresso pela população por onde passam’. A declaração foi dada no município de Campo Formoso neste domingo (22).

“Essa dupla aqui vai estar presente no coração das pessoas até outubro”, disse Leão.

“A Bahia e os baianos podem esperar muito mais do próximo governo. Quero reafirmar a nossa alegria nessa caminhada. Estou muito feliz de poder estar ao lado de ACM Neto, ele que é bom pai, filho, marido, foi por oito vezes eleito o melhor prefeito do Brasil e será, a partir de janeiro, o melhor governador da história da Bahia”, completou.

*Bahia.ba


A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou, neste domingo (22), que pelo menos 12 países já registraram casos de varíola de macaco. Segundo a organização, ao todo, já foram confirmados 92 casos da doença. Até o momento, há registros nos seguintes países: Austrália, Bélgica, Canadá, França, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

Segundo a OMS, não foram estabelecidas ligações entre os casos confirmados e as áreas onde a doença é endêmica. Os países endêmicos são: Benin, Camarões, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Gabão, Gana (identificada apenas em animais), Costa do Marfim, Libéria, Nigéria, Serra Leão e República do Congo.

“Com base nas informações atualmente disponíveis, os casos foram identificados principalmente, mas não exclusivamente, entre homens que fazem sexo com homens”, alertou em nota.

A organização afirmou ainda que a situação “está evoluindo” e há a previsão de “que haverá mais casos de varíola de macaco identificados à medida que a vigilância se expande em países não endêmicos”.

De acordo com a OMS, “as evidências atuais disponíveis sugerem que aqueles que estão em maior risco são aqueles que tiveram contato físico próximo com alguém com varíola de macaco enquanto eram sintomáticos”.

Na Alemanha, o primeiro caso de varíola dos macacos foi registrado em um brasileiro de 26 anos. O jovem teria chegado na Alemanha após uma viagem com origem em Portugal, passando pela Espanha. Ele esteve também em Munique, no sul da Alemanha. O paciente teria apresentado erupções cutâneas, um dos sintomas característicos da doença. Ele está em isolamento em uma clínica na cidade.

*Metro1


Todas as famílias que são optantes e usuárias do programa de auxílio do governo no Cadúnico e utilizam as antenas parabólicas (TVRO) devem ficar atentas às novas atualizações dos benefícios. Desta vez, todas as famílias receberão um kit que melhora a qualidade de sinal, imagem e som do sistema de recebimento do sinal.

Atualmente, cerca de 20 milhões de domicílios no país têm acesso gratuito a sinais via satélite via satélites da banda C e devem ser migrados para a banda Ku para evitar interferência na banda de frequência de 3,5 GHz reservada para o início das operações 5G.

São 27 capitais brasileiras em julho. Destes, estima-se que 10,5 milhões de pessoas estejam cadastradas no CadÚnico.

A decisão do Grupo de Monitoramento de Implementação de Resolução de Problemas de Interferência na Faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi), criado após o leilão do 5G, mostra a baixa renda do formato H.265 como norma para as coleções que serão distribuídas à população.

Problemas de interferência
Em reunião emergencial, o grupo que é responsável pela emissão e monitoramento do sinal que vai para milhares de casas diariamente definiu o prazo de 5 dias úteis para solucionar até 90% do problema interferência de sinal pela Entidade Administradora da Faixa de 3,5 GHz (EAF).

A migração da Banda C para a Banda Ku liberará a banda para o 5G e permitirá o cumprimento do cronograma estabelecido no edital, em que a banda larga móvel passará a operar nas capitais e no Distrito Federal a partir de 30 de junho nessa banda.

2023 será a vez dos municípios com mais de 500 mil habitantes, até que o cronograma seja finalizado em 2026.

Gaspi
O edital do leilão 5G prevê a criação do Gaispi – formado por representantes da Anatel, Ministério dos Transportes, operadoras vencedoras do edital 5G, emissoras e operadoras de satélite – para acompanhar a aplicação dos recursos arrecadados e garantir que a população siga a TV por satélite que liga sem ser deixado vigiar desacompanhado.

Este leilão visa diminuir todos os problemas de recebimento de sinal e melhora significativa na imagem e som dos milhares de usuários.

Se você é optante pelo Cadùnico, fique atento para saber o dia, local e hora para retirar seu kit e saber quais o procedimento correto para instalação e solução do problema de interferência do sinal.

A Anatel projeta que todos os kits sejam entregues instalados e configurados de forma gradual e que seja feita a estabilização do sinal até o fim de 2022.

Créditos: Edital Concursos.


22.04.2022 - Deputado federal Daniel Silveira foi condenado pelo STF - REUTERS
22.04.2022 – Deputado federal Daniel Silveira foi condenado pelo STF Imagem: REUTERS

O deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) voltou a afrontar, neste domingo, 22, as decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou que o parlamentar cumpra as medidas cautelares, como o uso da tornozeleira eletrônica, impostas a ele no processo que apura ataques à Corte. Durante uma “motociata” em apoio ao governo federal, no Rio, Silveira afirmou que retirou o equipamento após a graça concedida pelo presidente Jair Bolsonaro(PL). Segundo o parlamentar, o Judiciário não tem mais o que fazer.

“Eu nem poderia usar naquela época. Hoje, é que eu não uso mesmo. Eu fui indultado pela graça. Quando o Judiciário tem o perdão presidencial, é meramente declaratório o reconhecimento. O Judiciário não faz mais nada, só declara a extinção”, afirmou Silveira, na parte final da manifestação, pouco antes de subir num carro de som, no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio, conforme vídeo publicado nas redes sociais.

Apesar da posição de Silveira, o ministro Moraes sustenta, em decisões recentes em que aplicou multa por descumprimento do uso da tornozeleira – que, somadas, chegam a R$ 645 mil -, que as medidas cautelares não são afetadas pelo perdão de pena concedido pelo presidente.

“O Decreto de Indulto presidencial (eDoc. 898) será analisado em sede própria … e enquanto não houver essa análise e a decretação da extinção de punibilidade pelo Poder Judiciário … a presente ação penal prosseguirá normalmente, inclusive no tocante à observância das medidas cautelares impostas ao réu Daniel Silveira e devidamente referendadas pelo Plenário desta Suprema Corte”, diz a decisão.

Na quinta-feira, 19, Moraes determinou ainda o bloqueio de bens móveis e imóveis do deputado. Na decisão, o ministro afirma que a medida tem como objetivo garantir o pagamento das multas pela desobediência às restrições impostas a ele.

“A decretação da indisponibilidade dos bens de Daniel Silveira destina-se a garantir o pagamento das multas processuais aplicadas em decorrência das violações às medidas cautelares impostas, de modo que estão plenamente atendidos os requisitos necessários para a referida providência”, escreveu Moraes.

Foi a terceira vez em que Silveira foi multado desrespeitar decisões do STF. Antes, ele já havia sido multado em R$ 135 mil, e no início do mês, em R$ 405 mil.

Segundo Moraes, as condutas de Silveira “revelam” completo “desprezo pelo Poder Judiciário”. “As condutas do réu, que insiste em desrespeitar as medidas cautelares impostas nestes autos e referendadas pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal, revelam o seu completo desprezo pelo Poder Judiciário, comportamento verificado em diversas ocasiões durante o trâmite desta ação penal e que justificaram a fixação de multa diária para assegurar o devido cumprimento das decisões desta Corte”, escreveu o ministro.

A “motociata” em apoio ao governo federal saiu do Parque Olímpico, na zona oeste do Rio, até o Monumento dos Pracinhas, no Aterro do Flamengo, na zona sul, um trajeto de cerca de 40 quilômetros.

Em outro vídeo publicado nas redes sociais, Silveira, já em cima do carro de som, afirma aos manifestantes que foi questionado sobre os motivos para a manifestação estar “um pouco mais vazia” do que em outros atos do tipo. O parlamentar diz que respondeu que a eventual baixa adesão se deveu ao fato de o presidente Bolsonaro não ter ido à manifestação, diferentemente do que alguns esperavam.

Informações UOL


Pré-candidato a governador participou de ato político no município neste domingo (22)

Fotos: Divulgação

O pré-candidato a governador ACM Neto (União Brasil) se comprometeu neste domingo (22), em Campo Formoso, caso seja eleito, a acelerar a obra do hospital municipal e a transformar unidade em regional. Ele participou de ato político no município para lançamento da pré-candidatura a deputado estadual do vereador da cidade Junior Nascimento (União Brasil).

Participaram do encontro o deputado federal Cacá Leão (PP), pré-candidato ao Senado, o deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil), o prefeito de Campo Formoso, Elmo Nascimento (União Brasil), o ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo de Carvalho, além de outros prefeitos e lideranças da região.

“Pois, meu caro prefeito Elmo, se eu tiver a oportunidade de ser governador do estado da Bahia, tenha certeza eu vou sentar com você não apenas para acelerar essa obra, mas também para o governo do estado participar ampliando os serviços, levando os recursos e transformando esse num verdadeiro hospital regional”, disse Neto.

Em seu discurso, Neto também falou sobre os índices negativos da Bahia, que é primeira em violência e desemprego e última em educação. Ele ressaltou a necessidade de impulsionar o desenvolvimento do estado apostando nas potencialidades de cada região.

O ex-prefeito da capital ainda falou sobre sua trajetória, que começou como deputado federal e depois com dois mandatos em Salvador, e destacou que está preparado para ser governador da Bahia. “A Bahia nasceu para brilhar no Brasil. E nós vamos fazer isso para a nossa terra”, salientou.

A agenda em Campo Formoso foi a última da maratona de eventos iniciada na última quinta-feira (19), quando ele visitou Guajeru, Malhada de Pedras e Brumado. Na sexta-feira (20), Neto foi aos municípios de Érico Cardoso, Caturama, Rio do Pires, Ibipitanga e Macaúbas. No sábado (21), a agenda foi em Itapetinga.

ACM Neto teria ainda encontros em Itambé e Vitória da Conquista, mas cancelou a pauta decido ao falecimento do advogado Marcelo Melo, que foi seu assessor político quando era deputado federal.