
Entre os anos de 2017 e 2023, a União desembolsou um total de R$ 10,2 bilhões em locação de imóveis, com um custo de R$ 1,4 bilhão apenas no ano passado. Após uma sequência de quedas nos anos anteriores, os gastos com aluguel voltaram a subir em 2023, registrando um aumento de 3,2%. Essas despesas incluem prédios dos Três Poderes.
Apesar dos altos investimentos em locação, a arrecadação proveniente do aluguel de prédios públicos foi significativamente baixa, totalizando apenas R$ 11,2 milhões nos últimos 7 anos, com uma receita de R$ 1,2 milhão em 2023.
O Ministério da Gestão e Inovação (MGI) destacou iniciativas para reduzir os custos com aluguel, como o ColaboraGov (Centro de Serviços Compartilhados), que promove o compartilhamento de serviços administrativos entre os ministérios, gerando economia aos cofres públicos. Além disso, o MGI mencionou o projeto Racionaliza, que busca eficiência na gestão administrativa e na redução de custos com serviços de manutenção predial.
Em relação às vendas de imóveis públicos, o governo Lula negociou 30 imóveis no ano passado, arrecadando R$ 51,2 milhões. Desde 2018, foram vendidos 356 prédios, resultando em uma receita total de R$ 982 milhões.
O Ministério da Gestão e Inovação afirmou que não possui uma meta de vendas de imóveis, priorizando a correta destinação dos mesmos para atividades de interesse social. Em fevereiro deste ano, foi lançado o programa Imóvel da Gente, com o objetivo de dar finalidade a cerca de 1.000 prédios da União sem uso, destinando-os para habitação, hospitais, clínicas e outros usos múltiplos.
Com informações do Poder 360.

O presidente russo, Vladimir Putin, está prestes a garantir seu quinto mandato e permanecer no comando do país até 2030, apesar do cenário desafiador que a Rússia enfrenta, especialmente devido ao conflito em curso com a Ucrânia desde 2022. No entanto, seu domínio contínuo pode ser marcado por um governo mais complexo devido ao enfraquecimento de sua liderança e às adversidades que o país enfrenta.
Desde que assumiu o poder em 2000, Putin tem sido uma figura central na política russa, levando parte da população a não conhecer outro presidente além dele. No entanto, essa familiaridade não se traduz necessariamente em apoio entusiástico, com uma parcela considerável da população russa expressando descontentamento com seu governo.
As eleições em andamento, iniciadas em 15 de março, visam garantir a permanência de Putin até 2030. Com uma reforma constitucional, ele poderá até mesmo concorrer novamente e estender seu mandato até 2036, quando terá 84 anos de idade. No entanto, alguns analistas argumentam que Putin está enfrentando desafios significativos, tanto em termos físicos – ele tem atualmente 71 anos – quanto em relação à opinião pública desfavorável.
Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper, destaca que Putin está liderando um governo que enfrenta não apenas desafios físicos, mas também uma crescente insatisfação pública devido à sua longa permanência no poder e às dificuldades enfrentadas pelo país, especialmente relacionadas à guerra com a Ucrânia.
Valdir Bezerra, mestre em relações internacionais, ressalta que estas eleições acontecem em um contexto sem precedentes, já que é a primeira vez que Putin inicia um novo mandato enquanto o país está em guerra. Isso cria incertezas sobre o futuro da Rússia, especialmente em relação ao término do conflito, o impacto na economia russa e as relações com outros países, incluindo a Europa e a Ucrânia.
Impactos na Rússia
A Rússia tem enfrentado desafios significativos devido às sanções ocidentais, embora não tão graves quanto inicialmente previsto. A guerra com a Ucrânia tem contribuído para prolongar o impasse e criar instabilidade na região. As promessas feitas por Putin durante a campanha eleitoral visam, em parte, minimizar as consequências desses desafios, mas também podem agravar o impasse no conflito.
A economia russa tem sido afetada pelas sanções, com problemas como a dificuldade de acesso ao país e a fuga de cérebros, levando à perda de mão de obra qualificada. A queda na venda de energia para a Europa também impactou negativamente o país. Além disso, a Rússia busca fortalecer suas relações com países do BRICS para evitar um isolamento diplomático por parte dos países ocidentais.
Em suma, o futuro da Rússia sob o próximo mandato de Putin permanece incerto, com desafios internos e externos que exigirão uma liderança forte e estratégica para enfrentá-los.
Com informações da Jovem Pan.

Foto: Reprodução/Adrian Roque/AP.
Há 45 anos, o desaparecimento de um avião cargueiro dava início a um dos maiores mistérios da aviação brasileira. Em 30 de janeiro de 1979, o voo 967 da Varig decolou em Tóquio, no Japão, rumo ao Rio de Janeiro, mas nunca chegou ao destino.
Investigadores acreditam que uma despressurização provocou a queda do avião cerca de 45 minutos após a decolagem.
Após o acidente, aeronave teria afundado no Oceano Pacífico, tornando a localização praticamente impossível.
Um relatório da Varig apontou, na época, não ser possível encontrar nenhum indício que pudesse explicar as causas do desaparecimento da aeronave.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira, afirmou que a aeronave foi oficialmente classificada como desaparecida após o encerramento das buscas.
O órgão afirmou ainda que nenhuma parte do avião foi localizada durante as buscas. Por conta de não haver pistas sobre o paradeiro da aeronave, não houve a possibilidade de uma investigação sobre o caso e, por isso, ele “não consta em acervo de registros a respeito da ocorrência”.
Quando desapareceu, o avião sobrevoava o Oceano Pacífico. O piloto da aeronave, Gilberto Araújo Silva, era experiente.
Gilberto era famoso na aviação brasileira por estar em um avião da Varig que caiu em 1973, em Paris. À época, ao lado do comandante Antônio Fuzimoto, ele evitou que a aeronave caísse em uma área residencial, impedindo uma tragédia ainda maior.
Em entrevista ao Fantástico, em 2009, o amigo de Gilberto e aviador Oswaldo Profeta contou que estranhou o piloto não ter tentado um novo contato com a torre de controle na noite de 30 de janeiro de 1979.
“O que eu acho mais estranho é que o Gilberto era um homem experiente. Ele teria feito contatos […] Criaram muitas teorias absurdas aí, até a de um disco voador. Um objeto não-identificado teria derrubado o meu amigo Gilberto”, disse Oswaldo, que morreu em 2022.
Além da história do disco voador citada por Oswaldo ao Fantástico, outra teoria conspiratória bastante conhecida é a de que o avião teria sido abatido por soviéticos. Isso teria acontecido após a aeronave ter saído da rota e invadido o espaço aéreo da União Soviética.
Conspiracionistas também levantaram a hipótese de o avião ter sido sequestrado por colecionadores de arte, já que a aeronave estava carregando diversas obras.
Uma reportagem do jornal “Folha de S.Paulo”, de 1º de fevereiro de 1979, afirma que 53 quadros do pintor Manabu Mabe estavam a bordo do avião. As obras, segundo o jornal, eram avaliadas em US$ 1,2 milhão.
Nenhuma dessas teorias jamais foi confirmada pelas autoridades.

Imagem pode ser a chave para o mistério sobre o desaparecimento da aviadora Amelia Earhart
Recentemente, imagens feitas por um sonar identificaram o que pode ser um avião afundado na região central do Oceano Pacífico.
A expedição, comandada pela empresa norte-americana Deep Sea Vision, acredita que pode ter encontrado uma aeronave que desapareceu muito antes do voo da Varig de 1979: o de Amelia Earhart, em 1937.
A aviadora norte-americana desapareceu enquanto tentava dar a volta ao mundo. Quase 90 anos depois, o paradeiro da aeronave e de Amelia continuam sendo um mistério da aviação.
A imagem capturada pelo sonar da empresa indica o que parece ser a silhueta de um o Lockheed 10-E Electra, modelo pilotado por Amelia. No entanto, ainda é cedo para dizer se, de fato, uma aeronave foi encontrada.
A expectativa é de que uma nova missão seja feita pela empresa na região, em 2025, para novos estudos. O objetivo é fazer imagens mais nítidas e detalhadas.
Créditos: G1.
Ex-comandantes da Aeronáutica e do Exército reforçaram à Polícia Federal acusações contra articulação golpista de Jair Bolsonaro

Um grupo de advogados ligados ao inquérito que apura o planejamento de um golpe de Estado por Jair Bolsonaro vê apenas uma linha de defesa possível hoje para o ex-presidente, diante da contundência dos depoimentos dos ex-comandantes da Aeronáutica e do Exército.
A ideia seria argumentar que, se Bolsonaro queria de fato dar um golpe, e os chefes das duas Forças se opunham, ele poderia ter substituído os dois por um general e um brigadeiro que topassem a empreitada. Como Bolsonaro não fez isso, haveria aí um caminho para argumentar que ele nunca quis de verdade romper com a institucionalidade.
Não há indicativo de que os advogados de Bolsonaro seguirão essa linha. Reservadamente, os defensores do ex-presidente continuam dizendo que ele mantém a estratégia atual de dizer que todas as saídas que cogitou respeitavam a Constituição.
Informações Metrópoles

A possível compra da Gol pela Azul pode ter efeitos tanto negativos quanto positivos para os consumidores e para as empresas. A companhia passa por um processo de reestruturação nos Estados Unidos chamado Chapter 11, similar à recuperação judicial no Brasil.
As duas aéreas estão endividadas, mas a Gol passa por uma situação muito delicada, sofrendo abordagens, além de Azul, da Latam também. A empresa chilena é acusada de tentar se apropriar de aviões da Gol, mesmo sem operar o modelo, o Boeing 737.
Já a Azul ganhou um prêmio do setor financeiro em 2023 pela renegociação de suas dívidas, que lhe deu fôlego para continuar seu plano de expansão. Procurada, a Gol disse que não irá comentar. A Azul enviou uma nota com seu posicionamento, que pode ser conferido ao final da reportagem.
A hipotética compra da Gol pela Azul pode não ter os melhores efeitos para os passageiros. Para Diego Faust, operador de renda variável da Manchester Investimentos, a diminuição na quantidade de empresas no setor pode ter impacto no preço final da passagem.
Se a possível nova empresa encontrar uma eficiência maior, ela consegue manter suas margens e diminuir o preço final das passagens. Entretanto, como essas empresas têm margens apertadas, há um risco de, devido à pouca quantidade de empresas ofertando o serviço, haver uma participação de mercado muito grande dessa nova companhia e ela passar a ditar os preços das passagens. Mas ainda é muito cedo para enxergar isso
Diego Faust, da Manchester Investimentos
Para Adalberto Febeliano, professor de economia do Transporte Aéreo, a quantidade de voos poderia ser afetada com a compra. “O mais provável é que a consolidação das duas empresas levasse a uma redução na oferta de voos, o que por sua vez acarretaria aumento de preços médios, embora os preços de algumas rotas individuais pudessem não ser afetados”, diz Febeliano.
Haveria também uma redução das opções de nível de serviço, de três propostas para duas propostas (lembre-se que nem só de preço vivem os passageiros). Consumidores atrelados aos Smiles provavelmente sairiam perdendo, pela diminuição paulatina de opções
Adalberto Febeliano
Raony Rossetti, CEO da Melver, empresa de formação de profissionais para o mercado financeiro, vê uma possível melhora no atendimento aos clientes, com base em dados do site Reclame Aqui. A empresa é a que possui as maiores taxas de reclamações resolvidas (80%) e de percentual de consumidores que voltariam a fazer negócio com ela (77,1%).
“Com base nestes critérios, é evidente que o padrão de atendimento da Azul é significativamente superior ao da Gol e da Latam. Portanto, se a Azul conseguir implementar na Gol as boas práticas que tem adotado, os consumidores seriam beneficiados”, diz Rossetti.
Especialistas ouvidos pelo UOL mostram diversas possibilidades quanto à possível compra da Gol pela Azul e a concentração no mercado, ou seja, a redução da quantidade de empresas oferecendo voos.
Rossetti, da Melver, diz que o momento de baixa histórica no valor das ações da Gol pode ajudar a tentativa de compra pela Azul. Ao mesmo tempo, será preciso analisar os nichos de atuação das duas empresas para saber qual o resultado da possível compra.
“O grande diferencial da Azul sempre foi sua malha aérea eficiente, concentrada em aeroportos menores e distantes do tradicional triângulo Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, onde as tarifas eram mais elevadas. No entanto, se a aquisição da Gol se concretizar, a Azul passará a operar em cidades das quais antes optava por se distanciar, o que vai de encontro à sua estratégia de crescimento. Embora isso não seja necessariamente uma desvantagem, é algo a ser observado”, diz Rossetti.
Entre os possíveis problemas para as empresas, Faust, da Manchester Investimentos, aponta que pode haver custos redundantes com a fusão das empresas. Isso significa que as duas poderiam manter estruturas duplicadas, aumentando seus custos, embora não pareça ser o caso.
Febeliano aponta que podem existir dificuldades na conversão da frota, já que a Gol opera exclusivamente Boeings 737, enquanto a Azul opera, principalmente, aeronaves da família Airbus A320 e Embraer.
A Azul ganharia em participação de mercado e em escala. A possível desvantagem seria a conveniência de conversão da frota de Boeing para Airbus, que levaria muito tempo — são 140 aviões, e o processo seria demorado. Significaria manter equipes de pilotos diferentes, e estruturas de manutenção e suporte duplicadas. A joia da coroa, para a Azul, seriam os slots de Congonhas, muito importantes para aumentar a visibilidade da empresa entre os passageiros de negócios. Para a Gol, significaria provavelmente o fim da marca. A Abra [holding que controla a Gol e a Avianca, da Colômbia], nesse panorama, também sairia prejudicada, porque perderia uma presença hoje muito importante no mercado brasileiro
Adalberto Febeliano
Ainda sobre a concentração do mercado, Febeliano aponta que poderia haver uma pequena redução no tráfego em função da eventual diminuição da oferta de voos e aumento de preços. “[Ainda,]Algumas empresas estrangeiras, notadamente Air France e American, poderiam perder suas redes de captação e de distribuição de passageiros no mercado doméstico, favorecendo suas concorrentes (no caso dos EUA, Delta e United)”, afirma o especialista.
Seguindo dados da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) de 2023, Gol e Azul tiveram, juntas, cerca de 60% de participação do mercado, a maior do setor. A compra seria uma maneira de a Azul expandir sua fatia na aviação brasileira de uma forma rápida, mas pode não chegar aos dois terços do setor.
A compra precisaria ser analisada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), órgão ligado ao governo federal. Seriam analisadas as sobreposições de rotas, por exemplo, o risco de monopólio em algum segmento, entre outras atividades que poderiam causar algum impedimento concorrencial.
“A Azul, ciente de sua responsabilidade fiduciária, está sempre atenta às dinâmicas estratégicas do setor aéreo e a possíveis oportunidades de parcerias, podendo como prática regular contratar consultores para apoiar a empresa nesses esforços.
Até o momento, a Azul não negociou nem aprovou nenhuma transação específica.
A Azul compromete-se a manter acionistas e o mercado em geral informados sobre quaisquer desenvolvimentos significativos relacionados a este assunto”
Informações UOL

Foto: Reprodução.
Exatos 30 dias antes de o Hamas invadir Israel e matar cerca de 1.200 pessoas, entre elas 36 menores e 364 frequentadores de um festival de música, o jornalista britânico Jake Wallis Simons lançou “Israelophobia – The Newest Version of the Oldest Hatred and What To Do About It”, ou Israelofobia – a mais nova versão do mais antigo ódio e o que fazer a respeito, em tradução livre.
Na obra, Simons defende a ideia de que o atual ódio ao Estado de Israel é a mais nova face do velho ódio aos judeus, perseguidos por sua religião na Idade Média e como raça na Alemanha nazista. A bola da vez, diz ele, é o ódio político.
Questionado sobre a fala do presidente Lula (PT), que comparou a ofensiva israelense em Gaza aos atos de Adolf Hitler, Simons afirma que o brasileiro é um “idiota útil do Hamas” ao reproduzir o discurso do grupo terrorista.
O que o sr. achou da fala do presidente Lula ao comparar as mortes de civis em Gaza com “quando Hitler resolveu matar os judeus”?
É óbvio que é antissemitismo. E totalmente injusto. Hitler tomou um país com uma minoria, tirou os direitos dessa minoria, degradou-os, roubou-os, diminuiu-os até que eles fossem sub-humanos na sociedade, deportou-os para os guetos e matou-os em fábricas de morte. Enquanto no caso israelense, em Gaza, Israel foi a vítima do ataque mais selvagem desde a Segunda Guerra Mundial e respondeu tentando destruir o inimigo, como qualquer outro país democrático faria. Mas precisamos reconhecer que o objetivo do Hamas é criar tantas vítimas palestinas quanto possível, pois isso faz pessoas como o presidente Lula dizerem coisas idiotas. Pessoas como o presidente Lula são, infelizmente, idiotas úteis para o Hamas.
As pessoas que fazem essa comparação sabem que não é verdade. Todo mundo sabe que não é verdade. Há um velho ditado segundo o qual um antissemita só acusa um judeu de roubo pela alegria de vê-lo revirar os bolsos para provar que não é um ladrão. Essa é a humilhação de que desfrutam os antissemitas quando pessoas como eu são forçadas a afirmar que judeus e nazistas não são a mesma coisa.
Créditos: Folha de S. Paulo.

Foto: Reprodução.
A aprovação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na cidade de Santos, teve um aumento significativo, passando de pouco mais de 60% em dezembro de 2023 para pouco mais de 70% em março deste ano, conforme revelado por uma pesquisa da Paraná Pesquisas divulgada na quinta-feira, 14.
Este período coincide com o avanço da Operação Verão no município, a qual já resultou em 47 mortes e tem sido alvo de críticas devido a um suposto excesso de violência policial. Surpreendentemente, o levantamento indicou que a ação não afetou a popularidade da gestão de Tarcísio e pode estar contribuindo para um aumento em sua aprovação na cidade.
Além de avaliar a aprovação do governador de São Paulo, o estudo também analisou o impacto do apoio de Tarcísio e do ex-presidente Jair Bolsonaro nas eleições deste ano.
Segundo a pesquisa, 25,1% dos entrevistados afirmaram que “com certeza” votariam em um candidato apoiado por Tarcísio, enquanto 25,8% disseram que fariam o mesmo se o apoio viesse de Bolsonaro.
Ademais, 40,5% da população de Santos indicou que “poderia votar” em um candidato apoiado por Tarcísio para a prefeitura, enquanto um nome apoiado por Bolsonaro teria a adesão de 25,4%. Dessa forma, o apoio do governador poderia influenciar 65,6% dos eleitores locais, enquanto o de Bolsonaro, 51,2%.
No cenário principal estimulado para a eleição municipal em Santos, a deputada federal Rosana Valle (PL) lidera com 36,1% dos votos, seguida pelo atual prefeito Rogério Santos (Republicanos), com 27%.
A pesquisa, conduzida pela Paraná Pesquisas entre os dias 3 e 13 de março de 2024, entrevistou 800 pessoas presencialmente, com idade a partir de 16 anos, na cidade de Santos. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-07755/2024, teve um custo de R$ 40 mil e foi financiado pelo diretório do PL em Santos.
Com informações da Revista Oeste.

No sábado (16.mar.2024), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma declaração incisiva, alertando que sua derrota nas eleições presidenciais de novembro poderia sinalizar o fim da democracia norte-americana. As informações foram divulgadas pela Reuters.
Durante um encontro com apoiadores em Dayton, no Estado de Ohio, Trump reiterou sua crença de que a vitória do atual líder do país, Joe Biden, foi resultado de fraude eleitoral, uma alegação que não foi corroborada por evidências. Ele enfatizou a importância de vencer as eleições deste ano, marcadas para 5 de novembro.
“Se não vencermos essa eleição, não creio que haverá outra neste país”, afirmou Trump durante o evento. Além disso, ele fez uma previsão sombria, sugerindo que uma derrota sua resultaria em um “banho de sangue” em todo o país.
Apesar de Biden e Trump ainda precisarem ser oficialmente confirmados por seus partidos como candidatos à Presidência, ambos já conquistaram o número mínimo de delegados necessário para vencer as prévias partidárias. Trump aproveitou o discurso para pedir o apoio de negros e hispânicos, destacando que essas comunidades desempenham um papel crucial no resultado das eleições.
O ex-presidente também criticou a política migratória de Biden, alegando, sem apresentar evidências, que imigrantes ilegais estavam prejudicando as comunidades afro-americanas e hispânicas ao “roubarem” empregos desses grupos populacionais nos Estados Unidos.
Com informações do Poder 360.

O ditador Nicolás Maduro confirmou, na tarde deste sábado, 16, que vai se candidatar para mais um mandato como presidente da Venezuela. O anúncio se deu por meio do Twitter/X oficial da Presidência do país sul-americano.
Por meio da rede social, afirmou-se que o ditador “aceitou” a indicação para ser novamente o representante do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) na disputa. Criticada por organismos internacionais pela ausência de lisura do processo e pela falta de candidatos de oposição, a eleição presidencial venezuelana está programada para 28 de julho.
“Tenho andado pelas ruas num lindo reencontro com o povo, viajando de ponta a ponta do nosso país”, disse Maduro, em trecho de seu discurso — já como candidato oficial à reeleição — que teve transmissão por parte do órgão de comunicação governamental. “Aonde quer que você vá, o que você encontra é um povo patriótico, cheio de heroísmo, mas, acima de tudo, cheio de esperança.”
Sucessor de Hugo Chávez (1954-2013) na ditadura socialista na qual a Venezuela se transformou nas últimas décadas, Maduro está no poder de forma ininterrupta desde 2013.

A convenção do PSUV para confirmar a candidatura do ditador Nicolás Maduro ocorre no momento em que a ausência de opositores na eleição é alvo de críticas por parte da comunidade internacional. Há, além disso, denúncias de perseguição política contra quem se posiciona de forma contrária ao regime socialista.
Depois de prometer realizar eleições livres, a ditadura venezuelana barrou a candidatura de María Corina Machado, principal nome de oposição. A União Europeia criticou a decisão, que foi tomada em fevereiro pelo Poder Judiciário local, que está sob controle dos socialistas.
Também no mês passado, o regime prendeu a militante opositora Rocío San Miguel. Advogada, ela recebeu acusações de “traição” e “terrorismo”. Situação que incomodou cinco países da América Latina, que assinaram nota em conjunto cobrando a libertação da ativista.
O Brasil, a saber, não fez parte dos signatários que criticaram a prisão de Rocío. Pelo contrário, aliás. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já recebeu Maduro no Brasil com direito a honras militares, ironizou a situação venezuelana. De acordo com o petista, os contrários ao ditador socialista precisariam “parar de chorar”.
Informações Revista Oeste

Foto: Reprodução/Notibras/2016.
Lula não retornou sozinho à cena do crime, conforme observado por Geraldo Alckmin. As construtoras Andrade Gutierrez e Novonor, anteriormente conhecida como Odebrecht, estão retomando suas operações na refinaria que foi o epicentro da Operação Lava Jato, um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil.
A informação foi divulgada pelo jornal Estadão e pela Folha de S.Paulo. Ambas as empresas foram selecionadas em licitação para concluir a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), com previsão de início das obras para o segundo semestre de 2024.
A Consag, filial da Andrade Gutierrez no mercado privado, garantiu os lotes A e B, com um valor total de cerca de R$ 3,7 bilhões. Enquanto a Tenenge, uma empresa da Novonor, antiga Odebrecht, foi responsável pela aquisição dos lotes C, D e E, totalizando um valor superior a R$ 5 bilhões.
Desde a Operação Lava Jato, que revelou esquemas de corrupção em projetos da Petrobras, ambas as empresas enfrentaram uma escassez de grandes projetos.
A Odebrecht, por exemplo, estava impedida de participar de licitações da petroleira até o ano passado. A Andrade Gutierrez foi liberada em 2017, sendo este seu primeiro grande projeto desde o escândalo.
Histórico de corrupção
A Refinaria Abreu e Lima possui um histórico de corrupção durante o primeiro mandato do governo Lula e durante a administração de Dilma Rousseff.
O custo da refinaria ultrapassa os R$ 40 bilhões, um aumento de R$ 36 bilhões em relação ao valor estimado no início do projeto, que envolveu Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão.
Atualmente, a refinaria representa 6% da capacidade de refino da Petrobras e 15% de toda a produção de S10 da empresa.
Com informações do Blog do Gustavo Negreiros