
O 13º Paredão do BBB 24 (Globo) está formado entre: Alane, Beatriz e Raquele. O mais votado será eliminado na terça (19). Quem você quer tirar do jogo?
A votação do UOL não possui caráter científico ou influência sobre o resultado do programa da TV Globo
Como o Paredão foi formado
Matteus, vencedor da Prova do Anjo, estava imune e decidiu imunizar Beatriz.
Eu hoje vou escolher a Beatriz, uma guria que eu gosto muito. Gosto muito de todos, mas hoje eu vou escolher ela.” Matteus
Instantes depois, Raquele — que arrematou o Poder Curinga, teve a chance de invalidar a imunidade do Anjo. Ela, então, assim o fez.

A Líder Giovanna indicou Beatriz ao 13º Paredão.
A gente nunca teve nenhum embate, mas de umas semanas para cá, ela tentou criar alguns atritos comigo. A gente conversou, mas não resolveu. Passou a metade desse tempo todo do programa virando a cara para mim, não me enxergava aqui dentro e agora me trata de uma maneira completamente diferente. É uma pessoa que trata com muito deboche tudo aqui dentro da casa, cria algumas situações que são desconfortáveis para os outros. Por esse motivo, vou mandar ela para o Paredão.” Giovanna
Antes da tradicional votação no confessionário, os confinados fizeram uma votação aberta entre os jogadores que estavam na mira da Líder Giovana:
Com 6 votos, Davi foi o segundo brother a ir ao Paredão.
Com 5 votos, Alane foi a mais votada e também está no Paredão.
Os cinco brothers que receberam a pulseira da Mira da líder Giovanna – Alane, Beatriz, Davi, Matteus e MC Bin Laden – tiveram que decidir em consenso mais um participante para formar o Paredão. O grupo indicou Raquele.Continua após a publicidade

Alane, Raquele e Davi jogaram a prova Bate e Volta —- Bia não jogou, pois foi indicada pela Líder.
Informações UOL

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou a ex-ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber para a vaga de árbitro titular brasileiro no Tribunal Permanente de Revisão (TPR) do Mercosul. A indicação da ministra aposentada precisa ser aprovada pelo Conselho de Mercado Comum, órgão do bloco.
A vaga era ocupada por Ricardo Lewandowski, também ex-ministro do STF e agora ministro da Justiça de Lula. Para assumir o cargo no ministério petista, Lewandowski renunciou ao cargo assumido em 28 de julho. No início de 2024, ele se tornou presidente do tribunal, já que a atribuição cabe ao árbitro brasileiro neste ano.
Com a saída de Lewandowski, o cargo passou a ser ocupado temporariamente pela árbitra suplente Gisele Ribolom, integrante do Prerrogativas, grupo de advogados ligados ao presidente Lula. Ela atuou na presidência do TPR durante o período de transição e vai deixar a função depois da aprovação do nome de Rosa Weber.

Segundo o Estadão, o nome da ex-ministra deve ser formalizado nesta semana. Rosa Weber se aposentou do Supremo em setembro do ano passado, depois de conceder voto favorável à legalização do aborto até a 12ª semana de gestação. Ela passou 12 anos na Corte e, prestes a completar 75 anos, foi atingida pela aposentadoria compulsória.
O TPR é o órgão jurídico do Mercosul que trabalha para “garantir a correta interpretação, aplicação e cumprimento” de tratados, protocolos e acordos pelos países-membros. A sede fica em Assunção, no Paraguai, mas o presidente pode atuar diretamente de seu país de origem. Os magistrados exercem a função em regime de disponibilidade permanente, ou seja, não despacham diariamente na capital paraguaia, mas ficam à disposição quando convocados.
Segundo o Mercosul, o colegiado é formado por quatro árbitros titulares e quatro suplentes, indicados por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, com mandato de dois anos. No ciclo anterior, ocupava o cargo a doutora em Direito Internacional Nadia de Araujo. Um quinto árbitro é escolhido pelos países-membros para um mandato de três anos, não renovável.
Informações Revista Oeste

Em seu discurso de vitória neste domingo, 18, depois de reeleito presidente da Rússia com 88% dos votos, Vladimir Putin disse que o país não será “intimidado”. Em tom ameaçador em relação ao Ocidente, o mandatário advertiu sobre a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial caso a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) entre na Ucrânia.
Ao garantir seu lugar na história como um dos líderes russos com mais tempo de serviço em mais de 200 anos, Putin agradeceu ao povo pelo “apoio e confiança” e reiterou a defesa da Rússia diante de ameaças de outros países, afirmando que suas principais tarefas como presidente seriam a guerra na Ucrânia e o fortalecimento militar.
“Não importa quem ou quanto eles queiram nos intimidar”, disse, “não importa quem ou quanto eles queiram nos suprimir, nossa vontade, nossa consciência – ninguém nunca conseguiu nada parecido na história. Não funcionou agora e não funcionará no futuro. Nunca”.
Sobre a perspectiva de um conflito em larga escala entre Moscou, a Otan e a aliança militar liderada pelos Estados Unidos, Putin alertou que isso significaria colocar o mundo a um passo da Terceira Guerra Mundial e rapidamente destacou que ninguém gostaria de tal cenário.

Pela primeira vez, Putin falou sobre a morte de seu principal opositor, Alexei Navalny, divulgando que já tinha aprovado a troca do seu principal crítico por prisioneiros russos no Ocidente pouco antes da morte do ativista na prisão.
“Infelizmente, aconteceu o que aconteceu”, disse Putin. “Eu concordei sob uma condição: nós o trocamos, e ele não volta. Mas é a vida. Um evento triste.”
A votação na Rússia desencadeou críticas em todo o mundo. Os Estados Unidos denunciaram o pleito como “obviamente não livre nem justo”.
Alegando que as críticas já eram “esperadas”, as reprovações ocidentais às eleições foram minimizadas por Putin durante seu discurso de vitória.
“O que vocês queriam, que eles nos aplaudissem?”, perguntou a seus apoiadores. “Eles estão lutando conosco em um conflito armado, o objetivo deles é conter nosso desenvolvimento. Claro que eles estão prontos para dizer qualquer coisa”.
Informações Revista Oeste

Em editorial publicado na edição desta segunda-feira, 18, o Estadão afirma que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um diagnóstico errado sobre o motivo da queda de popularidade do petista. O governo atribuiu alta da reprovação a problemas de comunicação e pretende mudar estratégias de marketing.
Nesta segunda-feira, Lula faz uma reunião ministerial com o objetivo de “cobrar resultado” da equipe e melhorar sua popularidade. Na semana passada, depois que três pesquisas mostraram o aumento de sua reprovação, o petista se reuniu com o publicitário Sidônio Palmeira, que atuou na campanha de 2020.
Já o ministro da Casa Civil, Rui Costa, em entrevista à GloboNews disse que é preciso “alcançar as pessoas com informações corretas” e aproximar o governo de quem lê notícias de WhatsApp. “O ministro do PT está convicto de que os números da popularidade não representam a realidade do governo”, afirma o Estadão.
Para o jornal, o governo ignora ou minimiza o fato de que pesam na queda de popularidade problemas reais do governo, como a falta de pacificação, mas, ao contrário, o reforço ao acirramento da polarização.
Ao culpar a comunicação, e não as próprias ações de governo, Rui Costa “reforça a máxima segundo a qual a comunicação é o ‘mordomo’ das crises dos governos, isto é, aquele sobre o qual habitualmente recai a culpa, ainda que seja necessário reconhecer as deficiências da comunicação lulopetista, em que imperam a falta de conhecimento sobre as exigências do ambiente digital, as falhas improvisadas ou bem pensadas do grande líder e a pajelança palaciana, incapaz de achar uma voz crítica que dissuada, divirja, aponte ao presidente as armadilhas das bombas que solta. Ao contrário, não falta quem surja para dobrar a aposta e justificar as lambanças do companheiro-em-chefe, como ocorreu no trágico episódio da comparação do conflito de Israel com o Hamas ao Holocausto.”

O Estadão afirma, ainda, que “se Lula fala e faz o que quer, como quer e para quem quer (e não para quem precisa), não há estratégia de comunicação genial o suficiente para consertar o defeito de origem. Eis o ponto: marketing político ou comunicação oficial não substituem o que só um bom produto pode suprir”.
“Na ausência deste, não há boa estratégia, mensagens, bons canais ou quaisquer outras artimanhas narrativas para convencer o distinto público do contrário e assegurar outra percepção popular. O governo Lula tem se mostrado um produto que passou do prazo de validade, concebido para as afinidades tribais, não para um País complexo e uma população diversa e com expectativas de mudança real em suas condições de vida”, afirma o jornal.
O Estadão conclui o texto o texto diagnosticando o problema da queda de popularidade de Lula. “O ministro pode não enxergar, mas o culpado pelos problemas de comunicação está no gabinete presidencial, a poucos metros do seu”, finaliza.
Informações Revista Oeste

Em contraste com algumas ONGs que servem a facções criminosas e buscam destaque defendendo os direitos dos réus, a Corte Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos (OEA), anunciou esta semana as 12ª e 13ª condenações do Brasil por violações dos direitos das vítimas. O professor Douglas Fischer, autor de “As Obrigações Processuais Penais Positivas”, que analisou as primeiras onze sentenças na 4ª edição, está agora preparando a 5ª edição, atualizada com as treze condenações.
A 12ª condenação do Brasil, por omissão e impunidade, refere-se ao assassinato do trabalhador rural Antonio Tavares, no Paraná.
O confronto entre a PM paulista e suspeitos do “PCC”, que resultou na morte de Honorato Soares, foi o motivo da 13ª condenação do Brasil pela Corte.
A constante demora ou desinteresse do Estado brasileiro em punir os crimes é apontada como uma prática recorrente de violação dos direitos das vítimas.
Recentemente, policiais de São Paulo foram executados por criminosos, gerando uma forte reação por parte da PM e, é claro, críticas das mesmas ONGs e políticos de sempre.
Com informações do Diário do Poder/Cláudio Humberto

O técnico Dorival Junior na convocação seleção brasileira
Imagem: Ricardo Moraes/Reuters
O técnico Dorival Júnior avisou logo de cara que só aceitaria o cargo se tivesse uma equipe remodelada com ele. No ciclo que se inicia hoje (18), antes dos amistosos contra Inglaterra e Espanha, novos nomes já estão no dia a dia da seleção brasileira.
A seleção passou por uma reformulação fora de campo. Além de Dorival Jr, a CBF contratou dirigentes, analistas e preparadores.
Todos os profissionais contratados tiveram o aval de Dorival e a maioria foi indicação do técnico. O novo comandante trouxe consigo o que de melhor encontrou pelo Brasil em seus 22 anos de carreira.
Os principais “reforços” foram Rodrigo Caetano, ex-Atletico-MG, Juan, ex-Flamengo, e Cícero Souza, ex-Palmeiras. Eles chegaram para os cargos de coordenador executivo, coordenador técnico e gerente geral, respectivamente.
Outros nomes foram contratados para cargos mais estratégicos, como o supervisor Sérgio Dimas, ex-Botafogo-SP. O profissional, que trabalhou com Dorival no Santos e Ceará, vai agir nos bastidores, sobretudo com a parte logística.
Em campo, Dorival também trouxe seus nomes de confiança: o filho e auxiliar Lucas Silvestre, o auxiliar Pedro Sotero e o preparador físico Celso Rezende.
Quem volta à seleção é Cláudio Taffarel. O campeão do mundo de 94 retoma a função de preparador de goleiros ao lado de Marquinhos.
Outras contratações pedidas por Dorival foram as de João Marcos Pereira Soares e Guilherme Lyra, ambos ex-analistas do São Paulo.
A chegada de Dorival Júnior mexe nos bastidores da CBF. Como ele veio de mala e cuia para trabalhar na seleção, a rotina de trabalho voltou a ficar parecida com o que acontecia nos tempos de Tite e contrasta com o período com Fernando Diniz.
O antecessor de Dorival, até por ter contrato só de um ano, precisava dividir o tempo com o Fluminense e aparecia na CBF ou se reunia com seus analistas pontualmente, pensando nas convocações.
O técnico e seus auxiliares rodaram a Europa para verem jogos e treinamentos dos selecionáveis. Nos bastidores, Dorival diz que não imaginava que seria tão difícil escolher os 26.
O maior desafio está no gol, onde Alisson e Ederson não estão disponíveis. As opções são Rafael, Bento e Léo Jardim, todos do futebol brasileiro. Rafael, homem de confiança do São Paulo de Dorival, larga na frente.
Outra batalha é encontrar novos capitães. Nomes recorrentes como Neymar, Marquinhos e Casemiro estão fora. Danilo se torna o mais experiente do grupo, desta forma.
Rafael, Léo Jardim, Wendell, Beraldo, Fabricio Bruno, Murilo, Andreas Pereira, Pablo Maia, Galeno e Savinho são novidades nessa primeira convocação.
Dorival Júnior tem estilo mais pragmático em relação a Fernando Diniz. A seleção brasileira agora deve ter menos surpresas.
Dorival pretende aproveitar cada minuto dos treinos para acelerar o processo de adaptação antes de amistosos considerados dificílimos contra Inglaterra e Espanha, ambos fora de casa.
A tendência é que o Brasil atue no tradicional 4-3-3, com Lucas Paquetá na armação e Rodrygo, Vinicius Júnior e Richarlison no ataque.
Entre os volantes, Bruno Guimarães é o nome principal e deve ganhar Douglas Luiz como companheiro. Nas laterais, Danilo e Ayrton Lucas são os mais cotados.
As maiores dúvidas estão no gol e no companheiro de Gabriel Magalhães na defesa. Os cortes de Ederson e Marquinhos deixaram o sistema defensivo incerto.
Informações UOL

Um atirador deixou um rastro de violência em Washington neste domingo, 17, resultando em dois mortos e cinco feridos no bairro de Shaw. O crime ocorreu por volta das 3h, horário local, sem detalhes imediatos sobre as circunstâncias do tiroteio ou o estado de saúde dos feridos.
De acordo com Jeffrey Carroll, chefe assistente executivo do Departamento de Polícia Metropolitana, todas as vítimas são adultos e foram encaminhadas para hospitais locais para receber tratamento médico.
O Distrito de Columbia enfrenta um cenário preocupante de aumento da criminalidade violenta, com um crescimento de 39% em 2023. Esse aumento foi impulsionado principalmente por um aumento de 35% nos homicídios e pelo aumento significativo nos roubos de automóveis, quase dobrando em comparação com o período anterior.
Diante desse contexto, a chefe de polícia Pamela Smith tem pressionado os legisladores a aprovarem legislação que fortaleça as penalidades para crimes envolvendo armas de fogo na capital do país.
Com informações do Estadão.

Uma mulher, que estava com seu filho de três meses no colo, foi empurrada de um carro em movimento na cidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. A Polícia Civil identificou o ex-companheiro da vítima como o principal suspeito do crime, e ele encontra-se foragido. O momento da agressão foi capturado por uma câmera de segurança.
De acordo com as autoridades policiais, o homem foi indiciado como o responsável pelo empurrão que resultou na queda da vítima e teve sua prisão decretada pela Justiça. O incidente, caracterizado como tentativa de homicídio, ocorreu em fevereiro deste ano, porém, as imagens só começaram a circular na sexta-feira (15).
Nas imagens registradas pela câmera de segurança, é possível observar a mulher rolando no chão após o empurrão, enquanto o bebê que estava em seu colo é afastado. Por sorte, ambos sobreviveram ao incidente. A vítima conseguiu se levantar e pegar a criança.
O inquérito foi concluído pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Camaçari e encaminhado ao judiciário. O suspeito, cuja prisão foi decretada pela Justiça, é relatado por testemunhas como um funcionário de uma empresa de segurança na cidade. Ele e a vítima estavam separados, e o encontro ocorreu após um convite do ex-companheiro para uma conversa, na qual a agressão teria ocorrido.
Veja o video:
Com informações do g1.

Ao buscar uma dieta para perder peso, muitas pessoas se dedicam a planejar suas refeições, calcular ingredientes e até preparar marmitas. No entanto, um fator frequentemente esquecido pode estar sabotando seus esforços: os compostos químicos presentes em embalagens plásticas e outros produtos do cotidiano.
Conhecidos como obesogênicos, esses compostos podem afetar o metabolismo e contribuir para o aumento das células adiposas, mesmo sem a ingestão direta de alimentos. Entre eles estão substâncias como ftalatos, bisfenol-A (BPA), parabenos, entre outros, encontrados em plásticos, produtos de higiene, cosméticos e até mesmo no ar que respiramos.
“A obesidade é o excesso de massa gorda, não apenas de peso. Nos últimos anos, evidências mostram que alguns compostos podem desempenhar um papel significativo nesse aumento de peso”, explica a médica nutróloga Sandra Gordilho.
Esses compostos, presentes em produtos industrializados e até mesmo em alimentos não processados devido ao uso indiscriminado de agrotóxicos, podem interferir nos hormônios e no metabolismo, levando ao acúmulo de gordura e contribuindo para o desenvolvimento de doenças metabólicas.
Apesar da dificuldade em evitar completamente a exposição a esses compostos, é possível adotar medidas para reduzir o contato, como optar por alimentos orgânicos, evitar o uso de plásticos na preparação e armazenamento de alimentos, e escolher produtos de higiene e cosméticos livres dessas substâncias.
Embora seja desafiador eliminar completamente esses obesogênicos do cotidiano, a conscientização e a adoção de hábitos saudáveis podem ajudar a minimizar os efeitos negativos na saúde e no processo de emagrecimento.
Com informações do jornal Correio 24 Horas.

Enquanto no Brasil as montadoras frequentemente ajustam os preços de seus carros para cima, na China a BYD tomou uma direção oposta, reduzindo o preço de mais um de seus modelos. Desta vez, o beneficiado foi o hatch elétrico e2, lançado no ano passado, cujo valor agora é equivalente aos compactos Mobi e Kwid vendidos no Brasil.
O preço do e2 foi reduzido de 102.800 yuans para 89.900 yuans, o que equivale a aproximadamente R$ 63.260 na conversão direta. No mercado brasileiro, os compactos Mobi e Kwid são comercializados por R$ 72.990 e R$ 72.640, respectivamente. Além disso, o Citroën C3, embora tenha saído de uma promoção, ainda é um dos modelos mais acessíveis, com preço semelhante ao do Mobi.
O BYD e2 possui um motor elétrico de 95 cv e 18,3 mkgf de torque, posicionado no eixo dianteiro, e uma bateria de íons de lítio de 43,2 kWh, que oferece uma autonomia de até 405 km com a carga completa. Seu design dianteiro difere dos modelos anteriores da marca, enquanto a parte traseira lembra o SUV Yuan Plus. Internamente, o hatch apresenta uma central multimídia com tela flutuante e rotativa, além de um volante semelhante ao de modelos maiores da marca.
Após uma leve reestilização, o BYD e2, que inicialmente era direcionado apenas para taxistas no mercado chinês, começou a ser vendido ao público em geral há um ano. Apesar de seu porte semelhante ao do Volkswagen Golf, com 4,26 metros de comprimento, o hatch possui um estilo mais condizente com modelos como Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Volkswagen Polo. Entre os itens de série, destacam-se a tela central e o quadro de instrumentos digital de 8,8 polegadas, além dos bancos revestidos com couro.
Com informações do Jornal do Carro/Estadão.