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A ex-namorada do empresário Luís Cláudio Lula da Silva, o Lulinha, filho mais novo do presidente Lula, registrou nesta terça-feira, 2, um boletim de ocorrência narrando ser vítima de violência doméstica, inclusive com agressões físicas. “Me deu uma cotovelada na barriga em uma das brigas no final de janeiro”, apontou a médica Natália Maria Schincariol no registro.

Na 6ª Delegacia de Polícia Civil, localizada no Cambuci, Natália relatou ter sofrido agressões verbais, psicológicas e morais que ‘vêm se intensificando com o passar do tempo’, ‘ameaçando’ sua saúde física e mental.

Em comunicado, os advogados de Lulinha afirmaram que as alegações de Natália são ‘fantasiosas’ e as supostas agressões ‘falsas’. A defesa também argumentou que as ‘inverdades’ da médica podem ser consideradas como calúnia e que serão adotadas ‘as ações legais apropriadas’

O relatório listou alguns ‘atos de violência’, destacando que a mulher ficou ‘ausente do trabalho por um mês devido ao trauma provocado pelas agressões’ e foi ‘internada com crises de ansiedade’.

Natália também mencionou receber ameaças e insultos constantes. O marido teria se referido a ela como ‘doente mental, vagabunda, louca’. Ela ainda afirmou ser vítima de difamação e calúnia. Quanto à agressão física que ela atribuiu ao filho do presidente, Natália contou ter levado uma ‘cotovelada no estômago’ ao se recusar a entregar seu celular ao marido.

O boletim de ocorrência também registra que o empresário teria ‘mantido relações sexuais desprotegidas com outras mulheres, contraindo infecção e expondo a ex conscientemente ao risco’.

A ex-companheira de Lulinha ainda alegou ter sido ‘manipulada e ameaçada para não denunciar as agressões, sob o pretexto de que o agressor é filho do presidente e que tem influência para escapar das acusações’.

*Terra Brasil Notícias
Foto: reprodução


As 200 vagas disponibilizadas aos ambulantes interessados em trabalhar no Esquenta Micareta, no próximo domingo (7), foram todas preenchidas logo quando foram abertos os portões do Teatro Municipal Margarida Ribeiro. A quantidade de interessados surpreendeu a equipe da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

O secretário da pasta, Jairo Carneiro Filho, acompanhou o início do credenciamento e destacou o número expressivo de interessados pela festa. “A quantidade de ambulantes demonstra a movimentação do mês de abril, o clima de folia, numa vibração positiva em torno da nossa Micareta”.

Neste ano, a Prefeitura de Feira de Santana ampliou o percurso do Esquenta Micareta, que acontece pelo segundo ano na avenida Francisco Fraga Maia. Isso possibilitou ampliar o número de vagas, gerando mais oportunidades para os ambulantes.

Todos eles só poderão atuar no canteiro central da avenida com o crachá de identificação fornecido pela Secel. “A festa no domingo começará ao meio-dia. Contudo, às 6h os fiscais da Prefeitura já estarão no local para vistoriar o espaço. Os vendedores que não estiverem com o crachá serão impossibilitados de adentrar ao local da festa”, esclarece.

Além disso, está proibida a comercialização de produtos em materiais perfurocortantes, como espetinhos e bebidas em garrafas de vidro. O Decreto Municipal com as normas de comercialização foi publicado pela Prefeitura nesta terça-feira (2), em edição extra do Diário Oficial Eletrônico.

A vendedora de bebidas Edileuza da Cruz, 58 anos, vai participar pela primeira vez do Esquenta Micareta. Para garantir um espaço na festa pré-micaretesca, a moradora do George Américo disse chegou no local do credenciamento ontem (2), às 5h da madrugada.

“A minha expectativa é de boas vendas e que tenhamos uma festa de paz e muita diversão”, disse a ambulante, uma das primeiras chamadas para fazer o credenciamento. No ato de assinatura do documento todos tiveram que apresentar RG e comprovante de endereço.

Para a ambulante Maria Vanda dos Santos, 76, que é moradora do Tanque da Nação, o Esquenta Micareta é também uma oportunidade de conseguir uma renda extra. “A gente consegue ganhar um trocadinho a mais. E se Deus me permitir também estarei na Micareta”.

*Secom/PMFS


Por Aldo Rebelo para o Poder 360

Atos do 8 de Janeiro não contaram com a participação de órgãos do Estado e representantes do governo que se dizem alvos sequer foram incomodados, escreve Aldo Rebelo

Extremistas no Congresso
No 8 de Janeiro, não havia a essencial liderança condutora nem se viu um general à frente de um tanque na praça dos Três Poderes, segundo articulista; na imagem, extremistas ocupam o prédio do Congresso, em Brasília

A ciência política e sua farta literatura acadêmica internacional desautorizam a narrativa de que os atos de 8 de janeiro de 2023 constituíram uma tentativa de golpe de Estado. O “Dicionário de Política, escrito por uma plêiade de especialistas, sob a coordenação do filósofo e historiador do pensamento político Norberto Bobbio (1909-2004), é obra de referência para elucidar a questão.

No alentado verbete “Golpe de Estado”, redigido pelo professor da Universidade de Turim Carlos Barbé, renomado autor de “Colpo di Stato, in Política e società”, descortina-se a conceituação histórica do ato de ruptura institucional desde o imperador Tibério (42 a.C.-37 d.C.) até nossos dias. Segundo Barbé, se o conceito mudou ao longo do tempo, um elemento central de definição permaneceu invariável: “O golpe de Estado é um ato realizado por órgãos do próprio Estado”.

Portanto, é imprescindível a participação de agentes públicos, detentores de poder, inclusive governantes, que nesse caso praticam o autogolpe, como o fez o presidente Getúlio Vargas (1882-1954) com apoio do Exército em 1937. “Em suas manifestações atuais”, assegura Barbé, “o golpe de Estado, na maioria dos casos, é levado a cabo por um grupo militar ou pelas Forças Armadas como um todo”. Leia a íntegrado verbete “Golpe de Estado” (PDF – 626 kB)

No assim chamado 8 de Janeiro, ocorreu uma manifestação política de cidadãos que não representavam órgãos de Estado. O que era para ser uma passeata de oposição ao governo desandou em vandalismo de prédios públicos praticado pela infalível minoria exaltada. Seus crimes, como bem salientou no 1º voto no STF, do ministro Nunes Marques, foram de deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado pela violência e grave ameaça.

Assim foi enquadrada a guerra-relâmpago de 500 integrantes do Movimento de Libertação dos Sem Terra, sob a liderança de um dirigente do PT, que em 7 de junho de 2006 invadiram e depredaram a Câmara dos Deputados, destruindo carros, portas de vidro, computadores, terminais eletrônicos, luminárias, vasos e um busto de Mário Covas (1930-2001), além de agredir guardas, deixando 21 funcionários feridos, um deles com traumatismo craniano. Como presidente da Câmara, mandei prendê-los imediatamente, a começar do líder, Bruno Maranhão, que em menos de 2 meses foi solto por interferência do governo e saiu “fagueiro” da prisão.

No 8 de Janeiro, não havia a essencial liderança condutora nem se viu um general à frente de um tanque na praça dos Três Poderes. Nenhum integrante do governo que se diz alvo de tentativa de deposição foi sequer incomodado. A demonstrar a falta de planejamento, não se tentou controlar as telecomunicações, providência sem a qual, diz Barré, hoje qualquer golpe é inviável.

A inconsequência da manifestação em Brasília ficou evidente em sua rápida e fácil dissolução, sem resistência armada, com 243 prisões imediatas e 1.191 posteriores. Mas o que não passou de quebra-quebra tem levado à condenação a até 17 anos de prisão de muitos réus na Ação Penal 1060, pelos crimes, dentre outros, de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado.

A alguns juristas, a começar dos ministros André Mendonça e Roberto Barroso, a dupla condenação por esses delitos constitui duplicidade penal, pois, segundo o princípio da absorção ou consunção, um crime absorve o outro.

O episódio do 8 de Janeiro é estigmatizado sem fundamento como uma “tentativa de golpe de Estado” tal e qual muitos outros foram assim chamados antes da definição hoje consagrada. Há muito abusa-se do conceito. Barbé lembra que já em 1639, Gabriel Naudé (1600-1653), pioneiro no estudo do assunto, nas “Considérations politiques sur le coup d’État”, defendeu o pressuposto de que determinados atos arbitrários do governante também constituíam golpe.

Deu como exemplo “a proibição do imperador Tibério à sua cunhada viúva de contrair novas núpcias, para evitar o perigo de que os eventuais filhos dela pudessem disputar a sucessão imperial com seus próprios filhos”.

A manobra autoritária de Tibério foi bem-sucedida: seu sobrinho Claudio, filho de seu irmão Druso com Antônia Menor, o sucedeu à frente do poderoso Império Romano. Dono do poder, Cláudio recorreu a numerosos atos ditatoriais, inclusive mandar matar 35 senadores, 300 cavaleiros e até a mulher, a famosa Messalina, a pretexto de punir supostas tentativas de golpe. Já se ouvia em Roma, à moda dos que não limitam a vingança do poder, a punitivista expressão latina vae victis, ou “ai dos vencidos”.

Informações Poder 360


Contrato de R$ 48 milhões foi firmado pelo então governador durante a pandemia de Covid; ele nega as acusações

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A Polícia Federal encontrou indícios que ligam o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), a irregularidades em um contrato de R$ 48 milhões para a compra de respiradores durante a pandemia. À época, ele era governador da Bahia. As informações são do jornalista Aguirre Talento, colunista do portal UOL.

De acordo com a reportagem, o nome de Rui Costa foi citado em delação premiada da empresária responsável pelo negócio, que devolveu R$ 10 milhões aos cofres públicos e apresentou extratos bancários de transferências a intermediários da venda. O UOL teve acesso ao conteúdo da delação.

Os respiradores nunca foram entregues, e os valores — pagos adiantados — não foram totalmente recuperados.

Um dos mais influentes ministros do governo Lula, Rui Costa nega as acusações, de acordo com o UOL

Foi ele, como governador, quem determinou a investigação sobre o caso — o que ele ressalta para negar envolvimento com irregularidades.

De acordo com a reportagem de Talento, Rui Costa afirma nunca ter tratado “com nenhum preposto ou intermediário sobre a questão das compras deste e de qualquer outro equipamento de saúde”.

O pagamento adiantado, segundo ele, era a condição de mercado “vigente” para a compra de respiradores no início da pandemia.

O ex-governador também foi mencionado no depoimento à Polícia Federal feito por um ex-secretário do governo baiano, que disse ter fechado o negócio por ordem do petista.

O inquérito está em fase final na PF e corre na Justiça Federal da Bahia, pois envolve fatos do mandato anterior de Costa, antes de virar ministro. Ele governou o estado de 2015 a 2022.

O contrato, assinado em abril de 2020, no início da pandemia de Covid-19, previa a compra de 300 respiradores importados da China.

O material iria abastecer os estados integrantes do Consórcio Nordeste, presidido na época pelo petista.

Informações Bahia.ba


A médica Natália Schincariol registrou boletim de ocorrência contra Luís Cláudio Lula da Silva e afirmou ter sido vítima de violência doméstica. Defesa dele nega as acusações.

Luís Cláudio Lula da Silva em foto publicada nas redes sociais — Foto: Reprodução/Instagram

Luís Cláudio Lula da Silva em foto publicada nas redes sociais — Foto: Reprodução/Instagram 

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que Luís Cláudio Lula da Silva, filho caçula do presidente Lula (PT), não se aproxime da médica Natália Schincariol, ex-mulher dele. A decisão também ordena que ele deixe o apartamento onde vive com ela. 

Na terça-feira (2), Natália registrou um boletim de ocorrência contra Luís Cláudio na Delegacia da Mulher de São Paulo, por violência doméstica. 

Por meio de nota, a defesa de Luís Cláudio nega as acusações e que “as mentiras são enquadráveis nos tipos dos delitos de calúnia, injúria e difamação, além de responder por reparação por danos morais”. Leia a nota na íntegra mais abaixo

Ao registrar o boletim de ocorrência, Natália afirmou que foi agredida com uma cotovelada durante uma briga em janeiro deste ano. A médica também disse ser vítima de agressão verbal, psicológica e moral. 

À polícia, Natália relatou que precisou ficar afastada do trabalho durante um mês por causa do trauma causado pelas agressões, além de ter sido hospitalizada com crises de ansiedade. 

A médica disse ainda que tem sido alvo de ofensas constantes, sendo chamada de “vagabunda, gorda, feia e doente mental”. 

Segundo Natália, os dois vivem em união estável há dois anos. Ela afirmou que não denunciou o ex-companheiro antes por ter sido intimidada por ele. 

“Meu pai vai me proteger e vai sair perdendo, eu vou acabar com sua alma”, teria dito Luís Cláudio a Natália, segundo o boletim de ocorrência. “Vou falar para todos que você é uma insana, ninguém irá acreditar em você.” 

Em nota publicada nas redes sociais, os advogados de defesa da médica ressaltaram que “como inúmeras mulheres em todo o Brasil, (ela) enfrentou uma série de adversidades que culminaram em agressões das mais variadas, conforme registrado em boletim de ocorrência. Além disso, apesar de a física ser a mais conhecida e disseminada nos veículos de informação, as violências psicológica e moral são tão danosas quanto”. Leia a nota na íntegra mais abaixo.

Após o registro do boletim de ocorrência, um pedido de medida protetiva de urgência foi enviado ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). 

Na decisão, o TJ-SP entendeu que o relato da vítima é “coerente e verossímil”, concedendo as seguintes medidas protetivas: 

  • proibição de que Luís Cláudio fique a menos de 200 metros de Natália;
  • proibição de que Luís Cláudio frequente os locais de trabalho, estudo ou de culto religioso de Natália;
  • proibição de que Luís Cláudio entre em contato com Natália por qualquer meio, incluindo telefonemas, mensagens e redes sociais;
  • afastamento de Luís Cláudio do local onde ele mora com Natália, sendo permitida apenas a retirada de documentos pessoais e bens de uso pessoal.

Natália Schincariol — Foto: Reprodução/Instagram 

Nota da defesa de Luís Cláudio Lula da Silva

“Na condição de Advogada de Luís Cláudio Lula da Silva, tomamos conhecimento das fantasiosas declarações que teriam sido proferidas pela médica, atribuindo ao nosso cliente inverídicas e fantasiosas agressões, cujas mentiras são enquadráveis nos tipos dos delitos de calúnia, injúria e difamação, além de responder por reparação por danos morais, motivos pelos quais serão tomadas as medidas legais pertinentes.”

Nota da defesa de Natália Schincariol

Em relação aos recentes acontecimentos envolvendo Natália Schincariol, gostaríamos de esclarecer alguns pontos importantes. Natália é uma mulher corajosa, que teve a bravura de se posicionar contra qualquer forma de violência doméstica. 

Como inúmeras mulheres em todo o Brasil, enfrentou uma série de adversidades que culminaram em agressões das mais variadas, conforme registrado em boletim de ocorrência. Além disso, apesar de a física ser a mais conhecida e disseminada nos veículos de informação, as violências psicológica e moral são tão danosas quanto. 

Na qualidade de defensora dos direitos das mulheres, demonstra resiliência e coragem ao se posicionar contra qualquer forma de violência. Sua decisão de não sofrer em silêncio é um testemunho de sua firmeza e determinação em buscar justiça. Natália Schincariol é médica, faz trabalhos voluntários, inclusive com dependentes químicos, e não pretende obter qualquer vantagem financeira com tal exposição, que foi realizada de forma alheia à sua vontade. 

Informamos também que medidas protetivas foram deferidas em favor de Natália, visando assegurar sua integridade e segurança física e psicológica. 

Confiamos plenamente nas instituições responsáveis pela condução deste processo e colaboraremos integralmente para garantir que a verdade prevaleça e que a justiça seja feita, inclusive com o cumprimento das medidas judicialmente impostas. 

Informações G1


Ranking anual mostra que há 69 bilionários no Brasil. Líder brasileiro é Eduardo Saverin, cofundador do Facebook. Mulher mais rica é Vicky Safra, herdeira do banco Safra.

Eduardo Saverin e Vicky Safra são os dois brasileiros mais ricos de 2024, segundo a Forbes. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo e Silvana Garzaro/Estadão Conteúdo

Eduardo Saverin e Vicky Safra são os dois brasileiros mais ricos de 2024, segundo a Forbes. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo e Silvana Garzaro/Estadão Conteúdo 

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin é o brasileiro mais rico, segundo o ranking anual de bilionários da revista Forbes, publicado nesta terça-feira (2). Com patrimônio de US$ 28 bilhões, ele é conhecido por ser sócio de Mark Zuckerberg, que conheceu enquanto estava na faculdade. (saiba mais sobre ele abaixo)

A fortuna de Saverin teve um bom impulso neste ano após a Meta Platforms, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, apresentar resultados robustos no quarto trimestre de 2023 e anunciar o primeiro plano de distribuição de dividendos da empresa. Com o resultado, ele ficou muito à frente dos demais. 

Quem o acompanha na segunda posição é Vicky Safra, herdeira do banco Safra e também a mulher mais rica do país. De acordo com a Forbes, ela acumula US$ 20,6 bilhões, dada sua participação na empresa após a morte de seu marido, Joseph Safra, em 2020

Ao todo, são 69 brasileiros que compõem a lista anual de bilionários da Forbes em 2024. Entre as principais novidades está a presença de Livia Voigt, herdeira da empresa de máquinas e equipamentos WEG, que se tornou a bilionária mais jovem do mundo.

Veja abaixo todos os brasileiros que estão na lista da Forbes em 2024.

  1. Eduardo Saverin – US$ 28 bilhões (60º lugar geral)
  2. Vicky Safra – US$ 20,6 bilhões (94º)
  3. Jorge Paulo Lemann – US$ 16,4 bilhões (113º)
  4. Marcel Herrmann Telles – US$ 10,9 bilhões (195º)
  5. Carlos Alberto Sicupira – US$ 8,9 bilhões (278º)
  6. Fernando Roberto Moreira Salles – US$ 7,6 bilhões (344º)
  7. Pedro Moreira Salles – US$ 7,1 bilhões (385º)
  8. André Esteves – US$ 6,6 bilhões (417º)
  9. Alexandre Behring – US$ 6,3 bilhões (453º)
  10. Miguel Krigsner – US$ 5,7 bilhões (522º)
  11. João Moreira Salles – US$ 5,3 bilhões (572º)
  12. Walther Moreira Salles Junior – US$ 5,3 bilhões (572º)
  13. Jorge Moll Filho – US$ 4,5 bilhões (697º)
  14. Alceu Elias Feldmann – US$ 3,7 bilhões (871º)
  15. Maurizio Billi – US$ 3,6 bilhões (896º)
  16. Jose João Abdalla Filho – US$ 3,5 bilhões (920º)
  17. Joesley Batista – US$ 3,3 bilhões (991º)
  18. Wesley Batista – US$ 3,3 bilhões (991º)
  19. Lirio Parisotto – US$ 2,8 bilhões (1187º)
  20. Alexandre Grendene Bartelle – US$ 2,6 bilhões (1286º)
  21. Luciano Hang – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  22. Ilson Mateus – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  23. Candido Pinheiro Koren de Lima – US$ 2,3 bilhões (1438º)
  24. Guilherme Benchimol – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  25. Julio Bozano – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  26. Luiz Frias – US$ 2,2 bilhões (1496º)
  27. Alfredo Egydio Arruda Villela Filho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  28. João Roberto Marinho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  29. José Roberto Marinho – US$ 2,1 bilhões (1545º)
  30. Roberto Irineu Marinho – US$ 2 bilhões (1623º)
  31. Edir Macedo – US$ 2 bilhões (1623º)
  32. Ana Lucia de Mattos Barretto Villela – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  33. Jayme Garfinkel – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  34. Rubens Menin Teixeira de Souza – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  35. Rubens Ometto Silveira Mello – US$ 1,9 bilhão (1694º)
  36. Sasson Dayan – US$ 1,7 bilhão (1851º)
  37. Carlos Sanchez – US$ 1,7 bilhão (1851º)
  38. David Feffer – US$ 1,6 bilhão (1945º)
  39. Jose Roberto Ermirio de Moraes – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  40. Jose Ermirio de Moraes Neto – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  41. Daniel Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  42. Jorge Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  43. Ruben Feffer – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  44. Neide Helena de Moraes – US$ 1,5 bilhão (2046º)
  45. Artur Grynbaum – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  46. Cristina Junqueira – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  47. Antonio Luiz Seabra – US$ 1,4 bilhão (2152º)
  48. Ivan Müller Botelho – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  49. Jose Isaac Peres – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  50. Eduardo Voigt Schwartz – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  51. Mariana Voigt Schwartz Gomes – US$ 1,3 bilhão (2287º)
  52. João Alves de Queiroz Filho – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  53. Maria Consuelo Dias Branco – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  54. Maria Frias – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  55. Lucia Maggi – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  56. Anne Werninghaus – US$ 1,2 bilhão (2410º)
  57. Clóvis Ermírio de Moraes – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  58. Pedro Grendene Bartelle – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  59. Liu Ming Chung – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  60. Itamar Locks – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  61. Blairo Maggi – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  62. Carlos Pires Oliveira Dias – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  63. Vera Rechulski Santo Domingo – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  64. Carlos Eduardo M. Scripilliti – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  65. Regina Helena S. Velloso – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  66. Livia Voigt – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  67. Dora Voigt de Assis – US$ 1,1 bilhão (2545º)
  68. Dulce Pugliese de Godoy Bueno – US$ 1 bilhão (2692º)
  69. Hugo Ribeiro – US$ 1 bilhão (2692º)
O cofundador do Facebook Eduardo Saverin (dir.) e Darius Cheung cofundador da BillPin e CEO cofundador da tenCube adquirida pela McAfee participam do segundo aniversário da 99.co e do lançamento da 99PRO em Cingapura em 26 de maio de 2016. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin (dir.) e Darius Cheung cofundador da BillPin e CEO cofundador da tenCube adquirida pela McAfee participam do segundo aniversário da 99.co e do lançamento da 99PRO em Cingapura em 26 de maio de 2016. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo 

Saverin nasceu em 1982 na cidade de São Paulo, mas foi criado nos Estados Unidos. Ele se formou em economia em Harvard, onde conheceu Zuckerberg e ajudou a criar o Facebook em 2004. Sua fortuna veio de uma participação minoritária da empresa, que viria a crescer anos mais tarde. 

Nos anos seguintes, Saverin e Zuckerberg discordaram sobre os rumos da empresa. O embate foi parar na Justiça e foi retratado no filme “A Rede Social” (2010), em que Saverin é interpretado pelo ator Andrew Garfield. 

O brasileiro fez o investimento inicial necessário para começar as operações da empresa, segundo o livro “Milionários Acidentais”, de Ben Mezrich, publicado em 2012. 

Ele apareceu pela primeira vez na lista de bilionários da Forbes em 2011, após a abertura de capital do Facebook, que fez valorizar sua participação. 

Bernard Arnault, o mais rico do mundo

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo

Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020 — Foto: Thibault Camus/AP/Arquivo 

O francês Bernard Arnault, presidente do grupo de luxo LVMH, lidera o ranking anual de bilionários da Forbes 2024. 

Arnault ocupa a liderança, com US$ 233 bilhões em patrimônio, uma alta de US$ 22 bilhões em relação ao ano passado. Para calcular o patrimônio líquido dos bilionários, a Forbes usa o preço das ações e taxas de câmbio do dia 8 de março de 2024. 

Arnault havia chegado ao topo pela primeira vez em 2023, ultrapassando Elon Musk, fundador da Tesla, e Jeff Bezos, fundador da Amazon. Hoje, Musk é o segundo colocado, com US$ 195 bilhões de patrimônio. Bezos preenche o pódio logo atrás, com US$ 194 bilhões. (veja o top 10 abaixo)

A primeira mulher na lista é a empresária francesa Françoise Bettencourt Meyers, herdeira da L’Oréal. No fechamento do ano, ela está em 15º lugar, com US$ 99,5 bilhões.

Segundo a Forbes, existem agora mais bilionários do que nunca: são 2.781 ao todo, e 141 a mais que no ano passado. Trata-se de um novo recorde, superando em 26 o maior número da série histórica em 2021. 

“Eles estão mais ricos do que nunca, valendo US$ 14,2 trilhões no total, um aumento de US$ 2 trilhões em relação a 2023 e US$ 1,1 trilhão acima o recorde anterior, também estabelecido em 2021”, diz a Forbes.

Além disso, a fortuna de dois terços dos bilionários do mundo subiu na lista de 2024. Apenas um quarto deles ficou mais “pobre” em relação ao ano passado. 

Veja o top 10 entre os mais ricos do mundo:

  1. Bernard Arnault, CEO da LVMH, controladora da grife Louis Vuitton, com US$ 233 bilhões
  2. Elon Musk, CEO da Tesla, com US$ 195 bilhões
  3. Jeff Bezos, fundador da Amazon, com US$ 194 bilhões
  4. Mark Zuckerberg, cofundador da Meta, com US$ 177 bilhões
  5. Larry Ellison, cofundador da Oracle, com US$ 141 bilhões
  6. Warren Buffett, megainvestidor, com US$ 133 bilhões
  7. Bill Gates, fundador da Microsoft, com US$ 128 bilhões
  8. Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft, com US$ 121 bilhões
  9. Mukesh Ambani, fundador da Reliance Industries, com US$ 116 bilhões
  10. Larry Page, cofundador do Google, com US$ 114 bilhões

Informações G1


Colbert diz que ainda conversará com o vereador sobre o pedido de afastamento

Após receber pedido de afastamento do vereador José Carneiro da função de líder do governo municipal na Câmara, o prefeito Colbert Filho ainda analisa a situação.

Em entrevista ao Protagonista, Colbert revelou que teve uma breve conversa com José Carneiro sobre o pedido de afastamento do líder. “Ainda vamos voltar ao assunto. Hoje tem sido um dia complicado, com muita chuva na cidade e os transtornos que ela traz”, destacou.

Se o vereador não desistir do afastamento, o prefeito diz que vai, com calma, buscar uma solução. “Se não houver o contorno da situação, vou pensar na melhor solução e como fazer essa alteração”, afirma Colbert.

Informações O Protagonista


Foto: Sport Life

“Sem açúcar”, “sem calorias”… Essas são algumas das razões que frequentemente ouvimos para justificar o consumo de refrigerantes zero, especialmente por aqueles que estão de dieta. No entanto, é aí que reside o problema. Com essas afirmações, o consumo dessas bebidas torna-se mais permissivo e parte do dia a dia.

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Aqui está um fato pouco conhecido: a ausência de açúcar nesses refrigerantes é compensada com adoçantes que, muitas vezes, intensificam a sensação de doçura em comparação com as versões tradicionais.

Esses adoçantes já foram relacionados ao excesso de peso. Um estudo da American Journal of Geriatrics Society mostrou que os consumidores de refrigerante zero tiveram um aumento de 70% na circunferência da cintura em comparação com aqueles que não consumiam essas bebidas.

A teoria dos pesquisadores é que os adoçantes confundem as papilas gustativas, além de fatores psicológicos que levam o indivíduo a se permitir consumir alimentos mais calóricos, sob o argumento de que estão economizando as calorias da bebida.

Apesar de não conterem açúcar, esses refrigerantes contêm corantes, acidulantes, conservantes, estabilizantes e ácido fosfórico. Só pelos nomes estranhos, já dá para imaginar que isso não é muito bom para a mucosa do estômago, certo?

Por último, o grande risco desses refrigerantes está relacionado ao intestino. Uma pesquisa realizada em Illinois, nos EUA, concluiu que o refrigerante zero estava associado à compulsão por açúcar.

Segundo os estudiosos, foi constatado que “adoçantes despertam o desejo por alimentos cada vez mais doces, instigando o cérebro a escolhas menos saudáveis e mais calóricas com o tempo”.

Finalmente, mas igualmente crucial, eles provocam mudanças na microbiota intestinal. Conforme um estudo publicado na revista Nature, os adoçantes perturbam a flora intestinal, contribuindo para a intolerância à glicose.

Com informações de Metrópoles/Thaiz Brito


Reprodução

A embaixada da Hungria dispensou ao menos dois de seus empregados brasileiros em resposta ao vazamento de filmagens internas que registraram a visita do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o Carnaval, em um contexto de investigação por suposta tentativa de golpe de Estado.

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Foi apurado pela CNN que, mesmo sem evidências concretas do envolvimento dos funcionários na divulgação das gravações, a embaixada húngara decidiu pela demissão dos brasileiros que possuíam acesso ao equipamento que transmitia as imagens ao vivo.

Após a divulgação de que Bolsonaro havia passado duas noites na embaixada, local onde não poderia ser detido, a representação diplomática iniciou uma investigação interna para determinar como a informação e os vídeos chegaram à mídia.

Embora houvesse um número reduzido de funcionários presentes na embaixada durante a visita de Bolsonaro, devido ao feriado, os trabalhadores brasileiros do local se tornaram alvo das investigações internas.

Informações TBN


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois avisos de “perigo” por conta dos temporais. Algumas regiões podem registrar volumes superiores a 100 milímetros por dia.

Mapa mostra acumulado de chuva previsto até o fim desta semana no país. — Foto: INMET

Mapa mostra acumulado de chuva previsto até o fim desta semana no país. — Foto: INMET 

A primeira semana de abril deve seguir com chuva em boa parte do Norte e Nordeste. De acordo com a Climatempo, a combinação de umidade e a circulação de ventos também deve contribuir para a formação de áreas de instabilidade entre o norte de Minas Gerais, norte de Goiás e o Distrito Federal

A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para a primeira semana do mês indica que o Centro-Norte do Brasil deve registrar grandes acumulados de chuva, com valores superiores da 80 milímetros

No início da semana, algumas cidades do Nordeste já foram atingidas por chuvas fortes. Entre segunda (1) e terça (2), Campina Grande, na Paraíba, por exemplo, registrou 82,6 milímetros de chuva, valor correspondente a 92% da média do município para o mês. 

Já Salvador acumulou quase 110 milímetros no mesmo período, quarto maior valor diário para abril desde 1961. 

De acordo com o instituto, além das altas temperaturas e da grande quantidade de umidade na atmosfera, a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) também tem grande influência no clima instável, especialmente no extremo norte do país. 

👉 A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é caracterizada pelo encontro de ventos na região do Equador. É dos principais sistemas meteorológicos causadores de chuva em parte das regiões Norte Nordeste do Brasil, segundo o Inmet. 

Vinícius Lucyrio, meteorologista da Climatempo, explica que entre março e abril a ZCIT atinge a máxima aproximação da costa norte do Brasil, intensificando as chuvas nessa região. 

“Com isso, o fenômeno não implica a ocorrência de chuvas fortes apenas na faixa norte, mas em toda a área equatorial, o que faz com a que haja transporte de umidade também para o interior”, detalha.

Com as chuvas intensas previstas para o Centro-Norte do país, o Inmet emitiu dois alertas de “perigo” por conta dos temporais. 

🔶 O primeiro alerta abrange sete estados e o Distrito Federal

  • norte de Minas Gerais
  • norte Goiás
  • norte do Mato Grosso
  • Tocantins
  • sul do Maranhão
  • sul do Pará
  • leste do Amazonas

Mapa mostra estados do Centro-Norte do país sob alerta de “perigo” por conta das chuvas intensas. — Foto: INMET 

🔶O segundo alerta inclui boa parte dos estados do Nordeste

  • norte da Bahia
  • norte de Sergipe
  • oeste de Alagoas
  • oeste de Pernambuco
  • oeste da Paraíba
  • sudoeste do Rio Grande do Norte
  • Piauí

Estados do Nordeste sob alerta de “perigo” por causa dos temporais. — Foto: INMET 

Nessas regiões, as chuvas podem chegar a 100 milímetros por dia, com ventos intensos de até 100 km/h. Há risco de queda de árvores e alagamentos. 

Como fica o tempo em cada região

A semana deve ser de tempestades no centro-sul do Rio Grande do Sul. As chuvas podem vir acompanhadas de raios, fortes ventos e queda de granizo. A partir do fim de semana, o tempo deve ficar mais quente e seco

A previsão é de tempo quente e seco nos próximos dias. No fim da semana, estão previstas pancadas de chuva isolada, especialmente no nordeste de Minas Gerais. 

chuva deve ter um pouco mais de regularidade em parte da região ao longo da semana. Em Mato Grosso, por exemplo, o total acumulado pode superar os 80 milímetros. Nos demais estados, a tendência é de chuva mais irregular. 

Em grande parte da região são previstaspancadas de chuva. Os temporais podem ser localmente fortes, principalmente no centro-norte do Nordeste, com valores superiores a 70 milímetros. No sul da Bahia, a tendência é de pancadas de chuva isolada, com menores acumulados. 

A região deve registrar pancadas de chuva durante toda a semana, com valores superiores a 80 milímetros. O destaque fica para áreas do Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia e Tocantins, que podem ter tempestades com raios e rajadas de vento. Nos demais estados, as pancadas devem ser mais isoladas, com menores acumulados.

Informações G1