
O vereador José Carneiro (União Brasil) esteve com o prefeito Colbert Martins (MDB) e colocou o cargo de líder do governo à disposição do alcaide. Não quer que respingue no governo o seu pedido de um minuto de silêncio para o guarda municipal Mackeybe Oliveira, que cometeu feminicídio e depois suicídio. Colbert Martins, que preferiu ouvir, não deixou de dizer que é um ato de grandeza do vereador estar preocupado com a imagem do governo.
*Bahia na Política

O Partido Liberal (PL) de Feira de Santana apresenta, nesta terça-feira (2), sua chapa para a eleição de vereador.
Sob a coordenação do presidente municipal do partido, empresário Raimundo Júnior, o PL montou uma chapa competitiva, incluindo ex-vereadores.
As conversas foram intensas nos últimos dias. Segundo informações de bastidores, o presidente Raimundo Júnior passou o feriado de sexta-feira santa e o fim de semana, em reuniões e visitas políticas para fechar a chapa proporcional do PL.
Quem estará presente ao evento é o Capitão Alden, pré-candidato do partido a prefeito de Feira de Santana. A presença do presidente estadual, João Roma, ainda não está confirmada. O deputado Leandro de Jesus é presença certa.
Quem, com certeza, marcará presença são pré-candidatos como Marcos Carvalhal, Cadmiel Pereira, Netto Dez e Fabiano da Van.
O lançamento oficial da chapa do PL será às 19h22min, na sede do partido, na rua Comandante Almiro, 508.
*O Protagonista FSA

O ex-deputado estadual Carlos Geilson, atualmente secretário no governo municipal, define seu futuro político esta semana.
Em contato com o Protagonista, Geilson revela que conversas com o prefeito Colbert Filho e com o deputado Luciano Araújo, presidente estadual do Solidariedade, definirão se será candidato a vereador ou não.
Sobre a afirmação do ex-deputado Pastor Tom, que não há mais vaga para candidatura a vereador no Solidariedade em Feira, Geilson diz que é filiado ao partido e, portanto, caso decida ser candidato, tem direito legítimo.
“Não conversei nada com ninguém ainda. Estou no Solidariedade a convite de Luciano Araújo e nas próximas horas entrarei em contato. Provavelmente até quinta ou sexta vamos nos posicionar “, diz Carlos Geilson.
*O Protagonista FSA

Na segunda-feira (1/4), o ministro Dias Toffoli tomou a decisão de invalidar as evidências do acordo de leniência da Odebrecht contra outro ex-presidente do Panamá. Após Ricardo Martinelli, que recebeu uma decisão favorável do ministro na semana anterior, agora foi a vez de Juan Carlos Varela. As informações são da coluna de Guilherme Amado/Metrópoles.
Varela, que foi vice-presidente de Martinelli de 2009 a 2014 e presidente do Panamá de 2014 a 2019, procurou Toffoli na semana passada, conforme relatado pela coluna.
O ex-presidente está envolvido no mesmo processo que Martinelli em seu país: um processo penal por lavagem de dinheiro iniciado a partir de uma acusação que reuniu depoimentos de delatores da Odebrecht e conteúdos dos sistemas Drousys e MyWebDayB.
Esses sistemas eram utilizados pela empresa para registrar pagamentos ilegais a políticos e autoridades, e seu conteúdo foi declarado inválido pelo STF no Brasil.
Ao atender ao pedido de Varela, Toffoli concedeu a ele os efeitos da anulação das provas da Odebrecht contra o ex-presidente peruano Ollanta Humala. O peruano, por sua vez, havia obtido o benefício em agosto de 2023, a partir da decisão do STF que declarou o material inválido contra Lula.
Além de declarar a nulidade das provas do acordo de leniência da Odebrecht, o ministro também atendeu a outro pedido da defesa de Juan Carlos Varela: proibiu que delatores associados à empresa testemunhassem em território brasileiro no processo panamenho.
A decisão se baseia no fato de que os depoimentos não devem ocorrer porque envolvem provas consideradas ilegais no Brasil.
Em sua decisão, Toffoli ordenou que o Ministério da Justiça receba uma cópia de sua decisão e transmita as informações ao governo do Panamá.
*Metrópoles
Foto: reprodução/ Facebook

Após o encerramento do mercado na segunda-feira (01), o Banco Central divulgou que fará sua primeira intervenção no mercado de câmbio desde o final de 2022. Ontem, o dólar atingiu a marca de 5,05 reais, o valor mais alto desde outubro. Embora as razões para essa alta fossem inicialmente externas, agora fatores internos podem contribuir para o aumento. Nesta terça-feira, o dólar comercial começou o dia em queda, sendo negociado por 5,02 reais às 9h.
O Banco Central oferecerá 1 bilhão de dólares em contratos de swap. De acordo com o próprio Banco Central, há uma razão para essa ação. No dia 15 de abril, um lote de títulos públicos em dólar vencerá, e a liquidação da transação pode resultar em um aumento na demanda por dólares. Em condições normais, o mercado financeiro absorveria essa flutuação.
No entanto, o mercado não está em condições normais. Ontem, dados da indústria americana mostraram um crescimento em março, acima do esperado pelos analistas. Esses dados fortes assustam os investidores, que temem um novo adiamento no ciclo de redução de juros nos EUA.
Atualmente, as previsões do CME Watch indicam que 53% dos investidores esperam um primeiro corte em junho, uma queda em relação aos 63% da semana passada. Além disso, a porcentagem que aposta na manutenção da taxa aumentou de 29,8% para 41%. Para o final do ano, as previsões são incertas. A aposta “dominante” é que os juros americanos terminem 2024 em 4,75%, o que representa um corte de 0,75 p.p., ou três reduções de 0,25p.p. A segunda aposta mais popular é um corte de 0,50 p.p. neste ano.
Essa mudança de expectativas atrai dólares para os Estados Unidos e afeta moedas globais. Foi o que aconteceu ontem com o real.
Além da volatilidade do câmbio, há também o petróleo. O barril do tipo brent teve um aumento significativo e está sendo negociado no maior valor desde outubro, próximo dos 90 dólares. Isso é bom para a Petrobras, que está subindo mais de 1% no pré-mercado e fazendo o EWZ ir contra a tendência de Nova York, cujos futuros estão em queda.
*Terra Brasil Notícias
Foto: Vinicius Schmidt
Somente na manhã desta terça-feira (2) choveu em Feira de Santana 70 milímetros em poucas horas. O volume foi suficiente para causar pontos de alagamento diversas ruas. De acordo com a Defesa Civil, a situação foi inesperada pois não havia alerta nem previsão de chuva emitido pelo INMET (Instituto Nacional de Meteorologia). Contudo, nenhum dos três chamados recebidos pelo Fala Feira 156 estavam relacionados a desabrigados ou pessoas em situação de risco.
A coordenadora da Defesa Civil, Anna Karoline Rebouças, afirma que é provável ocorrer mais chuva ainda hoje. No entanto, não há estimativa de quantidade. Por isso o órgão se mantém em alerta.
“Felizmente tivemos poucas ocorrências, mas sabemos que alguns lugares registraram pontos de alagamento. Outros a água já escoou, principalmente na avenida Maria Quitéria. Teve um muro que caiu, mas não atingiu moradores ou veículos. A tendência é da água diminuir agora. Mesmo assim, a população deve ficar atenta aos locais que registram alagamentos de forma recorrente e ter mais cuidado ao trafegar ou caminhas nestas vias”, orienta.
A Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA) está com equipes de manutenção atuando em pontos críticos de alagamento.
Confira a seguir algumas orientações para se manter seguro nesse período chuvoso:
É recomendado evitar passar por águas acumuladas nas ruas e tomar cuidado com buracos e bueiros abertos.
É importante evitar campos abertos e áreas apertadas durante tempestades com raios e trovões.
Para quem está de carro, evitar passar por lâminas de água muito alta. E em caso de alagamento, esperar um pouco o nível da água baixar, pois ao longo do caminho podem haver buracos ou bueiros abertos que podem deixar o veículo preso.
A população pode entrar em contato com a Defesa Civil através do telefone 156.
*Secom/PMFS

Foto: iStock
Sim, riscos à saúde íntima de homens e mulheres que frequentam fontes de águas naturais (mares, rios, represas, lagos) existem, mas claro que isso vai depender de alguns fatores, como o estado clínico prévio, a qualidade da água, a presença de determinados parasitas locais e a higiene pessoal, inclusive das roupas de banho.
Com machucados, inflamações ou outros sintomas nas mucosas íntimas, o ideal é não entrar na água, para evitar de se contrair infecções ou agravar as condições. Lesões, por trauma, atrito, alergia podem facilitar a entrada de fungos, bactérias, vírus, sobretudo em locais com pouca higiene ou sem saneamento básico.
Para saber se a água está imprópria para banho, você pode observar alguns sinais, como sua cor, cheiro e transparência. Se ela estiver turva, escura, com espuma, ou mau odor, pode indicar contaminação por esgoto, lixo ou substâncias nocivas. A presença de bandeiras vermelhas ou placas também podem servir de alerta.
Desconfie se após muito tempo na água, ainda mais por dias seguidos, surgirem sintomas como coceira, ardor, corrimento, dor, inflamação ou sangramento na região íntima, indícios de infecções. Genitais e ânus também podem sofrer com inchaço, vermelhidão, fissuras, secura e descamação, por assaduras e alergias.
Quando ocorre um desequilíbrio no microbioma íntimo, por excessos de calor e de umidade e queda de imunidade, o fungo Candida albicanspode se multiplicar rapidamente e causar candidíase, doença cujos sintomas incluem: coceira, corrimento branco ou esverdeado, feridas e ardor na vagina ou no pênis.
Outras doenças, transmitidas por fontes de água contaminadas, incluem hepatite A, micose, esquistossomose, febre tifoide, cólera, diarreias causadas por Escherichia coli e Salmonella, e leptospirose. “Essa última, uma doença infecciosa febril que ocorre após a exposição direta ou indireta à urina de ratos e pode matar”, informa Moacir Jucá, infectologista da Rede D’Or, de Pernambuco.
Em relação a “ataques”, peixes do tipo candiru, comuns da Amazônia, apresentam como comportamento característico a penetração de orifícios, como uretra, ânus e vagina. “Como são bem pequenos, de poucos centímetros, se entram no corpo, ficam presos, causam muita dor e só podem ser removidos por cirurgia”, explica Alex Meller, urologista e professor na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Além do candiru, existem ainda parasitas de outras espécies que podem acessar os genitais e o ânus por meio da água. São exemplos alguns tipos de verminoses, como Enterobius vermicularis (oxiúros), que causa coceira anal intensa e nas mulheres inflamação da vulva (vulvovaginite), e Schistosoma, parasita que pode provocar diarreia, inchaço da barriga e migrar para órgãos como fígado e baço.
Fora sanguessugas e insetos aquáticos, que da uretra podem percorrer e se alojar na bexiga, causando fortes dores e complicações. Por isso, é importante tomar precauções ao nadar em rios ou em águas desconhecidas, evitar as que estejam contaminadas, manter a higiene pessoal e, com sintomas, consultar um médico.
Com sungas, maiôs e biquínis no corpo por muito tempo, os genitais e o ânus também ficam suscetíveis a problemas causados por microrganismos, sujeira, sal e produtos químicos. Portanto, retirá-los após sair da água ajuda a prevenir doenças e manter o conforto térmico e a higiene pessoal, lembra Solange Gomes, dermatologista da Clínica Ideal (SP).
Se não for possível trocar imediatamente as peças encharcadas por outras, vale tomar uma ducha prévia, ou se secar com uma toalha limpa, principalmente as áreas de dobras, até tomar um banho de verdade, acrescenta o urologista Alex Meller. Os trajes que foram utilizados devem ser lavados à mão com sabão de coco ou neutro, pois apenas a água corrente não é o suficiente para a limpeza.
Acessórios de se sentar como esteiras, cangas e cadeiras também não devem ser guardados sujos e, na falta deles, não é indicado se sentar diretamente sobre praias de rios ou mares. “Por conta do risco de se pegar bicho geográfico, que faz um caminho avermelhado linear na pele, causando muita coceira”, adverte Gomes. As larvas do parasita podem penetrar pés, mãos, nádegas e até genitais.
Informações UOL
O julgamento segue no plenário virtual da Corte e pode ser interrompido até o dia 8 de abril, por meio de pedido de vista ou destaque para análise presencial

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta segunda-feira, 1º, sobre o entendimento de que as Forças Armadas não possuem a atribuição de poder moderador. O julgamento segue no plenário virtual da Corte e pode ser interrompido até o dia 8 de abril, por meio de pedido de vista ou destaque para análise presencial.
O processo foi protocolado pelo PDT, em 2020, e tem como relator o ministro Luiz Fux. Antes da decisão, uma liminar concedida por Fux determinou que o presidente da República não pode autorizar o uso das Forças Armadas contra os demais Poderes. Em seu voto, Fux destacou que o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem deve ser excepcional e ocorrer somente depois de esgotados os demais mecanismos de preservação da ordem pública.
O voto de Fux foi seguido pelos ministros Luís Roberto Barroso, presidente da Corte, Edson Fachin e André Mendonça. Flávio Dino acompanhou a posição de Fux.
O ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, também seguiu o entendimento de Fux e apresentou novos argumentos em seu voto. Com isso, o STF formou maioria para delimitar as competências das Forças Armadas.
Gilmar Mendes ressaltou que o emprego das Forças Armadas em ações de garantia da lei e da ordem deve ser subsidiário e ocorrer apenas em situações de grave violação à segurança pública, depois de esgotadas as medidas ordinárias de preservação da ordem.
Ainda devem votar os ministros Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Kassio Nunes Marques e Alexandre de Moraes.
Informações Revista Oeste

Foto: Reprodução/Freepik
Trocar o açúcar pelo adoçante aumenta a fome? Uma série de estudos têm buscado avaliar essa relação, com resultados conflitantes. Em 2021, por exemplo, um trabalho publicado na JAMA apontou para a possibilidade que sim, consumir adoçantes artificiais, em especial a sucralose, alvo da investigação, elevaria o apetite e, consequentemente, atrapalharia o processo de perda de peso muitas vezes buscado com a troca do açúcar pela substância.
No entanto, um novo estudo clínico, que utiliza uma metodologia considerada padrão ouro para esse tipo de pergunta, trouxe uma resposta diferente. Publicado nesta semana na revista científica eBioMedicine, do grupo The Lancet, o trabalho apontou que a ingestão de alimentos contendo edulcorantes artificiais provoca uma redução semelhante do apetite àquela observada após o consumo dos itens com açúcar. Em outras palavras, consumir adoçante não aumenta a fome.
O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, em colaboração com o Centro Pesquisa para Nutrição Humana Rhône-Alpes, na França. É o último trabalho a ter sido publicado como parte do consórcio SWEET, grupo formado por 29 agentes de pesquisa, consumo e indústria que buscam produzir evidências científicas sobre os benefícios e riscos a longo prazo da troca do açúcar pelos adoçantes.
A coordenadora conjunta do projeto SWEET, professora Anne Raben, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, destacou, em comunicado, que “as descobertas mostram que os adoçantes são uma ferramenta útil para reduzir a ingestão de açúcar adicionado sem levar a um aumento compensatório no apetite ou na ingestão de energia, apoiando assim a utilidade dos adoçantes para o controle do apetite, da energia e do peso”.
O trabalho analisou a resposta de 53 homens e mulheres, com idades entre 18 e 60 anos e quadros de sobrepeso a obesidade, ao consumo de biscoitos contendo açúcar ou dois tipos de adoçante: o stevia, uma alternativa natural, e o neotame, um edulcorante artificial como o aspartame ou a sucralose.
Os testes foram conduzidos entre 2021 e 2022. Foram três períodos de consumo de duas semanas cada. Em cada um deles, os participantes comiam uma das três versões dos biscoitos. Cada etapa era separada por um intervalo de 14 a 21 dias entre elas.
Os participantes foram instruídos a chegarem ao laboratório para o experimento após um jejum noturno. Uma amostra de sangue era coletada para estabelecer os níveis basais de glicose, insulina e hormônios relacionados ao apetite, e os próprios voluntários também avaliavam seus apetites e preferências alimentares.
Depois de consumir os biscoitos, eles avaliavam o quanto se sentiram saciados durante várias horas, e os exames de sangue eram refeitos. Os resultados não mostraram diferenças no apetite ou nas respostas endócrinas aos adoçantes em comparação com as ao açúcar, apontando que não há um aumento do apetite.
Além disso, os níveis de insulina medidos duas horas após a ingestão dos biscoitos com adoçantes foram reduzidos em relação aos com açúcar, assim como os níveis de glicose no sangue, o que comprova o efeito dos edulcorantes de reduzir a taxa de açúcar na corrente sanguínea – feito importante especialmente para aqueles em risco de doenças metabólicas como diabetes tipo 2.
“Nosso estudo fornece evidências cruciais que apoiam o uso diário de adoçantes e intensificadores de doçura para o controle do peso corporal e do açúcar no sangue”, diz o pesquisador principal Graham Finlayson, professor de Psicobiologia da Escola de Psicologia da Universidade de Leeds, em comunicado.
“A redução do consumo de açúcar tornou-se uma meta importante de saúde pública na luta para reduzir a carga crescente de doenças metabólicas relacionadas à obesidade, como o diabetes tipo 2. (…) A substituição de açúcares por adoçantes e intensificadores de doçura em produtos alimentícios é uma das estratégias dietéticas e de fabricação de alimentos mais amplamente utilizadas para reduzir a ingestão de açúcar e melhorar o perfil nutricional de alimentos e bebidas comerciais”, continuou a autora principal do estudo, Catherine Gibbons, professora associada da Faculdade de Psicologia da Universidade de Leeds.
Fonte: O Globo

Gwyneth Paltrow, que interpretou Pepper Potts nos filmes do Homem de Ferro, não pretende voltar a viver a personagem nos cinemas.
Em entrevista ao Hot Ones, a atriz agradeceu por seu período atuando nas produções da Marvel, mas acredita que exista um excesso de filmes de heróis por parte dos estúdios.
“Se você analisar a indústria como um todo, há essa forma de grande pressão para que haja filmes de super-heróis”, disse ela. A artista comenta que se sente muito feliz de ter feito parte do Universo Cinematográfico da Marvel, mas considera que seu ciclo chegou ao fim.
“Eu estou um pouco velha para entrar em um uniforme a essa altura da vida, mas eu me sinto muito sortuda por ter feito parte disso. Eu entrei porque era amiga do Jon Favreau (diretor deHomem de Ferro) e ele me convenceu. Foi uma experiência incrível, e adorei ver como os filmes do gênero se tornaram importantes para os fãs”, disse Gwyneth Paltrow, que ainda reclamou sobre a quantidade de filmes de heróis.

“Mas eu penso, se você analisar a indústria como um todo, há essa forma de grande pressão para que haja filmes de super-heróis”, lamentou a artista.
“Digo, você só pode fazer alguns filmes que pareçam realmente originais, e ainda assim, eles estão sempre tentando alcançar o máximo de pessoas possível, o que às vezes prejudica a qualidade”, completou Gwyneth Paltrow, que venceu um Oscar por sua atuação em Shakespeare Apaixonado.
Informações Revista Oeste