
O partido Novo afirmou em seu perfil no X (ex-Twitter) nesta segunda-feira (13 de maio de 2024) que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) utilizará a tragédia no Rio Grande do Sul para “justificar o péssimo resultado nas contas públicas nos próximos anos”.
A sigla ressaltou que as contas já eram insustentáveis desde o ano passado e que o auxílio prometido aos gaúchos ainda é discreto.
Na quinta-feira (9 de maio de 2024), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou um pacote de novas medidas de auxílio ao Rio Grande do Sul, totalizando R$ 50,9 bilhões. Essa etapa tem como foco atender trabalhadores assalariados, beneficiários de programas sociais, produtores rurais, empresas e municípios.
O partido Novo sugere que o governo evite “desperdiçar recursos com o supérfluo” para não faltar o essencial. Como exemplos de gastos desnecessários, citam o aumento para juízes, o fundo eleitoral e a lei Rouanet, enfatizando que esses custos são significativos e fazem falta.
Informações TBN

A polêmica cena ocorre no episódio final, em que Raymond Peepgrass, personagem de Pelphrey, toma um remédio para disfunção erétile deixa cair um lençol na frente do magnata vivido por Daniels. A produção exibe o pênis do ator ficando ereto.
O jornal britânico Daily Mail chamou a atenção para a cena e falou do choque do público. O veículo afirmou que os políticos conservadores ficaram incomodados com a cena e disse que trata-se “ser a primeira vez que um drama popular na TV britânica quebra o tabu de exibir um ‘pênis ereto'”.
Nas redes sociais, a cena também gerou comentários negativos. “A moralidade e a decência caem ainda mais a cada ano”, disse um. “As cenas de sexo são muito mais gráficas. Não há necessidade”, reclamou um deles.
Informações UOL

Uma alimentação completa e equilibrada é fundamental para retardar o envelhecimento. Pensando nisso, um grupo de nutricionistas de Harvard listou cinco alimentos para comer depois dos 50 anos para melhorar a saúde física e mental, contribuindo para o aumento da longevidade.
Embora a recomendação dos profissionais seja a variedade de alimentos, eles possuem em comum o fato de conter nutrientes frescos. Portanto, evitar ou reduzir o consumo de alimentos processados e ultraprocessados é outro aspecto a ser levado em consideração, sobretudo, após os 50 anos.
Abaixo, confira cinco alimentos que prolongam a vida e agregam anos de saúde, de acordo com os nutricionistas de Harvard entrevistados pelo site norte-americano CNBC:
Os especialistas recomendam consumir frutas vermelhas, se possível, todos os dias. Elas são uma excelente opção para promover a recuperação muscular e cuidar da saúde cerebral. Os flavonoides, responsáveis pelas cores das frutas, são conhecidos pela ação anti-inflamatória e antioxidante no corpo.

Existem diversas propriedades nutricionais associadas aos vegetais de folhas verdes, como espinafre, acelga e rúcula. Além de ser rico em vitaminas do complexo A, C e K, esse grupo de alimentos contém ácido fólico, ferro, potássio e cálcio, o que se traduz em inúmeros benefícios à saúde.
As nozes e sementes possuem ácidos graxos ômega-3 , nutrientes que ajudam a manter as células cerebrais saudáveis e a reduzir a inflamação. Em outras palavras, esses alimentos retardam o envelhecimento e a deterioração do cérebro, mantendo o organismo saudável por mais tempo.

As leguminosas são consideradas superalimentos devido ao seu perfil nutricional. Elas contêm carboidratos de absorção lenta, proteínas, pouca gordura e fibras. Além disso, fornecem micronutrientes como minerais, vitaminas do grupo B e polifenóis antioxidantes.
O consumo de proteínas é essencial em qualquer dieta saudável, entretanto, elas devem vir de alimentos saudáveis. Salmão, frango, bacalhau e pato são algumas das opções que fornecem gorduras saudáveis.
Informações Metrópoles

Um estudo feito por biólogos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) identificou os primeiros casos de pessoas infectadas com o vírus mayaro em Roraima. A pesquisa foi publicada na edição de maio da revista Emerging Infectious Diseases, produzida pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).
A investigação coletou 822 amostras de pacientes em estado febril em Roraima entre 2018 e 2021. Todos tinham sintomas semelhantes aos da dengue, mas tiveram resultado negativo para a doença.
Desse total, foram identificadas 3,4% pessoas com mayaro, o que representa 28 indivíduos contaminados no período. O número é expressivo pois não havia conhecimento de casos da doença no estado, o que pode apontar para uma subnotificação.
“A maioria dessas pessoas não relatou qualquer atividade em área de mata, dando margem para pensar em uma circulação nas áreas urbanas de Roraima”, alerta a pesquisadora Julia Forato, líder do estudo, em entrevista ao site da Unicamp.
Para o infectologista André Bon, do Hospital Brasília, a circulação em ambiente urbano é o que mais preocupa. “Os casos de mayaro geralmente ocorrem em pessoas que vivem em áreas próximas de selvas. Registros em áreas urbanas sempre nos deixam em alerta sobre uma maior difusão da doença”, afirma.
Casos de mayaro já tinham sido documentados no Acre, Amazonas e Pará, mas ele costuma ser identificado em comunidades mais isoladas e em pequena proporção de casos. Em Roraima (que até então só tinha registros em animais silvestres), porém, o vírus foi encontrado em habitantes de áreas urbanas.
O vírus mayaro é transmitido em regiões tropicais do Caribe e da Amazônia. A condição é uma arbovirose, ou seja, uma doença transmitida por insetos. O principal vetor é o Haemagogus janthinomys, inseto que também transmite a febre amarela selvagem.
A febre do mayaro tem sintomas semelhantes aos da chikungunya, como dores no corpo, fadiga, dor e inchaço nas articulações. Os dois vírus são considerados primos pois pertencem à mesma família dos togavírus, apesar de terem surgido em regiões diferentes e terem estruturas ligeiramente distintas. O parentesco entre os patógenos é tanto que até a vacina que está sendo desenvolvida para um é capaz de proteger do outro.
Não há tratamento específico para a febre mayaro. A indicação para os pacientes é permanecer em repouso, com o uso de analgésicos ou drogas anti-inflamatórias apenas para amenizar os sintomas.
O parentesco entre os vírus, porém, é motivo de preocupação. O medo dos pesquisadores é que o Aedes aegypti, tão disseminado no país e responsável pela transmissão do chikungunya, passe a carregar também o mayaro.
“Em laboratório, já foi constatada a capacidade do A. aegypti em transmitir também o mayaro. Como as pessoas não tiveram contato com esse vírus, são mais suscetíveis a ter uma infecção e isso pode ter o potencial de uma nova epidemia de casos”, completa a pesquisadora Julia.
Embora essa transmissão pelo Aedes tenha acontecido em laboratório, o infectologista Bon acredita que é preciso avaliar se o processo ocorre na natureza, já que é preciso ter uma carga viral alta o suficiente para passar para o mosquito, o que ainda não foi demonstrado.
Apesar dos casos inéditos em Roraima, não é a primeira vez que o Brasil vive um surto do vírus mayaro. Em 1955, apenas um ano após a doença ser descoberta, foi documentado um surto de casos em comunidades às margens do rio Guamá e em Belém (PA) com mais de 50 casos em humanos.
O último surto conhecido aconteceu em 2011, em Manaus (AM), com 33 casos confirmados. Desde então, apenas grupos isolados com o vírus foram identificados.
O homem é considerado um hospedeiro acidental da febre do mayaro e o risco de contágio é maior ao viver em regiões silvestres onde a doença é endêmica. Entretanto, com a diminuição dessa área, cresce a necessidade dos mosquitos se alimentarem do sangue de humanos.
Além do risco do mayaro, a pesquisa da Unicamp aponta que 60% das pessoas não tiveram nenhum vírus identificado entre os oito testes complementares feitos pelos pesquisadores, o que pode indicar que há um crescimento de doenças desconhecidas na região.
Informações Metrópoles

Depois de uma agressão de Gracyanne Barbosa a Belo vir à tona no Fofocalizando, do SBT, um outro conflito entre o ex-casal ganhou repercussão nesta segunda-feira (13/5). A musa fitness teria levado um golpe financeiro do cantor, durante a compra da mansão que residiam no Rio.
Segundo o portal Leo Dias, os dois compraram o imóvel em conjunto, porém, nos documentos constavam o nome de uma terceira pessoa, por contas das dívidas do cantor, para que não fosse penhorada. Incomodada com a situação, já que havia contribuído na aquisição, Gracyanne tomou uma atitude.
Ela teria pedido que o marido lavrasse um termo, informando do seu direito na propriedade, detalhando que havia contribuído para fecharem o negócio. Belo teria acatado, mas de acordo com o colunista, o contrato seria falso, sem nenhum valor legal.
O caso teria acontecido em uma das vezes que a influenciadora mostrou vontade de se divorciar do ex-Soweto. Querendo acalmar a amada e fazê-la mudar de opinião, Belo decidiu ceder e detalhar a situação dela com relação a mansão, que tinha direito a metade da propriedade, de acordo com os valores que havia repassado na compra.
A mansão em que moravam está avaliada em R$ 15 milhões e fica no Recreio do Bandeirantes, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Inclusive, no ano passado, a coluna Fábia Oliveira revelou que os artistas tinham uma dívida de IPTU, podendo perder a casa luxuosa, que iria a leilão.
No entanto, eles fizeram um acordo e pagaram os encargos de R$ 221.159,86, acrescidos de multa de R$ 46.139,85 e indenização por danos materiais, estimada em R$ 39.667,09.
Informações Metrópoles

As recentes enchentes no território gaúcho afetaram 91% das fábricas e causaram graves prejuízos ao setor. A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) prevê uma década perdida para o desenvolvimento econômico do Estado. A catástrofe natural levou à decretação de calamidade pública em 441 dos 497 municípios do RS e ameaça provocar uma quebra generalizada no setor produtivo.
A condição é especialmente crítica para as empresas situadas em áreas ainda inundadas, onde muitos funcionários, que moram nas proximidades, estão desabrigados. A produção nessas empresas está parada, e os empresários procuram alternativas, como terceirização e renegociação de prazos para manter o fornecimento de produtos.
Até as indústrias em áreas não afetadas diretamente enfrentam desafios significativos devido a problemas logísticos e à dificuldade dos funcionários de chegarem ao trabalho.
A Fiergs ressaltou à Folha de S.Paulo que a calamidade afetou toda a atividade econômica do Estado. A instituição destaca que os municípios impactados representam pelo menos 83% do recolhimento de ICMS, principal fonte de arrecadação.
Arildo Bennech Oliveira, presidente em exercício da Fiergs, diz que a crise terá impacto no cenário nacional, visto que o Rio Grande do Sul representa 6% do PIB brasileiro.
Oliveira menciona uma reunião agendada com o governo federal para discutir demandas urgentes, que incluem a suspensão de impostos industriais por três anos e financiamentos do BNDES diretamente às empresas afetadas, sem intermediários bancários e com extensão do prazo de carência.
Algumas empresas planejam adotar medidas que foram aplicadas durante a pandemia de covid-19, como compensação de dias não trabalhados com antecipação de férias e feriados e a utilização de horas extras acumuladas.
O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas da região do Vale do Sinos, Sergio Galera, expressa preocupação com os efeitos prolongados das enchentes na cadeia de produção. Ele relata que muitos funcionários ainda tentam sobreviver com casas alagadas.
Além disso, Galera relata um grave problema logístico, com empresas incapazes de escoar a produção ou receber matéria-prima. Mesmo aquelas não diretamente afetadas enfrentam dificuldades para fornecer produtos.
O sindicalista compara os danos das enchentes a uma guerra e ressalta a impossibilidade de prever um desastre dessa magnitude.
Informações Revista Oeste

Durante a Conferência Global Anti-Apartheid pela Palestina, o deputado federal João Daniel (PT-SE) se encontrou com Basem Naim, liderança do movimento terrorista Hamas. O evento ocorreu em Joanesburgo, na África do Sul, na sexta-feira 10.
O parlamentar publicou uma foto da cerimônia em suas redes sociais. Na imagem, é possível vê-lo ao centro, de gravata vermelha e paletó marrom, com Naim à sua direita, vestido de traje azul-marinho e de óculos.
É possível ver ainda a presença de Sayid Tenório (o segundo da esquerda para a direita), apoiador do Hamas e ex-assessor do deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA). No ano passado, depois dos ataques dos extremistas em Israel, Tenório zombou de uma mulher prisioneira do ajuntamento de radicais.
Tenório apareceu ainda em fotos com membros do governo Lula, entre eles, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e o presidente da Fundação Palmares, João Jorge Rodrigues.
Em março deste ano, Naim gravou um vídeo para o Partido da Causa Operária, no qual agradeceu ao presidente Lula por manifestar apoio aos palestinos.
“Hoje, estou falando para a audiência dessa conferência em um dos maiores Estados, de um dos maiores países do mundo, uma nação em ascensão, Brasil, que é um país amigo dos palestinos, apoiador da causa palestina”, disse Naim. “Estamos muito honrados por todas as declarações recentes dos funcionários do governo, particularmente as declarações do presidente Lula sobre seu compromisso e sua postura corajosa de apoiar a causa palestina e, especificamente, exigir um cessar-fogo para parar essa agressão contra nosso povo.”
Em 18 de fevereiro, Lula comparou a operação militar de Israel na Faixa de Gaza com o extermínio de judeus realizado pelo ditador Adolf Hitler na Alemanha nazista.
Ao falar com jornalistas em Adis Abeba, na Etiópia, o presidente voltou a dizer que os palestinos estão sendo alvo de um “genocídio”.
Informações Revista Oeste

Tomas Cuesta/Getty Images
O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou um relatório técnico nesta segunda-feira, 13, anunciando que o governo do presidente da Argentina, Javier Milei, superou as metas de aumento de reservas internacionais e de déficit fiscal, apresentando resultados melhores do que o esperado para o primeiro trimestre deste ano. Com isso, a Casa Rosada conseguiu a oitava revisão do pacote de socorro de US$ 44 bilhões negociado em 2018, durante a gestão de Maurício Macri, e obteve um desembolso de aproximadamente US$ 800 milhões.
Essa conquista internacional representa um triunfo para o governo ultraliberal, que atualmente concentra seus esforços em obter apoio suficiente no Senado para aprovar sua controversa “Lei Ônibus”, parte de um pacote liberal que inclui privatizações, concentração de poderes executivos e uma reforma trabalhista controversa.
O relatório do FMI elogiou os “esforços significativos” do governo argentino em expandir a assistência social para mães e crianças vulneráveis, assim como em proteger o poder de compra das aposentadorias. Apesar de “contratempos políticos”, a diretora do FMI, Kristalina Georgieva, já havia mostrado confiança nos esforços de reforma econômica de Milei em fevereiro.
O documento observou que, com base nos resultados superiores ao esperado no primeiro trimestre, o corpo técnico do FMI e as autoridades argentinas chegaram a um entendimento sobre políticas para fortalecer o processo de desinflação, reconstruir as reservas internacionais, apoiar a recuperação econômica e manter o programa no caminho certo. No entanto, ressaltou a necessidade de melhoria na qualidade dos ajustes, destacando a importância de esforços contínuos para aprimorar a consolidação fiscal, as políticas monetária e cambial, e resolver os obstáculos ao crescimento.
Embora o ajuste fiscal adotado pelo presidente liberal tenha o apoio do FMI, a alta inflação e a contração econômica projetada para este ano permanecem desafios significativos. A número dois do FMI, Gita Gopinath, elogiou o progresso do governo Milei, mas também instou a implementação de planos para aprofundar o progresso do programa e proteger os cidadãos mais vulneráveis.
Informações TBN

foto: Reprodução
O sistema autônomo da Ford é o BlueCruise, que promete que será desativado se o veículo suspeitar que o motorista está desatento com um sistema de monitoramento para garantir isso. No entanto, ele não está disponível na F-450.
O que é oferecido no modelo é uma combinação de controle de cruzeiro adaptativo e manutenção de faixa, o que deixa o ato do vídeo ainda mais irresponsável – já que os itens foram projetados para serem usados por um motorista que está no controle com as mãos no volante.
Desta forma, com sensores de pressão no volante, o homem aqui utiliza sacos para fingir que está com as mãos na direção.
Informações TBN

Foto: Reprodução/Twitter
O Esporte Clube Bahia, uma das equipes mais emblemáticas do futebol brasileiro, agora está sob a liderança do sheik Mansour Bin Zayed Al Nahyan. Com uma fortuna estimada em R$126 bilhões, o bilionário é reconhecido por seu envolvimento com a Ferrari, onde detém 5% das ações, e outras empresas de renome. Agora, ele adiciona o clube baiano ao seu crescente portfólio.
Essa aquisição faz parte da estratégia do Grupo City, liderado pelo sheik, para expandir sua presença global no futebol. Nos próximos 15 anos, o grupo planeja investir pelo menos R$1 bilhão no Bahia, começando com um aporte de R$320 milhões já em 2024. O objetivo é elevar a competitividade do clube tanto nacionalmente quanto internacionalmente.
Apesar da mudança de proprietário, a diretoria do Bahia permanece largamente intacta. Guilherme Belintani continua como presidente, enquanto Carlos Santoro, com vasta experiência no Grupo City, assume o cargo de diretor esportivo. Raul Aguirre será o CEO do clube.
A aquisição do Bahia é parte de uma rede mais ampla do Grupo City, que já controla clubes importantes como o Manchester City, o New York City, o Girona e o Montevideo City. A entrada do Bahia nessa rede deve permitir ao time baiano compartilhar recursos e conhecimento com outras equipes do grupo, beneficiando tanto o clube quanto seus torcedores.
Além do investimento no futebol, o sheik Mansour é conhecido por seu estilo de vida extravagante, possuindo um superiate de 147 metros de comprimento com dois helipontos, três piscinas e uma academia, além de investir em projetos relacionados a viagens espaciais. O bilionário também emprestou seu iate ao ator Leonardo DiCaprio, destacando seu perfil luxuoso e diversificado.
A chegada do sheik Mansour ao Bahia marca um novo capítulo para o clube, que agora busca alcançar novos patamares no cenário do futebol.
Informações TBN